LDP: 22/JAN/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

22/Jan/2012 (domingo)

LEITURAS

Jonas 3,1-5.10 (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Proféticos)

1A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, pela segunda vez: 2“Levanta-te e põe-te a caminho da grande cidade de Nínive e anuncia-lhe a mensagem que eu te vou confiar”. 3Jonas pôs-se a caminho de Nínive, conforme a ordem do Senhor. Ora, Nínive era uma cidade muito grande; eram necessários três dias para ser atravessada. 4Jonas entrou na cidade, percorrendo o caminho de um dia; pregava ao povo dizendo: “Ainda quarenta dias, e Nínive será destruída”. 5Os ninivitas acreditaram em Deus; aceitaram fazer jejum, e vestiram sacos, desde o superior ao inferior. 10Vendo Deus as suas obras de conversão e que os ninivitas se afastavam do mau caminho, compadeceu-se e suspendeu o mal que tinha ameaçado fazer-lhes, e não o fez.

Salmo 25(24),4-5ab.6-7bc.8-9 (R. 4a.5a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e Sapienciais)

4aMostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, 5avossa verdade me oriente e me conduza!
4aMostrai-me, ó Senhor, vossos caminhos, 4be fazei-me conhecer a vossa estrada! 5aVossa verdade me oriente e me conduza, 5bporque sois o Deus da minha salvação.
6Recordai, Senhor meu Deus, vossa ternura e a vossa compaixão que são eternas! 7bDe mim lembrai-vos, porque sois misericórdia 7ce sois bondade sem limites, ó Senhor!
8O Senhor é piedade e retidão, e reconduz ao bom caminho os pecadores. 9Ele dirige os humildes na justiça, e aos pobres ele ensina o seu caminho.

I Coríntios 7,29-31 (Livro do Novo ou 2º testamento / Epístolas ou Cartas de são Paulo)

29Eu digo, irmãos: o tempo está abreviado. Então que, doravante, os que têm mulher vivam como se não tivessem mulher; 30e os que choram, como se não chorassem, e os que estão alegres, como se não estivessem alegres; e os que fazem compras, como se não possuíssem coisa alguma; 31e os que usam do mundo, como se dele não estivessem gozando. Pois a figura deste mundo passa.

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Marcos 1,14-20 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Evangelho Sinótico)

14Depois que João Batista foi preso, Jesus foi para a Galileia, pregando o Evangelho de Deus e dizendo: 15“O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho!” 16E, passando à beira do mar da Galileia, Jesus viu Simão e André, seu irmão, que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. 17Jesus lhes disse: “Segui-me e eu farei de vós pescadores de homens”. 18E eles, deixando imediatamente as redes, seguiram a Jesus. 19Caminhando mais um pouco, viu também Tiago e João, filhos de Zebedeu. Estavam na barca, consertando as redes; 20e logo os chamou. Eles deixaram seu pai Zebedeu na barca com os empregados, e partiram, seguindo Jesus.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje?
Qual palavra mais me toca o coração?
Reflito: o que o texto me diz no momento?
O meu Projeto de vida é o do Mestre Jesus Cristo?
Mais uma vez nos falam os bispos que estiveram reunidos na Conferência de Aparecida: “O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei…), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas. (DAp 131).

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto, na Bíblia: Mc 1,14-20.
Jesus inicia seu ministério na Galileia. Anuncia o Reino. E resume seu Projeto em conversão – “arrependam-se” -, e na fé no Evangelho. Começa a formar sua equipe de evangelização. Chama os primeiros apóstolos: Pedro, André, Tiago e João. Como eram pescadores de profissão, ele os chama a serem pescadores de gente. É, aparentemente, um simples redirecionamento de profissão. Na verdade, tudo muda. Deixam uma profissão e assumem uma missão que tem por objetivo o Reino, centrado na pessoa de Jesus.

… e a VIDA …

Pai, torna-me solícito em atender o convite à conversão, proclamado por Jesus. Que eu não perca a chance que me é dada de aderir, com sinceridade, ao teu Reino.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus, como discípulo e missionário de Jesus Cristo.

REFLEXÕES

JESUS INOVA

O batismo de Jesus por João Batista é o ato inaugural de seu ministério. Pode-se dizer que seja a epifania histórica de Jesus. Atraído pela mensagem do Batista, Jesus abandona sua rotina de vida em Nazaré da Galileia, procura o batismo de João na região do além-Jordão e começa a formar seu próprio discipulado para, a seguir, iniciar seu ministério, assumindo elementos do anúncio de João Batista. O batismo de João é mencionado onze vezes no Segundo Testamento, sempre com o acento no seu caráter de fundamento ao ministério de Jesus. Em Atos dos Apóstolos, por duas vezes ele é apresentado como o ato inaugural deste ministério (At 1,21-22; 10,34.37-38).
Jesus, quando questionado pelas autoridades do Templo, dá a entender que o batismo de João é do céu (Mt 21,25). João Batista anunciava a conversão à prática da justiça como caminho para remover o pecado do mundo. Com seu convite ao batismo e à conversão deflagrou um processo de discipulado no qual se inseriu Jesus, que veio da Galileia. João foi preso por Herodes, tetrarca da Galileia, pois este, diante da grande afluência de pessoas atraídas pela pregação de João, temia por uma insurreição popular. Após a prisão de João, Jesus decide levar o seu anúncio da conversão ao Reino de Deus à Galileia. Jesus inova no sentido de que, em vez de aguardar a afluência de pessoas na região desértica à margem do Jordão, decide dirigir-se, com discípulos, às regiões povoadas do norte.
Os evangelhos sinóticos (Mateus, Marcos, Lucas) são completados com o evangelho de João na caracterização dos primeiros discípulos reunidos em torno de Jesus. Nos sinóticos, as narrativas do chamado de Jesus ao discipulado se caracterizam pelo esquema: Jesus passa e chama; o discípulo deixa tudo e o segue. Esta é uma forma literária de apresentar, em breve sumário, todo um processo vital de relações de conhecimento e amizade entre Jesus e o discípulo e a adesão final. No evangelho de João é destacado que Jesus chama seus primeiros discípulos em um convívio com os discípulos de João Batista. O que caracteriza o discipulado é a conversão. Assim como Jesus, após receber o batismo de João, abandonou seu costumeiro modo de vida familiar em Nazaré, também os discípulos abandonam suas atividades profissionais e o convívio costumeiro com seus familiares e companheiros de trabalho, e põem-se a seguir Jesus.
A Boa-Nova do Reino que está próximo, perto de nós, é a revelação de uma nova realidade. A conversão é o processo de mudança e a construção desta nova realidade. O mundo nos oferece uma realidade ainda não totalmente humanizada. Ocorrem até absurdos de violência e desumanidade maciças causadas pela ambição do dinheiro e do poder e pela guerra. Nínive (primeira leitura) era um símbolo dessa desumanidade. Contudo, este não passa de um mundo frágil (segunda leitura). A conversão se faz a partir do olhar para Jesus e deixar-se contagiar pelo seu amor misericordioso e por suas palavras. Assim, vamos nos libertando das ideologias de sucesso, riqueza e poder, para incorporarmos valores de comunhão com o próximo, na mansidão e no carinho, construindo um mundo novo possível, na justiça e na fraternidade.

OS SEGUIDORES DE JESUS

Dois traços marcaram o ministério de Jesus desde os seus primórdios. Ele não foi um pregador solitário, apegado à tarefa recebida do Pai, sem partilhá-la com ninguém. Pelo contrário, quis contar com colaboradores que o ajudassem a levar a cabo sua missão. Os escolhidos foram pessoas simples, pescadores do lago da Galileia, cujas vidas se transformaram totalmente, a partir do encontro com o Senhor. Eles foram convidados a deixar tudo e seguir o Mestre, que lhes deu como missão saírem pelo mundo, atraindo as pessoas para Deus. Um horizonte novo despontou para eles. O desafio lançado por Jesus foi acolhido com generosidade. Nada os impediu de romper com o mundo e seguir o Mestre.
Outro traço do ministério de Jesus: ao chamar os discípulos e confiar-lhes uma missão, o Senhor deu a entender que sua obra deveria ser levada adiante e expandir-se, a partir da sementinha lançada por ele.
Jesus anunciou a chegada do Reino e realizou sinais indicadores de sua presença. Durante sua vida terrena, não se poupou para fazer o Reino acontecer. Agora, cabia aos discípulos levar adiante o anúncio da Boa-Nova, para que o apelo do Reino atingisse a todos, sem distinção. Jesus colocou diante deles um mar diferente, a humanidade inteira, onde a função de pescadores haveria de continuar. Era hora de pescar muitas pessoas para Deus.

A EVANGELIZAÇÃO NASCE A PARTIR DE UM RELACIONAMENTO PESSOAL COM JESUS CRISTO

João Batista foi preso porque Herodes temia, assim como os chefes religiosos de Israel, a popularidade dele [João] e a contestação que fazia do sistema opressor sob o qual o povo vivia. Após a prisão, Jesus retorna à Galileia, que é um território predominantemente gentílico. Ali, o Senhor desenvolve Seu ministério com o mesmo anúncio de João Batista: a proximidade do Reino e da conversão à justiça.
Marcos, bem como Mateus e Lucas, narra o chamado dos primeiros discípulos às margens do Mar da Galileia. O Evangelho de João narra este chamado já na ocasião do Batismo de Jesus, quando alguns discípulos dele [João Batista] se dispõem a seguir o Senhor. O chamado, narrado em estilo sumário, na realidade, se fez em um clima de diálogo e conhecimento mútuo. Assim como Cristo abandonou Sua rotina de vida em Nazaré, também Seus discípulos abandonam seu antigo sistema de vida, não para fugirem do mundo, mas para iniciarem uma nova prática social alternativa de justiça, fé e paz.
Segundo a narração de Marcos (1,16-29) e de Mateus (4,18-22), o cenário da vocação dos primeiros apóstolos é o mar da Galileia. Jesus acabara de iniciar a pregação do Reino de Deus, quando o Seu olhar pousou sobre dois pares de irmãos: Simão e André, Tiago e João. São pescadores, empenhados no seu trabalho cotidiano. Lançam as redes, consertam-nas. Mas outra pesca os aguarda. Jesus chama-os com decisão e eles seguem-No imediatamente: agora serão “pescadores de homens” (cf. Mc 1,17; Mt 4,19).
Lucas, ainda que siga a mesma tradição, faz uma narração mais elaborada sobre isso (5,1-11). Ele mostra o caminho de fé dos primeiros discípulos, esclarecendo que o convite para o seguimento lhes chega depois de terem ouvido a primeira pregação de Jesus e experimentam os primeiros sinais prodigiosos por Ele realizados. Em particular, a pesca milagrosa constitui o contexto imediato e oferece o símbolo da missão de pescadores de homens, que lhes foi confiada. O destino destes “chamados”, de agora em diante, estará intimamente ligado ao de Jesus. O apóstolo é um enviado mas, ainda antes, um “perito” em Jesus.
Precisamente este é o aspecto realçado pelo evangelista João desde o primeiro encontro de Jesus com os futuros apóstolos. Aqui o cenário é diferente. A presença dos futuros discípulos, provenientes também eles, como Jesus, da Galileia, para viver a experiência do batismo administrado por João, esclarece o seu mundo espiritual. Eram homens na expectativa do Reino de Deus, desejosos de conhecer o Messias, cuja vinda estava anunciada como iminente.
Para eles, é suficiente a orientação de João Batista que indica em Jesus o Cordeiro de Deus (cf. Jo 1,36), para que surja neles o desejo de um encontro pessoal com o Mestre. As frases do diálogo de Jesus com os primeiros dois futuros apóstolos são muito expressivas. À pergunta: “Que procurais?”, eles respondem com outra pergunta: “Rabi (que quer dizer Mestre), onde moras?”. A resposta de Jesus é um convite: “Vinde e vede” (cf. Jo 1,38-39).
Vinde para poder ver. A aventura dos apóstolos começa assim, como um encontro de pessoas que se abrem reciprocamente. Começa para os discípulos um conhecimento direto do Mestre. Veem onde Ele mora e começam a conhecê-Lo. De fato, eles não deverão ser anunciadores de uma ideia, mas testemunhas de uma Pessoa. Antes de serem enviados a evangelizar, deverão “estar” com Jesus (cf. Mc 3,14), estabelecendo com Ele um relacionamento pessoal. Sobre esta base, a evangelização não será mais do que um anúncio daquilo que foi experimentado e um convite a entrar no mistério da comunhão com Cristo (cf. 1 Jo 13).
A quem serão enviados os apóstolos?
No Evangelho parece que Jesus limita a Sua missão unicamente a Israel: “Não fui enviado senão às ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mt 15,24). De modo análogo parece que Ele circunscreve a missão confiada aos Doze: “Jesus enviou estes Doze, depois de lhes ter dado as seguintes instruções: ‘Não sigais pelo caminho dos gentios, nem entreis em cidade de samaritanos. Ide, primeiramente, às ovelhas perdidas da casa de Israel’” (Mt 10,5s.).
Uma certa crítica moderna de inspiração racionalista vê nessas expressões a falta de uma consciência universalista do Nazareno. Na realidade, elas devem ser compreendidas à luz da Sua relação especial com Israel, comunidade da aliança, em continuidade com a história da salvação. Segundo a expectativa messiânica as promessas divinas, imediatamente dirigidas a Israel, ter-se-iam concretizado quando o próprio Deus, por intermédio do Seu Eleito, reunisse o Seu povo, como faz um pastor com o rebanho: “Eu virei em socorro das minhas ovelhas, para que elas não mais sejam saqueadas… Estabelecerei sobre elas um único pastor, que as apascentará, o meu servo Davi; será ele que as levará a pastar e lhes servirá de pastor. Eu, o Senhor, serei o seu Deus, e o meu servo Davi será um príncipe no meio delas” (Ez 34,22-24).
Jesus é o Pastor escatológico, que reúne as ovelhas perdidas da casa de Israel e vai à procura delas, porque as conhece e ama (cf. Lc 15,4-7 e Mt 18,12-14; cf. também a figura do Bom Pastor em Jo 10,11ss.). Por meio desta “reunião” o Reino de Deus é anunciado a todas as nações: “Manifestarei a minha glória entre as nações, e todas me verão executar a minha justiça e aplicar a minha mão sobre eles” (Ez 39,21). E Jesus segue precisamente este caminho profético. O primeiro passo é a “reunião” do povo de Israel, para que assim todas as nações, chamadas a reunirem-se na comunhão com o Senhor, possam ver e crer.
Assim os Doze, chamados a participar na mesma missão de Nosso Senhor Jesus Cristo0, cooperam com o Pastor dos últimos tempos, indo também eles, em primeiro lugar, até as ovelhas perdidas da casa de Israel, isto é, dirigindo-se ao povo da promessa, cuja reunião é o sinal de salvação para todos os povos, o início da universalização da Aliança. Longe de contradizer a abertura universalista da ação messiânica do Nazareno, a inicial limitação a Israel da Sua missão e da dos Doze torna-se assim o Seu sinal profético mais eficaz. Depois da Paixão e da Ressurreição de Cristo este sinal será esclarecido: o caráter universal da missão dos apóstolos tornar-se-á mais explícito. Cristo enviará os apóstolos “a todo o mundo” (Mc 16,15), a “todas as nações” (Mt 28,19;  Lc 24,47), “até aos extremos confins da terra” (At 1,8).
E essa missão continua. Continua sempre o mandato do Senhor de reunir os povos na unidade do Seu amor. Esta é a nossa esperança e este é também o nosso mandato: contribuir para esta universalidade, para esta verdadeira unidade na riqueza das culturas, em comunhão com o nosso verdadeiro Senhor Jesus Cristo.

ARREPENDEI-VOS E ACREDITAI NO EVANGELHO

Dêmos graças, irmãos bem-amados, a Deus Pai, por Seu Filho, no Espírito Santo; porque na Sua imensa misericórdia e no Seu amor por nós, teve piedade de nós e “precisamente a nós que estávamos mortos pelas nossas faltas, deu-nos a vida com Cristo” (Ef 2,5), para nos modelar e nos criar de novo. Dispamo-nos pois do homem velho e de suas ações (Col 3,9) e, porque somos admitidos a participar no nascimento de Cristo, renunciemos a esta nossa maneira chã de viver.
Cristão, toma consciência da tua dignidade: porque agora participas da natureza divina (2Pe 1,4), não tornes aos erros da tua conduta passada. Lembra-te de Quem é a tua cabeça e de que corpo és membro (Ef 4,15-16). Recorda-te de que foi “Ele que nos libertou do poder das trevas e nos transferiu para o Reino do Seu amado Filho”. Pelo sacramento do baptismo tornaste-te templo do Santo Espírito (1Cor 6,19); livra-te de fazeres com que Se afaste, pelas tuas más ações, tão insigne hóspede, e de caíres no domínio do demónio, porque foste resgatado pelo sangue de Cristo.

O QUE TENHO A DIZER-VOS É QUE O TEMPO É BREVE

1. Em pouco tempo, falemos do tempo, que nos parece sempre pouco, numa vida que é breve e fugaz, e que se anuncia, para já, com menos férias e feriados, sem pontes de descanso, para algumas pausas sonhadas! Tão breve é o tempo que nos foge, que de repente, nos acordamos com a pergunta: Qual é afinal o sentido que podemos dar aos nossos dias inquietos, de fadiga e de dor, em “tempos de crise”?
2. Há uma resposta simples, para esta pergunta: Deus eterno entrou na nossa história e permanece presente, de modo único e permanente, na pessoa de Jesus, o seu Filho feito Homem! Por isso, a Boa nova de Jesus resume-se nestas palavras: “Cumpriu-se o tempo e está próximo o Reino de Deus” (Mc.1,15). Em Cristo e com Cristo, o Reino de Deus aproximou-se de nós! Onde Deus está, onde Cristo chega, o Reino de Deus também se aproxima de nós! E aproxima-se de nós, para que O possamos acolher e receber, de mão beijada! Portanto, com Jesus, o tempo chega à sua plenitude, completa-se, alcança o seu cumprimento, adquire aquele significado de salvação e de graça, pelo qual foi querido por Deus antes da criação do mundo!
3. Portanto, já não há mais lugar para a angústia, diante do tempo que passa e não volta para trás. Agora é o momento de confiar infinitamente em Deus, por quem sabemos ser amados, no qual “vivemos, somos e existimos” (At.17,28) e para quem a nossa vida se orienta! É muito importante descobrir este valor sagrado, inscrito no tempo: cadenciado nos seus ritmos anuais, mensais, semanais e diários, o nosso tempo é habitado pelo amor de Deus, pelos dons da sua graça. O tempo que nos é dado viver, este e não outro, é, em si mesmo, um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem é capaz de valorizar ou, pelo contrário, dissipar; de compreender no seu significado, ou, por desgraça, descuidar com fácil superficialidade! Mesmo se é de crise, este é também e necessariamente um tempo de graça e de salvação, para todos e para cada um de nós.
4. Acolhamos, então, este tempo de “crise”, como um tempo de crescimento, como uma espécie de “espelho austero”, onde nos podemos ver, rever e reencontrar, para lá das nossas ilusões e expetativas! A crise é uma oportunidade, para nos vermos e testarmos por dentro, para deixarmos tantas coisas, em que facilmente nos enredamos, para nos “convertermos do mau caminho” (Jon 3,10) a novos estilos de vida, mais próximos da simplicidade do evangelho. O momento da “crise”, em linguagem médica, é precisamente aquele em que a doença se decide: ou nos precipita na morte, ou nos encaminha para a recuperação! Neste sentido, a crise representa, para cada um, o ponto de passagem, o nó de viragem, o instante da transformação, que nos faz crescer e fortalecer, renunciando ao acessório, para descobrir a alegria maior, do que é essencial. Alguém escreveu: “O homem que não passa por nenhuma crise não está capaz de julgar coisa nenhuma”. Ora aí está, como as “desgraças da crise” podem abrir caminho ao tempo favorável da conversão e a tantas “graças” de vida nova e de transformação!
5. Como havemos, queridos irmãos e irmãs, na prática, de viver este tempo, no cenário deste mundo, que é tão passageiro? Chiara Lubich ensina-nos, de maneira simples, numa oração em que reza assim: “Ó Jesus, faz-me falar sempre, como se fosse a última palavra que digo. Faz-me agir sempre, como se fosse a última coisa que faço. Faz-me sofrer sempre, como se fosse a última dor que tenho para Te oferecer. Faz-me rezar, sempre como se fosse a última possibilidade que tenho, aqui na terra, de conversar conTigo”.

CONVERTEI-VOS E CREDE NA BOA NOVA

Hoje, a Igreja convida-nos a nos converter e, com Jesus nos diz: “Convertei-vos e crede na Boa Nova”. Por tanto, devemos fazer o que nós diz Jesus Cristo, corrigindo e melhorando o que seja necessário.
Toda ação humana conecta com o desígnio eterno de Deus sobre nós e com a vocação a escutar Jesus, segui-lo em tudo e para tudo e, proclamá-lo tal como o fizeram os primeiros discípulos, tal como o fizeram e procuramos fazê-lo milhões de pessoas.
Agora é a oportunidade de encontrar a Deus em Jesus Cristo; agora é o momento de nossa vida que empalma com a eternidade feliz ou desgraçada; agora é o tempo que Deus nos oferece para encontrar-nos com Ele, viver como seus filhos e fazer que os acontecimentos diários tenham a carga divina que Jesus Cristo – com sua vida no tempo – lhes imprimiu.
Não podemos perder a oportunidade presente: Esta vida mais ou menos comprida no tempo, mas sempre curta, pois “a figura deste mundo passa” (1Cor 7,31). Depois, uma eternidade com Deus e com seus fieis na vida e felicidade plenas, ou longe de Deus – com os infiéis – na vida e infelicidade totais.
Assim, as horas, os dias, os meses e os anos, não são para mal gastá-los, nem para aposentar-se e passá-los sem pena nem glória com um simples “vamos indo”. São para viver – aqui e agora – o que Jesus proclamou no Evangelho salvador: viver em Deus, amando-o todo e a todos. E, assim os que amaram – Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe; os santos; os que foram fiéis até o fim da vida terrenal – puderam escutar: “’Parabéns, servo bom e fiel! (…): Vem participar da alegria do teu senhor!’” (Mt 25,23).

NA ÍNFIMA GALILEIA COMEÇA ALGO NOVO PARA A HUMANIDADE

Longe dos Palácios dos Poderosos do Império Romano, e do sistema religioso centralizado no Templo de Jerusalém, sem nenhuma comunicação prévia aos Escribas, Doutores da Lei e outros homens importantes da Comunidade Judaica, lá na desprezível Galileia dos pagãos algo de totalmente novo começa a acontecer depois que João foi preso… Quanta ingenuidade dos poderosos achando que prendendo João Batista iriam calar a voz de Deus…
Sai de cena alguém que era somente uma voz do deserto, para entrar na vida pública aquele que é o próprio Verbo Encarnado, não foram os homens que interromperam a chegada do Reino de Deus anunciado por João, mas foi a vontade de Deus que fez chegar o tempo oportuno que havia se completado, de agora em diante Deus  não mandará avisos, Ele próprio vai falar e tornar-se caminheiro junto ao seu povo…
Um projeto grandioso como esse, o único, verdadeiro e mais importante para toda humanidade, começa na Galileia, Deus não se alia aos poderosos para fazer o Reino acontecer, mas busca os mais fracos e desprezíveis, que esperam por algo novo e guardam no coração a esperança de uma mudança para melhor, mas que só dependa de Deus, seu desígnio e sua iniciativa.
A Igreja de Cristo não pode querer construir o reino fazendo parceria com Instituições poderosas, pois o Reino não depende de nenhum poder humano, nem de algum sistema econômico ou ideologia política partidária, mesmo porque, no sistema conhecido como Padroado, Igreja e estado caminhavam juntos no poder, dentro de um imperialismo que só atrasou a Missão da Igreja de Evangelizar.
É essa a verdadeira e sincera conversão, romper com todo e qualquer sistema que queira manipular o homem e ser o Dono da Vida, o Homem é Filho de Deus e a Vida um dom que pertence unicamente a ele. Conversão é mudança de mentalidade e de atitude, uma volta e uma busca permanente de Deus a única Fonte de Vida. Os primeiros seguidores de Jesus eram simples pescadores, considerados impuros diante do sistema religioso juntamente com outras categorias marginalizadas e desprezadas.
Eles conhecem Jesus, ouvem suas palavras e a sua proposta de darem uma “guinada de 90 graus” em suas vidas e aceitam com sinceridade de coração. Não foram arrebatados dentro do templo, não entraram em êxtase em uma espécie de encantamento, mas Jesus de Nazaré os procurou em seu ambiente de trabalho, na labuta diária,  com as mãos cheirando peixe.
Impactados pelo anúncio de Jesus, não pediram um tempo para pensarem n o assunto, afinal, deixar para trás trabalho e família, não é coisa que se possa fazer da noite para o dia.. Mas o nosso evangelho, que não é uma reportagem jornalística, apenas quer nos mostrar a urgência que devemos ter ao responder o Senhor que nos chama para algo novo. Em nossa labuta diária, através de pessoas e acontecimentos Jesus continua a nos chamar, Ele poderia, de maneira violenta nos arrebatar e invadir a nossa vida, mas com a humildade de sempre, manifestada na sua encarnação, vida, paixão e  morte na cruz, nos faz uma proposta e um convite…
Afinemos bem os nossos ouvidos e o nosso coração, e não percamos mais tempo, vamos responder com generosidade a este chamado, como fizeram aqueles primeiros discípulos, que deixando tudo para trás, o seguiram…

CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO

Prezado leitor. As leituras deste domingo nos convida a nos desprender de tudo desta vida, usando as coisas como se não as tivesse usando, a nos converter e crer no Evangelho, e finalmente, largar ou deixar tudo e seguir Jesus. Você pode estar querendo perguntar.
E o que terei ou ganharei com isso?
Se os maus não fazem nada disso e estão vivendo desfrutando de tudo o que têm direito, prazer, embriaguez, usufruindo dos bens materiais, etc.?
Resposta:
Eles estão sim curtindo de tudo o que pensam ter direito, pois ao que tudo indica, eles só vão viver de fato, nesta curta vida terrena. Pois ao que parece, eles não estão pensando, nem se preparando para aquela faze da vida que vai durar muito mais do que esta, aliás, vai durar eternamente. E ainda pensam que são muito, mais muito espertos! Mais espertos do que nós.
Será que eles estão sabendo da outra vida, será que não teríamos de falar dessa doce e maravilhosa realidade  para eles?
Prezados irmãos. Apesar de toda essa indiferença existente hoje no mundo, ai de nós se ficarmos de braços cruzados, se nos acovardar, de nos amedrontar, e não fazermos absolutamente nada para levar Cristo ao irmão, ai de nós se não fizermos nenhum esforço para pelo menos tentar levar a salvação àqueles irmãos que estão vivendo apenas o momento presente terreno!
Mas é importante ter em mente que a nossa conversão deve vir em primeiro plano, em primeiro lugar. Devemos nos converter de fato, na prática, nos mínimos detalhes, para em seguida partir para a ação de evangelizar. Há quem defende a ideia de que podemos nos converter à medida que evangelizamos. Até podemos. Pois o processo missionário também é todo ele santificante. Ao sair de uma palestra, podemos nos sentir quase em estado de graça, mesmo que antes dela não o estivéssemos, pois a publicação da palavra também nos santifica. Porém não devemos nos acomodar, e parar por aí. Não nos esqueçamos que somos o sal da Terra e esse sal precisa estar puro para poder purificar, para poder salgar os alimentos. Somos a luz do mundo e essa mesma luz não pode ficar escondida, inibida, com medo de enfrentar a oposições que poderão vir. Precisamos agir com coragem! Com a coragem que nos é oferecida por Jesus Cristo. Não só a coragem, mas também o seu apoio, sua força sua iluminação e inspiração.
Convertei-vos e crede no Evangelho!
‘O tempo já se completou e o Reino de Deus está próximo. Convertei-vos e crede no Evangelho’!
Desde o início de sua pregação, Jesus começa a convidar a todos para a conversão, para a mudança de vida, que seria condição principal para o seu seguimento. Como já sabemos, aquele que se converte verdadeiramente, aceita Jesus como o centro de sua vida e a razão total e permanente da sua existência. Podemos notar nos discípulos e nos seguidores de hoje, essa grande manifestação da centralidade de Jesus em suas vidas, que pode acontecer tanto por meio das vocações de especial consagração, como a sacerdotal ou religiosa, como através da vocação leiga, a qual supre a carência sacerdotal no mundo de hoje, que leva o cristão a testemunhar a presença de Jesus em todos os meios em que vive, e a ser fermento, sal e luz no meio da sociedade, quer nos lugares onde anda, quer nos meios de comunicações: como televisão, internet, etc.
Prezados irmãos, vamos começar este Ano com o pé direito. E quando falamos em pé direito, não estamos nos posicionando como supersticiosos, mais é apenas uma força de expressão, para nos referir à necessidade de conversão interior e não apenas uma aparência de conversão puramente exterior.
Como vimos nos profetas, o apelo de Jesus à conversão e penitência não visa em primeiro lugar às obras exteriores, tais como os jejuns e as mortificações, mas à conversão do ser humano em sua totalidade, através da penitência interior. Sem ela, as obras de penitência continuam estéreis de puras aparências e enganadoras: a conversão interior, ao contrário, ela nos impele a expressar essa atitude por sinais visíveis, gestos e obras de fé, esperança e caridade. O cristão, assim como uma esponja embebida em água, demonstra a todos que ele está em Cristo, com Cristo e por Cristo; e que não é ele que vive, mas é Cristo que vive nele.
Porque sabemos que o pecado é antes de tudo uma ofensa a Deus, uma ruptura da comunhão com ele. Ao mesmo tempo é um atentado à comunhão com Cristo, como irmão e com a Igreja. Por isso, a conversão traz simultaneamente o perdão de Deus e a reconciliação com a Igreja, e isso é expresso e realizado pelo sacramento da Penitência e da Reconciliação.
Então este ano vamos levar mais a sério a nossa espiritualidade e a nossa missão de imitadores de Cristo.

CONVERTEI-VOS E CREDE NO EVANGELHO

Enganamos, quando pensamos que é impossível ser feliz, vivendo num mundo tão cheio de turbulências! Quando pensamos assim, é sinal de que estamos depositando a nossa confiança somente no potencial humano, esquecendo de que ao nosso alcance, existe uma força maior, que transcende  toda capacidade humana!
Somos seres terrenos que só se realiza plenamente, se ligados ao  Divino!
Do encontro entre humano e Divino, abrem-se novas perspectivas, amplia-se a visão humana, passamos a enxergar  possibilidades que antes não víamos!
É Jesus que vem possibilitar este encontro transformador entre humano e o divino!
Por tanto, a felicidade que tanto almejamos é possível e está ao nosso alcance, basta  estarmos em sintonia com Jesus!
O nosso encontro com Jesus nos transforma por inteiros, assim como transformou a vida dos seus primeiros discípulos, que deixaram tudo para segui-Lo!
O evangelho de hoje, narra o início da vida pública de Jesus!  É importante lembrarmos que tudo começa num momento de grandes turbulências, logo após a prisão daquele que veio preparar o caminho para a sua chegada: João Batista.
A prisão de João Batista, ao contrário do que muitos pensavam, não intimidou Jesus, pelo contrário, o encorajou ainda mais para dar início a missão que o Pai lhe designara.
O Reino de Deus está presente no meio de nós na pessoa de Jesus e a única condição  para  fazermos parte deste reino de amor, é a conversão do  nosso coração!
Jesus continua a nos falar do Reino, quando aceitamos a sua mensagem, ocorre uma mudança radical em nós, passamos a ser parecidos com Ele, a olhar o irmão com o Seu olhar, a imitar as suas ações!
Quando Jesus nos diz: “O reino de Deus está próximo” Ele fala de si mesmo, pois a sua pessoa, é a própria presença do Reino Deus!
São muitas as pessoas necessitadas das mãos de Deus nas  nossas mãos,  dos passos de Deus nos nossos passos, das suas palavras em nossa boca!
Jesus  nos delega a missão de ser no mundo, um  sinal de sua presença, libertando os males que afligem a humanidade com o anuncio de um  Reino  de paz, de amor e de justiça, capaz de levantar e animar os abatidos!
Nossa missão deve se desenvolver em clima de gratuidade, humildade e desprendimento!
É a certeza  da presença de Jesus, que nos motiva a confiar e a assumir com mais empenho e alegria, a nossa cumplicidade no anuncio de todas as propostas do Reino!
A todo instante, somos chamados a ser discípulo e missionários do Senhor!
Todos são chamados, Jesus não faz restrições de pessoas!  Ele nos provou isso quando chamou os primeiros discípulos, pessoas simples como nós!
Para seguir Jesus, não é preciso possuir nenhum curso acadêmico, podemos anunciá-Lo até mesmo no silencio do nosso testemunho de vida! Para assumirmos esta missão tão necessária no mundo, é preciso apenas ter o coração aberto e estar matriculado na escola de Jesus!
A caminhada do discípulo que se faz missionário, é árdua, mas gratificante, pois é regida  pela lei do amor!
Ser feliz, é converter-se, é deixar que Jesus seja tudo em nós!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

O tempo é dom precioso que recebemos de Deus e por isso deve ser aproveitado e vivido bem. A liturgia nos convida a agir sem demora, no momento presente, atendendo aos apelos de conversão e mudança suscitados pela palavra de Deus e pelos acontecimentos. Acolhamos em nossa vida o tempo da graça e da opção pelo evangelho.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Com Jesus chega a plenitude do tempo, pois ele traz a salvação de Deus para toda a humanidade. A palavra de Deus reforça o apelo para aproveitarmos o tempo da graça que nos foi concedido.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. Abri-nos, O reino do céu está perto! Convertei-vos, irmãos, é preciso! Crede todos no evangelho! (Mc 1,15).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Cantai ao Senhor um canto novo, cantai ao Senhor, ó terra inteira; esplendor, majestade e beleza brilham no seu templo santo (Sl 95,1.6).

Antífona da comunhão

Contemplai a sua face e alegrai-vos, e vosso rosto não se cubra de vergonha! (Sl 33,6)

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, dirigi a nossa vida segundo o vosso amor, para que possamos, em nome do vosso Filho, frutificar em boas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

Com Jesus iniciou-se o tempo favorável, o dia da salvação. Peçamos ao Pai celeste que o tempo de nossa existência seja marcado por suas intervenções de amor. Digamos:

— Senhor, sede força e socorro para todos os que vos buscam.

— Acompanhai, Senhor, com vossa proteção os ministros ordenados. Nós vos pedimos.
— Abençoai os ministros leigos, para que se sintam fortalecidos na missão. Nós vos pedimos.
— Protegei os missionários, que se põem a serviço da evangelização. Nós vos pedimos.
— Iluminai os jovens, para que sempre olhem com esperança para o futuro. Nós vos pedimos.
— Fortalecei os idosos e doentes de nossas famílias e comunidades. Nós vos pedimos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, acolhei com bondade as oferendas que vos apresentamos para que sejam santificadas e nos tragam a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Concedei-nos, Deus todo-poderoso, que, tendo recebido a graça de uma nova vida, sempre nos gloriemos dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

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