LDP: 19/02/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

19/Fev/2012 (domingo)

LEITURAS

Isaías 43,18-19.21-22.24-25 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)

Assim fala o Senhor: 18“Não relembreis coisas passadas, não olheis para os fatos antigos. 19Eis que eu farei coisas novas, e que já estão surgindo: acaso não as reconheceis? Pois abrirei uma estrada no deserto e farei correr rios na terra seca. 21Este povo, eu o criei para mim e ele cantará meus louvores. 22Mas tu, Jacó, não me invocaste, e tu, Israel, de mim te fatigaste. 24bCom teus pecados, trataste-me como servo, cansando-me com tuas maldades. 25Sou eu, eu mesmo, que cancelo tuas culpas por minha causa e já não me lembrarei de teus pecados”.

Salmo 41(40),2-3.4-5.13-14 (R. 5b) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— Curai-me, Senhor, pois pequei contra vós!
2Feliz de quem pensa no pobre e no fraco: o Senhor o liberta no dia do mal! 3O Senhor vai guardá-lo e salvar sua vida, o Senhor vai torná-lo feliz sobre a terra, e não vai entregá-lo à mercê do inimigo.
4Deus irá ampará-lo em seu leito de dor, e lhe vai transformar a doença em vigor. 5Eu digo: “Meu Deus, tende pena de mim, curai-me, Senhor, pois pequei contra vós”!
13Vós, porém, me havereis de guardar são e salvo e me pôr para sempre na vossa presença. 14Bendito o Senhor, que é Deus de Israel, desde sempre, agora e sempre. Amém!

2 Coríntios 1,18-22 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos: 18Eu vos asseguro, pela fidelidade de Deus: O ensinamento que vos transmitimos não é “sim-e-não”. 19Pois o Filho de Deus, Jesus Cristo, que nós – a saber: eu, Silvano e Timóteo – pregamos entre vós, nunca foi “sim-e-não”, mas somente “sim”. 20Com efeito, é nele que todas as promessas de Deus têm o seu “sim” garantido. Por isso, também, é por ele que dizemos “amém” a Deus, para a sua glória. 21É Deus que nos confirma, a nós e a vós, em nossa adesão a Cristo, como também é Deus que nos ungiu. 22Foi ele que nos marcou com o seu selo e nos adiantou como sinal o Espírito derramado em nossos corações.

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Marcos 2,1-12 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

1Alguns dias depois, Jesus entrou de novo em Cafarnaum. Logo se espalhou a notícia de que ele estava em casa. 2E reuniram-se ali tantas pessoas, que já não havia lugar, nem mesmo diante da porta. E Jesus anunciava-lhes a Palavra. 3Trouxeram-lhe, então, um paralítico, carregado por quatro homens. 4Mas não conseguindo chegar até Jesus, por causa da multidão, abriram então o teto, bem em cima do lugar onde ele se encontrava. Por essa abertura desceram a cama em que o paralítico estava deitado. 5Quando viu a fé daqueles homens, Jesus disse ao paralítico: “Filho, os teus pecados estão perdoados”. 6Ora, alguns mestres da Lei, que estavam ali sentados, refletiam em seus corações: 7“Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando; ninguém pode perdoar pecados, a não ser Deus”. 8Jesus percebeu logo o que eles estavam pensando em seu íntimo, e disse: “Por que pensais assim em vossos corações? 9O que é mais fácil: dizer ao paralítico: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te, pega a tua cama e anda?’ 10Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem, na terra, poder de perdoar pecados, – disse ao paralítico: – 11eu te ordeno: levanta-te, pega tua cama e vai para tua casa!” 12O paralítico então se levantou e, carregando a sua cama, saiu diante de todos. E ficaram todos admirados e louvavam a Deus, dizendo: “Nunca vimos uma coisa assim”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim?
Muitos, entre nós, não têm condições para encontrar a Cristo.
São pessoas que precisam de alguém que já fez a experiência do encontro com Deus para acompanhá-las até a casa onde Jesus as espera.
Às vezes, sou eu a pessoa necessitada de ajuda, mas devo também ser aquela que ajuda a quem precisa. Vou procurar na minha comunidade um ministério, movimento ou pastoral em que possa me engajar. Existem pastoral da saúde, da educação, da evangelização, da criança, da juventude, da comunicação e tantas outras. Vou dar também minha colaboração.
“Conversão pastoral”. Vejamos o que isso quer dizer: “A conversão pastoral de nossas comunidades exige que se vá além de uma pastoral de mera conservação para uma pastoral decididamente missionária. Assim, será possível que “o único programa do Evangelho siga introduzindo-se na história de cada comunidade eclesial” com novo ardor missionário, fazendo com que a Igreja se manifeste como uma mãe que nos sai ao encontro, uma casa acolhedora, uma escola permanente de comunhão missionária.” (DAp 370).
Existe “conversão pastoral” na minha comunidade?

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia?
Leio na Bíblia, atentamente, o texto: Mc 2,1-12.
Entre as pessoas sofridas na sociedade onde Jesus vivia, estavam também os paralíticos. Impedidos pela própria doença, não tinham como se aproximar dele. Além disso, havia um grupo de pessoas “instaladas na casa”, ao redor de Jesus, que impediam a entrada de outros. Era necessária uma “conversão pastoral”. Havia, também, pessoas que, pela fé, descobriam formas para aproximar os sofredores de Jesus. O Evangelho diz que “vendo a fé que eles tinham” curou o homem. O Mestre não queria sentir-se prisioneiro de ninguém: ele veio para todos. Não só curou o doente, mas perdoou-lhe os pecados. A libertação foi total.

… e a VIDA …

Pai, cura os pecados que me paralisam e me impedem de caminhar para ti. Realiza em minha vida a maravilha do perdão.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Sinto-me discípulo/a de Jesus?
Meu olhar deste dia será iluminado pela presença de Jesus Cristo, acolhido no meu coração e no coração das demais pessoas.

REFLEXÕES

JESUS “ANUNCIA A PALAVRA” À MULTIDÃO

A cena nos apresenta Jesus em casa, em Cafarnaum, e uma multidão que se aglomera à sua porta. Como é característico a Marcos, é a “casa”, e não a sinagoga, o lugar do encontro de Jesus com as multidões. Em seu convívio com estas multidões, Jesus diferenciava-se do “pequeno resto de Israel”, como assim se julgavam as elites religiosas, instaladas no Templo e nas sinagogas, separadas do povo. Marcos, nesta sua narrativa rica em detalhes, de início realça que Jesus “anunciava a palavra” à multidão que enchia sua casa. É próprio de Marcos o destaque maior à palavra de Jesus, que liberta e comunica vida. Entra em cena um paralítico, carregado por quatro homens, e segue a cena pitoresca da sua descida, deitado na maca, por um buraco feito no teto da casa. Jesus é tocado pela fé, não só do paralítico, mas também daqueles que o acompanhavam. As ações e diálogos que se seguem não são uma interrupção do anúncio, mas exprimem concretamente o seu próprio conteúdo: a libertação dos pecados. O núcleo da Boa-Nova é a manifestação do infinito amor de Deus. A palavra que corresponde a “pecado” no Antigo Testamento, em hebraico, é het’. O seu significado corresponde ao ato de errar o alvo, sair do caminho, perder. O alvo, no caso, era a Lei. Assim, na doutrina dos chefes religiosos do Templo e das sinagogas, o pecado tinha um sentido predominantemente legalista. Era considerado pecado qualquer ato ou omissão que contrariasse as observâncias legais religiosas (Torá e as inúmeras tradições a ela anexadas). Ainda mais, a prosperidade era considerada uma bênção de Deus, enquanto a pobreza e miséria, bem como as doenças, eram consideradas castigo de Deus por pecados cometidos (o que é contestado no Livro de Jó). Jesus vem remover esta humilhação que submetia o povo ao poder religioso do Templo de Jerusalém, resgatando a sua dignidade. A prática de Jesus tem duas dimensões: isenta de qualquer culpabilidade os acusados de pecado e acolhe-os com grande amor e amizade, rejeitando a sua exclusão religiosa e social. Jesus, diante daquele paralítico, prioriza a sua libertação da condição humilhante e excludente de “pecador”. E a libertação da paralisia é decorrente de sua dignidade restaurada. São os novos laços de relacionamento humano que vencem um mundo onde tem prevalecido o privilégio de minorias que moldam uma cultura de poder e submissão, que atende a seus interesses particulares. Pelo “sim” que nos une a Jesus (segunda leitura), todas as coisas se fazem novas (primeira leitura) pela remoção de toda exclusão, na libertação e na promoção da vida.

FÉ E INCREDULIDADE

É chocante o contraste entre a fé do paralítico e dos que o traziam até Jesus, para ser curado, e a incredulidade de alguns escribas, presentes nesta ocasião.
Para que o homem fosse curado, pessoas de boa vontade superaram todos os obstáculos a fim de fazê-lo chegar até Jesus. Mas, a presença da multidão impedia-lhes o acesso. Por isso, resolveram abrir um buraco no teto, por onde puderam descer a maca do paralítico. Só uma fé profunda pode explicar este gesto quase desesperado. E Jesus o descobre, e o recompensa.
Por sua vez, os escribas ruminam, em seus corações, pensamentos malévolos a respeito da ação de Jesus. Tomam-no por usurpador de um poder exclusivo de Deus, porque perdoa os pecados daquele pobre homem, antes mesmo que lhe solicitassem a cura. Sua incredulidade leva-os a acusar Jesus de blasfemo. É que, no fundo, não suportavam conviver com a misericórdia que jorrava do coração do Mestre.
A incredulidade dos escribas não foi suficientemente forte para bloquear Jesus. Ele continuou a agir com absoluta liberdade, sempre conforme o querer do Pai. Não só perdoou todos os pecados do paralítico, como também, devolveu-lhe a saúde, recompensando-lhe a fé.
Os incrédulos podem até permanecer firmes em sua incredulidade. Só não podem dizer que não tinham motivos para crer. O milagre de Jesus não dava margem para dúvidas.

A FÉ SUPERA TUDO E VENCE BARREIRAS

O centro da cura, narrada neste Evangelho do sétimo domingo do Tempo Comum, é novamente a cidade de Cafarnaum. A cura ocorre dentro de uma casa, no interior de um lar, lugar de paz, alegria, perdão, amor e vida. Jesus, ciente disso, começa a anunciar os valores que estão contidos no conceito “casa”, ou seja, lar, que também pode significar família. Aliás, eles são o conteúdo de Sua mensagem salvífica. E porque a Sua palavra cura, transforma, liberta e salva, muita gente se reúne à Sua volta.
Feliz ou infelizmente, o público é diversificado. Existem aqueles que procuram Cristo como “meros espectadores”, ou seja, vão para se divertir, passar o tempo. Uns vão por curiosidade; outros, porque seguem o movimento dos demais. Alguns O procuram a fim de encontrar motivos para acusá-Lo de blasfêmia e entregá-Lo à morte. Porém, há também os que O procuram e veem em Jesus Nazareno a solução de todos os seus problemas e, como se não bastasse, Aquele que pode perdoar os pecados dos homens como o Salvador do mundo.
Independente dos motivos, Jesus simplesmente os recebe com humildade e simplicidade para lhes revelar as realidades do Reino de Deus. O que é o Reino de Deus para Jesus, senão o momento no qual todos são incluídos, com suas diferenças, em um só rebanho? O Messias fala de um Reino onde não há grandes nem pequenos, nem sábios nem ignorantes; ao contrário, todos ensinam e todos aprendem. Nesse lugar, o diálogo é possível, pois a razão fala mais alto do que a força. No Reino de Deus, todos são um só n’Ele e por Ele. Todos saboreiam a beleza da vida!
É nesse ambiente que surgem os amigos do pobre paralítico. Eles, pelo simples fato de serem amigos de um doente, já mostravam que não se viam melhores ou piores do que ele. Dentre tantos obstáculos do seu dia a dia, depararam-se com um maior do que poderiam imaginar: uma enorme multidão que não lhes dava espaço para fazer chegar o paralítico diante de Jesus. Apenas o levaram movidos pela fé. Graças a ela e só por ela, conseguiram encontrar uma solução para a doença do amigo.
A fé supera tudo. E a fé em Jesus faz da pessoa mais do que uma vencedora, pois, como vimos, os amigos perseverantes, confiantes e esperançosos lutaram até o fim para levar o paralítico até o Senhor. E o “fim” foi fazer um buraco no telhado e, por ali, descer o doente.
Graças à ousadia daqueles homens, o local em que não havia lugar para os excluídos tornou-se espaço de cura e libertação de todos os pecados. É assim que Deus vem ao encontro daqueles que n’Ele esperam e confiam. Os leprosos são limpos, os surdos ouvem, os mudos falam, os coxos andam, a Boa Nova é anunciada aos pobres. Isso significa dizer que os céus se abrem para acolher todos aqueles que, renunciando à vida de pecado, se entregam a Deus.
Nesta luta, é fundamental não desistir, mas lutar até o fim. Assim como aqueles amigos do paralítico, pois acreditaram que Cristo era diferente, porque a Sua mensagem era diversa dos demais mestres da Lei e fariseus. Portanto, aquele “pobre paralítico” tinha de ouvi-la.
A partir disso, quero fazer um convite a você. Vamos nos empenhar para que os doentes da nossa família, da sociedade e de nosso país ouçam esse Jesus, cuja mensagem é a Boa Nova da Salvação. Corramos o risco, visto que a única saída para que os nossos sejam atendidos é o “buraco no teto”. Vamos e subamos a esse Jesus que é inigualável. Essa é a atitude de fé de quem entende que Ele é único.
Saiba que a fé capaz de despertar a admiração de Jesus Cristo não está no milagre da cura, mas no milagre do Reino, pois, por meio dele podemos nos aproximar, com ousadia e sem intermediários, da presença de Deus. A fé que causa espanto em Cristo é daqueles que entendem que a mensagem do Reino é inigualável, pois quebra todas as barreiras. A fé que move a mão de Jesus é de que, no Reino, todos somos realmente “o próximo do outro” e, portanto, nos preocupamos uns com os outros.
Ao nos preocuparmos com o bem-estar do próximo, também Cristo nos dá o necessário, pois “é dando que se recebe, é amando que se é amado, é perdoando que se é perdoando, é morrendo que se ressuscita para a vida eterna”, nos ensina São Francisco de Assis.
Por mais que, naquele momento, os amigos desejassem ver o paralítico curado, a fé deles já os havia curado, pois entenderam a importância da mensagem do Reino.
Nessas condições não há mais pecados, pois estes foram perdoados. E somente aquele paralítico podia entender a profundidade da afirmação de Jesus em sua vida. Se ele entendeu que, em Cristo, nada mais o separava de Deus, então ele foi alvo do perdão do Pai, pois ninguém se aproxima d’Ele com tamanha fé se antes o próprio Deus não o tiver perdoado.
Fazer o paralítico andar foi um sinal não para esse homem enfermo, mas para mim e para você que ainda não enxergamos a realidade do Reino. A cura física desse homem é a representação terrena, carnal e física daquilo que Deus – por meio da Sua Palavra – pode fazer em mim e em você todas as vezes que, abrindo o coração, O acolhemos com fé, esperança e confiança.

QUEM PODE PERDOAR PECADOS SENÃO DEUS?

“Filho, os teus pecados estão perdoados.” Com estas palavras queria Cristo ser reconhecido como Deus, enquanto Se escondia ainda, porém, dos olhos humanos sob o aspecto de um homem. Por causa das manifestações do Seu poder e dos milagres que realizava, comparavam-n’O aos profetas; e no entanto era graças a Ele e ao Seu poder que também estes tinham realizado milagres. Não está no poder do homem perdoar os pecados; isto é a marca própria de Deus. Começava Jesus, assim, a revelar a Sua natureza divina ao coração dos homens – o que faz que os Fariseus fiquem loucos de raiva. Retorquem: “Blasfema! Quem pode perdoar pecados senão Deus”?
Tu, Fariseu, crês que sabes, mas não passas de um ignorante! Crês que veneras a Deus, mas não O reconheces! Crês que dás testemunho, mas desferes golpes!
Se é Deus Quem perdoa os pecados, porque não admites a natureza divina de Cristo?
Porque pôde conceder o perdão de um só pecado, é pois Ele Quem aniquila o pecado do mundo inteiro: “Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo” (Jo 1, 29). Para que possas compreender a Sua natureza divina, escuta-O – pois Ele penetrou no âmago do teu ser. Olha-O: Ele alcançou os teus mais profundos pensamentos. Compreende, então, Aquele que põe a nu as intenções secretas do teu coração.

A CURA PELA FÉ

1. Lotação esgotada, na casa de Jesus! E a multidão, em vez de ser caminho, é obstáculo, para chegar até Ele. Mas Jesus não está ali, para o espetáculo. A sua missão é sobretudo anunciar a Palavra! Abrindo o coração à Palavra, que vem do alto, Jesus quer tornar “sãos e salvos” os que acorrem à sua presença!
2. E veio a Ele, pelas mãos inteligentes e prontas da fé de quatro amigos, um paralítico. Entrou pelo teto e deve ter caído das nuvens, quando escutou as primeiras palavras de Jesus: “os teus pecados estão perdoados”. Não era propriamente isso que ele estava à espera de ouvir! O que ele queria mesmo era pernas para andar. Mas, ao contrário, Jesus começa por uma cura interior, oferece, em primeiro lugar, o perdão. De facto, o pecado é uma espécie de paralisia do espírito, da qual só o poder do amor misericordioso de Deus nos pode libertar, permitindo que nos levantemos e retomemos o caminho pela via do bem. Por isso, a Jesus, não interessa apenas o homem “são” se isso não significar ao mesmo tempo “o homem santo”. Saúde e salvação, “são e salvo”, são realidades que se reclamam mutuamente, na pessoa inteira, que é corpo e alma, dos pés à cabeça! Por isso, Jesus cura primeiro por dentro, para só depois sarar por fora.
3. Esta prioridade da dimensão espiritual, vem em sentido completamente contrário ao das nossas práticas de saúde! De fato, o nosso tempo fez da procura da saúde e do cuidado pelo corpo, uma obsessão doentia. Estranhando a doença e a velhice, como se estas não fossem uma coisa natural, procura-se estar em forma, e a todo o custo, como se daí viera a própria salvação. A saúde e a procura da aparente beleza do corpo tornaram-se hoje um culto, com as suas devoções, as suas asceses e sacrifícios. Senão vejamos: Aceita-se uma dieta rigorosa, para manter o corpo na linha! Mas despreza-se qualquer jejum e a abstinência propostos, em ordem ao domínio de si ou à partilha com os outros. Põe-se todo o empenho e sacrifício, no cumprimento estrito da receita para o emagrecimento, ou para o tratamento da pele, mas recusa-se qualquer disciplina moral, para o embelezamento da vida espiritual. Altera-se, em casa, a hora do jantar, por causa do ginásio ou da natação. Mas não se pode mudar a hora da Missa, por causa do almoço, nem apanhar frio, para vir à Oração. Promove-se assim a imagem do corpo, seja à custa do que for, do cheiro ou do calor, em centros de beleza, de relaxe e da fitness. Mas foge-se a sete pés do segredo e do silêncio do quarto para rezar, ou do confessionário, para se examinar e curar. A sorte de muitos psicólogos é que os cristãos se confessam muito pouco. O SPA e o divã são muito mais atraentes que o confessionário!
4. Queridos irmãos e irmãs: O início da Quaresma está para breve, com todos os exercícios, corporais e espirituais, que lhe estão associados. Mas curiosamente, o Papa vem lembrar-nos, na sua Mensagem para a Quaresma, que esta não será apenas um tempo para prestar maior atenção ao bem físico e material dos outros, mas sobretudo uma oportunidade para atender ao “bem espiritual do irmão”, a quem é preciso corrigir com amor e orientar no caminho da santidade e da salvação!
5. Preparemo-nos, então, com determinação, para começar este caminho, vencendo os obstáculos da multidão anónima, que nos impede de entrar na Casa, onde Jesus mora e nos cura por dentro. Façamos tudo o que for preciso, façamos das tripas coração, para que chegar ao encontro com Jesus e, a partir daí, avaliar tudo do teto para cima! Façam um furo, abram na vida uma brecha para chegar ao encontro salutar com Deus! Custe o que nos custar!

TROUXERAM-LHE UM PARALÍTICO, CARREGADO POR QUATRO HOMENS

Hoje, lendo o Evangelho, centramos a nossa atenção em três momentos concretos: um paralítico que não se vale por si mesmo, um grupo de amigos, e Jesus.
No paralítico pode ver-se refletido cada um de nós; todos podemos estar paralisados, já que o pecado nos paralisa no nosso caminho para Deus. Às vezes, não nos damos conta ou parece-nos que já estamos bem como estamos, ou que já solucionaremos ou que poremos em ordem as nossas relações com Deus noutra ocasião.
Então “trouxeram-lhe um paralítico carregado por quatro homens” (Mc 2,3). Precisamos de verdadeiros amigos que nos levem a Deus, que vençam a nossa resistência. O paralítico, depois de ver a comoção que os amigos estavam a causar, seguro de que devia dizer-lhes que parassem que teriam mais tempo noutro dia, que havia muita gente… E para não falar de quando “abriram o teto, em cima do lugar onde Ele estava” (Mc 2,4): o ruído que fariam, o pó, o incomodo que causariam a todos os que estavam ali e os gritos que fariam os assistentes, pois não os deixavam escutarem Jesus, etc.
Mas os autênticos amigos não encontram dificuldades, amam de verdade e querem o melhor, porque “é próprio do amigo fazer o bem aos amigos, principalmente àqueles que se encontram mais necessitados” (São Tomás de Aquino). Perguntemo-nos hoje se nós temos verdadeiros amigos que sejam capazes de nos levar a Deus. Perguntemo-nos, também, se somos amigos de verdade e nos esforçamos para levar os que amamos a Deus. Não convém esquecer que também eles porão resistência.
Sou realmente amigo?
Podem os outros confiar que eu os ajudarei a estar próximo de Jesus?
E Jesus?
Vem trazer-nos a verdadeira salvação, vem libertar-nos da paralisia, vem perdoar-nos os pecados.
Ajudo os outros a aproximarem-se da confissão?
Santa Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, leva-nos e dá-nos Jesus: que com a sua ajuda também nós levemos a todos Jesus!

NOSSOS PARALÍTICOS…

Certa ocasião, quando refletíamos esse evangelho em grupo, alguém perguntou se na casa onde Jesus estava pregando, havia elevador ou coisa parecida, se olharmos o relato em si mesmo, vamos acabar fazendo outras perguntas como, “Será que eles não podiam pedir licença para passar no meio das pessoas e entrar na casa?” e mais ainda… Seria normal que as pessoas que estavam aglomeradas á entrada, quando vissem o esforço dos quatro homens, subindo na parede com o paralítico deitado em uma cama, oferecessem ajuda, buscando uma alternativa mais fácil…
O próprio Jesus, não poderia ter dado um jeito de sair para atender o paralítico, sem precisar tanto esforço de subir e ainda ter de abrir um buraco no telhado?
Fazer perguntas como essas, é muito importante para a nossa reflexão, pois vamos e convenhamos, o modo que eles encontraram para colocar o paralítico á frente de Jesus, não foi o mais fácil, aliás, correu-se até o risco de um grave acidente.
Hoje em dia a gente sabe que nossos templos existentes, ou os que estão em construção, devem ter em seu projeto, a construção de rampas, para facilitar o acesso de nossos irmãos deficientes. Mas com certeza, não é este o tema do evangelista, ele está querendo dizer alguma coisa as suas comunidades e aos cristãos do nosso tempo.
Dia desses, alguém bastante estressado dizia-me que certas pessoas só atrapalham a vida da comunidade, porque são muito radicais, geniosas, incomodam a rodos, e o tempo todo só arranjaram encrencas e mais encrencas, concluindo, dão muito trabalho, são sempre do contra, enfim, chatas e duras de engolir, e que sem elas, a comunidade é uma maravilha, o conselho deveria tomar providência, ou quem sabe, o padre impor a sua autoridade.
Pessoas com essas características não caminham, e ainda dificultam a vida de quem quer caminhar: pronto, já começamos a descobrir os paralíticos e paralíticas de nossas comunidades, irmãos e irmãs que não se emendam de seus defeitos, nunca mudam o seu jeito de ser, não se convertem e precisam portanto, ser acolhidas e carregadas. Há irmãos na comunidade que a gente tem prazer de encontrar, é sempre uma alegria imensa, mas há também esses, que nos perturbam, incomodam, e a gente não fica a vontade, se estão conosco em uma reunião da pastoral ou do movimento, a troca de “farpas” será inevitável…
Há no texto duas coisas que chamam a nossa atenção, primeiro o esforço desse quarteto, subir pela parede, desfazer o telhado e descer a cama com cordas. Jesus elogia-lhes a fé, parece até que fez o milagre como retribuição a tanto esforço. Eles tinham fé em Jesus Cristo, sabiam que se o levassem diante dele, seria curado, mas por outro lado, embora o texto não cite isso, a gente percebe que o amavam muito, tiveram com ele muita paciência, sei lá quantos quilômetros tiveram que andar, carregando aquela cama que deveria ser pesada, e ainda, ao deparar com a multidão aglomerada á frente da casa, poderiam ter desistido, já tinham feito a sua parte. Mas a força do amor e da fé, fez com que não desistissem, e se preciso fosse, seriam capazes de derrubar a casa.
Os quatro são uma referência para as nossas comunidades, onde muitas vezes falta-nos o amor e a fé, para carregar nossos paralíticos e superar os obstáculos, passando por cima dos preconceitos. Nas comunidades há pessoas amorosas, pacienciosas, que aceitam conviver com todos, amando-os como eles são, sem exigências, preconceitos ou radicalismo, mas há também a turma de “nariz empinado”, como aqueles doutores da lei, que não crê em um Deus que é misericórdia, e que perdoa pecados, seguem normas e preceitos, até trabalham na comunidade, mas são extremamente exigentes com os “paralíticos”, acham-se perfeitos e não aceitam a convivência com os imperfeitos.
Jesus elimina o problema pela raiz, “Filho, teus pecados te são perdoados…”, a cura física vem em segundo plano, e se a enfermidade impede que o paralítico se aproxime de Jesus, a comunidade os carrega, possibilitando que ele também faça a experiência do Deus que perdoa, ora, se houver na comunidade intolerância, preconceitos, e ranços ocultos, como é que essas pessoas poderão experimentar o amor, o perdão e a misericórdia? Os intolerantes têm sempre um olhar extremamente crítico e severo, para com os paralíticos, e não aceitam que outras pessoas tenham por eles amor e ternura, manifestada na paciência e tolerância.
Por isso Jesus ordena – levanta-te, toma o teu leito e vai para casa. Deus nunca faz as coisas pela metade, na obra da salvação, Jesus não fez simplesmente uma reforma no ser humano, mas o transforma em uma nova criatura, na graça santificante do Batismo, fazendo com que deixe de se relacionar com Deus na religião normativa, porque crê no Deus que é todo amor e misericórdia, que perdoa pecados e os liberta com a sua santa palavra, em Jesus de Nazaré.

SOMOS ESCOLHIDOS

Prezados irmãos. Paulo hoje nos diz que Deus também nos ungiu, derramando o Espírito Santo sobre nós. Nós que somos escolhidos para pregar o seu Evangelho para o mundo. Portanto, não sejamos exibidos, porém, não sejamos tímidos. Com o coração contrito e com a devida humildade, nos apresentemos diante das pessoas, seja na Igreja, seja na catequese ou onde for possível, para anunciar Cristo aos nossos irmãos. E devemos fazer isso com decisão, coragem, e com a certeza de que somos escolhidos de Deus para essa santa tarefa.
Então Jesus disse àquele paralítico. “Filho, os teus pecados estão perdoados”. Jesus disse uma frase que nenhum daqueles presentes esperava ouvir. O paralítico esperava ouvir algo do tipo: Seja curado… os demais, amontoados e espremidos ali para ver e ouvir o Filho do Homem, com certeza era a última coisa que esperavam ouvir.
Apesar de que na maneira de interpretar a Lei os judeus acreditavam que a doença era causada pelos pecados da pessoa, todos esperavam ouvir palavras de consolo e de cura. Mas Jesus pronunciou aquelas palavras para provocar os mestres da Lei que estavam ali sentados. E não deu outra. Eles murmuraram em suas mentes, sem pronunciar palavra alguma, dizendo: “Como este homem pode falar assim? Ele está blasfemando: ninguém pode perdoar pecado senão Deus”.
No Evangelho de hoje, portanto, temos três provas da divindade de Cristo. Ele perdoa os pecados do paralítico, Ele advinha os pensamentos dos mestres da Lei, e finalmente Jesus cura aquele pobre homem, libertando-o da paralisia de nascença, deixando-o tão feliz e contente que saiu dando pulos de alegria, de forma que nem se lembrou de agradecer ao autor daquele grande milagre.
Vocês eu também somos assim. Por vezes, nos esquecemos de agradecer no final do dia, por tantas graças recebidas. Tem gente que diz: Que graça? Nada de especial aconteceu! Nem mesmo ganhei na Mega Sena, nem fui promovido nem tive o meu salário aumentado… tudo hoje não passou de mera rotina…
Pois é aí que nos enganamos, é assim que que somos ingratos para com Deus. Porque durante o dia todo Deus nos preservou a vida, cuidou de cada momento de nossa existência, de forma que até os sofrimentos que experimentamos, foram para a nossa santificação. Por isso, no final do dia, não nos esqueçamos de agradecer tudo, oferecendo os sofrimentos em perdão dos nossos muitos pecados. Por agradecer tudo, podemos incluir o fato de não ter sido assaltados, de não ter sofrido acidentes, de não ter nos desentendido ou entrado em atrito com nenhuma pessoa, entre outras coisinhas simples que no conjunto, completou o nosso dia.
Porém, é bom lembrar que não devemos ser egoístas em nossas orações, pois existem muita gente sofrendo em nossa volta, em outros lugares e em todo o mundo. Rezemos pois por nós e pelos nossos irmãos.

LEVANTA PEGA TUA CAMA E ANDA

E chegou o carnaval!
O carnaval é a mega festa popular do povo brasileiro! A expressão pública dos impulsos reprimidos. Exemplo, vestir-se de mulher. É diversão sem freios, sem controle moral, e de costas para Deus. É a grande festa de satanás, disse alguém. A vontade de diversão a qualquer preço é tão forte que leva o folião a dançar em plena chuva torrencial sem se importar com a saúde. E aquela garota perguntou ao padre se era mesmo pecado brincar o carnaval? Resposta: brincar, pular, dançar em si, não tem nada a ver com pecado. O pecado consiste nos efeitos colaterais, nos excessos cometidos durante o reinado de momo: São noites sem dormir, alimentação insuficiente, ausência quase que total de limites, incluindo no comportamento sexual. Durante a folia, pela força da juventude, e pela ingestão de bebidas e outras substâncias alucinógenas, quase nem se percebe o estrago que se está fazendo em detrimento da própria saúde. É na quarta, na quinta e na sexta feira de cinzas que se descobre que “o nosso namoro virou cinzas porque o nosso amor foi uma brasa”!
Um carnaval sem polícia?
Este ano de 2012 temos um freio a menos na folia do reinado de momo! A greve dos policiais, vai dar mais margens à plena libertinagem e a nossa segurança estará ameaçada durante 24 horas.
Sei que você está revoltado com essa greve, e já repetiu várias vezes que um serviço essencial como o da polícia, não pode entrar em greve.
Ah é?
Então me responda: Você arriscaria a sua vida por um salário de mil e poucos reais?
É isso mesmo! Enquanto um vereador ganha vários salários mínimos desprendendo o mínimo de suor, um policial correndo o risco da própria vida e arriscando a segurança de sua família, tem de sobreviver por um salário insuficiente para o seu sustento.
É claro que é um serviço essencial, é a nossa segurança em jogo, e por isso não deveria entrar em greve. Porém, a sobrevivência fala mais alto. E tem mais. Se existe corrupção policial, a origem está exatamente nestes salários.
E o carnaval sem polícia?
Como será?
Você está pensando nisso?
Os seus filhos vão sair por aí nas noites de folia?
Como será o seu sono?
Sua tranquilidade?
Você vai viajar?
Quem tomará conta de sua residência?
Parece que diante de tanta injustiça gerada pelo abuso de poder, pelo egoísmo, só resta-nos pedir a você que é cristão cristã praticante, que durante as noites de folia, vai estar de forma contrita na presença de Deus, seja num retiro espiritual, seja em sua casa, que reze sem cessar pela nossa juventude que nesses dias está sendo manobrada pelos inimigos da família e pelos descrentes.

OBRAS DE MISERICÓRDIA

A Liturgia da Palavra deste 7º Domingo Comum – B, é uma apologia à Misericórdia de Deus e um convite à prática da Caridade e das Obras de Misericórdia.
Quando o homem adquire a noção da sua indigência e sente na consciência a responsabilidade do pecado, logo lhe é revelada a faceta da Misericórdia de Deus. Todo o homem é pecador e as suas relações com Deus são marcadas muito frequentemente pelo pecado.
Deus, ao criar todos os homens à Sua imagem e semelhança e ao destiná-los ao mesmo fim, queria que os homens constituíssem uma só família e se tratassem uns aos outros como irmãos. Este plano de unidade foi destruído pelo pecado e restaurado pela Misericórdia de Deus.
Pela Sua graça, Deus e os homens entraram a fazer parte da mesma Família, na qual todos somos irmãos, e o primeiro dos quais é Cristo. Temos, pois, que amar os nossos irmãos, sempre e na medida em que Cristo nos amou, isto é, mesmo os nossos inimigos.
Na 1ª Leitura, o profeta Isaías revela a vontade do Senhor, numa altura em que o Povo de Israel estava no Cativeiro da Babilónia, para lhe incutir esperança, no meio do seu desespero. – “Vou abrir um caminho no deserto, lançar rios através da terra deserta. O povo que formei para Mim, proclamará, por certo, os Meus louvores”. (1ª Leitura).
Só o amor de Deus pode apagar o passado, para criar um mundo novo. O Salmo, leva-nos também a sentir a nossa condição de pecadores: – “Salvai, Senhor, a minha alma, pois contra Vós eu pequei”.
Na 2ª Leitura Paulo recorda aos Coríntios, e hoje também a cada um de nós, que Cristo sempre disse “Sim” ao Pai. E a Sua resposta, no amor e na obediência, permitiu ao Pai dar cumprimento absoluto às Suas promessas de salvação, de modo que assim podemos descobrir em Jesus o amor fiel e misericordioso do Pai. – “É que todas as promessas de Deus encontraram n’Ele um “Sim”.” (2ª Leitura). Nós estamos seguros de que o mundo novo, prometido pelos profetas, nos está aberto em Cristo.
Pelo Evangelho de Marcos, nós compreendemos, ao mesmo tempo, a Misericórdia de Deus e a grande fé e confiança do povo, ao ponto de fazerem chegar um paralítico até junto do Jesus, descido por uma abertura no teto da casa. – “E feita uma abertura, baixaram a enxerga em que jazia o paralítico”. (Evangelho).
A primeira palavra de Jesus foi de misericórdia e perdão:
– “Ao ver a fé daquela gente, Jesus disse ao paralítico: “Meu filho, os teus pecados são-te perdoados”.” (Evangelho).
O milagre que Jesus faz ao paralítico é prova da sua divindade (quem pode perdoar os pecados a não ser somente Deus?)… mas é também sinal da eficácia radical do seu perdão: um perdão que renova completamente. O passado pesa, o pecado prostra, os homens lembram-se do mal.
Mas Deus esquece e, quando cura, fá-lo radicalmente; não restaura mas cria de novo. Perdoa os pecados, cancela-os, lança-os para trás de si, não mais se lembra deles. Eis o que faz Cristo ao paralítico: uma nova criação.
– “E Eu, Eu é que tenho, por amor de Mim, de apagar as tuas transgressões e não mais recordar as tuas faltas”.
À medida que o homem moderno perde o sentido de Deus, põe em questão as categorias cristãs do perdão. O maior pecado do nosso tempo – foi dito – é que o homem perdeu o sentido de pecado, e, consequentemente, o sentido da necessidade do perdão e da misericórdia.
Mas na medida em que o Deus do homem moderno é apenas uma falsa imagem do Deus de Jesus Cristo, também a concepção de pecado e de perdão corre o risco de ser uma deformação da realidade especificamente cristã da misericórdia e do perdão.
Na verdade, existiram e ainda existem deficiências quanto a uma ideia precisa do pecado. Temos insistido demasiadamente sobre a materialidade do ato a que chamamos pecado, sobre uma rígida classificação, um certo legalismo, uma preocupação quantitativa:
– Negligenciando as causas, dando pouca atenção às atitudes e opções fundamentais, insistindo quase morbidamente sobre certos sectores da moral;
– Reduzindo o pecado a um gesto individual e menosprezando a dimensão social e comunitária;
– Esquecendo-nos das culpas coletivas ligadas ao nosso comodismo, e secretas conveniências em Instituições ou sistemas opressores…
Deve-se acrescentar ainda a concepção dos que pensam obter o perdão de uma maneira semi-mágica, sem as disposições necessárias. A crise atual em relação ao sacramento da Reconciliação pode revelar-se providencial, se libertar o cristão de uma série de esclerosamentos inúteis e perigosos, ajudá-lo a reduzir-se ao essencial no ritos e a voltar ao justo sentido do pecado.
Uma concepção demasiado restrita da sacramentalidade levou o cristão a limitar indevidamente ao sacramento da Reconciliação o exercício do poder sacramental do perdão confiado à Igreja. Hoje, redescobrimos o valor originariamente penitencial da Eucaristia no seu conjunto e em alguns dos seus ritos particulares.
A cura deste paralítico, é o sinal de que Jesus é o Enviado do Pai, para curar o homem do mal profundo que é o pecado, e introduzi-lo no mundo novo, o Reino de Deus, em comunhão com o Pai, no cumprimento do plano da História da Salvação.
Sobre a Misericórdia e o pecado, diz-nos o Catecismo da Igreja Católica:
1846. – O Evangelho é a revelação, em Jesus Cristo, da Misericórdia de Deus para com os pecadores. O Anjo assim o disse a José: “Pôr-Lhe-ás o nome de Jesus, porque Ele salvará o povo dos seus pecados”. (Mt.1,21). O mesmo se diga da Eucaristia, Sacramento da Redenção: “Isto é o meu Sangue, o Sangue da Aliança, que vai ser derramado por todos para remissão dos pecados”. (Mt 26,28).
1847. – “Deus, que nos criou sem nós, não quis salvar-nos sem nós”. (S.Ag.). O acolhimento da sua misericórdia exige de nós a confissão das nossas faltas. «Se dizemos que não temos pecados, enganamo-nos, e a verdade não está em nós. Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda a maldade (Jo 1,8-9).

MISERICÓRDIA DE DEUS

Vamos refletir como tema central deste sétimo domingo do Tempo Comum a misericórdia de Deus, o Senhor da Vida, que perdoa nossos pecados e nos convida à graça da amizade com Deus.
Iniciamos uma unidade nas leituras destes domingos seguintes. A cura do paralítico (Mc 2,1-12) introduz hoje a chamada “disputa da Galileia”. São cinco enfrentamentos entre Jesus e os chefes do povo. Marcos aponta para a cruz, ou seja, tudo o que vai acontecer ao longo do Evangelho leva ao Calvário. O evangelista ensina que a cruz não é um acidente na vida e missão de Jesus, mas tudo se encaminha para ela, como um rio para o mar.
Hoje, somos convidados a refletir a pergunta: quem é Jesus de Nazaré?
Qual é a sua missão?
Marcos procura mostrar que Jesus é o que se encarnou como um de nós para fazer-se homem, para que os homens cressem no Filho do Homem, dizendo ainda que não é a Lei que salva, mas o espírito da Lei que vivifica o homem, ou seja, a salvação das almas e Reino de Deus.
Meus irmãos, a Liturgia deste domingo mostra Jesus vencendo uma exclusão maior do que a do leproso do domingo passado: a do pecado. Jesus, hoje, ao invés de curar o leproso, perdoa os seus pecados. E quando os teólogos da primeira fila começam a protestar, dizendo que só Deus pode perdoar o pecado, Jesus realiza o sinal da cura para mostrar sua autoridade: autoridade do “Filho do Homem”.
A história não contou que o aleijado era pecador. Mas Jesus o sabia.
Aliás, quem não é pecador?
E essa deficiência pode ser, ainda, interpretada como a deficiência que o pecado nos causa, privando-nos da graça. Somos todos deficientes, suplicando a misericórdia de Nosso Senhor para que nos resgate e nos conceda, pelos méritos de sua Paixão e Morte, as graças que nos permite uma vivência íntima e elevada com Ele.
Jesus se revela como detentor do poder-autoridade de Deus. Ele é mais que um curandeiro. Ele tem poder sobre o pecado e a morte. Ele é o “Filho do Homem”. O que ele veio fazer não era tanto tirar as doenças físicas, mas cassar o pecado. Deus não quer nem mais se lembrar do pecado do povo (cf. Is 43,18-19.21-22.24-25). Curar, até os médicos conseguem. Perdoar, só Deus… e seu Filho Jesus. A história de Israel nos mostra a justiça de Deus, mas também a fidelidade de seu amor. É uma mensagem ao povo exilado, que não sabe se tem ainda um porvir. Deus mesmo agirá, abrirá um caminho pelo deserto, como no tempo do Êxodo, e seu povo poderá de novo proclamar a sua glória.
Irmãos e Irmãs, rezar é muito bom, diria até, excelente. Porém, mais do que rezar, temos que ter atitudes e obras de caridade. Devemos superar os fariseus que rezavam o dia todo, cumpriam toda a lei, mas não tinham caridade e não conheciam o perdão e o amor.
Será o paralítico, enfermo e entrevado numa cama, que reconhecerá Jesus, o Messias, o Filho de Deus, pedindo a cura para salvar-se. O autossuficiente, o orgulhoso, não reparte os espaços de seu coração, de sua vida. E só pode saber “quem é Jesus” quem lhe faz lugar num coração necessitado, humilde, receptivo, porque o Senhor esconde essas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revela aos pobres e pequeninos. O contraste entre os escribas e os quatro que trouxeram o paralítico podemos vê-lo, ainda, nos dias de hoje em inúmeras situações.
O paralítico curado por Jesus significa todos os excluídos da vida social e religiosa. Os leprosos eram mortos e vivos. O paralítico, falto de forças, incapaz de caminhar sozinho e dependente de uma vontade alheia, é o símbolo da criatura humana, sobretudo depois do paraíso perdido. Jesus curou o paralítico por compaixão.
Irmãos e Irmãs, estamos diante da porta da casa de Pedro e André e ali o povo se reuniu. O paralítico foi levado em uma cama. Quem tem fé são os quatro que carregavam o paralítico; este fica mudo. Isso quer dizer que a pessoa de fé assume o comportamento de levar quem está fora da Igreja para conhecer a Jesus e aderir ao seu seguimento. Jesus perdoa os pecados do paralítico, reconstituindo-o ao grêmio social. Trata-se da inauguração de uma nova teologia, do Deus-Misericórdia, do Deus-ternura, do Deus-Pai carinhoso. Deus se distingue por sua generosidade, pela partilha de sua graça, por seu perdão incondicional, por estar exclusivamente voltado para a vida: “Toma seu leito, vai para casa”. Jesus nos perdoa, nos salva e nos manda voltar para casa e para a vida, uma vida nova, cheia de graça e encantamento pelo seu Evangelho e pelo seu Reino. Jesus nos envia feito-nos discípulos, com a missão de evangelizar pelo exemplo que devemos dar na vida fraterna em família, na comunidade, no trabalho, como lídimos mensageiros da Paz.
A assertiva de Jesus mandando o paralítico “vai para a sua Casa” é um chamamento à conversão e à mudança de vida para que todos nós caminhemos para as nossas casas, para a santidade. Todos somos convidados à conversão e à mudança de vida, livres do pecado, mas em paz com Deus. Esta é a mensagem de amor, de solidariedade, de saúde e paz que o Deus da vida nos dá para a semana que inicia.
Meus irmãos, a segunda leitura (2Cor 1,18-22) é do início da segunda Carta de São Paulo aos Coríntios. Paulo se defende da acusação de inconstância. Paulo deve explicar por que lhes prometeu uma visita e não a realizou. A razão não é a inconsistência. O “sim” de Deus é o “sim” mesmo e igualmente deve ser também o “sim” do apóstolo, cuja atuação deve ilustrar o conteúdo da pregação.
A razão é que Paulo não quis visitar os Coríntios com o coração magoado por causa das polêmicas, que alguém lá estava conduzindo contra ele. Portanto, o adiamento da visita confirmava o “sim” do carinho de seu coração. Este era constante. Paulo atribui sua firmeza a Deus, que nos sela com o Espírito. Sua firmeza é dom divino, não mérito humano, é graça.
Caríssimos, num tempo de inconsistência, provocada por uma cultura de consumo e de alta rotatividade, convém pedir a Deus o dom da firmeza. Firmeza como instrumento de amor, para poder amar e servir de modo coerente. Firmeza também como fortaleza permanente na resistência à injustiça, sobretudo quando ela se aninha firmemente na própria estrutura da sociedade.
Nesta Eucaristia, somos convidados a dizer sim a Deus, conforme o ensinamento de Paulo. Ao recebermos o perdão de nossos pecados, pela ação do Cristo na Igreja, Jesus que perdoa nossos pecados, na missão do sacerdote, mostra que o paralítico não é alguém rejeitado por Deus.
Uma concepção demasiada restrita da sacramentalidade levou o católico a limitar indevidamente ao sacramento da penitência o exercício do poder sacramental do perdão confiado à Igreja. Por isso devemos redescobrir hoje o valor originalmente penitencial da Eucaristia no seu conjunto e em alguns de seus ritos particulares.
Aprendamos, pois, a redescobrir o sacramento da confissão, na forma auricular, como uma forma especial de ação de graças e de intimidade com o Deus da Vida. Amém.

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A Eucaristia que celebramos é o ponto alto da misericórdia e do perdão de Deus. Em cada celebração, Jesus nos restaura plenamente: ele nos cura por dentro e por fora e nos ensina a ser solidários com os sofredores.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Quando tomamos consciência de nossa fragilidade, percebemos a face da misericórdia de Deus. Ele nos envia seu Filho, expressão máxima de sua fidelidade.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. Foi o Senhor quem me mandou boas notícias anunciar; ao pobre, a quem está no cativeiro, libertação eu vou proclamar! (Lc 4,18)

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Confiei, Senhor, na vossa misericórdia; meu coração exulta porque me salvais. Cantarei ao Senhor pelo bem que me fez (Sl 12,6).

Antífona da comunhão

Senhor, de coração vos darei graças, as vossas maravilhas narrarei! Em vós exultarei de alegria, cantarei ao vosso nome, Deus altíssimo! (Sl 9,2s)

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Concedei, ó Deus todo-poderoso, que, procurando conhecer sempre o que é reto, realizemos vossa vontade em nossas palavras e ações. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

O Senhor é Deus de ternura, rico em misericórdia e fidelidade. Não guarda a lembrança de nossas culpas, mas está sempre pronto para escutar nossas súplicas. Por isso, digamos com fé:

— Senhor, escutai nossa prece.

— Para que a Igreja revele ao mundo a misericórdia de Jesus e o plano de salvação do Pai, rezemos.
— Para que os ministros ordenados estejam sempre abertos ao perdão e ao amor, rezemos.
— Para que as nações em conflito se abram ao diálogo conciliador, rezemos.
— Para que os doentes recebam o apoio da sociedade e a assistência dos poderes públicos, rezemos.
— Para que sejamos pessoas que dizem sempre sim ao projeto de Deus, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Ao celebrar com reverência vossos mistérios, nós vos suplicamos, ó Deus, que os dons oferecidos em vossa honra sejam úteis à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus todo-poderoso, concedei-nos alcançar a salvação eterna, cujo penhor recebemos neste sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

Acessem o meu Blog e faça a sua crítica, sugestão e comentário: https://liturgiadiariabyfegs.wordpress.com/

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.
Quando um capítulo de um livro estiver na cor “vermelha”, quer dizer que aquele capítulo já foi lido totalmente.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO

O Pentateuco ou os Livros da Lei

Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.

Gênesis (Gn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Êxodo (Ex)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Levítico (Lv)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Números (Nm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

22,23,24,25,26,27 (O nazireato)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Deuteronômio (Dt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

15,16,17,18,19,20 (Os profetas)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Livros Históricos

Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.

Josué (Js)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Juízes (Jz)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Rute (Rt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Samuel (1Sm)

Cap 1

A infância de Samuel

9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)

19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)

Cap 2

1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)

Cap 4

A Arca nas mãos dos Filisteus

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Instituição da realeza

4,5,6,7 (O povo pede um rei)

10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)

Cap 9

1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)

17,18,19 (Saul encontra Samuel)

Cap 10

1 (A sagração de Saul)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))

Cap 16

Saul e Davi — Davi na Corte

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)

Cap 17

32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)

40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)

Cap 18

6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)

Cap 19

1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

2 Samuel (2Sm)

Cap 1

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)

19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)

Cap 12

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)

16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)

Cap 13

Cap 14

Cap 15

13,14 (Fuga de Davi)

30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)

Cap 16

5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)

Cap 17

Cap 18

9,10,14 (Morte de Absalão)

24,25,30 (A notícia é levada a Davi)

Cap 19

1,2,3 (O sofrimento de Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

2,9 (O recenciamento do povo)

10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)

1 Reis (1Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13   (Transladação da Arca da Aliança)

22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)

30 (Oração pelo povo)

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)

Cap 11

4. As sombras do reinado

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)

29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)

Cap 12

III. O cisma político e religioso

19 (A assembleia de Siquém)

26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)

Cap 13

33,34 (O homem de Deus e o profeta)

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

2 Reis (2Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

1 Crônicas (1Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

2 Crônicas (2Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Esdras (Esd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Neemias (Ne)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tobias (Tb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Judite (Jt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Ester (Est)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1 Macabeus (1Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Macabeus (2Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais

Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.

Jó (Jó)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

1,2,3,4,6,7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Salmos (Sl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido) 11,2-3. 4-5. 7-8a (R. 8a)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11(10)

Cap 12(11)

2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)

Cap 13(12)

Cap 14(13)

Cap 15(14)

1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)

Cap 16(15)

Cap 17(16)

Cap 18(17)

31,47,50,5l (“Te Deum” real)

Cap 19(20)

Cap 20(19)

Cap 21(20)

1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)

Cap 22(21)

Cap 23(22)

Cap 24(23)

7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)

Cap 25(24)

4,5,6,7,8,9 (Súplica no perigo)

Cap 26(25)

Cap 27(26)

Cap 28(27)

Cap 29(28)

1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade)

Cap 30(29)

Cap 31(30)

Cap 32(31)

1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)

Cap 33(32)

Cap 34(33)

1,2,3,4,5,6,7 (Louvor à justiça divina)

Cap 35(34)

Cap 36(35)

Cap 37(36)

5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)

Cap 38(37)

Cap 39(38)

Cap 40(39)

1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)

Cap 41(40)

1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)

Cap 42(41)

Cap 43(42)

Cap 44(43)

10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)

Cap 45(44)

Cap 46(45)

Cap 47(46)

Cap 48(47)

Cap 49(48)

Cap 50(49)

8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)

Cap 51(50)

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17 (Miserere)

Cap 52(51)

Cap 53(52)

Cap 54(53)

Cap 55(54)

Cap 56(55)

1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá)

Cap 57(56)

1,2,34,6,10 (No meio de “leões”)

Cap 58(57)

Cap 59(58)

Cap 60(59)

Cap 61(60)

Cap 62(61)

Cap 63(62)

Cap 64(61)

Cap 65(64)

Cap 66(65)

Cap 67(66)

1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)

Cap 68(67)

Cap 69(68)

Cap 70(69)

Cap 71(70)

Cap 72(71)

1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)

Cap 73(72)

Cap 74(73)

Cap 75(74)

Cap 76(75)

Cap 77(76)

Cap 78(77)

Cap 79(78)

Cap 80(79)

1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel)

Cap 81(80)

10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)

Cap 82(81)

Cap 83(82)

Cap 84(83)

3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)

Cap 85(84)

Cap 86(85)

1,2,3,4,5,6 (Súplica na provação)

Cap 87(86)

Cap 88(87)

Cap 89(88)

16,17,18,19,20, 20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)

Cap 90(89)

Cap 91(90)

Cap 92(91)

Cap 93(92)

Cap 94(93)

12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)

Cap 95(94)

Cap 96(95)

1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)

Cap 97(96)

Cap 98(97)

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)

Cap 99(98)

Cap 100(99)

1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)

Cap 101(100)

Cap 102(101)

Cap 103(102)

Cap 104(103)

Cap 105(104)

Cap 106(105)

3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)

Cap 107(106)

Cap 108(107)

Cap 109(108)

Cap 110(109)

Cap 111(110)

Cap 112(111)

1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)

Cap 113(112)

Cap 114(111)

Cap 115(113)

Cap 116(115)

Cap 117(116)

1,2 (Convite ao louvor)

Cap 118(117)

Cap 119(118)

9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)

Cap 120(119)

Cap 121(120)

Cap 122(121)

Cap 123(121)

Cap 124(123)

Cap 125(124)

Cap 126(125)

Cap 127(126)

Cap 128(127)

Cap 129(128)

Cap 130(129)

Cap 131(130)

Cap 132(131)

6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)

Cap 133(132)

Cap 134(133)

Cap 135(134)

Cap 136(135)

Cap 137(136)

Cap 138(137)

Cap 139(138)

Cap 140(139)

Cap 141(140)

Cap 142(141)

Cap 143(142)

Cap 144(143)

1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)

Cap 145(144)

Cap 146(145)

Cap 147(146)

1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)

Cap 148

Cap 149

1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)

Cap 150

Provérbios (Pr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Eclesiastes (Coélet) (Ecl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cântico dos cânticos (Ct)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Sabedoria (Sb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)

Livros Proféticos

Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.

Isaías (Is)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)

Cap 43

18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)

22,24,25 (A ingratidão de Israel)

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Cap 53

Cap 54

Cap 55

Cap 56

Cap 57

Cap 58

Cap 59

Cap 60

1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)

Cap 61

Cap 62

Cap 63

Cap 64

Cap 65

Cap 66

Jeremias (Jr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Lamentações (Lm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Baruc (Br)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Ezequiel (Ez)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Daniel (Dn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Oséias (Os)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Joel (Jl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Amós (Am)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Abdias (Ab)

Cap 1

Jonas (Jn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4,5,10 (Jonas rebelde à sua missão)

Cap 4

Miquéias (Mq)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Naum (Na)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Habacuc (Hab)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Sofonias (Sf)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Ageu (Ag)

Cap 1

Cap 2

Zacarias (Zc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Malaquias (Ml)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4

NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO

Livros Históricos

Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.

Mateus (Mt)

Cap 1

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Marcos (Mc)

Cap 1

A preparação do ministério de Jesus

1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)

9,10,11 (Batismo de Jesus)

14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)

16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)

21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)

29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)

32,33,34 (Diversas curas)

35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)

40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)

13,14 (Chamado de Levi)

15,16,17 (Refeição com os pecadores)

18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)

23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)

Cap 3

1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)

7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)

13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)

20,21 (Providências da família de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)

31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)

Cap 4

26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)

30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)

33,34 (Conclusão sobre as parábolas)

35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)

Cap 5

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)

21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)

Cap 6

1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)

14,15,16 (Herodes e Jesus)

17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)

30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)

53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)

Cap 7

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)

Viagens de Jesus fora da Galileia

24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)

31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)

11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)

14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)

22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)

27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)

31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)

34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)

Cap 9

1 (Condições para seguir a Jesus)

2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)

9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)

Lucas (Lc)

Cap 1

Cap 2

16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)

21 (Circuncisão de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)

29,30,31,32 (O cântico de Simeão)

33,34,35 (Profecia de Simeão)

36,37,38 (Profecia de Ana)

39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

João (Jo)

Cap 1

O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)

19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)

35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Atos dos Apóstolos (At)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Livros Didáticos

As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.

Romanos (Rm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

1 Coríntios (1Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

4. A fornicação

13,14,15,17,18,19,20

Cap 7

Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade

29,30,31,32,33,34,35

Cap 8

Cap 9

16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)

Cap 10

31,32,33 (Conclusão)

Cap 11

1

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Coríntios (2Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Gálatas (Gl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

4,5,6,7 (Filiação Divina)

Cap 5

Cap 6

Efésios (Ef)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Filipenses (Fl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Colossenses (Cl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Tessalonicenses (1Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Tessalonicenses (2Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 Timóteo (1Tm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

2 Timóteo (2Tm)

Cap 1

1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)

6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Tito (Tt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Filemôn (Fm)

Cap 1

Hebreus (Hb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tiago (Tg)

Cap 1

1 (Endereço e saudação)

2,3,4 (O benefício das provações)

5,6,7,8 (A súplica confiante)

9,10,11 (O destino do rico)

12,13,14,15 (A provação)

16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem’)

Cap 4

Cap 5

1 Pedro (1Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Pedro (2Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 João (1Jo)

Cap 1

Cap 2

22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)

Viver como Filhos de Deus

29

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)

11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)

Cap 4

Cap 5

5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)

Complementos

14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)

18,19,20,21 (Resumo da Epístola)

2 João (2Jo)

Cap 1

3 João (3Jo)

Cap 1

Judas (Jd)

Cap 1

O Livro Profético

Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.

Apocalipse (Ap)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

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