LDP: 03/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

03/Mar/2012 (sábado)

LEITURAS

Deuteronômio 26,16-19 (Livro do velho ou 1º testamento / Pentateuco ou os Livros da Lei)

Moisés dirigiu a palavra ao povo de Israel e lhe disse: 16“Hoje, o Senhor teu Deus te manda cumprir esses preceitos e decretos. Guarda-os e observa-os com todo o teu coração e com toda a tua alma. 17Tu escolheste hoje o Senhor para ser o teu Deus, para seguires os seus caminhos, e guardares seus preceitos, mandamentos e decretos, e para obedeceres à sua voz. 18E o Senhor te escolheu, hoje, para que sejas para ele um povo particular, como te prometeu, a fim de observares todos os seus mandamentos. 19Assim ele te fará ilustre entre todas as nações que criou, e te tornará superior em honra e glória, a fim de que sejas o povo santo do Senhor teu Deus, como ele disse”.

Salmo 119(118),1-2.4-5.7-8 (R. 1b) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

1Feliz é quem na lei do Senhor Deus vai progredindo!
1Feliz o homem sem pecado em seu caminho, que na lei do Senhor Deus vai progredindo! 2Feliz o homem que observa seus preceitos, e de todo o coração procura a Deus!
4Os vossos mandamentos vós nos destes, para serem fielmente observados. 5Oxalá seja bem firme a minha vida em cumprir vossa vontade e vossa lei!
7Quero louvar-vos com sincero coração, pois aprendi as vossas justas decisões. 8Quero guardar vossa vontade e vossa lei; Senhor, não me deixeis desamparado!

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Mateus 5,43-48 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43“Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem! 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos. 46Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

A Palavra me faz um convite a viver o amor como o viveu Jesus Cristo.
“A Igreja é comunhão no amor. Esta é sua essência através da qual é chamada a ser reconhecida como seguidora de Cristo e servidora da humanidade. O novo mandamento é o que une os discípulos entre si, reconhecendo-se como irmãos e irmãs, obedientes ao mesmo Mestre, membros unidos à mesma Cabeça e, por isso, chamados a cuidarem uns dos outros (1Cor 13; Cl 3,12-14).” (DAp 161).

… a VERDADE …

A proposta de Jesus é de uma grande atualidade. O “olho por olho”, “dente por dente” dos pagãos ficou superado. Agora não se deve revidar ofensa, descontar agressões. No Novo Testamento o amor supera tudo isso. A novidade está em avançar: não apenas amar quem nos ama, mas amar aqueles que não nos amam e até aqueles que são nossos inimigos. O Pai é bom para com todos.

… e a VIDA …

Espírito de amor perfeito, coloca-me no caminho da perfeição do Pai, que ama a humanidade, fazendo o bem a todos os seres humanos, sem distinção.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Hoje, vou procurar olhar as pessoas com o coração de Deus que faz nascer o sol para todos, sem distinção. Quero amar a todos porque todos são amados por Deus.

REFLEXÕES:

PRÁTICA DO AMOR E DA MISERICÓRDIA

Esta sexta, e última, antítese da sequência de Mateus exprime uma das mais fortes contradições com a doutrina dos escribas e fariseus: o amor ao inimigo.
A comunidade de Mateus era formada por convertidos do judaísmo. E estavam sendo perseguidos pelos compatriotas da sinagoga. A atitude de amor ao inimigo era a coerente maneira de testemunhar a sua fidelidade a Jesus e ao seu projeto. Com o refrão: “Ouvistes o que foi dito… Ora, eu vos digo…” fica afirmada a autoridade de Jesus em substituir a doutrina excludente do judaísmo por sua prática amorosa e libertadora.
A exortação de Jesus ao amor aos inimigos é justificada: “Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus”. Esta sutil afirmação nos revela que Deus se manifesta como nosso Pai e que a nós cabe a responsabilidade e a iniciativa de assumirmos esta filiação.
Em conclusão nos é feita a exortação imperativa de seguirmos o modelo de perfeição do Pai. Esta perfeição não está no cumprimento das incontáveis observâncias da Lei, mas na prática do amor e da misericórdia.

AMAR OS INIMIGOS

Um dos valores mais determinantes da nossa vida é a justiça, mas na maioria das vezes deixamos de lado a justiça de Deus para viver a justiça dos homens, fundamentada na troca de valores e não na gratuidade de quem de fato ama. Quem ama verdadeiramente reconhece que Deus é amor e tudo o que somos e temos vem dele, como prova desse amor gratuito. Assim, as nossas atitudes não podem ser determinadas pelas diferentes formas de comportamento das pessoas que nos rodeiam, mas pelo amor gratuito de Deus que deve fazer com que sejamos capazes de superar toda forma de vingança em nome da justiça e procurar dar a nossa contribuição para que o mundo seja cada vez melhor.

AMAR OS INIMIGOS

O mandamento de amar os inimigos é característico do projeto de Jesus. Esse mandamento é, em última análise, a pedra de toque da perfeição cristã. Quem é capaz de bendizer a quem o maldiz, fazer o bem a quem o odeia, orar por seus perseguidores e caluniadores, está muito próximo do modo divino de agir. Pelo contrário, quem ama somente àqueles que o amam, ou saúda apenas os seus parentes e amigos, age tão somente como os pagãos, que desconhecem a Deus.
Inspirando-se no Pai, o discípulo de Jesus ama, sem fazer distinção entre maus e bons, justos e injustos. Todos são irmãos, igualmente merecedores de seu amor. Os inimigos, no entanto, por representarem um desafio especial, devem particularmente polarizar sua atenção. Amando-os, o discípulo dará provas de sua condição de filho do Pai celeste.
A paixão e morte de Jesus exigiu dele pôr em prática o mandamento ensinado aos discípulos. Rodeado de inimigos, perseguidores e caluniadores, embora sabendo-se inocente, teria tido razão para odiá-los. Jesus, porém, venceu esta prova, ao implorar ao Pai que os perdoasse. Aliás, nada, nas cenas da paixão, deixa entrever ódio no coração do Mestre, em relação aos seus carrascos. A cruz é, para os cristãos, um sinal evidente de que, de fato, é possível amar os próprios inimigos.

QUAL AMOR VOCÊ CONSIDERA PERFEITO?

“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos’. Mas eu lhes digo: amem os seus inimigos e orem pelos que o perseguem, para que vocês se tornem filhos do Pai de vocês, que está no céu”, nestas palavras de Jesus está a perfeição do amor.
Jesus, hoje, nos exorta, longamente, para que respondamos ao ódio com amor. Este texto nos ajuda a compreender que Mateus vê, no amor aos adversários, a característica específica dos discípulos de Cristo.
As palavras de Jesus indicam duas maneiras de viver:
A primeira é a dos que se comportam sem referência a Deus e Sua Palavra. Esses agem em relação aos outros em função da maneira como eles os tratam, a sua reação é de fato uma reação. Dividem o mundo em dois grupos: os que são amigos e os que não o são; fazem prova de bondade só em relação aos que são bons para eles.
A segunda forma de viver não põe um grupo de homens em primeiro lugar, mas o próprio Deus que, por Seu lado, não reage de acordo com a maneira como O tratam. Pelo contrário, “Ele é bom até para os ingratos e os maus” (Lucas 6,35).
Assim, Jesus chama a atenção para a característica essencial do nosso Deus, fonte transbordante de bondade, que não se deixa condicionar pela maldade de quem está à Sua frente. Mesmo esquecido, mesmo injuriado, o Senhor continua fiel a Si próprio, pois só pode amar. Isto é verdadeiro desde o primeiro instante. Diferentemente dos homens, Deus está sempre pronto a perdoar: “Os meus planos não são os vossos planos, os vossos caminhos não são os meus caminhos” (Isaías 55,7-8).
O profeta Oséias, por seu lado, ouve o Senhor lhe dizer: “Não desafogarei o furor da minha cólera, porque sou Deus e não um homem” (Oséias 11,9).
Numa palavra, o nosso Deus é misericordioso (Êxodo 34,6; Salmo 86,15; 116,5 etc.): “Não nos trata de acordo com os nossos pecados nem nos castiga segundo as nossas culpas” (Salmo 103,10).
A grande novidade do Evangelho não é tanto o fato de Deus ser fonte de bondade, mas que os homens podem e devem agir à imagem do seu Criador: “Sede misericordiosos, como o vosso Pai é misericordioso!” (Lucas 6,36). Pela vinda do Seu Filho até nós, esta fonte de bondade está agora acessível. Tornamo-nos, por nosso lado, “filhos do Altíssimo” (Lucas 6,35), seres capazes de responder ao mal com o bem, ao ódio com amor.
Vivendo uma compaixão universal e perdoando aos que nos fazem mal, damos testemunho de que o Deus de misericórdia está no coração de um mundo marcado pela recusa do outro, pelo desprezo em relação àquele que é diferente.
Como Jesus, o verdadeiro discípulo faz com que a luz do amor divino brilhe no país sombrio da violência como é o nosso Brasil.
Este amor, longe de ser um simples sentimento, reconcilia as oposições e cria uma comunidade fraterna a partir dos mais diversos homens e mulheres. Da vida desta comunidade sai uma força de atração que pode agitar os corações. É este o amor que eu considero perfeito: o amor que perdoa até aqueles que nos podem tirar a vida.

EU DIGO-VOS: […] ORAI POR AQUELES QUE VOS PERSEGUEM

Muitas vezes ouvimos dizer que vivemos tempos maravilhosos, tempos de grandes homens. […]
É compreensível que haja quem deseje que se erga um chefe forte e capaz. […]
Essa espécie de neo-paganismo [o nazismo] considera toda a natureza como uma emanação do divino […]; acredita que há raças mais puras e mais nobres que outras. […]
Daí vem o culto da raça e do sangue, o culto dos heróis do próprio povo.
Partindo de uma ideia tão errónea, essa maneira de ver pode conduzir a erros capitais. É triste ver quanto entusiasmo e quantos esforços são postos ao serviço dum tal ideal, falso e sem fundamento! Contudo, podemos aprender com o nosso inimigo. Com a sua filosofia mentirosa, podemos aprender a purificar o nosso próprio ideal e a melhorá-lo; podemos aprender a desenvolver um grande amor por esse ideal, a suscitar um imenso entusiasmo e mesmo a disponibilidade para viver e morrer por ele; a fortalecer a coragem para o incarnar, em nós próprios e nos outros. […]
Quando falamos da vinda do Reino e quando rezamos para que ele venha, nunca pensamos numa discriminação com base na raça ou no sangue, mas na fraternidade de todos os homens, uma vez que todos os homens são nossos irmãos – sem excluir mesmo aqueles que nos odeiam e nos atacam -, em ligação estreita com Aquele que faz nascer o sol sobre os bons e sobre os maus (cf Mt 5,45).

AMAI OS VOSSOS INIMIGOS E ORAI POR AQUELES QUE VOS PERSEGUEM

Hoje, o Evangelho exorta-nos ao mais perfeito amor. Amar é querer o bem do outro e nisto se baseia a nossa realização pessoal. Não amamos para procurar o nosso bem, mas sim o bem de quem amamos, e assim fazendo crescemos como pessoas. O ser humano, como afirmou o Concílio Vaticano II, “não pode encontrar a sua plenitude senão na entrega sincera de si mesmo aos outros”. A isso se referia Santa Teresa do Menino Jesus quando pedia para fazermos da nossa vida um holocausto. O amor é a vocação humana. Todo o nosso comportamento, para ser verdadeiramente humano, deve manifestar a realidade do nosso ser, realizando a vocação do amor. Como escreveu João Paulo II, “o homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si mesmo um ser incompreensível, a sua vida fica privada de sentido se não se lhe revela o amor, se não se encontra com o amor, se não o experimenta e o faz próprio, se não participa nele vivamente”.
O amor tem o seu fundamento e a sua plenitude no amor de Deus em Cristo. A pessoa é convidada a um diálogo com Deus. Cada um existe pelo amor de Deus que o criou e pelo amor de Deus que o conserva, “e só pode dizer-se que vive na plenitude da verdade quando reconhece livremente este amor e se confia totalmente ao seu Criador” (Concílio Vaticano II): esta é a razão mais alta da sua dignidade. O amor humano deve, portanto, ser custodiado pelo Amor divino, que é a sua fonte, nele encontra o seu modelo e nele é levado à plenitude. Portanto, o amor, quando é verdadeiramente humano, ama com o coração de Deus e abraça incluso os inimigos. Se não é assim, não se ama de verdade. Daqui decorre que a exigência do dom sincero de si mesmo se torne um preceito divino: “Sede, portanto, perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48).

NÃO PODEMOS NOS LIMITAR A AMAR SOMENTE ÀQUELES QUE NOS AMAM, NÃO HAVERIA MÉRITO. DEUS QUER O BEM DE TODOS NÓS E TORCE PARA QUE SEJAMOS BONS E FELIZES

A sabedoria de Deus é loucura para o mundo. A Lei de Deus nos manda amar ao próximo como a nós mesmos, no entanto, para que vivamos dentro da mentalidade evangélica, Jesus abre o leque e nos recomenda amar e rezar pelos nossos inimigos e perseguidores pondo em prática a Lei de Deus que antes era deturpada. À primeira vista nós não encontramos nenhuma coerência nem mesmo sentido para a ação de rezar pelos inimigos. Porém, a justiça para Deus é a santidade e perfeição dos Seus filhos e filhas.
Se nos declaramos filhos do Pai que está no céu, não poderemos agir de outra maneira. Do mesmo jeito que o Pai age conosco, nós também precisamos agir com o nosso próximo. Não podemos nos limitar a amar somente àqueles que nos amam, não haveria mérito. Deus quer o bem de todos nós e torce para que sejamos bons e felizes. O próximo significa aquele que está perto, a quem encontramos, com quem nós convivemos e nos relacionamos, seja ele quem for, mesmo “aqueles que nos perseguem.” Não somos obrigados a gostar ou admirar a todas as pessoas, todavia Jesus nos ordena que as amemos e amar é querer o bem, é ajudar, é reconhecer que todos nós somos objeto do Amor de Deus.
Aqui na terra, quando os nossos pais são pessoas de bem, nós alimentamos o propósito de imitá-los. Mais ainda precisamos copiar o Pai perfeito do céu, que nos ama do jeitinho que nós somos. Ele não nos cobra, mas nos perdoa mesmo quando nós somos filhos e filhas ingratos. A perfeição, a grandeza e o poder do Pai estão no amor e o Seu Amor foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo, portanto podemos amar os nossos inimigos. Reflita:
Você concorda com isso?
Você faz discriminação de pessoas?
Você cultiva o hábito de formar panelinhas?
Você deseja o bem e o sucesso para todo mundo ou só para alguns?
Você ora pelas pessoas a quem você não aprecia, ou até pelas pessoas que o perseguem?
Você tem alguém a quem perdoar?
Ore por esta pessoa!
Amém!
Abraço carinhoso.

SEDE PERFEITOS COMO O VOSSO PAI É PERFEITO

Caríssimos irmãos e irmãs: A perfeição no evangelho de Jesus significa o amor, ou seja, é perfeito quem ama. Deus é amor conforme disse S. João. E foi Ele quem nos amou primeiro. O livro do Deuteronômio mostra-nos a Aliança que Deus fez com os hebreus por iniciativa do seu amor. Aí encontramos um credo antigo e duplamente histórico: histórico por ser antigo, mas muito mais histórico por professar a fé no Deus da história: “Meu pai era um arameu errante…”; assim começa aquela primitiva profissão de fé dos hebreus. Deus é o senhor do tempo e da vida! Quis criar uma sociedade nova, de gente livre da escravidão do Egito! Nesse contexto o povo recebe os mandamentos, como cláusulas da Aliança: o povo precisa cumprir as normas e leis de Deus para ter vida digna. O evangelho de Mateus convoca-nos para irmos além de uma religião apenas legalista e moralista, acomodada, como pagã, no amor entre amiguinhos apenas… Vemos, no evangelho, que a religião evoluiu do 1º para o 2º e Novo Testamento; Testamento Novo no qual o amor é mais exigente: amar até os inimigos; porque Deus trata bem até os infiéis e pede isso de nós também. Desconfiemos de grupinhos e “panelinhas” aqui ou ali; Deus pede de nós compromisso com um amor exigente a fim de sermos perfeitos como o Pai do Céu é perfeito! – Louvado seja N. S. Jesus Cristo!

AMAI OS VOSSOS INIMIGOS

Na reflexão do Santo Evangelho de hoje escrito por Mateus é surpreendente. Jesus espanta qualquer um de boa vontade. De repente Ele aparece com ensinamentos que deixa qualquer indivíduo de boca aberta, admirado.
Como amarmos o inimigo e rezarmos para os perseguidores?
Como olharmos para os inimigos e fazermos pedido de graça e misericórdia?
Bem, o mais fácil seria rezarmos para os amigos, pois temos intimidade de cumplicidade. Agora, rezarmos para os inimigos é exigir muito.
Jesus destaca uma lógica que parece escandalizar-se: “amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!”. Não temos como enaltecer com o projeto de Jesus, Ele consegue viajar contra os princípios de uma geração que acreditava estar correta nas suas atitudes. Os fariseus plantavam ideias de que o amor era devolvido somente para aqueles que atentassem para o irmão solidário, mas por trás desta premissa, lascavam o povo obediente com serviços, impostos e ofertas. A bondade dos fariseus era para aproveitar de uma situação e aproveitar ao máximo da fraqueza do povo.
Por isso Jesus fala claramente: devemos ficar esperto para não serem explorados exaustivamente. O nosso Deus tem algo especial que, através da bondade, da fraternidade e do amor o Reino fica próximo. Mas para termos o amor verdadeiro digno de louvor precisamos de não dar as costas para os inimigos. Esta atitude contraria a vontade do Pai. O correto e sermos solícito com aqueles que desejam o mal para nós. Rezarmos para que eles encontrem o caminho certo e possam entender o amor de Deus.
O Filho do Homem fez isto muito bem. Não existem relatos dos evangelistas mostrando Jesus odiando aqueles que não entendessem seu projeto. Afinal, os amigos de Jesus já eram conquistas certas, estes já estavam salvos e compreendiam o desejo certo, mas aqueles que ruminavam contrário a pregação do Mestre deveriam ser conquistados, estes eram desafios para Jesus.
Como conquistar aqueles que duvidavam de ser o Filho do Pai?
Daqueles que pediam sinais dos céus para ter a certeza de que era o Messias?
Daqueles que pediam sua morte para calar a voz que processava a libertação?
Daqueles que caluniavam e perseguiam em todos os lugares?
Talvez a conquista viesse com a sua Ressurreição, na ascensão aos céus junto ao Pai em seu trono glorioso. A morte de Jesus foi o maior exemplo de amor para com os inimigos e perseguidores. Foi um legado para visualizarmos e termos como meta durante nossa estada na terra.
Enfim, como Jesus disse: “sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito” isto significa suportar os amigos e inimigos, pois somos imagem e semelhança do Criador. Assim, através do diálogo poderemos descobri o belo amigo que pensamos ser nosso inimigo e finalizamos dizendo que este Jesus nos surpreende a cada passagem expressa nos Evangelhos. Por isso, não temos como não amar também este irmão corajoso que é Jesus. Seja feliz neste Deus do bem e do amor. Amém!
Não se esqueça de rezar para os inimigos, um forte abraço.

AMAI OS VOSSOS INIMIGOS

Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem.
Jesus questiona a letra da lei, sua lógica interna. No tempo de Jesus a proposta era de uma lógica proporcional. O normal é ter em alta estima as pessoas com quem convivemos e nos damos bem. É lógico também deixar longe de nós as pessoas com quem temos dificuldades e conflitos. A proposta de Jesus “subverte” a lógica comum e corrente.
Amar o inimigo, quer dizer, acolhê-lo, não atacá-lo, não rejeitá-lo. Rezar por ele e convidá-lo à conversão e reconciliação. Nisto consiste a superação da letra da lei. É preciso romper o círculo da violência e da agressão. Instaurar uma nova forma de relacionamento entre as pessoas como sinal eficaz de que “algo novo” está nascendo.
O Reino de Deus chegou porque a misericórdia e a compaixão estão sendo colocadas acima da ordem estabelecida e da conveniência. Jesus diz a todos que só a lógica do amor, do diálogo aberto, do perdão e da reconciliação conseguirá instaurar uma ordem nova, fundamentada na paz e na justiça.

SEDE PERFEITO COMO O VOSSO PAI DO CÉU É PERFEITO

E como podemos fazer isso?
Será possível?
Basta fazer como o Filho do Pai Eterno disse: “Amai o vossos inimigos e reze por todos os que vos perseguem”.
O mundo faz exatamente como o diabo gosta. Ama-se a Deus e odeia os inimigos, ou, agrada-se a todos que representem potencial fonte de lucro e ignora-se todo aquele que não representa nenhuma possibilidade de adiantamento do nosso lado, ou dos nossos interesses.
Ao contrário daquela música que diz: é o amor! Aqui dizemos: é o egoísmo! O egocentrismo, ou seja, meus interesses a minha pessoa no centro de tudo, de todas as atenções, de todos os cuidados, de todas as atrações.
Somos assim. Tudo de bom e do melhor, deve se encaminhado para a nossa pessoa. O resto, podemos até legar ao irmão.
Quer ver uma coisa?
Como são as nossas esmolas?
Damos uma nota de 20 reais ao mendigo que está com o estômago nas costas de tanta fome?
Colocamos na cesta da coleta uma nota de dez? de 50 reais?
Não! Geralmente colocamos umas moedinhas, aquelas que estão sobrando no bolso. E Jesus disse: Sede perfeitos como o Pai do Céu é perfeito!
Para chegarmos perto da perfeição, precisamos ser heróis, precisamos nos violentar, no sentido de deixar pra lá as ofensas dos nossos irmãos, e fazer as pazes com ele o quanto antes possível. Isto é, antes de morrermos. Enquanto estamos em viagem em direção ao Juízo Final. É bem verdade que muitos atritos com os irmãos, acontecem por causa da injustiça deles, e não necessariamente por nossa culpa.
Caríssimo leitor, prezada leitora.
Você está magoado com seu vizinho?
Com sua filha que lhe ofendeu?
Com seu filho que o magoou?
Com seu esposo que lhe traiu?
Com sua esposa?
E não está nem com um pouquinho de vontade de pedir desculpas?
Então, tá! Não peça! Não peça agora, hoje. Espere um pouco. Deixe passar o momento de raiva, reze, e aguarde que o próprio Jesus vai preparar um momento psicológico para vocês se reaproximarem um do outro. Mais fique ligado nesta oportunidade que virá. Enquanto isso vai abrandando a sua mente, peça a Deus a força do perdão, e não se martirize tanto. Atritos acontecem com pessoas que convivem. Pais, filhos, esposa, irmãos então é direto, por causa de ciúmes do carinho dos pais, e por causa dos talentos uns dos outros, e até pelo progresso pessoal de cada um.
Vamos perdoar para sermos perdoados, e então assim seremos santos um pouquinho como o Pai do Céu é Santo!

AMOR NÃO É AMIZADE…

Provavelmente todos nós achamos muito mais difícil amar os nossos inimigos porque confundimos amor com amizade, o que não é a mesma coisa, nem toda amizade acontece entre amigos, as vezes chamamos de amizade uma relação mais tranquila com as pessoas, são relações ocasionais, sem comprometimento algum de ambas as partes, se a relação for mais frequente poderá surgir uma grande amizade motivada pelo respeito e admiração que se nutre pelo outro. Mesmo assim não se trata de amor, logicamente costumamos dizer que amamos nossos amigos, mas nem todos com a mesma intensidade!
A amizade requer alguma exterioridade, algo em comum, gestos acenos, apertos de mão e em situações mais delicadas até um abraço… Ainda assim não é amor. O amor é algo presencial, nem sempre precisa ser manifestado porque existe concretamente no coração daquele que ama.
O amor existe, mesmo que não haja palavras ou manifestações afetivas e cordiais, o amor ás vezes é feito de silêncio, olhares, expressões, risos ou mesmo pranto. O amor é como o vapor de uma grande caldeira, se não houver uma válvula de escape, acabará explodindo. Por isso não existe amor fechado, em uma comunidade, em um casal, em uma família pois ele é envolvente e abrangente.
Deus não tem por nós uma simples amizade, e nem foi por pura amizade que o Senhor deu a sua vida por todos nós, mas por amor, não um amor que é manifestado por Ele quando nós correspondemos e somos bons, não um amor que tem sua razão de ser por causa de nossas “virtudes” e boas ações, aliás, Deus não teria nenhum motivo para nos amar. Mas trata-se de um amor que simplesmente nos ama. Deus é AMOR e fez de cada homem e cada mulher o objeto desse amor. Deus nos criou porque nos ama, e nos ama porque nos criou.
Só assim podemos compreender um pouco melhor o ensinamento de Jesus nesse evangelho, que desmonta a antiga forma de amor, que é manifestado sob condição e que exige uma correspondência “Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e perseguem”. Somente assim somos a imagem e semelhança de Deus, somente assim nos tornamos seus Filhos e Filhas.
Os cristãos que vivem em comunidade, são assim chamados a superar qualquer lei e obrigatoriedade sobre a ação de amar. Mais do que isso, são vocacionados a viver um amor sem medidas, o mesmo amor que levou Jesus á cruz do calvário, é o amor da esperança, o amor que teima em acreditar no Ser humano, porque ele é imagem e semelhança daquele que é o AMOR verdadeiro.

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

O cristão tem no amor sua fundamental dimensão e suprema exigência. Somente amando seremos o povo santo do Senhor e perfeitos como nosso Pai celeste.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

O salmista propõe felicidade a quem observar a lei ou a palavra do Senhor. O amor a todos, também aos inimigos, sedimenta o caminho da felicidade.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Salve, ó Cristo, imagem do Pai, a plena verdade nos comunicai! Eis o tempo de conversão, eis o dia da salvação (2Cor 6,2).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

A lei do Senhor é perfeita, conversão para a alma. O testemunho do Senhor é verdadeiro, sabedoria para os simples (Sl 18,8).

Antífona da comunhão

Sede perfeitos, diz o Senhor, como vosso Pai do céu é perfeito (Mt 5,48).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Convertei para vós, ó Pai, nossos corações, a fim de que, buscando sempre o único necessário e praticando as obras de caridade, nos dediquemos ao vosso culto. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, atendei a nossa súplica.

— Senhor, purificai e renovai vossa Igreja.
— Acolhei-nos sob a proteção da virgem Maria.
— Guiai as pessoas consagradas na busca da santidade.
— Ensinai-nos a superar o desamor pelos adversários.
— Tornai-nos fortes na busca do bem para todos.

Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:

Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.

Oração sobre as oferendas

Nós vos pedimos, ó Deus, que este santo sacrifício nos restaure e nos torne dignos dos seus frutos. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, auxiliai com vosso constante favor aos que alimentais pela eucaristia e acompanhai com a vossa graça os que formastes com celestes ensinamentos. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO

O Pentateuco ou os Livros da Lei

Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.

Gênesis (Gn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Êxodo (Ex)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Levítico (Lv)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Números (Nm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

22,23,24,25,26,27 (O nazireato)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Deuteronômio (Dt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

15,16,17,18,19,20 (Os profetas)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

    III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO

16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

15,16,17,18 (O escravo)

19,20 (Os primogênitos)

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Livros Históricos

Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.

Josué (Js)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Juízes (Jz)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Rute (Rt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Samuel (1Sm)

Cap 1

A infância de Samuel

9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)

19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)

Cap 2

1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)

Cap 4

A Arca nas mãos dos Filisteus

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Instituição da realeza

4,5,6,7 (O povo pede um rei)

10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)

Cap 9

1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)

17,18,19 (Saul encontra Samuel)

Cap 10

1 (A sagração de Saul)

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))

Cap 16

Saul e Davi — Davi na Corte

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)

Cap 17

32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)

40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)

Cap 18

6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)

Cap 19

1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

2 Samuel (2Sm)

Cap 1

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)

19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)

Cap 12

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)

16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)

Cap 13

Cap 14

Cap 15

13,14 (Fuga de Davi)

30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)

Cap 16

5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)

Cap 17

Cap 18

9,10,14 (Morte de Absalão)

24,25,30 (A notícia é levada a Davi)

Cap 19

1,2,3 (O sofrimento de Davi)

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

2,9 (O recenciamento do povo)

10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)

1 Reis (1Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)

22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)

30 (Oração pelo povo)

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)

Cap 11

4. As sombras do reinado

4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)

29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)

Cap 12

III. O cisma político e religioso

19 (A assembleia de Siquém)

26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)

Cap 13

33,34 (O homem de Deus e o profeta)

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

2 Reis (2Rs)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

1 Crônicas (1Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

2 Crônicas (2Cr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Esdras (Esd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Neemias (Ne)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tobias (Tb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Judite (Jt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Ester (Est)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

17 (Oração de Ester)

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1 Macabeus (1Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Macabeus (2Mc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais

Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.

Jó (Jó)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

1,2,3,4,6,7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Salmos (Sl)

Cap 1

1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)

Cap 2

Cap 3

2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11(10)

Cap 12(11)

2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)

Cap 13(12)

Cap 14(13)

Cap 15(14)

1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)

Cap 16(15)

Cap 17(16)

Cap 18(17)

31,47,50,5l (“Te Deum” real)

Cap 19(18)

8,9,10,15 (Iahweh, sol de justiça)

Cap 20(19)

Cap 21(20)

1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)

Cap 22(21)

Cap 23(22)

Cap 24(23)

7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)

Cap 25(24)

4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)

Cap 26(25)

Cap 27(26)

Cap 28(27)

Cap 29(28)

1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade)

Cap 30(29)

Cap 31(30)

Cap 32(31)

1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)

Cap 33(32)

Cap 34(33)

1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)

Cap 35(34)

Cap 36(35)

Cap 37(36)

5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)

Cap 38(37)

Cap 39(38)

Cap 40(39)

1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)

Cap 41(40)

1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)

Cap 42(41)

Cap 43(42)

Cap 44(43)

10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)

Cap 45(44)

Cap 46(45)

Cap 47(46)

Cap 48(47)

Cap 49(48)

Cap 50(49)

8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)

Cap 51(50)

1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)

Cap 52(51)

Cap 53(52)

Cap 54(53)

Cap 55(54)

7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)

Cap 56(55)

1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23

Cap 57(56)

1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)

Cap 58(57)

Cap 59(58)

Cap 60(59)

Cap 61(60)

Cap 62(61)

Cap 63(62)

Cap 64(61)

Cap 65(64)

Cap 66(65)

Cap 67(66)

1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)

Cap 68(67)

Cap 69(68)

Cap 70(69)

Cap 71(70)

Cap 72(71)

1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)

Cap 73(72)

Cap 74(73)

Cap 75(74)

Cap 76(75)

Cap 77(76)

Cap 78(77)

Cap 79(78)

Cap 80(79)

1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel)

Cap 81(80)

10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)

Cap 82(81)

Cap 83(82)

Cap 84(83)

3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)

Cap 85(84)

Cap 86(85)

1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)

Cap 87(86)

Cap 88(87)

Cap 89(88)

16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)

Cap 90(89)

Cap 91(90)

Cap 92(91)

Cap 93(92)

Cap 94(93)

12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)

Cap 95(94)

Cap 96(95)

1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)

Cap 97(96)

Cap 98(97)

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)

Cap 99(98)

Cap 100(99)

1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)

Cap 101(100)

Cap 102(101)

Cap 103(102)

Cap 104(103)

Cap 105(104)

Cap 106(105)

3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)

Cap 107(106)

Cap 108(107)

Cap 109(108)

Cap 110(109)

Cap 111(110)

Cap 112(111)

1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)

Cap 113(112)

Cap 114(111)

Cap 115(113)

Cap 116(115)

Cap 117(116)

1,2 (Convite ao louvor)

Cap 118(117)

Cap 119(118)

1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)

Cap 120(119)

Cap 121(120)

Cap 122(121)

Cap 123(121)

Cap 124(123)

Cap 125(124)

Cap 126(125)

Cap 127(126)

Cap 128(127)

Cap 129(128)

Cap 130(129)

1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.

Cap 131(130)

Cap 132(131)

6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)

Cap 133(132)

Cap 134(133)

Cap 135(134)

Cap 136(135)

Cap 137(136)

Cap 138(137)

1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)

Cap 139(138)

Cap 140(139)

Cap 141(140)

Cap 142(141)

Cap 143(142)

Cap 144(143)

1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)

Cap 145(144)

Cap 146(145)

Cap 147(146)

1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)

Cap 148

Cap 149

1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)

Cap 150

Provérbios (Pr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Eclesiastes (Coélet) (Ecl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cântico dos cânticos (Ct)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Sabedoria (Sb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Livros Proféticos

Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.

Isaías (Is)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)

Cap 43

18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)

22,24,25 (A ingratidão de Israel)

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Cap 53

Cap 54

Cap 55

10,11 (Convite final)

Cap 56

Cap 57

Cap 58

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)

13,14 (O sábado)

Cap 59

Cap 60

1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)

Cap 61

Cap 62

Cap 63

Cap 64

Cap 65

Cap 66

Jeremias (Jr)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Cap 49

Cap 50

Cap 51

Cap 52

Lamentações (Lm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Baruc (Br)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Ezequiel (Ez)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Cap 29

Cap 30

Cap 31

Cap 32

Cap 33

Cap 34

Cap 35

Cap 36

Cap 37

Cap 38

Cap 39

Cap 40

Cap 41

Cap 42

Cap 43

Cap 44

Cap 45

Cap 46

Cap 47

Cap 48

Daniel (Dn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Oséias (Os)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Joel (Jl)

Cap 1

Cap 2

12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)

Cap 3

Cap 4

Amós (Am)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Abdias (Ab)

Cap 1

Jonas (Jn)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)

Cap 4

Miquéias (Mq)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Naum (Na)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Habacuc (Hab)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Sofonias (Sf)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Ageu (Ag)

Cap 1

Cap 2

Zacarias (Zc)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Malaquias (Ml)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1,2,3,4

NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO

Livros Históricos

Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.

Mateus (Mt)

Cap 1

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)

Cap 6

7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)

Cap 7

7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)

12 (A regra de ouro)

Cap 8

Cap 9

14,15 (Discussão sobre o jejum)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

Cap 25

31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Marcos (Mc)

Cap 1

A preparação do ministério de Jesus

1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)

9,10,11 (Batismo de Jesus)

12,13 (Tentação no deserto)

14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)

16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)

21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)

29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)

32,33,34 (Diversas curas)

35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)

40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)

13,14 (Chamado de Levi)

15,16,17 (Refeição com os pecadores)

18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)

23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)

Cap 3

1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)

7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)

13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)

20,21 (Providências da família de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)

31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)

Cap 4

26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)

30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)

33,34 (Conclusão sobre as parábolas)

35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)

Cap 5

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)

21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)

Cap 6

1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)

14,15,16 (Herodes e Jesus)

17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)

30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)

53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)

Cap 7

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)

Viagens de Jesus fora da Galileia

24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)

31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)

Cap 8

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)

11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)

14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)

22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)

27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)

31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)

34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)

Cap 9

1 (Condições para seguir a Jesus)

2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)

9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)

30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)

33,34,35,36,37 (Quem é o maior)

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)

Lucas (Lc)

Cap 1

Cap 2

16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)

21 (Circuncisão de Jesus)

22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)

29,30,31,32 (O cântico de Simeão)

33,34,35 (Profecia de Simeão)

36,37,38 (Profecia de Ana)

39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

27,28 (Vocação de Levi)

29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)

Cap 11

29,30,31,32 (O sinal de Jonas)

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

Cap 23

Cap 24

João (Jo)

Cap 1

O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)

19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)

35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Atos dos Apóstolos (At)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)

Cap 23

Cap 24

Cap 25

Cap 26

Cap 27

Cap 28

Livros Didáticos

As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.

Romanos (Rm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

1 Coríntios (1Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

4. A fornicação

13,14,15,17,18,19,20

Cap 7

Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade

29,30,31,32,33,34,35

Cap 8

Cap 9

16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)

Cap 10

31,32,33 (Conclusão)

Cap 11

1

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

2 Coríntios (2Cor)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

20,21 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 6

1,2 (O exercício do ministério apostólico)

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Gálatas (Gl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

4,5,6,7 (Filiação Divina)

Cap 5

Cap 6

Efésios (Ef)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Filipenses (Fl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Colossenses (Cl)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

1 Tessalonicenses (1Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

2 Tessalonicenses (2Ts)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 Timóteo (1Tm)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

2 Timóteo (2Tm)

Cap 1

1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)

6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Tito (Tt)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Filemôn (Fm)

Cap 1

Hebreus (Hb)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Tiago (Tg)

Cap 1

1 (Endereço e saudação)

2,3,4 (O benefício das provações)

5,6,7,8 (A súplica confiante)

9,10,11 (O destino do rico)

12,13,14,15 (A provação)

16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)

Cap 2

1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)

14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)

13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)

Cap 4

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)

Cap 5

1 Pedro (1Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)

Cap 4

Cap 5

2 Pedro (2Pd)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

1 João (1Jo)

Cap 1

Cap 2

22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)

Viver como Filhos de Deus

29

Cap 3

1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)

11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)

Cap 4

Cap 5

5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)

Complementos

14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)

18,19,20,21 (Resumo da Epístola)

2 João (2Jo)

Cap 1

3 João (3Jo)

Cap 1

Judas (Jd)

Cap 1

O Livro Profético

Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.

Apocalipse (Ap)

Cap 1

Cap 2

Cap 3

Cap 4

Cap 5

Cap 6

Cap 7

Cap 8

Cap 9

Cap 10

Cap 11

Cap 12

Cap 13

Cap 14

Cap 15

Cap 16

Cap 17

Cap 18

Cap 19

Cap 20

Cap 21

Cap 22

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