LDP: 18/FEV/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

18/Fev/2012 (sábado)

LEITURAS

Tiago 3,1-10 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

1Meus irmãos, não haja muitos que queiram ser mestres! Sabeis que nós, os mestres, estamos sujeitos a julgamento mais severo, 2pois todos nós tropeçamos em muitas coisas. Aquele que não peca no uso da língua é um homem perfeito, capaz de refrear também o corpo todo. 3Se pomos um freio na boca do cavalo para que nos obedeça, conseguimos dirigir o seu corpo todo. 4Reparai também nos navios: por maiores que sejam, e impelidos por ventos impetuosos, são, entretanto, conduzidos por um pequeníssimo leme na direção que o timoneiro deseja. 5Assim também a língua, embora seja um membro pequeno, se gloria de grandes coisas. Comparai o tamanho da chama com o da floresta que ela incendeia! 6Ora, também a língua é um fogo! É o universo da malícia! Fazendo parte dos nossos membros, a língua contamina o corpo todo e, atiçada como está pelo inferno, põe em chamas o ciclo de nossa existência! 7Com efeito, toda espécie de feras, de aves, de répteis e de animais marinhos pode ser domada e tem sido domada pela espécie humana. 8Mas a língua, nenhum homem consegue domá-la: ela é um mal que não desiste, e está cheia de veneno mortífero. 9Com ela bendizemos o Senhor e Pai, e com ela amaldiçoamos os homens, feitos à imagem de Deus. 10Da mesma boca saem bênção e maldição! Ora, meus irmãos, não convém que seja assim.

Salmo 12(11),2-3.4-5.7-8a (R. 8a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— Com certeza, ó Senhor, nos guardareis!
2Senhor, salvai-nos! Já não há um homem bom! Não há mais fidelidade em meio aos homens! 3Cada um só diz mentiras a seu próximo, com língua falsa e coração enganador.
4Senhor, calai todas as bocas mentirosas e a língua dos que falam com soberba, 5dos que dizem: “Nossa língua é nossa força! Nossos lábios são por nós! – Quem nos domina?”
7As palavras do Senhor são verdadeiras, ✞ como a prata totalmente depurada, sete vezes depurada pelo fogo. 8aVós, porém, ó Senhor Deus, nos guardareis para sempre, nos livrando desta raça!

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Marcos 9,2-13 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 2Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e os levou sozinhos a um lugar à parte sobre uma alta montanha. E transfigurou-se diante deles. 3Suas roupas ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar. 4Apareceram-lhe Elias e Moisés, e estavam conversando com Jesus. 5Então Pedro tomou a palavra e disse a Jesus: “Mestre, é bom ficarmos aqui. Vamos fazer três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias”. 6Pedro não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo. 7Então desceu uma nuvem e os encobriu com sua sombra. E da nuvem saiu uma voz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” 8E, de repente, olhando em volta, não viram mais ninguém, a não ser somente Jesus com eles. 9Ao descerem da montanha, Jesus ordenou que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem tivesse ressuscitado dos mortos. 10Eles observaram esta ordem, mas comentavam entre si o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”. 11Os três discípulos perguntaram a Jesus: “Por que os mestres da Lei dizem que antes deve vir Elias?” 12Jesus respondeu: “De fato, antes vem Elias, para pôr tudo em ordem. Mas, como dizem as Escrituras, que o Filho do Homem deve sofrer muito e ser rejeitado? 13Eu, porém, vos digo: Elias já veio, e fizeram com ele tudo o que quiseram, exatamente como as Escrituras falaram a respeito dele”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim?
Preciso me aproximar mais e escutar a Palavra, condição para aprender do Mestre e ser seu/sua discípulo/a.
“O amadurecimento no seguimento de Cristo e a paixão por anunciá-lo requerem que a Igreja local se renove constantemente em sua vida e ardor missionário. Só assim pode ser, para todos os batizados, casa e escola de comunhão, de participação e solidariedade. Em sua realidade social concreta, o discípulo tem a experiência do encontro com Jesus Cristo vivo, amadurece sua vocação cristã, descobre a riqueza e a graça de ser missionário e anuncia a palavra com alegria.” (DAp 167).

… a VERDADE …

O que a Palavra diz?
Leio atentamente, na Bíblia, a narrativa da Transfiguração em Mc 9,2-13.
Observo neste trecho do Evangelho alguns símbolos:
— “Monte muito alto” – a montanha indica o lugar de encontro com Deus.
— “Roupa brilhante”, (“luz”) – Quanto mais luz coloco num ambiente escuro, mais claro ele se tornará. Quanto mais Palavra de Deus tiver em mim, mais a luz de Deus iluminará minha vida.
— “Tendas” – lugares de repouso e de oração.
— “Nuvem e sombra” simbolizam a presença de Deus.
Jesus se revela como verdadeiro Filho de Deus, Mestre a quem devo escutar e seguir em seu caminho de cruz e ressurreição.

… e a VIDA …

Senhor Jesus, revela-me, sempre mais, tua verdade profunda, para que eu possa compreender a grandeza do amor que manifestaste na cruz.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
Levo comigo a luz de Jesus transfigurado. Quanto mais luz levar em meus olhos, minhas mãos, minhas palavras, mais iluminado estará o mundo em que vivo.

REFLEXÕES

O SOFRIMENTO E A MORTE SÃO PASSAGEIROS

A visão da Transfiguração acontece quando Jesus e seus discípulos se dirigem a Jerusalém. Jesus já lhes falara sobre as provações por que passaria naquele centro religioso e político do judaísmo. Ele procurava esclarecer os discípulos que nutriam a falsa esperança, herdada da tradição messiânica do judaísmo, de que Jesus poderia ser um líder restaurador da glória e do poder de Israel. A Transfiguração revela a dimensão gloriosa da humanidade de Jesus, assumida pelo Pai. O sofrimento e a morte são passageiros. Os discípulos não o entendem logo. Após a crucifixão é que perceberão o sentido da permanência de Jesus entre eles.

JESUS SE TRANSFIGURA

A transfiguração nos mostra que Jesus, verdadeiro homem, vive todas as dimensões da existência humana, ou seja, da glória até o sofrimento e a morte. No alto do Monte Tabor, a sua glória torna-se manifesta, porém Jesus está diante de Moisés e Elias, ou seja, diante de todas as profecias que foram feitas em relação a ele, principalmente as que se referem à sua morte e ressurreição. E Jesus nos mostra que a verdadeira realização humana encontra-se em fazer a vontade de Deus, ou seja, amar até o fim. A morte de cruz foi colocada pelos homens como condição para que Jesus amasse até o fim, e Jesus não fugiu do seu compromisso, nos mostrando que é perfeitamente possível cumprir a vontade do Pai até o fim.

CONTEMPLANDO O RESSUSCITADO

A transfiguração de Jesus, no topo de um monte, prefigura a Ressurreição. Os discípulos escolhidos têm a possibilidade de contemplá-lo na condição de Ressuscitado. Todos os elementos da cena apontam para isto. As vestes resplandecentes, absolutamente brancas, lembram o mundo divino, ao qual Jesus pertence, e evocam alegria e vitória. A presença de Elias e Moisés indica ser Jesus o enviado definitivo do Pai, e também, o esperado na consumação dos tempos.
A reação de Pedro é característica de quem faz uma experiência do sobrenatural: querer perpetuar um momento privilegiado de contato com a divindade.
A intervenção do Pai, cuja voz faz-se ouvir do meio de uma nuvem, não dá margem para dúvidas. Efetivamente, os discípulos têm diante de si um ser celestial, Filho amado de Deus, a quem devem dar toda atenção. Exatamente, como poderão constatar após a Ressurreição.
Por conseguinte, o Jesus, que caminhará para a cruz, não será vítima de uma fatalidade histórica, nem um fracassado que não conseguiu impor o seu projeto. A transfiguração revela sua identidade de Filho amado do Pai, ao qual é absolutamente fiel. A ressurreição deixará patente esse amor. Após a morte ignominiosa de Jesus, na cruz, o Pai exaltará o Filho, ressuscitando-o para a gloriosa imortalidade. Aí a transfiguração não terá fim. E Jesus será glorioso para sempre!

O SINAL DA VITÓRIA DE CRISTO

A transfiguração de Jesus se encontra também em Mateus (17,1-8) e Lucas (9,28-36), mas cada um deles trabalhou, a seu modo, a narrativa dentro de seus objetivos específicos. Marcos a inseriu no início da segunda parte de seu Evangelho. A partir de 8,31 temos um novo início; daí para frente, Jesus vai dedicar a maior parte do Seu tempo ensinando aos discípulos o sentido profundo de Seu messianismo. Responde-se, assim, a pergunta fundamental de Marcos:
“Quem é Jesus?”
Nesta interrogação também se responde a uma outra pergunta, não menos importante que a primeira:
“Quem é o discípulo de Jesus?”
Todavia, o retrato dos discípulos é lamentável aqui.
Na primeira parte do Evangelho de Marcos, Jesus é incompreendido pelos “de fora”, acusado de blasfemar, de ser um possesso, louco e impuro.
Mas os discípulos, o que pensam d’Ele?
Pedro, representando todos os que pretendem se unir ao Mestre, afirma que Jesus é o Messias. Mas o Senhor proíbe, severamente, os discípulos de falar alguma coisa a respeito d’Ele. Marcos insere aqui o primeiro anúncio da Paixão. Pedro, representando mais uma vez os discípulos, torna-se “satanás”, porque pretende que o messianismo de Jesus se baseie nos moldes tradicionais.
E agora?
A proposta messiânica de Jesus irá vencer?
A Transfiguração responde afirmativamente que o Senhor irá vencer. Contudo, vale a pena recordar que a Transfiguração olha mais para nós do que para Jesus. Em outras palavras, nós precisamos dela mais do que Ele. Ela nos garante que, em Jesus, o projeto de Deus será vitorioso, porque é garantido pelo Pai. A Transfiguração é, portanto, o sinal da vitória de Jesus e de Seu projeto.
Jesus Cristo sobe uma alta montanha com Pedro, Tiago e João, três dos quatro primeiros escolhidos. A cena recorda Êxodo 24, quando Moisés é convidado a subir a montanha de Deus em companhia de Aarão, Nadab, Abiú e setenta anciãos. Somente Moisés se aproximou de Deus e, ao descer do monte, contou ao povo tudo o que o Senhor lhe havia dito. A resposta do povo é uma só: “Faremos tudo o que Deus disse” (cf. Ex 24,1-3).
Marcos afirma que “as roupas de Jesus ficaram brilhantes e tão brancas como nenhuma lavadeira sobre a terra poderia alvejar”. Essa transformação aponta para a realidade da ressurreição de Jesus. Ninguém, nem mesmo a morte, poderá deter o projeto do Reino, pois o Mestre vai ressuscitar depois de três dias.
Moisés e Elias conversam com Jesus. Eles representam, respectivamente, a lei e os profetas, isto é, todo o Antigo Testamento. Moisés é o líder da libertação do Egito. O comparecimento deles vem dar testemunho de Jesus, o Libertador definitivo, prometido e prefigurado nos líderes do passado. Elias é o restaurador do Javismo no Reino do Norte, no tempo do rei Acab; ele é o profeta que libertou o povo da idolatria que gera opressão. O Antigo Testamento testemunha que Jesus veio para nos libertar mediante a entrega total de Sua vida.
Nuvem, esplendor, personagens e, sobretudo, a voz que sai da nuvem são modos de indicar a presença de Deus no acontecimento. O próprio Pai garante que Jesus é Seu Filho amado, a quem é preciso dar adesão. Nesse versículo, temos um dos pontos altos do Evangelho de Marcos. Desde o início, afirma-se que Jesus é Filho de Deus (1,1) e, ao ser batizado, o Pai diz: “Tu és o meu Filho amado, em ti encontro o meu agrado” (1,11). O termo “filho” recorda o Salmo 2,7, no qual um rei é declarado filho de Deus. Jesus é esse Rei, mas Seu messianismo passa pela entrega da vida.
Pedro representa todos nós quando pretendemos viver a alegria da ressurreição sem passar pela entrega e pela morte. O julgamento que Marcos faz de Pedro e de todos os seguidores de Jesus é muito severo: “Ele não sabia o que dizer, pois estavam todos com muito medo”. No fim de tudo, os discípulos se perguntam o que queria dizer “ressuscitar dos mortos”. O tema da ignorância dos discípulos é muito forte no Evangelho de Marcos. É impossível saber quem é Jesus sem ir com Ele até a cruz, sem passar pela morte, sem voltar à Galileia para anunciar, por meio de uma prática libertadora, que o Mestre está vivo.
Pedro – e todos nós com ele – sofremos de ignorância crônica sobre quem é Jesus. Por isso “escutar o que Ele diz” significa ir com Ele até o fim. Mas não nos assustemos, pois é preciso que com Marcos confessemos que “Jesus é o Filho de Deus” e O sigamos. E, assim como os discípulos viram Moisés e Elias falando com Jesus, também nós O veremos cheio de esplendor e glória. Ele é a única autoridade credenciada pelo Pai e está conosco para sempre.

O TESTEMUNHO DOS PROFETAS LEVA AO TESTEMUNHO DOS APÓSTOLOS

O Senhor Jesus quis que Moisés subisse sozinho à montanha, mas Josué juntou-se a ele (cf Ex 24,13). Também no Evangelho, foi a Pedro, Tiago e João, de entre todos os discípulos, que revelou a glória da Sua ressurreição. Queria, assim, que o Seu mistério permanecesse oculto e avisou-os frequentemente de que não anunciassem facilmente o que tinham visto a qualquer pessoa, para que um ouvinte demasiado fraco não encontrasse aí um obstáculo que impedisse o seu espírito inconstante de receber estes mistérios em todo o seu poder. Porque até o próprio Pedro “não sabia o que dizia”, pois acreditava ser preciso erguer três tendas para o Senhor e para os Seus companheiros. Em seguida, não conseguiu suportar o brilho da glória do Senhor que Se transfigurava e caiu por terra (Mt 17,6), como caíram também «os filhos do trovão» (Mc 3,17), Tiago e João, quando a nuvem os cobriu. [...]
Adentraram-se, portanto, na nuvem para conhecer o que era secreto e escondido e foi lá que escutaram a voz de Deus que dizia: “Este é o Meu Filho muito amado, em Quem pus toda a Minha complacência: escutai-O”. Que significa: “Este é o Meu Filho muito amado”? Quer dizer: Simão Pedro não te enganes!, pois não deves colocar o Filho de Deus ao nível dos servos. “Este é o Meu Filho: Moisés não é Meu filho, Elias não é Meu filho, embora um tivesse aberto o céu e o outro o tivesse fechado”. Com efeito, um e outro, pela Palavra do Senhor, venceram um elemento da natureza (cf Ex 14;1R 17,1), mas não fizeram senão o ministério de se pôr ao serviço d’Aquele que abriu as águas e fechou, através das secas, o céu, que depois se desfez em chuva, quando Ele quis.
Onde se trata dum simples anúncio da ressurreição, pede-se o auxílio ao ministério dos servos, mas onde se mostra a glória do Senhor que ressuscita, a glória dos servos cai na obscuridade. Pois, quando se levanta, o sol obscurece as estrelas e as suas luzes desaparecem todas, face ao brilho do eterno Sol da justiça (Ml 3,20).

ORDENOU-LHES QUE NÃO CONTASSEM A NINGUÉM O QUE TINHAM VISTO

Hoje, o Evangelho da transfiguração apresenta-nos um enigma já decifrado. O texto evangélico de São Marcos está pleno de segredos messiânicos, de momentos pontuais nos quais Jesus proíbe que se dê a conhecer o que fizera. Hoje encontramo-nos perante um “botão de arranque”. Assim, Jesus “ordenou-lhes que não contassem a ninguém o que tinham visto, até que o Filho do Homem ressuscitasse dos mortos” (Mc 9,9).
Em que consiste este segredo messiânico?
Trata-se de levantar um pouco o véu daquilo que se esconde debaixo, mas que apenas será revelado totalmente no fim dos dias de Jesus, à luz do Mistério Pascal. Hoje vemo-lo claro neste Evangelho: a transfiguração é um momento, uma captação de glória para decifrar aos discípulos o sentido daquele momento íntimo.
Jesus tinha anunciado aos seus discípulos a iminência da sua paixão, mas ao vê-los tão perturbados por tão trágico fim, explica-lhes com feitos e palavras como será o final dos seus dias: umas jornadas de paixão, de morte, mas que concluirão com a ressurreição. Eis aqui o enigma decifrado. Santo Tomás de Aquino diz: “Para que uma pessoa caminhe retamente por um caminho é necessário que conheça com anterioridade, de alguma forma, o lugar ao qual se dirige”.
Também a nossa vida de cristãos tem um fim revelado por Nosso Senhor Jesus Cristo: gozar eternamente de Deus. Mas esta meta não está isenta de momentos de sacrifício e de cruz. Com tudo, devemos recordar a mensagem viva do Evangelho de hoje: neste beco aparentemente sem saída, que é frequentemente a vida, pela nossa fidelidade a Deus, vivendo imersos no espírito das Bem-aventuranças, surgirá uma brecha no final trágico que nos permitirá gozar eternamente de Deus.

A MANIFESTAÇÃO DO PODER DE DEUS EM NÓS MUDA AS NOSSAS ESTRUTURAS E O NOSSO MODO DE SER

Jesus escolheu Tiago, Pedro e João e levou-os a montanha a fim de desvendar para eles mistérios que eles ainda não podiam alcançar. A transfiguração de Jesus é uma prova real de que o homem pode ser e viver muito além do que é convencional e rotineiro. Jesus transfigurou-se na sua própria carne e com suas próprias vestes. A princípio os discípulos tiveram medo, depois se extasiaram diante de tanta beleza. Jesus também nos leva para a montanha nos momentos de oração e podemos nós também fazer a experiência com a sua presença brilhante que nos extasia e vai transfigurando o nosso interior.
Muitas vezes o subir a uma alta montanha requer um esforço pessoal que nos faz desinstalar do nosso comodismo, a abrir os horizontes e a ir mais além da nossa vidinha medíocre. Aquele que sobe à montanha com Jesus consegue enxergar a Sua glória e também será contagiado com a sua beleza. Na medida em que nós vivemos uma intimidade com Jesus nós também vamos vendo transfigurar-se em nós as nossas ações, as nossas palavras, os nossos sentimentos e pensamentos.
A manifestação do poder de Deus em nós muda as nossas estruturas e o nosso modo de ser. A transfiguração de Jesus nos revela a glória e o poder de Deus que também age em nós de uma maneira concreta nos fazendo sair da nossa humanidade que é terra para conviver com a realidade do céu que está dentro de nós, no nosso espírito. Aos poucos o Senhor vai fazendo o serviço de lavadeira das nossas almas e quando também, espiritualmente, nos deixamos conviver com Jesus na oração, na adoração, na meditação da Sua Palavra, nós também ouvimos a voz do Pai que nos diz: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!” O Pai nos manda escutar o Seu Filho Jesus a fim de que possamos descer da montanha e fazer tudo do jeito que Ele nos revelou.
Aí então, com certeza, nós não teremos mais dúvidas de que o espiritual se revela a partir do que o nossos olhos veem, do que os nossos ouvidos ouvem, independentemente do que as nossas mãos possam tocar. Reflita:
Você costuma subir a montanha com Jesus?
Nestes momentos você sente-se feliz ou tem medo?
Por que temos medo das coisas sobrenaturais?
Você já teve um encontro pessoal com Jesus?
O que Jesus tem ensinado a você nesses encontros?
Você consegue ver e ouvir Deus dentro do seu coração?
Amém!
Abraço carinhoso.

JESUS TRANSFIGURADO

“Enquanto rezava, seu rosto mudou de aparência e sua roupa ficou muito branca e brilhante.”
Cor branca lembra pureza. Jesus, santo e puro imaculado. Deus e homem. Enquanto homem fazia quase todas as coisas que um home faz. Dizemos “quase”, porque Jesus não cometeu nenhum pecado. Não obstante as críticas maldosas a respeito de Madalena, Jesus foi puro e santo o tempo todo. Quem me dera poder imitá-lo, Jesus. Ser puro e santo todos os dias. Embora Jesus tenha se irado com os fariseus, sacerdotes e doutores da Lei, tudo isso Ele o fez em defesa do Reino de Deus cuja maneira de cultuar havia sido deturpada. Ele não estava combatendo ou atacando as pessoas em si, mas sim, o mal praticado por elas.
Prezadas irmãs, prezados irmãos. Nós também nos transfiguramos ao nosso modo. Quando pecamos, ficamos transfigurados negativamente, porque na nossa face fica estampado o pecado. Por outro lado, quando nos convertemos, quando mudamos de vida, quando nos arrependemos e procuramos um sacerdote para nos perdoar, ficamos puros pois a nossa face, resplandece o amor e a graça de Deus. Vamos rever dois exemplos já mostrados aqui, em outra reflexão.
A transfiguração é mais uma demonstração de poder e força de Jesus o Filho de Deus. Nós também podemos ficar transfigurados de duas maneiras:
Transfiguração A: Uma transfiguração muito lamentável e ruim que é a transfiguração negativa, quando o pecado nos invade e domina a nossa personalidade e nossa alma. Lembra daquela menina carinha de anjo linda e ingênua de pura pureza que sorria e falava alto sem nenhuma malícia? Então. Já era. Veio um vendaval, uma ventania, e depois disso na festa de são João, sei lá onde foi e aquela linda e pura donzela não é mais ela. Nem parece a mesma está irreconhecível! Com uma feição infeliz e ao mesmo tempo revoltada, mulher experiente no sentido negativo com um filhinho para criar, porém sem o pai. Por falar em pai, o seu pai a expulsou de casa. Agora vive com a tia mais é só provisoriamente, porque a sua tia está prestes a reformular a sua vida. Agora irreconhecível e totalmente transfigurada no sentido lamentavelmente negativo, aquela que foi uma linda morena está sem família, sem amigos e sem o amor que a colocou nesta estrada cheia de curvas, espinhos e um horizonte indefinido e embaçado.
Transfiguração B: Ela era mulher madalena, que vivia das noites, muito preocupada com sua filhinha pois tinha medo de que um dia ela viesse a saber de tudo. Que vergonha! Que escândalo. Mais o que fazer? Precisava comprar comida para alimentar as duas. Mais eis que numa noite de verão o inesperado mais porém sonhado aconteceu. Alguém apareceu e era diferente dos demais. Não estava em busca de apenas aventura, mais queria conversar. Achando-a linda a perdoou, e a tirou daquele lugar salvando a sua alma da perdição. Assumiu a sua filha sem fazer perguntas, e providenciou um casamento cristão pois era um católico praticante.
Aquela mulher hoje está TRANSFIGURADA, em seu rosto está estampada a felicidade e a confiança em um Deus que ela não tinha ainda conhecido. Esse Deus que enviou um anjo para salvá-la daquele submundo obscuro e repugnante. UM DEUS QUE ATENDEU AS ORAÇÕES DA SUA MÃE.
REZEMOS AO SENHOR:
Deus pai todo poderoso tenha piedade daqueles que neste momento se embrenharam por caminhos obscuros e sem saída. Ilumina-os ó Pai. Para que encontrem uma saída para o CAMINHO , A VERDADE E A VIDA.

TRANSFIGUROU-SE DIANTE DELES

“LIMITADOS QUE SOMOS NÃO CONSEGUIMOS COMPREENDER A FUNDO A TRANSFIGURAÇÃO DE JESUS DIANTE DE SEUS APÓSTOLOS, NO CUME DA MONTANHA”
Transfigurar de acordo com o dicionário é mudar de figura, transformar-se.
Quão maravilhosa deve ter sido a transformação de Jesus Cristo na montanha, narrada por Marcos neste evangelho de hoje. Cenário indefinível!
Deus enviou Jesus Cristo ao mundo para assumir a natureza humana, viver e experimentar a dor e o prazer, a alegria e a tristeza, a paz e a guerra, enfrentando os poderosos e acolhendo os mais fracos.
No entanto, o Messias se fez homem pela vontade do Pai, e pela própria vontade do Pai abrigara em seu íntimo a natureza divina.
Limitados que somos não conseguimos compreender a fundo a transfiguração de Jesus diante de seus apóstolos, no cume da montanha.
É demasiadamente sobrenatural para nós – humanos e racionais – a revelação da transfiguração.
Como compreender com os olhos carnais que se sobrepõem aos olhos da alma?
Como entender tão grandioso mistério se a razão suplanta a alma, o coração?
Oras! Jesus estava em estado de êxtase, contemplando o divino, em contato íntimo com seu Pai e com o Espírito Santo. Sintonia perfeita da Santíssima Trindade… Certamente estava ligado em pensamento, oração e coração a Moisés e Elias. Moisés – líder que conduziu o povo de Israel pelo deserto, tirando-o da escravidão, e Elias – um grande profeta do Antigo Testamento. Grandes profetas ungidos por Deus.
Não nos admira o desejo dos apóstolos de armar tendas naquele local e ficar ali com Jesus! Longe de tudo e de todos, na presença do Senhor, em estado de enlevo total. Que outro lugar daria tanta paz, tanto prazer? Um lugar, poderíamos intuir, paradisíaco!?
Mas a missão de Jesus era retornar para cumprir o seu martírio e nos salvar. A missão dos apóstolos era voltar à vida normal e testemunhar a natureza divina de Jesus Cristo, e seguir os passos do Mestre.
Transfiguração. Conversão. Mudança. Outra fisionomia! Tudo isso também é um dom de Deus para cada um de nós, seus filhos e missionários.
Todo dia Deus nos concede a oportunidade da transfiguração através da vivência e convivência conosco e com o nosso próximo. Ele é uma dádiva acessível a cada um de nós, que impõe condições para sermos seus discípulos e seguidores transfigurados.
Que iniciemos o processo de transfiguração harmonizando com o Senhor o nosso ser físico e espiritual: pensando, agindo e sentindo aos moldes do Senhor.
E que finalmente possamos anunciar como o apóstolo Paulo (Filipenses 3,17-4,1): “O Senhor Jesus Cristo transfigurará o nosso mísero corpo, para conformá-lo ao seu corpo glorioso, em virtude do poder que tem de sujeitar a si todas as coisas”.
Oremos: “Permita-nos, Senhor, que nossa vida, nossas ações, palavras e até pensamentos sejam moldados à imagem de Cristo.” Amém!
Abraços fraternos.

A TRANSFIGURAÇÃO

Transfigurou-se diante deles.
Este Evangelho narra a belíssima cena da transfiguração de Jesus. Ela aconteceu para fortalecer a fé dos discípulos e lhes dar ânimo na caminhada. A oposição a Jesus crescia dia por dia, e ele estava sendo muito humilhado e ridicularizado pela grande sociedade da época. Seus discípulos estavam se deixando influenciar por essa onda, e desanimando de segui-lo. Se continuasse assim, na hora da prisão de Jesus, que aconteceria breve, há não haveria mais ninguém com ele.
Jesus quis também apresentar uma breve amostra da humanidade transfigurada pelo Reino de Deus, a fim de nos dar esperança.
Existem no mundo as forças desfiguradoras, que são frutos do pecado. Elas agem com muita força, impulsionadas pelo egoísmo, pela ganância, pelas paixões desordenadas e outras “armas” do Tentador. A transfiguração é tarefa nossa, e começa agora, através do nosso esforço diário, apoiados pelo Espírito Santo.
As roupas brilhantes mostram que também a natureza está incluída na tarefa transfiguradora, já que foi e continua sendo desfigurada pelo pecado. Cristo, na redenção, resgatou também a natureza.
A presença de Elias e Moisés conversando com Jesus, eles que são os maiores representantes do Antigo Testamento, mostra-nos que Jesus está em sintonia com a Antiga Aliança.
A sugestão de Pedro, de fazer três tendas, mostra-nos que o ambiente ali estava muito gostoso de se viver. Afinal, foi uma pálida e rápida antecipação da glória do céu. Mas esta hora ainda não havia chegado! O pedido de Pedro, para fazer três tendas e ficarem ali, representa o desejo que temos de antecipar o gozo do Céu aqui para a terra. Pedro e nós temos ainda uma longa caminhada, por isso vamos descer a montanha e enfrentar a luta, “escutando o Filho Amado”.
O pedido de Jesus para não espalharem o fato visa manter oculta a sua divindade, pois ele queria cumprir integralmente a missão que recebera de Deus Pai: tornar-se homem como nós em tudo, exceto no pecado.
A nuvem, na Bíblia, sempre foi um símbolo da presença divina.
No centro da cena estão as palavras de Deus Pai: “Este é o meu Filho amado. Escutai o que ele diz!”
Em nossas Comunidades cristãs, existe um gesto cuja finalidade é parecida com a transfiguração. São as festas. Elas trazem alegria, ânimo e mais esperança aos membros da Comunidade, a fim de continuarem firmes na caminhada. Às vezes elas são tão bonitas e unidas que se aproximam da glória do Céu.
Havia, certa vez, um senhor que gostava muito de galo. O que ele mais admirava era ver um galo cantar.
Um dia, ele procurou um pintor e pediu que pintasse para ele um galo bom bonito, com o pescoço levantado e bico aberto, como se estivesse cantando.
O pintor pediu seis meses para pintar o quadro.
Passados os seis meses, o homem foi buscar a sua encomenda. Quando chegou, o pintor lhe pediu: “Por favor, espere um pouquinho”.
Foi lá dentro, pegou uma tela nova, sem nada pintado, colocou-a no cavalete, pegou os pinceis e começou a pintar. Em meia hora o galo ficou pronto, e belíssimo.
O homem gostou muito do galo. Mas ficou encabulado, pensando: “Por que ele pediu seis meses, se fez o serviço em meia hora? Certamente ele vai cobrar menos do que o preço alto que me deu quando encomendei”.
Quando foi pagar, o preço era aquele mesmo que fora combinado. Então o homem reclamou: “Mas como? O senhor cobrar tudo isso por apenas meia hora de trabalho?” O pintor respondeu: “Meia hora não senhor. Venha aqui ver”.
Levou-o até uma sala e mostrou: estava cheinha de pinturas de galo até o teto. E o pintor explicou: “Desde que o senhor veio aqui, todos os dias eu pinto um galo. Assim eu fui treinando, e melhorando cada diz. Por isso que hoje eu o fiz tão rápido e bem feito”.
Nós somos assim, tudo depende do treino. Educando nossos instintos, podemos passar de desfiguradores a transfiguradores de nós mesmos e do mundo.
O Apóstolo João, um dos convidados por Jesus para ver a transfiguração, após a ascensão de Jesus levou Maria Santíssima para morar com ele, em Éfeso. Que nós também convidemos Nossa Senhora, a mulher transfigurada, para nos ajudar na tarefa de transfigurar a nós mesmos e o mundo.
Transfigurou-se diante deles.

TRANSFIGURAÇÃO DO SENHOR

Esse horizonte novo, de que nos falava o evangelho anterior, marcado pela plenitude da Glória de estar junto a Deus, Jesus teve a preocupação de mostrar a três dos seus discípulos: Pedro, Tiago e João, acenando o que Deus reserva ao Homem. Era uma forma de encorajá-los na missão que estava por iniciar, era uma maneira de incentivá-los na caminhada.
Na Transfiguração Deus se revela e também revela o destino do homem. Ao lado de Jesus aparecem Moisés e Elias, que vão entregar-lhe o Bastão, a ele cabe triunfar na Reta Final, a ele cabe a parte mais difícil da missão: tornar concreta a Salvação que Deus prometera no Antigo Testamento.
Mas para isso é preciso caminhar, a terra Prometida, que é também esse Novo Céu e essa nova terra, ainda está longe, Pedro imaginou que aquela cena era o último capítulo da missão de Jesus, tudo acabara bem… Seu messianismo e origem Divina, escondidos na fragilidade humana, finalmente se revelara e com certa exclusividade, para eles.
Pensando em nada perder, e querendo perpetuar a glória daquele momento, Pedro manifesta o desejo de construir tenda… Interessante que nota-se aí uma tentativa do apostolo, de apossar-se do mistério de Deus, as tendas eram para Guardar: Jesus, Moisés e Elias, simplesmente as maiores expressões do tempo das Promessas e do tempo da Realização, cumprido em Jesus de Nazaré…
Jesus percebeu a ideia equivocada de Pedro e por isso vai recomendar aos discípulos para que não digam nada sobre o que viram no alto da montanha. O fato somente será compreendido após a Ressurreição de Jesus.
Nós também só podemos anunciar Jesus se tivermos essa convicção de que Nele um dia seremos todos transfigurados pois em um mundo marcado por tantas falsas esperanças, – o anúncio da Esperança Cristã deve ser acompanhado de um testemunho autêntico e convincente, Crer no que vivemos e Viver aquilo que Cremos…
Nos encontros na comunidade o Senhor continua a transfigurar-se e Nele somos também transfigurados. Que o nosso Cristianismo não fique apenas nos Limites da Comunidade, que não tenhamos como Pedro a tentação de armar tendas para permanecermos ali, mas que desçamos da montanha dispostos a encarar com seriedade a missão de evangelizar…

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Jesus transfigurado exige de cada um de nós empenho para superar o individualismo e o comodismo. Ele nos leva a proclamar, com palavras sinceras e língua pura, as maravilhas que Deus opera por meio de seu Filho amado.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

O cristão deve usar a língua e todos os meios disponíveis para levar a boa nova a todos colaborando assim para a transfiguração das pessoas e da sociedade.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. Abriram-se os céus e fez-se ouvir a voz do Pai: eis meu Filho muito amado, escutai-o, todos vós! (Mc 9,7).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Sede o rochedo que me abriga, a casa bem defendida que me salva. Sois minha fortaleza e minha rocha; para honra do vosso nome, vós me conduzis e alimentais (Sl 30,3s).

Antífona da comunhão

Eles comeram e beberam à vontade; o Senhor satisfizera os seus desejos (Sl 77,29s).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que prometestes permanecer nos corações sinceros e retos, dai-nos, por vossa graça, viver de tal modo, que possais habitar em nós. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Livrai-nos, Senhor.

— Da língua perversa e malvada.
— Das palavras mentirosas e enganadoras.
— Do nosso individualismo e comodismo.
— Dos que dificultam a transformação da sociedade.
— Dos que não querem a paz e a harmonia.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, que este sacrifício nos purifique e renove e seja fonte de eterna recompensa para os que fazem a vossa vontade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, que nos fizestes provar as alegrias do céu, dai-nos desejar sempre o alimento que nos traz a verdadeira vida. Por Cristo, nosso Senhor.

Acessem o meu Blog e faça a sua crítica, sugestão e comentário: https://liturgiadiariabyfegs.wordpress.com/

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.
Quando um capítulo de um livro estiver na cor “vermelha”, quer dizer que aquele capítulo já foi lido totalmente.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO

O Pentateuco ou os Livros da Lei

Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
- Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
- Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
- Levítico que estabelece e organiza o culto;
- Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
- Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.

Gênesis (Gn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Êxodo (Ex)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Levítico (Lv)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Números (Nm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

22,23,24,25,26,27 (O nazireato)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Deuteronômio (Dt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

15,16,17,18,19,20 (Os profetas)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Livros Históricos

Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.

Josué (Js)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Juízes (Jz)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Rute (Rt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Samuel (1Sm)

Cap 1

A infância de Samuel

9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)

19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)

Cap 2

1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)

Cap 4

A Arca nas mãos dos Filisteus

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Instituição da realeza

4,5,6,7 (O povo pede um rei)

10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)

Cap 9

1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)

17,18,19 (Saul encontra Samuel)

Cap 10

1 (A sagração de Saul)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))

Cap 16

Saul e Davi — Davi na Corte

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)

Cap 17

32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)

40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)

Cap 18

6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)

Cap 19

1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

2 Samuel (2Sm)

Cap 1

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)

19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)

Cap 12

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)

16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)

Cap 13

Cap 14

Cap 15

13,14 (Fuga de Davi)

30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)

Cap 16

5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)

Cap 17

Cap 18

9,10,14 (Morte de Absalão)

24,25,30 (A notícia é levada a Davi)

Cap 19

1,2,3 (O sofrimento de Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

2,9 (O recenciamento do povo)

10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)

1 Reis (1Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13   (Transladação da Arca da Aliança)

22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)

30 (Oração pelo povo)

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)

Cap 11

4. As sombras do reinado

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)

29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)

Cap 12

III. O cisma político e religioso

19 (A assembleia de Siquém)

26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)

Cap 13

33,34 (O homem de Deus e o profeta)

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

2 Reis (2Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

1 Crônicas (1Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

2 Crônicas (2Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Esdras (Esd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Neemias (Ne)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tobias (Tb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Judite (Jt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Ester (Est)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1 Macabeus (1Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Macabeus (2Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais

Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.

Jó (Jó)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

1,2,3,4,6,7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Salmos (Sl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido) 11,2-3. 4-5. 7-8a (R. 8a)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11(10)

Cap 12(11)

2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)

Cap 13(12)

Cap 14(13)

Cap 15(14)

1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)

Cap 16(15)

Cap 17(16)

Cap 18(17)

31,47,50,5l (“Te Deum” real)

Cap 19(20)

Cap 20(19)

Cap 21(20)

1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)

Cap 22(21)

Cap 23(22)

Cap 24(23)

7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)

Cap 25(24)

4,5,6,7,8,9 (Súplica no perigo)

Cap 26(25)

Cap 27(26)

Cap 28(27)

Cap 29(28)

1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade)

Cap 30(29)

Cap 31(30)

Cap 32(31)

1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)

Cap 33(32)

Cap 34(33)

1,2,3,4,5,6,7 (Louvor à justiça divina)

Cap 35(34)

Cap 36(35)

Cap 37(36)

5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)

Cap 38(37)

Cap 39(38)

Cap 40(39)

1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro)

Cap 41(40)

Cap 42(41)

Cap 43(42)

Cap 44(43)

10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)

Cap 45(44)

Cap 46(45)

Cap 47(46)

Cap 48(47)

Cap 49(48)

Cap 50(49)

8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)

Cap 51(50)

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17 (Miserere)

Cap 52(51)

Cap 53(52)

Cap 54(53)

Cap 55(54)

Cap 56(55)

1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá)

Cap 57(56)

1,2,34,6,10 (No meio de “leões”)

Cap 58(57)

Cap 59(58)

Cap 60(59)

Cap 61(60)

Cap 62(61)

Cap 63(62)

Cap 64(61)

Cap 65(64)

Cap 66(65)

Cap 67(66)

1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)

Cap 68(67)

Cap 69(68)

Cap 70(69)

Cap 71(70)

Cap 72(71)

1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)

Cap 73(72)

Cap 74(73)

Cap 75(74)

Cap 76(75)

Cap 77(76)

Cap 78(77)

Cap 79(78)

Cap 80(79)

1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel)

Cap 81(80)

10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)

Cap 82(81)

Cap 83(82)

Cap 84(83)

3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)

Cap 85(84)

Cap 86(85)

1,2,3,4,5,6 (Súplica na provação)

Cap 87(86)

Cap 88(87)

Cap 89(88)

16,17,18,19,20, 20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)

Cap 90(89)

Cap 91(90)

Cap 92(91)

Cap 93(92)

Cap 94(93)

12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)

Cap 95(94)

Cap 96(95)

1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)

Cap 97(96)

Cap 98(97)

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)

Cap 99(98)

Cap 100(99)

1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)

Cap 101(100)

Cap 102(101)

Cap 103(102)

Cap 104(103)

Cap 105(104)

Cap 106(105)

3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)

Cap 107(106)

Cap 108(107)

Cap 109(108)

Cap 110(109)

Cap 111(110)

Cap 112(111)

1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)

Cap 113(112)

Cap 114(111)

Cap 115(113)

Cap 116(115)

Cap 117(116)

1,2 (Convite ao louvor)

Cap 118(117)

Cap 119(118)

9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)

Cap 120(119)

Cap 121(120)

Cap 122(121)

Cap 123(121)

Cap 124(123)

Cap 125(124)

Cap 126(125)

Cap 127(126)

Cap 128(127)

Cap 129(128)

Cap 130(129)

Cap 131(130)

Cap 132(131)

6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)

Cap 133(132)

Cap 134(133)

Cap 135(134)

Cap 136(135)

Cap 137(136)

Cap 138(137)

Cap 139(138)

Cap 140(139)

Cap 141(140)

Cap 142(141)

Cap 143(142)

Cap 144(143)

1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)

Cap 145(144)

Cap 146(145)

Cap 147(146)

1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)

Cap 148

Cap 149

1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)

Cap 150

Provérbios (Pr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Eclesiastes (Coélet) (Ecl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cântico dos cânticos (Ct)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Sabedoria (Sb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)

Livros Proféticos

Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
- Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
- Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.

Isaías (Is)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Cap 53

Cap 54

Cap 55

Cap 56

Cap 57

Cap 58

Cap 59

Cap 60

1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)

Cap 61

Cap 62

Cap 63

Cap 64

Cap 65

Cap 66

Jeremias (Jr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Lamentações (Lm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Baruc (Br)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Ezequiel (Ez)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Daniel (Dn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Oséias (Os)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Joel (Jl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Amós (Am)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Abdias (Ab)

Cap 1

Jonas (Jn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4,5,10 (Jonas rebelde à sua missão)

Cap 4

Miquéias (Mq)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Naum (Na)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Habacuc (Hab)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Sofonias (Sf)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Ageu (Ag)

Cap 1

Cap 2

Zacarias (Zc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Malaquias (Ml)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4

NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO

Livros Históricos

Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.

Mateus (Mt)

Cap 1

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Marcos (Mc)

Cap 1

A preparação do ministério de Jesus

1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)

9,10,11 (Batismo de Jesus)

14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)

16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)

21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)

29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)

32,33,34 (Diversas curas)

35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)

40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)

13,14 (Chamado de Levi)

15,16,17 (Refeição com os pecadores)

18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)

23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)

Cap 3

1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)

7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)

13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)

20,21 (Providências da família de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)

31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)

Cap 4

26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)

30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)

33,34 (Conclusão sobre as parábolas)

35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)

Cap 5

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)

21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)

Cap 6

1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)

14,15,16 (Herodes e Jesus)

17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)

30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)

53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)

Cap 7

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)

Viagens de Jesus fora da Galileia

24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)

31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)

11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)

14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)

22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)

27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)

31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)

34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)

Cap 9

1 (Condições para seguir a Jesus)

2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)

9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)

Lucas (Lc)

Cap 1

Cap 2

16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)

21 (Circuncisão de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)

29,30,31,32 (O cântico de Simeão)

33,34,35 (Profecia de Simeão)

36,37,38 (Profecia de Ana)

39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

João (Jo)

Cap 1

O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)

19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)

35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Atos dos Apóstolos (At)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Livros Didáticos

As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.

Romanos (Rm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

1 Coríntios (1Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

4. A fornicação

13,14,15,17,18,19,20

Cap 7

Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade

29,30,31,32,33,34,35

Cap 8

Cap 9

16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)

Cap 10

31,32,33 (Conclusão)

Cap 11

1

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Coríntios (2Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Gálatas (Gl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

4,5,6,7 (Filiação Divina)

Cap 5

Cap 6

Efésios (Ef)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Filipenses (Fl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Colossenses (Cl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Tessalonicenses (1Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Tessalonicenses (2Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 Timóteo (1Tm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

2 Timóteo (2Tm)

Cap 1

1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)

6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Tito (Tt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Filemôn (Fm)

Cap 1

Hebreus (Hb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tiago (Tg)

Cap 1

1 (Endereço e saudação)

2,3,4 (O benefício das provações)

5,6,7,8 (A súplica confiante)

9,10,11 (O destino do rico)

12,13,14,15 (A provação)

16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem’)

Cap 4

Cap 5

1 Pedro (1Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Pedro (2Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 João (1Jo)

Cap 1

Cap 2

22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)

Viver como Filhos de Deus

29

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)

11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)

Cap 4

Cap 5

5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)

Complementos

14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)

18,19,20,21 (Resumo da Epístola)

2 João (2Jo)

Cap 1

3 João (3Jo)

Cap 1

Judas (Jd)

Cap 1

O Livro Profético

Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
- tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
- outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
- em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
- a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.

Apocalipse (Ap)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

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