LD-19/11/10 (6ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

19/Nov/2010 (6ª Feira) – XXXIII Semana do Tempo Comum
(vermelho, prefácio comum ou dos mártires – ofício da memória)
Santos Roque, Afonso e João, presbíteros e mártires

A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

Os “mártires das reduções jesuíticas” Roque González (Paraguai), Afonso Rodríguez e João del Castillo (Espanha) deram a vida em defesa dos povos indígenas da América do Sul (séc. XVII). Os três sacerdotes jesuítas foram canonizados por João Paulo II em 1988, durante sua visita ao Paraguai.

Cantemos a Antífona da entrada: Por amor de Cristo, o sangue dos mártires foi derramado na terra. Por isso, sua recompensa é eterna.

LEITURAS

Evangelizar não é tarefa fácil. No entanto, o verdadeiro profeta não se deixa abater diante dos obstáculos, pois se alegra com os mandamentos de Deus.

Vamos ler o livro do Apocalipse 10,5-11
Deves profetizar ainda contra outros povos e nações

8Aquela mesma voz do céu, que eu, João, já tinha ouvido, tornou a falar comigo: “Vai. Pega o livrinho aberto da mão do anjo que está de pé sobre o mar e a terra”. 9Eu fui até o anjo e pedi que me entregasse o livrinho. Ele me falou: “Pega e come. Será amargo no estômago, mas na tua boca, será doce como mel”. 10Peguei da mão do anjo o livrinho e comi-o. Na boca era doce como mel, mas quando o engoli, meu estômago tornou-se amargo. 11Então ele me disse: “Deves profetizar ainda contra outros povos e nações, línguas e reis”.

Vamos cantar o Salmo 118(119)
Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!

— Como é doce ao paladar vossa palavra, ó Senhor!
— Seguindo vossa lei me rejubilo muito mais do que em todas as riquezas.
— Minha alegria é a vossa Aliança, meus conselheiros são os vossos mandamentos.
— A lei de vossa boca, para mim, vale mais do que milhões em ouro e prata.
— Como é doce ao paladar vossa palavra, muito mais doce do que o mel na minha boca!
— Vossa palavra é minha herança para sempre, porque é ela que me alegra o coração!
— Abro a boca e aspiro largamente, pois estou ávido de vossos mandamentos.

Vamos ler . . .
. . .

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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 19,45-48
O Mestre purifica o Templo / Purificação do Templo

Naquele tempo, 45Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os vendedores. 46E disse: “Está escrito: ‘Minha casa será casa de oração’. No entanto, vós fizestes dela um antro de ladrões”. 47Jesus ensinava todos os dias no Templo. Os sumos sacerdotes, os mestres da Lei e os notáveis do povo procuravam um modo de matá-lo. 48Mas não sabiam o que fazer, porque o povo todo ficava fascinado quando ouvia Jesus falar.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Jesus é misericórdia, mas não tolera a injustiça. Os bispos em Aparecida afirmaram: “A misericórdia sempre será necessária, mas não deve contribuir para criar círculos viciosos que sejam funcionais a um sistema econômico iníquo. Requer-se que as obras de misericórdia estejam acompanhadas pela busca de uma verdadeira justiça social, que vá elevando o nível de vida dos cidadãos, promovendo-os como sujeitos de seu próprio desenvolvimento. Em sua Encíclica Deus Caritas est, o Papa Bento XVI tratou com clareza inspiradora a complexa relação entre justiça e caridade. Ali, disse-nos que “a ordem justa da sociedade e do Estado é uma tarefa principal da política” e não da Igreja. Mas a Igreja “não pode nem deve colocar-se à margem na luta pela justiça”. Ela colabora purificando a razão de todos aqueles elementos que ofuscam e impedem a realização de uma libertação integral. Também é tarefa da Igreja ajudar com a pregação, a catequese, a denúncia e o testemunho do amor e da justiça, para que despertem na sociedade as forças espirituais necessárias e se desenvolvam os valores sociais. Só assim as estruturas serão realmente mais justas, poderão ser mais eficazes e sustentar-se no tempo. Sem valores não há futuro e não haverá estruturas salvadoras, visto que nelas sempre subjaz a fragilidade humana.” (DAp 385). Como membro da Igreja, a misericórdia que pratico leva este timbre de justiça? (Paulinas Online)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE que a Palavra me diz? O Evangelho de hoje, escrito por Lucas, nos fala do Templo. Jesus chega a Jerusalém por ocasião da festa de Páscoa, e expulsa do templo os vendedores. E diz: “A minha casa será uma ‘Casa de oração’. Mas vocês a transformaram num esconderijo de ladrões.” Jesus quer purificar o templo que fora transformado em lugar de comércio, de exploração do povo pobre e de enriquecimento dos poderosos. O Mestre não suporta a exploração de ninguém. Aqui, ele não só condena, mas age, energicamente. Depois, continua a ensinar todos os dias no Templo. Isto provocou a ira dos mestres da lei, dos chefes dos sacerdotes e dos líderes que queriam matá-lo. (Paulinas Online)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Espírito purificador, tira do meu coração toda sorte de maldade e de egoísmo, que o tornam indigno de ser morada de Deus. (Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração animado pela misericórdia. (Paulinas Online)

REFLEXÕES

Denúncia do Templo
Nesta ação simbólica de Jesus e em sua fala, temos a denúncia do Templo, com o seu comércio, como sendo a corrupção da expressão religiosa da presença de Deus. Os Evangelhos sinóticos situam este fato no final do ministério de Jesus, em sua visita a Jerusalém, por ocasião da festa da Páscoa dos judeus, quando ele será crucificado pelos chefes religiosos. O Evangelho de João situa a denúncia no início do ministério de Jesus (Jo 2,13-17). O Templo de Jerusalém era o núcleo do poder do Judaísmo. Este era uma teocracia que englobava os poderes religioso, econômico e político. O Templo tinha um anexo, o Tesouro, onde eram depositadas as riquezas acumuladas a partir dos diversos tributos prescritos pela Lei, conforme as interpretações rabínicas. As grandes festas religiosas na cidade contribuíam para este enriquecimento, particularmente porque cada devoto era obrigado a gastar em Jerusalém uma parte de sua renda anual. A denúncia do Templo, por parte de Jesus, visa à libertação do povo oprimido sob o jugo de uma instituição que, em nome de Deus, favorecia o enriquecimento das elites e excluía as maiorias empobrecidas. Com Jesus o Templo é a comunidade dos discípulos que oram e recebem o Espírito Santo, fazendo a vontade do Pai. (Paulinas Online)

 A função do Templo é recobrada
Jerusalém era a meta da longa marcha de Jesus. Aí, o Templo constituía seu ponto final. Por que? Porque o Templo, na religião judaica, era o lugar da morada de Deus no meio do povo. Para Jesus, é a casa do Pai. E, como Filho, é para a casa do Pai que ele se dirige. O Mestre decepcionou-se com o que viu: o Templo fora transformado num antro de exploradores inescrupulosos, que se serviam do espaço sagrado para enriquecer, lançando mão dos mais vis artifícios de exploração. Na mais total impunidade, e com a cobertura dos sacerdotes, davam a impressão de estar prestando um grande serviço aos peregrinos. Situação, porém, insuportável para Jesus! A expulsão dos vendedores e compradores teve a finalidade de fazer o Templo recobrar sua verdadeira função: ser casa de oração, portanto, lugar de encontro com o Pai e reabastecimento espiritual, espaço de vivência da fraternidade e da igualdade. Enquanto “casa”, seria o espaço do encontro dos filhos de Deus. Uma vez purificado, o Templo tornou-se lugar privilegiado da pregação de Jesus. Ao ouvi-lo, o povo ficava extasiado, e se apinhava ao seu redor. Agora, sim, voltara a ser casa do Pai, onde o Filho se sente à vontade para falar das coisas de Deus. Os projetos malévolos dos sacerdotes e dos escribas não o intimidavam. Afinal, enquanto Filho, aquele lugar lhe pertencia. (Dom Total)

A alma da oração é a verdade
Somos templos vivos do Espírito Santo. Ora, se somos templo vivos – e o somos – isso significa que esta casa – que é de Deus – precisa ser uma casa de oração. O que rezar? Como rezar? O que é oração, na verdade?
Precisamos confessar uma coisa: não é fácil rezar! Aliás, rezar é uma das coisas mais difíceis para o cristão, simplesmente pelo fato de trazermos dentro de nós, fruto do pecado original, uma indisposição para isso. Todavia, é fundamental que venhamos, num primeiro momento, a entender o que verdadeiramente significa oração.
Para responder a essa pergunta, somos convidados a recorrer à definição de Santa Teresa d’Avila sobre a oração: a oração é um diálogo entre duas pessoas que se amam. Ana, a mãe de Samuel (1Sm 1,1ss) também traz uma definição espetacular do que é oração, quando interpelada pelo sacerdote Heli sobre sua atitude, aparentemente estranha no templo, ela lhe diz: “meu senhor, eu simplesmente derramo a minha alma na presença do Senhor”. A atitude dos maiores homens e mulheres da Sagrada Escritura também nos mostra sobre o que é oração, pois sempre tiveram a coragem de rasgar as vestes na presença de Deus, ou seja, tinham a coragem de rasgar o coração, arrancar as máscaras e desnudar-se diante do Senhor, numa atitude de profunda transparência e verdade diante do Pai. Isso é oração!
Ora, se oração é intimidade diante de Deus, é rasgar o coração diante d’Ele, é derramar a alma diante d’Ele, aqui está o grande motivo pelo qual não conseguimos rezar. Por quê? Porque somos acostumados a ir para a oração e colocar máscaras diante do Senhor, pois achamos que Ele vai nos atender se formos “bonzinhos”, pois o mundo só aceita os “bonzinhos”, aqueles que não possuem dificuldades e limitações. Então para sermos aceitos pelas pessoas, precisamos disfarçar nossas misérias e pecados; e o mesmo comportamento temos diante de Deus Pai. Aqui está o ponto pelo qual não somos atendidos pelo Senhor: queremos usar máscaras diante d’Ele.
Os Padres do Deserto vão dizer que a alma da oração não é a piedade – estar inteiro na oração; isso é consequência da oração. Da mesma forma, a alma da oração não é a fidelidade – todos os instantes, momentos e dias, estamos em oração; isso também é consequência. Para os Padres de Deserto, a alma da oração é a verdade, ou seja, tudo aquilo que está dentro de nós, cujo conteúdo não temos a coragem de partilhar com ninguém. Aliás, o Senhor quer conversar conosco nesse diálogo de amor – a oração – sobre tudo aquilo que não veio d’Ele, ou seja, nossas misérias, nossos pecados.
Tudo aquilo que temos de bom, de virtudes e talentos em nós, na oração o Senhor quer que, no máximo, venhamos a agradecer e colocar tudo isso a serviço dos irmãos. O que Ele quer conversar conosco é sobre aquilo que não veio d’Ele: nossas misérias, nossos pecados, nossas feridas, pois Ele quer transformar tudo isso em carisma, em dom, em vida para a vida dos outros. Para isso é preciso rasgar o coração e suplicar com confiança, pois esta é a mãe da oração; a confiança é este vaso que colhe a Misericórdia de Deus, que se derrama do Coração Misericordioso de Jesus, do Seu lado aberto da cruz redentora. (Homilia Diária)

Novas estratégias
Quando eu morava com meus pais, no sítio, na Água do Querubim, coordenei por vários anos, a reunião de um grupo de famílias. As reuniões eram nas casas, todos os meses na primeira sexta feira. O grupo foi criado no dia primeiro de novembro de 1971 que era primeira sexta feira. Na hora de escolher o coordenador, resolveram escolher-me. Eu tinha muita dificuldade para fazer uma leitura e para falar em público. Mas tinha coragem e “meti a cara”. Esse Grupo funcionou por muitos anos, mesmo depois que fui para o Seminário. Quanto eu sofri para dirigir as primeiras reuniões! Mas fui pegando jeito e gostando da “coisa”. Não sabia falar bem e não lia direito, mas tinha muito entusiasmo. Vivia convidando e incentivando as pessoas. Algumas das famílias eram desanimadas. Não gostavam de participar. Mas eu não desanimava. Convidava sempre… Certa vez, no fim da tarde, quando voltava da roça com Papai, de um sítio vizinho, paramos numa casa na beira da estrada para convidar aquela gente. Me lembro que havia uns rapazes fazendo uns cigarros de palha. Ali estava toda a “traia” para confeccionar um “torpedo mortífero”: pedaço de fumo, palha, fósforo e uma faca grande (uma peixeira). Fizemos o convite para a reunião do Grupo e seguimos o caminho. De repente, ouvimos atrás de nós um barulho estranho. Vimos um dos rapazes fazendo um salto mortal e, com a faca, riscava o chão onde nós estávamos na hora que fizemos o convite. Sentimos muito mal com aquilo e seguimos em frente. Nosso coração estava apertado e angustiado com aquele sinal de violência, de agressão e perseguição. Nossa família sempre foi cristã e não temos essa cultura de violência. Mas depois, em casa conversamos melhor e nos acalmamos. Afinal de contas Jesus sofreu muito mais. Ele mesmo tinha avisado que seríamos perseguidos. “O servo não é melhor que o seu senhor. Se perseguiram a mim, irão perseguir vocês também” (Jo 15, 20). Não devemos nos estranhar ou ficar assustados com a perseguição por causa da religião e seguimento de Jesus. Devemos ficar preocupados se não tiver perseguição. Aí poderia ser um sinal de que não estamos seguindo de fato o Mestre. Mas já estamos sabendo que a maldade do inimigo é grande demais e não mais nos persegue com violência. A perseguição agora tem outro nome: SEDUÇÃO. Sim. O Encardido prepara seduções mais e mais atraentes para nos afastar do Verdadeiro Reino. O inimigo descobriu que matar cristão não é um bom negócio. Isso desperta o sentimento do povo e atrai mais gente para a doutrina de Jesus. Alguém já afirmou isso em tempos passados: “Sangue de Cristão é semente de novos cristãos”. Por isso, o perigo se tornou maior para nossa perseverança na fé. O inimigo está disfarçado. Era melhor quando tínhamos inimigo declarado. Precisamos de muito mais sabedoria e Graça Divina para não sermos enganados. Infelizmente a estratégia da serpente do Paraíso continua muito forte entre nós. A serpente enganou a Eva dizendo que comer a fruta seria muito bom. Bla bla bla, e bla bla bla e Adão e Eva foram enganados. Continuemos firmes na oração e na prática da fé. Oremos… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

Um covil de ladrões
A situação em que se encontrava o templo de Jerusalém fez Jesus relembrar as palavras dos profetas do passado a respeito da sua função e da corrupção que se abateu sobre ele. O profeta Isaias havia anunciado a finalidade do templo: “casa de oração para todos os povos”, por conseguinte, lugar do encontro dos filhos com o Pai, e não só de Israel mas também dos povos espalhados por toda a extensão da Terra. O profeta Jeremias, horrorizado com as abominações cometidas no espaço sagrado, comparou com um “covil de ladrões” o lugar onde o nome de Deus era invocado. Sendo “casa de oração” não se justificava o comércio instalado no templo, no tempo de Jesus. Seria ingênuo pensar que, por se desenvolver no recinto do templo e ter a finalidade de prestar um serviço aos peregrinos vindos de longe, o comércio ai fosse imune das mazelas próprias desta atividade. Pelo contrário, auferiam-se lucros abusivos, o ideal de serviço desaparecera dando lugar ã exploração, a sacralidade do templo foi violada pelo afã de fazer comércio. Por conseguinte, o culto prestado a Deus pelos peregrinos de boa-fé desenrolava-se em meio a toda sorte de vilipêndio dos seus sentimentos mais sagrados. A atitude firme de Jesus, que chegou às raias da indignação, justifica-se pelo seu empenho de recuperar a verdadeira imagem de Deus, da antiga tradição teológica de Israel, e o verdadeiro sentido do espaço sagrado: ser lugar de oração. (Mundo Católico)

Usar a sua posição dentro da igreja para se elevar sobre os outros
Existem muitas pessoas que se vangloriam do fato de participar ativamente da Igreja, possuir ministérios ou ter um cargo importante na comunidade eclesial. Mas infelizmente, existem pessoas que usam do fato da pertença na comunidade para substituir as relações de serviço por relações de poder, para dominar, oprimir, buscar promoção pessoal e desvalorizar as outras pessoas que fazem parte da comunidade. A religião para essas pessoas é uma forma não de adorar ao Deus vivo e verdadeiro, mas sim de promover o culto a si próprio e buscar a satisfação dos seus próprios interesses. A esses diz Jesus: “sofrerão a mais rigorosa condenação”. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
(ABC da Catequese)

Está escrito: a minha casa será casa de oração
Exorto-vos a proceder segundo o pensamento de Deus. Pois Jesus Cristo, o indefectível princípio da nossa vida, é o pensamento do Pai. Do mesmo modo, os bispos, estabelecidos até aos confins da terra, estão no pensamento de Jesus Cristo. Convém, pois, proceder segundo o pensamento do vosso bispo. É, aliás, o que fazeis. O conjunto dos vossos sacerdotes, verdadeiramente dignos de Deus, está ligado ao bispo como as cordas o estão à cítara. Assim, na conformidade dos vossos sentimentos e na harmonia da vossa caridade, cantais Jesus Cristo. Que cada um de vós se torne membro deste coro para que, na harmonia da vossa conformidade e no tom de Deus, canteis na unidade de uma só voz os louvores do Pai, por Jesus Cristo. […]
Vós sois as pedras do templo do Pai, talhadas para o edifício que Deus Pai construiu, que se eleva até ao cimo pelo instrumento de Jesus Cristo, que é a Sua cruz, servindo-vos como cabo do Espírito Santo. A vossa fé atrai-vos para o alto, e a caridade é o caminho que vos eleva até Deus. Sois também companheiros de caminho, portadores de Deus e do Seu templo, portadores de Cristo, levando os objectos sagrados, ornados em tudo com os preceitos de Jesus Cristo. Convosco, vivo na alegria […]; regozijo-me convosco pelo facto de que, vivendo uma vida nova, amais apenas a Deus.
 (Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

DICIONÁRIO BÍBLICO
(Explicações rápidas sobre certo assunto, lugar, objetos e ou pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

AMALEQUE
Filho de Elifaz e Timna, neto de Esaú, irmão de Jacó. Veja em: Gênesis 36,12-16; Êxodo 17,8-16; Deuteronômio 25,17-19; 1 Crônicas 1,36. Amaleque deu origem à tribo nômade dos Amalequitas, os quais, seguidamente, tentaram impedir o êxodo de Israel, do Egito para Canaã.

QUEM É QUEM?
(Explicações mais detalhas e completas sobre as pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

ABSALÃO (Hebraico: AVSHALOM, que quer dizer: PAI É PAZ)
Ao liderar a rebelião contra seu pai, o rei Davi, Absalão parece ter vivido para contradizer o sentido do seu nome. Terceiro filho do rei, nasceu durante o primeiro reinado de Davi sobre Judá em Hebron. sua mãe era Maaca, filha do rei de Gessur, uma nação ao nordeste do mar da Galiléia. O segundo filho de Davi, Queleab, evidentemente morreu jovem, deixando o belo e ambicioso Absalão como o segundo na linha de sucessão depois de seu meio-irmão Amnon.
As tensões inevitáveis entre esses dois filhos reais de mães diferentes redundaram num ódio mortal quando Absalão ainda era jovem. Amnon seduziu Tamar, irmã plena de Absalão, levou-a para a sua casa e violou a moça. Arrasada, Tamar foi a Absalão em busca de proteção, enquanto o pai dela, Davi – embora com raiva -, não fez nada para punir Amnon por sua transgressão. Absalão encheu-se de aversão por Amnon, mas esperou pacientemente dois anos antes de realizar sua vingança. Ele convidou AMnon e os outros filhos de Davi para um festival de tosquia de ovelhas e, quando Amnon estava “alegre por causa do vinho” (2Sm 13,28), assassinou-o.
Temendo vingança de sangue, Absalão fugiu para o norte, para a corte de seu avô em Gessur. Lá ele ficou três anos, antes que Joab, comandante do exército, fosse capaz de convencer Davi a permitir que o refugiado tivesse retorno garantido. No entanto passaram-se mais dois anos até que Davi se mostrasse disposto a encontrar-se com seu filho; nessa época, o ressentimento de Absalão se agravara, e ele estava decidido a depor seu pai. Absalão usou sua personalidade atraente e boa aparência notável numa campanha metódica para conseguir adeptos leais a si e estimular ressentimento contra Davi; nesse processo, como declara o texto bíblico, “Absalão ia seduzindo o coração dos homens de Israel” (2Sm 15,6).
Absalão tocou a trombeta da rebelião em Hebron, cidade onde nasceu e capital original de Davi. A resposta popular foi irresistível. As pessoas que tinham qualquer ressentimento contra Davi bandearam-se para a causa do seu filho – até Aquitofel, um dos conselheiros mais confiáveis de Davi. Mas Davi não estava sem recursos. Embora fugisse de Jerusalém aparentemente desamparado diante da revolta, deixou para trás seguidores leias, como Cusai, o araquita, que se infiltraram no círculo de confiança de Absalão. Quando Aquitofel insistiu com Absalão para enviar soldados rapidamente para assassinar o rei, Cusai conseguiu convencer Absalão a tomar um curso mais cauteloso no qual ele pudesse pessoalmente conduzir um exército contra seu pai. O conselho de Cusai permitiu que Davi tivesse tempo de reunir suas tropas experientes em batalha para enfrentar os ataques do filho rebelde.
A batalha ocorreu ao leste do rio Jordão, na densa floresta de Efraim. Quando perdia a luta, Absalão fugiu. Sua montaria correu para debaixo de um grande carvalho e a espessa cabeleira solta de Absalão emaranhou-se nos galhos. Joab interveio de novo, mas desta vez para executar o rebelde suspenso com três dardos no peito. Davi, que apesar de tudo ainda amava o filho, não pôde celebrar a sua vitória, e caiu em prantos ao saber das novidades: “Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri eu em teu lugar!” (2Sm 19,1). (FIM).

CATEQUESE
(Perguntas para se pesquisar na Sagrada Escritura)

Eclesiastes 12,1Complete: “Lembra-te do teu criador…”
a) Antes que se escureça o sol
b) Antes que te espantes no caminho
c) porque vais à casa eterna
d) Nos dias da tua mocidade

COMEMORAÇÕES

ANIVERSÁRIOS (Natalícios, Matrimoniais, …)

DIAS COMEMORATIVOS (Nacionais e Internacionais)
Dia da Bandeira

SANTO DO DIA
– São Roque gonzález e companheiros mártires (Canção NovaEvangelho Quotidiano)
– Santa Matilde de Hackeborn (Evangelho Quotidiano)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

PELA CURA DO CÂNCER
– Pedido por Marcelo e Corina por todos acometidos por esta doença

PELA GRAÇA DE UM PARTO ABENÇOADO
– Maria Vitória (Fernanda e Daniel)

PELA PROTEÇÃO DAS FAMÍLIAS
– Carlos e Vandir
– Celso
– Delmo Gonçalves da Silva
– Flávio e Ana Paula
– Hinaldo e Patrícia
– Jairo Felipe
– José Eustáquio e Lúcia
– José Silvestre e Edinamar
– Messias e Helen
– Paola
– Selmo e Simone
– Wilson e Marilda

PELA REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DE SAÚDE
– Fabrício Nunes
– Tia Lúcia dos Santos (Uberlândia)

– Waldir da Marlene (Em casa)

PELA RECUPERAÇÃO DA SAÚDE
– Ademar Marques Trindade
– Antônia Gomes Vieira
– Carlos Alberto Nunes
– Delmo Gonçalves da Silva
– Dar Paulo Leite
– Helen Cristina de Melo Silva
– José Eustáquio dos Santos
– Juvenal Leonel Filho
– Maria Alves
– Nilza Gomes Terra
– Pai de Aparecida Damião
– Pai de Maria Marlene
– Selmo
– Silvana Gomes Nunes
– Sílvia Galante Santos
– Tereza Maria de Melo
– Vitória Xavier Nascimento

PELA VIAGEM DE NEGÓCIOS
– Hinaldo

PELO PROFISSIONAL ABENÇOADO DA ÁREA DE SAÚDE
– Dr. Paulo Leite

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