LDP: 08/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA
08/Mar/2012 (quinta-feira)
LEITURAS
Jeremias 17,5-10 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)
5Isto diz o Senhor: “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; 6como os cardos no deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região salobra e desabitada. 7Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; 8é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca da umidade, e por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos. 9Em tudo é enganador o coração, e isto é incurável; quem poderá conhecê-lo? 10Eu sou o Senhor, que perscruto o coração e provo os sentimentos, que dou a cada qual conforme o seu proceder e conforme o fruto de suas obras”.
Salmo 1,1-2.3.4.6 (R. Sl 39,5a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)
— 39,5aÉ feliz quem a Deus se confia!
— 1Feliz é todo aquele que não anda conforme os conselhos dos perversos; que não entra no caminho dos malvados, nem junto aos zombadores vai sentar-se; 2mas encontra seu prazer na lei de Deus e a medita, dia e noite, sem cessar.
— 3Eis que ele é semelhante a uma árvore, que à beira da torrente está plantada; ela sempre dá seus frutos a seu tempo, e jamais as suas folhas vão murchar. Eis que tudo o que ele faz vai prosperar.
— 4Mas bem outra é a sorte dos perversos. Ao contrário, são iguais à palha seca espalhada e dispersada pelo vento. 6Pois Deus vigia o caminho dos eleitos, mas a estrada dos malvados leva à morte.
Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Lucas 16,19-31 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)
Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 19“Havia um homem rico, que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias. 20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão, à porta do rico. 21Ele queria matar a fome com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber suas feridas. 22Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão. Morreu também o rico e foi enterrado. 23Na região dos mortos, no meio dos tormentos, o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. 24Então gritou: ‘Pai Abraão, tem piedade de mim! Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas’. 25Mas Abraão respondeu: ‘Filho, lembra-te de que recebeste teus bens durante a vida e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és atormentado. 26E, além disso, há grande abismo entre nós: por mais que alguém desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam atravessar até nós’. 27O rico insistiu: ‘Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa de meu pai, 28porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham também eles para este lugar de tormento’. 29Mas Abraão respondeu: ‘Eles têm Moisés e os profetas, que os escutem!’ 30O rico insistiu: ‘Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter’. 31Mas Abraão lhe disse: ‘Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos’”.
COMENTÁRIOS
… Eu sou o CAMINHO …
Pergunto-me se não estou deixando o tempo passar, deixando a conversão para depois.
O bem-aventurado Alberione recebeu de Deus e comunicou à Família Paulina, o apelo de viver em “contínua conversão”.
“No exercício de nossa liberdade, às vezes recusamos essa vida nova (cf. Jo 5,40) ou não perseveramos no caminho (cf. Hb 3,12-14). Com o pecado, optamos por um caminho de morte. Por isso, o anúncio de Jesus sempre convoca à conversão, que nos faz participar do triunfo do Ressuscitado e inicia um caminho de transformação.” (DAp 351).
… a VERDADE …
Nesta parábola, que Jesus contou, está um forte apelo à conversão. Enquanto vivemos é tempo de conversão, mudança de vida, solidariedade, tempo de viver as propostas do Reino que é amor, perdão, justiça, fraternidade. Amanhã talvez, eu e você não tenhamos mais tempo. Depois da morte este tempo não existirá mais. E viveremos eternamente como fomos encontrados neste momento.
… e a VIDA …
Pai, não permitas que nada neste mundo me impeça de ver o sofrimento de meu próximo e fazer-me solidário com ele.
Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?
Meu olhar de contemplação é um olhar de conversão que cancela tudo aquilo que em minha vida é acomodação, indiferença, omissão, como evitar as pessoas que precisam de mim. Que Deus abençoe este meu propósito.
REFLEXÕES:
DESIGUALDADE INJUSTA
Nesta contundente parábola podemos ver uma das características fundamentais de Lucas: a denúncia da injusta divisão riqueza x pobreza na sociedade. Esta divisão fere frontalmente a proposta de Jesus para o Reino de Deus.
O contraste entre a fartura do rico e a situação extremamente precária do pobre é apresentado de maneira bem realista. Na situação pós-morte de ambos, de imediato o rico está entre tormentos e o pobre é levado pelos anjos para a glória de Deus. É a expressão da morte no apego à riqueza e aos bens e o gozo da vida nos valores do Reino de Deus.
É pela conversão que se elimina o abismo que separa os ricos dos pobres, a partir do seguimento de Jesus, Filho de Deus, doador da vida eterna.
PODE-SE CONVERTER ENQUANTO SE VIVE
O tempo santo da quaresma é tempo de conversão. Quando falamos de conversão, precisamos pensar antes de tudo nas suas motivações, pois delas depende a sua perseverança. O Evangelho de hoje nos mostra um dos principais elementos que devemos levar em consideração no que diz respeito à motivação para a conversão que é a questão dos valores. Para o homem rico, os valores fundamentais eram a quantidade de bens materiais e os prazeres do mundo. De nada lhe adiantaram Moisés e os Profetas porque, como não havia comunhão de valores, estes se tornaram discursos vazios e a religião foi reduzida a ritualismos. Nesta quaresma, precisamos assumir como próprios de todos nós os valores do Evangelho para que de fato nos convertamos.
O EGOÍSMO PUNIDO
A visão estreita da pessoa egoísta não lhe permite ir muito além do limitado círculo de seus interesses. Vive fechada em seu pequeno mundo, cultivando seus projetos mesquinhos. O sofrimento e as necessidades dos outros são, para ela, coisa sem nenhuma importância. O “outro” não existe!
A desventura dos egoístas consiste em não perceber que estão construindo sua própria condenação. Recusar-se a viver em comunhão com o próximo revela uma recusa mais fundamental: a de viver em comunhão com Deus. Idolatrando os bens deste mundo, acreditam ser supérflua a presença de Deus em suas vidas. Na raiz da incapacidade de fazer-se servidor, numa atitude de generosidade e desprendimento, está a perigosa pretensão de ocupar o lugar reservado unicamente a Deus. Sua autossuficiência leva-os a prescindir do Criador, e a recusar-se a recorrer a ele. Em suma, fecham as portas para a sua salvação.
Engana-se quem conta com uma segunda possibilidade de alcançar a salvação. Quando o rico da parábola, naquele lugar de tormento dá-se conta de sua insensatez, pretende que Deus mande alguém para advertir seus cinco irmãos, a fim de que não tenham sorte semelhante. Seu pedido, porém, não é aceito.
A história humana está repleta de apelos ao amor e ao serviço. Basta um pouco de atenção e disponibilidade para escolhermos este caminho exigente. Caso contrário, só nos restará um castigo inadiável.
QUEM NÃO TEM FÉ EM DEUS NÃO RECONHECERÁ SEUS MILAGRES
A parábola que o Evangelho nos traz [Lc 16,19-31] não visa tratar sobre a caridade ou a falta dela, não diz que o rico negava esmolas a Lázaro. Talvez, até ignorasse a presença dele junto de sua casa, fechado como estava em seu bem-estar, o qual não lhe permitia perceber problemas alheios. Pode ser até que pensasse, como, às vezes, dizem por aí: “Cada um por si e Deus por todos”.
Jesus quer chamar a atenção não somente para a necessidade de amarmos o próximo, mas para a importância das situações. Uma condição de poder e prazer pode insensibilizar a mente, tornando-a indiferente às necessidades dos outros; pode fechar a porta do céu – tirando a fome da vida eterna – se a pessoa já se julga satisfeita com seus bens.
A riqueza honesta não é má nem condenável, assim como a pobreza não é garantia de salvação. Mas ambas suscitam atitudes éticas que podem facilitar ou dificultar a procura por Deus. É para isto que Jesus quer despertar os cristãos nesta parábola.
A situação cômoda em que se encontram os ricos pode diminuir o zelo pelas necessidades dos pobres e excluídos da nossa sociedade.
Jesus chama os pobres – aqueles que choram, têm fome e sede – de bem-aventurados; não por causa da pobreza como tal, mas pela atitude ética da fé e do amor ao próximo que essa pobreza preserva ou suscita. E chama os ricos de infelizes (Lc 6,24-26), não por causa da riqueza como tal, mas porque esta pode fazer “murchar” a fé e o senso da vida futura.
O rico morreu sem fome física e espiritual, por isso nada mais esperava encontrar na eternidade, satisfeito que estava em seu bem-estar terreno. Já Lázaro, que teve fome física e doenças, tinha esperança de uma realidade melhor do que a vida terrestre. No além, a fome material e espiritual de Lázaro foi saciada, ao passo que, no rico, ela não existia.
Alguém pode ser rico, mas ter um coração de pobre por cultivar o desapego, a humildade e a caridade. Assim como alguém pode ser pobre, mas ter um coração de rico, ou seja, sem caridade nem humildade. Lázaro era pobre na terra. Abraão era rico. Mas ambos tiveram a mesma sorte final, porque, em circunstâncias diferentes, tiveram o mesmo amor a Deus e o mesmo desprendimento dos bens terrenos.
A parábola nos lembra de que o céu e o inferno começam no nosso dia a dia, pois nele não nos faltam fatos, acontecimentos nem coisas diárias que sejam objetos de santificação. A fé descobre, na vida diária, sinais de Deus, pois não vivemos de milagres, mas do dia a dia. É nele que devemos encontrar a vida de santificação. Muitos procuram sinais e milagres, mas dizem que, se o Senhor se fizesse “mais sensível” e lhes desse um sinal, seriam mais fervorosos. Isso é pura ilusão, meu irmão! Quem não tem fé nos dons cotidianos do Senhor encontrará razões falsas para não reconhecer os Seus milagres.
Abraão diz ao homem rico que quem não tem a fé viva rejeitará os sinais mais significativos. Na verdade, Lázaro – irmão de Marta e Maria – e o próprio Jesus haviam de ressuscitar dentre os mortos e aparecer aos judeus, mas nem assim estes se deixaram convencer.
Abraão diz existir um grande abismo entre o céu e o inferno. Ele fala que apenas na vida terrestre podemos nos converter. O tempo da conversão é hoje e agora. A morte nos estabelece uma condição definitiva: o céu para sempre ou o inferno para sempre.
Esta parábola nos leva a concluir que, quando nós deixarmos este mundo, receberemos uma sentença. Veja que Lázaro foi levado ao “seio de Abraão” e o rico aos tormentos do inferno. Isso pressupõe uma sentença de Deus logo após a nossa morte, e essa é definitiva, pois o mau não pode passar para o lugar do justo nem vice-versa. Eu já fiz a minha opção: quero ir para o “seio de Abraão”.
E você?
Para onde quer ir?
ERGUEU OS OLHOS
Como o rico que amava a vida de prazeres,
Eu amei os prazeres efémeros,
Com este meu corpo animal,
Nos prazeres insensatos. […]
E, de tantas benfeitorias
Que me deste gratuitamente,
Não Te devolvi o dízimo
Que de Ti tinha recebido.
Mas tudo o que estava sob o meu teto
Feito de terra, ar e mar,
As Tuas benfeitorias inumeráveis,
Pensava que eram propriedade minha.
De tudo isso nada dei ao pobre
E para as suas necessidades nada pus de lado:
Nem comida, para o esfomeado
Nem roupa, para o corpo nu.
Nem abrigo, para o indigente,
Nem morada, para o hóspede estrangeiro,
Nem visitei os doentes,
Nem cuidei dos prisioneiros (cf Mt 25,31ss).
Não me entristeci com a tristeza
Do homem triste, por causa do que lhe pesava;
Nem partilhei a alegria do homem feliz
Mas ardi de inveja dele.
Todos eles são outros Lázaros […]
Que jazem à minha porta. […]
Quanto a mim, surdo ao seu apelo,
Não lhes dei as migalhas da minha mesa. […]
Lá fora, pelo menos, os cães da Tua lei
Consolavam-nos com a língua;
E eu, que ouvia o Teu mandamento,
Com a língua feri aquele que se Te assemelhava (cf. Mt 25,45). […]
Mas dá-me aqui na terra arrependimento,
Para que faça penitência pelos meus pecados. […]
Para que as minhas lágrimas parem
A fornalha ardente e as suas chamas. […]
E, em vez da conduta de um homem sem misericórdia,
Estabelece, no mais fundo de mim, a piedade misericordiosa,
Para que, ao praticar a misericórdia com o pobre,
Eu possa obter misericórdia.
SE NÃO ESCUTAM A MOISÉS, NEM AOS PROFETAS, MESMO SE ALGUÉM RESSUSCITAR DOS MORTOS, NÃO ACREDITARÃO
Hoje, o Evangelho é uma parábola que nos descobre as realidades do homem depois da sua morte. Jesus fala-nos do prêmio ou do castigo que obteremos de acordo com o nosso comportamento.
O contraste entre o rico e o pobre é muito forte. O luxo e a indiferença do rico; a situação patética de Lázaro, com os cães a lamber-lhe as feridas (cf. Lc 16,19-21). Tudo isso tem um grande realismo e permite que entremos na cena.
Podemos pensar: onde estaria eu se fosse um dos protagonistas desta parábola?
A nossa sociedade recorda-nos, constantemente, como devemos viver bem, com conforto e bem-estar contentes e sem preocupações. Viver para nós próprios, sem nos preocupamos com os outros, ou preocupando-nos apenas o necessário para que a nossa consciência fique tranquila, mas não com um sentido de justiça, amor ou solidariedade.
Hoje se apresenta a necessidade de ouvir a Deus nesta vida, de nos convertermos nela e de aproveitarmos o tempo que Ele nos concede. Deus pede contas. Nesta vida jogamos a vida.
Jesus deixa clara a existência do inferno e descreve algumas das suas características: a pena que sofrem os sentidos – “Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua, porque sofro muito nestas chamas” (Lc 16,24) – e a sua eternidade – “há um grande abismo entre nós” (Lc 16,26).
São Gregório Magno diz-nos que “se dizem todas estas coisas para que ninguém possa desculpar-se por causa da sua ignorância”. Há que despojar-se do homem velho e ser livre para poder amar o próximo. É necessário responder ao sofrimento dos pobres, dos doentes ou dos abandonados. Seria bom que recordássemos esta parábola com frequência para que nos tornemos mais responsáveis pela nossa vida. A todos chegará o momento da morte. E temos que estar sempre preparados, porque um dia seremos julgados.
UM ABISMO SOCIAL ENTRE RICOS E POBRES
Bom dia!
Uma reflexão imediata:
1) Somos presos aos milagres extraordinários e por vezes, deixamos de ver os ordinários que acontecem a todo o momento;
2) A parábola contada por Jesus é mais pura verdade;
3) Que também existem pessoas que não acreditam em NADA, mesmo que vejam. “Se eles não escutarem Moisés nem os profetas, não crerão, mesmo que alguém ressuscite.”
Que dilema!
Como sabemos, em toda sociedade existe um abismo social entre ricos e pobres. Uma coisa os afasta e também uma coisa os nivela – Interesses e a Morte.
Jesus não demonstra em nenhum momento não ter interesse pelos ricos, mas que seus interesses muitas vezes os afastam Dele.
Quantas pessoas ainda hoje vivem uma vida cômoda em virtude de falcatruas, roubos, sonegação de impostos?
Quantas pessoas têm uma vida repleta de equívocos profissionais como lucro abusivo, estelionato e vantagens ilícitas e mesmo assim se põe a frente de movimentos, pastorais e lideranças?
Não é um grande paradoxo?
Como podemos servir a dois senhores?
Em muitos momentos dos evangelhos, Jesus deixa claro que nos conhece bem e nada fica oculto ao seu olhar. Nesse evangelho de hoje em especial Ele deixa claro seu amor, no entanto há uma triste sentença para aqueles que se enganam. A verdade aparecerá com o tempo.
Um pensamento: Nossa vida é engraçada. Até nossas células ao serem formadas disparam um mecanismo de quanto tempo viverão ou por quantas vezes se duplicarão. Sabemos também que casualidades podem encurtar esse tempo.
Se, no fim, nos nivelaremos através da morte, por que então passamos boa parte do tempo tendo atitudes egoístas ou presas a coisas e não as pessoas?
“(…) Exorta os ricos deste mundo a que não sejam orgulhosos nem ponham sua esperança nas riquezas volúveis, mas em Deus, que nos dá abundantemente todas as coisas para delas fruirmos. Que pratiquem o bem, se enriqueçam de boas obras, sejam generosos, comunicativos, ajuntem um tesouro sólido e excelente para seu futuro, a fim de conquistarem a verdadeira vida”. (I Timóteo 6, 17-19)
Por favor, não se vangloriem os que passam dificuldade financeira, os pobres, os sofredores por estarem à frente dos ricos.
Quantas pessoas também passam fome porque querem?
Concordo que talvez FALTEM EMPREGOS, mas NUNCA FALTARÁ TRABALHO. Vejo mulheres mandando a frente seus filhos para pedir comida, mas não se habilitam a trabalhar uma manhã pelo que receberá.
Quantos pais ficam em casa, no entanto põe seus filhos para vender balas ou fazer malabares em semáforos?
Ficamos entusiasmados quando um prêmio de Mega Sena acumula. Imaginamos mudar de situação e de vida; esperamos com muita atenção o resultado de uma Telesena; esperamos algo mágico ou extraordinário que mude nossa vida e que DE PREFERÊNCIA VENHA COM POUCO OU MÍNIMO ESFORÇO. (hunf) Somos na maioria pobres de espírito. Somos aqueles de qual falei que valorizam os extraordinários e desprezam os ordinários.
Gostava muito de assistir ao final de uma das novela das oito quando em depoimentos pessoas que encontraram o verdadeiro tesouro que enriquece a alma – a felicidade. São pessoas, como o rico do evangelho de hoje, que só descobriram o quanto eram felizes depois que a vida os privou de algo; ou pessoas de atitudes medíocres que tiveram que crescer para superar uma grande dificuldade e agora colhem os louros da vitória. Seus relatos de vida são um grande paradoxo com que esse mundo valoriza: O QUE É MELHOR, O MAIS BELO, O MAIS CARO, O MAIS RICO, O QUE TEM MAIS…
Lembre-se: O que de fato separa “ricos” e “pobres” do coração de Jesus é o interesse que cada um tem.
Nunca é tarde para recomeçar e mudar as atitudes de hoje!
Um imenso abraço fraterno!
NINGUÉM É TÃO POBRE QUE NÃO POSSUA NADA PARA DAR NEM IGUALMENTE É TÃO RICO QUE NÃO NECESSITE PARTILHAR COM ALGUÉM A SUA RIQUEZA
A parábola do rico e do Lázaro nos mostra uma situação, ainda hoje, persistente dentro da nossa realidade de vida. Por isso, ela deve ser tema para a nossa reflexão neste tempo da Quaresma. A conjuntura do rico e do Lázaro nos dá uma amostra do julgamento de Deus. Aqui na terra nós recebemos as condições para nos apropriarmos dos “terrenos do céu”. Há, porém, uma condição imprescindível: a de partilharmos os nossos bens e dons dos nossos “terrenos da terra” com os outros moradores. Ninguém é tão pobre que não possua nada para dar nem igualmente é tão rico que não necessite partilhar com alguém a sua riqueza.
Jesus nos fala que o rico recebe os bens durante a vida e o pobre, os males, mas que na outra vida dar-se-á o contrário. Contudo, precisamos ter em mente que, ser rico, em si não é um mal. O mal é quando queremos ter tudo só para nós e desprezamos àqueles que vivem à nossa porta implorando por migalhas, porque não possuem o suficiente para viverem com dignidade. Não obstante sabermos que o próprio Jesus em outra passagem nos diz que “sempre tereis convosco os pobres” (Jo 12, 8a), a sua existência é uma chance que Deus dá ao rico para bem empregar os seus bens e assim poder obter ainda muito mais para ajudar a quem precisa.
Isto, é uma questão de sobrevivência e uma lei natural da vida: é dando que se recebe, é no esquecimento de nós mesmos que nos encontramos. Nunca se ouviu dizer que alguém ficou pobre porque ajudou a outrem, no entanto, sabemos que muitos chegam à ruína porque empregaram mal a sua fortuna. Jesus também nos mostra a perspectiva da eternidade para o rico avarento e o pobre humilhado: para o primeiro a região dos mortos que é a ausência de Deus e para o segundo, o seio de Abraão, isto é, a presença de Deus e o consolo para as suas dores.
A mensagem final do Evangelho nos faz refletir no tempo atual da nossa vida quando temos a oportunidade de pôr em prática todos os ensinamentos de Jesus a fim de não termos a mesma sorte dos mesquinhos, assim como também a responsabilidade que nós temos de abrir os olhos das pessoas da nossa família que ainda não acolheram Jesus como Salvador. Reflita:
Quais os bens que você tem recebido na vida?
Como é a sua vida: você tem recebido mais bens ou mais feridas?
Existe alguém na sua porta, ferido, chagado e faminto que precisa de um pouquinho do que você possui?
Pense nisso!
Amém!
Abraço carinhoso.
QUARESMA É A CONFIANÇA EM DEUS
O tema desta quinta-feira da 2ª semana da Quaresma é a confiança em Deus. “Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor;”. A pergunta que não quer calar:
MAS SERÁ QUE EXISTE GENTE ASSIM?
Quanto a isso os noticiários hodiernos e quotidianos não deixam dúvida: por dinheiro há quem não titubeie um segundo em disparar contra o semelhante. Por dinheiro há quem venda facilmente seu corpo. Pelo maldito deus mamon (dinheiro) há quem calunia o próximo; pelo maldito dinheiro há filhos matando os pais… e por aí afora…
O profeta Jeremias, cujo primeiro versículo, do texto de hoje, referimos acima, diz no versículo 7: “Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o Senhor; é como a árvore plantada junto às águas, que estende as raízes em busca da umidade, e por isso não teme a chegada do calor: sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa de dar frutos”. O autor do 1º salmo retoma esse texto de Jeremias logo no início do seu belo texto sapiencial: ele mostra que os justos não aderem de maneira alguma à ordem social perversa, promovida pelos injustos. Ao contrário meditam dia e noite nas leis do Senhor Deus; e isso é o caminho da realização e da felicidade! Os justos põem seu coração em Deus; esse é seu tesouro. Porém, como lembra a bíblia, quem põe seu coração no tesouro se engana e não encontra Deus (cf. Mateus 6,21). Miley Cirus, numa canção que uma imensa juventude está ouvindo, se pergunta: “De quem é meu coração”? Como a “coitadinha” não sabe, não sou eu quem lhe vai dizer… Infelizmente, temo que protagonize um estilo de uma imensa faixa da juventude que se perde… Acredito que precisamos rezar por tantos que não rezam: e aí está o perigo! Não posso confiar numa pessoa que não reze! A experiência com médicos já me é suficiente para saber bem disso!
Nosso coração é muito disputado! Ciência, tecnologias, etc. Coloquemos nossa confiança, porém, naquele que realmente participa de nossa humanidade: JESUS CRISTO! Somente ele pode renovar todas as coisas e transformá-las. Pois Ele é o único caminho para a vida em plenitude. Neste Dia Internacional da Mulher “contemplemos” este dom de Deus: para dar-lhe graças, por umas que são benditas e outras que jazem à sombra da morte… ou à míngua da falta de cuidado e atenção das classes dominantes e maus governos…
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
PODE-SE CONVERTER ENQUANTO SE VIVE
No Evangelho de hoje Lucas nos chama atenção para a conversão enquanto é tempo. Não basta viver bem, ter tudo aos pés, esbanjar luxúrias na vida terrena, pois o importante está no encontro com Deus. Neste momento teremos de prestar contas de tudo que fizemos, caso não observamos os ensinamentos de Jesus e não praticamos com equidade a justiça, sofreremos muito no mundo dos mortos.
As tentações do mundo moderno nos embebedam das facilidades e das usuras disponíveis a fim de nos ostentar de poderes perante outros víveres. Colocam-nos à prova a todo instante e nos cobram discernimento quantitativo, ou seja, temos que apresentar bem para a sociedade esbanjando penduricalhos caros e variados. Desse modo, o sistema aplaude seu jeito de viver por abraçar a lógica que fossiliza as relações sociais.
Quem não consegue acompanhar as regras do sistema operante fica isolado, não consegue envolver com ações concretas na sociedade. Marginaliza-se. Distante das mesas de reuniões, onde tudo é colocado a bel-prazer dos protagonistas, os insolentes, como são chamados pelas raposas, encolhem em submissão eterna.
As sobras das mesas dos poderosos, portanto, alimentam legiões de desamparados. Aproveitam-se das migalhas dispensadas para continuar respirando. Não fazem muita questão da qualidade do espólio, para tanto, alimentar-se é primordial na dura batalha diária.
Enquanto o homem rico desfrutava da riqueza acumulada, o pobre Lázaro permanecia na pobreza. Sua vida consistia na miséria provocada pela insensatez do homem rico. Sobrevivia ao tempo terreno na misericórdia de Deus. Lázaro aguardava pacientemente a revelação da justiça.
Justiça foi uma das palavras que Jesus mais usou nos diálogos com seus discípulos e amigos. Ela transcende o olhar na cumplicidade entre irmãos, acolhe com vigor as diferenças e respeita os pormenores das pessoas. Viver sob a justiça aumenta a capacidade de olhar ao redor com intuito de consolidar a paz e a fraternidade.
Para o homem rico do Evangelho faltou à justiça. Foi arrogante com os irmãos. Não prestou atenção nas maravilhas que Deus colocou diante de si. Relutou para si todo o poder. Contudo usou o privilégio para massacrar os servos de Deus. Ou seja, deu aos pequenos somente o dispensado de sua farta mesa.
Diante de Deus o homem rico sucumbiu pelas suas práticas. Não conseguiu a salvação no primeiro estágio, foi preciso purificar no mundo dos mortos. Pediu socorro a Lázaro e aos homens de Deus, mas não foi atendido. Tudo que construiu distanciou da salvação. Agora seu mundo não faz parte do mundo bondoso.
A lição do Evangelho é primordial. Jamais poderemos esquecer de que a justiça fundamenta a nossa prática, porém se não consigamos desprender do mundo cobiçado, faz-se necessário a conversão enquanto é tempo. Mudar de atitude, viver as glórias de Deus, compartilhar aquilo que gratuitamente recebemos do Criador. Viver na paz do Cristo Ressuscitado.
Enfim, aprendemos a amar a todos sem distinção de raça, credo ou posição social. Está foi a prática de Jesus. Sua vida terrena foi um exemplo peculiar. Assim, a cada ação feita de coração voltada para a vida e as necessidades básicas de todas as pessoas, nossa salvação vai sendo construída no céu. Caro leitor, vivamos o espírito fraterno aqui na terra para continuarmos ao lado do Criador. Que assim seja, amém!
Felicidades e um forte abraço.
O RICO E O POBRE
Recebeste teus bens durante a vida e Lázaro os males. Agora ele encontra, aqui, consolo e tu és atormentado.
Este Evangelho nos traz a parábola do rico e do Lázaro, aquele homem rico que se banqueteava todos os dias, sem nem ligar para o pobre Lázaro que ficava sentado no chão, à sua porta, querendo matar a fome com as sobras que caiam da mesa do rico.
Certamente lhe davam algumas migalhas, mas isso não foi suficiente para o rico entrar no céu. Na outra vida, Lázaro foi para o céu e o rico foi para o inferno.
Além disso, a situação se inverteu: Lázaro tem nome, o rico não. Lázaro tem advogado (Abraão), o rico não. Lázaro é cidadão, o rico é excluído.
O rico faz três pedidos, que lhe são negados:
1) “Molhar a ponta do dedo para lhe refrescar a língua.” Resposta: Recebeste teus bens na terra e Lázaro os males; agora ele encontra consolo e tu és atormentado. Além disso, há um abismo intransponível entre nós.
2) “Mande Lázaro à casa de meu pai, alertar meus cinco irmãos…” Resposta: Eles têm lá Moisés e os profetas, e os escutem!
3) “Não, pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se converter.” Resposta: Se não escutam a Moisés e aos profetas, eles não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos.
O nosso amor aos pobres é necessário para entrarmos no céu. Mas deve ser um amor prático, manifestado em obras de ajuda e de partilha do que temos. Em resumo, ver o necessitado como nosso irmão, nossa irmã.
Apesar desta clareza, alguns ainda têm dúvida sobre o caminho para entrarmos no céu!
A nossa sociedade é parecida com a casa daquele rico: o povo usa todo tipo de segurança para se prevenir dos Lázaros: chaves, portões eletrônicos, cães bravos, polícia, condomínios fechados. Ela quer os Lázaros bem distantes, para não vê-los. Assim, nem as migalhas eles ganham.
Vendo isso, os jovens, a nova geração que se prepara para entrar nessa sociedade, se revolta e parte para a droga ou a delinquência.
“Moisés e os profetas”, lembrados por Abraão ao rico, são a Sagrada Escritura (Moisés) e os pastores da santa Igreja (profetas). Nós damos pouco valor à Palavra de Deus; entra por um ouvido e sai pelo outro. Moisés e os profetas são os últimos alertas de Deus a nós. A sua próxima manifestação a nós será no Juízo Final.
Quaresma. As festas litúrgicas não são simples recordações de fatos passados, como bodas de prata ou de ouro, celebração de aniversário etc. Na festa litúrgica o fato celebrado acontece de novo agora, em seus efeitos. Na celebração da páscoa – a passagem de Jesus da morte para a vida – todos os seus frutos salvíficos se derramam sobre a Assembleia cristã que a celebra. A celebração repete-se todos os anos porque cada ano a nossa situação é diferente e há nova necessidade de conversão. Daí a necessidade da preparação, para que a nossa páscoa vá além do ovo de páscoa.
A quaresma teve sua origem na preparação dos catecúmenos para o batismo, celebrado no sábado santo. A preparação foi estendida a todos os cristãos, a fim de reassumirmos os compromissos do nosso batismo.
Certa vez, um homem, depois de muita luta, conseguiu ficar rico: casa boa, carro bom, filhos na faculdade e vários imóveis alugados rendendo o suficiente para ele viver.
Mas o anjo da morte apareceu para ele e disse: “Vim buscar você”. Ele respondeu: “Ah, sr. anjo! Bem agora que eu ia começar a viver uma vida mais tranquila! Deixe-me viver pelo menos mais três anos.” O anjo respondeu: “Não”. O homem insistiu: “Por favor, sr. anjo, então me deixe viver apenas mais três dias! O anjo respondeu: “Também não”. “E três minutos de vida, o sr. me dá?” O anjo concordou.
Nesses três minutos o homem pegou um pincel e escreveu a seguinte frase: “Não seja bobo, empregue bem a sua vida!”
Jesus contou uma história bem parecida com essa, que está em Lc 12,16-21. Aquela homem que teve uma grande colheita, construiu novos celeiros e disse para si mesmo: “Agora vou comer, beber, gozar a vida”. Mas Deus lhe disse: “Tolo! Ainda nesta noite, sua vida será retirada”.
Maria Santíssima era bastante sensível aos pobres e necessitados do seu tempo. Socorreu os noivos, ajudou a prima necessitada… e uma das páginas mais veementes da Bíblia sobre este assunto é o seu hino Magnificat. Que ela nos ajude neste tempo de conversão!
Recebeste teus bens durante a vida e Lázaro os males. Agora ele encontra, aqui, consolo e tu és atormentado.
IGNORAR UM POBRE, É IGNORAR O PRÓPRIO JESUS!
Quaresma, tempo de oração, de jejum e penitencia!
Hoje, a igreja pensa o jejum, olhando para milhões de cristãos que fazem um jejum forçado pelas condições de uma pobreza e de uma vergonhosa miséria a que são submetidos, consequência da ganância de uns poucos.
O tema da campanha da fraternidade deste ano, nos convida a refletir sobre o descaso de nossos governantes sobre a Saúde Pública: um direito de todos. “A FRATERNIDADE E A SAÚDE PÚBLICA”. LEMA: “QUE A SAÚDE SE DIFUNDA SOBRE A TERRA”. Como cristãos, não podemos nos calar diante de tantas injustiças.
O espírito da quaresma deve também nos levar a rezar e a dinamizar a justiça e a defesa dos direitos de todos, no campo da saúde.
Com a parábola do rico e do Lázaro (pobre), narrada no Evangelho de hoje, Jesus nos alerta sobre o cuidado que devemos ter com os pobres: os prediletos do Pai!
Jesus é muito claro; temos que ter um olhar sensível, diferente, para com os nossos irmãos que sofrem. Não podemos ignorar a dura realidade de muitos, fazendo de conta que está tudo bem, que a desigualdade não existe.
Jesus dá um recado direto para quem não se comove com o sofrimento do outro, nos deixando bem claro que não adianta apenas comover, a nossa compaixão deve ser acompanhada de gestos concretos.
Podemos perceber nesta parábola, que o rico não maltratava o Lázaro, simplesmente o ignorava por isto a sua condenação não aconteceu pelo fato dele ser rico, mas pelo bem que ele poderia ter feito por aquele pobre, e não fez!
O conceito de pobre e rico para Jesus é diferente do nosso, para nós, pobre é aquele que não tem dinheiro e o rico, aquele que tem muito dinheiro. Para Jesus, o podre é também aquele que mesmo tendo bens materiais, partilha a sua vida com o outro, que se sente dependente de Deus se esvaziando de si mesmo para abrir-se a graça de Deus, e o rico, é todo aquele que acumula bens, que se fecha em si mesmo, que não se abre a graça de Deus! Por tanto, aos olhos de Jesus, existem pobres de bens materiais que são ricos em ganância e soberba e ricos que não são escravos do dinheiro, que têm espírito cristão, que são pobre de espírito.
Podemos comparar o rico desta historia, com a nata da sociedade de hoje, nossos governantes, os responsáveis pela distribuição de renda e também, com os cristãos que mesmo não sendo da alta sociedade, não tem compromisso com o evangelho, ignorando o que é de mais precioso para Deus: os pequeninos, os pobres!
O Lázaro representa o povo ignorado, sofrido e oprimido. Existem muitos Lázaros espalhados pelo mundo afora, passando fome, sedentos de amor, morrendo nas portas dos hospitais sem atendimento médico, sob os olhares insensíveis daqueles que poderiam encontrar soluções para seus problemas.
Outra coisa que deve chamar a nossa atenção é que Lázaro, mesmo sendo pobre, doente, não reclamava da vida, pois tinha confiança na promessa de Deus!
Jesus diz claramente que é impossível transpor o abismo que separa o inferno do paraíso. A ponte que torna possível a travessia para o céu, deve ser construída aqui na terra, através de nossas ações, depois que partirmos deste mundo será tarde demais!
Se queremos ajudar um pobre, não precisamos esperar que ele venha até a nós, a exemplo de Jesus, devemos ir até a ele, certificar de suas necessidades. É importante ouvi-lo, conhecer um pouco da sua historia, demonstrar interesse por ele, tentar encontrar um meio para ajudá-lo a se levantar e a caminhar com suas próprias pernas, às vezes, a sua fome maior, nem é de pão, é fome de amor!
No nosso julgamento final, não seremos cobrados pelo o que fizemos, e sim, pelo bem que deixamos de fazer! Mt – 25,35-36.
No pobre está estampado o semblante de Jesus!
Ignorá-lo, é ignorar o próprio Jesus!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
O RICO E O POBRE LÁZARO
No mundo de hoje temos muitos ricos que comem em restaurantes de luxo, que moram em condomínios de altíssimo luxo, que às vezes estão situados perto ou ao lado de grandes favelas onde moram os desprezados, excluídos, aqueles que não podendo comprar as coisas que os comerciais mandam comprar, lançam mão da violência para conseguir dinheiro.
Nessas favelas se instalam o poder paralelo, que é uma tentativa de equilibrar a convivência social, a qual possui um injusto esquema de distribuição da renda nacional.
Segundo a liturgia de hoje, os pobres, os famintos, os que não têm assistência médica, serão compensados com o prêmio da vida eterna. Ao contrário, como já tiveram de tudo nesta vida terrena, os ricos não terão mais nada a receber na outra vida, além de tormentos e fogo eterno.
Ser rico não é pecado em sim. O problema da riqueza reside no fato do rico não se importar com os pobres. Pelo contrário, para eles, os pobres são todos burros e incompetentes. Pois se no mundo há tanta riqueza, é só ser espertos e pegá-las como eles o fazem.
Sabe por que Jesus disse que é mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no Reino do Céu?
É porque o rico não é caridoso. Ele não dá esmola, não tem pena dos necessitados e não mata a fome do faminto. Aliás, para se tirar um centavo de um rico é a coisa mais difícil. Quem lhes presta serviços ou lhes vendem alguma coisa, é que sabem muito bem disso.
O rico só esbanja dinheiro sem piedade quando é para fazer demonstração de poder aos outros ricos, principalmente àqueles que lhes são rivais economicamente. É o caso das suas pomposas festas. Fora disso, eles pechincham ao comprar, buscam o menor preço, e custam muito para pagar o que devem.
Porém, o rico tem um grande ponto fraco. Ele precisa do pobre.
Quem vai lavar a sua privada?
Quem vai fazer a sua comida, lavar a sua roupa, varrer a sua casa, proteger a sua propriedade?
É o pobre. Assim, o pobre completa o rico. Ele não vive sem o fraco, aquele que precisa se sujeitar a fazer o serviço sujo, para ganhar o pão de cada dia.
Mais por incrível que pareça, existem ricos católicos, ricos caridosos, que são capazes de fazer suculentas doações aos padres, e não fazem a menor questão de serem agradecidos publicamente. Ricos que se compadecem do sofrimento dos seus empregados e até dos seus familiares. Tais ricos são adorados pelos que sempre são socorridos por sua clemência. Ricos de bom coração, que às vezes com um semblante de cara fechada, e de poucos amigos, no fundo são pessoas muito caridosas. São muito poucos, mais existem. Procurem por eles. Sua grande característica é aquele jeitão de ruim, carrancudos, mas é para esconder o seu bom coração, senão terá de dar dinheiro a todos os pobres. Kkkkk
Seja rico no Reino dos Céus. Acumule tesouros no Céu, onde a traça não come e os ladrões não roubem! Amém.
PAI ABRAÃO COMPADECE-TE DE MIM…
Parece que Lucas pegou pesado contra o tal do Homem rico nesse evangelho, a súplica do mesmo pedindo compaixão do Pai Abraão, é algo inconcebível.
Quem já viu rico pedir compaixão?
Jamais, pois o dinheiro compra tudo e o rico não tem necessidade de nada… Mas vamos para mais um exagero de Lucas, “Manda Lázaro que molhe em água a ponta do seu dedo, afim de refrescar-me a língua, pois sou cruelmente atormentado nessas chamas”.
O que?
Um rico precisando do favor de um pobre, e que favor! Molhar o dedo e tocar em sua língua. Bom, rico pedindo por compaixão já é coisa esquisita, e ainda por cima, depender do favor de um pobre mendigo, que em vida ficava esmolando no portão de sua mansão… Acho que os ricos que leram essa reflexão de São Lucas, não deixaram de dar boas risadas.
Mas por que Lucas inverte a ordem social estabelecida?
Quer se vingar dos ricos miseráveis, lembrando que na outra vida tudo vai ser diferente, eles vão sofrer e os pobres irão gozar?
Isso também está descartado, o Céu não é lugar para o pobre se vingar do rico, isso não tem cabimento. Este evangelho também não é revolucionário para mostrar a diferença social entre uma e outra classe.
Prestemos atenção em alguns detalhes importantes: o pobre tem um nome, e ao morrer foi carregado pelos anjos ao seio de Abraão. O rico nem tinha nome, e ao morrer foi enterrado como qualquer ser mortal, talvez em algum mausoléu, mas foi enterrado, isso é, tudo acabou ali para ele.
Por que?
Porque toda a sua expectativa de felicidade e realização humana estava em sua riqueza.
Quanto ao abismo existente entre o rico e o pobre, não foi Deus quem cavou mas ele foi construído ao longo da vida pela atitude egoísta do rico, que não permitiu que o pobre fizesse parte de sua vida. Provavelmente até lhe dava esmolas de vez em quando, ou alguma comida que sobrou do almoço, ou um pedaço de pão duro, um sapato velho, uma roupa usada. Mas essas “boas ações” não foram suficientes para garantir o passaporte para o céu, na comunhão com Deus.
De fato, o evangelho não fala que o Rico era má pessoa, e nem que o mendigo fosse um sujeito cristão e que tinha fé. Mas a questão é que, a riqueza o distanciou de Deus e das pessoas, a riqueza de fato dá ao homem a sensação ilusória de que tudo tem e que agora de nada mais precisa. Quando pensa deste modo, o Ser humano se fecha a Salvação trazida por Jesus, e a participação no seu Reino, que se destina principalmente aos mais pobres e necessitados.
Não é pecado ser rico e ter bens materiais, claro, desde que não seja riqueza iníqua, fruto de corrupção e roubalheira. O mal é recusar a salvação Divina, e fechar-se as demais pessoas, principalmente os mais pobres, que sempre foram e serão os preferidos de Deus. Ser pobre ou rico não vai salvar e nem perder a ninguém, o que importa é Crer em Jesus Cristo, no seu reino de Justiça, Paz e igualdade, viver os valores do evangelho e buscar somente Nele a Salvação com uma conversão sincera.
Porque se cavarmos o abismo entre nós e o próximo, principalmente os mais pobres, estaremos cavando um abismo intransponível entre nós e Deus, e esta solidão devassadora e eterna chama-se Inferno… É para lá que foi o nosso Rico sem nome…
MONIÇÕES
MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL
A busca excessiva de riqueza e status nos impede de fazer opção efetiva pela vida, pela saúde e pela proposta de Jesus. É feliz todo aquele que confia em Deus. Celebremos em comunhão com as mulheres neste dia a elas dedicado.
MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO
A grande sabedoria é confiar em Deus. Ele nos mostra como viver no dia a dia e como proceder com tudo aquilo que temos e somos.
MONIÇÃO PARA O EVANGELHO
Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! Felizes os que observam a palavra do Senhor de reto coração e que produzem muitos frutos, até o fim perseverantes! (Lc 8,15).
ANTÍFONAS
Antífona da entrada
Provai-me, ó Deus, e conhecei meus pensamentos: vede se ando pela vereda do mal e conduzi-me no caminho da eternidade (Sl 138,23s).
Antífona da comunhão
Felizes aqueles cuja vida é pura, os que nadam na lei do Senhor! (Sl 118,1).
ORAÇÕES DO DIA
Oração do dia ou Oração da coleta
Ó Deus, que amais e restaurais a inocência, orientai para vós os corações dos vossos filhos e filhas, para que, renovados, pelo vosso Espírito, sejamos firmes na fé e eficientes nas obras. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia
— Ouvi-nos e atendei-nos, Senhor.
— Convertei, Senhor, sempre mais vossa Igreja.
— Guiai os passos de todos os servidores do povo de Deus.
— Fortalecei a fraternidade e a partilha entre as pessoas.
— Ajudai-nos a contribuir para a saúde das pessoas e do planeta.
— Iluminai as mulheres na conquista de seu direitos.
Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
Oração sobre as oferendas
Ó Deus, por este sacrifício santificai nossa Quaresma, de modo que sua observância externa possa frutificar em nossos corações. Por Cristo, nosso Senhor.
Oração depois da comunhão
Ó Deus, que esta eucaristia continue a agir em nós e prolongue seus efeitos em nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO
O Pentateuco ou os Livros da Lei
Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.
Gênesis (Gn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
1,2,9,10,11,12,13,15,16,17,18 (O sacrifício de Abraão)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Êxodo (Ex)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Levítico (Lv)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Números (Nm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
22,23,24,25,26,27 (O nazireato)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Deuteronômio (Dt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
15,16,17,18,19,20 (Os profetas)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO
16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
15,16,17,18 (O escravo)
19,20 (Os primogênitos)
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Livros Históricos
Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.
Josué (Js)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Juízes (Jz)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Rute (Rt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Samuel (1Sm)
Cap 1
A infância de Samuel
9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)
19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)
Cap 2
1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)
Cap 4
A Arca nas mãos dos Filisteus
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Instituição da realeza
4,5,6,7 (O povo pede um rei)
10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)
Cap 9
1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)
17,18,19 (Saul encontra Samuel)
Cap 10
1 (A sagração de Saul)
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))
Cap 16
Saul e Davi — Davi na Corte
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)
Cap 17
32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)
40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)
Cap 18
6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)
Cap 19
1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
2 Samuel (2Sm)
Cap 1
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)
19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)
Cap 12
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)
16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
13,14 (Fuga de Davi)
30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)
Cap 16
5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)
Cap 17
Cap 18
9,10,14 (Morte de Absalão)
24,25,30 (A notícia é levada a Davi)
Cap 19
1,2,3 (O sofrimento de Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
2,9 (O recenciamento do povo)
10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)
1 Reis (1Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)
22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)
30 (Oração pelo povo)
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)
Cap 11
4. As sombras do reinado
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)
29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)
Cap 12
III. O cisma político e religioso
19 (A assembleia de Siquém)
26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)
Cap 13
33,34 (O homem de Deus e o profeta)
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
2 Reis (2Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
9,10,11,12,13,14 (A cura de Naamã)
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
1 Crônicas (1Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
2 Crônicas (2Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Esdras (Esd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Neemias (Ne)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tobias (Tb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Judite (Jt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Ester (Est)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
17 (Oração de Ester)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1 Macabeus (1Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Macabeus (2Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais
Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.
Jó (Jó)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
1,2,3,4,6,7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Salmos (Sl)
Cap 1
1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)
Cap 2
Cap 3
2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11(10)
Cap 12(11)
2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)
Cap 13(12)
Cap 14(13)
Cap 15(14)
1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)
Cap 16(15)
Cap 17(16)
Cap 18(17)
31,47,50,5l (“Te Deum” real)
Cap 19(18)
8,9,10,15 (Iahweh, sol de justiça)
Cap 20(19)
Cap 21(20)
1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)
Cap 22(21)
Cap 23(22)
Cap 24(23)
7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)
Cap 25(24)
4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)
Cap 26(25)
Cap 27(26)
Cap 28(27)
Cap 29(28)
1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade) 31(30),5-6.14.15-16 (R. 17b)
Cap 30(29)
Cap 31(30)
5,6,14,15,16,17 (Súplica na provação)
Cap 32(31)
1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)
Cap 33(32)
Cap 34(33)
1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)
Cap 35(34)
Cap 36(35)
Cap 37(36)
5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)
Cap 38(37)
Cap 39(38)
Cap 40(39)
1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)
Cap 41(40)
1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)
Cap 42(41)
Cap 43(42)
Cap 44(43)
10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)
Cap 45(44)
Cap 46(45)
Cap 47(46)
Cap 48(47)
Cap 49(48)
Cap 50(49)
8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)
Cap 51(50)
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)
Cap 52(51)
Cap 53(52)
Cap 54(53)
Cap 55(54)
7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)
Cap 56(55)
1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23
Cap 57(56)
1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)
Cap 58(57)
Cap 59(58)
Cap 60(59)
Cap 61(60)
Cap 62(61)
Cap 63(62)
Cap 64(61)
Cap 65(64)
Cap 66(65)
Cap 67(66)
1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)
Cap 68(67)
Cap 69(68)
Cap 70(69)
Cap 71(70)
Cap 72(71)
1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)
Cap 73(72)
Cap 74(73)
Cap 75(74)
Cap 76(75)
Cap 77(76)
Cap 78(77)
Cap 79(78)
8,9,11,13 (Lamentação nacional)
Cap 80(79)
1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel) 79(78),8.9.11.13
Cap 81(80)
10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)
Cap 82(81)
Cap 83(82)
Cap 84(83)
3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)
Cap 85(84)
Cap 86(85)
1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)
Cap 87(86)
Cap 88(87)
Cap 89(88)
16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)
Cap 90(89)
Cap 91(90)
Cap 92(91)
Cap 93(92)
Cap 94(93)
12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)
Cap 95(94)
Cap 96(95)
1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)
Cap 97(96)
Cap 98(97)
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)
Cap 99(98)
Cap 100(99)
1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)
Cap 101(100)
Cap 102(101)
Cap 103(102)
Cap 104(103)
Cap 105(104)
Cap 106(105)
3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional)
Cap 107(106)
Cap 108(107)
Cap 109(108)
Cap 110(109)
Cap 111(110)
Cap 112(111)
1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)
Cap 113(112)
Cap 114(113A)
Cap 115(113B)
Cap 116(114-115)
10,15,16,17,18,19 (Ação de graças)
Cap 117(116)
1,2 (Convite ao louvor)
Cap 118(117)
Cap 119(118)
1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)
Cap 120(119)
Cap 121(120)
Cap 122(121)
Cap 123(121)
Cap 124(123)
Cap 125(124)
Cap 126(125)
Cap 127(126)
Cap 128(127)
Cap 129(128)
Cap 130(129)
1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.
Cap 131(130)
Cap 132(131)
6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)
Cap 133(132)
Cap 134(133)
Cap 135(134)
Cap 136(135)
Cap 137(136)
Cap 138(137)
1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)
Cap 139(138)
Cap 140(139)
Cap 141(140)
Cap 142(141)
Cap 143(142)
Cap 144(143)
1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)
Cap 145(144)
Cap 146(145)
Cap 147(146)
1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)
Cap 148
Cap 149
1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)
Cap 150
Provérbios (Pr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Eclesiastes (Coélet) (Ecl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cântico dos cânticos (Ct)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Sabedoria (Sb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Livros Proféticos
Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.
Isaías (Is)
Cap 1
10,16,17,18,19,20 (Contra a hipocrisia)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)
Cap 43
18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)
22,24,25 (A ingratidão de Israel)
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Cap 53
Cap 54
Cap 55
10,11 (Convite final)
Cap 56
Cap 57
Cap 58
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)
13,14 (O sábado)
Cap 59
Cap 60
1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)
Cap 61
Cap 62
Cap 63
Cap 64
Cap 65
Cap 66
Jeremias (Jr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
5,6,7,8,9,10 (Sentenças de sabedoria)
Cap 18
18,19,20 (Por ocasião de um atentado contra Jeremias)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Lamentações (Lm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Baruc (Br)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Ezequiel (Ez)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Daniel (Dn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
A PROFECIA DAS SETENTA SEMANAS
4,5,6,7,8,9,10 (Oração de Daniel)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Oséias (Os)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Joel (Jl)
Cap 1
Cap 2
12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)
Cap 3
Cap 4
Amós (Am)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Abdias (Ab)
Cap 1
Jonas (Jn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)
Cap 4
Miquéias (Mq)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Naum (Na)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Habacuc (Hab)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Sofonias (Sf)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Ageu (Ag)
Cap 1
Cap 2
Zacarias (Zc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Malaquias (Ml)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4
NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO
Livros Históricos
Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.
Mateus (Mt)
Cap 1
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)
Cap 6
7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)
Cap 7
7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)
12 (A regra de ouro)
Cap 8
Cap 9
14,15 (Discussão sobre o jejum)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
17,18,19 (Terceiro anúncio da paixão)
20,21,22,23 (Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu)
24,25,26,27,28 (Os chefes devem servir)
Cap 21
Cap 22
Cap 23
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus)
Cap 24
Cap 25
31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Marcos (Mc)
Cap 1
A preparação do ministério de Jesus
1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)
9,10,11 (Batismo de Jesus)
12,13 (Tentação no deserto)
14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)
16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)
21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)
29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)
32,33,34 (Diversas curas)
35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)
40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)
13,14 (Chamado de Levi)
15,16,17 (Refeição com os pecadores)
18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)
23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)
Cap 3
1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)
7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)
13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)
20,21 (Providências da família de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)
31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)
Cap 4
26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)
30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)
33,34 (Conclusão sobre as parábolas)
35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)
21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)
Cap 6
1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)
14,15,16 (Herodes e Jesus)
17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)
30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)
53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)
Cap 7
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)
Viagens de Jesus fora da Galileia
24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)
31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)
11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)
14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)
22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)
27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)
31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)
34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)
Cap 9
1 (Condições para seguir a Jesus)
2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)
9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)
30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)
33,34,35,36,37 (Quem é o maior)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)
Lucas (Lc)
Cap 1
Cap 2
16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)
21 (Circuncisão de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)
29,30,31,32 (O cântico de Simeão)
33,34,35 (Profecia de Simeão)
36,37,38 (Profecia de Ana)
39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
27,28 (Vocação de Levi)
29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)
Cap 6
36,37,38 (Misericórdia e gratuidade)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)
Cap 11
29,30,31,32 (O sinal de Jonas)
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31 (O mau rico e o pobre Lázaro)
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
João (Jo)
Cap 1
O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)
35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (As núpcias de Caná)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Atos dos Apóstolos (At)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Livros Didáticos
As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.
Romanos (Rm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
31,32,33,34 (Hino ao amor de Deus)
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
1 Coríntios (1Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
4. A fornicação
13,14,15,17,18,19,20
Cap 7
Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade
29,30,31,32,33,34,35
Cap 8
Cap 9
16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)
Cap 10
31,32,33 (Conclusão)
Cap 11
1
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Coríntios (2Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 6
1,2 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Gálatas (Gl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
4,5,6,7 (Filiação Divina)
Cap 5
Cap 6
Efésios (Ef)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Filipenses (Fl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Colossenses (Cl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Tessalonicenses (1Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
2 Tessalonicenses (2Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 Timóteo (1Tm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
2 Timóteo (2Tm)
Cap 1
1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)
6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Tito (Tt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Filemôn (Fm)
Cap 1
Hebreus (Hb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tiago (Tg)
Cap 1
1 (Endereço e saudação)
2,3,4 (O benefício das provações)
5,6,7,8 (A súplica confiante)
9,10,11 (O destino do rico)
12,13,14,15 (A provação)
16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)
13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)
Cap 4
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)
Cap 5
1 Pedro (1Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)
Cap 4
Cap 5
2 Pedro (2Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 João (1Jo)
Cap 1
Cap 2
22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)
Viver como Filhos de Deus
29
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)
Cap 4
Cap 5
5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)
Complementos
14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)
18,19,20,21 (Resumo da Epístola)
2 João (2Jo)
Cap 1
3 João (3Jo)
Cap 1
Judas (Jd)
Cap 1
O Livro Profético
Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.
Apocalipse (Ap)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22

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