LD-17/11/10 (4ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

17/Nov/2010 (4ª Feira) – XXXII Semana do Tempo Comum
(branco, prefácio comum ou dos santos – ofício da memória)
Santa Isabel da Hungria, esposa e religiosa

A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

Isabel da Hungria (1207-1231), esposa de Luís IV, empenhou-se na caridade para com os pobres e doentes. Após a morte do marido, consagrou-se inteiramente à penitência e à oração na Ordem Terceira Franciscana. Fundou o hospital de Marburgo, onde se dedicou aos enfermos.

Cantemos a Antífona da entrada: Vinde, benditos de meu Pai, diz o Senhor: eu estava doente e me visitastes. Em verdade vos digo, tudo o que fizestes ao menor dos meus irmãos, foi a mim que o fizestes (Mt 25,34.36.40).

LEITURAS

Não podemos apenas cuidar de defender e conservar os dons recebidos; precisamos fazê-los frutificar para construir uma sociedade melhor.

Vamos ler o livro do Apocalipse 4,1-11
Aquele que é, que era e que vem

Eu João, 1vi uma porta aberta no céu, e a voz que antes eu tinha ouvido falar-me como trombeta, disse: “Sobe até aqui, para que eu te mostre as coisas que devem acontecer depois destas”. 2Imediatamente, o Espírito tomou conta de mim. Havia no céu um trono e, no trono, alguém sentado. 3Aquele que estava sentado parecia uma pedra de jaspe e cornalina; um arco-íris envolvia o trono com reflexos de esmeralda. 4Ao redor do trono havia outros vinte e quatro tronos; neles estavam sentados vinte e quatro anciãos, todos eles vestidos de branco e com coroas de ouro nas cabeças. 5Do trono saíam relâmpagos, vozes e trovões. Diante do trono estavam acesas sete lâmpadas de fogo, que são os sete espíritos de Deus. 6Na frente do trono, havia como que um mar de vidro cristalino. No meio, em redor do trono, estavam quatro Seres vivos, cheios de olhos pela frente e por detrás. 7O primeiro Ser vivo parecia um leão; o segundo parecia um touro; o terceiro tinha rosto de homem; o quarto parecia uma águia em pleno vôo. 8Cada um dos quatro Seres vivos tinha seis asas, cobertas de olhos ao redor e por dentro. Dia e noite, sem parar, eles proclamavam: “Santo! Santo! Santo! Senhor Deus Todo-Poderoso! Aquele que é, que era e que vem!” 9Os Seres vivos davam glória, honra e ação de graças ao que estava no trono e que vive para sempre. 10E cada vez que os Seres vivos faziam isto, os vinte e quatro anciãos se prostravam diante daquele que estava sentado no trono, para adorar o que vive para sempre. Colocavam suas coroas diante do trono de Deus e diziam: 11“Senhor, nosso Deus, tu és digno de receber a glória, a honra e o poder, porque tu criaste todas as coisas. Pela tua vontade é que elas existem e foram criadas”.

Vamos cantar o Salmo 150
Santo, santo, santo, Senhor Deus onipotente!

— Santo, Santo, Santo, Senhor Deus onipotente!
— Louvai o Senhor Deus no santuário, louvai-o no alto céu de seu poder! Louvai-o por seus feitos grandiosos, louvai-o em sua grandeza majestosa!
— Louvai-o com o toque da trombeta, louvai-o com a harpa e com a cítara! Louvai-o com a dança e o tambor, louvai-o com as cordas e as flautas!
— Louvai-o com os címbalos sonoros, louvai-o com os címbalos de júbilo! Louve a Deus tudo o que vive e que respira, tudo cante os louvores do Senhor!

Vamos ler . . .
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 19,11-28
As dez moedas de ouro / Parábola dos empregados

Naquele tempo, 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse: “Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’. 14Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’. 18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? O bem-aventurado Alberione dizia: “A família paulina tem grande abertura para o mundo. Todas as questões e fatos são julgados à luz do Evangelho”. (AD 65). Os bispos, na Conferência de Aparecida, lembraram: “A Igreja tem como missão própria e específica comunicar a vida de Jesus Cristo a todas as pessoas, anunciando a Palavra, administrando os sacramentos e praticando a caridade. É oportuno recordar que o amor se mostra nas obras mais do que nas palavras, e isto vale também para nossas palavras nesta V Conferência. Nem todo o que diz Senhor, Senhor… (cf. Mt 7,21). Os discípulos missionários de Jesus Cristo tem a tarefa prioritária de dar testemunho do amor de Deus e ao próximo com obras concretas. Dizia São Alberto Hurtado: “Em nossas obras, nosso povo sabe que compreendemos sua dor” (DAp 386). E eu me interrogo: Como aplico meus talentos? (Paulinas Online)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE que a Palavra me diz? Esta parábola contada por Jesus é conhecida como a parábola dos talentos. É a história de um patrão que ao viajar “chamou dez dos seus empregados, deu a cada um uma moeda de ouro” com uma incumbência: fazer render o dinheiro até a sua volta. Quando o patrão voltou, pediu contas aos seus empregados. O primeiro fez a moeda de ouro render dez. Por isso ganhou como prêmio governar dez cidades. O segundo empregado ganhou cinco moedas. Por isso lhe foram confiadas cinco cidades. Um outro empregado embrulhou num lenço a moeda e a escondeu, dizendo que fizera isto por medo do patrão que era um homem duro, exigente. Este não só foi repreendido, mas a sua moeda foi dada ao que tinha dez. Este empregado acomodado quis justificar sua incompetência no patrão que descreve como “duro” e condenou-se a si próprio. Não só não fez frutificar o seu talento, mas estragou o lenço e a oportunidade que tinha de ser promovido. Jesus Cristo quis dizer que não se conquista a salvação de braços cruzados. O Projeto do Treino exige de cada pessoa uma fidelidade criativa à Palavra. (Paulinas Online)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, faze de mim um discípulo fiel de Jesus a quem deverei prestar contas do bom uso dos dons que me concedeu. Que eu seja prudente no meu agir. (Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo que me faz perceber os talentos que recebi e que não podem ser escondidos. (Paulinas Online)

REFLEXÕES

Louvai a Deus
Lucas adapta uma parábola, já sutil e estranha, utilizada por Mateus (cf. 28 ago.). Ela usa imagens da teologia imperial messiânicodavídica, pouco condizentes com a índole de Jesus de Nazaré, manso e humilde de coração, que vem trazer vida para todos. A estrutura da parábola, gerada na cultura semítica, envolve a crueldade do poder e a ambição do dinheiro. O Reino de Deus é o reino dos pobres, mansos, pacíficos e misericordiosos, com Louvai a Deus fome e sede de justiça e partilha. (Paulinas Online)

Os talentos multiplicados
A impaciência dos discípulos levava-os a acreditar que o fim dos tempos estava chegando, e o Reino ia se manifestar glorioso. Jesus advertiu-os a não se deixarem levar por esta falsa ilusão escatológica. O que haveriam de experimentar em Jerusalém ainda estava longe de ser o fim. Servindo-se da parábola dos talentos, Jesus tentou incutir-lhes uma nova visão da história: antes de chegar o fim, os discípulos teriam pela frente uma longa estrada a percorrer: seria o tempo de fazer frutificar os dons recebidos de Deus, por meio da vivência da caridade. Só depois dar-se-ia o encontro com o Senhor. Esta maneira de entender a história é altamente positiva. Leva o discípulo a engajar-se na prática do amor, sem se deixar impressionar pela escatologia. Cabe-lhe aplicar-se com todo o empenho, de forma a produzir o máximo possível de frutos, quando chegar o Senhor. Neste sentido, saberá aproveitar cada momento de sua existência para fazer o bem. E terá sensatez suficiente para não cruzar os braços, nem se deixar intimidar diante dos obstáculos que terá de enfrentar. O discípulo prudente sabe que o Senhor não aceitará desculpas para justificar o comodismo e o medo. Quem deixar perder-se os talentos recebidos, receberá o merecido castigo. (Dom Total)

Que o Senhor nos cure de toda indiferença n’Ele!
Lucas, no Evangelho de hoje, ao escrever à sua comunidade e a cada um de nós, tem o interesse de nos apresentar um Deus que não está interessado naquilo que fazemos, mas naquilo que somos. No entanto, muitas e muitas vezes, ouvimos, a partir dessa passagem bíblica, coisas erradas na tentativa de explicá-la, dizendo que somos amados por Deus se dermos bastante lucro à vivência da nossa vida, se fizermos render os talentos que  o Senhor nos deu. O centro da parábola não é o rendimento, mas sim, a confiança que temos de ter em Deus e o medo que somos chamados a fazer desaparecer da nossa vida, pois este faz com que venhamos a enterrar o maior talento que temos: a vida.
Os dois primeiros fizeram render os talentos que receberam; todavia, o rendimento foi consequência da atitude que tiveram na vida, ou seja, atitude de confiança em Deus. Sabiam que a qualquer momento poderiam perder tudo, a começar por aquele único talento que todos os três haviam recebido: a vida – o maior deles. Os dois primeiros não ficaram no medo; confiaram. O terceiro homem deixou-se tomar pelo medo e, contagiado por este sentimento, caiu na principal armadilha do demônio, comparando-se com os outros dois.
Meu Deus, como presenciamos pessoas que perderam o sentido da vida! Estão tomadas por medos e perderam a razão de continuar a viver. Por quê? Porque resolveram se comparar às demais pessoas. Quem se compara, se “coisifica”, pois só é possível compararmos coisas e não pessoas. Cada pessoa traz em si um princípio, chamado individualidade, ou seja, cada um é único nesta vida, irrepetível!
O terceiro homem da parábola se comparou com os outros dois e perdeu o desejo pela vida, pois se “coisificou”, sentiu-se diminuído e, por isso, resolveu enterrar a vida e deixar de viver. Agora entendemos a razão de tantas pessoas se encontrarem no buraco, sem perspectiva de vida; pois a  enterraram!
Outro motivo que fez o terceiro servo enterrar o talento foi o medo. Interessante percebermos que há remédios para depressão, para a ansiedade, e para vários problemas físicos e psíquicos para o ser humano. Mas você já percebeu que não existe remédio para o medo? Interessante! O medo é a arma do demônio para afastar o ser humano de Deus. Esse terceiro servo da parábola representa cada um de nós, muitas e muitas vezes. Possuímos uma falsa imagem e ideia de Deus, porque achamos que Ele é um Ser ausente, longe, sentado num trono, observando cada um de nós com caneta e papel na mão, registrando os nossos defeitos e pecados. O que é bom não é registrado; só o que é ruim. “Na hora de comparecermos diante d’Ele, o Senhor, com a cara barbuda e brava, vai nos passar o chicote”. O demônio foi colocando isso em nossa cabeça, por isso fomos criando uma visão distorcida de Deus.
Um Pai tomado de amor, compaixão e ternura por cada filho, presente em nossa vida, mais íntimo de nós do que nós mesmos. Quem possui uma visão doentia de Deus – como o terceiro servo – acaba adoecendo e, doente, enterra a sua vida (o maior talento) num imenso vazio.
Que o Senhor nos cure de toda forma de insegurança, de todo medo, de toda desconfiança em Deus e na Sua Palavra. Que a confiança seja a maior graça vivida no coração de cada um de nós. Confiemos, pois a esperança não decepciona. A fé é a certeza acerca daquilo que não se vê. (Homilia Diária)

O poder da música
Certa vez ouvi um padre dizer que em nosso corpo tem uma “célula musical”. Esta célula deve funcionar como um dispositivo que nos emociona, para o bem ou para o mal, quando ouvimos uma música. Acredito que foi pensando nisso que os compositores, por séculos a fio, têm caprichado, cada vez mais em suas obras. A música nos faz sorrir e chorar. Pode trazer alegria ou tristeza. Produzir saudade ou esperança. Pode provocar amor ou rancor… Quem de nós não temos uma música que marcou nosso passado? Eu sou um admirador do poder da música na evangelização. Tenho uma admiração especial pelo trabalho do Padre Zezinho, o Cantor. Antes mesmo que eu fosse para o Seminário já conhecia algumas músicas dele. Gosto tanto que, em Ivaiporã, na Rádio Esperança, todo domingo à noite, criei um Programa só para tocar as músicas do Padre Zezinho. O Programa tem o nome de uma de suas lindas obras “CANÇÃO PARA MEU DEUS”. Gosto do estilo “pé no chão”, sem fanatismo, sem estrelismo. Gosto do seu jeito de cantar a vida e suas histórias. Coloca música nos acontecimentos da vida. Gosta de cantar a Bíblia e a Catequese. Em 1977 Padre Zezinho gravou um LP cantando os fundamentos da Catequese. Em uma das faixas ele canta “Os pecados capitais”. É uma letra fantástica e com um ritmo legal. Ele relembra os sete pecados que encabeçam todos os demais que cometemos. É até divertido quando fala da PREGUIÇA. Esse pecado é condenado, muitas vezes por Jesus, no Evangelho. Na Parábola das 10 moedas ficou bem claro. O preguiçoso foi reprovado e castigado. Não foi promovido. O empregado que ganhou dez moedas e lucrou mais 10 ficou governador de 10 cidades. O empregado que lucrou 5, foi governar 5 cidades. E o preguiçoso????? Foi expulso! Demitido! (Lc 19,11-28). Fica claro, então, que quem é preguiçoso não entra no Reino do Céu. Nós recebemos tantos valores de Deus e devemos lucrar com eles. Um dia (o dia da nossa morte, que ninguém sabe quando será), teremos que prestar contas. É bom, de vez em quando, darmos uma paradinha para fazer balanço. Como está sendo aplicado os valores que Deus nos deu? Quais são os valores que você recebeu? Qual a previsão de lucro? Quais são suas estratégias para produzir mais? Quanto a mim, tenho convicção de que o Senhor me deu um grande dom para pregar o evangelho e para servir. E tenho tentado fazer o melhor. Não tenho preguiça. Desejo que todas as pessoas do mundo possam conhecer e amar Jesus Cristo. Tenho tentado despertar muitas e muitas pessoas para me ajudarem. E o grupo está aumentando. Venham comigo… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

Talentos multiplicados
É uma montagem hábil de duas peças: a do pretendente a rei e a do dinheiro a juros. A primeira se inspira provavelmente em algum fato histórico, quando os romanos depunham e nomeavam reis locais, embora possa recordar antecedentes bíblicos (1Sm 10,27; 11,12). A segunda é uma exortação a trabalhar com os dons recebidos. (Mundo Católico)

O que fazer com o seu dom
Os dons que temos não nos pertencem, mas sim a Deus, que é o Senhor de tudo, de modo que os dons que recebemos de Deus devem ser ordenados para ele. Sendo assim, não podemos usar os nossos dons, nem mesmo os dons naturais, somente em vista da nossa realização e da nossa promoção pessoal, mas devemos colocá-los a serviço de Deus e dos nossos irmãos e irmãs, pois somente quando o dom se transforma em serviço é que ele é capaz de multiplicar e de produzir frutos em abundância, contribuindo, assim, para que o Reino de Deus cresça cada vez mais no meio dos homens. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
(ABC da Catequese)

Os dons de Deus e a liberdade do homem!
Tem o homem alguma coisa para oferecer a Deus? Tem, sim: a sua fé e o seu amor. É isto o que Deus pede ao homem, e assim está escrito: «E agora, Israel, o que o Senhor, teu Deus, exige de ti é que temas o Senhor, teu Deus, para seguires todos os Seus caminhos, para O amares, para servires o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração e com toda a tua alma». (Dt 10,12). Eis os presentes, os dons que devemos oferecer ao Senhor. E para Lhe oferecermos estes dons com o coração, temos primeiro de O conhecer ; temos de ter bebido o conhecimento da Sua bondade nas águas profundas do seu poço. […]
Corarão, ao ouvirem estas palavras, os que negam que a salvação do homem está no poder da sua liberdade! Pediria Deus o que quer que fosse ao homem, se este não fosse capaz de responder ao pedido de Deus e de Lhe oferecer  o que Lhe deve? Porque há o dom de Deus mas há também a contribuição do homem. Por exemplo, está no poder do homem fazer que uma moeda de ouro renda outras dez ou só cinco; mas pertence a Deus que o homem possua essa moeda de ouro com que pôde produzir outras dez. Quando apresentou a Deus essas dez moedas de ouro ganhas por si, o homem recebeu um novo dom, já não em dinheiro, mas o poder e a realeza sobre dez cidades.
Da mesma maneira, pediu Deus a Abraão que Lhe oferecesse o seu filho Isaac, num dos montes que haveria de lhe indicar. E Abraão, sem hesitar, ofereceu o seu filho único: pô-lo sobre o altar e pegou no cutelo para o degolar; mas logo uma voz o reteve e foi-lhe dado um carneiro para imolar em substituição do seu filho (Gn 22). Vê bem: o que oferecemos a Deus mantém-se nosso; mas essa oferenda é-nos pedida para que, ao oferecê-la, testemunhemos o nosso amor a Deus e a fé que n’Ele temos. 
(Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

DICIONÁRIO BÍBLICO
(Explicações rápidas sobre certo assunto, lugar, objetos e ou pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ALTÍSSIMO
Uma das palavras que se utiliza no Velho Testamento para designar a posição do homem diante daquele que é muito acima elevado. Veja em: Salmos 91,1; Isaías 14,14; Daniel 4,17; Lucas 1,32; 6,35. Esta palavra enfatiza a condição finita do homem diante do infinito de Deus.

QUEM É QUEM?
(Explicações mais detalhas e completas sobre as pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ABSALÃO (Hebraico: AVSHALOM, que quer dizer: PAI É PAZ)
Ao liderar a rebelião contra seu pai, o rei Davi, Absalão parece ter vivido para contradizer o sentido do seu nome. Terceiro filho do rei, nasceu durante o primeiro reinado de Davi sobre Judá em Hebron. sua mãe era Maaca, filha do rei de Gessur, uma nação ao nordeste do mar da Galiléia. O segundo filho de Davi, Queleab, evidentemente morreu jovem, deixando o belo e ambicioso Absalão como o segundo na linha de sucessão depois de seu meio-irmão Amnon.
As tensões inevitáveis entre esses dois filhos reais de mães diferentes redundaram num ódio mortal quando Absalão ainda era jovem. Amnon seduziu Tamar, irmã plena de Absalão, levou-a para a sua casa e violou a moça. Arrasada, Tamar foi a Absalão em busca de proteção, enquanto o pai dela, Davi – embora com raiva -, não fez nada para punir Amnon por sua transgressão. Absalão encheu-se de aversão por Amnon, mas esperou pacientemente dois anos antes de realizar sua vingança. Ele convidou AMnon e os outros filhos de Davi para um festival de tosquia de ovelhas e, quando Amnon estava “alegre por causa do vinho” (2Sm 13,28), assassinou-o.
Temendo vingança de sangue, Absalão fugiu para o norte, para a corte de seu avô em Gessur. Lá ele ficou três anos, antes que Joab, comandante do exército, fosse capaz de convencer Davi a permitir que o refugiado tivesse retorno garantido. No entanto passaram-se mais dois anos até que Davi se mostrasse disposto a encontrar-se com seu filho; nessa época, o ressentimento de Absalão se agravara, e ele estava decidido a depor seu pai. Absalão usou sua personalidade atraente e boa aparência notável numa campanha metódica para conseguir adeptos leais a si e estimular ressentimento contra Davi; nesse processo, como declara o texto bíblico, “Absalão ia seduzindo o coração dos homens de Israel” (2Sm 15,6).
Absalão tocou a trombeta da rebelião em Hebron, cidade onde nasceu e capital original de Davi. A resposta popular foi irresistível. As pessoas que tinham qualquer ressentimento contra Davi bandearam-se para a causa do seu filho – até Aquitofel, um dos conselheiros mais confiáveis de Davi. Mas Davi não estava sem recursos. Embora fugisse de Jerusalém aparentemente desamparado diante da revolta, deixou para trás seguidores leias, como Cusai, o araquita, que se infiltraram no círculo de confiança de Absalão. Quando Aquitofel insistiu com Absalão para enviar soldados rapidamente para assassinar o rei, Cusai conseguiu convencer Absalão a tomar um curso mais cauteloso no qual ele pudesse pessoalmente conduzir um exército contra seu pai. O conselho de Cusai permitiu que Davi tivesse tempo de reunir suas tropas experientes em batalha para enfrentar os ataques do filho rebelde.
A batalha ocorreu ao leste do rio Jordão, na densa floresta de Efraim. Quando perdia a luta, Absalão fugiu. Sua montaria correu para debaixo de um grande carvalho e a espessa cabeleira solta de Absalão emaranhou-se nos galhos. Joab interveio de novo, mas desta vez para executar o rebelde suspenso com três dardos no peito. Davi, que apesar de tudo ainda amava o filho, não pôde celebrar a sua vitória, e caiu em prantos ao saber das novidades: “Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri eu em teu lugar!” (2Sm 19,1).
(FIM).

CATEQUESE
(Perguntas para se pesquisar na Sagrada Escritura)

Jó 32,1-5 – Quantos amigos foram visitar Jó e consolá-lo?
a) Três
b) Quatro
c) Dois
d) Seis

COMEMORAÇÕES

ANIVERSÁRIOS (Natalícios, Matrimoniais, …)
– Natalício de Adeusimar Júnior
– Natalício de Lukas
– Natalício de Bruno Gomes
– Natalício de Jhonson
– Natalício de Lucas B. Leonardo da Silva
– Natalício de Luiz Henrique Tormin Cardoso

DIAS COMEMORATIVOS  (Nacionais e Internacionais)
Dia da Criatividade

SANTO DO DIA
– Santa Isabel da Hungria (Canção NovaEvangelho Quotidiano)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

PELA CURA DO CÂNCER
– Pedido por Marcelo e Corina por todos acometidos por esta doença

PELA GRAÇA DE UM PARTO ABENÇOADO
– Maria Vitória (Fernanda e Daniel)

PELA PROTEÇÃO DAS FAMÍLIAS
– Carlos e Vandir
– Celso
– Delmo Gonçalves da Silva
– Flávio e Ana Paula
– Hinaldo e Patrícia
– Jairo Felipe
– José Eustáquio e Lúcia
– José Silvestre e Edinamar
– Messias e Helen
– Paola
– Selmo e Simone
– Wilson e Marilda

PELA REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DE SAÚDE
– Tia Lúcia dos Santos (Uberlândia)
– Waldir da Marlene (UFU/Medicina /Uberlândia)

PELA RECUPERAÇÃO DA SAÚDE
– Ademar Marques Trindade
– Antônia Gomes Vieira
– Carlos Alberto Nunes
– Delmo Gonçalves da Silva
– Dar Paulo Leite
– Helen Cristina de Melo Silva
– José Eustáquio dos Santos
– Juvenal Leonel Filho
– Maria Alves
– Nilza Gomes Terra
– Pai de Aparecida Damião
– Pai de Maria Marlene
– Selmo
– Silvana Gomes Nunes
– Sílvia Galante Santos
– Tereza Maria de Melo
– Vitória Xavier Nascimento

PELA VIAGEM DE NEGÓCIOS
– Hinaldo

PELO PROFISSIONAL ABENÇOADO DA ÁREA DE SAÚDE
– Dr. Paulo Leite

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