LD-10/01/11 (2ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
10/Jan/2011 (2ª Feira) – I Semana do Tempo Comum
(verde – ofício da I semana)
. . .

Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos: Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Amém!

Jesus inicia sua vida pública proclamando a proximidade do reino de Deus e fazendo a todos um apelo de conversão. Chama as pessoas para que o sigam e tomem parte na missão junto com ele.

LEITURAS

Vamos ler a carta aos Hebreus 1,1-16
Que todos os anjos o adorem

Muitas vezes e de muitos modos falou Deus outrora aos nossos pais, pelos profetas; 2nestes dias, que são os últimos, ele nos falou por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e pelo qual também criou o universo. 3Este é o esplendor da glória do Pai, a expressão do seu ser. Ele sustenta o universo com o poder de sua palavra. Tendo feito a purificação dos pecados, ele sentou-se à direita da majestade divina, nas alturas. 4Ele foi posto tanto acima dos anjos quanto o nome que ele herdou supera o nome deles. 5De fato, a qual dos anjos Deus disse alguma vez: “Tu és o meu Filho, eu hoje te gerei”? Ou ainda: “Eu serei para ele um Pai e ele será para mim um filho”? 6Mas, quando faz entrar o Primo­gênito no mundo, Deus diz: “Todos os anjos devem adorá-lo!”

Vamos cantar o Salmo 96(97)
Adorai o Senhor Deus, vós anjos todos!

— Adorai o Senhor Deus, vós anjos todos!
— Deus é Rei! Exulte a terra de alegria, e as ilhas numerosas rejubilem! Treva e nuvem o rodeiam no seu trono, que se apoia na justiça e no direito.
— E assim proclama o céu sua justiça, todos os povos podem ver a sua glória. Aos pés de Deus vêm se prostrar todos os deuses!
— Porque vós sois o Altíssimo, Senhor, muito acima do universo que criastes, e de muito superais todos os deuses.

Vamos ler . . .
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Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 1,14-20
A missão e os chamados / Início da pregação de Jesus Cristo

14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos, e crede no evangelho!” 16E, passando à beira do mar da Galileia, viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? Qual palavra mais me toca o coração? Reflito: o que o texto me diz no momento? O meu Projeto de vida é o do Mestre Jesus Cristo? Mais uma vez nos falam os bispos que estiveram reunidos na Conferência de Aparecida: “O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei…), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas. (DAp 131). (Paulinas)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE  que a Palavra me diz? Leio atentamente o texto, na Bíblia: Mc 1,14-20. Jesus inicia seu ministério na Galileia. Anuncia o Reino. E resume seu Projeto em conversão – “arrependam-se” -, e na fé no Evangelho. Começa a formar sua equipe de evangelização. Chama os primeiros apóstolos: Pedro, André, Tiago e João. Como eram pescadores de profissão, ele os chama a serem pescadores de gente. (Paulinas)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, torna-me solícito em atender o convite à conversão, proclamado por Jesus. Que eu não perca a chance que me é dada de aderir, com sinceridade, ao teu Reino. (Paulinas)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus, como discípulo e missionário de Jesus Cristo. (Paulinas)

REFLEXÕES

JESUS PASSA E CHAMA
Hoje inicia-se a leitura sequencial ferial do evangelho de Marcos. Os evangelistas, ao fazerem as narrativas do chamado de Jesus ao discipulado, recorrem ao mesmo estilo característico do Primeiro Testamento: Jesus passa e chama; o discípulo deixa tudo e o segue. É um estilo literário que apresenta em sumário um processo vital de relações de conhecimento e amizade entre Jesus e o discípulo e a adesão final. É o processo que ocorre hoje ao inserir-se em uma comunidade de fé e missão. A grande característica do discipulado é a conversão. Assim como Jesus abandonou seu costumeiro modo de vida familiar em Nazaré após o encontro com João Batista, também os discípulos, encontrando Jesus, abandonam suas atividades profissionais e o convívio diuturno com seus familiares e companheiros de trabalho e põem-se a seguir Jesus. O chamado a serem “pescadores de homens” parece relacionar-se com textos dos profetas Amós (4,2) e Ezequiel (29,4), onde a pesca do Senhor é o julgamento dos ricos e poderosos. (Paulinas)

OS SEGUIDORES DE JESUS
Dois traços marcaram o ministério de Jesus desde os seus primórdios. Jesus não foi um pregador solitário, apegado à tarefa recebida do Pai, sem partilhá-la com ninguém. Pelo contrário, ele quis contar com colaboradores que o ajudassem a levar a cabo sua missão. Os escolhidos foram pessoas simples, pescadores do lago da Galiléia, cujas vidas se transformaram totalmente a partir do encontro com o Senhor. Eles foram convidados a deixar tudo e seguirem o Senhor, que lhes deu como missão saírem pelo mundo atraindo as pessoas para Deus. Um horizonte novo despontou para eles. Mas, o desafio lançado por Jesus foi acolhido com generosidade. Nada os impediu de fazer a ruptura em favor de Jesus.
Outro traço do ministério de Jesus é que, ao chamar os discípulos e confiar-lhes uma missão, o Senhor deu a entender que sua obra deveria ser levada adiante e expandir-se a partir da sementinha lançada por ele. Jesus anunciou a chegada do Reino e realizou sinais indicadores de sua presença. No espaço de sua vida terrena, não se poupou no seu afã de fazer o Reino acontecer. Competiria aos discípulos levar adiante o anúncio da boa-nova, de modo que o apelo do Reino atingisse a todos sem distinção. O Senhor colocava diante deles um mar diferente, a humanidade inteira, onde a função de pescadores deveria ser continuada. Era hora de pescar muitas pessoas para Deus
. (Dom Total)

JESUS COMEÇA A SUA MISSÃO
Segundo a narração de Marcos (1, 16-29) e de Mateus (4, 18-22), o cenário da vocação dos primeiros Apóstolos é o lago da Galileia. Jesus acabara de iniciar a pregação do Reino de Deus, quando o Seu olhar pousou sobre dois pares de irmãos: Simão e André, Tiago e João. São pregadores, empenhados no seu trabalho cotidiano. Lançam as redes, consertam-nas. Mas outra pesca os aguarda. Jesus chama-os com decisão e eles seguem-no imediatamente: agora serão “pescadores de homens” (cf. Mc 1, 17; Mt 4, 19). Lucas, ainda que siga a mesma tradição, faz uma narração mais elaborada (5, 1-11). Ele mostra o caminho de fé dos primeiros discípulos, esclarecendo que o convite para o seguimento lhes chega depois de terem ouvido a primeira pregação de Cristo e experimentam os primeiros sinais prodigiosos  realizados por Ele.
Em particular, a pesca milagrosa constitui o contexto imediato e oferece o símbolo da missão de pescadores de homens, que lhes foi confiada. O destino destes “chamados”, de agora para o futuro, estará intimamente ligado ao de Jesus. O apóstolo é um enviado, mas, ainda antes, um “perito” em Jesus.
Precisamente este é o aspecto realçado pelo evangelista João desde o primeiro encontro de Jesus com os futuros Apóstolos. Aqui o cenário é diferente. A presença dos futuros discípulos, provenientes também eles, como Jesus, da Galileia, para viver a experiência do batismo administrado por João, esclarece o seu mundo espiritual. Eram homens na expectativa do Reino de Deus, desejosos de conhecer o Messias, cuja vinda estava anunciada como iminente.
Para eles, é suficiente a orientação de João Batista, que indica em Jesus o Cordeiro de Deus (cf. Jo 1, 36), para que surja neles o desejo de um encontro pessoal com o Mestre. As frases do diálogo de Jesus com os primeiros dois futuros Apóstolos são muito expressivas. À pergunta: “Que procurais?”, eles respondem com outra pergunta: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?”. A resposta de Jesus é um convite: “Vinde e vereis” (cf. Jo 1, 38-39). Vinde para poder ver. A aventura dos Apóstolos começa assim, como um encontro de pessoas que se abrem reciprocamente. Começa para os discípulos um conhecimento direto do Mestre. Veem onde Ele mora e começam a conhecê-Lo. De fato, eles não deverão ser anunciadores de uma ideia, mas testemunhas de uma Pessoa. Antes de serem enviados a evangelizar, deverão “estar” com Jesus (cf. Mc 3, 14), estabelecendo com Ele um relacionamento pessoal. Sobre esta base, a evangelização não será mais do que um anúncio daquilo que foi experimentado e um convite para entrar no mistério da comunhão com Cristo (cf. 1 Jo 13).
A quem serão enviados os Apóstolos? No Evangelho parece que Jesus limita a sua missão unicamente a Israel: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 15, 24). De modo análogo parece que Cristo circunscreve a missão confiada aos Doze: “Jesus enviou estes Doze, depois de lhes ter dado as seguintes instruções: ‘Não sigais pelo caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide, primeiramente, às ovelhas perdidas da casa de Israel’” (Mt 10, 5s.).
Uma certa crítica moderna de inspiração racionalista tinha visto nessas expressões a falta de uma consciência universalista do Nazareno. Na realidade, elas devem ser compreendidas à luz da Sua relação especial com Israel, comunidade da aliança, em continuidade com a história da salvação. Segundo a expectativa messiânica as promessas divinas, imediatamente dirigidas a Israel, ter-se-iam concretizado quando o próprio Deus, por meio do Seu Eleito, reunisse o Seu povo, como faz um pastor com o rebanho: “Eu virei em socorro das minhas ovelhas, para que elas não mais sejam saqueadas… Estabelecerei sobre elas um único pastor, que as apascentará, o meu servo David; será ele que as levará a pastar e lhes servirá de pastor. Eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo David será um príncipe no meio delas” (Ez 34, 22-24).
Jesus Cristo é o Pastor escatológico, que reúne as ovelhas perdidas da casa de Israel e vai à procura delas, porque as conhece e ama (cf. Lc 15, 4-7 e Mt 18, 12-14; cf. também a figura do Bom Pastor em Jo 10, 11ss.). Por intermédio dessa “reunião” o Reino de Deus é anunciado a todas as nações: “Manifestarei a minha glória entre as nações, e todas me verão executar a minha justiça e aplicar a minha mão sobre eles” (Ez 39, 21). E Jesus segue precisamente esse caminho profético. O primeiro passo é a “reunião” do povo de Israel, para que assim todas as nações, chamadas a reunir-se na comunhão com o Senhor, possam ver e crer.
Assim os Doze, chamados a participar da mesma missão de Jesus, cooperam com o Pastor dos últimos tempos, indo também eles, em primeiro lugar, até às ovelhas perdidas da casa de Israel, isto é, dirigindo-se ao povo da promessa, cuja reunião é o sinal de salvação para todos os povos, o início da universalização da Aliança. Longe de contradizer a abertura universalista da ação messiânica do Nazareno, a inicial limitação a Israel, para a Sua missão e para a dos Doze, torna-se assim o sinal profético mais eficaz do Senhor. Depois da Paixão e da Ressurreição de Cristo este sinal será esclarecido: o caráter universal da missão dos Apóstolos tornar-se-á mais explícito. Cristo enviará os Apóstolos “a todo o mundo” (cf. Mc 16, 15), a “todas as nações” (Mt 28, 19); (Lc 24, 47), “até aos extremos confins da terra” (At 1, 8). E esta missão continua. Continua sempre o mandato do Senhor de reunir os povos na unidade do Seu amor. Esta é a nossa esperança e este é também o nosso mandato: contribuir para esta universalidade, para esta verdadeira unidade na riqueza das culturas, em comunhão com o nosso verdadeiro Senhor Jesus Cristo. (Homilia Diária)

FACÃOZADA NO DEDO
Córrego do Engenho, Capela de São Miguel da Raiz, município de Curvelo em Minas Gerais. Era ali que eu morava com minha família quando fiz minha Primeira comunhão. Foi no dia 28 de setembro de 1961. Eu tinha apenas 7 anos. Minha mãe foi minha catequista. Eu era bom de memória. Sabia, na ponta da língua, mais de 150 questões. O Padre que atendeu minha primeira confissão foi Pe. Jessé Torres Cunha, de saudosa memória.
Minha mãe, com um livro nas mãos fazia as perguntas e eu as ia decorando na mente e no coração. Nos domingos que tinha atividades na capela nossa família não perdia. Nos outros domingos papai ia caçar ou pescar. Ele nos ensinava a pescar bagres, traíras e lambaris. Eram os peixes que haviam naquelas águas limpinhas onde aprendi a nadar. Primeiro tínhamos que achar minhocas no fundo do mangueirão dos porcos. Colocava as minhocas numa latinha e a vara de anzol nas costas. Íamos para o córrego com muita ansiedade. Lembro-me do primeiro peixe que peguei…
Era um bagre de tamanho médio. Tirei o “bicho” de dentro da água com tanta força que ele foi parar lá no meio do pasto. Aí fui cortar um pequeno galho de uma árvore para fazer um “gancho” para pendurar meu primeiro peixe. Na hora que fui cortar a ponta da “forquilha” com tanta euforia, errei a facãozada e acertei meu dedo indicador. Foi tanto sangue e muita dor! Tenho ainda essa marca no meu dedo até hoje.
Acho que aquilo já era um sinal de eu não seria bom pescador de peixes e devia ser pescador de gente. De fato isso veio acontecer mais tarde quando deixei minha família e minhas atividades na roça e fui para o Seminário estudar para ser Padre. Parecia um absurdo. Como poderia ser padre um caipirão do mato que nem ia na escola??? Isso só aconteceu e está acontecendo pela Graça de Deus. Foi assim que aconteceu com os primeiros seguidores de Jesus Cristo.
São Marcos nos conta como Jesus chamou os 2 primeiros Apóstolos. Eram 2 irmãos que estavam pescando no Mar da Galiléia. Jesus os chamou para outra pescaria. Eles deixaram tudo e seguiram a Jesus pescando gente (Mc 1, 14 – 20). Já vai fazer 23 anos que sou padre e não me canso de pescar gente. Tenho pegado muitos “bagre ensaboados” e isso é motivo de honra e alegria. Mas algumas “trairás” escaparam. Espero que outros pescadores do Senhor as encontrem por aí e consigam pegá-las para o Senhor. Estamos precisando de muitos pescadores! Mas muitos mesmo! Muitos e bons! Rezemos pelas vocações sacerdotais e missionárias
. (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

CONVERSÃO E FÉ
A pregação de Jesus teve início com um duplo imperativo: conversão e acolhida da Boa Nova. Ambas as exigências constituem a atitude básica de quem pretende fazer-se discípulo do Reino. É também a base do discipulado.
A conversão toca a raiz da ação humana, aí onde se situa a liberdade. E consiste em substituir o egoísmo pelo amor, como objetivo determinante do agir. Esta mudança é obra da graça divina que atua no coração humano. Por outro lado, corresponde a deixar-se dinamizar pelo Reino de Deus.
Quando Deus se torna senhor do nosso coração, o egoísmo aí não tem lugar, e o modo humano de agir assemelha-se ao modo divino. O passo seguinte consiste em dar ouvido à Boa Nova proclamada por Jesus, ordenando agir conforme os parâmetros indicados por ele.
Tanto a conversão quanto a fé na Boa Nova não consistem somente em gestos exteriores, por mais edificantes que sejam. A exterioridade pode ser enganosa e encobrir motivações incompatíveis com o projeto de Jesus. A hipocrisia é risco sempre presente no processo de conversão.
Tocado no mais íntimo do seu ser, o discípulo dispõe-se a tornar-se imitador de Jesus, que viveu radicalmente centrado no Pai. A expressão viva desta vivência está em ter passado pelo mundo fazendo somente o bem.
É no exemplo de Jesus que o discípulo se inspira, quando se converte ao Evangelho. (Mundo Católico)

CONVITE A MUDANÇA
A pregação inicial de Jesus é um grande convite à mudança, e esta mudança tem como conseqüência o discipulado, o seguimento de Jesus. De fato, quem se converte verdadeiramente faz com que Jesus se torne o centro da sua própria vida e a razão da sua existência, e o discipulado é a grande manifestação dessa centralidade de Jesus, que pode acontecer tanto por meio das vocações de especial consagração, como a sacerdotal ou religiosa, como através da vocação laical, que leva o cristão a testemunhar a presença de Jesus em todos os meios em que vive e a ser fermento, sal e luz no meio da sociedade. (A Palavra de Deus na Vida)

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. . . (ABC da Catequese)

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. . . (Evangelho Quotidiano)

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