LDP: 23/FEV/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

23/Fev/2012 (quinta-feira)

LEITURAS

Deuteronômio 30,15-20 (Livro do velho ou 1º testamento / Pentateuco ou os Livros da Lei)

Moisés falou ao povo dizendo: 15“Vê que eu hoje te proponho a vida e a felicidade, a morte e a desgraça. 16Se obedeceres aos preceitos do Senhor teu Deus, que eu hoje te ordeno, amando ao Senhor teu Deus, seguindo seus caminhos e guardando seus mandamentos, suas leis e seus decretos, viverás e te multiplicarás, e o Senhor teu Deus te abençoará na terra em que vais entrar, para possuí-la. 17Se, porém, o teu coração se desviar e não quiseres escutar, e se, deixando-te levar pelo erro, adorares deuses estranhos e os servires, 18eu vos anuncio hoje que certamente perecereis. Não vivereis muito tempo na terra onde ides entrar, depois de atravessar o Jordão, para ocupá-la. 19Tomo hoje o céu e a terra como testemunhas contra vós, de que vos propus a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e teus descendentes, 20amando ao Senhor teu Deus, obedecendo à sua voz e apegando-te a ele – pois ele é a tua vida e prolonga os teus dias -, a fim de que habites na terra que o Senhor jurou dar a teus pais Abraão, Isaac e Jacó”.

Salmo 1,1-2.3.4.6 (R. Sl 39,5a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— É feliz quem a Deus se confia!
1Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; 2mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
3Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
4Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispersada pelo vento. 6Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Lucas 9,22-25 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 22“O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos sumos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto e ressuscitar no terceiro dia”. 23Depois Jesus disse a todos: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me. 24Pois quem quiser salvar a sua vida, vai perdê-la; e quem perder a sua vida por causa de mim, esse a salvará. 25Com efeito, de que adianta a um homem ganhar o mundo inteiro, se se perde e se destrói a si mesmo”?

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim?
Também eu posso seguir Jesus. Assumir a sua causa. Nos momentos de maiores dificuldades vou me lembrar que esta causa é primordial. O seguimento de Jesus requer renúncia, busca de justiça e doação da vida por uma boa causa. Podemos afirmar, a melhor causa.
“Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf. Lc 4,44) e ao mesmo tempo o Evangelho de Deus (cf. Rm 1,3). Cremos e anunciamos “a boa nova de Jesus, Messias, Filho de Deus” (Mc 1,1). Como filhos obedientes à voz do Pai, queremos escutar a Jesus (cf. Lc 9,35) porque Ele é o único Mestre (cf. Mt 23,8). Como seus discípulos, sabemos que suas palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6,63.68). Com a alegria da fé, somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação.” (DAp 103).

… a VERDADE …

O que a Palavra diz?
Leio, atentamente, na Bíblia, o Evangelho do Dia: Lc 9,22-25.
Aquele que quiser seguir a Jesus, participar de sua vida e de sua missão, deverá percorrer o mesmo caminho dele. E ainda, renunciar ao poder, ao reino de um messias glorioso e vencedor. A causa é dele, que afirma: quem esquece a si mesmo por minha causa terá a vida verdadeira.

… e a VIDA …

Pai, dá-me a firme disposição de renunciar a todos os meus projetos pessoais, para abraçar unicamente o projeto de Jesus, mesmo devendo passar por sofrimentos.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
Vou deixar de lado toda vaidade e reconhecimento humano e ajudar alguém que sofre a carregar a sua cruz.
Esta causa é de Jesus e minha também.

REFLEXÕES:

JESUS IDENTIFICA-SE COM O “FILHO DO HOMEM”

O centro do evangelho de Lucas, bem como o de Marcos, é marcado pela revelação da identidade de Jesus. Jesus rejeita ser identificado com um messias (“cristo”) restaurador do reinado de Davi. É chegado o momento de deixar isto claro. A partir da interrogação sobre quem ele é, Jesus identifica-se com o “Filho do Homem”. O termo original hebraico (Ezequiel e Daniel) e, depois, grego (tradução dos LXX) significa “o humano”, a condição humana.
Enquanto “humano”, Jesus está exposto ao sofrimento e à morte. Há uma referência à “necessidade” deste sofrimento e morte. O termo “necessidade” não indica um determinismo cego, mas as implicações inevitáveis decorrentes do compromisso libertador assumido por Jesus. Quem assume o anúncio e a luta libertadora despertará, necessariamente, a ira dos poderes constituídos, que procurarão destruí-lo. Porém, Jesus revela que ao “humano” foi dada, por Deus, a vida eterna. Quem quiser unir-se ao destino de Jesus, renuncie ao sucesso e à glória do status social e econômico. E não fuja das adversidades e dos sofrimentos que os poderes político e religioso lhe imporão.

SE ALGUÉM QUER SEGUIR JESUS…

O verdadeiro discípulo de Jesus é aquele que vive como o próprio Jesus e faz dele o modelo de sua vida. Jesus nunca viveu para si, mas sempre viveu para o Pai e para os seus irmãos e irmãs, fazendo do seu dia a dia um serviço a Deus e ao próximo. A exemplo de Jesus, nós devemos passar por esse mundo não para buscar a satisfação dos nossos interesses e necessidades, mas para deixar de lado tudo o que nos impede de ir ao encontro de nossos irmãos e irmãs que precisam de nós, da nossa presença e do nosso serviço, e que também nos impede de ir ao encontro do próprio Deus para vivermos com ele a sua vida.

O CAMINHO DO MESTRE

Quem se propõe a seguir Jesus, não pode escusar-se de refazer o caminho do Mestre. Este caminho tem uma dinâmica bem definida. Jesus começa recusando-se a se apegar à sua igualdade com Deus, e, por consequência, dispondo-se a assumir, plenamente, a condição humana. Passa pelo testemunho radical do Pai e de seu Reino, sem se importar com a opinião de quem o critica. E se consuma na morte de cruz, como desfecho natural de uma vida de total renúncia de si mesmo.
Também do seguidor de Jesus exige-se a disposição de abrir mão de seus projetos pessoais, escolhendo somente os que são compatíveis com o Reino, sem poupar-se ou estabelecer limites, quando se trata de executá-los. Põe em risco a própria salvação, quem se deixa levar pela prudência humana, e procura salvaguardar certas dimensões de sua vida, temendo colocá-las em jogo.
À imitação de Jesus, seu seguidor tem um coração desapegado, livre dos ideais mesquinhos de ganhar o mundo inteiro, ao preço da própria condenação. Esta liberdade capacita-o a trilhar o caminho de Jesus, embora tendo de enfrentar a cruz, com seu componente de rejeição e de morte.
O seguimento exige disposição e coragem para não nos determos na metade do caminho. Como seguidores do Mestre, somos desafiados a concluir, com ele e como ele, a sua mesma caminhada.

JESUS DESTRUIU O PODER DA MORTE DEIXANDO O SER HUMANO LIVRE

Os evangelistas, cada um à sua maneira, referem-se à questão da identidade de Jesus. A interpretação dominante, entre os discípulos vindos do Judaísmo, era que Cristo seria o messias davídico esperado conforme a tradição antiga do Primeiro Testamento. Jesus rejeita ser identificado como este messias-restaurador do reinado de Davi. É o momento de deixar isso bem claro.
A partir da interrogação sobre quem o Senhor é, Jesus identifica-se como o “Filho do Homem”. Esta expressão, muito frequente no livro de Ezequiel, refere-se à comum condição humana, humilde e frágil. Enquanto “humano”, Ele é vulnerável ao sofrimento e à morte.
A “necessidade” deste sofrimento não significa um determinismo, mas as implicações inevitáveis decorrentes do compromisso de salvação assumido pelo Senhor. Os poderes constituídos necessariamente vão reagir contra a prática de Jesus e de Seus discípulos, e procurarão destruí-los. Porém, Jesus revela que ao “humano” foi dada, por Deus, a vida eterna. Perder a vida de sucesso oferecida por este mundo e consagrar-se ao seguimento do Senhor significa a comunhão com o Pai em Sua vida divina e eterna.
Para Lucas, o que conta é a ressurreição, não a morte. Mesmo ao descrever a morte com traços vivos, destacando a inocência de Jesus e Seu caráter de mártir, Lucas não lhe dá o sentido salvífico. Se, de fato, Lucas é um grego, então se pode ver nisso um motivo para não apelar para a morte expiatória e vicária, pois essa era teologia judaica. No contexto grego de Lucas é muito mais importante ressaltar a ressurreição, pois a morte para os gregos é loucura (cf. I Cor 1,23).
A morte de Jesus como vitória sobre o sofrimento e, sobretudo, sobre os poderes da morte e o fato de Cristo descer aos infernos e lutar com a morte, era uma ideia bem conhecida no Oriente e no Ocidente. Faz parte da mitologia de muitos povos que a aplicavam aos seus heróis. Essa ideia penetrou no Judaísmo tardio e dali passou para o Novo Testamento. Nesta mesma perspectiva, também Cristo tem vencido os poderes da perdição. Ele conquistou a salvação descendo ao reino dos mortos, libertando os que aí estavam presos, desde Adão até o último homem.
Por intermédio de Sua morte, Jesus destruiu o poder da morte deixando o ser humano livre. Mas, antes da ressurreição existe a cruz. E Cristo quer advertir os Seus de que fiquem preparados para ela.
Como os apóstolos, também nós somos convidados a seguir a Cristo passando por tudo o que Ele passou, a fim de que no final possamos ressuscitar com Ele para a eternidade.

TOME A SUA CRUZ, DIA APÓS DIA

O amor da cruz do meu Senhor atrai-me cada vez mais nestes dias. Ó Jesus bendito, que isto não seja um fogo inútil, que se apague com a primeira chuva, mas um incêndio que arda sempre sem nunca se consumir. Nestes dias encontrei outra bela oração, que corresponde perfeitamente à minha situação atual […]:
Ó Jesus, meu amor crucificado, adoro-Te em todas as Tuas penas. […]
Abraço de todo o coração, por Teu amor, todas as cruzes de corpo e de espírito que me sobrevierem. E faço profissão de pôr toda a minha glória, o meu tesouro e a minha alegria na Tua cruz, ou seja, nas humilhações e nos sofrimentos, dizendo com São Paulo: “Quanto a mim, não me glorie, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo” (Gal 6, 14). Não quero para mim outro paraíso neste mundo que não seja a cruz do meu Senhor Jesus Cristo. […]
Tudo me convence de que o Senhor me quer todo para Si, pelo caminho real da cruz. Por este caminho, e não por outro, desejo avançar. […]
Uma nota característica deste retiro espiritual tem sido uma grande paz e alegria interior, que me encoraja a oferecer-me ao Senhor, em ordem a qualquer sacrifício que Ele queira pedir-me. Desejo que esta tranquilidade e esta alegria penetrem cada vez mais, por dentro e por fora, toda a minha pessoa e toda a minha vida. […]
Terei muito cuidado na guarda deste gozo interior e exterior. […]
Para mim, deve ser um convite perene a imagem de São Francisco de Sales que, entre outras, gosto de repetir: eu sou como um passarinho que canta num bosque de espinhos. Assim, pois, poucas confidências sobre o que possa fazer-me sofrer. Muita discrição e indulgência no meu juízo acerca das pessoas e das situações; inclinação para orar especialmente por quem for para mim motivo de sofrimento; e, em tudo, grande bondade e paciência sem limites, lembrando-me de que qualquer outro sentimento […] não está de acordo com o espírito do Evangelho nem da perfeição evangélica. Prefiro ser considerado um pobre homem, desde que, a qualquer preço, faça triunfar a caridade. Deixar-me-ei esmagar, mas quero ser paciente e bom até ao heroísmo.

SE ALGUÉM QUER VIR APÓS MIM, NEGUE-SE A SI MESMO, E TOME CADA DIA A SUA CRUZ, E SIGA-ME

Hoje é a primeira quinta-feira da Quaresma. Ainda temos fresca as cinzas que a Igreja nos punha ontem sobre a testa, e que nos introduzia neste tempo santo, que é uma trajetória de quarenta dias. Jesus, no Evangelho, nos ensina duas rotas: o Via Crucis que Ele deve recorrer, e nosso caminho em seu seguimento.
Sua senda é o Caminho da Cruz e da morte, mas também o de sua glorificação: “E acrescentou: “O Filho do Homem deve sofrer muito, ser rejeitado pelos anciãos, pelos chefes dos sacerdotes e doutores da Lei, deve ser morto, e ressuscitar no terceiro dia” (Lc 9,22). Nossa senda, não é essencialmente diferente da de Jesus, e nos assinala qual é a maneira de seguí-lo: “Depois Jesus disse a todos: «Se alguém quer me seguir, renuncie a si mesmo, tome cada dia a sua cruz, e me siga” (Lc 9,23)”.
Abraçado a sua Cruz, Jesus seguia a Vontade do Pai; nós, carregando a nossa sobre os ombros, o acompanhamos em sua Via Crucis.
O caminho de Jesus se resume em três palavras: sofrimento, morte, ressurreição. Nosso Sendero também é constituído por três aspectos (duas atitudes e a essência da vocação cristã): negarmos a nós mesmos, tomar cada dia a cruz e acompanhar a Jesus.
Se alguém não se nega a si mesmo e não toma a cruz, quer afirmar-se e ser o mesmo, quer “salvar sua vida”, como diz Jesus. Mas, querendo salvá-la, a perderá. Em compensação, quem não se esforça por evitar o sofrimento e a cruz, por causa de Jesus, salvará sua vida. É o paradoxo do seguimento de Jesus: “De fato, que adianta um homem ganhar o mundo inteiro, se perde e destrói a si mesmo?” (Lc 9,25).
Esta palavra do Senhor, que encerra o Evangelho de hoje, agitou o coração de Santo Inácio e provocou sua conversão: “Que aconteceria se eu fizesse o que fez São Francisco e isso que fez Santo Domingo?”. Tomara que nesta Quaresma a mesma palavra nos ajude também a converter-nos!

QUEM PERDER SUA VIDA POR CAUSA DE MIM, ESSE A SALVARÁ

Neste Evangelho, Jesus nos fala abertamente a respeito das perseguições que sofrerá, dos seus sofrimentos e morte, mas afirma que ressuscitará ao terceiro dia. E ele nos alerta que, se quisermos segui-lo, a nossa sorte será a mesma. Mas garante: “Quem perder sua vida por causa de mim, esse a salvará”.
Ser cristão não é título honorífico, mas tem um alto preço: “Se alguém me quer seguir, renuncie a si mesmo, tome sua cruz cada dia e siga-me”. Cada dia porque o importante é a perseverança nos pequenos atos e acontecimentos de cada dia, anos a fio. Os verbos renunciar, carregar a cruz e seguir a Jesus são sinônimos, como o são perder a vida e salva-la definitivamente.
Este é o segredo da quaresma: passar pela cruz para chegar à Páscoa; perder a vida para a ganhar, como Cristo e em plena solidariedade com ele. A ressurreição é um presente maravilhoso de Deus, mas tem um preço, que é o mesmo preço que Jesus pagou: a cruz, e a cruz até o fim, até a morte.
Como a nossa natureza é ferida pelo pecado, faz parte do seguimento de Jesus a renúncia a nós mesmos. Portanto, não é pouca renúncia; aliás é a maior renúncia que existe. Por outro lado, a recompensa não será pequena: a vida eterna, isto é, a vida sem fim com Deus e com a sua e nossa Família, numa felicidade também infinita.
Concluindo, Jesus nos motiva a segui-lo, apesar desses tropeços: “O que adianta ao homem ganhar o mundo inteiro, se se perde e se destrói a si mesmo?” Destrói-se a si mesmo porque sua vida abundante vai terminar na morte. Depois, será um eterno sofrimento.
Nós celebramos todos os anos a Páscoa, não é só para recordar e agradecer a Deus a redenção. O acontecimento, pela graça de Deus, se torna atual e a redenção, em seus efeitos, acontece novamente. Passado um ano, nós estamos em situação diferente, vivendo em contexto de vida, por isso precisamos ser novamente redimidos e transformados por Cristo.
Por isso que o batismo tem relevância na Páscoa. É um reassumir do nosso Batismo, com suas glórias e compromissos. A palavra penitência resume bem a caminhada quaresmal, porque é um esforço acentuado de vida nova e transformada pelo Evangelho.
Os três grandes sacramentos da renovação quaresmal são o Batismo, a Confissão e a Eucaristia, porque os três são eminentemente sacramentos pascais.
A nossa celebração da quaresma não consiste apenas no acréscimo de algumas devoções e exercícios de ascese. Somos parte de uma sociedade, e nela colaboramos em suas virtudes e pecados. Cada cristão que se santifica, santifica o mundo em volta de si.
A Campanha da Fraternidade de 2012 foi ecumênica, entretanto, nós não podemos conviver com as outras religiões cristãs como se todas fossem válidas, verdadeiras e como se todas levassem para o céu. Jesus disse: “A verdade vos libertará” (Jo 8,32). Ele fundou uma Igreja só. Maria Santíssima é a Mãe dessa Igreja. São verdades permanentes, que devem ser ditas em qualquer lugar ou situação, e nunca serem omitidas. Ocultar Maria não é um caminho que leva ao ecumenismo.
Fazer uma Campanha da Fraternidade ecumênica consiste em trabalharmos junto com outras religiões, já que a campanha interessa aos dois lados. Mas, faz parte da amizade a autenticidade, mas sem provocações, cada um respeitando o seu amigo do jeito que ele é e pensa. Nenhum amigo verdadeiro impede que o outro exponha as suas convicções.
Pontos secundários podemos deixar de lado, mas valores permanentes nunca. E Maria é para nós um valor permanente. Por isso, durante o trabalho juntos, os “evangélicos” têm de nos “engolir” como somos, assim como nós temos de “engoli-los” como são. Ocultar Maria em um trabalho ecumênico é falta de autenticidade, pois todos sabem que gostamos dela e portanto aquela nossa atitude não corresponde ao que pensamos.
E Maria é para nós um valor permanente. Podem estar certos, Maria quer estar presente no nosso trabalho ecumênico e ela não vai atrapalhar o ecumenismo, assim como uma mãe não atrapalha a união dos seus filhos. Maria Santíssima é fecunda; sem ela o nosso trabalho fica estéril. Ocultá-la no ecumenismo seria um equívoco que não podemos cometer.
Havia, certa vez, um senhor que morava no sertão, muito distante da cidade. Ele tinha um violino e gostava de tocá-lo. Mas o violino desafinou, e ele não tinha o diapasão, um instrumento que dá para o músico uma nota no tom natural, a fim de que, a partir dela ele afine o instrumento musical. Então o homem mandou uma carta para um radialista, de cujo programa ele gostava muito, pedindo que ele lhe desse, pelo rádio a nota “la”. Logo que recebeu a carta, o radialista tocou várias vezes a nota “la”, e o homem afinou o seu violino.
Quaresma é tempo de afinarmos o nosso violino com Cristo, nosso caminho, verdade e vida. O radialista que nos trás a nota é a Sagrada Escritura, interpretada de acordo com quem a escreveu, que é a Igreja.
O Papa Bento XVI, quando esteve em Aparecida, disse que a causa que leva um grande número de católicos brasileiros passarem para as outras religiões é a falta de catequese, especialmente catequese sobre a Igreja. Não podemos deixar de falar certas verdades sobre a Igreja, “para não ofender ninguém”.
Se estivermos junto com Maria Santíssima, ela não permitirá que morramos com o nosso violino desafinado, pois isto estragaria a beleza da orquestra do céu. Se tivermos alguma nota perdida, peçamos a ela que com certeza nos ajudará a encontrá-la.
Quem perder sua vida por causa de mim, esse a salvará.

JESUS NOS PROPÕE A CRUZ COMO EXERCÍCIO, PARA NOS LIVRAR DA NOSSA VONTADE FRACA, DA NOSSA ACOMODAÇÃO E ASSIM DEIXARMOS SER ENTREGUES À VONTADE DO PAI PARA NÓS

O seguimento de Jesus implica na renúncia total da nossa vontade humana que nos leva a desejar conseguir tudo com facilidade e sem muito esforço. Jesus nos propõe a Cruz como exercício para nos livrar de nós mesmos, da nossa vontade fraca, da nossa acomodação e assim nos deixarmos ser entregues à vontade do Pai que para nós é a felicidade suprema. Ele veio ao mundo com uma missão definida e concretizou-a assumindo a Cruz a fim de que nós pudéssemos também imitá-Lo nos desafios da nossa vida.
Por isso, antes de nos fazer a proposta para que O sigamos Jesus nos fala do que Ele próprio teve que passar: sofrimento, rejeição, morte, mas afinal no terceiro dia, a ressurreição. A ressurreição de Jesus é, para nós, no entanto, a maior mensagem de esperança, pois sabemos que se Deus o ressuscitou no terceiro dia depois da Sua Paixão e Morte, também nos ressuscitará depois que passarmos pela cruz e também pela morte, para uma vida de glória.
Precisamos, portanto, fixar os nossos olhos no amanhã que virá e não somente no hoje que nós estamos enfrentando. A Palavra de Deus se realiza na medida em que nós a assumimos e se Jesus nos manda tomar a Cruz e segui-Lo para a salvação nós não podemos continuar tentando ganhar o mundo inteiro apegados ao que temos e a quem somos e caminhar para a perdição. Reflita:
O que você entende da proposta de Jesus para segui-Lo?
O que você precisa renunciar para seguir a Jesus?
O que significa para você tomar a sua cruz?
Qual é a sua cruz?
Você pode ser a cruz?
Você, que não se aceita, que queria uma vida diferente! Pense nisto!
Amém!
Abraço carinhosa.

QUEM PERDER SUA VIDA POR CAUSA DE MIM, ESSE A SALVARÁ

Quem perder sua vida por causa de mim, esse a salvará.
O anuncio da paixão, por parte de Jesus a seus discípulos, não é apenas um episodio pontual e passageiro, que fica no tempo e no espaço, mas um verdadeiro itinerário de vida. A entrega da vida não se faz de um momento para outro, mas implica percorrer um caminho de fidelidade à missão do Pai. A morte de cruz é a plena manifestação da missão cumprida, da vida entregue e do amor doado “até as últimas consequências”.
Por isso, a proposta de Jesus é exigente, radical e sem meias medias. Não se pode ser cristão, discípulo, missionário de Jesus se não se está disposto a entregar a vida minuto a minuto para que a obra de Deus seja transparente no mundo.
A salvação integral e total da humanidade passa, necessariamente, pela doação oblativa da própria vida. Tampouco se trata de fazer ações espetaculares e fantásticas. Às vezes uma existência ofertada em silencio e na simplicidade de vida ordinária fala mais forte e é mais efetiva para que o Reino de Deus se faça presente na sociedade e no mundo.
Você está disposto a percorrer este caminho?

DE QUE ADIANTA A ALGUÉM GANHAR O MUNDO INTEIRO, SE VIER A PERDER-SE

Iniciamos nossa caminhada no tempo da quaresma tempo forte de conversão e mudança de vida. Nossas celebrações são mais sóbrias o espaço celebrativo é simples e despojado não usamos muitos instrumentos musicais nem flores no altar não cantamos o Gloria nem o aleluia. Guardamos toda a explosão de nossa alegria para a noite da ressurreição. Vamos preparando nosso coração para a grande festa da páscoa do senhor.
A leitura do livro do Deuteronômio Deus nos fala que coloca diante de nós a vida e a morte a benção e a maldição. Somos livres para fazermos nossas escolhas, mas não podemos esquecer que nossas escolhas tem consequências e essas consequências afetam a vida dos que estão próximos de nós. Deus que é amor e misericórdia respeita nossa liberdade. Ele nos propõe e nunca nos impõe nada. Ao escolher a vida e a benção estaremos escolhendo Jesus que é vida para todos. Ao escolhermos a morte nos afastamos do caminho de Deus e morreremos também.
Infelizmente ouvimos muitos dizem que a vida é sua e que pode fazer dela o que quiser. Triste engano de quem pensa assim. A vida não nos pertence ela é dom de Deus e como dom deve ser partilhada com nossos irmãos. Nossa ação gera uma reação e isso pode nos levar ou levar o outro para a vida ou para a morte. Escolhemos, pois a vida que é Deus e seremos felizes.
No Evangelho Jesus insiste em fazer os discípulos compreender que sua missão é libertar os cativos e restaurar a vida do povo. Quer fazê-los entender que sua missão de salvar a humanidade passa pela cruz, ele não é o messias poderoso que virá com seu exercito para destruir os inimigos de Israel. Mas sim quer a salvação de todos, foi para isso que Deus Pai o enviou ao mundo. Ele é o Messias salvador humilde e sofredor que será perseguido, condenado a morte por ter defendido os pobres e oprimidos.
Jesus sabe que seus discípulos precisam entender a sua messianidade ou não conseguiram dar continuidade a sua missão. Quem não entende o mistério e a gloria da cruz de Cristo não consegue fazer a opção pelos verdadeiros valores do reino. “Quanto a mim, que eu não me glorie, a não ser na cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, por meio do qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo”. (Gálatas 6, 14). Seguir Jesus é renunciar aos projetos que o mundo nos propõe e colocar nossa vida e nosso coração na construção de um mundo mais justo, fraterno e solidário.
Em Cristo!

QUEM QUISER SALVAR A SUA VIDA, VAI PERDÊ-LA…

Jesus está avisando que aquele que somente pensa em desfrutar a vida da melhor maneira possível, aquele que só pensa em levar vantagem mesmo em prejuízo dos demais, aquele que em vez de procurar salvar a vida ameaçada dos demais busca apenas e tão somente a salvação da sua vida, acabará perdendo a sua frágil vida.
No egoísmo insano e desumano do mundo de hoje, observamos em toda parte, cada uma das pessoas querendo apenas salvar as suas vidas, sem se importar com as demais vidas. E essa atitude ocorro no plano físico ou existencial e também no plano religioso (Salva a tua alma). É cada um prá si. Desde a fila da merenda escolar, até a fila para o atendimento médico-hospitalar. Aliás, por falar em médico, a nossa CAMPANHA DA FRATERNIDADE de 2012 está nos clamando a refletir sobre a nossa triste realidade, a dura realidade da nossa SAÚDE!
Na verdade, não existe Serviço de Assistência médico-hospitalar para o povo. Infelizmente. E, ao mesmo tempo em que se fecha o cerco contra a automedicação, exigindo que se tenha uma prescrição médica para se comprar um antibiótico, estão estimulando a essa mesma automedicação.
Pois se o pobre não tem acesso ao médico, como ele vai adquirir uma receita para comprar um certo remédio?
Por outro lado, este expediente contra a automedicação, estimula o contrabando de remédios, o roubo de cargas de remédios, e outras barbáries que ocorre quando o fraco é pressionado pelo poderoso e não tem para onde correr.
Os procedimentos básicos para evitar a doença nunca são veiculados nos meios de comunicações. São Eles:
HÁBITOS DE HIGIENE – Lavar as mãos. 80% das doenças são causadas por falda de higiene, especialmente pelas mãos contaminadas;
ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL – Evitar alimentos gordurosos e o açúcar;
FAZER EXERCÍCIOS – Caminhadas, alongamentos, e exercícios com pesos moderados de acordo com a idade, para fortalecer os ossos.
Você não vê essas informações nos comerciais, nem nos planos administrativos, nem nos programas de saneamentos básicos. É lamentável. O que vemos é a falta de higiene comendo solta nos restaurantes, nas lanchonetes, nos próprios hospitais. Denuncie! Seja imitador de Cristo!
Bom dia!

PERDER É PRECISO…

Nos dias de hoje inventaram um CRISTIANISMO sem cruz e sem calvário, criaram um atalho para se chegar a ressurreição, sem que seja preciso passar pelos tropeços e vergonhosa humilhação de se carregar a cruz. Diante de uma sociedade hedionda, que apregoa e incentiva a busca desenfreada de todos os prazeres, era mesmo necessário se criar um Cristo mais “folgado” e menos exigente, para se ostentar a fachada de um Cristianismo milenar, mas adaptado as conveniências humanas.
Nosso Deus não é masoquista, Jesus, o Filho de Deus, nunca buscou o sofrimento físico ou moral, ao contrário, veio para nos dar Vida Plena, isso significa alegria, felicidade e realização humana na vocação do amor. O sofrimento veio como consequência da sua postura séria e da sua fidelidade aos Desígnios Divino.
Ser cristão é saber perder e morrer a cada dia, como pé que isso pode ser aceito e compreendido em uma sociedade tão competitiva onde somos sempre impelidos a vencer e a dominar?
Que morte é essa e que perdas são essas que fala esse evangelho?
A resposta vem da comunidade, melhor lugar para se exemplificar esse ensinamento. Dona Maria – Ministra dos enfermos e das exéquias, já tinha trabalhado arduamente naquela semana, dois velórios na quinta, visita a quatro enfermos na sexta, e no sábado ainda cuidou de uma vizinha enferma que estava acamada e precisava tomar banho não tendo quem o fizesse. No domingo o esposo e os filhos haviam programado um passeio a chácara da Família para um merecido descanso pois também o esposo e os filhos atuavam na comunidade em trabalhos pastorais… Entretanto…
Justo naquele domingo o Padre convocou os agentes de pastorais para um retiro espiritual e formação, a presença era obrigatória – avisou a coordenadora. Tristeza e desânimo naquela manhã de domingo, cheia de sol e de vida, a família guardou os apetrechos de lazer, roupas de banho para a piscina, varas de pescar, pois na chácara tinha um riozinho que dava bons peixes, a carne do churrasco, e seguiram para a comunidade logo cedo, onde o almoço foi um lanche comunitário em lugar do churrasco. Foi uma perda e tanto, algo morreu dentro deles naquele domingo… O amor pela comunidade e pela Igreja falou mais alto que suas necessidades de lazer, que ficaram para uma próxima oportunidade.
Essa renúncia e desapego, esse esvaziamento de si mesmo e aniquilamento, são as marcas características do Senhor, e que torna autêntica toda e qualquer ação dessa natureza. Essa linguagem e essa conduta, o mundo jamais compreenderá! Não tiremos a cruz de nossa vida, senão não haverá ressurreição…

JESUS DESTRUIU O PODER DA MORTE DEIXANDO O SER HUMANO LIVRE

Os evangelistas, cada um à sua maneira, referem-se à questão da identidade de Jesus. A interpretação dominante, entre os discípulos vindos do Judaísmo, era que Cristo seria o Messias davídico esperado conforme a tradição antiga do Primeiro Testamento. Jesus rejeita ser identificado como este Messias-restaurador do reinado de Davi. É o momento de deixar isso bem claro.
A partir da interrogação sobre quem o Senhor é, Jesus identifica-se como o “Filho do Homem”. Esta expressão, muito frequente no livro de Ezequiel, refere-se à comum condição humana, humilde e frágil. Enquanto “humano”, Ele é vulnerável ao sofrimento e à morte.
A “necessidade” deste sofrimento não significa um determinismo, mas as implicações inevitáveis decorrentes do compromisso de salvação assumido pelo Senhor. Os poderes constituídos necessariamente vão reagir contra a prática de Jesus e de Seus discípulos, e procurarão destruí-los. Porém, Jesus revela que ao “humano” foi dada, por Deus, a vida eterna. Perder a vida de sucesso oferecida por este mundo e consagrar-se ao seguimento do Senhor significa a comunhão com o Pai em Sua vida divina e eterna.
Para Lucas, o que conta é a ressurreição, não a morte. Mesmo ao descrever a morte com traços vivos, destacando a inocência de Jesus e Seu caráter de mártir, Lucas não lhe dá o sentido salvífico. Se, de fato, Lucas é um grego, então se pode ver nisso um motivo para não apelar para a morte expiatória e vicária, pois essa era a teologia judaica. No contexto grego de Lucas é muito mais importante ressaltar a ressurreição, pois a morte para os gregos é loucura (cf. I Cor 1,23).
A morte de Jesus como vitória sobre o sofrimento e, sobretudo, sobre os poderes da morte e o fato de Cristo descer aos infernos e lutar com a morte, era uma ideia bem conhecida no Oriente e no Ocidente. Faz parte da mitologia de muitos povos que a aplicavam aos seus heróis. Essa ideia penetrou no Judaísmo tardio e dali passou para o Novo Testamento. Nesta mesma perspectiva, também Cristo tem vencido os poderes da perdição. Ele conquistou a salvação descendo ao reino dos mortos, libertando os que aí estavam presos, desde Adão até o último homem.
Por intermédio de Sua morte, Jesus destruiu o poder da morte deixando o ser humano livre. Mas antes da ressurreição existe a cruz. E Cristo quer advertir os Seus de que fiquem preparados para ela.
Como os apóstolos, também nós somos convidados a seguir a Cristo passando por tudo o que Ele passou, a fim de que no final possamos ressuscitar com Ele para a eternidade.

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Deus nos deixa livres para escolher entre as coisas que promovem a vida e as que destroem. Quem escolhe o caminho da vida está optando por Cristo e pode encontrar oposição e perseguição. Assumamos com coragem, neste tempo quaresmal, o compromisso com a saúde e a vida do povo.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

O mais importante para o cristão não é ganhar o mundo, mas ganhar a vida: praticar a solidariedade, a caridade, ser feliz e fazer os outros felizes.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos! Convertei-vos, nos diz o Senhor, está próximo o reino de Deus! (Mt 4,17).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Clamei pelo Senhor, e ele me ouviu; salvou-me daqueles que me atacam. Confia ao Senhor os teus cuidados, e ele mesmo te há de sustentar (Sl 54,17-20.23)

Antífona da comunhão

Criai em mim um coração puro, meu Deus, renovai em minha vida o espírito de firmeza (Sl 50,12).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Inspirai, ó Deus, as nossas ações e ajudai-nos a realizá-las, para que em vós comece e termine tudo aquilo que fizemos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, conduzi-nos no caminho da vida.

— Iluminai, Senhor, a Igreja na vivência e no anúncio de vossos mandamentos, vos pedimos.
— Fortalecei-nos no empenho pela promoção da vida, vos pedimos.
— Dai-nos coragem no seguimento de Jesus Cristo, vos pedimos.
— Auxiliai-nos na busca da saúde para todos, vos pedimos.
— Recompensai os que se dedicam ao bem-estar do povo, vos pedimos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, olhai com bondade as oferendas que colocamos neste altar, para que, alcançando-nos vossa misericórdia, glorifiquem o vosso nome. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus todo-poderoso, vós nos abençoastes com este alimento celeste. Nós vos pedimos que ele seja sempre para nós fonte de perdão e salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Acessem o meu Blog e faça a sua crítica, sugestão e comentário: https://liturgiadiariabyfegs.wordpress.com/

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO

O Pentateuco ou os Livros da Lei

Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.

Gênesis (Gn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Êxodo (Ex)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Levítico (Lv)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Números (Nm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

22,23,24,25,26,27 (O nazireato)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Deuteronômio (Dt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

15,16,17,18,19,20 (Os profetas)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

15,16,17,18 (O escravo)

19,20 (Os primogênitos)

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Livros Históricos

Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.

Josué (Js)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Juízes (Jz)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Rute (Rt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Samuel (1Sm)

Cap 1

A infância de Samuel

9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)

19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)

Cap 2

1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)

Cap 4

A Arca nas mãos dos Filisteus

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Instituição da realeza

4,5,6,7 (O povo pede um rei)

10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)

Cap 9

1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)

17,18,19 (Saul encontra Samuel)

Cap 10

1 (A sagração de Saul)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))

Cap 16

Saul e Davi — Davi na Corte

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)

Cap 17

32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)

40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)

Cap 18

6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)

Cap 19

1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

2 Samuel (2Sm)

Cap 1

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)

19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)

Cap 12

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)

16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)

Cap 13

Cap 14

Cap 15

13,14 (Fuga de Davi)

30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)

Cap 16

5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)

Cap 17

Cap 18

9,10,14 (Morte de Absalão)

24,25,30 (A notícia é levada a Davi)

Cap 19

1,2,3 (O sofrimento de Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

2,9 (O recenciamento do povo)

10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)

1 Reis (1Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13   (Transladação da Arca da Aliança)

22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)

30 (Oração pelo povo)

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)

Cap 11

4. As sombras do reinado

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)

29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)

Cap 12

III. O cisma político e religioso

19 (A assembleia de Siquém)

26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)

Cap 13

33,34 (O homem de Deus e o profeta)

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

2 Reis (2Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

1 Crônicas (1Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

2 Crônicas (2Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Esdras (Esd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Neemias (Ne)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tobias (Tb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Judite (Jt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Ester (Est)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1 Macabeus (1Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Macabeus (2Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais

Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.

Jó (Jó)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

1,2,3,4,6,7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Salmos (Sl)

Cap 1

1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)

Cap 2

Cap 3

2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11(10)

Cap 12(11)

2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)

Cap 13(12)

Cap 14(13)

Cap 15(14)

1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)

Cap 16(15)

Cap 17(16)

Cap 18(17)

31,47,50,5l (“Te Deum” real)

Cap 19(20)

8,9,10,15 (Iahweh, sol de justiça)

Cap 20(19)

Cap 21(20)

1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)

Cap 22(21)

Cap 23(22)

Cap 24(23)

7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)

Cap 25(24)

4,5,6,7,8,9 (Súplica no perigo)

Cap 26(25)

Cap 27(26)

Cap 28(27)

Cap 29(28)

1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade)

Cap 30(29)

Cap 31(30)

Cap 32(31)

1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)

Cap 33(32)

Cap 34(33)

1,2,3,4,5,6,7 (Louvor à justiça divina)

Cap 35(34)

Cap 36(35)

Cap 37(36)

5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)

Cap 38(37)

Cap 39(38)

Cap 40(39)

1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)

Cap 41(40)

1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)

Cap 42(41)

Cap 43(42)

Cap 44(43)

10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)

Cap 45(44)

Cap 46(45)

Cap 47(46)

Cap 48(47)

Cap 49(48)

Cap 50(49)

8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)

Cap 51(50)

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17 (Miserere)

Cap 52(51)

Cap 53(52)

Cap 54(53)

Cap 55(54)

7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)

Cap 56(55)

1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23

Cap 57(56)

1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)

Cap 58(57)

Cap 59(58)

Cap 60(59)

Cap 61(60)

Cap 62(61)

Cap 63(62)

Cap 64(61)

Cap 65(64)

Cap 66(65)

Cap 67(66)

1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)

Cap 68(67)

Cap 69(68)

Cap 70(69)

Cap 71(70)

Cap 72(71)

1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)

Cap 73(72)

Cap 74(73)

Cap 75(74)

Cap 76(75)

Cap 77(76)

Cap 78(77)

Cap 79(78)

Cap 80(79)

1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel)

Cap 81(80)

10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)

Cap 82(81)

Cap 83(82)

Cap 84(83)

3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)

Cap 85(84)

Cap 86(85)

1,2,3,4,5,6 (Súplica na provação)

Cap 87(86)

Cap 88(87)

Cap 89(88)

16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)

Cap 90(89)

Cap 91(90)

Cap 92(91)

Cap 93(92)

Cap 94(93)

12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)

Cap 95(94)

Cap 96(95)

1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)

Cap 97(96)

Cap 98(97)

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)

Cap 99(98)

Cap 100(99)

1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)

Cap 101(100)

Cap 102(101)

Cap 103(102)

Cap 104(103)

Cap 105(104)

Cap 106(105)

3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)

Cap 107(106)

Cap 108(107)

Cap 109(108)

Cap 110(109)

Cap 111(110)

Cap 112(111)

1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)

Cap 113(112)

Cap 114(111)

Cap 115(113)

Cap 116(115)

Cap 117(116)

1,2 (Convite ao louvor)

Cap 118(117)

Cap 119(118)

9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)

Cap 120(119)

Cap 121(120)

Cap 122(121)

Cap 123(121)

Cap 124(123)

Cap 125(124)

Cap 126(125)

Cap 127(126)

Cap 128(127)

Cap 129(128)

Cap 130(129)

Cap 131(130)

Cap 132(131)

6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)

Cap 133(132)

Cap 134(133)

Cap 135(134)

Cap 136(135)

Cap 137(136)

Cap 138(137)

Cap 139(138)

Cap 140(139)

Cap 141(140)

Cap 142(141)

Cap 143(142)

Cap 144(143)

1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)

Cap 145(144)

Cap 146(145)

Cap 147(146)

1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)

Cap 148

Cap 149

1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)

Cap 150

Provérbios (Pr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Eclesiastes (Coélet) (Ecl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cântico dos cânticos (Ct)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Sabedoria (Sb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Livros Proféticos

Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.

Isaías (Is)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)

Cap 43

18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)

22,24,25 (A ingratidão de Israel)

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Cap 53

Cap 54

Cap 55

Cap 56

Cap 57

Cap 58

Cap 59

Cap 60

1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)

Cap 61

Cap 62

Cap 63

Cap 64

Cap 65

Cap 66

Jeremias (Jr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Lamentações (Lm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Baruc (Br)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Ezequiel (Ez)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Daniel (Dn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Oséias (Os)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Joel (Jl)

Cap 1

Cap 2

12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)

Cap 3

Cap 4

Amós (Am)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Abdias (Ab)

Cap 1

Jonas (Jn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4,5,10 (Jonas rebelde à sua missão)

Cap 4

Miquéias (Mq)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Naum (Na)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Habacuc (Hab)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Sofonias (Sf)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Ageu (Ag)

Cap 1

Cap 2

Zacarias (Zc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Malaquias (Ml)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4

NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO

Livros Históricos

Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.

Mateus (Mt)

Cap 1

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Marcos (Mc)

Cap 1

A preparação do ministério de Jesus

1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)

9,10,11 (Batismo de Jesus)

14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)

16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)

21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)

29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)

32,33,34 (Diversas curas)

35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)

40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)

13,14 (Chamado de Levi)

15,16,17 (Refeição com os pecadores)

18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)

23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)

Cap 3

1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)

7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)

13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)

20,21 (Providências da família de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)

31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)

Cap 4

26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)

30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)

33,34 (Conclusão sobre as parábolas)

35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)

Cap 5

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)

21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)

Cap 6

1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)

14,15,16 (Herodes e Jesus)

17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)

30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)

53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)

Cap 7

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)

Viagens de Jesus fora da Galileia

24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)

31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)

11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)

14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)

22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)

27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)

31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)

34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)

Cap 9

1 (Condições para seguir a Jesus)

2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)

9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)

30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)

33,34,35,36,37 (Quem é o maior)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)

Lucas (Lc)

Cap 1

Cap 2

16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)

21 (Circuncisão de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)

29,30,31,32 (O cântico de Simeão)

33,34,35 (Profecia de Simeão)

36,37,38 (Profecia de Ana)

39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

João (Jo)

Cap 1

O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)

19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)

35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Atos dos Apóstolos (At)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Livros Didáticos

As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.

Romanos (Rm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

1 Coríntios (1Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

4. A fornicação

13,14,15,17,18,19,20

Cap 7

Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade

29,30,31,32,33,34,35

Cap 8

Cap 9

16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)

Cap 10

31,32,33 (Conclusão)

Cap 11

1

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Coríntios (2Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

20,21 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 6

1,2 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Gálatas (Gl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

4,5,6,7 (Filiação Divina)

Cap 5

Cap 6

Efésios (Ef)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Filipenses (Fl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Colossenses (Cl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Tessalonicenses (1Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Tessalonicenses (2Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 Timóteo (1Tm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

2 Timóteo (2Tm)

Cap 1

1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)

6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Tito (Tt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Filemôn (Fm)

Cap 1

Hebreus (Hb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tiago (Tg)

Cap 1

1 (Endereço e saudação)

2,3,4 (O benefício das provações)

5,6,7,8 (A súplica confiante)

9,10,11 (O destino do rico)

12,13,14,15 (A provação)

16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)

13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)

Cap 4

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)

Cap 5

1 Pedro (1Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Pedro (2Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 João (1Jo)

Cap 1

Cap 2

22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)

Viver como Filhos de Deus

29

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)

11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)

Cap 4

Cap 5

5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)

Complementos

14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)

18,19,20,21 (Resumo da Epístola)

2 João (2Jo)

Cap 1

3 João (3Jo)

Cap 1

Judas (Jd)

Cap 1

O Livro Profético

Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.

Apocalipse (Ap)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

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