LD-29/12/10 (4ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
29/Dez/2010 (4ª Feira) – OITAVA DO NATAL
(branco, glória, prefácio do Natal – ofício do dia)
. . .

Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos: Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Amém!

Simeão proclama o cerne de toda a atividade de Jesus: produzir uma sociedade justa e fraterna, aberta para a novidade de Deus! Para isso, é preciso libertar os pobres e famintos, os aflitos e os que são perseguidos por causa da justiça.

LEITURAS

Vamos ler a primeira carta de são João 2,3-11
Quem ama seu irmão permanece na luz

Caríssimos, 3para saber que conhecemos Jesus, vejamos se guardamos os seus mandamentos. 4Quem diz: “Eu conheço a Deus”, mas não guarda os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele. 5Naquele, porém, que guarda a sua palavra, o amor de Deus é plenamente realizado. O critério para sabermos se estamos com Jesus é este: 6quem diz que permanece nele, deve também proceder como ele procedeu. 7Caríssimos, não vos comunico um mandamento novo, mas um mandamento antigo, que rece­bestes desde o início; este mandamento antigo é a palavra que ouvistes. 8No entanto, o que vos escrevo é um mandamento novo – que é verdadeiro nele e em vós – pois que as trevas passam e já brilha a luz verdadeira. 9Aquele que diz estar na luz, mas odeia o seu irmão, ainda está nas trevas. 10O que ama o seu irmão permanece na luz e não corre perigo de tropeçar. 11Mas o que odeia o seu irmão está nas trevas, caminha nas trevas, e não sabe aonde vai, porque as trevas ofuscaram os seus olhos.

Vamos cantar o Salmo 95(96)
O céu se rejubile e exulte a terra!

— O céu se rejubile e exulte a terra!
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo, cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira! Cantai e bendizei seu santo nome!
— Dia após dia anunciai sua salvação, manifestai a sua glória entre as nações, e entre os povos do universo seus prodígios!
— Foi o Senhor e nosso Deus quem fez os céus: diante dele vão a glória e a majestade, e o seu templo, que beleza e esplendor
!

Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 2,22-35
Jesus é apresentado no templo / Luz para iluminar as nações

22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primo­gênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. 24Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor. 25Em Jerusalém, havia um homem chamado Si­meão, o qual era justo e piedoso, 26e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor. 27Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29 “Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meus olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”. 33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti uma espada te traspassará a alma”.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? O teólogo Schillebeeckx, diz ainda que “Maria é o braço que une a humanidade santa e salvadora de Cristo à nossa humanidade”. Ela apresentou Jesus no Templo e ali se revelou o Salvador, na voz de Simeão: “eu já vi com os meus próprios olhos a tua salvação, que preparaste na presença de todos os povos: uma luz para mostrar o teu caminho a todos os que não são judeus e para dar glória ao teu povo de Israel”. Os bispos, na Conferência de Aparecida, afirmaram: “Jesus é o Filho de Deus, a Palavra feito carne (cf. Jo 1,14), verdadeiro Deus e verdadeiro homem, prova do amor de Deus aos homens.” (DAp 102). Tenho um Salvador. Jamais devo perder a esperança e a fé. (Paulinas)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE  que a Palavra me diz? Leio atentamente, na minha Bíblia, o texto Lc 2,22-35. O grande teólogo Edward Schillebeeckx, que faleceu no dia 23 de dezembro de 2009, afirma que “Deus se revelou em Jesus, conforme a concepção cristã, valendo-se do não-divino do seu ser homem… Jesus partilhou conosco na cruz da fragilidade de nosso mundo. Mas este fato significa que em sua absoluta liberdade e antes de todo tempo, Deus determina quem e como quer ser no seu ser mais profundo, a saber, um Deus dos homens, companheiro de aliança em nosso sofrer e em nossa absurdidade, e companheiro de aliança também no que realizamos de bem. Ele é, em seu próprio ser, um Deus por nós. (Paulinas)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, que teu Filho Jesus seja para mim motivo de crescimento e de promoção, levando-me, a conhecer-te sempre mais e a aderir ao teu Reino de amor. (Paulinas)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Meu novo olhar é de reconhecimento da salvação que também nós “vimos com nossos próprios olhos”. Ele, Jesus Cristo, é a luz que ilumina o nosso caminho. (Paulinas)

REFLEXÕES

O MENINO JESUS NO TEMPLO
Lucas menciona o cumprimento da Lei de Moisés como o motivo da presença do recém-nascido no Templo de Jerusalém, que foi levado por seus pais. Ele realça, assim, o sinal de contradição que se esboça, para a queda e o reerguimento de muitos. A cidade com seu Templo, à qual acorre todo o povo para cumprir observâncias religiosas, é a cidade que mata os profetas. Será este menino que, em plena maturidade, proclamará a bem-aventurança dos pobres e denunciará a corrupção que assola o Templo, prenunciando a sua destruição e a de Jerusalém. (Paulinas)

LUZ DAS NAÇÕES
A cena da apresentação do menino Jesus no templo e o rito de purificação de Maria são ricos em detalhes que evidenciam a identidade do Salvador. Revestem-se de um conjunto de elementos proféticos, pelos quais a existência de Jesus se pautará. Ele foi apresentado como pobre. Seus pais ofereceram um casal de rolinhas ou dois pombinhos, como era previsto para as família mais pobres Aliás, toda a vida de Jesus transcorrerá na pobreza. Com o rito de oferta, o Messias tornava-se uma pessoa consagrada ao Pai. Esta será uma marca característica de sua existência. Não se pertencerá a si mesmo; todo seu ser estará posto nas mãos do Pai, por cuja vontade se deixará guiar. O velho Simeão definiu a missão do Messias Jesus: ser luz para iluminar as nações e manifestar a glória de Israel para todos os povos. Por meio de Jesus, a humanidade poderia caminhar segura, sem tropeçar no pecado e na injustiça, e, assim, chegar ao Pai. Por outro lado, o Messias Jesus estava destinado a ser sinal de contradição. Quem tivesse a coragem de acolhê-lo, seria libertado de seus pecados. Mas para quem se recusasse aderir a ele, seria motivo de queda. Portanto, Jesus seria escândalo para uns, e ressurreição para outros. Esta cena evangélica retrata, assim, o que Jesus encontraria pela frente. (Dom Total)

O REDENTOR É APRESENTADO
“Levaram o Menino a Jerusalém, a fim de O apresentarem ao Senhor, conforme o que está escrito na Lei do Senhor” (Lc 2, 22).
Conforme a Lei, sobre a mulher gestante incidiam várias exigências a serem cumpridas quando do nascimento da criança. A consagração dos primogênitos era feita no ato da circuncisão, no sexto dia do nascimento (cf. Ex 22,28s; Lv 12,3). A purificação da mãe acontecia trinta e três dias depois da circuncisão.
No Templo de Jerusalém, por ocasião da purificação de Maria, o justo Simeão profetiza sobre o Menino Jesus, que será sinal de contradição. Uma das características marcantes de Cristo Jesus, em Seu ministério, foi o conflito com as tradições da Lei e com os chefes religiosos. O empenho em libertar os pequenos e humildes oprimidos sob o jugo da Lei levou-O à morte de cruz, momento culminante em que uma espada transpassa a alma de Sua Mãe.
A Igreja, hoje, revive o mistério da Apresentação de Jesus no Templo. Revive-o com a admiração da Sagrada Família de Nazaré, iluminada pela plena revelação daquele “Menino”.
O Menino, que Maria e José levam com emoção ao Templo, é o Verbo Encarnado, o Redentor do homem e da história!
Hoje, comemorando o acontecimento que nesse dia teve lugar em Jerusalém, também nós somos convidados a entrar no Templo, para meditar sobre o mistério de Cristo, Unigênito do Pai que, com a Sua Encarnação e a Sua Páscoa, tornou-se o Primogênito da humanidade redimida.
Desta maneira, no Evangelho de hoje prolonga-se no tema de Cristo-luz, que caracterizam as solenidades do Natal e da Epifania.
“Luz para iluminar as nações e glória do teu povo, Israel” (Lc 2, 32). Estas palavras proféticas são proferidas pelo velho Simeão, inspirado por Deus quando toma o Menino Jesus nos braços. Ele preanuncia ao mesmo tempo em que “o Messias do Senhor” realizará a Sua missão como um “sinal de contradição” (cf. Lc 2, 34). Quanto a Maria, a Mãe, também ela participará pessoalmente da Paixão do Filho (cf. Lc 2, 35).
Por conseguinte, na solenidade do dia de hoje, celebramos o mistério da consagração: consagração de Cristo, consagração de Maria e consagração de todos aqueles que se põem no seguimento de Jesus por amor ao Reino de Deus Pai.
O ícone de Maria que contemplamos, enquanto ela oferece Jesus no Templo, prefigura o ícone da Crucifixão, antecipando também a sua chave de leitura, Jesus, Filho de Deus, sinal de contradição. Com efeito, é no Calvário que alcança o seu cumprimento a oblação do Filho e, unida a esta, também a da Mãe. A mesma espada atravessa ambos, a Mãe e o Filho (cf. Lc 2, 35). A mesma dor, o mesmo amor.
Ao longo deste caminho, a Mãe de Jesus tornou-se Mãe da Igreja. A sua peregrinação de fé e de consagração constitui o arquétipo para a peregrinação de cada batizado. Como é consolador saber que a Santíssima Virgem Maria está ao nosso lado, como Mãe e Mestra, no itinerário de nossa vida de batizados! Além do plano afetivo, encontra-se ao nosso lado mais profundamente na eficácia sobrenatural demonstrada pelas Escrituras, pela Tradição e pelo testemunho dos santos, muitos dos quais seguiram Cristo no caminho exigente dos conselhos evangélicos.
A cada ano, no Tempo Litúrgico do Natal, é recordada a imensidão do amor de Deus por nós. É preciso acreditar e viver esse amor e a ele entregar-se sem reservas. Assim como Simeão realizou sua esperança, também nós podermos contar sempre com a presença redentora de Cristo. Deixemos, pois, que Deus nos ame, para que sejamos, de fato, transformados, pois Ele continua amorosamente presente no meio de nós.
Ó Maria, Mãe de Cristo e nossa Mãe, agradecemos-te o cuidado com que nos acompanhas ao longo do caminho da vida, enquanto te pedimos: “Neste dia, volta a apresentar-nos a Deus, nosso único bem, a fim de que a nossa vida, consumida pelo Amor, seja um sacrifício vivo, santo e do teu agrado. Amém!” (Homilia Diária)

VELHO É TRAPO
Nos tempos que fui Pároco em São João do Ivaí, minha primeira Paróquia, Minha Diocese (Apucarana), realizou uma pesquisa sobre a atuação da Igreja. Foi muito interessante toda aquela movimentação. Foi um olhar para nós mesmos, nosso trabalho e nossa fé. Uma das perguntas era sobre o Padre. Quais as reclamações que o povo tinha. Onde o Padre devia melhorar? Como o Padre devia atender o povo? Etc…
Sempre gostei de ouvir as opiniões das pessoas sobre nosso trabalho. Até mesmo Jesus perguntou aos discípulos o que o povo dizia dele. Gosto muito de ouvir os elogios, mas valorizo muito as observações negativas sobre meu comportamento. Essas observações me ajudam a melhorar e crescer. Gosto muito de dizer: “Os elogios dirigidos a mim fale-os para o povo. Os meus erros conte-os a mim”. Ajude-me a melhorar…
No dia que fomos tabular o resultado da pesquisa, pegamos folha por folha, item por item e fomos somando. Notei que havia uma observação sobre mim. Dizia assim: “Padre Natalício não gosta de velhos. Velhos não servem nem para ser padrinhos de batismo. Fiquei intrigado com aquilo. Pensei! Pensei e pensei. Porque disseram aquilo de mim? Sempre tive um carinho muito grande com as pessoas idosas. Rezava missa todos os meses no Asilo São Lourenço, visitava as pessoas idosas que não podiam vir à igreja e as ungia na Semana do Enfermo. Sempre fui muito atencioso com pessoas idosas inclusive meu pai e minha mãe. Qual era a procedência daquela crítica???
Só mais tarde compreendi o significado. É que nos encontros de preparação para o batismo eu “aconselhava” os pais a não convidarem os avós das crianças para serem seus padrinhos. Poderiam ser escolhidas outras pessoas diferentes. As avós já têm cuidados com seus netos. Não precisam acumular funções. Eu mesmo fui batizado por meu avô, pai do meu pai. Quando ele faleceu, perdi o avô e o padrinho. Aquela orientação era apenas um conselho. Não era lei ou norma, mas alguém entendeu assim.
A pessoa idosa é muito importante. “Velho não é trapo”. Vejam o testemunho que o Velho Simeão deu no Templo em Jerusalém. Sua fé e sua vida; suas palavras e suas profecias foram tão importantes que São Lucas registrou no seu Evangelho (Lc 2, 22-35). O Ancião estava ali, na Casa, de Deus esperando a realização das Santas Promessas. Sua história é um alerta para todos nós. Para as gerações futuras. É um modelo de perseverança, fé e esperança. Todos nós, especialmente as pessoas idosas, devemos seguir o exemplo deste Profeta. Não gosto de gente desanimada. É muito triste encontrar pessoas idosas dizendo que já fez tudo o que tinha para fazer, que agora é a vez dos jovens, que estão cansados… Quero rezar hoje pela Pastoral da Pessoa Idosa e pelos idosos que continuam na ativa no serviço da comunidade e da Igreja… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

PALAVRAS PROFÉTICAS
A cerimônia de apresentação do menino Jesus no templo e o cumprimento dos preceitos religiosos, referentes aos primogênitos, trouxe surpresas para a família de Nazaré. As palavras do velho Simeão, nome que significa “Deus ouviu”, tinham sabor profético e serviram para que Maria e José desde logo tomassem consciência da real identidade e missão de seu filho Jesus.
Como o profeta do passado, Jesus estava destinado a ser “luz para iluminar todos os povos”. Seu testemunho de vida e sua pregação haveriam de dissipar as trevas do erro e oferecer um acesso seguro para o Pai. Ninguém mais precisaria vagar em busca de Deus, correndo o risco de cair nas armadilhas da idolatria e das falsas religiosidades.
Entretanto, o menino Jesus haveria de ser um “sinal de contradição e causa de queda e de elevação de muitos em Israel”. Pondo às claras as maquinações perversas dos inimigos de Deus, provocaria reações violentas por parte das forças do anti-Reino. Ao “desvendar os pensamentos de muitos corações” não permitiria que o mal assumisse aparência de bem, a injustiça se acobertasse com a capa da justiça, nem que a mentira passasse por verdade.
Sendo assim, ao mesmo tempo em que seria motivo de crescimento e descoberta do verdadeiro rosto de Deus para uns, levaria outros a se revelarem muito mais malignos do que à primeira vista pareciam. Nisto consistiria o “sinal de contradição”. (Mundo Católico)

ESPERAR NO SENHOR
Quem espera no Senhor jamais será decepcionado, pois ele sempre cumpre as suas promessas. Deus prometeu durante todo o Antigo Testamento a vinda do Messias e muitos em Israel acreditaram nessa promessa, vivendo na esperança da sua chegada. O canto de Simeão nos mostra esta esperança e a alegria da realização da promessa, assim como os elementos principais da missão messiânica de Jesus, que será um sinal de contradição para o povo, pois será libertação para o pobre e condenação para aqueles que não acreditam nele e na sua palavra, de modo que não se convertem. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
. . . (ABC da Catequese)

AGORA, SENHOR, SEGUNDO A TUA PALAVRA, DEIXARÁS IR EM PAZ O TEU SERVO!
Hoje, começo a ser discípulo. Que criatura alguma, visível ou invisível, me impeça de ir ter com Jesus Cristo. […] Nem os mais cruéis suplícios me perturbam, a única coisa que desejo é estar com Jesus Cristo. De que me servem as doçuras deste mundo e os impérios da terra? Mais vale morrer por Cristo Jesus que reinar até aos confins do universo. É a Ele que procuro, a Ele que morreu por nós; é a Ele que desejo, a Ele que ressuscitou por nós. Aproxima-se o momento do meu nascimento. […] Deixai-me abraçar a luz puríssima. Nessa altura, serei um homem. Permiti-me imitar a paixão do meu Deus. […] Os meus desejos terrenos estão crucificados, já não tenho em mim fogo para amar a matéria, mas apenas a «água viva» (Jo 7, 38) que murmura e me segreda ao coração: «Vem para junto do Pai.» Não quero continuar a saborear os alimentos perecíveis nem as doçuras desta vida. É do pão de Deus que tenho fome, da carne de Jesus Cristo, Filho de David, e como bebida quero o Seu sangue, que é o amor incorruptível. (Evangelho Quotidiano)

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