LDP: 25/FEV/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

25/Fev/2012 (sábado)

LEITURAS

Isaías 58,9b-14 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)

Assim fala o Senhor, 9bse destruíres teus instrumentos de opressão, e deixares os hábitos autoritários e a linguagem maldosa; 10se acolheres de coração aberto o indigente e prestares todo socorro ao necessitado, nascerá nas trevas a tua luz e tua vida obscura será como o meio-dia. 11O Senhor te conduzirá sempre e saciará tua sede na aridez da vida, e renovará o vigor do teu corpo; serás como um jardim bem regado, como uma fonte de águas que jamais secarão. 12Teu povo reconstruirá as ruínas antigas; tu levantarás os fundamentos das gerações passadas: serás chamado reconstrutor de ruínas, restaurador de caminhos, nas terras a povoar. 13Se não puseres o pé fora de casa no sábado, nem tratares de negócios em meu dia santo, se considerares o sábado teu dia favorito, o dia glorioso, consagrado ao Senhor, se o honrares, pondo de lado atividades, negócios e conversações, 14então te deleitarás no Senhor; eu te farei transportar sobre as alturas da terra e desfrutar a herança de Jacó, teu pai. Falou a boca do Senhor.

Salmo 86(85),1-2.3-4.5-6 (R. 11a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— Ensinai-me os vossos caminhos e na vossa verdade andarei.
1Inclinai, ó Senhor, vosso ouvido, escutai, pois sou pobre e infeliz! 2Protegei-me, que sou vosso amigo, + e salvai vosso servo, meu Deus, que espera e confia em vós!
3Piedade de mim, ó Senhor, porque clamo por vós todo o dia! 4Animai e alegrai vosso servo, pois a vós eu elevo a minh’alma.
5Ó Senhor, vós sois bom e clemente, sois perdão para quem vos invoca. 6Escutai, ó Senhor, minha prece, o lamento da minha oração!

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Lucas 5,27-32 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 27Jesus viu um cobrador de impostos, chamado Levi, sentado na coletoria. Jesus lhe disse: “Segue-me”. 28Levi deixou tudo, levantou-se e o seguiu. 29Depois, Levi preparou em casa um grande banquete para Jesus. Estava aí grande número de cobradores de impostos e outras pessoas sentadas à mesa com eles. 30Os fariseus e seus mestres da Lei murmuravam e diziam aos discípulos de Jesus: “Por que vós comeis e bebeis com os cobradores de impostos e com os pecadores?” 31Jesus respondeu: “Os que são sadios não precisam de médico, mas sim os que estão doentes. 32Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim?
Posso me colocar no lugar de Levi e ouvir o convite de Jesus, como também convidá-lo para vir tomar refeição comigo.
Posso ainda colocar-me no meio dos fariseus e escribas que ficam observando e julgando as atitudes pensando que sempre são os melhores.
Posso também colocar-me entre os “doentes” que precisam do “médico”, dos pecadores que precisam de conversão.

… a VERDADE …

O que a Palavra diz?
Tomo o texto do dia, na Bíblia, e leio com atenção: Lc 5,27-32.
Jesus chama um cobrador de impostos para segui-lo: Levi. E vai tomar refeição em sua casa. Isto não foi bem visto pelos fariseus que se escandalizavam de Jesus comer com os pecadores. Jesus então, lhe diz que veio para salvar os pecadores.

… e a VIDA …

Pai, estou certo de que, mesmo sendo pecador, sou amado por ti, e posso contar com a tua solidariedade, que me descortina a misericórdia e a justiça como jeito novo de ser.
Que a estrada se abra à sua frente,
Que o vento sopre levemente às suas costas,
Que o sol brilhe morno e suave em sua face,
Que a chuva caia de mansinho em seus campos…
E, até que nos encontremos de novo,
Que Deus lhe guarde na palma de suas mãos.
Amém!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?
Viverei hoje como Levi, aceitando o convite de Jesus e convidando-o a vir à minha casa, ao meu coração.

REFLEXÕES:

LEVI “DEIXOU TUDO” E SEGUIU JESUS

Jesus passa, vê Levi e lhe diz: “Segue-me”. Ele levanta-se e segue-o. Temos aí um sumário literário através do qual podemos imaginar o encontro de Jesus com Levi, seus diálogos, sua amizade, o convite ao seguimento e a adesão de Levi, acontecido ao longo de horas ou dias. Lucas acentua que Levi “deixou tudo” e seguiu Jesus. Deixar tudo implica não apenas as coisas materiais, posses e riquezas, mas também os esquemas mentais que trazemos conosco através da cultura e da tradição. Estes esquemas mentais que assimilamos contêm o “vírus” da ideologia dominante que favorece os poderosos opressores e exploradores; os discípulos oriundos do judaísmo não deixaram tudo, no que se refere à sua ideologia. É Marcos quem, ao longo de seu evangelho, mais insiste na dificuldade de eles compreenderem a novidade de Jesus. Lucas também destaca que foi “um grande banquete” que Levi preparou. E que também havia “um grande número de publicanos” presente à mesa. Esta grandeza marca a novidade de Jesus acolhida pelos excluídos, porém rejeitada pelos fariseus e os escribas.

JESUS VAI À FESTA NA CASA DE LEVI

Nós queremos afastar os pecadores da Igreja e isso é o maior erro que podemos cometer. Jesus acolhia todos os pecadores e pecadoras e comia com eles, sendo que muitas vezes como, por exemplo, no evangelho de hoje, os chamava para ser seus seguidores, e até mesmo apóstolos. A nossa prática, no entanto, está na maioria das vezes fundamentada na discriminação das pessoas por causa de determinados tipos de pecado, e isso faz com que sejamos iguais aos fariseus do tempo de Jesus, que discriminavam os pecadores, os expulsavam do Templo e consideravam impuras todas as pessoas que se relacionavam com eles. Devemos acabar com o farisaísmo que muitas vezes marca a Igreja na discriminação dos pecadores e termos a atitude da acolhida que Jesus tinha.

VIM CHAMAR OS PECADORES

A presença do Filho de Deus, na história humana, tinha uma finalidade bem concreta: trazer salvação para toda a humanidade. Fiel à missão recebida do Pai, Jesus foi em busca dos mais necessitados de salvação. Sua presença no meio dos publicanos e pecadores, com os quais comia e bebia, tinha o objetivo, claramente missionário, de sensibilizá-los para a oferta que o Pai lhes fazia.
Os marginalizados mostraram-se mais sensíveis à presença de Jesus, e mais puderam beneficiar-se dela, do que os escribas e fariseus. Fechados em sua própria arrogância, e seguros de terem a salvação garantida, estes últimos censuravam a atitude do Messias Jesus, quando ele se misturava com gente de má-fama, e dava mostras de sentir-se bem no meio deles.
Pensando bem, os que censuravam Jesus, eram os verdadeiros doentes, que careciam de médico. Segregando-se dos pecadores, revelavam uma grave falta de solidariedade e incapacidade de colocar-se do lado daqueles aos quais Deus queria ver salvos. Pensavam que, assim agindo, agradavam a Deus. Na verdade, estavam indo na contramão, pois o desejo divino era ver toda a humanidade reconciliada consigo.
A presença eficaz de Jesus junto aos pecadores deve inspirar os cristãos, uma vez que sua missão é fazer o amor de Deus fermentar este mundo que precisa ser salvo.

OBEDIÊNCIA A DEUS É CAMINHO DE CRESCIMENTO E LIBERDADE

“Escute meu filho, minha filha” (Pr 1,8), Jesus está chamando você: “Vem e segue-me”. Obedeça e responda “sim”!
A obediência é, antes de tudo, uma atitude filial. É aquele tipo particular de escuta que só mesmo o filho pode prestar ao pai, porque está iluminado pela certeza de que ele só pode ter coisas boas a dizer e a dar ao filho. Uma escuta baseada na confiança paterna permite ao filho acolher a vontade do pai, certo de que esta será para o bem. Isto é imensamente mais verdadeiro em relação a Deus.
A obediência ao Senhor é caminho de crescimento e liberdade, uma vez que nos permite acolher um projeto diferente da nossa própria vontade.
Ao mesmo tempo, a liberdade é, em si, um caminho de obediência, pois é obedecendo ao plano do Pai que o filho realiza o seu ser livre. Levi, depois de chamado, responde positivamente: “Levi se levantou, deixou tudo e seguiu Jesus. Então, Levi fez para Jesus uma grande festa em sua casa”.
É claro que tal obediência exige reconhecer-se como filho e alegrar-se em sê-lo, posto que somente um filho pode se entregar livremente nas mãos do Pai, exatamente como fez Jesus. Se, durante a Sua Paixão, Jesus se entregou a Judas, aos sumos-sacerdotes, aos Seus flageladores, à multidão hostil e aos que O crucificaram, só o fez porque estava absolutamente certo de que tudo encontrava um significado na fidelidade total ao desígnio de salvação querido pelo Pai, a quem – como nos recorda são Bernardo – “não foi a morte que O agradou, mas sim a vontade d’Aquele que, espontaneamente, morria”.
Em Lucas 5,27-32, Jesus encontrou um cobrador de impostos chamado Levi e o convidou para ser Seu discípulo. Devemos, cada um em particular, entrever-se, pois o Mestre também nos chama.
Assim como Levi segue, imediatamente, Jesus e oferece um banquete a Ele e aos membros da sua classe, façamos nós o mesmo. Veja que Levi, sendo um detestado cobrador de impostos, possuía como únicos amigos outros cobradores de impostos. Nossos amigos são aqueles que conhecemos: pai, mãe, filhos, irmãos e irmãs, tios e tias, colegas, entre tantos. Convidemo-los a participar da mesa com o Mestre. Que eles partilhem de igual modo da nossa conversão.
Como Levi, sejamos obedientes ao Mestre que nos chama para Sua missão. Saibamos que a obediência ao chamado de Jesus é o único caminho de que dispõe a pessoa humana para se realizar plenamente. Quando diz “não” a Deus, a pessoa compromete o projeto divino e diminui a si mesma, destinando-se ao fracasso. Diga “sim” ao projeto do Senhor na sua vida e você e os seus viverão eternamente.

“E ELE, DEIXANDO TUDO, LEVANTOU-SE E SEGUIU-O”: A QUARESMA CONDUZ AO BATISMO

Vós sois catecúmenos, sois aqueles que se preparam para o batismo, discípulos da Nova Aliança e já participantes dos mistérios de Cristo, pelo chamamento e também pela graça. Foi-vos dado “um coração novo e um espírito novo” (Ez 18,31), para alegria dos habitantes dos céus.
Se efetivamente, de acordo com o Evangelho, a conversão de um só pecador provoca esta alegria (Lc 15,7), quanto mais a salvação de tantas almas não incitará ao júbilo dos habitantes dos céus?
Empreendestes uma boa e muito bela viagem: aplicai-vos a percorrer o caminho com fervor. O Filho Único de Deus está pronto a resgatar-vos: “Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos” (Mt 11,28). Vós que soçobrais sob o pecado, presos pelas cadeias das vossas faltas, ouvi o que diz a voz de um profeta: “Lavai-vos, purificai-vos, tirai da frente dos meus olhos a malícia das vossas ações” (Is 1,16), para que o coro dos anjos vos apregoe: “Feliz aquele a quem é perdoada a culpa e absolvido o pecado” (Sl 31,1) Vós que acabais precisamente de acender as lâmpadas da fé, que as vossas mãos diligentes guardem a chama, de modo que Aquele que, na nossa santíssima colina do Gólgota, abriu pela fé o paraíso ao ladrão (Lc 23,43), vos conceda cantar o cântico nupcial.
Se alguém é escravo do pecado, que se prepare, através da fé batismal, para o novo nascimento que fará dele um homem livre, um dos filhos de adoção. Que abandone a lamentável escravidão dos seus pecados para adquirir a bem-aventurada escravidão do Senhor. […]
Adquiri pela fé “os primeiros dons do Espírito Santo” (2Co 5,5) a fim de poderdes ser recebidos na morada eterna; recebei o sacramento que vos marcará, tornando-vos íntimos do Mestre.

EU NÃO VIM CHAMAR OS JUSTOS, MAS, SIM, OS PECADORES

Hoje vemos como avança a Quaresma e a intensidade da conversão a que o Senhor nos chama. A figura do apóstolo e evangelista Mateus é muito representativa daqueles que podemos chegar a pensar que por causa do nosso historial, ou pelos pecados pessoais ou por situações complicadas, é difícil que o Senhor repare em nós para colaborarmos com Ele.
Pois bem, Jesus Cristo, para nos tirar de toda a dúvida põe-nos como primeiro evangelista um cobrador de impostos Levi, a quem diz sem rodeios: “Segue-me” (Lc 5,27). Fez, com ele exatamente o contrario daquilo que a mentalidade “prudente” poderia esperar. Hoje procuramos ser “politicamente corretos”, Levi – pelo contrário – vinha de um mundo que tinha repulsa pelos seus compatriotas, pois consideravam-no, apenas por ele ser publicano, colaboracionista dos romanos e possivelmente fraudulento com as “comissões”, o que afogava os pobres ao cobrar-lhes os impostos, em fim, um pecador público.
Aos que se consideravam perfeitos não se lhes passava pela cabeça que Jesus não apenas os chamaria a segui-lo, nem muito menos apenas a sentarem-se à mesma mesa.
Mas com esta atitude, ao escolhe-lo, Nosso Senhor Jesus Cristo diz-nos que é mais deste tipo de gente de quem gosta de se servir para estender o seu Reino; escolheu os malvados, os pecadores, e os que não se consideram justos: “Para confundir os fortes, escolheu os que são débeis aos olhos do mundo” (1Cor 1,27). São estes os que necessitam de médico, e sobretudo, são eles os que compreenderão que os outros o necessitam.
Devemos pois evitar pensar que Deus quer expedientes limpos e imaculados para O servir. Este expediente apenas o preparou para a Nossa Mãe. Mas para nós, sujeitos da salvação de Deus e protagonistas da Quaresma, Deus quer um coração contrito e humilhado. Precisamente, “Deus escolheu-te débil para te dar o seu próprio poder” (Sto. Agostinho). Esse é o tipo de gente que, como diz o salmista, Deus não menospreza.

EU NÃO VIM CHAMAR OS JUSTOS …

Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão.
Este Evangelho narra a vocação de S. Mateus, que aqui é chamado de Levi. A sua profissão – cobrador de impostos – era considerada impura, pelo fato de tocar em moeda estrangeira. Por isso, todos os cobradores de impostos eram considerados pecadores. Jesus não tinha esse preconceito.
No grande banquete oferecido por Mateus, além de cobradores de impostos havia pecadores de verdade, e Jesus estava feliz no meio deles. Diante do protesto, ele explicou: “Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão”. A frase não exclui ninguém do chamado de Jesus. É apenas um convite aos que se consideram justos para a conversão, pois “o justo cai sete vezes por dia”.
“Os que são sadios não precisam de médico, mas sim os que estão doentes.” Os fariseus não entenderam essa frase pronunciada também para eles, os doentes terminais do orgulho, autossuficiência e hipocrisia.
“Deus é rico em misericórdia. Por causa do grande amor com que nos amou, quando estávamos mortos por causa das nossas faltas, ele nos deu a vida com Cristo. É por graça que vós sois salvos” (Ef 2,4-5.7-9). “Deus retira o pobre do monte de lixo…” (Cântico de Ana – 1Sm 2). “Derruba os poderosos de seus tronos e eleva os humildes” (Magnificat).
Quando Davi cometeu um grande pecado, mandando matar Urias para se casar com a sua esposa Betsabeia, Deus o perdoou completamente. Tanto que escolheu Salomão, o segundo filho dele com Betsabeia (2Sm 12,24), para continuar a geração do Povo de Deus.
“O Senhor é bondade e retidão. Ele aponta o caminho aos pecadores” (Sl 25,8).
Esse amor de Deus pelos pecadores nos encanta, seduz e nos dá esperança, pois quem não é pecador?
“Tu me seduziste, Senhor, e eu me deixei seduzir” (Jr 20). Deus não nos trata conforme nossos erros (Sl 103,8-14).
“Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor” (1Jo 4,8). Nós temos amor, Deus é amor. “Nós conhecemos e cremos no amor que Deus tem para conosco. Deus é amor, e quem permanece no amor permanece em Deus e Deus permanece nele” (1Jo 4,16).
Esse grande amor de Jesus pelos pecadores é mostrado também no seu acolhimento à mulher adúltera, ao Zaqueu, à Samaritana, a S. Paulo… Ele não podia ver ninguém longe de Deus, que já se aproximava para o cativar.
Jesus perdoou até os que o mataram, e rezou por eles: “Pai, perdoai-lhes, eles não sabem o que fazem!” E ele nos pede para fazermos a mesma coisa: “Não julgueis…” (Mt 7,1-7).
A misericórdia, que é o amor aos pecadores e aos que sofrem, é uma das Bem-aventuranças: “Felizes os misericordiosos…” (Mt 5,7).
S. Paulo nos pede: “Irmãos, tende em vós os mesmos sentimentos de Cristo Jesus…” (Fl 2,6). Assim, as Comunidades cristãs são chamadas a continuar o amor misericordioso de Deus Pai, manifestado em Jesus. A Comunidade é compreensiva para com todos, é agente de inclusão dos pecadores.
Diante de pessoas que praticam ações más, mesmo que sejam os piores crimes, devemos pensar: a misericórdia de Deus é maior que o erro dessa pessoa. E assim, amá-la, acolhê-la e ajudá-la a se levantar. A Igreja acolhe o pecador, não o pecado que ele cometeu, por isso o ajuda a vencer o pecado.
“Quero misericórdia e não sacrifício” (Mt 9,13). Jesus criticava incansavelmente o culto vazio e hipócrita dos que se creem em ordem com Deus por cumprir determinados ritos cultuais, como sacrifícios, dízimos e jejuns, enquanto esquecem a disponibilidade perante Deus, o amor fraterno e a reconciliação fraterna.
Faz parte do amor misericordioso usar o dinheiro não apenas em benefício de si mesmo e da família, mas dos que precisam para viver dignamente. É a economia a serviço da vida. Muitos adoram e servem ao dinheiro, como se ele fosse um deus.
Cabe uma pergunta: quem é Deus em nossa vida?
Em que lugar Ele está entre os valores que buscamos?
Certa vez, numa sala de aula, uma menina perguntou à professora: “O que é amor?” A professora sentiu que não só aquela criança, mas toda a classe merecia uma resposta à altura. Como já estava na hora do recreio, ela pediu que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nele o sentimento de amor.
As crianças saíram muito interessadas. Quando terminou o recreio, voltaram e começaram a apresentar os objetos que trouxeram. Uma trouxe uma flor, outra trouxe uma borboleta, outra criança pediu emprestado a uma funcionária a sua aliança e trouxe…
Terminada a apresentação, a professora notou que uma menina estava toda envergonhada, porque não havia trazido nada. Então, dirigiu-se à aluna e perguntou: “Meu bem, por que você não trouxe nada?” A garotinha, timidamente, respondeu: “Desculpe, professora, eu vi a flor, mas não quis apanhá-la. Preferi que ela continuasse enfeitando o jardim da escola. Vi a borboleta, leve e colorida, mas eu nunca teria coragem de segurar um animalzinho tão bonito. Isso pode machucá-la. Vi também um ninho com filhotes de sabiá, mas nem mexi; se eu soubesse o que eles comem, até levaria alimento para eles”.
Emocionada, a professora explicou para as crianças: “Esta aluna fez a melhor escolha: Não trouxe objetos, mas trouxe para nós, em seu coração, o perfume do amor”. E deu à menina a nota máxima.
O respeito e a proteção da vida é o que mais desperta em nós o sentimento de amor.
Na oração Salve Rainha, nós chamamos Maria Santíssima de Mãe de misericórdia. Ela é também o refúgio dos pecadores. Mãe de misericórdia, rogai por nós!
Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão.

QUANTO MAIS RECONHECERMOS A NOSSA ENFERMIDADE MAIS NÓS TEREMOS JESUS COMO MÉDICO DA NOSSA ALMA E CONSEGUIREMOS A CURA DO NOSSO CORAÇÃO

Levi era um cobrador de impostos, pecador público, com a fama de explorador dos pobres e também considerado ladrão, mas foi dele que Jesus se agradou a ponto de chamá-lo para que O seguisse.
Quando nós caminhamos aqui na terra seguindo as concepções do mundo, isto é, de como a maioria das pessoas pensa e age, a Palavra de Deus nos confunde porque fala justamente o avesso do que todos pregam. Ao contrário do que todos nós imaginamos, Jesus vem nos dizer que não veio chamar os justos, mas os pecadores e é a estes que Ele procura.
Portanto, precisamos nos reconhecer pecador para que Jesus também nos diga: “segue-me” Assim, Ele nos dará oportunidade de conversão e de vida nova. Mesmo que sejamos os maiores pecadores ou pecadoras, aqueles ou aquelas a quem todos consideram “um caso sem jeito”, perdido, liquidado, Jesus nos vê e nos chama. Levi atendeu prontamente ao chamado de Jesus e O seguiu. De repente, por causa da sua atitude de acolhimento à salvação, ele recebeu Jesus para um grande banquete na sua casa e convidou justamente os que precisavam de ajuda. Levi não procurou outras pessoas para que Jesus pensasse que ele era gente boa, mas sim, os que estavam doentes como ele e necessitavam de cura.
Quanto mais doente estiver uma pessoa maior será a sua cura, por isso Jesus nos diz: “os que são sadios não precisam de médicos, mas sim os que estão doentes!” A nossa necessidade de conversão é perene e nós nunca podemos nos contentar com o que já progredimos. A cada dia precisamos ouvir o chamado do Senhor, necessitamos recebê-Lo na nossa casa e sentarmo-nos na mesa com Ele, juntamente com aqueles que nós convivemos.
Quanto mais reconhecermos a nossa enfermidade mais nós teremos Jesus como médico da nossa alma e conseguiremos a cura do nosso coração.
Reflita:
Você também se considera doente, necessitado de salvação e de cura?
Você já experimentou levar Jesus para sua casa e apresentá-Lo à sua família e aos seus amigos?
Os seus amigos são também doentes como você?
Há alguém que você conheça que é considerado pelo mundo como um caso sem jeito?
Convide-o para cear com Jesus na sua casa.
Amém!
Abraço carinhoso.

SOMENTE OS DOENTES PRECISAM DE MÉDICOS

“Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os doentes. Eu não vim para chamar os bons, mas para chamar os pecadores, a fim de que se arrependam dos seus pecados”.
Jesus deu esta resposta maravilhosa para os fariseus e para os mestres da Lei. Eles ficaram zangados com Jesus por estar comendo com os cobradores de impostos e com outras pessoas de má fama. Era inconcebível uma pessoa temente ao Senhor, seguidor das doutrinas cristãs judaica, fazer refeição festiva com pessoas não cristãs. Neste caso Jesus estava blasfemando contra o Pai.
Para Jesus somente os doentes necessitam de médicos. Quando a pessoa está curada, feliz, seguindo o bem-viver, o médico está dispensado. Mas quando a doença ataca o corpo, correndo a vitalidade e as esperanças o médico deve estar assistindo o paciente.
Para que levar saúde para uma pessoa sã?
Perca de tempo. Ela já está tranquila para manter-se na luta diária. Entretanto, caso o indivíduo não esteja sentindo-se bem, não consegue compreender os ensinamentos do Santo Evangelho, ou quando não consegue enxergar as causas que provoquem o mal, faz-se necessário o médico para aliviar as dores.
Para tanto, Levi era um Ser doente. Não conseguia enxergar o mal que causava nas pessoas pobre. Exigia o dividendo do imposto a qualquer custo. Mal o povo tinha para comer. Passava por privações e humilhações. Todos os recursos eram enviados para os dirigentes do poder para manter os fartos privilégios à custa do suor alheio. Mas não suportou o convite de Jesus para abandonar a prática maléfica e humilhante. Ele aceitou na hora. Sentiu-se perto da libertação e não deixou para depois e nem cogitou em pensar no caso. Ademais, resolveu fazer uma festa em sua casa para o Senhor. Quantas felicidades! Quanta gratidão! Quanto amor!
Olhando para nossa realidade enxergaremos uma multidão de doentes. São pessoas desesperadas, sem argumentos para enfrentar as dificuldades, machucadas pelo poder da ganância, do rancor, do ódio e das tristezas. São pessoas que acreditaram nas falsas promessas dos dirigentes públicos e muitas foram enganadas com míseros assistencialismos no final do mês. Estes restos colocados a disposição dos desprotegidos alienaram, cegaram e passivaram as atitudes deste povo. Infelizmente, são incapazes de caminhar com as próprias pernas. São dependentes, manipulados e DOENTES. Como cristãos temos a obrigação de levar a saúde para estes infelizes. Como afirma Eclo. 38,8 “que a saúde se difunda sobre a terra”, não podemos deixar que irmãos morram por descuido ou por negligencia. Devemos colocar a disposição e ir à festa na alegria e vê-los corados, fortes, firmes e autônomos.
Portanto, para aqueles que já estão curados e acreditaram no poder da transformação só resta praticar a justiça e aumentar o número de pessoas na messe, mas para aqueles que ainda não conseguiram visualizar o projeto de Deus e ficam zombando, zangados com o poder divino já está na hora de mudar de vida e aprender a participar do encontro fraterno na festa o Pai. Não sejamos fariseus e nem os doutores da Lei, sejamos um paciente que deseja a cura por dentro e por fora. Mas, tenha fé, acredita que tudo será alcançado. Amém!
Felicidades.

EU NÃO VIM CHAMAR OS JUSTOS…

Como bem sabemos, os publicanos e arrecadadores de impostos não eram bem quistos pelos judeus. Os motivos são muitos: sua relação com Roma, a permanente manipulação das taxas de importo e, sobretudo, o abuso destes na cobrança dos impostos em favor do império, tudo isto granjeava o repudio do povo, sobretudo dos escribas e fariseus.
Jesus se aproxima deles, convida-os a participar de seu plano de salvação, come com eles (isto é, faz-se amigo deles) e os aceita como discípulos. Aproveita a crítica de seus adversários para revelar suas opções e sujeitos preferenciais em sua missão evangelizadora: os excluídos, os impuros, os que não podem ser aceitos dentro do sistema social e religioso vigente.
A única condição é abrir-se à novidade do Reino de Deus e colocar-se no caminho de conversão.
Quantas pessoas em nosso meio são consideradas pouco praticantes, pouco religiosas, podem ser prediletas de Jesus?
Quem são hoje em nossas comunidades os impuros, os excluídos e rejeitados por quem nos consideramos portadores da salvação de Deus?
Qual é nossa atitude diante deles?
Não terão que ser também prediletos de nossa missão?

A ALEGRIA DE MATEUS…

Um cobrador de impostos deveria ser uma pessoa bem triste, de um lado era usado pelo sistema Imperialista, para arrecadar valores mais de outro, eram odiados pela maioria do povo e pela liderança dos Judeus que viam neles pessoas inescrupulosas, exploradoras e que roubavam do povo pobre e dos pequenos lavradores uma vez que, eram eles que faziam suas próprias comissões. Basta aqui lembrar de Zaqueu, que após a experiência com Jesus, se mostrou disposto a restituir até quatro vezes mais, tudo o que tinha roubado…
A verdade é que, viver dessa maneira, embora se possa ter fartura de bens materiais, acaba sendo triste porque se tem poucos amigos (os da mesma laia) não se tem auto estima, não se pode contar com uma amizade sincera. Quando Jesus passou por Levi, que era o nome de Mateus, o olhou de um modo especial, não era um olhar de ódio como os demais Judeus, nem um olhar acusador que o maldiz… Mas era um olhar amigo que manifestava um amor e um afeto gratuito e incondicional.
Mateus sentiu isso, viu algo diferente em Jesus, senão não seria louco de o segui-lo, pois poderia cair em uma armadilha. Interessante porque Mateus deixa de lado naquele momento, algo que supostamente lhe dava felicidade, conforto e bem estar material, mas não o fazia feliz enquanto pessoa. Percebeu que aquele homem que o chamava tinha uma proposta inédita, talvez fosse sofrer prejuízos em sua economia, mas havia algo que aquele Homem poderia lhe oferecer, e que o faria realizar-se como pessoa, tendo a partir de então uma nova perspectiva que o dinheiro dos impostos não conseguia lhe dar.
O mesmo se pode dizer hoje do consumismo, que de maneira ilusória pode nos dar tudo, mas não nos pode fazer feliz porque Segurança e Felicidade só encontramos no Senhor.
Está explicado porque Mateus correu para preparar um grande banquete para Jesus em sua casa. Ele queria comemorar a Vida nova que recebera de Jesus naquele simples chamado. Mas aí surgiu um problema… os amigos que convidou para a festa especial, eram todos da mesma laia que ele. Possivelmente foi este o primeiro trabalho de evangelização do mais novo discípulo, o evangelho não menciona, mas quem sabe quantos que estavam ali, vendo o entusiasmo de Mateus e a sua alegria incontida, e conhecendo de perto Jesus de Nazaré, que sentou a mesa com eles, comeu, bebeu e se divertiu… não tiveram suas vidas transformadas…
Se Jesus mantivesse a compostura de um Judeu Fiel, jamais iria chamar Mateus para integrar o grupo dos discípulos, e muito menos iria a casa dele, um ambiente mal frequentado, por gente impura e inimigos do seu povo. É isso que os Fariseus e os Escribas não compreendem… pois no modo de pensar deles, Deus só se relaciona e traz a Salvação aos que o obedecem e cumprem a Lei de Moisés. Nem notaram que Deus estava bem ali, ao lado deles, e que a sua Misericórdia e amor pelos pecadores era a maior de todas as novidades que os homens poderiam esperar…
Qual é o Jesus que está em nossas comunidades?
O moralista ou Aquele que é todo amor e misericórdia, e que sabe acolher a todos, mesmo os piores pecadores…

SEGUIR JESUS

Caro leitor. Jesus disse: “Eu não vim chamar os justos, mas os pecadores para a conversão”.
Você é um daqueles que está tentando mudar a sua vida mas não está conseguindo?
Porque os seus amigos riram de você por saberem que você esteve na Igreja no domingo?
Ou você conhece alguém que vive nesta mesma situação?
Jesus hoje está dizendo a você como disse àquele cobrador de impostos considerado pecador pelo povo daqueles tempos: “SEGUE-ME”.
Seguir Jesus não é apenas andar atrás dele como parece. Mais sim, imitá-lo. Levi deixou tudo, levantou-se e o seguiu.
Porque você não faz o mesmo?
Largue tudo que até hoje vem atrapalhando a sua felicidade e segue a verdadeira forma de vida! Largue essa arma! Largue destes “amigos”, muda de cidade, muda de vida! Foge do passado, desse mundo assombrado! Da escuridão, e venha para a luz. A luz daquele que disse: “EU SOU A LUZ DO MUNDO… QUEM ME SEGUE NÃO ANDARÁ NAS TREVAS! EU SOU O CAMINHO, A VERDADE E A VIDA”.
“Levi preparou em casa um grande banquete para Jesus”.
Sabe como você pode preparar um banquete para Jesus?
Preparando um banquete para os pobres.
Ah, você não se acha preparado para tanto embora tenha dinheiro o suficiente?
Então, sem que ninguém o saiba, procure aqueles que estão na miséria, os famintos, sujos, mal cheirosos, que habitam as calçadas, e mate a sua fome. Dê-lhe comida, roupa ou dinheiro para que os compre! E com certeza, por este gesto de caridade, seus muitos pecados serão perdoados. Mas seria bom depois procurar um sacerdote para uma confissão.
Estava aí grande número de cobradores de impostos e outras pessoas sentadas à mesa com eles. Jesus comeu com os pecadores. Você não precisa chegar a tanto! Mais você pode aliviar o sofrimento dos excluídos. E assim estará dando um banquete ao próprio Jesus.
“Eu não vim chamar os justos, mas sim os pecadores para a conversão.” Até hoje você pensou que Jesus estava totalmente de mal com a sua pessoa pela vida que você tem levado, e porque parece que Ele não atende os seus pedidos. Não é bem assim. Não que ele tolera, ou tem aceitado tudo isso. Às vezes Deus permite que nos aconteça o sofrimento, para que caiamos na realidade de que SEM DEUS NÃO SOMOS NADA! Sua casa incendiada, sua casa destruída pelas cheias nada disso é fruto da maldade ou vingança de Deus pelos seus pecados. Você terá tudo de volta, terá uma vida nova. Basta só confiar no poder e na misericórdia infinita daquele que pode tudo. Tudo isso não passou de um chaqualhão, uma sacudidela, da mão forte do PAI fazendo-lhe voltar para a casa do pai, como o filho pródigo. Porque a intenção de Jesus é de resgatá-lo do fundo do poço e elevá-lo, dando-lhe uma vida digna, sem ter de estar com medo do momento seguinte! Do que poderá lhe acontecer a você e a sua família.
Salve-se!

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Jesus provoca escândalo entre os “puros” ao acolher pobres e pecadores. A opção pelos pobres existe desde os tempos dos profetas, bem antes de Jesus afirmar seu compromisso com os desprezados da sociedade.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos mostra o caminho a ser seguido: destruição dos instrumentos de opressão e de guerra e opção pelos pobres e pecadores.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos! Não quero a morte do pecador, diz o Senhor, mas que ele volte, se converta e tenha vida (Ez 33,11).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Atendei-me, Senhor, na vossa grande misericórdia; olhai-nos, ó Deus, com toda a vossa bondade (Sl 68,17).

Antífona da comunhão

Eu quero a misericórdia e não o sacrifício, diz o Senhor; não vim chamar os justos, e sim os pecadores (Mt 9,13).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus eterno e todo-poderoso, olhai com bondade a nossa fraqueza e estendei, para proteger-nos, a vossa mão poderosa. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, escutai-nos e atendei-nos.

— A fim de que a Igreja, a exemplo de Jesus, busque e acolha os pobres e pecadores, rezemos.
— A fim de que as atitudes opressivas cedam lugar à paz e à justiça, rezemos.
— A fim de que a sociedade pacífica e saudável seja construída pelo esforço e empenho de cada um, rezemos.
— A fim de que os missionários sejam fortalecidos na evangelização, rezemos.
— A fim de que abandonemos o pecado e busquemos a conversão, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Acolhei, ó Deus, este sacrifício de louvor e de reconciliação e fazei que, por ele purificados, vos ofereçamos o afeto de um coração que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Fazei, ó Deus, que este pão celeste, sacramento para nós na vida terrena, seja um auxílio para a vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Acessem o meu Blog e faça a sua crítica, sugestão e comentário: https://liturgiadiariabyfegs.wordpress.com/

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO

O Pentateuco ou os Livros da Lei

Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.

Gênesis (Gn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Êxodo (Ex)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Levítico (Lv)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Números (Nm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

22,23,24,25,26,27 (O nazireato)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Deuteronômio (Dt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

15,16,17,18,19,20 (Os profetas)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

15,16,17,18 (O escravo)

19,20 (Os primogênitos)

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Livros Históricos

Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.

Josué (Js)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Juízes (Jz)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Rute (Rt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Samuel (1Sm)

Cap 1

A infância de Samuel

9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)

19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)

Cap 2

1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)

Cap 4

A Arca nas mãos dos Filisteus

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Instituição da realeza

4,5,6,7 (O povo pede um rei)

10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)

Cap 9

1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)

17,18,19 (Saul encontra Samuel)

Cap 10

1 (A sagração de Saul)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))

Cap 16

Saul e Davi — Davi na Corte

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)

Cap 17

32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)

40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)

Cap 18

6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)

Cap 19

1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

2 Samuel (2Sm)

Cap 1

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)

19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)

Cap 12

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)

16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)

Cap 13

Cap 14

Cap 15

13,14 (Fuga de Davi)

30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)

Cap 16

5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)

Cap 17

Cap 18

9,10,14 (Morte de Absalão)

24,25,30 (A notícia é levada a Davi)

Cap 19

1,2,3 (O sofrimento de Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

2,9 (O recenciamento do povo)

10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)

1 Reis (1Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)

22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)

30 (Oração pelo povo)

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)

Cap 11

4. As sombras do reinado

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)

29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)

Cap 12

III. O cisma político e religioso

19 (A assembleia de Siquém)

26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)

Cap 13

33,34 (O homem de Deus e o profeta)

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

2 Reis (2Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

1 Crônicas (1Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

2 Crônicas (2Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Esdras (Esd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Neemias (Ne)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tobias (Tb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Judite (Jt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Ester (Est)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1 Macabeus (1Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Macabeus (2Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais

Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.

Jó (Jó)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

1,2,3,4,6,7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Salmos (Sl)

Cap 1

1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)

Cap 2

Cap 3

2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11(10)

Cap 12(11)

2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)

Cap 13(12)

Cap 14(13)

Cap 15(14)

1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)

Cap 16(15)

Cap 17(16)

Cap 18(17)

31,47,50,5l (“Te Deum” real)

Cap 19(20)

8,9,10,15 (Iahweh, sol de justiça)

Cap 20(19)

Cap 21(20)

1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)

Cap 22(21)

Cap 23(22)

Cap 24(23)

7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)

Cap 25(24)

4,5,6,7,8,9 (Súplica no perigo)

Cap 26(25)

Cap 27(26)

Cap 28(27)

Cap 29(28)

1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade)

Cap 30(29)

Cap 31(30)

Cap 32(31)

1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)

Cap 33(32)

Cap 34(33)

1,2,3,4,5,6,7 (Louvor à justiça divina)

Cap 35(34)

Cap 36(35)

Cap 37(36)

5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)

Cap 38(37)

Cap 39(38)

Cap 40(39)

1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)

Cap 41(40)

1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)

Cap 42(41)

Cap 43(42)

Cap 44(43)

10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)

Cap 45(44)

Cap 46(45)

Cap 47(46)

Cap 48(47)

Cap 49(48)

Cap 50(49)

8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)

Cap 51(50)

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)

Cap 52(51)

Cap 53(52)

Cap 54(53)

Cap 55(54)

7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)

Cap 56(55)

1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23

Cap 57(56)

1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)

Cap 58(57)

Cap 59(58)

Cap 60(59)

Cap 61(60)

Cap 62(61)

Cap 63(62)

Cap 64(61)

Cap 65(64)

Cap 66(65)

Cap 67(66)

1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)

Cap 68(67)

Cap 69(68)

Cap 70(69)

Cap 71(70)

Cap 72(71)

1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)

Cap 73(72)

Cap 74(73)

Cap 75(74)

Cap 76(75)

Cap 77(76)

Cap 78(77)

Cap 79(78)

Cap 80(79)

1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel)

Cap 81(80)

10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)

Cap 82(81)

Cap 83(82)

Cap 84(83)

3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)

Cap 85(84)

Cap 86(85)

1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)

Cap 87(86)

Cap 88(87)

Cap 89(88)

16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)

Cap 90(89)

Cap 91(90)

Cap 92(91)

Cap 93(92)

Cap 94(93)

12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)

Cap 95(94)

Cap 96(95)

1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)

Cap 97(96)

Cap 98(97)

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)

Cap 99(98)

Cap 100(99)

1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)

Cap 101(100)

Cap 102(101)

Cap 103(102)

Cap 104(103)

Cap 105(104)

Cap 106(105)

3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)

Cap 107(106)

Cap 108(107)

Cap 109(108)

Cap 110(109)

Cap 111(110)

Cap 112(111)

1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)

Cap 113(112)

Cap 114(111)

Cap 115(113)

Cap 116(115)

Cap 117(116)

1,2 (Convite ao louvor)

Cap 118(117)

Cap 119(118)

9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)

Cap 120(119)

Cap 121(120)

Cap 122(121)

Cap 123(121)

Cap 124(123)

Cap 125(124)

Cap 126(125)

Cap 127(126)

Cap 128(127)

Cap 129(128)

Cap 130(129)

Cap 131(130)

Cap 132(131)

6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)

Cap 133(132)

Cap 134(133)

Cap 135(134)

Cap 136(135)

Cap 137(136)

Cap 138(137)

Cap 139(138)

Cap 140(139)

Cap 141(140)

Cap 142(141)

Cap 143(142)

Cap 144(143)

1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)

Cap 145(144)

Cap 146(145)

Cap 147(146)

1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)

Cap 148

Cap 149

1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)

Cap 150

Provérbios (Pr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Eclesiastes (Coélet) (Ecl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cântico dos cânticos (Ct)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Sabedoria (Sb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Livros Proféticos

Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.

Isaías (Is)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)

Cap 43

18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)

22,24,25 (A ingratidão de Israel)

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Cap 53

Cap 54

Cap 55

Cap 56

Cap 57

Cap 58

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)

13,14 (O sábado)

Cap 59

Cap 60

1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)

Cap 61

Cap 62

Cap 63

Cap 64

Cap 65

Cap 66

Jeremias (Jr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Lamentações (Lm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Baruc (Br)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Ezequiel (Ez)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Daniel (Dn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Oséias (Os)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Joel (Jl)

Cap 1

Cap 2

12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)

Cap 3

Cap 4

Amós (Am)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Abdias (Ab)

Cap 1

Jonas (Jn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4,5,10 (Jonas rebelde à sua missão)

Cap 4

Miquéias (Mq)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Naum (Na)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Habacuc (Hab)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Sofonias (Sf)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Ageu (Ag)

Cap 1

Cap 2

Zacarias (Zc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Malaquias (Ml)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4

NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO

Livros Históricos

Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.

Mateus (Mt)

Cap 1

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

14,15 (Discussão sobre o jejum)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Marcos (Mc)

Cap 1

A preparação do ministério de Jesus

1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)

9,10,11 (Batismo de Jesus)

14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)

16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)

21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)

29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)

32,33,34 (Diversas curas)

35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)

40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)

13,14 (Chamado de Levi)

15,16,17 (Refeição com os pecadores)

18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)

23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)

Cap 3

1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)

7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)

13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)

20,21 (Providências da família de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)

31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)

Cap 4

26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)

30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)

33,34 (Conclusão sobre as parábolas)

35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)

Cap 5

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)

21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)

Cap 6

1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)

14,15,16 (Herodes e Jesus)

17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)

30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)

53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)

Cap 7

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)

Viagens de Jesus fora da Galileia

24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)

31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)

11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)

14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)

22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)

27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)

31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)

34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)

Cap 9

1 (Condições para seguir a Jesus)

2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)

9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)

30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)

33,34,35,36,37 (Quem é o maior)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)

Lucas (Lc)

Cap 1

Cap 2

16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)

21 (Circuncisão de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)

29,30,31,32 (O cântico de Simeão)

33,34,35 (Profecia de Simeão)

36,37,38 (Profecia de Ana)

39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

27,28 (Vocação de Levi)

29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

João (Jo)

Cap 1

O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)

19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)

35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Atos dos Apóstolos (At)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Livros Didáticos

As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.

Romanos (Rm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

1 Coríntios (1Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

4. A fornicação

13,14,15,17,18,19,20

Cap 7

Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade

29,30,31,32,33,34,35

Cap 8

Cap 9

16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)

Cap 10

31,32,33 (Conclusão)

Cap 11

1

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Coríntios (2Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

20,21 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 6

1,2 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Gálatas (Gl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

4,5,6,7 (Filiação Divina)

Cap 5

Cap 6

Efésios (Ef)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Filipenses (Fl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Colossenses (Cl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Tessalonicenses (1Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Tessalonicenses (2Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 Timóteo (1Tm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

2 Timóteo (2Tm)

Cap 1

1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)

6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Tito (Tt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Filemôn (Fm)

Cap 1

Hebreus (Hb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tiago (Tg)

Cap 1

1 (Endereço e saudação)

2,3,4 (O benefício das provações)

5,6,7,8 (A súplica confiante)

9,10,11 (O destino do rico)

12,13,14,15 (A provação)

16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)

13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)

Cap 4

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)

Cap 5

1 Pedro (1Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Pedro (2Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 João (1Jo)

Cap 1

Cap 2

22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)

Viver como Filhos de Deus

29

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)

11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)

Cap 4

Cap 5

5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)

Complementos

14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)

18,19,20,21 (Resumo da Epístola)

2 João (2Jo)

Cap 1

3 João (3Jo)

Cap 1

Judas (Jd)

Cap 1

O Livro Profético

Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.

Apocalipse (Ap)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Anúncios
Esse post foi publicado em Religião. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s