LD-23/11/10 (3ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!

23/Nov/2010 (3ª Feira) – XXXIV Semana do Tempo Comum
(verde – ofício do dia da II semana)
. . .

A todos nós que nos encontramos neste ambiente virtual, por meio deste blog, tenhamos a paz de Deus, nosso Pai; a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo; o amor na comunhão do Espírito Santo. Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos:
Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Ficai então aqui conosco, reunidos pela grande rede, a internet, para podermos melhor meditar e comungar com a Vossa Palavra. Amém!

Queremos o mundo livre de toda violência e injustiça. Cada cristãos deve trabalhar por um mundo assim, humano e fraterno, e para isso precisamos da vigilância, que não nos deixa acomodados diante da maldade.

Cantemos a Antífona da entrada: O Senhor fala de paz a seu povo e a seus amigos e a todos os que se voltam para ele (Sl 84,9).

LEITURAS

Um dia vai chegar a hora da colheita, alguém virá recolher os frutos. Por isso precisamos estar atentos aos sinais da história e escutar a voz dos verdadeiros profetas.

Vamos ler o livro do Apocalipse 14,14-19
O triunfo da vida sobre a morte

Eu, João, 14na minha visão, vi uma nuvem branca e sentado na nuvem alguém que parecia um “filho de homem”. Tinha na cabeça uma coroa de ouro e, nas mãos, uma foice afiada. 15Saiu do Templo outro anjo, gritando em alta voz para aquele que estava sentado na nuvem: “Lança tua foice, e ceifa. Chegou a hora da colheita. A seara da terra está madura!” 16E aquele que estava sentado na nuvem lançou a foice, e a terra foi ceifada. 17Então saiu do templo que está no céu mais um anjo. Também ele tinha nas mãos uma foice afiada. 18E saiu, de junto do altar, outro anjo ainda, aquele que tem o poder sobre o fogo. Ele gritou em alta voz para aquele que segurava a foice afiada: “Lança a foice e colhe os cachos da videira da terra, porque as uvas já estão maduras”. 19E o anjo lançou a foice afiada na terra, e colheu as uvas da videira da terra. Depois, despejou as uvas no grande lagar do furor de Deus.

Vamos cantar o Salmo 95(96)
O Senhor vem julgar nossa terra.

— O Senhor vem julgar nossa terra.
— Publicai entre as nações: “Reina o Senhor!” Ele firmou o universo inabalável, e os povos ele julga com justiça.
— O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; os campos com seus frutos rejubilem e exultem as florestas e as matas.
— Na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.

Vamos ler . . .
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 21,5-11
As aparências desaparecerão / Anúncio da destruição do Templo

Naquele tempo, 5algumas pessoas comentavam a respeito do Templo que era enfeitado com belas pedras e com ofertas vo­tivas. Jesus disse: 6“Vós admirais estas coisas? Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra. Tudo será destruído”. 7Mas eles perguntaram: “Mestre, quando acontecerá isto? E qual vai ser o sinal de que estas coisas estão para acontecer?” 8Jesus respondeu: “Cuidado para não serdes enganados, porque muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Sou eu!’ E ainda: ‘O tempo está próximo’. Não sigais essa gente! 9Quando ouvirdes falar de guerras e revoluções, não fiqueis apavorados. É preciso que estas coisas aconteçam primeiro, mas não será logo o fim”. 10E Jesus continuou: “Um povo se levantará contra outro povo, um país atacará outro país. 11Haverá grandes terremotos, fomes e pestes em muitos lugares; acontecerão coisas pavorosas e grandes sinais serão vistos no céu”.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? O texto diz que as aparências passam e que chegará o fim. Importante é vigiar e aceitar Jesus Cristo. Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram: “Quem aceita a Cristo: Caminho, Verdade e Vida, em sua totalidade, tem garantida a paz e a felicidade, nesta e na outra vida!” (DAp 246). E eu me interrogo: Tenho garantida a minha paz e a felicidade pela aceitação de Jesus Cristo? (Paulinas Online)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE que a Palavra me diz? Leio atentamente o texto, na minha Bíblia. O templo de Jerusalém, construído por Herodes, era de uma grandeza e magnitude sem igual. Jesus não se impressiona. As belas pedras e as ofertas não passavam de exterioridade, aparências. E afirma: “tudo isto será destruído”. O templo viria abaixo. Sua finalidade havia sido desviada. Não era mais o templo do Deus verdadeiro. Em nome da fé eram acobertadas maldades, exploração e idolatrias. E Jesus fala de catástrofes, sinais vindos do céu, terremotos, epidemias. Estes sinais podem confundir. Alguns dirão que o final está próximo. Jesus diz que isto não quer dizer que o fim está perto, mas, ele chegará de repente (ver no versículo 34). (Paulinas Online)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, teu Filho Jesus é sinal de tua presença no meio da humanidade. Que eu saiba acolhê-lo como manifestação de tua misericórdia, e só nele colocar toda a minha segurança. (Paulinas Online)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Meu olhar será iluminado pela presença de Jesus Cristo, rompendo com tudo aquilo que é mera aparência ou ostentação. (Paulinas Online)

REFLEXÕES

A vinda do Filho do Homem
Nos Evangelhos sinóticos encontramos conjuntos de textos escatológicos sobre a vinda do referências à destruição de Jerusalém. Eles integram os “discursos escatológicos” de Mateus (caps. 2425) e Marcos (cap. 13), e dois discursos em Lucas: o primeiro (Lc 17,22-37) destaca a vinda do Filho do homem, e o segundo (Lc 21,5-11) destaca o prenúncio da destruição de Jerusalém e do Templo. Neste, Jesus inicia sua fala aludindo à destruição do Templo, passando, em seguida, aos sinais que a precederão: guerras e perseguições. Há um consenso de que estes textos são uma profecia ex eventu, isto é, escrita após os acontecimentos, tendo sua origem nas primeiras comunidades, após a destruição de Jerusalém e do Templo no ano 70. Seu sentido é induzir as comunidades oriundas do Judaísmo a abandonarem a antiga doutrina emanada do Templo e acolherem a novidade de Jesus. (Paulinas Online)

Uma frágil beleza
O discurso sobre o fim do mundo revela a fragilidade das realidades humanas. Nem mesmo o Templo, construído para ser a habitação de Deus no meio do povo, estaria à salvo da destruição. A constatação de Jesus a respeito da destruição do Templo expressa o destino das realidades humanas: “Não ficará pedra sobre pedra”. O fim de tudo é a sua ruína. Experiência dolorosa, que será acompanhada de tentativas de engano: muitos se apresentarão como messias, anunciando a chegada de fim. Guerras e revoluções, terremotos e epidemias, prodígios e sinais no céu revelarão, também, essa chegada. Mas, ao contrário do que diziam os falsos profetas, Jesus afirma que “não será ainda o fim”. O Mestre assegura isso, com a linguagem apocalíptica da época. Não lhe interessa, porém, inculcar em seus ouvintes os sentimentos dos quais esta linguagem estava carregada. Ele quer tão-somente conscientizar a comunidade acerca da importância de dedicar-se às coisas impossíveis de serem destruídas: a fé e o amor. Quando tudo tiver chegado ao fim, apenas estas duas realidades subsistirão. Só elas podem oferecer segurança e levar o discípulo a superar o medo terrificante que o confronto com a escatologia provoca. A beleza sólida da fé e do amor permanecerão, mesmo quando tudo o mais se tiver reduzido a escombros. Isto porque são obras de Deus. (Dom Total)

Família: estrutura de vida para a vida
Existe um templo vivo que é embelezado com as mais belas pedras, mas que está sendo destruído, rachado, pela falta de fidelidade de seus membros, a começar pelos pais: a família. A grande dinamite que está implodindo esse templo, não permitindo ficar pedra sobre pedra, é o divórcio.
O problema do divórcio na vida matrimonial não é de hoje: é de todo o sempre, desde que o homem é homem; foi legalizado há pouco tempo, mas já é uma prática muito antiga. Aliás, este [o divórcio] sempre foi um dos principais projetos do coração de satanás para destruir os filhos de Deus. A carta de divórcio – fruto de uma lei positiva, ou seja, uma lei criada pelos homens – não deve ser obedecida e seguida, pois vai contra a lei natural, lei esta que Deus Pai colocou dentro do coração do homem, que é a sua consciência. A lei do divórcio é legal – por ser lei -, mas é imoral – não é nada “legal”, pois é projeto do coração do diabo colocado no coração dos homens.
Por que o número dessa prática está cada vez maior? Porque só é capaz de casar com alguém aquela pessoa que se casou consigo primeiro. Como vou viver uma comunhão com alguém se em mim está tudo fragmentado, dividido? Não tem como!
Por outro lado, as famílias encontram-se – especialmente esposo e esposa – totalmente distantes do tripé que rege o sacramento do matrimônio: espiritualidade, diálogo e cultivo.
Espiritualidade: Onde estão as famílias? Alimentando-se da Palavra de Deus e da Eucaristia dominical? Existem muitas famílias que se reúnem durante quinze horas de novela semanal e não têm uma hora de seu tempo para a Santa Missa no domingo. Há famílias que sabem da vida de todo o mundo, mas não sabem da história da salvação contida na Sagrada Escritura. E depois queremos perguntar por que as coisas estão indo de “medonho para infernal?”
Diálogo: Dialogar é diferente de conversar. Conversar é falar daquilo que está fora; dialogar é falar daquilo que está dentro, dentro do coração; é partilhar vida, intimidade; é dar-se a conhecer e conhecer o outro; significa rasgar o coração na presença da pessoa amada, sem medo de não ser acolhido (a). Quantas meninas buscam o colo de outros homens em casas de prostituição e motéis, porque não encontram o colo do pai dentro de casa; aliás, pai que não pega filha no colo, pega a filha no colo dos outros. Quantos esposos há em casas de prostituição, à beira de um balcão de bebida, buscando diálogo, pois não têm condições e espaço para dialogar em casa! Quantos filhos cheirando “uma carreira” de cocaína, “beijando um baseado” de maconha, um cachimbo com crack, porque não encontram o rosto de pai e mãe em casa, para poder cheirar e beijar… E assim por diante. Onde estão os casais que dialogam e não brigam? Que estendem a mão para acolher e não para apontar erros e defeitos?
Cultivo: Cultivar uma planta significa cuidar, zelar, exige cuidado, exige abaixar-se constantemente em direção a ela para arrancar-lhe as ervas daninhas que estão ali e querem impedir seu crescimento e desenvolvimento. Da mesma forma, esposos e esposas são convidados para cultivarem um ao outro. Como fazer isso? Namorando! Os casais não namoram mais; um para um lado e outro para o outro.
O casal é convidado, os dois juntos, a se abaixar num gesto de profunda humildade e a arrancar aquilo que não presta; não “do pé da planta”, que é a outra pessoa, mas da sua vida, ou seja, cada um dos cônjuges ter a humildade de reconhecer seus erros e mudar. E se colocarem a serviço de forma a servirem-se mutuamente, colocando a pessoa amada como aquela que deve ser servida.
Se vivermos este tripé, não precisaremos exigir uma carta assinada por satanás. O divórcio existe, pois pessoas divididas só podem querer se separar das outras. Nunca nos esqueçamos desta verdade: o amor é mais forte do que a morte! Porém, ele morre. Como? O amor nunca morre de morte natural: ele é sempre assassinado. Principalmente, quando algum dos pés é quebrado deste tripé: espiritualidade, diálogo e cultivo. (Homilia Diária)

Conversa pra boi dormir
Acho que ninguém gosta de ser enganado. Mas parece que algumas pessoas não se cuidam muito. Parece até que gostam de serem ludibriadas. Quanta gente ainda cai naquela história do bilhete premiado! Há pessoas que, ou são simples demais e acreditam que todos são “bonzinhos” ou ficam cegos diante da possibilidade de ficarem ricas que não percebem que são enganadas. Devemos desconfiar que “quando a esmola é demais, o santo desconfia”. O mundo está cheio de gente boa. Mas também há muita gente maldosa que não tem escrúpulo de usarem o Nome de Deus, a religião, a Igreja, os valores cristãos para prejudicarem as pessoas mais simples. Lembram-se da quantidade de falsos profetas que enganavam o povo antes do ano 2 mil? Alguns casos viraram notícias nacionais e internacionais. Faziam tantas profecias… Lembram das “Borboletas Azuis” na Paraíba e em Pernambuco? E o Miranda Leal em Maringá? Mais horrível ainda foi o fenômeno “Jim Jones”, Líder Norte Americano que enganou uma enorme multidão para seguir uma falsa religião. O fanatismo foi tanto que 913 pessoas se mataram pela tal fé falsa. Mas ainda nos dias de hoje tem gente acreditando nas “Correntes de orações”. Dias desses, fui procurando por pessoas angustiadas por ter recebido cópia de uma oração a Nossa Senhora Aparecida. Na folha havia uma ordem de fazer uma certa quantidade de cópias e distribuir. Se não fizesse isso haveria maldição, desgraças, mortes, etc. Ainda contava testemunhos de pessoas que não fizeram e se deram mal. Tanta ingenuidade! Tanta bobeira! Tanta burrice! “Conversa pra boi dormir”! Eu respondi para as pessoas: O que diz a Bíblia? Vocês conhecem a Palavra de Deus? Jesus avisou para não sermos enganados. “Tomem cuidados para não serão enganados. Muita gente virá com profecias falsas” (Lc 21, 8). Jesus é Amigo e avisou. Só vai cair no engano quem não souber ou não prestar a atenção no aviso. Aqui cabe uma chamada de atenção: Vamos melhorar nosso trabalho catequético? Vamos informar melhor o povo de Deus? O povo é como ovelhas. E muitas ovelhinhas são fracas, simples e inexperientes. Se formos pastores de Jesus Cristo, e somos de fato, então temos obrigação de orientar mais e mais nossos irmãos sobre este perigo. Eu não me canso de pregar, avisar, divulgar as palavras de Jesus. O Profeta Ezequiel disse que se seu irmão estiver errando e você não o aconselhar, ele se perde e você também. Então? Vamos aproveitar todas as oportunidades para esse trabalho? Rezem comigo… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

Uma frágil beleza
O discurso sobre o fim do mundo revela a fragilidade das realidades humanas. Nem mesmo o Templo, construído para ser a habitação de Deus no meio do povo, estaria à salvo da destruição. A constatação de Jesus a respeito da destruição do Templo expressa o destino das realidades humanas: “Não ficará pedra sobre pedra”. O fim de tudo é a sua ruína. Experiência dolorosa, que será acompanhada de tentativas de engano: muitos se apresentarão como messias, anunciando a chegada do fim. Guerras e revoluções, terremotos e epidemias, prodígios e sinais no céu revelarão, também, essa chegada. Mas, ao contrário do que diziam os falsos profetas, Jesus afirma que “não será ainda o fim”. O Mestre assegura isso, com a linguagem apocalíptica da época. Não lhe interessa, porém, inculcar em seus ouvintes os sentimentos dos quais esta linguagem estava carregada. Ele quer tão somente conscientizar a comunidade acerca da importância de dedicar-se às coisas impossíveis de serem destruídas: a fé e o amor. Quando tudo tiver chegado ao fim, apenas estas duas realidades subsistirão. Só elas podem oferecer segurança e levar o discípulo a superar o medo terrificante que o confronto com a escatologia provoca. A beleza sólida da fé e do amor permanecerão, mesmo quando tudo o mais se tiver reduzido a escombros. Isto porque são obras de Deus.
Para sua reflexão: A majestosa construção do templo tinha sido iniciada por Herodes, o Grande, por volta do ano 19 a.C. O anúncio da ruína do templo é ocasião do último discurso de Jesus, onde prediz as tribulações do fim dos tempos e o seu regresso em glória. O discurso dirige-se ao povo no templo ou então aos discípulos no Monte das Oliveiras. Lucas distingue os anúncios do fim do mundo dos acontecimentos que o precedem: perseguição dos discípulos, ruína de Jerusalém, e conclui com exortações à esperança e a vigilância. Os profetas suscitaram grande escândalo, anunciando a ruína do templo, assim como também Jesus. (Mundo Católico)

Para nós o que importa: o mundo material ou o espiritual
Não podemos por na realidade material o sentido final da nossa vida e a causa da nossa felicidade, pois o mundo material é transitório e só encontra o seu verdadeiro sentido enquanto é relacionado com o definitivo, ou seja, o mundo espiritual, e contribui para que a pessoa encontre nos valores que não são transitórios a causa da sua vida e da sua felicidade. Assim, devemos ser capazes de submeter os valores transitórios aos valores definitivos, pois somente eles podem nos garantir a nossa plena realização. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
. . . (ABC da Catequese)

O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão de passar
Nosso Senhor Jesus Cristo virá dos céus e virá no fim deste mundo, no último dia; porque este mundo terá um fim, e este mundo criado será renovado. Efectivamente, uma vez que a corrupção, o roubo, o adultério e toda a espécie de faltas se espalharam sobre a terra e «derramam sangue sobre sangue» (Os 4,2), para que esta admirável morada não permaneça cheia de injustiça, este mundo desaparecerá e surgirá outro mais belo. […]
Escutai o que diz Isaías: «os céus enrolam-se como um pergaminho, os seus exércitos extinguem-se e caem como folhas mortas de vinha ou de figueira» (Is 34,4). E o Evangelho diz: «o Sol irá escurecer-se, a Lua não dará a sua luz, as estrelas cairão do céu» (Mt 24,29). Não nos aflijamos como se fôssemos os únicos que têm de morrer: as estrelas também morrerão, mas talvez sejam ressuscitadas. O Senhor enrolará os céus, não para os destruir, mas para os ressuscitar mais belos. Escutai o que diz o profeta David: «Tu fundaste a terra desde o princípio e os céus são obra das Tuas mãos. Eles deixarão de existir, mas Tu permanecerás; […] como um vestido que se muda, assim eles desaparecem. Mas Tu permaneces sempre o mesmo, os Teus anos não têm fim» (Sl 101,26-28). […] Escutai ainda as palavras do Senhor: «O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão-de passar» (Mt 24,35); é que o peso das coisas criadas não se iguala ao das palavras do seu Senhor.
 (Evangelho Quotidiano)

ESTUDO E CONHECIMENTO

DICIONÁRIO BÍBLICO
(Explicações rápidas sobre certo assunto, lugar, objetos e ou pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)

AMASA
Filho do israelita Jeter (Itra, Jetra) e de Abigail. Seu nome significa “aquele que leva o fardo“. Veja em: 2 Samuel 17,25; 19,13; 20,4-13. Amasa apoiou a revolta de Absalão contra Davi, mas depois foi perdoado e tornou-se um dos seus generais.

QUEM É QUEM?
(Explicações mais detalhas e completas sobre as pessoas descritas dentro da Sagrada Escritura)
(ATENÇÃO: ÚLTIMO DIA DE ABSALÃO)

ABSALÃO (Hebraico: AVSHALOM, que quer dizer: PAI É PAZ)
Ao liderar a rebelião contra seu pai, o rei Davi, Absalão parece ter vivido para contradizer o sentido do seu nome. Terceiro filho do rei, nasceu durante o primeiro reinado de Davi sobre Judá em Hebron. sua mãe era Maaca, filha do rei de Gessur, uma nação ao nordeste do mar da Galiléia. O segundo filho de Davi, Queleab, evidentemente morreu jovem, deixando o belo e ambicioso Absalão como o segundo na linha de sucessão depois de seu meio-irmão Amnon.
As tensões inevitáveis entre esses dois filhos reais de mães diferentes redundaram num ódio mortal quando Absalão ainda era jovem. Amnon seduziu Tamar, irmã plena de Absalão, levou-a para a sua casa e violou a moça. Arrasada, Tamar foi a Absalão em busca de proteção, enquanto o pai dela, Davi – embora com raiva -, não fez nada para punir Amnon por sua transgressão. Absalão encheu-se de aversão por Amnon, mas esperou pacientemente dois anos antes de realizar sua vingança. Ele convidou AMnon e os outros filhos de Davi para um festival de tosquia de ovelhas e, quando Amnon estava “alegre por causa do vinho” (2Sm 13,28), assassinou-o.
Temendo vingança de sangue, Absalão fugiu para o norte, para a corte de seu avô em Gessur. Lá ele ficou três anos, antes que Joab, comandante do exército, fosse capaz de convencer Davi a permitir que o refugiado tivesse retorno garantido. No entanto passaram-se mais dois anos até que Davi se mostrasse disposto a encontrar-se com seu filho; nessa época, o ressentimento de Absalão se agravara, e ele estava decidido a depor seu pai. Absalão usou sua personalidade atraente e boa aparência notável numa campanha metódica para conseguir adeptos leais a si e estimular ressentimento contra Davi; nesse processo, como declara o texto bíblico, “Absalão ia seduzindo o coração dos homens de Israel” (2Sm 15,6).
Absalão tocou a trombeta da rebelião em Hebron, cidade onde nasceu e capital original de Davi. A resposta popular foi irresistível. As pessoas que tinham qualquer ressentimento contra Davi bandearam-se para a causa do seu filho – até Aquitofel, um dos conselheiros mais confiáveis de Davi. Mas Davi não estava sem recursos. Embora fugisse de Jerusalém aparentemente desamparado diante da revolta, deixou para trás seguidores leias, como Cusai, o araquita, que se infiltraram no círculo de confiança de Absalão. Quando Aquitofel insistiu com Absalão para enviar soldados rapidamente para assassinar o rei, Cusai conseguiu convencer Absalão a tomar um curso mais cauteloso no qual ele pudesse pessoalmente conduzir um exército contra seu pai. O conselho de Cusai permitiu que Davi tivesse tempo de reunir suas tropas experientes em batalha para enfrentar os ataques do filho rebelde.
A batalha ocorreu ao leste do rio Jordão, na densa floresta de Efraim. Quando perdia a luta, Absalão fugiu. Sua montaria correu para debaixo de um grande carvalho e a espessa cabeleira solta de Absalão emaranhou-se nos galhos. Joab interveio de novo, mas desta vez para executar o rebelde suspenso com três dardos no peito. Davi, que apesar de tudo ainda amava o filho, não pôde celebrar a sua vitória, e caiu em prantos ao saber das novidades: “Meu filho Absalão! Meu filho, meu filho Absalão! Por que não morri eu em teu lugar!” (2Sm 19,1). (FIM).

CATEQUESE
(Perguntas para se pesquisar na Sagrada Escritura)

Jeremias 5,1 – O que Jeremias afirmou que não se acharia nas ruas de Jerusalém?
a) Casas habitadas
b) Um homem que praticasse a justiça
c) Pessoas mentirosas
d) Pessoas andando pelas ruas

COMEMORAÇÕES

ANIVERSÁRIOS (Natalícios, Matrimoniais, …)
– Natalício de Marco Antonio Silva
– Natalício de Eva Zenita Brandão Ferreira
– Matrimonial de Marcos e Andréia

DIAS COMEMORATIVOS (Nacionais e Internacionais)
– Dia Internacional do Livro

SANTO DO DIA
– São Clemente I (Canção NovaEvangelho Quotidiano)
– São Columbano (Evangelho Quotidiano)

PEDIDOS E AGRADECIMENTOS DE ORAÇÕES, GRAÇAS E MILAGRES

Independentemente de sua religião ou credo, todos nós precisamos de orações, e é com as orações onde podemos demonstrar a nossa preocupação com o próximo, onde podemos ser mais humanos e realmente fazermos um mundo melhor, começando por nós mesmos. A nossa oração deve ser a elevação da alma a Deus ou o pedido a Deus de bens conformes à sua vontade. A oração é sempre dom de Deus, que vem ao nosso encontro. A oração cristã é relação pessoal e viva dos filhos de Deus que é infinitamente bom, que habita no nosso coração.

PELA CURA DO CÂNCER
– Pedido por Marcelo e Corina por todos acometidos por esta doença

PELA GRAÇA DE UM PARTO ABENÇOADO
– Maria Vitória (Fernanda e Daniel)

PELA PROTEÇÃO DAS FAMÍLIAS
– Carlos e Vandir
– Celso
– Delmo Gonçalves da Silva
– Flávio e Ana Paula
– Hinaldo e Patrícia
– Jairo Felipe
– José Eustáquio e Lúcia
– José Silvestre e Edinamar
– Messias e Helen
– Paola
– Selmo e Simone
– Wilson e Marilda

PELA REALIZAÇÃO DE TRATAMENTO DE SAÚDE
– Fabrício Nunes
– José Júlio

– Tia Lúcia dos Santos (Uberlândia)
– Waldir da Marlene (Em casa)

PELA RECUPERAÇÃO DA SAÚDE
– Ademar Marques Trindade
– Antônia Gomes Vieira
– Carlos Alberto Nunes
– Delmo Gonçalves da Silva
– Dar Paulo Leite
– Helen Cristina de Melo Silva
– José Eustáquio dos Santos
– José Júlio

– Juvenal Leonel Filho
– Maria Alves
– Nilza Gomes Terra
– Pai de Aparecida Damião
– Pai de Maria Marlene
– Selmo
– Silvana Gomes Nunes
– Sílvia Galante Santos
– Tereza Maria de Melo
– Vitória Xavier Nascimento

PELA VIAGEM DE NEGÓCIOS
– Hinaldo

PELO PROFISSIONAL ABENÇOADO DA ÁREA DE SAÚDE
– Dr. Paulo Leite

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