LDP: 16/JAN/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

16/Jan/2012 (segunda-feira)

LEITURAS

1 Samuel 15,16-23 (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Históricos)

Naqueles dias, 16Samuel disse a Saul: “Basta! Deixa-me dizer-te o que o Senhor me revelou esta noite”. Saul disse: “Fala!” 17Então Samuel começou: “Por menor que sejas aos teus próprios olhos, acaso não és o chefe das tribos de Israel? O Senhor ungiu-te rei sobre Israel 18e te enviou em expedição, com a ordem de eliminar os amalecitas, esses malfeitores, combatendo-os até que fossem exterminados. 19Por que não ouviste a voz do Senhor, e te precipitaste sobre os despojos e fizeste o que desagrada ao Senhor?” 20Saul respondeu a Samuel: “Mas eu obedeci ao Senhor! Realizei a expedição a que ele me enviou. Trouxe Agag, rei de Amalec, para cá, e exterminei os amalecitas. 21Quanto aos despojos, o povo reteve, das ovelhas e dos bois, o melhor do que devia ser eliminado para sacrificar ao Senhor teu Deus em Guilgal”. 22Mas Samuel replicou: “O Senhor quer holocaustos e sacrifícios, ou quer a obediência à sua palavra? A obediência vale mais que o sacrifício, a docilidade mais que oferecer gordura de carneiros. 23A rebelião é um verdadeiro pecado de magia, um crime de idolatria, uma obstinação. Assim, porque rejeitaste a palavra do Senhor, ele te rejeitou: tu não és mais rei”.

Salmo 50(49),8-9.17.19.21-23 (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e Sapienciais)

— A todo homem que procede retamente, / eu mostrarei a salvação que vem de Deus
8Eu não venho censurar teus sacrifícios, pois sempre estão perante mim teus holocaustos; 9não preciso dos novilhos de tua casa nem dos carneiros que estão nos teus rebanhos.
17“Como ousas repetir os meus preceitos e trazer minha Aliança em tua boca? 19Tu que odiaste minhas leis e meus conselhos e deste as costas às palavras dos meus lábios!
21Diante disso que fizeste, eu calarei? Acaso pensas que eu sou igual a ti? É disso que te acuso e repreendo e manifesto essas coisas aos teus olhos.
22Quem me oferece um sacrifício de louvor, este sim é o que me honra de verdade. 23A todo homem que procede retamente, eu mostrarei a salvação que vem de Deus”.

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Marcos 2,18-22 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Evangelho Sinótico)

Naquele tempo, 18os discípulos de João Batista e os fariseus estavam jejuando. Então, vieram dizer a Jesus: “Por que os discípulos de João e os discípulos dos fariseus jejuam, e os teus discípulos não jejuam?” 19Jesus respondeu: “Os convidados de um casamento poderiam, por acaso, fazer jejum, enquanto o noivo está com eles? Enquanto o noivo está com eles, os convidados não podem jejuar. 20Mas vai chegar o tempo em que o noivo será tirado do meio deles; aí, então, eles vão jejuar. 21Ninguém põe um remendo de pano novo numa roupa velha; porque o remendo novo repuxa o pano velho e o rasgão fica maior ainda. 22Ninguém põe vinho novo em odres velhos; porque o vinho novo arrebenta os odres velhos e o vinho e os odres se perdem. Por isso, vinho novo em odres novos”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

Pergunto-me: no meu ser cristão prefiro as comodidades ou gosto de servir?
Sou coerente no meu seguimento de Jesus Cristo, aceitando a cruz como parte da missão?
Quais são as minhas cruzes?
Quando me julgam, continuo confiando em Deus?
Acredito que Deus me dá sabedoria para enfrentar os que contradizem minha fé?
Tenho convicções que me ajudam a vencer as dificuldades?
Recordo a palavra dos bispos que também falaram de coerência, em Aparecida e lembraram o testemunho dos mártires: “Identificar-se com Jesus Cristo é também compartilhar seu destino: “Onde eu estiver, aí estará também o meu servo” (Jo 12,26). O cristão vive o mesmo destino do Senhor, inclusive até a cruz: “Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, carregue a sua cruz e me siga” (Mc 8,34). Estimula-nos o testemunho de tantos missionários e mártires de ontem e de hoje em nossos povos que tem chegado a compartilhar a cruz de Cristo até a entrega de sua vida.” (DAp, 140).

… a VERDADE …

Leio atentamente o texto do Evangelho do Dia na Bíblia: Mc 2,18-22.
O texto diz que Jesus vem trazer clima de festa, de alegria. O jejum que ele pede não é como o fazem os fariseus. Segundo eles, o jejum era praticado por lei ou por devoção, como expressão de luto, arrependimento ou humildade. O jejum que Jesus quer é um coração arrependido, é a atitude de perdão e de partilha do que se tem com os mais necessitados. Estar com Jesus é uma festa! Ao falar de vinho novo em odres novos e remendo novo em roupa velha, Ele quer falar de coerência.

… e a VIDA …

Pai, a presença de Jesus na nossa história é motivo de grande alegria. Que a minha alegria consista em construir um mundo de amor e de fraternidade, como ele nos ensinou.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Terei no olhar a certeza de que na coerência ao seguimento de Jesus, Ele me dará toda luz necessária para testemunhá-lo.

REFLEXÕES

JESUS ROMPE COM A TRADICIONAL PIEDADE DA LEI

Após ser questionado pelos fariseus por comer com os publicanos e pecadores, agora é cobrada de Jesus a observância do jejum e das orações rituais. Jesus rompe com a tradicional piedade da Lei. Além de se sentar à mesa com companhias pouco recomendáveis segundo os critérios do legalismo religioso, “comem e bebem” desprezando os jejuns rituais. A parábola que segue é bastante sugestiva: ninguém corta uma roupa nova para tirar um remendo para colocar em uma roupa velha! Perde-se a roupa nova e a velha fica desajustada. A parábola é bem clara. Não se deve fragmentar a nova realidade revelada por Jesus para adaptá-la às expectativas da velha tradição. Também, a velha tradição, desgastada e de uma cultura ultrapassada, não suporta a novidade de Jesus. Com sentido semelhante segue a parábola dos odres. O vinho novo, ao fermentar, arrebenta os odres velhos, e se perdem um e outro. Vinho novo em odres novos. Jesus vem para aqueles que se dispõem a renovar seus corações.

VINHO NOVO EM ODRES NOVOS

Em todas as épocas, as pessoas sempre valorizaram as práticas religiosas, e, entre essas práticas, o jejum. Na época de Jesus, não era diferente. Por isso, os fariseus procuram Jesus e o questionam sobre a prática do jejum por parte dele e dos seus discípulos. Jesus nos mostra que as práticas religiosas só têm sentido enquanto são manifestações do relacionamento que temos com Deus, e que o Novo Testamento apresenta essa grande novidade em relação ao Antigo. Assim, percebemos que Jesus veio nos trazer algo realmente novo, e não apenas colocar rótulos novos nas coisas velhas que já existiam antes da sua vinda ao mundo.

A MISTURA INCONVENIENTE

Jesus não admitia intromissões indevidas na maneira como orientava seus discípulos. Aqui e acolá, os fariseus davam palpites e eram repreendidos. Não aceitava que se misturasse, inconvenientemente, a novidade do Reino trazida por ele com os esquemas caducos da uma religiosidade feita de exterioridades.
O fato de os seus discípulos não jejuarem deu pé para um entrevero com os fariseus. Estes não podiam entender como aqueles não jejuavam, enquanto eles faziam não só os jejuns prescritos, mas também, os jejuns voluntários, manifestando, assim, uma piedade acima de qualquer suspeita. Portanto, digna de ser imitada.
Isto não impressionava Jesus, pois ele pensava a partir de outros parâmetros. Enquanto estivesse com os discípulos, seria tempo de alegria e festa. Portanto, nada de jejuns e penitências. Só quando fossem privados da presença do Mestre, é que haveriam de jejuar, preparando-se para a sua nova vinda, tempo de alegria sem fim. Seria insensato formar um grupo de penitentes, quando não era o momento para isto.
O período de convivência com o Mestre teria uma finalidade bem diferente: preparar-se para a missão, deixar-se instruir, abrir o coração para acolher o testemunho dele. Quando Jesus tivesse partido, aí sim, teria início uma nova etapa na caminhada, na qual seria justificável jejuar. Cada coisa em seu tempo.

ABANDONE A INJUSTIÇA E A DISCRIMINAÇÃO SE QUISER SEGUIR JESUS!

Nesta narrativa de Marcos, o destaque é a questão do jejum, uma das principais observâncias religiosas dos fariseus, mencionado seis vezes neste texto. Jesus, com Seus discípulos, infringia essa prescrição legal, bem como a observância do sábado, conforme os Evangelhos registram com frequência. Em vez de aderir à tradicional doutrina da Lei que, com seus preceitos oprimia e excluía o povo pobre e humilde, Cristo vem para libertá-los de todo jugo, social, espiritual ou religioso, e comunicar-lhes esperança, felicidade e vida.
O texto de hoje relata a terceira duma série de controvérsias com vários grupos judaicos, iniciada em Marcos 2,1. Talvez, surpreendentemente, a discussão de hoje se deu não somente com os fariseus, mas com os discípulos de João Batista. Marcos fala disso porque os discípulos de João formavam uma comunidade que sobreviveu à morte do Batista, sem dúvida até o segundo século da nossa era (cf. Jo 3,25). O motivo foi porque os discípulos de Jesus não davam grande importância ao jejum – uma prática que, ao lado da oração e da esmola, era muita cara às tradições religiosas dos judeus. Aliás, práticas também que continuam a ter muito sentido para os cristãos de hoje, se bem que com ênfases e expressões diferentes.
O Sermão da Montanha, no sexto capítulo de Mateus (cf. Mt 6,1-18), nos dá as orientações de Jesus sobre essas práticas, para evitar que caiam no formalismo e no vazio de serem somente práticas externas que não tocam no coração da pessoa humana. Atualmente, na Sexta-feira Santa por exemplo, lotam-se os restaurantes para comer bacalhau caríssimo, uma vez que comer um bifezinho é proibido! E, assim, se cumpre a Lei “na letra” mas não “no espírito”.
Mas no trecho de hoje, o Senhor Jesus não se concentra sobre o jejum como tal, mas sobre o simbolismo de jejuar ou não no contexto das bodas ou casamento. A imagem do banquete de casamento tinha conotações messiânicas e a referência a Jesus, como o Noivo, tem esse sentido. Com a vinda de Jesus Nazareno, chegou a hora do casamento, ou seja, dum novo relacionamento entre Deus e as pessoas. Mas também nesse texto, bem no meio das controvérsias, se faz uma alusão clara à cruz, ao destino de Cristo, pois “vão chegar dias em que o noivo será tirado do meio deles. Nesse dia, eles vão jejuar”. A fidelidade à vontade do Pai, na pregação da novidade da chegada do Reino de Deus, levará Cristo inevitavelmente à morte, pois o velho sistema politico-religioso é incapaz de adaptar-se à grande novidade da Boa Nova trazida por Ele.
Por isso, Marcos termina o texto colocando duas comparações sobre a relação entre o velho e o novo: o pano remendado e os barris de vinho. A Boa Nova, com as suas consequências sociais e religiosas, é como um pano novo no qual não pode remendar roupas velhas, e como barril novo que preserva vinho novo. Para acolher Jesus e o Seu projeto é necessário acabar com estruturas arcaicas de dominação e de discriminação. Quem procurar salvaguardar esquemas antiquados e injustos não vai conseguir vivenciar a Boa Nova. O Salvador veio exigir de todos nós mudança radical, tanto no nível individual como social. Não veio “remendar”, mas trazer algo novo – um novo relacionamento entre as pessoas, com Deus, com elas mesmas e com a criação.
A presença de Jesus Cristo entre Seus discípulos e no mundo é motivo de alegria. É o próprio Deus da vida e do amor presente entre nós, dispensando as práticas cultuais que são feitas em busca de um deus oculto e distante.
Com as sentenças sobre remendo novo em roupa velha e vinho novo em odres velhos fica afirmada a novidade do movimento de Jesus, que se diferencia fundamentalmente da antiga prática religiosa legalista.
O desafio continua hoje: como é tentador “remendar”, ou seja, fazer somente algumas mudanças que não atingem o cerne das estruturas de exploração, nem a sua raiz na nossa pecaminosidade. Por isso, a sociedade hegemônica, dizendo-se muitas vezes “cristã”, sempre procura cooptar o Evangelho e a Igreja, para que não tenha que mudar. Quando a cooptação e o suborno sutil não funcionam, parte para a perseguição – por isso Marcos desde já aponta para a cruz. A sociedade moderna, com a sua grande arma nos Meios de Comunicação Social, continua essa cooptação, disseminando uma religião “água com açúcar”, de “panos quentes”, dando espaço para movimentos religiosos intimistas e alienantes, enquanto cala a voz dos profetas, ignorando-os ou até matando-os, como o sangue dos mártires da América Latina muito bem testemunha.
O Evangelho de hoje nos desafia para que façamos as mudanças radicais necessárias a fim de que possamos acolher a Boa Nova. E então seremos odres novos que acolhem o Vinho Novo. E então seremos alvos da mensagem de Jesus: “Vinho novo deve ser colocado em odres novos” que são os nossos corações.

O ESPOSO ESTÁ COM ELES

“Pelo batismo” revesti-me do amor do Senhor (Ga 3,27) […],
Ele abraça-me.
Não saberia amar o Senhor,
se Ele não me tivesse amado primeiro.
Quem pode compreender o amor,
a não ser aquele que é amado?
Abraço-me ao Amado e minha alma ama-O.

Onde fica o Seu repouso,
aí estou eu (cf Ct 1,7).
Não serei jamais um estranho;
o Altíssimo é misericordioso.
Estou unido a Ele,
porque o Esposo encontrou aquele que ama.

Porque amo o Filho,
torno-me filho.

Sim, quem adere Àquele que não morre
torna-se imortal.
Aquele que se maravilha com a Vida
está também vivo.

Tal é o verdadeiro espírito do Senhor,
que ensina aos homens os Seus caminhos.
Sedes sábios, compreendei e estai vigilantes.
Aleluia!

ACASO OS CONVIDADOS PODEM JEJUAR ENQUANTO O NOIVO ESTÁ COM ELES?

Hoje, vemos como os judeus, além do jejum prescrito para o Dia da Expiação (cf. Lev 16,29-34), observavam muitos outros jejuns, tanto públicos como privados. Eram expressão de dor, de penitência, de purificação, de preparação para uma festa ou uma missão, de pedido a Deus de uma graça, etc. Os judeus piedosos consideravam o jejum como um ato próprio da virtude da religião e algo muito grato a Deus: aquele que jejua dirige-se a Deus em atitude de humildade, pede-lhe perdão, privando-se de algo que, causando-lhe satisfação, o iria afastar dele.
O fato de Jesus não incutir esta prática nos seus discípulos e naqueles que O escutavam, surpreende os discípulos de João e os fariseus. Pensam que se trata de uma omissão importante nos Seus ensinamentos. E Jesus dá-lhes uma razão fundamental: “Podem por acaso os convidados do casamento jejuar enquanto o noivo está com eles?” (Mc 2,19). Segundo a interpretação dos profetas de Israel, o esposo é o próprio Deus, e é manifestação do amor de Deus pelos homens (Israel é a esposa, nem sempre fiel, objeto do amor fiel do esposo, Yahveh). Ou seja, Jesus equipara-se a Yahveh. Declara aqui a sua divindade: chama aos seus amigos “os amigos do esposo”, os que estão com Ele, e então não precisam de jejuar porque não estão separados dele.
A Igreja permaneceu fiel a este ensinamento que, vindo dos profetas e sendo até uma prática natural e espontânea em muitas religiões, é confirmado por Jesus Cristo, que lhe dá um sentido novo: jejua no deserto como preparação para a Sua vida pública, diz-nos que a oração se fortalece com o jejum, etc.
Entre aqueles que escutavam o Senhor, a maioria seria constituída por pobres, que saberiam de remendos em roupas; haveria vindimadores que saberiam o que acontece quando o vinho novo se deita em odres velhos. Jesus recorda-lhes que têm de receber a Sua mensagem com espírito novo, que rompa o conformismo e a rotina das almas envelhecidas, que o que Ele propõe não é mais uma interpretação da Lei, mas uma vida nova.

OS DISCÍPULOS NÃO JEJUAM?

Vinho novo = vida nova
Que alegria, estamos no mês da Bíblia. Evidentemente, a Sagrada Escritura é a nossa guia espiritual, que nos orienta e nos revela os segredos de Deus, as profecias e ensinamentos dos profetas, os testemunhos do povo antigo e os salmos de manifestação do povo para com Deus. O Novo Testamento, para nós cristãos, é uma opção de vida; opção que fazemos com amor e com espírito de liberdade, assim como Jesus assumiu para nossa redenção.
O evangelho de hoje trata de um debate entre os fariseus e doutores da Lei com Jesus sobre o jejum e oração. “Os discípulos de João, e também os discípulos dos fariseus, jejuam com frequência e fazem orações. Mas os teus discípulos comem e bebem”. O motivo pelo qual os fariseus indagam a Jesus é que seus discípulos não cumprem corretamente os preceitos e costumes da religião judaica. Observando o grupo de discipulado de Jesus veremos que a sua origem é pobre e excluída pela casta dos judeus.
Jesus disse: “34Os convidados de um casamento podem fazer jejum enquanto o noivo está com eles? 35Dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naquele dias, ele jejuarão”. Esse noivo é Jesus. De fato, ele foi tirado do meio dos discípulos e de uma forma muito cruel: tirado através da cruz. E os discípulos a partir daí, como podemos observar nos Atos dos Apóstolos e demais textos do Novo Testamento, jejuaram e continuam até hoje; na Semana Santa ou nas Quartas e Sextas Feira.

A PARÁBOLA

Havia um jovem que questionava tudo sobre Igreja, Religião e, até mesmo, Deus. Para ele, a divindade não existia porque não era real e visível. O que ele achava mais esquisito e fora da realidade, ou melhor, não tinha nenhum fundamento é essa mania de muitos deixarem de comer, isto é, fazer penitência.
Certo dia ele foi caminhar. Passou enfrente das escolas, bares, churrascarias e outros lugares, e viu que tudo estava fechado. E disse: Nossa, o que está acontecendo hoje? Está tudo fechado! E continuou sua caminhada.
Depois de andar bastante, resolveu passar numa praça onde se localiza uma igreja. E disse: Bom, vamos ver o que está acontecendo. Se tiver gente naquele lugar é porque hoje é domingo.
Passando por lá, viu muita gente fazendo penitência; uns estavam ajoelhados, outros de pé com o chapéu na mão. Curioso, aproximou-se de um senhor e perguntou:
— Nossa, hoje é domingo, tudo está fechado e a igreja está lotada de gente; o que acontece?
O senhorzinho todo piedoso respondeu:
— Uai, você não sabe? Hoje é Sexta Feira Santa, dia em que o Senhor Jesus morreu, e também hoje nós fazemos penitência. E você, não faz penitência?
O jovem respondeu:
— Eu não acredito nessas coisas. Só acredito naquilo que vejo!
E o senhor o disse:
— Bom, antes eu pensava assim também, mas depois que comecei usar óculos enxerguei verdadeiramente Deus. E você, não vai colocar o seu?
O jovem disse:
— Pois eu não preciso de óculos!
Retrucou o senhor:
— Bom, meu jovem, não se preocupa não, você ainda vai entender aquilo que os fariseus e muitos judeus não entenderam. Pois Jesus estava com eles visivelmente e eles não o enxergaram, mas só o viram no dia em que ele se revelou totalmente, morrendo numa cruz. Aproveita que hoje é dia dele, e não perca a oportunidade de acreditar nele.

O jovem percebeu a fé daquele senhor e resolveu usar os óculos, já que percebera que seu problema é falta de buscar Deus e de conhecê-lo por meio da Sagrada Escritura. A Bíblia é os óculos que nos faz enxergar Deus. Dizia meu professor na filosofia em Campinas, SP: É preciso ler o texto, para analisar o contexto e para, assim, evitar o pretexto. Julgar sem conhecer é tornar-se hipócrita. Que Maria nossa Mãe nos inspire em nossa missão. Amém!

OS DISCÍPULOS NÃO JEJUAM?

Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão.
Neste Evangelho, partindo da pergunta sobre o jejum, Jesus nos mostra a radicalidade da Boa Nova trazida por ele. Não podemos misturar a Boa Nova de Jesus com outros caminhos ou projetos. Ou nos jogamos inteiramente no seguimento do Evangelho, ou não o seguimos. Meio termo não existe.
“Os convidados a um casamento podem jejuar enquanto o noivo está com eles”?
Numa festa de casamento, ninguém jejua. Conforme a tradição bíblica, Deus é o noivo e a humanidade é a noiva. Com o pecado original, a noiva havia abandonado o noivo; mas agora o noivo a procurou e fez com ela uma Aliança, que se desdobra em duas Alianças: antiga e nova. No nova Aliança, Jesus é o noivo, o que significa que ele é Deus.
E Jesus acrescenta duas parábolas que vêm justificar a sua resposta à questão do jejum: ninguém remenda uma roupa velha com pano novo. A roupa velha representa, naquele tempo, a religião judaica com seus jejuns e ritos de purificação. Hoje, essa roupa velha é a mentalidade do mundo, pluralista e pecador. Não podemos remendar essa roupa velha com o pano novo que é o Evangelho, pois, além de não ficar bonito, acabamos estragando o pano novo, que é a Boa Nova de Jesus.
Uma roupa remendada desse jeito fica feia e repuxada; um cristão com mentalidade velha, apenas com remendos da fé cristã, fica a mesma coisa.
A comparação do vinho nos odres vai na mesma linha. Não podemos colocar o vinho novo, trazido por Jesus, em odres velhos, seja do Antigo Testamento, seja do mundo caduco e pecador. Jesus nos pede para escolher um dos dois caminhos e segui-lo integralmente. Ficar com os pés em duas canoas não dá certo. O Evangelho do Reino não é compatível com instituições ou mentalidades caducas.
A fé cristã é uma proposta de vida, não de leis. E a vida muda, evolui constantemente, estourando qualquer código de leis. A lei é necessária, mas é morta, e o Reino de Deus é vivo.
Um dia, Jesus recriminou os judeus por serem muito ciosos na prática da letra da Lei, e se esquecerem do principal que é o espírito da Lei: “Bem profetizou Isaías a vosso respeito: este povo me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim” (Mc 7,6; Is 29,13).
Uma pergunta: nós estamos em condições de receber o Vinho Novo de Jesus, ou ainda estamos “com os pés em duas canoas”?
Somos uma roupa nova, uma roupa velha, ou uma roupa remendada?
Diógenes foi um grande filósofo que viveu em Atenas, na Grécia, no Séc. IV A/C. Ele tinha fama de doido, porque fazia coisas exóticas. Não era doido nada. Um dia, ele foi ao centro da cidade e, em pleno meio dia, com o sol quente, começou a andar numa rua movimentada, com uma candeia acesa na mão. As pessoas lhe perguntavam: “O que você está fazendo, Diógenes?” Ele respondia: “Estou procurando um amigo”.
Nós podemos imitar Diógenes e, se as pessoas nos perguntarem o que estamos fazendo, vamos respondeu: “Estou procurando um cristão integral, sem mistura de outros “valores””.
Maria Santíssima, na hora da Anunciação, jogou-se inteiramente nas mãos de Deus, como uma criança se joga nos braços da mãe. O amor é totalizante, ele se dá totalmente. Que Maria nos ajude a fazer o mesmo, no seguimento do seu Filho.
Mas dias virão em que o noivo será tirado do meio deles. Então, naqueles dias, eles jejuarão.

OS TEUS DISCÍPULOS NÃO JEJUAM?

Sim, resulta estranha esta imagem que Deus utiliza para falar de si mesmo: compara-se com um Esposo, não com um Celibatário ou um Solteiro.
Em que religião se revela Deus como Esposo?
As religiões monoteístas o contemplam como “o Único”. Também nós contemplamos habitualmente a nosso Deus como um Esposo. Na linguagem mais clássica falamos de nosso Deus “uno e trino”, mas quase nunca de nosso Deus-Esposo! Porém, neste domingo, a Igreja privilegia essa imagem e escolheu leituras que dela nos falam.
A noiva e a esposa de Deus não é ainda a “esposa sonhada”. Já não tem o encanto da juventude. Passaram os anos e sua trajetória ficou semeada de infidelidades e prostituições com outros amantes. O povo de Israel é “sua Esposa infiel”. O Deus-Esposo sente tal paixão por ela que, em lugar de deixar-se levar pelos ciúmes e destruí-la e sentir-se fracassado no amor, faz do amor sua arma mais poderosa e se decide a conquistá-la e seduzi-la de novo. As palavras da primeira leitura são de uma nobreza e de um amor fora do comum: “Eu a levarei ao deserto, lhe falarei ao coração. E me responderá ali como nos dias de sua juventude”.
A confiança que Deus tem em sua capacidade de sedução é absoluta: “a levarei… lhe falarei… me responderá”. E depois dessa sedução vitoriosa, Deus descreve antecipadamente seu casamento que terá três características: a legitimidade (direito e justiça), o perdão (misericórdia e compaixão) e a fidelidade (para sempre, sem volta atrás). O resultado final será que a Esposa sentirá Deus em seu mais íntimo centro.
É estranha a imagem de um Deus, movido pelo Eros, pela paixão amorosa. Esse amor supera qualquer ofensa, por mais dolorosa que pareça. É estranho falar de uma aliança que -nem nos piores momentos- se rompe. Deus não mantém a indissolubilidade de seu Casamento porque se submete a uma lei de indissolubilidade, mais porque ama e não pode deixar de amar a sua Esposa.
Estamos num mundo no qual as alianças frequentemente se rompem. É difícil contar com um aliado disposto a estar “sempre” com as mãos abertas, oferecendo-nos um “cheque em branco”. Todos nós somos vitimas de “alianças quebradas”, “não mantidas”. Por isso, mostramo-nos compreensivos ante quem não pode mais e se divorcia, separa-se. O único limite que pomos é que na separação não se utilize a violência., que os conflitos se acabem “pacificamente”, “sem vencedores nem vencidos”.
Ensina-se a “fazer amor”, mas onde estão as escolas da fidelidade ao amor, do amor continuado e sempre criativo, do amor que não só é “dom”, senão ademais “perdão”? Isso é o que aprendem quem são “discípulos do Deus-Esposo fiel”. Ele nos diz que o amor pode até sair do sepulcro e ressuscitar.
Que frágeis são as alianças que estabelecemos, em todos os níveis! E quem está envolvido nelas, mais do que esposos apaixonados e que confiam em sua capacidade de sedução (como Deus, como Oséias), nos parece o aliado, a aliada que por qualquer razão volta sua vista e seu coração a outra parte e rompe seus laços. Não é boa “a dureza de coração”. Quem condena, quem sempre têm o insulto à flor da boca, quem possui ressentimentos, em que se parecem ao Deus, estranho Esposo?
O mais surpreendente de todo isto, no entanto, é que Jesus, o Filho de Deus, quando esteve entre nós, apresentou-se também a si mesmo como “O Esposo”. Utilizou essa imagem e não outras imagens como “o solteiro”, “o celibatário”. Também a Ele lhe interessava aparecer ante os demais como um homem que se define por sua aliança amorosa fiel e sem volta. No evangelho de hoje, na parábola do banquete do Filho do Rei e os convidados, na parábola das 10 virgens, Jesus se identifica com o Esposo. Sua Esposa é “o novo Povo de Deus”. Jesus no último Jantar oferece a copa da nova e definitiva Aliança. A Igreja, nova Jerusalém, é a Esposa do Cordeiro.
E se Jesus é o Esposo, também é o permanente Sedutor. Ele fala cada dia ao coração de sua Esposa (liturgia da Palavra). Ele lhe entrega sem reservas em cada Eucaristia seu Corpo e lhe derrama seu sangue. Ele a perdoa “setenta vezes sete”. Seu amor é incondicional e obstinadamente fiel… até morrer por ela: “me amou e se entregou por mim” , pode dizer uma e outra vez a Igreja.
Junto ao Esposo estão “os amigos do Esposo”. Estes são, antes de qualquer coisa, aqueles que não devem suplantar ao Esposo! A comunidade-esposa não lhes pertence, pertence só ao único Esposo! O amigo do Esposo não tem direitos de esposo sobre a Esposa (“não é digno de desatar a correia da sandália”). João Batista e Paulo foram exemplos de “amigo” do Esposo. Alegravam-se da presença do Esposo, mas nunca o suplantaram! Convém que Ele cresça e eu diminua!, dizia Batista. Sinto por vocês ciúmes de Deus… para entregar-vos a Cristo como virgem pura, santa!, dizia Paulo. A ninguém, senão só a Jesus, temos de reconhecer como Esposo da Igreja. Evitemos, nós, os crentes, qualquer tipo de suplantação: ninguém, ninguém deve substituir ao Único Esposo da Igreja! Temos de ser fiéis a Ele.
Os amigos e amigas do Esposo esperam sua vinda, não jejuam quando o Esposo está com eles e elas, alegram-se. O desejo da comunidade eclesial deve ser o de uma comunidade apaixonada e amada; o de uma comunidade que nunca se sente abandonada, nem desprezada, nem divorciada. As comunidades cristãs têm que recuperar a alegria do “primeiro amor”, do “amor de juventude”. O Esposo as quer festivas, alegres, desejosas de união… como a Esposa do Cantar dos Cantares.
E a função dos “pastores”? O Esposo único lhes diz: “pastores, os que forem… se por ventura vir àquele que eu mais quero… dizei-lhe que adoeço, peno e morro”. O Esposo morre de amor pela Esposa. Seus pastores são seus amigos. Foi-lhes concedido como símbolo levar o anel do Esposo. Não há entre eles “mais e menos”. Todos conjuntamente são símbolos viventes do Único Esposo para a Esposa, a Igreja. Nenhum deles quer suplantar ao Esposo. Todos eles querem ser como os precursores, como Paulo, querem transmitir à Esposa o amor permanente e fiel. Função dos pastores é dizer à Esposa, de forma credível, que o Único Esposo a ama, e por ela “adoece, pena e morre” (João da Cruz).
É verdadeiro, no entanto, que algumas estruturas recebidas da tradição, certas normas de protocolo e cerimoniais cortesãos todavia ficam como “odres velhos”; o “vinho novo” que neles se derrama, perde seu sabor genuíno e nos resulta difícil distinguir sua permanente novidade. Os representantes do Esposo, levam um anel que evoca ao Único. Eles mesmos querem ser próximos, humildes, entregues, como o Esposo. Querem perdoar, esquecer, transmitir amor. Não obstante, há que ter cuidado para que essa representação não fique pervertida por cerimoniais e protocolos mundanos, por formas de aparência ostentosas, por estrados ou cercas que separam… porque então em lugar de representar ao Esposo apaixonado pela Esposa, podem estar representando a um senhor feudal de outros tempos.
Que lúcidas são a este respeito as palavras de Jesus! “Ninguém joga vinho novo em odres velhos; porque arrebentam os odres, e se perdem o vinho e os odres; para vinho novo, odres novos”. Ser “amigo e representante” do Único Esposo é um verdadeiro presente que a Esposa-Igreja precisa. O Espírito tem suscitado muitas pessoas que assim o transmitem e o transmitiram. São os vinhos novos, os remendos novos. Atiremos de uma vez os odres velhos, o vestido velho! Fora com as aparências que nos impedem ver ao Esposo que vem! Em todo caso, e apesar de tudo, saibamos a quem entregamos nossa vida e façamos que esta comunidade cristã e católica da qual fazemos parte, seja – em nossa geração! – uma esposa apaixonada, capaz de amar a seu Esposo com o amor romântico de sua juventude.

POR QUE OS DISCÍPULOS NÃO JEJUAM?

Os discípulos de João perguntaram a Jesus: “Por que jejuamos nós e os fariseus, e os teus discípulos não”?
Para entender a resposta de Jesus a esta pergunta, vamos dar uma olhada na legislação referente ao jejum.
Na Lei verdadeira, isto é, a Lei antes de ser alterada pelos doutores, o jejum era prescrito apenas para o dia Da Expiação dos pecados. Você pode conferir isto em Levítico 16,30.
Porém, os fariseus, que gostavam de aparecer, de se mostrar ao povo que eles eram puros e santos, jejuavam duas vezes por semana, a saber: na segunda e na quinta-feira.
Acontece que a festa de casamento na Palestina durava uma semana. Então, como eles eram muito espertos, para poder aproveitar das festas comendo tudo que tinham direito, os doutores da Lei, fizeram uma espécie de emenda na famosa Lei, de modo que nas semanas em que houvesse festa de casamento, o jejum poderia ser suspenso, para que se pudessem comer e beber sem miséria e se divertirem a vontade.
Repare que eles eram os típicos políticos disfarçados de religiosos e santos.
Observe que os doutores que elaboravam a Lei, legislavam em causa própria. Isto é, faziam o que bem entendiam da Lei, adaptando-a aos seus interesses.
Agora eu pergunto a você. Será que nós já não vimos este filme?
Bem. Agora vamos à resposta de Jesus.
Jesus respondeu: Podem os amigos do esposo afligir-se enquanto o esposo está com eles? Dias virão em que Ihes será tirado o esposo. Então eles jejuarão.
Em outros evangelistas, Jesus responde: pode os amigos jejuar enquanto o noivo está com ele?
Isto equivale a dizer: por acaso pode-se jejuar em uma festa?
É claro, que não! Em uma festa tem mais é que comer. Foi por isso que o doutores ajeitaram a Lei.
Jesus tinha resposta para tudo. Ele era semelhante a um bom goleiro que pega todas as bolas: rasteiras, altas, de canto, pingando etc. Jesus rebatia a toda pergunta maliciosa que lhe faziam para colocá-lo em desacordo com a Lei.
Porque antes mesmo que os seus oponentes abrissem a boca para perguntar, Jesus já sabia da maldade que rolava em suas mentes.
No Evangelho de hoje, Jesus derrota os seus oponentes, com o seu próprio veneno. Semelhante a um atleta lutador de Aikido, que usa a própria força do adversário para derrotá-lo, (estamos nos referindo ao esporte, e não incentivando a violência) Jesus aproveita a própria escala de valores dos fariseus e doutores, para rebatê-los. Se bem que hoje não foram os fariseus que diretamente pressionaram o Mestre, e sim os discípulos de João, porém a mando dos fariseus.
Meu amigo, minha amiga. Repararam que o personagem noivo nos dias atuais é uma classe em extinção?
Isto está acontecendo porque os meios de comunicações incentivam os jovens a se acasalarem em vez de se casarem. E esse acasalamento tem pouca duração. Assim que nasce o primeiro rebento, o macho “sarta de banda”, deixando para a fêmea a tarefa de criar o fruto daquela relação de prazer, sem o verdadeiro amor. E na verdade, quem vai ser a mãe daquela infeliz criança, será a avó.
Maria, mãe da sagrada família. Rogai a Jesus pelos noivos e noivas de hoje.
Para que eles assumam com responsabilidade cristã, o compromisso sagrado da construção da família. Para que não coloquem filhos no mundo sem a menor responsabilidade! Mãe poderosa. Rogai a Jesus pelos jovens. Para que acordem para a realidade de que estão sendo usados, por aqueles que pretendem destruir a família. Ave Maria cheia de graça…

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A atividade de Jesus mostra que o amor de Deus vem para salvar o homem e a mulher das estruturas que lhes sugam as forças. O caminho de vida a seguir é representado pela roupa e pelo vinho novos.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A obediência a Deus vale mais que os sacrifícios e as prescrições humanas. A presença do noivo, Cristo, entre nós é motivo de alegria e sinal de salvação.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12)

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Que toda a terra se prostre diante de vós, ó Deus, e cante louvores ao vosso nome, Deus altíssimo! (Sl 65,4).

Antífona da comunhão

Sabemos que Deus nos ama e cremos no seu amor (1Jo 4,16).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, que governais o céu e a terra, escutai com bondade as preces do vosso povo e dai ao nosso tempo a vossa paz. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, parceiro dos pobres, atendei-nos.
— Para que a Igreja saiba tomar as decisões certas no momento oportuno, rezemos ao Senhor.
— Para que os sacerdotes compreendam as dificuldades dos outros, rezemos ao Senhor.
— Para que sejamos abertos e obedientes à vontade do Pai, rezemos ao Senhor.
— Para que as leis religiosas favoreçam o exercício da caridade, rezemos ao Senhor.
— Para que os que se preparam para o matrimônio sejam conscientes dos compromissos do sacramento, rezemos ao Senhor.

Oração sobre as oferendas

Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar constantemente da eucaristia, pois, todas as vezes que celebramos este sacrifício, torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Penetrai-nos, ó Deus, com o vosso Espírito de caridade, para que vivam unidos no vosso amor os que alimentais com o mesmo pão. Por Cristo, nosso Senhor.

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