LD-04/01/11 (3ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
04/Jan/2011 (3ª Feira) – Semana da Epifania
(branco, prefácio da Epifania ou do Natal – ofício do dia)
. . .

Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos: Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Amém!

Deus é amor, e seu amor se manifestou entre nós na pessoa de Jesus. Quando existe amor entre pessoasm muitos problemas são superados, incluindo a fome.

LEITURAS

Vamos ler a primeira carta de são João 4,7-10
As fontes da caridade e da fé

Caríssimos: 7amemo-nos uns aos outros, porque o amor vem de Deus e todo aquele que ama nasceu de Deus e conhece Deus. 8Quem não ama não chegou a conhecer Deus, pois Deus é amor. 9Foi assim que o amor de Deus se manifestou entre nós: Deus enviou o seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio dele. 10Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi ele que nos amou e enviou o seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados.

Vamos cantar o Salmo 71(72)
Os reis de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!

— Os reis de toda a terra hão de adorar-vos, ó Senhor!
— Dai ao Rei vossos poderes, Senhor Deus, vossa justiça ao descendente da realeza! Com justiça ele governe o vosso povo, com equidade ele julgue os vossos pobres.
— Das montanhas venha a paz a todo o povo, e desça das colinas a justiça! Este Rei defenderá os que são pobres, os filhos dos humildes salvará.
— Nos seus dias a justiça florirá e grande paz, até que a lua perca o brilho! De mar a mar estenderá o seu domínio, e desde o rio até os confins de toda a terra
!

Vamos…
. . .

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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 6,34-44
O banquete da vida / Primeira multiplicação dos pães

Naquele tempo, 34Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor. Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas. 35Quando estava ficando tarde, os discípulos chegaram perto de Jesus e disseram: “Este lugar é deserto e já é tarde. 36Despede o povo para que possa ir aos campos e povoados vizinhos comprar alguma coisa para comer”. 37Mas, Jesus respondeu: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Os discípulos perguntaram: “Queres que gastemos duzentos denários para comprar pão e dar-lhes de comer?” 38Jesus perguntou: “Quantos pães tendes? Ide ver”. Eles foram e responderam: “Cinco pães e dois peixes”. 39Então Jesus mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. 40E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas. 41Depois Jesus pegou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos para o céu, pronunciou a bênção, partiu os pães e ia dando aos discípulos, para que os distribuíssem. Dividiu entre todos também os dois peixes. 42Todos comeram, ficaram satisfeitos, 43e recolheram doze cestos cheios de pedaços de pão e também dos peixes. 44O número dos que comeram os pães era de cinco mil homens.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Entro em diálogo com o texto. Reflito e atualizo. O que o texto me diz no momento? Este texto me faz pensar em nossa sociedade onde muitos passam fome e outros têm em abundância e há tanto desperdício. Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram os pobres que passam fome e outros tipos de pobreza: “Milhões de pessoas e famílias vivem na miséria e inclusive passam fome. Preocupam-nos também os dependentes das drogas, as pessoas com limitações físicas, os portadores e vítimas de enfermidades graves como a malária, a tuberculose e HIV – AIDS, que sofrem a solidão e se vêem excluídos da convivência familiar e social. Não nos esqueçamos também dos seqüestrados e aqueles que são vítimas da violência, do terrorismo, de conflitos armados e da insegurança na cidade. Também os anciãos que, além de se sentirem excluídos do sistema produtivo, vêem-se muitas vezes recusados por sua família como pessoas incômodas e inúteis. Sentimos as dores, enfim, da situação desumana em que vive a grande maioria dos presos, que também necessitam de nossa presença solidária e de nossa ajuda fraterna. Uma globalização sem solidariedade afeta negativamente os setores mais pobres. Já não se trata simplesmente do fenômeno da exploração e opressão, mas de algo novo: da exclusão social. Com ela o pertencimento à sociedade na qual se vive fica afetado, pois já não se está abaixo, na periferia ou sem poder, mas se está de fora. Os excluídos não são somente “explorados”, mas “supérfluos” e “descartáveis”. (DAp 65). Como me solidarizo com estes pobres?. (Paulinas)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE  que a Palavra me diz? Leio atentamente o texto na Bíblia: Mc 6,34-44 – Banquete da vida. O grande ensinamento de Jesus neste fato, é que não é preciso muito dinheiro, nem as duzentas moedas de prata para “comprar pão” para o povo que o acompanhava. É preciso: repartir o que se tem, organizar o povo “em grupos de cem e de cinqüenta”, entregar a Deus o que se tem – “Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes” -, confiar em Deus, acima de tudo – “olhou para o céu” -, agradecer – “deu graças a Deus”; distribuir às pessoas. Este é o novo Reino, a nova sociedade instituída por Jesus, onde o comércio é substituído pelo dom e pelo serviço aos demais. Nesta sociedade todos são satisfeitos e ainda há sobra: “recolheram doze cestos cheios de pães e peixes. (Paulinas)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, preserva-me da cobiça e da ganância que me impedem de ser generoso com meu semelhante. E abre meu coração para a partilha e a misericórdia. (Paulinas)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou viver a solidariedade com os que sofrem. (Paulinas)

REFLEXÕES

MODELO PARA A AÇÃO MISSIONÁRIA
Esta narrativa da refeição partilhada, que promove a vida da multidão, faz um paralelo com o banquete de Herodes, o qual termina com a morte de João Batista. Há também um contraste entre a atitude dos discípulos, que veem como solução para a fome comprar alimentos, e a de Jesus, que propõe a partilha. Ele atribui responsabilidade aos discípulos: em vez de despedir a multidão, cabe-lhes educá-las para a partilha, que é característica do banquete do Reino. A atitude de Jesus é modelo para a ação missionária: acolhida compassiva à multidão e o ensino solidário e organizativo, com gestos concretos, para atender às necessidades. (Paulinas)

A PARTILHA SEM LIMITES
Um dos temas centrais da pregação e da vida de Jesus foi o da partilha. Sua vida definiu-se como partilha contínua da palavra e do poder que lhe fora confiado pelo Pai. Seu ensinamento consistia em comunicar aos ouvintes um tesouro de sabedoria, levando-os a superar uma visão estreita e deturpada da Palavra de Deus. E, ao operar milagres, partilha de vida, condividia, com as multidões, a força vivificadora recebida do Pai. O milagre realizado em benefício de uma multidão faminta que o escutava, numa região deserta, foi uma lição de partilha. Os cinco pães e dois peixes eram uma porção insignificante de alimento para uma quantidade tão grande de gente. Quem os possuía, foi desafiado a colocá-los à disposição dos demais. Sem este gesto inicial de partilha, não teria havido milagre. O grupo dos discípulos de Jesus também foi desafiado a superar sua carência pessoal de alimento. E, assim, cada pessoa recebeu um pedaço de pão. Se algum pedaço de pão tivesse caído em mãos egoístas, aí o milagre deixaria de acontecer. O fato de serem cerca de cinco mil homens os que comeram e de ter sobrado doze cestos cheios de pedaços de pão e restos de peixe sublinha a infinita capacidade de partilha daquele grupo. Não importa a quantidade de alimento disponível, quando a capacidade de partilha é ilimitada. Problema é quando os bens deste mundo caem em mãos que não sabem partilhar. (Dom Total)

O MILAGRE DAS MULTIPLICAÇÕES DOS PÃES SE CHAMA MISERICÓRDIA
Estamos diante de um milagre humanamente inexplicável. Jesus se compadece da multidão que O seguia, pois esta era como que ovelhas sem pastor. Só que a atitude do Senhor ultrapassa a nossa capacidade de raciocinar. Os Evangelhos nos relatam que Ele, por duas vezes, multiplicou pães e peixes para atender à multidão que O seguira até uma região “deserta” (longe de cidades) e ali ficará O ouvindo e recebendo curas, mas, por não estar munida de alimentos, estava a ponto de passar fome. Aproveitando-se do que dispunham: 5 pães e 2 peixes, mandou que o povo se assentasse em grupos de 100 e de 50. Tomando os pães e os peixes ergueu os olhos aos céus deu graças e os abençoou. Depois fez a repartição entre os discípulos e estes para o povo. Todos comeram à vontade: milhares de homens, além das mulheres e crianças. E como se não bastasse ainda sobraram 12 cestos com a sobra desses alimentos, que Jesus mandou recolher para nada se perder.
Assim como Jesus se compadeceu da multidão, também na nossa vocação cristã somos chamados a ter compaixão do povo, sobretudo, o sofredor. Nossa vida cristã deve conduzir-nos à prática da misericórdia para com os irmãos. Esse é o grande testemunho de que o mundo precisa, e é uma exigência que brota das palavras de Cristo no seu Evangelho: “Jesus viu uma numerosa multidão e teve compaixão, porque eram como ovelhas sem pastor”.
Jesus conduz Seus discípulos a um lugar deserto, para que repousassem, atravessando o mar da Galiléia em um barco. Porém, ao desembarcarem, já uma grande multidão os espera. Incansavelmente e tomado de compaixão, Cristo se põe a ensinar-lhes. Com o passar do tempo se faz necessário que todos se alimentem. A solução dos discípulos é que seja comprado o alimento. Jesus propõe outra solução: “Vós mesmos dai-lhes de comer!”, e eles não entendem. Abençoando cinco pães e dois peixes que tinham, Jesus os partilha com a multidão. Aqueles que tinham alimentos aderem à partilha e todos ficam saciados. O Senhor toca os corações e os transforma pelo amor.
O milagre da multiplicação dos pães se chama misericórdia e compaixão, perdão, partilha, justiça, amor e paz.
Hoje, fala-se muito da fome no mundo… Quem não viu imagens de crianças famintas da África que mais parecem esqueletos? Deus conta conosco para repartir o Seu “Pão”, com todos aqueles que têm fome de Amor, de Liberdade, de Justiça, de Paz, de Esperança.
Vemos a atitude de Deus, que não multiplica os pães do nada, e o gesto generoso de duas pessoas: – Um homem desconhecido oferece o fruto do seu trabalho; – Eliseu partilha o dom recebido.
O Pão partilhado sacia a fome de todos… e ainda sobra… Não será esse o caminho a ser seguido, também nos nossos dias, para resolver o grave problema da fome no mundo?
Pai, preserva-me da cobiça e da ganância que me impedem de ser generoso com meu semelhante. E abre meu coração para a partilha e a misericórdia. (Homilia Diária)

COISA DE FAMÍLIAS
Meu avô, pai do meu pai, se chamava José Silvério da Silva e, com sua esposa, minha avó, Ana Ribeiro, tiveram 10 filhos. Eram 8 homens e 2 mulheres. Os nomes eram todos ligados com a religião cristã, com a fé que professavam. Os homens eram: João, José, Antonio, Sebastião, Geraldo, Miguel, Pedro e Joaquim. As duas mulheres chamavam-se Tereza e Maria. O tio Joaquim é o caçula e, por ocasião do seu nascimento, morreu a minha vó. Com tantas crianças novas, meu avô casou-se com a Dona Tereza que foi sua segunda esposa e minha madrinha de batismo.
Naqueles tempos, antes do Concilio Vaticano II, a maneira das famílias praticarem sua fé era a Religiosidade Popular. Havia muita devoção aos Santos, muita reza do terço e Folia de Reis. A família do meu “Padrim Zezinho” tinha forte tradição religiosa. Ele era Mestre de Folia. Como não tinha irmãos, criou forte amizade com dois senhores também ligados às tradições religiosas: Américo Rodrigues e Miguel “Tropeiro”.
Foi neste clima de fé que surgiu a Companhia de Reis do Zezinho Silvério. Era uma Folia diferente. As visitas eram feitas só à noite. Era como uma serenata. Chegava, silenciosamente, na casa das pessoas nas altas horas da noite ou nas madrugadas e cantava, em várias vozes. Cantava-se o hino próprio de Santos Reis expressando o significado daquela visita. Não devia fugir do texto bíblico. Por isso o embaixador devia ser Mestre no assunto. Não era brincadeira. Era uma missão. Eram pessoas simples, mas tinha muita fé e respeito pela Igreja. Antes de sair para a missão o Mestre conversava com o Pároco e recebia a sua bênção. Eu mesmo, na minha juventude, fiz parte dessa Companhia.
Era maravilhoso ver o esforço e a dedicação de tanta gente simples e humilde, sem roupas finas e descalça, sem diploma escolar e sem muito conforto financeiro! Havia um sentimento de partilha e de solidariedade. No fim da noite, no romper da aurora, quando se atendia a última casa, havia uma partilha de alimento. Era gente pobre, mas partilhava o pouco que tinha, todos comiam e ainda sobrava. Era a vivência daquilo que está no Evangelho. Com apenas alguns peixes e alguns pães muita gente comeu e até sobrou (Mc 6, 34 – 44).
Essa é a doutrina do Novo Reino que Jesus veio implantar. A partilha deve destruir o capitalismo. O egoísmo deve dar lugar à solidariedade. A vida comunitária supera o individualismo. Foi neste clima que fui formado. É assim que quero viver. É isso que prego e acredito. Sei que os frutos serão fartos e duradouros. Sei que o resultado será fantástico. As gerações futuras irão colher os frutos e semear as sementes para o Reino Eterno. Quero que muita gente venha conosco nesta Grande Companhia que vai além de uma Folia de Reis. Rezemos juntos… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

LIDERANÇA E PARTILHA
O milagre da “multiplicação dos pães”, ou a refeição milagrosa, está presente nos quatro evangelhos (sinóticos); em Marcos e Mateus eles se complementam. É a última refeição na Galiléia, como banquete festivo de uma comunidade em formação. A refeição tem algo de sacramental, apesar de falta de vinho nesse banquete, e nos lembra da Eucaristia.
Para que a partilha funcione é necessário que haja primeiro a organização do povo: “Então Jesus, como um perfeito líder, mandou que todos se sentassem na grama verde, formando grupos. E todos se sentaram, formando grupos de cem e de cinquenta pessoas” (Mc 6, 39-40). Jesus abençoa os cinco pães e os dois peixes, ergue os olhos para o céu o milagre acontece. Na eucaristia Deus se importa com o seu povo.
Atualmente o povo carece de bons e líderes capazes de abdicarem dos seus interesses particulares e egoístas e se dedicarem, também, aos interesses dos marginalizados, de forma inteligente, mas sem violência, como no testemunho de vida de Gandhi. Jesus é apresentado aqui como pastor messiânico, semelhante a Moisés ou a Davi, encarnando o próprio Deus-pastor, o Bom Pastor (Sl 23,1). É Ele que lhes dá o verdadeiro alimento. O primeiro milagre dos Paes também lembra Ex 16 em que Deus fornece maná para seu povo que caminhava no deserto.
Hoje a sociedade é focada na lógica do comercio na busca incessante do lucro (pelo ter e pelo ser simplesmente): quem pode comprar se alimenta em abundância e até em excesso; os que não podem adquirir (falta-lhe dinheiro, emprego, justiça social) passam fome e até morrem pela falta do essencial à vida. Os bens da natureza e aqueles bens que sustentam a vida são dons de Deus, do qual todos têm direito, ou seja, quando há partilha não há falta, pelo contrário: há até sobras. Hoje a partilha chega a ser quase uma utopia, porque reinam, sobretudo, a omissão e o egoísmo.
O milagre da multiplicação pode ser alcançado por qualquer cristão consciente da sua missão no mundo.  O exercício da fé sem obras torna o cristão sem ação pratica no mundo em que vive. (Mundo Católico)

A PARTILHA
Jesus é o pastor segundo o coração de Deus, realizando assim a profecia de Jeremias, e é também o próprio Deus que vem apara apascentar o seu povo, conforme nos diz o profeta Ezequiel. Ele vem porque Deus tem compaixão do seu povo que está como ovelhas que não têm pastor. Jesus é o pastor que alimenta o rebanho com a palavra, ensinando-lhes muitas coisas, e com o alimento material, multiplicando os pães e os peixes. Como continuadores da missão pastoral de Jesus, devemos nós também dar a nossa contribuição para que o povo seja formado na fé, possa lutar pela superação da miséria e da fome, e tenha condições de conhecer e viver os valores do Reino de Deus. (A Palavra de Deus na Vida)

. . .
. . . (ABC da Catequese)

JESUS TOMOU ENTÃO OS CINCO PÃES…, PRONUNCIOU A BÊNÇÃO…
«Sem o Domingo não podemos viver». No ano 304, quando o imperador Diocleciano proibiu os cristãos, sob pena de morte, de possuírem as Escrituras, de se reunirem ao domingo para celebrar a Eucaristia, […] em Abitene, uma pequena localidade na actual Tunísia, 49 cristãos foram surpreendidos a um domingo enquanto, reunidos em casa de Octávio Félix, celebravam a Eucaristia […]; foram presos e levados para Cartago para serem interrogados […]. Um deles respondeu: «Sine dominico non possumus»: sem nos reunirmos em assembleia ao domingo para celebrar a Eucaristia, não podemos viver. Faltar-nos-iam as forças para enfrentar as dificuldades quotidianas sem sucumbir. […]
O Filho de Deus, tendo-Se feito carne, podia tornar-Se pão, e ser assim alimento do Seu povo, que está neste mundo a caminho da terra prometida do céu. Precisamos deste pão para enfrentar as fadigas e o cansaço da viagem. O Domingo, Dia do Senhor, é a ocasião propícia para haurir a força d’Ele, que é o Senhor da vida. Por conseguinte, o preceito festivo não é um dever imposto do exterior, um peso sobre os nossos ombros. Ao contrário, participar na celebração dominical, alimentar-se do Pão eucarístico e experimentar a comunhão dos irmãos e irmãs em Cristo é uma necessidade para o cristão, é uma alegria. É assim que ele pode encontrar a energia necessária para o caminho que tem de percorrer todas as semanas
. (Evangelho Quotidiano)

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