LD-15/11/10 (2ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

15/Nov/2010 (2ª Feira) – XXXIII Semana do Tempo Comum
(verde – ofício do dia)
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A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

Em Jesus Cristo, Deus se revelou e, com seu plano de salvação para a humanidade, trouxe a vida em plenitude para todos. animados pela presença de Cristo entre nós, sejamos na sociedade condutores da caridade fraterna.

Cantemos a Antífona da entrada: Meus pensamentos são de paz e não de aflição, diz o Senhor. Vós me invocareis, e hei de escutar-vos, e vos trarei de vosso cativeiro, de onde estiverdes (Jr 29,11s.14).

LEITURAS

Somos felizes, pois podemos escutar a palavra de Deus! ela nos leva à conversão e nos favorece com o auxílio de Jesus, que pergunta a cada um: “O que queres que eu faça por ti?”.

Vamos ler o livro do Apocalipse 1,4-1; 2,1-5
Converte-te, e volta á tua prática inicial

1,1Revelação que Deus confiou a Jesus Cristo, para que mostre aos seus servos as coisas que devem acontecer em breve. Jesus as deu a conhecer, através do seu anjo, ao seu servo João. 2Este dá testemunho de que tudo quanto viu é palavra de Deus e testemunho de Jesus Cristo. 3Feliz aquele que lê e aqueles que escutam as palavras desta profecia e também praticam o que nela está escrito. Pois o momento está chegando. 4João às sete Igrejas que estão na região da Ásia: A vós, graça e paz, da parte daquele que é, que era e que vem; da parte dos sete espíritos que estão diante do trono de Deus. 2,1Ouvi o Senhor que me dizia: Escreve ao anjo da Igreja que está em Éfeso: Assim fala aquele que tem na mão direita as sete estrelas, aquele que está andando no meio dos sete candelabros de ouro: 2Conheço a tua conduta, o teu esforço e a tua perseverança. Sei que não suportas os maus. Puseste à prova alguns que se diziam apóstolos e descobriste que não eram apóstolos, mas mentirosos. 3És perseverante. Sofreste por causa do meu nome e não desanimaste. 4Todavia, há uma coisa que eu reprovo: abandonaste o teu primeiro amor. 5aLembra-te de onde caíste! Converte-te e volta à tua prática inicial. Se, pelo contrário, não te converteres, virei depressa e arrancarei o teu candelabro do seu lugar.

Vamos cantar o Salmo 1
Ao vencedor concederei comer da árvore da vida!

— Ao vencedor concederei comer da Árvore da Vida.
— Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
— Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
— Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispersada pelo vento. Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.

Vamos ler . . .
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 18,35-43
Um “itinerário” de luz / O cego de Jericó

35Quando Jesus se aproximava de Jericó, um cego estava sentado à beira do caminho, pedindo esmolas. 36Ouvindo a multidão passar, ele perguntou o que estava acontecendo. 37Disseram-lhe que Jesus Nazareno estava passando por ali. 38Então o cego gritou: “Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!” 39As pessoas que iam na frente mandavam que ele ficasse calado. Mas ele gritava mais ainda: “Filho de Davi, tem piedade de mim!”
40Jesus parou e mandou que levassem o cego até ele. Quando o cego chegou perto, Jesus perguntou: 41“Que queres que eu faça por ti?” O cego respondeu: “Senhor, eu quero enxergar de novo”. 42Jesus disse: “Enxerga, pois, de novo. A tua fé te salvou”. 43No mesmo instante, o cego começou a ver de novo e seguia Jesus, glorificando a Deus. Vendo isso, todo o povo deu louvores a Deus.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Identifico-me com o cego de Jericó? Sou capaz de encontrar Jesus no meio da multidão do mundo de hoje? Vivo o itinerário de luz do homem curado por Jesus?Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: “O discípulo sabe que sem Cristo não há luz, não há esperança, não há amor, não há futuro” (DAp 146). (Paulinas Online)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE que a Palavra me diz? Leio atentamente o texto: Lc 18,35-43. A cura do cego de Jericó é carregada de simbolismo. No meio da multidão, mesmo cego, ele descobre Jesus. Depois, reconhece, com seu grito, o Messias. Isto contrasta com a cegueira dos discípulos que não conseguem dizer o mesmo. A cura que Jesus realiza devolvendo-lhe a visão é bastante significativa. Expressiva também é a confissão do cego, em três momentos. Primeiro reconhece o Messias. Depois chama Jesus de “Senhor”. No terceiro momento, dá glória a Deus e segue Jesus. Estes três passos são um “itinerário de luz” para quem se converte. Ainda podemos pensar que para seguir Jesus é precisa estar com os olhos abertos, em constante discernimento. Depois, ter disposição para seguir Jesus e não outro caminho. (Paulinas Online)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, infunde em mim uma fé profunda como a do pobre cego, cujo desejo de ser curado por Jesus levou-o a se abrir para a verdadeira visão que leva à salvação. (Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo. (Paulinas Online)

REFLEXÕES

A missão de Jesus
A “cegueira” é a expressão típica da falta de entendimento da missão de Jesus. Os próprios discípulos carecem deste entendimento. Por cinco vezes Jesus chama os escribas e os fariseus de cegos (Mt 23,16-26). A missão de Jesus (Lc 4,18-21) é a de recuperar a vista aos cegos e restituir a liberdade aos oprimidos, isto é, fazer com que todos compreendam e adiram ao projeto libertador e vivificante de Deus. Este cego, por duas vezes, aclama Jesus
como “Filho de Davi”, com sua compreensão equivocada de um messianismo triunfalista. Na entrada de Jerusalém o povo também aclamará Jesus como Filho de Davi, porém depois pedirá sua crucifixão. A restituição da visão, a compreensão da verdadeira missão de Jesus, na fé, é que permite que se siga Jesus pelo caminho. A dificuldade que os discípulos que conviveram com Jesus tiveram em compreendê-lo, equivocando-se com frequência, vai refletir na própria incompreensão ao longo dos séculos que se seguiram. (Paulinas Online)

Senhor, que eu veja!
Ao fazer a leitura do profeta Isaías, na sinagoga de Nazaré, Jesus identificou-se com o Messias, ungido pelo Espírito do Senhor, para “anunciar aos cegos a recuperação da vista”. De certo modo, todo o seu ministério consistiu em ajudar a humanidade a superar a cegueira de que era vítima. Cegueira do egoísmo, que impede de reconhecer o semelhante como quem merece afeição. Cegueira da idolatria, que leva o ser humano a trocar Deus pela criatura e deixar-se tiranizar por ela. Cegueira do pecado, com suas mais diversas manifestações, cujo resultado é a desumanização da pessoa, reduzindo-a à mais terrível escravidão. A súplica do cego de Jericó pode ser a de todo discípulo: “Senhor, que eu veja!” Sim, o discipulado exige a libertação de todo tipo de cegueira. Isto só pode ser obra de Jesus. É ele quem possibilita ao discípulo ter visão e discernimento para fazer as escolhas certas e optar pelos caminhos mais condizentes com as exigências do Reino. Contudo, o motor de tudo isto é a fé. No caso do cego de Jericó, foi a fé que o moveu a implorar misericórdia junto a Jesus. E, também, pela fé o discípulo é levado a buscar libertação junto a ele. Quanto mais profunda ela for, tanto mais apurada será a visão do discípulo, ou seja, maior será sua capacidade de “ver” o que Deus deseja dele. (Dom Total)

Jesus, filho de Davi
A palavra de Deus, no evangelho de hoje, nos apresenta o episódio da cura de um cego que estava pedindo esmolas. Mateus diz que este cego tem o nome de Bartimeu. Entendamos todo o processo e o projeto de Deus para a cura de cada um de nós.
Em primeiro lugar, se queremos ser curados pelo Senhor, precisamos tomar umas decisões fundamentais para que sejamos curados, pois a cura e a libertação estão dentro do grande projeto de Deus para a nossa vida.
É preciso, se queremos ser curados, que venhamos a clamar pela cura em comunidade; enquanto o cego estava preocupado consigo, num profundo silêncio, nada adquiriu, pois o Senhor escuta a oração da comunidade e não a oração egoísta, individualizada. Quando ele resolveu gritar em oração, a graça aconteceu.
Ele resolveu buscar o Deus da cura e não somente a cura de Deus – fato este que comprova a cura, ou seja, só é curado quem busca o Deus da cura. Ele se apresenta para Jesus, Jesus inicia o processo de cura e o convida a arrancar aquela capa, aquela vida velha. Ele arranca a capa  e passa a temunhar a graça da cura; muito mais que falar acerca do que Deus fez, com a vida, testemunhar as maravilhas de Deus.
Aqui está o grande motivo pelo qual não somos curados; queremos, muitas vezes, ser curados para continuarmos a levar a nossa vidinha de forma egoísta, insignificante, sem compromisso, sem comunhão com aquele que é o senhor da cura.
Queremos ser curados? Então busquemos o Deus da cura e não a cura de Deus; nos unamos em comunidade para o clamor; decidamos, sendo curados, a gastar a vida no seguimento e no serviço ao Reino de Deus. (Homilia Diária)

Linguiça nas brasas
A Palavra de Deus escrita na Bíblia é a Palavra Inspirada. Os livros bíblicos são chamados de Canônicos. Mas existem outros escritos que são chamados de Apócrifos. Os Evangelhos Canônicos são quatro (Mateus, Marcos, Lucas e João). Mas existem os Evangelhos Apócrifos. Foram escritos por outros discípulos ou discípulas de Jesus ou atribuídos a alguém bem conhecido. Existe o Evangelho segundo Pedro, segundo Paulo, segundo Tomé, segundo Madalena… Nestes Evangelhos Apócrifos encontramos muitas histórias fantásticas que são contadas de boca a boca. Uma dessas histórias diz que Jesus ia com seus Discípulos pelos caminhos numa manhã muito fria. Lá pelas tantas, encontraram, na margem do caminho, um ranchinho bem pobre e um casal de velhos se aquecendo em volta de uma brasa. Jesus se aproximou e teve pena daquela gente. Então Jesus falou: Podem fazer-me 3 pedidos que atenderei imediatamente. Podem pedir o que quiser. Aquela senhora idosa nem pensou muito e, como estava com muita fome, disse rapidinho: “Queria umas lingüiças assando em cima dessas brasas”. Imediatamente o pedido foi atendido. O marido dela ficou nervoso porque sua mulher tinha desperdiçado um pedido com coisa tão banal. Então disse furioso: “Quero que essas lingüiças se transformem e virem serpentes enroladas no pescoço dessa véia atrevida”. Imediatamente o pedido foi atendido. O velho sem pensar acabou estragando o segundo pedido. Quando aquele homem viu sua mulher sendo sufocada com aquela cobra no pescoço, gritou: “Senhor, liberte minha mulher desse bicho perigoso.” Imediatamente o pedido dele foi atendido. Aquele casal tinha possibilidade de arrumar a vida para sempre. Mas por falta de humildade e por falta de pensar melhor, por agir precipitado, jogou fora as oportunidades. Na cidade de Jericó, um cego gritou, pediu, insistiu e Jesus perguntou o ele queria. Ele foi sincero. Poderia ter pedido riqueza, vida boa e longa, poderia ter pedido muitas outras coisas. Mas ele foi humilde e pediu aquilo que precisava. Ele disse: “Eu quero enxergar”. Que fantástico! Jesus o atendeu (Lc 18,35-43). Agora aquele homem podia trabalhar e arrumar sua vida. Precisamos aprender a fazer nossos pedidos corretamente. Jesus prometeu nos atender sempre. Mas não vai colaborar com nossa preguiça, comodismo e omissão. Na verdade nós rezamos pouco e rezamos mal. Não sabemos o que pedir. Pedimos, muitas vezes, aquilo que não é necessário e, outras vezes, até aquilo que é nocivo para a nossa felicidade temporal e eterna. O que você normalmente pede em suas orações? Pede por você ou pelas pessoas? Pede para o bem de todos? Ou só pensa na sua felicidade? Vamos melhorar nossas orações? Vamos rezar mais e melhor? (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

O cego de Jericó
O homem cego, sentado à beira do caminho para Jericó, padecia de cegueira física, não, porém, de cegueira espiritual. Seu interesse em saber quem estava passando era mais que simples curiosidade. Deu mostras de intuir estar passando exatamente a pessoa com quem queria se encontrar: Jesus de Nazaré.
Por isso, quando lhe deram a noticia desejada, pôs-se a gritar freneticamente, sem se importar com quem o intimava a se calar. Quanto mais se esforçavam para reduzi-lo ao silêncio, tanto mais alto gritava. Afinal, não podia deixar escapar a chance, há tanto tempo esperada.
Mais uma vez, Jesus mostrou-se solidário com os pobres e os marginalizados dos quais o cego era um bom exemplo. Os gritos lancinantes chegaram não só aos seus ouvidos, mas principalmente ao seu coração. E se fez todo ouvido aos apelos do homem desejoso de cura.
O desejo do cego – ver – recebeu dupla resposta. Por um lado, o homem viu-se curado da deficiência física, tendo recuperado a visão. Por outro, abriram-se-lhe também os olhos da fé. Daí a constatação de Jesus: “A tua fé te salvou!” E como manifestação disto, o ex-cego tornou-se seguidor de Jesus, louvando a Deus pelas maravilhas operadas em seu favor. Levou, igualmente, a multidão a dar glória a Deus.

Para Sua Reflexão:
Dois episódios em Jericó respondem de algum modo ao que vai sendo narrado. O cego que reconhece o Messias contrasta com a cegueira mental dos doze. O rico que se converte revela o que é possível para Deus. O cego, sem ver, já conhece o Filho de Davi; Zaqueu procura ver e chega a conhecer o Senhor. Sé é importante e significativa a cura que Jesus efetua (Is 35, 5-6), não o é menos no relato a confissão do cego em três tempos. Primeiro reconhece-o como Messias sucessor de Davi (Jr 33, 15; Ez 34, 23024; 37,24), depois chama-o de Senhor, finalmente dá glória a Deus e segue Jesus. É um itinerário para todos o que se convertem: podemos recordar que o batismo se chamou “iluminação”; estes a fé salva. (Mundo Católico)

Fazer o bem
Jesus passou toda a sua vida fazendo o bem para manifestar o amor de Deus para conosco. Quando Jesus realiza curas, quer mostrar que o amor de Deus pelos homens faz com que as pessoas não fiquem à margem do caminho pedindo esmolas, mas com que cada um tenha condições de seguir o seu próprio caminho. É por isso que ele tem compaixão do cego e o cura. Após o processo de libertação, todos são convidados a seguir o próprio caminho, sendo que alguns, como é o exemplo do cego do Evangelho de hoje, resolvem seguir o caminho de Jesus. Quando Jesus cura, não tira a liberdade da pessoa. Aqueles que depois de curados resolvem seguí-lo, o fazem de livre e espontânea vontade, mas tornam-se um motivo para que todos glorifiquem a Deus. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
. (ABC da Catequese)

Os que iam à frente, repreendiam-no, para que se calasse. Mas ele gritava cada vez mais
Ouvindo aquele grande vozear das pessoas, o cego perguntou: o que é isto? Responderam-lhe: é Jesus de Nazaré. Então inflamou-se-lhe tanto a alma na fé em Cristo, que gritou: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim.» Não te dá vontade de gritar, a ti que também estás parado na berma do caminho, desse caminho da vida que é tão curta; a ti, a quem faltam luzes; a ti, que necessitas de mais graça para te decidires a procurar a santidade? Não sentes urgência em clamar: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim»? Que bela jaculatória para repetires com frequência!
Aconselho-vos a meditar com vagar sobre as circunstâncias que precedem o prodígio, a fim de que conserveis bem gravada na vossa mente uma ideia muito nítida: como os nossos pobres corações são diferentes do Coração misericordioso de Jesus! Isto ser-vos-á sempre muito útil, de modo especial na hora da prova, da tentação, e também na hora da resposta generosa nos pequenos afazeres do dia-a-dia ou nas ocasiões heróicas.
Muitos repreendiam-no para o fazer calar. Tal como a ti, quando suspeitaste de que Jesus passava a teu lado. Acelerou-se o bater do teu coração e começaste também a clamar, movido por uma íntima inquietação. E amigos, costumes, comodidade, ambiente, todos te aconselharam: cala-te, não grites! Porque é que hás-de chamar por Jesus? Não o incomodes!
Mas o pobre Bartimeu não os ouvia e continuava ainda com mais força: «Filho de David, tem piedade de mim». O Senhor, que o ouviu desde o começo, deixou-o perseverar na sua oração. Contigo, procede da mesma maneira. Jesus apercebe-Se do primeiro apelo da nossa alma, mas espera. Quer que nos convençamos de que precisamos Dele; quer que Lhe roguemos, que sejamos teimosos, como aquele cego que estava à beira do caminho, à saída de Jericó. Imitemo-lo. Ainda que Deus não nos conceda imediatamente o que Lhe pedimos e, apesar de muitos procurarem afastar-nos da oração, não cessemos de Lhe implorar.. (Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

DICIONÁRIO BÍBLICO
(Explicações rápidas sobre certo assunto, lugar, objetos e ou pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ALOM- BACUTE (PRANTO)
Expressão hebraica que pode ser traduzida como Carvalho das Lágrimas ou Carvalho dos Prantos. Veja em: Gênesis 35,8. Região de Betel na qual havia um carvalho exatamente sob o qual foi sepultada a ama de Rebeca, Débora.

QUEM É QUEM?
(Explicações mais detalhas e completas sobre as pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ABSALÃO (Hebraico: AVSHALOM, que quer dizer: PAI É PAZ)
Ao liderar a rebelião contra seu pai, o rei Davi, Absalão parece ter vivido para contradizer o sentido do seu nome. Terceiro filho do rei, nasceu durante o primeiro reinado de Davi sobre Judá em Hebron. sua mãe era Maaca, filha do rei de Gessur, uma nação ao nordeste do mar da Galiléia. O segundo fdilho de Davi, Queleab, evidentemente morreu jovem, deixando o belo e ambicioso Absalão como o segundo na linha de sucessão depois de seu meio-irmão Amnon.
As tensões inevitáveis entre esses dois filhos reais de mães diferentes redundaram num ódio mortal quando Absalão ainda era jovem. Amnon seduziu Tamar, irmã plena de Absalão, levou-a para a sua casa e violou a moça. Arrasada, Tamar foi a Absalão em busca de proteção, enquanto o pai dela, Davi – embora com raiva -, não fez nada para punir Amnon por sua transgressão. Absalão encheu-se de aversão por Amnon, mas esperou pacientemente dois anos antes de realizar sua vingança. Ele convidou AMnon e os outros filhos de Davi para um festival de tosquia de ovelhas e, quando Amnon estava “alegre por causa do vinho” (2Sm 13,28), assassinou-o.
Temendo vingança de sangue, Absalão fugiu para o norte, para a corte de seu avô em Gessur. Lá ele ficou três anos, antes que Joab, comandante do exército, fosse capaz de convencer Davi a permitir que o refugiado tivesse retorno garantido. No entanto passaram-se mais dois anos atér que Davi se mostrasse disposto a encontrar-se com seu filho; nessa época, o ressentimento de Absalão se agravara, e ele estava decidido a depor seu pai. Absalão usou sua personalidade atraente e boa aparência notável numa campanha metódica para conseguir adeptos leais a si e estimular ressentimento contra Davi; nesse processo, como declara o texto bíblico, “Absalão ia seduzindo o coração dos homens de Israel” (2Sm 15,6). (CONTINUA)

CATEQUESE
(Perguntas para se pesquisar na Sagrada Escritura)

Ester 9,24-25 – Qual foi o castigo de Hamã?
a) Foi espancado
b) Foi preso
c) Foi apedrejado
d) Foi enforcado

COMEMORAÇÕES

ANIVERSÁRIOS (Natalícios, Matrimoniais, …)
– Natalício de Bruno Gomes
– Natalício de Jhonson
– Natalício de Lucas B. Leonardo da Silva
– Natalício de Luiz Henrique Tormin Cardoso
– Natalício de Frei Filomeno Poppiti (Diocese de Uberlândia)
– Ordenação de Padre Sérgio de Siqueira (Diocese de Uberlândia)

DIAS COMEMORATIVOS (Nacionais e Internacionais)
Proclamação da República 

SANTO DO DIA
– Santo alberto Magno (Canção NovaEvangelho Quotidiano)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

PELA CURA DO CÂNCER
– Pedido por Marcelo e Corina por todos acometidos por esta doença

PELA GRAÇA DE UM PARTO ABENÇOADO
– Maria Vitória (Fernanda e Daniel)

PELA PROTEÇÃO DAS FAMÍLIAS
– Carlos e Vandir
– Celso
– Delmo Gonçalves da Silva
– Flávio e Ana Paula
– Hinaldo e Patrícia
– Jairo Felipe
– José Eustáquio e Lúcia
– José Silvestre e Edinamar
– Messias e Helen
– Paola
– Selmo e Simone
– Wilson e Marilda

PELA REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DE SAÚDE
– Tia Lúcia dos Santos (Uberlândia)
– Waldir da Marlene (Em casa)

PELA RECUPERAÇÃO DA SAÚDE
– Ademar Marques Trindade
– Antônia Gomes Vieira
– Carlos Alberto Nunes
– Delmo Gonçalves da Silva
– Dar Paulo Leite
– Helen Cristina de Melo Silva
– José Eustáquio dos Santos
– Juvenal Leonel Filho
– Maria Alves
– Nilza Gomes Terra
– Pai de Aparecida Damião
– Pai de Maria Marlene
– Selmo
– Silvana Gomes Nunes
– Sílvia Galante Santos
– Tereza Maria de Melo
– Vitória Xavier Nascimento

PELA VIAGEM DE NEGÓCIOS
– Hinaldo

PELO PROFISSIONAL ABENÇOADO DA ÁREA DE SAÚDE
– Dr. Paulo Leite

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