LD-07/01/11 (6ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
07/Jan/2011 (6ª Feira) – Semana da Epifania
(branco, prefácio da Epifania ou do Natal – ofício do dia)
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Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos: Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Amém!

Ao devolver a saúde a um doente estigmatizado pela doença, Jesus liberta-o de forma completa – física, social e espiritualmente -, reintegrando-o na sociedade e anunciando-lhe a libertação do pecado.

LEITURAS

Vamos ler a primeira carta de são João 5,5-13
Crer no testemunho de Deus

Caríssimos, 5quem é o vencedor do mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus? 6Este é o que veio pela água e pelo sangue: Jesus Cristo. (Não veio somente com a água, mas com a água e o sangue.) E o Espírito é que dá testemunho, porque o Espírito é a Verdade. 7Assim, são três que dão testemunho: 8o Espírito, a água e o sangue; e os três são unânimes. 9Se aceitamos o testemunho dos homens, o testemunho de Deus é maior. Este é o testemunho de Deus, pois ele deu testemunho a respeito de seu Filho. Aquele que crê no Filho de Deus tem este testemunho dentro de si. 10Aquele que não crê em Deus faz dele um mentiroso, porque não crê no testemunho que Deus deu a respeito de seu Filho. 11E o testemunho é este: Deus nos deu a vida eterna, e esta vida está em seu Filho. 12Quem tem o Filho, tem a vida; quem não tem o Filho não tem a vida. 13Eu vos escrevo estas coisas a vós que acreditastes no nome do Filho de Deus, para que saibais que possuís a vida eterna.

Vamos cantar o Salmo 147(148)
Glorifica o Senhor, Jerusalém!

— Glorifica o Senhor, Jerusalém!
— Glorifica o Senhor, Jerusalém! Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! Pois reforçou com segurança as tuas portas, e os teus filhos em teu seio abençoou.
— A paz em teus limites garantiu e te dá como alimento a flor do trigo. Ele envia suas ordens para a terra e a palavra que ele diz corre veloz.
— Anuncia a Jacó sua palavra, seus preceitos, suas leis a Israel. Nenhum povo recebeu tanto carinho, a nenhum outro revelou os seus preceitos
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Vamos…
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 5,12-16
Jesus integra a pessoa / A cura do leproso

12Aconteceu que Jesus estava numa cidade, e havia aí um homem leproso. Vendo Jesus, o homem caiu a seus pés, e pediu: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 13Jesus estendeu a mão, tocou nele, e disse: “Eu quero, fica purificado”. E, imediatamente, a lepra o deixou. 14E Jesus recomendou-lhe: “Não digas nada a ninguém. Vai mostrar-te ao sacerdote e oferece pela purificação o prescrito por Moisés como prova de tua cura”. 15Não obstante, sua fama ia crescendo, e numerosas multidões acorriam para ouvi-lo e serem curadas de suas enfermidades. 16Ele, porém, se retirava para lugares solitários e se entregava à oração.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Qual palavra mais me toca o coração? Entro em diálogo com o texto. Reflito e atualizo. O que o texto me diz no momento? Os bispos na Conferência de Aparecida, nos ajudaram a reavivar a nossa fé da presença de Deus que está presente e atuante também na nossa história.. Disseram: “Anunciamos a nossos povos que Deus nos ama, que sua existência não é uma ameaça para o homem, que Ele está perto com o poder salvador e libertador de seu Reino, que Ele nos acompanha na tribulação, que alenta incessantemente nossa esperança em meio a todas as provas. Os cristãos são portadores de boas novas para a humanidade, não profetas de desventuras”.(DAp 29). (Paulinas)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE  que a Palavra me diz? Leio na Bíblia, atentamente, o texto: Lc 5,12-16. O leproso era marginalizado, excluído da vida social. Na cultura hebraica, considerava-se como lepra diversas afecções da pele, bem como o bolor que se manifestasse em roupas ou paredes. A prescrição era a exclusão do “considerado” leproso do convívio social. Ele devia usar vestes rasgadas e ter os cabelos desalinhados, viver fora da cidade e prevenir quem se aproximasse com gritos: “Impuro! Impuro!”. Mais do que a própria doença, o leproso sofria a exclusão social. Era considerado religiosamente impuro e pecador. Quem o tocasse se tornaria também impuro. A reintegração do leproso, após sua cura, era feita diante do sacerdote, por meio de ofertas. Jesus, com sua prática libertadora e de vida, acolhe este homem que se prostra diante dele,até colocando o rosto no chão, tocando-o, livrando-o da doença e da exclusão. A acolhida e a cura do excluído restituiu-lhe a dignidade, integrando-o na sociedade. (Paulinas)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba. (Paulinas)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou demonstrar pela vida que o amor de Deus está presente e atuante na nossa história. (Paulinas)

REFLEXÕES

JESUS DEIXA-SE TOCAR
Jesus veio, não para o “pequeno resto de Israel”, como se consideravam as elites religiosas de Jerusalém. Todos os quatro evangelistas mencionam continuamente a presença de Jesus entre as multidões, tanto de gentios como de judeus, acolhendo-as, deixando-se tocar por elas e as tocando, dirigindo-lhes a palavra e resgatando-lhes a vida e a dignidade. O leproso que se aproxima de Jesus pede por sua purificação. A lepra era caracterizada como impureza e não como doença, incorrendo nas exclusões legais. O leproso devia afastar-se da cidade, viver isolado, com vestes rasgadas e má aparência, gritando: “impuro, impuro…” (Lv 13,44-46), e quem o tocasse tornar-se-ia também um impuro. Jesus toca o leproso, transgredindo a lei, porém em vez de tornar-se impuro, é o leproso que é purificado. Jesus, compassivo, conscientemente despreza a estrutura religiosa legalista emanada do templo de Jerusalém e das sinagogas, e reintegra o excluído pelo sistema legal religioso infringindo os preceitos e normas deste sistema. (Paulinas)

O MESSIAS EM AÇÃO
A cura do leproso ilustra a ação do Messias Jesus, em conformidade com o discurso programático, proclamado na sinagoga de Nazaré. Este enfermo era a imagem viva da mais total pobreza. Excluído da convivência humana, perambulava errante, em busca de misericórdia. Sua imundície repugnante tornava irremediável sua exclusão. A presença de Jesus na vida do leproso reverteu o quadro de sua situação. O Mestre não fugiu dele, temendo ser contaminado. Antes, permitiu ao homem aproximar-se. Este, num gesto de profunda humildade, prostrou-se diante de Jesus, com a face por terra, num gesto típico de adoração. Ao chamá-lo de Senhor, o leproso fez uma confissão de fé, reconhecendo Jesus como Messias de Deus. Jesus fez um gesto inusitado, quando tocou o leproso para curá-lo, pois os leprosos jamais deveriam ser tocados, uma vez que transmitiam impureza. Com Jesus, porém, o processo foi inverso: não foi o leproso quem transmitiu impureza para Jesus, e sim, Jesus foi quem purificou o leproso, curando-o de sua enfermidade. Desta forma, a dignidade daquele homem foi restaurada, porque voltou a ser integrado no convívio social e religioso, como também, começou a partilhar da vida que o Reino anunciado por Jesus fazia jorrar para a humanidade. E, assim, a identidade messiânica de Jesus revelava-se e se tornava conhecida. (Dom Total)

O PODER DE DEUS ESTÁ MUITO ALÉM DA NOSSA FÉ
No episódio de hoje, aparecem bem claras duas atitudes: a do leproso e a de Jesus. Da parte do leproso a confiança e o desejo da cura: “Se queres, tens o poder de me curar”. Da parte de Jesus, a compaixão: “Jesus, cheio de compaixão, estendeu a mão e tocou nele”. Depois, a vontade de curar: “Eu quero, fica curado!” No mesmo instante a lepra desapareceu e ele ficou curado. Então o Senhor completa: “Vai mostrar-te ao sacerdote”! Para poder ser reintegrado na comunidade.
Esse gesto de Jesus não significa apenas a libertação de uma moléstia. Cristo faz mais: Ele toca no leproso. E tocar num impuro era contrair a impureza. Isto sim é que é amar! Contrair um mal para curar! Isso já havia sido profetizado por Isaías: “Era desprezado e abandonado pelos homens, um homem sujeito à dor, familiarizado com a enfermidade, como uma pessoa de quem todos escondem o rosto; desprezado não fazíamos caso nenhum dele. E no entanto, eram as nossas enfermidades que ele levava sobre si, as nossas dores ele carregava” (Is 53, 3-5 ). Ou seja: carregou a nossa lepra para nos curar na raiz do nosso ser!
Infelizmente, ainda existe muita lepra em nossos dias apesar de todo o progresso da medicina. Há os leprosos físicos e os leprosos morais. Os leprosos físicos são os banidos da nossa sociedade moderna: os que moram nas ruas, cortiços, favelas, passando fome, como aquelas famílias pedintes ao longo das ruas, os desempregados, os jovens drogados, as crianças prostituídas, os idosos abandonados, os contaminados com vírus do HIV. Os leprosos morais são, não os banidos, mas… os bandidos de nossos dias, os corrompidos e corruptores de todos os tipos, os egoístas de todos os matizes, os pecadores contumazes, os infiéis, os adúlteros que pregam a dissolução da família, os violentos, sequestradores, assaltantes e assassinos. Já pensaram num marido ao chegar em casa depois de cometer adultério? Ele deveria gritar como os leprosos: “Impuro! Impuro!”
Diante dos leprosos físicos Jesus age por intermédio de nós! Onde quer que haja falta de alimento, bebida, roupa, casa, medicamento, trabalho, instrução, saúde…aí deve a caridade cristã ir buscá-los, consolá-los, reerguê-los. Este é o grande testemunho que o mundo de hoje espera de você e de mim, como membros da Igreja que somos. É o que dizia o nosso Papa Bento XVI na recém-publicada encíclica “Deus é amor”: “O amor do próximo, radicado no amor de Deus, é um dever antes de mais nada para cada um dos fiéis, mas é-o também para a comunidade eclesial inteira, e isto a todos os seus níveis: desde a comunidade local passando pela Igreja particular até à Igreja universal na sua globalidade. A Igreja também enquanto comunidade deve praticar o amor”.
Diante dos leprosos morais, Jesus quer curar pessoalmente. O problema é estes irem até Jesus e Lhe pedirem a cura, pedirem para ficarem limpos! Diante das “lepras” físicas, não hesitemos em pedir a Jesus: “Se queres podes me curar”.  No entanto, diante das “lepras morais”, hesitamos e, muitas vezes, não queremos que Ele nos cure… Mas Cristo quer nos curar. Basta nos arrependermos, nos ajoelharmos e, aos  pés d’Ele, pedir: “Senhor, se queres podes me curar”. E Jesus vai dizer: Quero, fica curado, mas vai apresentar-te ao sacerdote, confessa o teu pecado, para receberes o sinal do meu perdão no sacramento da Penitência.
Lucas viu, nesse homem, não apenas a enfermidade física, mas espiritual. Jesus o purifica dizendo: “Fica limpo, vai ao sacerdote” (verso 14). Uma decisão acertada. Aquele homem não se importou com o que haveriam de pensar acerca da sua presença ali, nem da sua condição física ou financeira, não estava preocupado se iriam repreendê-lo, e até expulsá-lo, o que ele queria era estar aos pés de Cristo. Que decisão acertada, buscou o Melhor para lhe receber o que ele precisava: além da cura física para a sua recuperação e restauração ao convívio, como também, a cura espiritual, por um ato de fé, de confiança.
Mas em quem confiar? Aquele homem não buscou outros mediadores, caminhos, simpatias, nada que lhe fosse passado; buscou o Senhor dos Senhores, Aquele que disse: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” Se aquele homem tivesse, por um instante sequer, uma indecisão, perderia com certeza a única chance de sua vida.
O poder de Deus está muito além da nossa fé. Porque o poder de Deus se aperfeiçoa na fraqueza, Jesus Cristo quebra as barreias e nos dá a libertação. Basta inclinar-nos diante do Senhor, clamar e suplicar, para que na vontade do Senhor as coisas aconteçam, e por meio dos olhos da fé possamos ver o agir de Deus, pois o restante não está em nós, mas no Seu agir. Aquele homem não queria ser apenas curado, mas o seu desejo era ser purificado: “Se quiseres podes me purificar”. Jesus o curou e determinou, para a sua purificação, que procurasse o sacerdote, e oferecesse em sacrifício o que Moisés determinou (cf. Levítico 14).
Pai, que a oração me ajude a descobrir o verdadeiro sentido do serviço que presto ao Reino, de modo a coibir a tentação de ser contaminado pelo orgulho e pela soberba. (Homilia Diária)

TOQUE DE MÃOS
Quando eu tinha menos de 2 anos de vida, assim minha mãe dizia, eu tive uma terrível catapora. O “trem” foi tão feio que meu corpo ficou todo cheio de carocinhos. Eu sofria demais. Minha família não tinha muitos recursos. Morávamos no sertão de Minas Gerais. Não tinha Posto de Saúde perto. Cidade era muito longe e não havia estradas boas. Pastoral da Saúde não existia naquele lugar e os curativos eram com chás e banzimentos…
Eu chorava muito e mamãe ficava toda preocupada. Fiquei deitado numa cama de varas em cima de cobertas que minha mãe fazia no tear. Quando eu chorava muita estendia meus braços para minha mãe. Mas quando ela estendia suas mãos para tocar-me, eu as afastava por ter medo de ter mais dores.
Hoje fico imaginando o sofrimento de minha mãe! Queria me ajudar, mas sentia minhas mãozinhas afastando as mãos dela! Imagino o bailado das mãos. Mãos de mães e mãos de filhos. Lembro-me também das mãos de Jesus que muitas vezes curaram os cegos, leprosos e muitos outros doentes!
São Lucas conta a história de um leproso que se prostrou diante de Jesus implorando a cura. Jesus estendeu a mão, tocou nele e a cura aconteceu (Lc 5, 12 – 16). Que poder há nas mãos! Mãos de Jesus! Mãos dos Apóstolos! Mãos dos Missionários! Mãos dos Pais e das Mães! Mãos. Mãos e Mãos…
Quanta gente está precisando de um toque de nossas mãos! Quantas mãos paralíticas! Quantos braços cruzados! É preciso praticarmos mais “fisioterapia” espiritual para libertar nossas mãos. Quero cumprimentar todos os profissionais desta área. Tanto na área espiritual quanto na física. Um abraço para minha Sobrinha Erica que está se especializando nisso. Quanta gente está precisando.
Quero agradecer a tanta gente que sabe usar suas mãos no serviço ao próximo: Cozinheiras, lavadeiras, instrumentistas, digitadores, confeiteiros e muitos outros. Cada vez que atendo alguém e imponho as mãos para dar a benção, sinto a honra e a alegria de ser portador de muitas graças para meus irmãos e irmãos! Quando estendo minhas mãos para a consagração do pão e do vinho, transformando-os em Corpo e Sangue do Salvador, sinto uma alegria imensa. Quero rezar para que todos possam usar bem suas mãos no serviço aos irmãos e nas contas do rosário
… (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

O APELO DOS MARGINALIZADOS
A ação taumatúrgica de Jesus orientou-se, de modo especial, para os marginalizados. Afinal, eram eles que, desprovidos de recursos e vítimas do abandono social, encontravam no Mestre uma tábua de salvação.
O episódio do leproso, prostrado por terra, e suplicando: “Senhor, se quiseres, podes curar-me!” – é a imagem perfeita da expectativa dos pobres em relação ao Messias Jesus. Os leprosos eram as maiores vítimas da marginalização. A doença os obrigava a se manterem fora da cidade, afastados do convívio social. Sua presença era motivo de pânico, porque ninguém queria correr o risco de ser contagiado pela doença e incorrer na impureza ritual.
Jesus, pelo contrário, recusou-se a tratar o leproso como um excluído. Por isso, desafiando tais preconceitos, aproximou-se dele e o tocou. Resultado: sua exclusão social foi superada, a dignidade humana, reconquistada, e o opróbrio imposto pela religião deixou de existir.
Portanto, o serviço de Jesus aos excluídos e marginalizados não se reduzia a uma solidariedade teórica, limitada às boas intenções. Antes, era feito de gestos concretos, mediante os quais as pessoas recuperavam o sentido da vida, a alegria da convivência fraterna, a confiança no amor misericordioso de Deus. Tratava-se de fazer com que tivessem vida, e a tivessem em abundância. (Mundo Católico)

DIMENSÃO ORANTE
Uma das características fundamentais do evangelho de São Lucas é a apresentação da dimensão orante de Cristo. Muitas vezes, vemos que Jesus se afasta da multidão e procura lugares solitários com a finalidade de entregar-se à oração. Mas a oração de Jesus não é uma fuga da realidade ou um afastamento dos sofrimentos das pessoas. O encontro amoroso de Jesus com o Pai está sempre relacionado com o encontro amoroso que ele tem com as outras pessoas, principalmente com os que sofrem, como nos mostra o evangelho de hoje, que antes do seu encontro com Deus, ele se encontra com o leproso e o cura para que, cumprindo as exigências da lei, ele possa ser reintegrado na sociedade. (A Palavra de Deus na Vida)

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. . . (ABC da Catequese)

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. . . (Evangelho Quotidiano)

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