LD-18/11/10 (5ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

18/Nov/2010 (5ª Feira) – XXXIII Semana do Tempo Comum
(verde – ofício do dia)
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A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

Somos felizes, pois podemos reconhecer em Jesus aquele que traz a paz. A nossa vida só ganha verdadeiro sentido quando acolhemos a palavra de Deus em nosso coração.

Cantemos a Antífona da entrada: Meus pensamentos são de paz e não de aflição, diz o Senhor. Vós me invocareis, e hei de escutar-vos, e vos trarei de vosso cativeiro, de onde estiverdes (Jr 29,11s.14).

LEITURAS

O Cordeiro foi imolado para nos trazer salvação e nos lembrar que nossa tarefa é promover a paz em nossas cidades, de modo que estejam abertas para acolher todos os filhos e filhas de Deus.

Vamos ler o livro do Apocalipse 5,1-10
O mistério de Deus, revelado por meio de Jesus

Eu, João, 1vi um livro na mão direita daquele que estava sentado no trono. Era um rolo escrito por dentro e por fora, e estava lacrado com sete selos. 2Vi então um anjo forte, que proclamava em voz alta: “Quem é digno de romper os selos e abrir o livro?” 3Ninguém no céu nem na terra nem debaixo da terra era digno de abrir o livro ou de ler o que nele estava escrito. 4Eu chorava muito, porque ninguém foi considerado digno de abrir ou de ler o livro. 5Um dos anciãos me consolou: “Não chores! Eis que o Leão da tribo de Judá, o Rebento de Davi, saiu vencedor. Ele pode romper os selos e abrir o livro”. 6De fato, vi um Cordeiro. Estava no centro do trono e dos quatro Seres vivos, no meio dos Anciãos. Estava de pé como que imolado. O Cordeiro tinha sete chifres e sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus, enviados por toda a terra. 7Então, o Cordeiro veio receber o livro da mão direita daquele que está sentado no trono. 8Quando ele recebeu o livro, os quatro Seres vivos e os vinte e quatro Anciãos prostraram-se diante do Cordeiro. Todos tinham harpas e taças de ouro cheias de incenso, que são as orações dos santos. 9E entoaram um cântico novo: “Tu és digno de receber o livro e abrir seus selos, porque foste imolado, e com teu sangue adquiriste para Deus homens de toda a tribo, língua, povo e nação. 10Deles fizeste para o nosso Deus um reino de sacerdotes. E eles reinarão sobre a terra”.

Vamos cantar o Salmo 149
Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.

— Fizestes de nós, para Deus, sacerdotes e povo de reis.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em Quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
— Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
— Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos, com louvores do Senhor em sua boca. Eis a glória para todos os seus santos.

Vamos ler . . .
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 19,41-44
Jesus chora sobre Jerusalém

Naquele tempo, 41quando Jesus se aproximou de Jerusalém e viu a cidade, começou a chorar. E disse: 42“Se tu também compreendesses hoje o que te pode trazer a paz! Agora, porém, isso está escondido aos teus olhos! 43Dias virão em que os inimigos farão trincheiras contra ti e te cercarão de todos os lados. 44Eles esmagarão a ti e a teus filhos. E não deixarão em ti pedra sobre pedra. Porque tu não reconheceste o tempo em que foste visitada”.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram que viemos uma situação parecida: “Vivemos uma mudança de época cujo nível mais profundo é o cultural. Dissolve-se a concepção integral do ser humano, sua relação com o mundo e com Deus; “aqui está precisamente o grande erro das tendências dominantes do último século… Que excluem Deus de seu horizonte, falsificam o conceito da realidade e só podem terminar em caminhos equivocados e com receitas destrutivas. Surge hoje, com grande força, uma sobrevalorização da subjetividade individual. Independentemente de sua forma, a liberdade e a dignidade da pessoa são reconhecidas. O individualismo enfraquece os vínculos comunitários e propõe uma radical transformação do tempo e do espaço, dando um papel primordial à imaginação. Os fenômenos sociais, econômicos e tecnológicos estão na base da profunda vivência do tempo, ao que se concebe fixado no próprio presente, trazendo concepções de inconsistência e instabilidade.(…)” (DAp 44). E eu me interrogo: Como me sinto neste espaço? Deixo-me levar pela “onda” da nossa “Jerusalém” ou tenho uma postura mais coerente com a minha identidade cristã? (Paulinas Online)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE que a Palavra me diz? Esta Leio atentamente, na minha Bíblia, o texto: Lc 19,41-44: Jesus estava perto de Jerusalém. “Viu a cidade”, diz o texto. O “ver” de Jesus significava conhecer seu povo, seus valores, possibilidades e caminhos. Ao vê-la, tão distante do Projeto de Deus, o Mestre chora com pena. Pena porque Jerusalém não ouviu e, se ouviu, não acolheu o anúncio que poderia lhe trazer a paz. Não ficará pedra sobre pedra, ou seja, tudo será destruído. O motivo? Jesus diz no final: seus habitantes e lideranças não reconheceram “o tempo em que Deus veio salvá-la”. O tempo é a oportunidade que Deus dá para que mudem de vida e sigam os seus caminhos. (Paulinas Online)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, dá-me o bom senso de acolher a salvação que me ofereces em teu Filho Jesus. Desta forma, não incorrerei em castigo semelhante ao que se abateu sobre a Cidade Santa. (Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Meu Sinto-me discípulo/a de Jesus. Meu olhar deste dia será iluminado pelo olhar de Jesus Cristo, e se preciso também vou “chorar” sobre determinadas situações que não condizem com o Projeto de Deus. E rezo com são Paulo: “Que a Palavra de Cristo habite entre nós com toda a sua riqueza” (Col 3,16). (Paulinas Online)

REFLEXÕES

Jerusalém
Após caminhar cerca de cento e trinta quilômetros, vindo da Galileia e atravessando a Samaria, Jesus com seus discípulos aproximam-se de Jerusalém. Ao longo do caminho, sabendo que seus discípulos ainda não entenderam a sua missão, fixados na expectativa de um messias glorioso, Jesus tentou esclarecê-los várias vezes, falando sobre as provações que o aguardavam nesta cidade. Jerusalém é uma cidade fundada por Davi, que aí centralizou seu poder. Este poder se assentava sobre três pilares: a burocracia, o exército e o culto religioso. Com a elaborada teologia da eleição divina da casa de Davi à frente de Israel, a cidade e o Templo adquiriram um caráter de santidade. Porém já os profetas do Primeiro Testamento denunciavam o abuso de poder e a corrupção que aí reinavam. Com a invasão da Babilônia, cidade e templo tiveram sua primeira destruição. Os mitos não resistem para sempre, diante da realidade. Já perto da cidade de Jerusalém, Jesus chora sobre ela. A cidade está entregue nas mãos de ambiciosos e cegos de poder que rejeitam a paz e, ao pretenderem fazer a guerra, serão destruídos. Jesus visita Jerusalém, porém é rejeitado e morto. A próxima visita será do imperador romano Tito com suas tropas, que incendiarão a cidade com o Templo. (Paulinas Online)

O pranto de Jesus
A contemplação da cidade santa de Jerusalém deixou Jesus comovido. Símbolo da presença de Deus no meio do povo, lugar de peregrinação dos fiéis de todos os cantos do mundo, evocação da longa história de amor do Senhor por Israel, Jerusalém tornara-se símbolo da obstinação de um povo sem disposição para ouvir os apelos de conversão que lhe eram dirigidos pelo Messias. O Templo fora transformado em casa de câmbio e lugar de exploração dos pobres. O culto estava longe de agradar a Deus, por se reduzir à mera exterioridade. O sacerdócio perdera sua característica própria, para se tornar objeto de disputa. Os peregrinos eram visto como meio de enriquecimento de um grupo de aproveitadores. Por isso, o Filho de Deus não reconhecia mais aquela cidade e o Templo como lugares de habitação de seu Pai. Os vaticínios de Jesus contra a cidade santa seguem os rumos da antiga pregação profética. Já Miquéias e Jeremias haviam anunciado a destruição de Jerusalém, por causa da idolatria que nela se instalara. E assim aconteceu, por obra do exército babilônico. Já as palavras de Jesus seriam realizadas pelas mãos do exército romano. O pranto do Mestre sobre Jerusalém foi um apelo quase desesperado à conversão. Se ela fosse capaz de compreender que estava sendo visitada pelo mensageiro da paz, haveria de ser solícita em converter-se. Mas isto estava escondido a seus olhos. (Dom Total)

A paz entra a família
Ah, se soubéssemos quem pode nos trazer a paz! Na verdade, teoricamente falando, até sabemos quem nos pode trazê-la. A questão é que não sabemos por onde, de uma maneira toda especial, o Senhor quer nos trazer a paz: na família. A falta de paz no mundo é decorrência de famílias desestruturadas; por isso o mundo está sem paz, pois as famílias estão se destruindo, não ficando pedra sobre pedra. Jesus chora a realidade das famílias. Mas o que está acontecendo no interior das famílias, cuja paz está sendo impedida de reinar em nossa vida e na vida dos nossos filhos?
O problema do divórcio na vida matrimonial não é de hoje: é de todo o sempre, desde que o homem é homem; foi legalizado há pouco tempo, mas já é uma prática desde muito tempo. Aliás, o divórcio sempre foi um dos principais projetos do coração de satanás para destruir os filhos de Deus. A carta de divórcio – fruto de uma lei positiva, ou seja, uma lei criada pelos homens – não deve ser obedecida e seguida, pois vai contra a lei natural, lei esta que Deus colocou dentro do coração do homem, que é a sua consciência. A lei do divórcio é legal – por ser lei -, mas é imoral – não é nada “legal”, pois é projeto do coração do diabo colocado no coração dos homens.
Por que o número dessa prática [divórcio] está cada vez maior? Porque só é capaz de  se casar com alguém aquela pessoa que se casou consigo primeiro. Como vou viver uma comunhão com alguém se em mim está tudo fragmentado, dividido? Não tem como!
Por outro lado, as famílias encontram-se – especialmente esposo e esposa – totalmente distantes do tripé que rege o sacramento do matrimônio: espiritualidade, diálogo e cultivo.
Espiritualidade: Onde estão as famílias? Alimentando-se da Palavra de Deus e da Eucaristia dominical? Existem muitas famílias que se reúnem para quinze horas de novela semanal e não têm uma hora de seu tempo para a Santa Missa no domingo. Há famílias que sabem da vida de todo o mundo, mas não sabem da história da salvação contida na Sagrada Escritura. E depois queremos perguntar o porquê de as coisas estarem indo de “medonho para infernal”?
Diálogo: Dialogar é diferente de conversar. Conversar é falar daquilo que está fora; dialogar é falar daquilo que está dentro, dentro do coração; é partilhar vida, intimidade. É dar-se a conhecer e conhecer o outro; significa rasgar o coração na presença da pessoa amada, sem medo de não ser acolhido (a). Quantas meninas buscam o colo de outros homens em casas de prostituição e motéis, porque não encontram o colo do pai dentro de casa; aliás, pai que não pega filha no colo, pega a filha no colo dos outros. Quantos esposos em prostíbulos, à beira de um balcão de  bar, buscando diálogo, pois não têm condições e espaço para dialogar em casa? Quantos filhos cheirando “uma carreira” de cocaína, “beijando um baseado” de maconha, um cachimbo com crack, porque não encontram o rosto de pai e mãe em casa, para poder cheirar e beijar… E assim por diante. Onde estão os casais que dialogam e não brigam? Que estendam a mão para acolher e não para apontar erros e defeitos?
Cultivo: Cultivar uma planta significa cuidar, zelar, exige cuidado, exige abaixar-se constantemente em direção à planta para arrancar as ervas daninhas que estão ali e querem impedir o crescimento e o desenvolvimento dela [planta]. Esposos e esposas são convidados para se cultivarem mutuamente. Como fazer isso? Namorar! Os casais não namoram mais; um para um lado e outro para o outro.
O casal é convidado, os dois juntos, a se abaixar num gesto de profunda humildade e a arrancar aquilo que não presta em cada um; não “do pé da planta” que é a outra pessoa, mas da sua vida, ou seja, cada um dos cônjuges ter a humildade de reconhecer seus erros e mudar. E se colocarem a serviço para servirem-se mutuamente, colocando a pessoa amada como aquela que deve ser servida.
Se vivermos esse tripé, não precisaremos exigir uma carta assinada por satanás. O divórcio existe, pois pessoas divididas só podem querer se separar das outras. Nunca nos esqueçamos desta verdade: o amor é mais forte do que a morte! Porém, ele morre. Como? O amor nunca morre de morte natural: ele é sempre assassinado. Principalmente, quando algum dos pés é quebrado deste tripé: espiritualidade, diálogo e cultivo. (Homilia Diária)

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(Paróquia Nossa Senhora das Dores)

Jesus em pranto
Jesus chora aos pronunciar sua trágica predição. Não a pronuncia irado e com sentimentos de vingança. Pode repetir com o salmo: “Teus servos amam suas pedras, dói-lhes até o pó” (Sl 102,15); e chora com Jeremias: “Meus olhos se desfazem em lágrimas, dia e noite sem cessar, pela terrível desgraça da capital de meu povo, por sua ferida incurável” (Jr 14,17). Como o assédio e o arrasamento antigos: Isaías o prediz de longe e introduz como sujeito o Senhor (Is 29,3). Ezequiel está próximo e tem de gravá-lo em tijolo, esboço da tragédia (Ez 4,2); um salmo o recorda como já acontecido (Sl 137,9). Sobre o v.44 ver a lamentação de Sl 79,1-2. É a última ocasião oferecida por Deus; compare-se com a vigorosa imagem de Os 13,13. (Mundo Católico)

Jesus chora
A cidade de Jerusalém abre as suas portas para Jesus, mas não abre o seu coração. Não aceita as suas palavras e rejeita a sua doutrina, pois os seus olhos estão voltados para outra direção, a direção que a levará até a destruição e a morte. É necessário que abramos o nosso coração e reconheçamos que somos visitados pelo Deus da Vida e que rejeitar essa visita significa para nós trilharmos os caminhos da morte, resultado de uma vida de quem apenas está preocupado em olhar para seus interesses mesquinhos e não para os verdadeiros bens que são destinados a quem acolhe o Senhor e vive segundo os valores do Evangelho. (A Palavra de Deus na Vida)

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(ABC da Catequese)

Tu és, realmente, o Filho de Deus
Quando nos tivermos mantido firmes durante as longas horas da noite escura que reina nos momentos de provação, quando tivermos dado o nosso melhor […], estejamos certos de que, quando a noite for adiantada e o dia estiver próximo (Rom 13,12), o Filho de Deus virá até junto de nós, caminhando sobre as ondas. Quando O virmos aparecer assim, sentiremos receio até ao momento em que compreendermos claramente que é o Salvador que veio para o meio de nós. Julgando ainda ver um fantasma, gritaremos assustados, mas Ele dir-nos-á imediatamente: «Tranquilizai-vos! Sou Eu! Não temais!»
Pode ser que estas palavras façam surgir em nós um Pedro em caminho para a perfeição, que descerá do barco, certo de ter escapado à prova que os agitava. Inicialmente, o seu desejo de ir para o pé de Jesus fá-lo caminhar sobre as águas. Mas sendo a sua fé ainda pouco segura e estando ele próprio com dúvidas, notará «a violência do vento», sentirá medo e começará a ir ao fundo. Contudo, escapará a este mal porque lançará a Jesus este grito: «Salva-me, Senhor!» E mal este outro Pedro acabe de dizer «Salva-me, Senhor!», o Verbo estenderá a mão para o socorrer, e segurá-lo-á no momento em que ele começava a afogar-se, repreendendo-o pela sua pouca fé e pelas suas dúvidas. Note-se contudo que Ele não disse: «Incrédulo», mas «homem de pouca fé», e que está escrito: «Porque duvidaste?», quer dizer: «Tu tinhas um pouco de fé, mas deixaste-te levar em sentido contrário». E Jesus e Pedro subirão para o barco, o vento acalmará e os ocupantes, compreendendo a que perigos tinham escapado, adorarão Jesus dizendo: «Tu és, realmente, o Filho de Deus!», palavras que apenas os discípulos que estão próximo de Jesus no barco podem dizer.
 (Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

DICIONÁRIO BÍBLICO
(Explicações rápidas sobre certo assunto, lugar, objetos e ou pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ALTO
Correspondente pagão e idólatra do Altar. Lugar de adoração, elevado, que servia como ambiente de culto às diversas divindades. Veja em: 1 Reis 3,4; 2 Reis 23,20. Embora Moisés também tenha se dirigido a locais altos, posteriormente exigiu a sua completa destruição e proibição, quase nunca cumprida. Encontramos, muito mais tarde, Salomão buscando orar em Gabaon, um lugar alto, oinde chegou a receber instruções do Senhor.

QUEM É QUEM?
(Explicações mais detalhas e completas sobre as pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ABSALÃO (Hebraico: AVSHALOM, que quer dizer: PAI É PAZ)
Ao liderar a rebelião contra seu pai, o rei Davi, Absalão parece ter vivido para contradizer o sentido do seu nome. Terceiro filho do rei, nasceu durante o primeiro reinado de Davi sobre Judá em Hebron. sua mãe era Maaca, filha do rei de Gessur, uma nação ao nordeste do mar da Galiléia. O segundo filho de Davi, Queleab, evidentemente morreu jovem, deixando o belo e ambicioso Absalão como o segundo na linha de sucessão depois de seu meio-irmão Amnon.
As tensões inevitáveis entre esses dois filhos reais de mães diferentes redundaram num ódio mortal quando Absalão ainda era jovem. Amnon seduziu Tamar, irmã plena de Absalão, levou-a para a sua casa e violou a moça. Arrasada, Tamar foi a Absalão em busca de proteção, enquanto o pai dela, Davi – embora com raiva -, não fez nada para punir Amnon por sua transgressão. Absalão encheu-se de aversão por Amnon, mas esperou pacientemente dois anos antes de realizar sua vingança. Ele convidou AMnon e os outros filhos de Davi para um festival de tosquia de ovelhas e, quando Amnon estava “alegre por causa do vinho” (2Sm 13,28), assassinou-o.
Temendo vingança de sangue, Absalão fugiu para o norte, para a corte de seu avô em Gessur. Lá ele ficou três anos, antes que Joab, comandante do exército, fosse capaz de convencer Davi a permitir que o refugiado tivesse retorno garantido. No entanto passaram-se mais dois anos até que Davi se mostrasse disposto a encontrar-se com seu filho; nessa época, o ressentimento de Absalão se agravara, e ele estava decidido a depor seu pai. Absalão usou sua personalidade atraente e boa aparência notável numa campanha metódica para conseguir adeptos leais a si e estimular ressentimento contra Davi; nesse processo, como declara o texto bíblico, “Absalão ia seduzindo o coração dos homens de Israel” (2Sm 15,6).
Absalão tocou a trombeta da rebelião em Hebron, cidade onde nasceu e capital original de Davi. A resposta popular foi irresistível. As pessoas que tinham qualquer ressentimento contra Davi bandearam-se para a causa do seu filho – até Aquitofel, um dos conselheiros mais confiáveis de Davi. Mas Davi não estava sem recursos. Embora fugisse de Jerusalém aparentemente desamparado diante da revolta, deixou para trás seguidores leias, como Cusai, o araquita, que se infiltraram no círculo de confiança de Absalão. Quando Aquitofel insistiu com Absalão para enviar soldados rapidamente para assassinar o rei, Cusai conseguiu convencer Absalão a tomar um curso mais cauteloso no qual ele pudesse pessoalmente conduzir um exército contra seu pai. O conselho de Cusai permitiu que Davi tivesse tempo de reunir suas tropas experientes em batalha para enfrentar os ataques do filho rebelde.
A batalha ocorreu ao leste do rio Jordão, na densa floresta de Efraim. Quando perdia a luta, Absalão fugiu. Sua montaria correu para debaixo de um grande carvalho e a espessa cabeleira solta de Absalão emaranhou-se nos galhos. Joab interveio de novo, mas desta vez para executar o rebelde suspenso com três dardos no peito. Davi, que apesar de tudo ainda amava o filho, não pôde celebrar a sua vitória, e caiu em prantos ao saber das novidades: “Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri eu em teu lugar!” (2Sm 19,1). (FIM).

CATEQUESE
(Perguntas para se pesquisar na Sagrada Escritura)

Provérbios 6,6-11 – Qual animal Salomão aconselha o preguiçoso a procurar para aprender com ele?
a) Abelha
b) Boi
c) Formiga
d) Cavalo

COMEMORAÇÕES

ANIVERSÁRIOS (Natalícios, Matrimoniais, …)
– Natalício de Elizeu Martins Coelho
– Natalício de Jales Leandro Alves

DIAS COMEMORATIVOS (Nacionais e Internacionais)
– Dia do Conselho Tutelar

SANTO DO DIA
– Beatos Domingo Jorge, Isabel Fernandes e Inácio (Canção NovaEvangelho Quotidiano)
– Dedicação das Basílicas de São Pedro e São Paulo (Evangelho Quotidiano)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

PELA CURA DO CÂNCER
– Pedido por Marcelo e Corina por todos acometidos por esta doença

PELA GRAÇA DE UM PARTO ABENÇOADO
– Maria Vitória (Fernanda e Daniel)

PELA PROTEÇÃO DAS FAMÍLIAS
– Carlos e Vandir
– Celso
– Delmo Gonçalves da Silva
– Flávio e Ana Paula
– Hinaldo e Patrícia
– Jairo Felipe
– José Eustáquio e Lúcia
– José Silvestre e Edinamar
– Messias e Helen
– Paola
– Selmo e Simone
– Wilson e Marilda

PELA REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DE SAÚDE
– Tia Lúcia dos Santos (Uberlândia)
– Waldir da Marlene (Em casa)

PELA RECUPERAÇÃO DA SAÚDE
– Ademar Marques Trindade
– Antônia Gomes Vieira
– Carlos Alberto Nunes
– Delmo Gonçalves da Silva
– Dar Paulo Leite
– Helen Cristina de Melo Silva
– José Eustáquio dos Santos
– Juvenal Leonel Filho
– Maria Alves
– Nilza Gomes Terra
– Pai de Aparecida Damião
– Pai de Maria Marlene
– Selmo
– Silvana Gomes Nunes
– Sílvia Galante Santos
– Tereza Maria de Melo
– Vitória Xavier Nascimento

PELA VIAGEM DE NEGÓCIOS
– Hinaldo

PELO PROFISSIONAL ABENÇOADO DA ÁREA DE SAÚDE
– Dr. Paulo Leite

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