LD – 04/03/11 (6ª Feira)

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém!
04/Mar/2011 (6ª Feira) – VIII Semana do Tempo Comum
(branco – ofício da memória)
SÃO CASIMIRO

Vamos então nos preparar para a Leitura, orando juntos: Jesus Mestre, que dissestes: “onde dois ou mais estiverem reunidos em seu amor, eu aí estarei no meio deles”. Amém!

Casimiro (Polônia, 1458-1484), filho do rei da Polônia e Lituânia, abandonou riqueza e poder para abraçar o projeto do reino de Deus. Eis o segredo de sua santidade: profunda piedade, fundada no culto eucarístico e na imitação filial de Maria.

LEITURAS

Vamos fazer a leitura do livro do Eclesiástico 44,1.9-13
. . .

1Vamos fazer o elogio dos homens famosos, nossos antepassados através das gerações. 9Outros não deixaram lembrança alguma, desaparecendo como se não tivessem existido. Viveram como se não tivessem vivido, e seus filhos também, depois deles. 10Mas estes, ao contrário, são homens de misericórdia; seus gestos de bondade não serão esquecidos. 11Eles permanecem com seus descendentes; seus próprios netos são a sua melhor herança. 12A descendência deles mantém-se fiel às alianças, 13e, graças a eles, também os seus filhos. Sua descendência permanece para sempre, e sua glória jamais se apagará.

Vamos cantar o Salmo 149
O Senhor ama seu povo de verdade.

— O Senhor ama seu povo de verdade.
— Cantai ao Senhor Deus um canto novo. e o seu louvor na assembleia dos fiéis! Alegre-se Israel em quem o fez, e Sião se rejubile no seu Rei!
— Com danças glorifiquem o seu nome, toquem harpa e tambor em sua honra! Porque, de fato, o Senhor ama seu povo e coroa com vitória os seus humildes.
— Exultem os fiéis por sua glória, e cantando se levantem de seus leitos, com louvores do Senhor em sua boca. Eis a glória para todos os seus santos
.

Vamos fazer a leitura . . .
. . .

. . .

Vamos proclamar o evangelho de Jesus Cristo segundo Marcos 11,11-26
A minha casa será chamada “Casa de Oração” por todos os povos

Tendo sido aclamado pela multidão, 11Jesus entrou, no Templo, em Jerusalém, e observou tudo. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os doze. 12No dia seguinte, quando saíam de Betânia, Jesus teve fome. 13De longe, ele viu uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. 14Então Jesus disse à figueira: “Que ninguém mais coma de teus frutos”. E os discípulos escutaram o que ele disse. 15Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. 16Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. 17E ensinava o povo, dizendo: “Não está escrito: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? No entanto, vós fizestes dela uma toca de ladrões’. 18Os sumos sacerdotes e os mestres da Lei ouviram isso e começaram a procurar uma maneira de o matar. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. 19Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da. cidade. 20Na manhã seguinte, quando passavam, Jesus e os discípulos viram que a figueira tinha secado até a raiz. 21Pedro lembrou-se e disse a Jesus: “Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou”. 22Jesus lhes disse: “Tende fé em Deus. 23Em verdade vos digo, se alguém disser a esta montanha: ‘Levanta-te e atira-te no mar’, e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá. 24Por isso vos digo, tudo o que pedirdes na oração, acreditai que já o recebestes, e assim será. 25Quando estiverdes rezando, perdoai tudo o que tiverdes contra alguém, 26para que vosso Pai que está nos céus também perdoe os vossos pecados”.

COMENTÁRIOS

Jesus Cristo nos disse: “Eu sou o CAMINHO…
Qual o CAMINHO que a Palavra diz para mim? . . .(Paulinas)

… a VERDADE…
Qual a VERDADE  que a Palavra me diz? . . . (Paulinas)

… e a VIDA”.
Qual a VIDA que o texto me leva a dizer a Deus? Pai, ensina-me a viver a religião pura e agradável a ti. Cheio de fé e disposto a perdoar e a viver reconciliado, que eu possa rejeitar tudo o que desvirtua a verdadeira religião! (Paulinas)

Qual deve ser a minha VIDA e MISSÃO hoje?
Qual o meu novo olhar a partir da Palavra? Sinto-me discípulo/a de Jesus. . . . (Paulinas)

REFLEXÕES

JESUS DENUNCIA A CORRUPÇÃO DO TEMPLO
Este longo evangelho coloca em evidência o Templo de Jerusalém, com sua prática e doutrina, como sendo o alvo principal das denúncias de Jesus aos chefes religiosos de Israel. Este templo, desde sua construção por Salomão, sempre teve como anexo o Tesouro, destinado ao depósito das imensas riquezas acumuladas a partir das ofertas e das taxas cobradas do povo. Naquele momento de intenso comércio e lucro praticado durante a festa da Páscoa, Jesus denuncia esta corrupção do Templo. A figueira que secou e o monte que com fé é lançado ao mar representam o monte Sião, com Jerusalém e o Templo que oprimiam o povo. A verdadeira religião, agradável a Deus, é a do perdão e da misericórdia. (Paulinas)

O ZELO PELA CASA DE DEUS
A atitude irada de Jesus, expulsando os comerciantes do templo de Jerusalém, tem sua razão de ser. O motor de sua ação foi um amor tão acentuado a Deus, a ponto de não poder permitir que a idolatria tomasse conta de sua casa. Jesus não suportou ver o deus dinheiro instalado na casa do Pai e, por isso, foi tão enérgico. O templo havia se tornado numa espécie de banco, onde os peregrinos vindos do estrangeiro trocavam dinheiro para poder dar esmolas e oferecer sacrifícios. Foi também transformado em mercado onde os fiéis compravam os animais a serem oferecidos em sacrifício. Comércio não se faz sem lucro. E, sem dúvida, a ganância foi tomando conta dos cambistas e comerciantes, que não tinham escrúpulos de explorar os incautos peregrinos, considerados como fonte de riquezas para eles. A aristocracia sacerdotal participava dos lucros obtidos destas atividades. E, por isso, fechava os olhos aos abusos. Jesus não se conformou diante do sistema de exploração instalado no templo. Para os beneficiários da situação, o dono da casa já não tinha importância. Seu deus era o dinheiro. Só o lucro lhes interessava, não importando o modo como era obtido. Ao promover a purificação do templo, Jesus restabeleceu o senhorio de Deus sobre aquele espaço sagrado. Ali é lugar de encontro com o Deus e não lugar de injustiça. (Dom Total)

. . .
. . . (Homilia Diária)

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. . . (Paróquia Nossa Senhora das Dores)

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. . . (Mundo Católico)

IGREJA: LOCAL DE ADORAÇÃO E DÍZIMO OU LOCAL DE PROMOÇÃO PESSOAL?
O Evangelho de hoje nos leva a questionar se a Igreja é para nós o local privilegiado para o encontro com Deus e o crescimento da fé ou é o local de práticas que têm por finalidade a nossa promoção pessoal, o lucro, a competição e a concorrência entre as pessoas, o desenvolvimento de sentimentos como ciúmes, rancor, raiva, ira, inveja, etc. A Igreja deve ser o local onde se cria comunhão entre nós e o próprio Deus e entre nós mesmos, como irmãos e irmãs. Tudo o que diverge disso não corresponde ao plano de Deus e faz com que a nossa presença na Igreja seja ocasião de pecado. (A Palavra de Deus na Vida)

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. . . (ABC da Catequese)

NÃO FAÇAIS A CASA DE MEU PAI UM ANTRO DE COMÉRCIO
«Entrando no templo, Jesus começou a expulsar os que vendiam e os que compravam.» Alguns espantam-se com a ressurreição de Lázaro; ficam admirados com o fato de o filho de uma viúva ter ressuscitado. Outros ficam estupefatos com outros milagres. É certamente admirável tornar a dar vida a um corpo morto. Quanto a mim, fico mais impressionado com o acontecimento presente. Este homem, filho de um carpinteiro, um pobre sem morada fixa, sem sítio onde repousar, sem exército, que não era nem chefe nem juiz – que poder O autorizou a, […] sozinho, expulsar uma multidão tão numerosa? Ninguém protestou, ninguém ousou resistir, pois ninguém ousou opor-se ao Filho que reparava a injúria feita a Seu Pai. […]
«Ele começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no templo.» Se isto foi possível entre os judeus, porque não será, e com mais razão, entre nós? Se isto acontece no contexto da Lei, porque não acontece o mesmo no Evangelho? […] Cristo, um pobre, expulsa os compradores e os vendedores, que são ricos. Aquele que vende é expulso do mesmo modo que aquele que compra. Que ninguém diga: «Eu ofereço tudo o que possuo, dou oferendas aos sacerdotes como Deus ordenou». Numa passagem de Mateus lemos o seguinte: «Haveis recebido de graça, dai de graça» (Mt 10, 8). A graça de Deus não se vende, dá-se. (Evangelho Quotidiano)

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