LDP: 29/AGO/10

Caso você deseje colocar o aniversário de alguém na seção “COMEMORAÇÕES”, ou colocar o nome de alguém que neste momento esteja precisando de “ORAÇÕES”, ou quiser saber algum significado de algum lugar ou palavra no “DICIONÁRIO”, ou se quiser saber a história de algum personagem da Bíblia ou relacionada a ela no “QUEM É QUEM”, me avise.

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

XXI Semana Comum (verde, glória, creio – II semana do saltério)

LEITURAS

Vamos ler o livro do Eclesiástico 3,19-21.30-31 (Capítulo 3, versículos de 19 a 21 e de 30 a 31)

19Filho, realiza teus trabalhos com mansidão e serás amado mais do que um homem generoso. 20Na medida em que fores grande, deverás praticar a humildade, e assim encontrarás graça diante do Senhor. Muitos são altaneiros e ilustres, mas é aos humildes que ele revela seus mistérios. 21Pois grande é o poder do Senhor, mas ele é glorificado pelos humildes. 30Para o mal do orgulhoso não existe remédio, pois uma planta de pecado está enraizada nele, e ele não compreende. 31O homem inteligente reflete sobre as palavras dos sábios, e com ouvido atento deseja a sabedoria.

Vamos cantar o Salmo 67(68)

— Com carinho preparastes uma mesa para o pobre.
— Os justos se alegram na presença do Senhor,/ rejubilam satisfeitos e exultam de alegria!/ Cantai a Deus, a Deus louvai, cantai um salmo a seu nome!/ O seu nome é Senhor: exultai diante dele!
— Dos órfãos ele é pai, e das viúvas protetor:/ é assim o nosso Deus em sua santa habitação./ É o Senhor quem dá abrigo, dá um lar aos deserdados,/ quem liberta os prisioneiros e os sacia com fartura.
— Derramastes lá do alto uma chuva generosa,/ e vossa terra, vossa herança, já cansada, renovastes;/ e ali vosso rebanho encontrou sua morada;/ com carinho preparastes essa terra para o pobre.

Vamos ler a carta aos Hebreus 12,18-19.22-24a (Capítulo 12, versículos de 18 a 19 e de 22 a 24 (início))

Irmãos: 18Vós não vos aproximastes de uma realidade palpável: “fogo ardente e escuridão, trevas e tempestade, 19som da trombeta e voz poderosa”, que os ouvintes suplicaram não continuasse. 22Mas vós vos aproximastes do monte Sião e da cidade do Deus vivo, a Jerusalém celeste; da reunião festiva de milhões de anjos; 23da assembleia dos primogênitos, cujos nomes estão escritos nos céus; de Deus, o juiz de todos; dos espíritos dos justos, que chegaram à perfeição; 24ade Jesus, mediador da nova aliança.

Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 14,1.7-14 (Capítulo 14, versículos 1 e de 7 a 14)
CONVITE PARA UM JANTAR COM JESUS. VOCÊ VEM?

1Aconteceu que, num dia de sábado, Jesus foi comer na casa de um dos chefes dos fariseus. E eles o observavam. 7Jesus notou como os convidados escolhiam os primeiros lugares. Então contou-lhes uma parábola: 8“Quando tu fores convidado para uma festa de casamento, não ocupes o primeiro lugar. Pode ser que tenha sido convidado alguém mais importante do que tu, 9e o dono da casa, que convidou os dois, venha te dizer: ‘Dá o lugar a ele’. Então tu ficarás envergonhado e irás ocupar o último lugar. 10Mas, quando tu fores convidado, vai sentar-te no último lugar. Assim, quando chegar quem te convidou, te dirá: ‘Amigo, vem mais para cima’. E isto vai ser uma honra para ti diante de todos os convidados. 11Porque quem se eleva, será humilhado e quem se humilha, será elevado”. 12E disse também a quem o tinha convidado: “Quando tu deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14Então tu serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…

O que o texto diz para mim, hoje? Minha vida reflete o que o texto diz ou há contradições? Na comunidade da qual participo é assim que as pessoas se relacionam ou há disputa de poder, pessoas que buscam fazer carreira? Que lugar ocupo eu? A Conferência de Aparecida nos recorda: “O anúncio de Jesus sempre convoca o discípulo à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação.” (DAp 351). (Comentário disponibilizado no Portal Paulinas Online)

… a VERDADE…

O que diz o texto do dia? Leio atentamente o texto: Lc 14,1.7-14, e observo pessoas. Procuro compreender o ensinamento de Jesus Mestre. Mais um convite a Jesus para um banquete no sábado. Nestes banquetes, o protocolo designava rigorosamente os lugares. A história contada por Jesus fala das conseqüências das escolhas. Quem escolhe o primeiro lugar pode se dar mal, dado que este lugar já deve estar designado para outra pessoa “mais importante”. Jesus, reparando que os convidados escolhiam os melhores lugares, quis dizer que quem se exalta será humilhado e quem se humilha será engrandecido. É assim que o Mestre vai formando os discípulos para as atitudes que lhes convém. (Comentário disponibilizado no Portal Paulinas Online)

… e a VIDA”.

O que o texto me leva a dizer a Deus? Meu coração já está em sintonia com o coração de Jesus. Vivo este momento em silêncio. Depois, concluo: Espírito vivificador, a ti consagro o meu coração: aumenta em mim o amor a Jesus e aos irmãos. Faze-me sentir filho amado do Pai. Amém. Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós. (Comentário disponibilizado no Portal Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre. (Comentário disponibilizado no Portal Paulinas Online)

REFLEXÕES

O banquete dos pobres

Dentre os quatro evangelistas, Lucas é o único que, por três vezes (Lc 7,36; 11,37; 14,1), menciona refeições de Jesus em casa de fariseus. Esta refeição é ocasião de ensinamentos de Jesus. Neste contexto, Lucas apresenta duas parábolas, cada uma com destinatário próprio. A primeira é dirigida aos convidados em geral, e a segunda é dirigida ao anfitrião. Jesus conta a primeira parábola aos convidados que escolhiam os primeiros lugares. Aquele que ocupou o primeiro lugar teve que cedê-lo a um amigo mais importante do dono da casa. Aquele que ocupou o último lugar foi convidado para um lugar melhor. Em conclusão à sentença-chave: quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado. É um tema precioso para Lucas, já presente no Cântico de Nossa Senhora (Lc 1,51-52), e perpassa todo o seu Evangelho. O não se precipitar em ocupar os primeiros lugares em momentos solenes era regra comum de boas maneiras nas várias culturas. Os conselhos de humildade contidos no Livro do Eclesiástico (primeira leitura) resultam da influência da cultura grega. Jesus aplica a sentença final, sobre aquele que se exalta e aquele que se humilha, revelando a prática do Reino: a renúncia à sociedade competitiva pelo status e poder, e a adesão à nova sociedade do Reino, fundada na humildade, na fraternidade e no serviço. A segunda parábola Jesus dirige àquele que o convidara. Comumente os banquetes são oferecidos, pelos poderosos, com objetivos interesseiros: mostrar aos outros prestígio e poder; agradar alguém de quem se espera retribuição; fortalecer os laços que unem o grupo de poder. A estes interesses Jesus opõe o banquete oferecido aos pobres, aleijados, coxos e cegos, sem espera de retribuição por parte deles. O banquete aos pobres é o assumir a sua causa, promover a sua libertação e a restauração de sua dignidade. É a partilha do banquete eucarístico, em comunhão com Jesus. (Comentário disponibilizado no Portal Paulinas Online)

A primazia dos excluídos

Os excluídos e deserdados estiveram sempre no centro das atenções de Jesus. Este aproveitava todas as oportunidades para dispor os discípulos a acolhê-los e mostrar-se solícitos para com eles, diferentemente do comportamento típico da época. A refeição na casa do fariseu ofereceu-lhe uma ocasião favorável para isto. Em geral, convida-se para uma ceia, em família, os próprios familiares, as pessoas às quais se quer bem, ou alguém de uma certa importância. Existe quem se preocupa em convidar os ricos, com o intuito de receber também um convite, em contrapartida.  Quiçá fosse esta a mentalidade do chefe dos fariseus, pois é a ele que Jesus dirige a advertência de romper com este esquema. Como? Chamando para o banquete os pobres, estropeados, coxos e cegos. Em suma, os desprezados deste mundo, dos quais seria impossível esperar algo como recompensa. Isto sim, seria a expressão da mais absoluta pureza de coração, característica de quem o tem centrado em Deus. Seria um ato de amor misericordioso, próprio de quem não se deixa escravizar pelo egoísmo. Tal gesto de bondade não passa despercebido aos olhos do Pai. Por ocasião da ressurreição, quem agiu assim receberá a recompensa devida. Diz o provérbio bíblico: “Quem dá aos pobres, empresta a Deus”. Pois bem, quem se mostra generoso com os excluídos deste mundo, pode estar seguro de estar atraindo sobre si a misericórdia divina. (Comentário disponibilizado no Portal Dom Total)

Ocupemos nosso lugar: somos servos

Confesso, que não conseguiria explicar como que na Igreja ainda exista uma ideia totalmente distorcida e doentia de Deus. Está aí a grande causa de tantas pessoas estarem doentes, ou seja, a visão doentia que se tem de Deus faz adoecer aquele que a tem. Imagina-se Deus como aquele que está distante, bravo, muito ocupado em ver o que fazemos de errado para nos cobrar no momento oportuno, que não vive comunhão conosco, que não se alegra e convive com seus filhos. Jesus é a revelação plena do Pai; Ele é o “Emanuel”, ou seja, Ele é o “Deus conosco”. Que maravilha! Jesus é este que sabe viver a vida, está próximo dos seus, no meio do povo procurando levar todos a uma experiência com Ele, com seu amor. Ele não se mistura com nossos pecados, mas abraça a cada um e faz comunhão com todos. Ele entra na vida toda de cada um de nós, para que possamos entrar na Dele, ou seja, para que nos santifiquemos. Ele não tem medo de conviver, brincar, tomar refeição com todos, dançar e se divertir.
É sábado, acabou-se de viver o dia santo para os judeus, apos ouvirem a Palavra de Deus na Sinagoga, um fariseu convida Jesus para uma refeição. Na cultura, todas as pessoas importantes, bem sucedidas, vão sentando-se a partir do dono da casa, por ordem de importância: do dono da casa, depois os mais importantes, os mais velhos e os demais, exatamente nesta ordem. Jesus observa o cenário, a busca de lugares importantes por parte de muitos que se encontram na casa e lança a parábola aos convidados.
Nesta parábola, Jesus não quer ensinar um truque acerca de como fazer para ser reconhecido e ser convidado para os melhores lugares. Não, Jesus ao dizer isso, não está ensinando nada de novo, pois na cultura judaica já era ensinado às crianças de como fazer para não passar vergonha na frente dos outros: senta no último lugar. Se te chamarem, tu ficarás engrandecido diante dos outros; se não te chamarem, tu não passa vergonha, pois não te mandarão sair, pois não tomaste um lugar que não te pertencia.
Jesus quer ensinar o que com isso? Que devemos ser visto e chamado por Deus. Devemos fazer isto aos olhos de Deus, vivendo a nossa vocação, pela qual fomos criados, ou seja, viemos do Amor, por amor, para vivermos o amor entre os irmãos. Este amor só pode ser vivido e testemunhado pela vivencia do serviço. Sentar no último lugar, neste caso, para Jesus, é se sentar sobre a autoridade que nos foi dada no dia do nosso batismo. A autoridade na Igreja chama-se serviço! O maior é aquele que serve, aquele que se coloca como o servo de todos.
Toda via, só é capaz de servir aquele, aquela que possui a virtude da humildade. Só o humilde serve, vive a autoridade da Igreja. A humildade é a mãe de todas as virtudes. Há uma crise de pessoas humildes no mundo, pois as pessoas não se conhecem; por que não se conhecem? Porque não conhecem a Deus. Cristo é a imagem visível do Pai e que reflete aquilo que devemos ser. Quem conhece a Cristo, passa a se conhecer e, se conhecendo, passa a ter um auto-conhecimento; o auto-conhecimento é o pai da humildade e, somente o humildade é capaz de servir; quem serve, será exaltado, pois viverá a humildade – característica essencial da santidade. Tudo está interligado!
Para dizer que, a parábola nos chama a santidade, que começa no auto-conhecimento como fruto de um conhecer a Deus e que gerará a humildade e, esta, me conduzirá ao serviço: a autoridade na Igreja. Por isso que o maior é aquele que serve; porque vive a autoridade, a santidade. (Comentário disponibilizado no Portal/Blog Homilia Diária)

Batalhão da fé

Vivo recordando Salomão, Davi e Saul.
Foram grandes e nobres reis em Israel.
Eu, apenas Pároco de Marilândia do Sul.
Mas tenho prazer de servir ao Deus Fiel.
Nesta magnífica Terra roxa de céu azul.
Venham todos saborear do “leite e mel”.

Convido todo o Apostolado da Oração.
Para passar um dia de muitos louvores.
Tantas Paróquias aqui em concentração.
O vermelho é forte entre todos a cores.
Todos para adorar o Sagrado Coração.
E glorificar a Senhora Mãe das Dores.

Homens e mulheres vêm de todo o lado.
Reunidos todos, aqui na Terra de Maria.
Mostrando a força do nosso Apostolado.
Viver, conviver e concelebrar em alegria.
Comer do pão depois que foi partilhado.
Celebrar nossa vida na Santa Eucaristia.

Jesus veio reunir as ovelhas dispersas.
Para isso basta sua palavra e seu toque.
Ele é contra todas as doutrinas diversas.
Jesus tem amor e carinho em estoque.
Vamos meditar as Sagradas Promessas.
Confiadas a Margarida Maria Alacoque.

Belo povo de Deus que reza e trabalha.
Gente religiosa que reza de mão posta.
Mão corajosa que o evangelho espalha.
Povo Santo, trabalhando por que gosta.
No diálogo e serviço nunca se atrapalha.
Combatendo, o inimigo não faz aposta.

Aqui está um batalhão defendendo a fé.
Povo que ao Evangelho jurou fidelidade.
Como a Querida Mãe, permanece em pé.
Praticar o amor é caminho de santidade.
Se perdermos a fé sabe o que a gente é?
Monstros terríveis repletos de crueldade. (Comentário disponibilizado no Portal Paróquia Nossa Senhora das Dores)

A escolha do último lugar

A morte de Cristo nos apresenta o Deus “novo”, o Deus cuja sabedoria é imprevisível e impensável, tão distante da sabedoria humana que ninguém poderia encontrá-la. O início da verdadeira sabedoria, diz-nos aquele que perscruta os pensamentos de Deus, é o reconhecimento de que a fonte da verdade não está naquilo que o homem experimenta ou deseja espontaneamente. Deus oferece a glória não aos poderosos mas, aos fracos; cerca de dúvida e de mistério os que presumem além de suas possibilidades. Só Deus conhece o que há de secreto em todos os corações e pode revelar-lhes o mistério de verdade que trazem em si mesmos. Quando o homem começa a reconhecer os limites da própria busca, a incerteza ou a insegurança das próprias conclusões, a falência das suas fadigas, está disposto a receber a sabedoria que Deus quer revelar-lhe (1ª leitura). Jesus é a sabedoria de Deus. Seu ensinamento é novo e revoluciona tudo. Um chefe dos fariseus convida Jesus  e  ele aceita  participar de  um  daqueles  banquetes em que os sábios do tempo se reuniam para conversações brilhantes sobre uma virtude ou uma grande personagem do assado. Mas Jesus não participa nisso, e denuncia a “regra” do arrivismo e do interesse, falando de virtudes desconhecidas: a humildade, que escolhe o último lugar; o amor gratuito, que escolhe os desprezados (evangelho).
A nova dinâmica iniciada por Cristo
Mas Jesus seria um entre os muitos mestres de virtude, se não tivesse vivido até o fim sua palavra, e se sua pessoa, sua palavra, sua vida não fossem a revelação definitiva de Deus. A cruz é sua sabedoria, seu livro, sua palavra reveladora. A morte de Jesus não é o fim de uma tentativa de instaurar um novo reino: L’oseu ato de nascimento; aquele que, impotente, está suspenso no lenho é seu chefe, seu fundador. Pela cruz se inicia um povo novo, cuja unidade está baseada no amor, fruto de uma conversão. Converter-se à sabedoria de Deus é crer na cruz, crer que a verdade do amor tem na morte o seu teste. Quem entra no reino começa uma nova sabedoria. A segurança não está na prudência humana nem na posse das forças do domínio. A prudência humana não põe humanidade a caminho de novas realizações, para o risco de um amor mais universal; a sede de domínio, a competição fazem vítimas, não dão a vida.
No último lugar, para servir
Cristo nos revela que a vitória coincide com a aparente derrota; e a sua força está naquilo que os outros consideram uma fraqueza. Revela-nos que a verdadeira riqueza está na pobreza, a verdadeira liberdade no faze se escravo, a vida se realiza quando a perdemos. Cristo quis revelar que amamos quando, como ele, damos a própria vida pela vida do outro; que estamos na verdade quando julgamos a nós mesmos e a história não na medida do êxito, mas da liberdade adquirida do futuro que o homem realizou e conquistou, do novo que construiu, do amor que se difundiu (evangelho). Esta nova sabedoria, que vem de Deus e da cruz como que congrega em uma só mesa, em uma só nação, com uma só capital; eles não pretendem mais dominar nem servir-se da sabedoria humana para realizar uma comunhão de valores; encontram eles no amor, que se põe a serviço do homem, a esperança, que impulsiona o mundo para novos e mais vastos horizontes (2ª leitura).
Contra uma sociedade em competição
A sociedade se organiza e vive em torno da competição, da luta a todo custo pelos primeiros lugares, do lucro, considerado como o valor último e absoluto: concorrência industrial até a eliminação da forma adversária; arrivismo social feito de cartas de recomendação, corrida em carro novo ou em traje da última moda para poder subir. O jovem de hoje se prepara para inserir-se neste tipo de sociedade através de uma educação familiar,­e universitária muito frequentemente baseada numa educação para competição social, o arrivismo. E grave o perigo de uma escola que a torna lugar de seleção social, massificando os demais, relegando-os categoria de “inferiores” e fazendo subir os “mais bem dotados”. “Uma educação cristã que não se esforça por fazer o homem mais humano, mais capaz de verdadeira relação com o outro, e sim mais autossuficiente, ma: aristocrático, mais separado, termina por torná-lo potencialmente ma:egoísta e explorador”. Para todos, em qualquer plano da hierarquia social que se encontrem escolher o último lugar significa usar o próprio lugar para o serviço dos últimos e não para o domínio sobre eles. (Comentário disponibilizado no Portal Mundo Católico)

(Comentário disponibilizado no Portal A Palavra de Deus na Vida)

O banquete aos pobres é assumir a sua casa

Dentre os quatro evangelistas, Lucas é o único que, por três vezes (Lc 7,36; 11,37; 14,1), menciona refeições de Jesus em casa de fariseus. Esta refeição é ocasião de ensinamentos de Jesus. Neste contexto, Lucas apresenta duas parábolas, cada uma com destinatário próprio. A primeira é dirigida aos convidados em geral, e a segunda é dirigida ao anfitrião. Jesus conta a primeira parábola aos convidados que escolhiam os primeiros lugares. Aquele que ocupou o primeiro lugar teve que cedê-lo a um amigo mais importante do dono da casa. Aquele que ocupou o último lugar foi convidado para um lugar melhor. Em conclusão à sentença-chave: quem se exalta será humilhado e quem se humilha será exaltado. É um tema precioso para Lucas, já presente no Cântico de Nossa Senhora (Lc 1,51-52), e perpassa todo o seu Evangelho. O não se precipitar em ocupar os primeiros lugares em momentos solenes era regra comum de boas maneiras nas várias culturas. Os conselhos de humildade contidos no Livro do Eclesiástico (primeira leitura) resultam da influência da cultura grega. Jesus aplica a sentença final, sobre aquele que se exalta e aquele que se humilha, revelando a prática do Reino: a renúncia à sociedade competitiva pelo status e poder, e a adesão à nova sociedade do Reino, fundada na humildade, na fraternidade e no serviço. A segunda parábola Jesus dirige àquele que o convidara. Comumente os banquetes são oferecidos, pelos poderosos, com objetivos interesseiros: mostrar aos outros prestígio e poder; agradar alguém de quem se espera retribuição; fortalecer os laços que unem o grupo de poder. A estes interesses Jesus opõe o banquete oferecido aos pobres, aleijados, coxos e cegos, sem espera de retribuição por parte deles. O banquete aos pobres é o assumir a sua causa, promover a sua libertação e a restauração de sua dignidade. É a partilha do banquete eucarístico, em comunhão com Jesus. (Comentário disponibilizado no Portal NPD Brasil)

Humildade

«Filho, em todas as tuas obras, procede com humildade e serás mais estimado que o homem generoso”! Diz-nos a sabedoria de Ben-Sirá!EJesus, no Evangelho, conclui a parábola, com a louca sabedoria da cruz: “Aquele que se exalta será humilhado, e quem se humilha será exaltado”.
1. Trata-se de um perspectiva, mais do que provocatória, para a cultura e sensibilidade, do nosso tempo! Diante de nós, e todos os dias, por meio da publicidade e do marketing, são-nos impostos e expostos modelos de vida, caracterizados pela arrogância e pela violência, pela prepotência e pelo sucesso, custe o que custar, pelo aparecer e pelo ter, em detrimento do ser! O homem «humilde», pelo contrário, é visto hoje como um renegado, um derrotado, alguém que nada tem a dizer a este mundo! A humildade não é hoje, de facto, uma virtude «em alta». Numa época de exaltação do sujeito, da valorização excessiva da imagem, da categoria ou da carreira, da corrida aos lugares, o facto de alguém referir e preferir a «humildade», no apagamento sereno e generoso de si mesmo, em favor do próximo, aparece-nos hoje como algo de irrealista e humilhante!
2. E no entanto, a humildade é a via-mestra! Não apenas, porque é uma grande virtude humana, mas sobretudo porque ela representa o modo de ser e de agir do próprio Deus. A humildade foi o caminho escolhido por Deus, que se fez carne, que se fez um de nós, que se fez pequenino. É o caminho escolhido por Cristo, o Mediador da Nova Aliança que, “identificado como homem, se humilhou a si mesmo, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fl 2, 7-8). De resto, o seu modo surpreendente de agir confirma o seu modo humilde de ser: ele aproxima-se daqueles que a sociedade rejeita; prefere os pecadores e os pobres, exalta os humildes, chama os últimos e põe-se sempre do lado do mais fraco.
3. Queridos irmãos e irmãs: estamos quase em Setembro, e com ele, terá início mais um novo ano pastoral. O lema do próximo mês, no âmbito da missão 2010, é precisamente este: «entra, tens aqui um lugar». “Humildade” não é «recusar o lugar oferecido» para não estar em «lugar nenhum», com a desculpa, falsamente humilde, de quem não se acha capaz de fazer nada, e muito menos, de graça, pelos outros, na comunidade. «Humildade» é responder com coragem e corresponder com generosidade ao que nos é pedido, seja o que for, nem que seja apanhar os papéis do chão, ou levar alguém a sentar-se no lugar, que mais convém à assembleia. A motivação fundamental que nos une não é o sucesso, mas o bem, um bem que será tanto mais autêntico, quanto mais for escondido e compartilhado.
4. Procuremos, então, e desde já, interrogar-nos sobre «o lugar», para onde Deus nos chamará. E, na humildade do nosso nada, dêmos tudo o temos e somos, mas sobretudo demo-nos a nós mesmos.Sem medos que tolhem os braços, nem reservas, que estreitam a mente. Confiemo-nos, com coragem e humildade, ao Senhor, porque só deste modo poderemos tornar-nos, como Maria, instrumentos dóceis nas suas mãos, permitindo-lhe fazer em nós grandes coisas!
5. Maria, a «humilde serva», para quem Deus olhou de modo único, nos ensine a fazer da «humildade» do nosso «sim» o meio mais simples de encontrarmos e ocuparmos na Igreja e no mundo o nosso justo lugar! (Comentário disponibilizado no Portal ABC da Catequese)

Seguir Cristo, servo no último lugar

[Cristo:] Vede [a Minha] devoção para com os homens, e reflecti sobre qual deve ser a vossa. Vede esta humildade para bem do homem, e aprendei a baixar-se para fazer o bem […], a fazer-vos pequenos para ganhar os outros, a não temer descer, perder os vossos direitos quando se trata de fazer o bem, a não crer que, descendo, ficareis impossibilitados de fazer o bem. Pelo contrário, abaixando-vos, imitais-Me; abaixando-vos, empregais, por amor aos homens, o meio que Eu próprio utilizei; abaixando-vos, andais no Meu caminho, e consequentemente na verdade; e permanecer nele é o melhor lugar para se ter vida, e para a dar aos outros. […] Pela Minha Incarnação coloquei-Me ao nível das criaturas, dos pecadores; […] pelo Meu baptismo: abaixamento, humildade. […] Abaixai-vos sempre, humilhai-vos sempre.
Aqueles que são os primeiros ocupam sempre, pela humildade e pela disposição de espírito, o último lugar, num sentimento de abaixamento e de serviço. Amor pelos homens, humildade, último lugar, no último lugar enquanto a vontade divina não vos chamar para outro, porque então é necessário obedecer. Antes de tudo, a obediência, a conformidade com a vontade de Deus. Primeiramente, estai no último lugar pelo espírito, pela humildade; ocupai-o com espírito de serviço, considerando que estais apenas para servir os outros e conduzi-los à salvação. (Texto disponibilizado no Portal Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

Dicionário Bíblico

ABISSÍNIA (ETIÓPIA)

País ao sul do Egito, designado pela Bíblia como Terra de Cushe, ou Cuxe. A atual Etiópia, ao norte da África, fica a dezenas de quilômetros de distância da Abissínia. Ver em 2 Reis 19,9; Isaías 18,1; 37,9; 43,3; Atos 8,27. O nome decorre do filho de Cão, irmão de Mitzraim, que teria, formado o Egito. Teve um papel importante relacionado à história do Egito, porque ficou sob sua dominação até mais ou menos o ano 1000 a.C., tornando-se, depois, um reino independente, estendendo cada vez mais seu domínio em direção ao norte. finalmente, já por volta do século VIII a.C. conquistou e estabeleceu a 25ª Dinastia do Egito. Nessa época, confraternizou-se com a tribo de Judá ajudando-a contra o rei Senaqueribe. O Profeta Isaías profetizou sobre o seu fim, havendo, posteriormente, a confirmação da profecia, quando foi tomada por Ciro. Para os antigos, este país também era conhecido como Núbia e Sabá, sua capital identificada como Meroé. Outra informação importante é que os imperadores deste país afirmam ser descendentes de Menelik, que foi filho de Salomão com a rainha de Sabá, e por esse motivo adotaram a denominação “Leão de Judá”.

Quem é Quem?

ABEL (Hebraico: HEVEL, que quer dizer: SOPRO ou VAPOR)

O nome do segundo filho de Adão e Eva evoca sua vida curta. Ao contrário do pai e dor irmão mais velho, Caim, que eram agricultores, Abel tornou-se “pastor de ovelhas” (Gn 4,2). Às vezes, os irmãos faziam oferendas a Deus. A oferenda de Caim eram frutos que colhia, e a oferta de Abel eram partes gordas de seus cordeiros primogênitos, que posteriormente viriam a ser consideradas a melhor espécie de sacrifício. De algum modo ficou claro para os irmãos que Deus aceitara a oferta de Abel, mas não a de Caim. Caim ficou possesso e, atraindo seu irmão para o campo, atacou-o e o matou. Assim, Abel, o primeiro a oferecer um sacrifício animal, tornou-se também a primeira vítima da violência numa controvérsia religiosa. (FIM)

Catequese

João 1,46 – quem foi que disse: “De Nazaré pode sair alguma coisa boa”?

a) Pedro
b) André
c) Natanael
d) Filipe

COMEMORAÇÕES

Aniversários
– …
Dia Comemorativo
– …
Santos do Dia
Martírio de São João Batista

Com satisfação lembramos a santidade de São João Batista que, pela sua vida e missão, foi consagrado por Jesus como o último e maior dos profetas: “Em verdade eu vos digo, dentre os que nasceram de mulher, não surgiu ninguém maior que João, o Batista…De fato , todos os profetas, bem como a lei, profetizaram até João. Se quiserdes compreender-me, ele é o Elias que deve voltar.” (Mt 11,11-14) Filho de Zacarias e Isabel, João era primo de Jesus Cristo, a quem “precedeu” como um mensageiro de vida austera, segundo as regras dos nazarenos. São João Batista, de altas virtudes e rigorosas penitências, anunciou o advento do Cristo e ao denunciar os vícios e injustiças deixou Deus conduzí-lo ao cumprimento da profecia do Anjo a seu respeito: “Pois ele será grande perante o Senhor; não beberá nem vinho, nem bebida fermentada, e será repleto do Espírito Santo desde o seio de sua mãe. Ele reconduzirá muitos dos filhos de Israel ao Senhor seu Deus: e ele mesmo caminhará à sua frente…” ( Lc 1, 15) São João Batista desejava que todos estivessem prontos para acolher o Mais Forte por isso, impelido pela missão profética, denunciou o pecado do governador da Galileia: Herodes, que escandalosamente tinha raptado Herodíades – sua cunhada – e com ela vivia como esposo. Preso por Herodes Antipas em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto, aconteceu que a filha de Herodíades (Salomé) encantou o rei e recebeu o direito de pedir o que desejasse, sendo assim, proporcionou o martírio do santo, pois realizou a vontade de sua vingativa mãe: “Quero que me dês imediatamente num prato, a cabeça de João, o Batista” (Mc 6,25) Desta forma, através do martírio, o Santo Precursor deu sua vida e recebeu em recompensa a Vida Eterna reservada àqueles que vivem com amor e fidelidade os mandamentos de Deus. (Texto disponibilizado no Portal Canção Nova)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

Pela cura do câncer

– PEDIDO POR MARCELO E CORINA POR TODOS OS DOENTES

Pela graça de um abençoado parto

– ARTHUR 25/08/10 (FILHO DE CLÁUDIA/JULIANO)

Pela graça de uma abençoada gravidez

– FERNANDA/DANIEL

Pela proteção das Famílias

– CARLOS/VANDIR     – DELMO     – FLÁVIO/ANA PAULA     – GIOVANE/RAFAELLA     – HINALDO/PATRÍCIA     – JAIRO FELIPE     – JOSÉ SILVESTRE/EDINAMAR
– PAOLA     – SELMO/SIMONE

Pela realização de cirurgia

– WALDIR

Pela recuperação da saúde

– ADEMAR M T     – ANA LÚCIA G DOS S     – ANTÔNIA G V     – EVA ZENITA B F     – HELEN C DE M S     – JOSÉ EUSTÁQUIO D S     – MÁRCIA DO EUGÊNIO
– NILZA G T     PADRE DELMO G S     – SELMO     – SÍLVIA GALANTE SANTOS     – TEREZA MARIA DE MELO     – VITÓRIA X N     – WALDIR

Pela viagem de negócios

– HINALDO D L

Pelo profissional abençoado da área da Saúde

– DR ALESSANDRO     – DR PAULO LEITE     – DR MARCELO

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