LDP: 12/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA
12/Mar/2012 (2ª feira)
LEITURAS
2 Reis 5,1-15a (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Históricos)
Naqueles dias, 1Naamã, general do exército do rei da Síria, era um homem muito estimado e considerado pelo seu senhor, pois foi por meio dele que o Senhor concedeu a vitória aos arameus. Mas esse homem, valente guerreiro, era leproso. 2Ora, um bando de arameus que tinha saído da Síria, tinha levado cativa uma moça do país de Israel. Ela ficou a serviço da mulher de Naamã. 3Disse ela à sua senhora: “Ah, se meu senhor se apresentasse ao profeta que reside em Samaria, sem dúvida, ele o livraria da lepra de que padece!” 4Naamã foi então informar o seu senhor: “Uma moça do país de Israel disse isto e isto”. 5Disse-lhe o rei Aram: “Vai, que eu enviarei uma carta ao rei de Israel”. Naamã partiu, levando consigo dez talentos de prata, seis mil siclos de ouro e dez mudas de roupa. 6E entregou ao rei de Israel a carta, que dizia: “Quando receberes esta carta, saberás que eu te enviei Naamã, meu servo, para que o cures de sua lepra”. 7O rei de Israel, tendo lido a carta, rasgou suas vestes e disse: “Sou Deus, porventura, que possa dar a morte e a vida, para que este me mande um homem para curá-lo de lepra? Vê-se bem que ele busca pretexto contra mim”. 8Quando Eliseu, o homem de Deus, soube que o rei de Israel havia rasgado as vestes, mandou dizer-lhe: “Por que rasgaste tuas vestes? Que ele venha a mim, para que saibas que há um profeta em Israel”. 9Então Naamã chegou com seus cavalos e carros, e parou à porta da casa de Eliseu. 10Eliseu mandou um mensageiro para lhe dizer: “Vai, lava-te sete vezes no Jordão, e tua carne será curada e ficarás limpo”. 11Naamã, irritado, foi-se embora, dizendo: “Eu pensava que ele sairia para me receber e que, de pé, invocaria o nome do Senhor, seu Deus, e que tocaria com sua mão o lugar da lepra e me curaria. 12Será que os rios de Damasco, o Abana e o Farfar, não são melhores do que todas as águas de Israel, para eu me banhar nelas e ficar limpo?” Deu meia-volta e partiu indignado. 13Mas seus servos aproximaram-se dele e disseram-lhe: “Senhor, se o profeta te mandasse fazer uma coisa difícil, não a terias feito? Quanto mais agora que ele te disse: ‘Lava-te e ficarás limpo’”. 14Então ele desceu e mergulhou sete vezes no Jordão, conforme o homem de Deus tinha mandado, e sua carne tornou-se semelhante à de uma criancinha, e ele ficou purificado. 15aEm seguida, voltou com toda a sua comitiva para junto do homem de Deus. Ao chegar, apresentou-se diante dele e disse: “Agora estou convencido de que não há outro Deus em toda a terra, senão o que há em Israel”!
Salmo 42(41),2.3;Sl 43(42),3.4 (R. 41,3) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)
— 42,3Minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: e quando verei a face de Deus?
— 41,2Assim como a corça suspira pelas águas correntes, suspira igualmente Minh ‘alma por vós, ó meu Deus!
— 3A Minh ‘alma tem sede de Deus, e deseja o Deus vivo. Quando terei a alegria de ver a face de Deus?
— 42.3Enviai vossa luz, vossa verdade: elas serão o meu guia; que me levem ao vosso Monte santo, até a vossa morada!
— 4Então irei aos altares do Senhor, Deus da minha alegria. Vosso louvor cantarei, ao som da harpa, meu Senhor e meu Deus!
Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Lucas 4,24-30 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)
Jesus, vindo a Nazaré, disse ao povo na sinagoga: 24“Em verdade eu vos digo que nenhum profeta é bem recebido em sua pátria. 25De fato, eu vos digo: no tempo do profeta Elias, quando não choveu durante três anos e seis meses e houve grande fome em toda a região, havia muitas viúvas em Israel. 26No entanto, a nenhuma delas foi enviado Elias, senão a uma viúva em Sarepta, na Sidônia. 27E no tempo do profeta Eliseu, havia muitos leprosos em Israel. Contudo, nenhum deles foi curado, mas sim Naamã, o sírio”. 28Quando ouviram estas palavras de Jesus, todos na sinagoga ficaram furiosos. 29Levantaram-se e o expulsaram da cidade. Levaram-no até o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de lançá-lo no precipício. 30Jesus, porém, passando pelo meio deles, continuou o seu caminho.
COMENTÁRIOS
… Eu sou o CAMINHO …
A rejeição pelos conterrâneos, que deveriam acolhê-lo por primeiro, fez com que Jesus se dirigisse a outras pessoas que queriam ouvi-lo e viver sua proposta. Uma pergunta que você pode se fazer: Estou entre os conterrâneos de Jesus ou entre os “outras pessoas”?
Faça uns momentos de silêncio e veja como você acolhe a Palavra, e vamos recordar: “O chamado de Jesus no Espírito e o anúncio da Igreja apelam sempre à nossa acolhida, confiados pela fé. “Aquele que crê em mim tem a vida eterna”. O batismo não só purifica dos pecados. Faz renascer o batizado, conferindo-lhe vida nova em Cristo, que o incorpora à comunidade dos discípulos e missionários de Cristo, à Igreja, e o faz filho de Deus, permite reconhecer a Cristo como Primogênito e Cabeça de toda a humanidade. Sermos humanos implica vivermos fraternalmente e sempre atentos às necessidades dos mais fracos.” (DAp 349).
… a VERDADE …
A incredulidade provocou o ensinamento de Jesus. Este, por sua vez, incomodou. Na sinagoga de Nazaré, Jesus diz: “Eu afirmo a vocês que isto é verdade: nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra”. E ali, em sua terra natal, é rejeitado. Inclusive, é expulso da cidade e tentam matá-lo.
… e a VIDA …
Pai, que eu saiba acolher Jesus e reconhecê-lo como de Filho de Deus, de modo a tornar-me beneficiário de seu ministério messiânico.
Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?
Hoje, quero acolher, com o coração aberto, a proposta de Jesus que vai se manifestar de diversas formas. Vou estar com a atenção voltada para, em tudo que me acontecer, perceber a presença do Senhor.
REFLEXÕES:
FÉ NA PALAVRA PROFÉTICA
Dirigindo-se aos moradores de Nazaré, Jesus evoca a memória dos dois profetas populares do antigo reino de Israel, Elias e Eliseu. Elias entrou em confronto direto com o rei Acab e Eliseu em confronto com Jorão, filho de Acab, articulando o fim de sua dinastia.
Elias e Eliseu são a expressão da defesa dos interesses dos pobres e excluídos diante dos poderosos, reis e sacerdotes, que submetiam o povo através de ídolos e ideologias. A viúva de Sarepta, que teve seu filho ressuscitado por Elias, e o sírio Naamã, que foi curado da lepra por Eliseu, são dois gentios, estranhos ao povo de Israel, que tiveram fé nos profetas. Em sua própria terra, Jesus defronta-se com o povo cativo à doutrina dos fariseus difundida através das sinagogas. Como os profetas, Jesus se empenha em libertar aqueles possuídos por este espírito doutrinário, porém é incompreendido e rejeitado.
JESUS EM NAZARÉ
Todas as pessoas ficam contentes quando as outras pessoas falam o que elas querem ouvir, mas nem todas as pessoas ficam contentes quando os outras pessoas falam o que elas precisam ouvir. Todos queriam que Jesus falasse de uma religião onde manipulariam o próprio Deus através de ritualismos, onde Deus seria o servidor e o homem o servido, onde Deus teria apenas deveres e obrigações e os homens direitos, onde Deus teria que agir o tempo inteiro para corrigir as consequências das irresponsabilidades humanas. Como não era esse o conteúdo da pregação de Jesus, que não cedeu ao jogo do poder e dos privilégios da sua época, os seus concidadãos o excluíram e quiseram matá-lo.
A DUREZA DE CORAÇÃO
A reação dos habitantes de Nazaré, diante da pregação de Jesus, foi de aberta rejeição. Foi tal o desprezo pelas palavras do Mestre, que eles decidiram eliminá-lo lançando-o de um precipício.
É possível imaginar a decepção de Jesus, diante da rejeição de seus conterrâneos. Ele tentou compreender a situação, rememorando as experiências de profetas do passado que, rejeitados por seu povo, foram bem acolhidos pelos estrangeiros. Assim aconteceu com Elias: num tempo de seca e fome, beneficiou uma mulher estrangeira, da terra dos sidônios. O mesmo sucedeu com Eliseu: curou da lepra um general sírio, ao passo que, em Israel, essa doença vitimava muitas pessoas.
A conclusão de Jesus foi clara: já que o povo de sua cidade insistia em não lhe dar atenção, ele sentiu-se obrigado a ir em busca de quem estivesse disposto a acolhê-lo. Aos duros de coração, no entanto, só restava o castigo.
Longe de nós seguirmos o exemplo do povo de Nazaré. Jesus quer encontrar, em nós, abertura para acolhê-lo e disponibilidade para converter-nos. Ninguém é obrigado a aceitar este convite. Entretanto, fechar-se para Jesus significa recusar a proposta de salvação que ele, em nome do Pai, veio nos trazer.
NÃO SE ACHE SUPERIOR A NINGUÉM
Estamos na cidade de Nazaré, o berço onde Jesus foi criado por seus pais. Então, como fez em outros lugares, Cristo se pôs a falar aos homens da cidade na sinagoga.
Apesar de maravilhados com as palavras de Jesus, esses homens não receberam a graça dos milagres d’Ele em suas vidas. Não tinham o coração aberto para receberem tais milagres e, por isso, ficaram furiosos quando Jesus afirmou – baseado em duas passagens do Antigo Testamento – que a graça vem para aqueles que abrem o coração ao novo, à Boa Nova.
Jesus havia crescido, evoluído em corpo, alma e divindade durante os anos em que passou afastado de Sua cidade. E como é revoltante quando queremos trazer algo novo para as pessoas que cresceram conosco e elas não nos dão credibilidade! A vontade que nos dá é de fazermos o que Jesus fez: denunciar a falta de abertura daquelas pessoas e seguir o caminho para outro lugar.
Acredito que seja essa a sua sensação diante dos seus, quando, retornando à sua casa, sua cidade, sua família e colegas de trabalho – por acharem que já o conhecem e, por isso, nada você tem para lhes ensinar -, estes não prestam muita atenção ao que você diz.
Eles acham que você não terá muito o que acrescentar à vida deles. E, no fim das contas, parece ser isso mesmo. Uma sensação de superioridade em relação a você, que pode até ter crescido em tamanho, mas pode não ter se desenvolvido tanto como pessoa. É como se fosse vergonhoso para eles aprender ou receber alguma coisa de alguém que consideram igual ou “menor” que eles.
Queremos fazer sucesso no ambiente em que as pessoas nos acolhem e nos admiram, porém, nem sempre somos acolhidos e admirados, porque seguimos os ensinamentos de Deus. Para todos nós é difícil evangelizar as pessoas no lugar onde todos nos conhecem. Assim aconteceu com Elias: num tempo de seca e fome, beneficiou uma mulher estrangeira da terra dos sidônios. O mesmo aconteceu com Eliseu: curou da lepra um general sírio, ao passo que, em Israel, essa doença vitimava muitas pessoas.
A conclusão de Jesus foi clara: já que o povo de sua cidade insistia em não lhe dar atenção, Ele sentiu-se obrigado a ir em busca de quem estivesse disposto a acolhê-Lo. Aos duros de coração, no entanto, só restava o castigo. Às vezes, não fazemos sucesso onde queremos, mas o Senhor nos envia até alguém que nem imaginamos, para que, com nosso auxílio, ela possa obter cura e libertação. Por isso, como Jesus, insista no anúncio, na cura e na libertação dos seus!
Por outro lado, é para mim e para você esta Palavra. Você acompanhou o crescimento de algum sobrinho, irmão ou primo mais novo? Você tem a sensação de que conhece tudo ou quase tudo sobre aquela pessoa? Engano seu.
Por isso, a lição de hoje é: não se ache superior a ninguém. Esteja aberto às novas possibilidades. Não é motivo de vergonha aprender ou receber algo de uma pessoa que você considera menos experiente. Aliás, não há nenhum pobre que não tenha nada a dar e também não há nenhum rico que não tenha nada a receber. Precisamos uns dos outros e aprendemos uns dos outros.
A reação dos habitantes de Nazaré, diante da pregação de Jesus, foi de aberta rejeição. Foi tal o desprezo pelas Palavras do Mestre que eles decidiram eliminá-Lo, lançando-O de um precipício.
É possível imaginar a decepção de Jesus diante da rejeição de Seus conterrâneos. Ele tentou compreender a situação, rememorando as experiências de profetas do passado que, rejeitados por Seu povo, foram bem acolhidos pelos estrangeiros.
Longe de nós seguir o exemplo do povo de Nazaré! Jesus quer encontrar, em nós, abertura para acolhê-Lo e disponibilidade para nos convertermos. Ninguém é “obrigado” a aceitar este convite. Entretanto, fechar-se para Jesus significa recusar a proposta da vida e da salvação que Ele, em nome do Pai, veio nos trazer.
ACOLHER CRISTO
Os pobres no adro da igreja pedem esmola.
Quanto dar?
Cabe-vos a vós decidir; não fixarei montante, a fim de vos evitar qualquer embaraço. Comprai na medida das vossas posses.
Tendes uma moeda?
Comprai o céu! Não que o céu seja barato, mas é a bondade do Senhor que o permite.
Não tendes moedas?
Dai-lhes um copo de água fresca (Mt 10,42). […]
Podemos comprar o céu e deixamos de o fazer! Por um pão que deis, recebereis o paraíso. Oferecei objetos de pouco valor, e recebereis tesouros; oferecei as adversidades, e obtereis a imortalidade; dai bens perecíveis, e recebereis em troca bens imperecíveis. […]
Quando se trata dos bens perecíveis, revelais muita perspicácia; porque manifestais tal indiferença quando se trata da vida eterna? […]
De resto, podemos estabelecer um paralelo entre os vasos cheios de água que se encontram à porta das igrejas para purificar as mãos e os pobres que estão sentados fora do edifício para purificardes a vossa alma através deles. Lavastes as mãos na água: da mesma maneira, lavai a alma através da esmola. […]
Uma viúva, reduzida a uma pobreza extrema, deu hospitalidade a Elias (1R 17,9ss): a sua indigência não a impediu de o acolher com grande alegria. Então, em sinal de reconhecimento, recebeu numerosos presentes, que simbolizavam o fruto do seu gesto. Este exemplo talvez vos faça desejar acolher um Elias.
Mas porque pedis Elias?
Proponho-vos o Senhor de Elias, e não lhe ofereceis hospitalidade. […] Eis o que Cristo, o Senhor do universo, nos diz: «Sempre que fizestes isto a um destes Meus irmãos mais pequeninos, a Mim mesmo o fizestes» (Mt 25,40).
EM VERDADE, VOS DIGO QUE NENHUM PROFETA É BEM RECEBIDO NA SUA PRÓPRIA TERRA
Hoje escutamos do Senhor que “nenhum profeta é bem recebido na sua própria terra” (Lc 4,24). Esta frase – na boca de Jesus – tem sido para muitos e muitas – em mais de uma ocasião – justificação e desculpa para não complicar-nos a vida. Jesus Cristo só quer advertir aos seus discípulos que as coisas não serão fáceis e que frequentemente, entre aqueles que pensamos que nos conhecem melhor, ainda será mais complicado.
A afirmação de Jesus é o preâmbulo da lição que quer dar à gente reunida na sinagoga e assim, abrir os seus olhos à evidencia de que pelo simples feito de serem membros do “Povo escolhido” não têm nenhuma garantia de salvação, cura, purificação (isso o confirmará com os dados da história da salvação).
Mas, dizia que a afirmação de Jesus, para muitas e muitos é, com excessiva frequência, motivo de desculpa para não “comprometer-nos evangelicamente” no nosso ambiente cotidiano. Sim, é uma daquelas frases que todos aprendemos de memória e, que efeito faz!
Parece como gravada na nossa consciência de maneira particular e quando no escritório, no trabalho, com a família, no circulo de amigos, no nosso meio social quando devemos de tomar decisões compreensíveis à luz do Evangelho, esta “frase mágica” tira-nos para trás como dizendo-nos: – Não vale a pena esforçar-te, nenhum profeta é bem recebido na sua terra! Temos a desculpa prefeita, a melhor das justificações para não ter que dar testemunho, para não apoiar a aquele companheiro que é vitima da gestão da empresa, ou ignorar e não ajudar à reconciliação daquele casal conhecido.
São Paulo dirigiu-se em primeiro lugar aos seus: foi à sinagoga onde “Paulo foi então à sinagoga e, durante três meses, falava com toda liberdade, discutindo e persuadindo os ouvintes acerca do Reino de Deus” (At 19,8).
Não acredita que isso é o que Jesus queria dizer-nos?
JESUS NOS CHAMA A EVANGELIZAR E A CONFIAR NA FORÇA E NO PODER DO ESPÍRITO SANTO, QUE AGE NO MEIO EM QUE VIVEMOS, MESMO QUE NÃO ACREDITEM EM NÓS
Jesus se reporta às figuras de Elias e de Naamã, o sírio, para nos prevenir de que nem sempre nós teremos sucesso no ambiente em que as pessoas já têm o costume de nos escutar. “Nenhum profeta é bem recebido em sua pátria”, disse-nos Ele. Assim, Elias foi mandado para fazer prodígios na vida de uma viúva, fora de Israel e Naamã, o sírio, precisou ir a Israel para que Eliseu o orientasse e ele fosse curado, mesmo que lá existissem muitos leprosos que não haviam conseguido a cura. Essas interferências são próprias da nossa natureza humana que não admite se curvar diante do poder que Deus tem sobre nós.
Jesus falava estas coisas aos judeus que não O reconheciam porque Ele era o filho de um simples carpinteiro que morava perto deles. Todos O conheciam e não acreditavam que Nele estava o poder do Espírito Santo. Por isso, quando nós somos enviados para falar de Jesus no meio da nossa família, nós não precisamos nos angustiar se, às vezes, não conseguimos êxito, mas, tão somente, confiar na força e no poder do Espírito que poderá agir no meio do nosso povo, mesmo que não acreditem em nós.
Perseverar e nunca desistir de ir, é a nossa parte. Em todos os lugares e em qualquer situação nós poderemos ser os Elias, os Eliseus de hoje, assim como também, os Naamã e as viúvas de Serepta. Às vezes não fazemos sucesso onde queríamos, mas o Senhor nos envia a alguém a quem nem imaginamos, para que por nosso meio ela possa obter cura e libertação. Reflita:
A quem você se sente chamado a evangelizar?
Você já fez a experiência de ir à busca dessas pessoas?
Para você o que é evangelizar?
Você já desistiu de evangelizar na sua casa?
Amém!
Abraço carinhoso.
JESUS, COMO ELIAS, NÃO É ENVIADO SÓ AOS JUDEUS
Esta passagem faz parte de um texto mais amplo (Lc 4,16-30). O contexto é o anúncio da missão de Jesus na sinagoga de Nazaré. Jesus declara publicamente que nele a lei e os profetas chegaram à sua plena realização. Nele se cumprem as promessas do senhor. Com Jesus se inaugurou o tempo da libertação e da salvação para o povo.
Jesus denúncia a cegueira dos dirigentes religiosos do povo, a quem custa reconhecer seu messianismo, e anuncia que os pagãos, excluídos e marginalizados, são também destinatários do evangelho.
A proposta do Reino de Deus não tem limites nem fronteiras. Quando se fala hoje em pluralismo religioso, diálogo ecumênico, muitos católicos têm dificuldades em aceitar que a Boa Nova também foi revelada em outras expressões religiosas ou em culturas diferentes da nossa.
Muitos se consideram proprietários e possuidores exclusivos da salvação. Jesus nos desafia a que abramos nosso coração a todas as pessoas de boa vontade e assumamos uma mentalidade pluralista, que tanto nos custa. Nosso mundo necessita de pessoas e comunidades solidárias e dialogantes, capazes de criar ambientes de paz, compreensão e capazes de gerar espaços de saúde em todos os sentidos.
NENHUM PROFETA É BEM RECEBIDO EM SUA PÁTRIA
No Evangelho de hoje Deus nos mostra o quanto seu amor é grandioso. O amor de Deus para com seu povo não tem fronteira, Ele quer o bem de todos, não importa onde esteja seu filho, o que importa é o estagio de felicidade e da alegria que o mesmo expressa.
Contudo o cuidado com os filhos que necessitam de auxilio é notado em sua preocupação. Foi assim com o povo escravizado no Egito, com os exilados na Babilônia e com os pobres do Império Romano. Deus não os abandonou e mostrando compaixão sempre esteve presente em todos os momentos. O plano de Deus consistia na justiça e na libertação, não importando sua crença, raça ou nacionalidade. Para o Criador, sua criação deve ganhar todo carinho possível.
Foi neste contexto que Jesus pregava para seus compatriotas de Nazaré. Na sinagoga Jesus falava da libertação e do amor de para com outro. No primeiro momento todos aplaudiam sua mensagem, mas depois passaram a desconfiar da sua pessoa, pois Jesus tinha nascido, ali, na redondeza, todos conheciam sua família e, vinha a indagação: “como pode um pobretão pregar para nós, sendo que nasceu e cresceu no meio de nós?” Como afirma o velho ditado: santo de casa não faz milagre, Jesus sentia o desprezo pelos seguidores de Nazaré, mas mesmo assim, Ele não jogou a toalha na arena, foi além da expectativa e continuou sua pregação.
Jesus relatou para todos que está desconfiança já tinha acontecido com outros profetas. Elias não conseguiu atender as viúvas em situação de pobreza em sua terra, mesmo passando por um longo período de miséria, a não ser uma viúva de Sarepta, na Sidônia. O mesmo aconteceu com Eliseu, muitos leprosos de sua região não o procuraram para serem curados, mas procuraram outros profetas de outras cidades como em Naamã. Jesus argumentava que esta atitude de ignorar seu próprio líder já foi prática em vários lugarejos, todavia, não seria diferente com Ele.
Depois de ouvir a fala de Jesus os fiéis da sinagoga ficaram enfurecidos e levaram Jesus para o alto do monte sobre o qual a cidade estava construída, com a intenção de laçá-lo no precipício, mas Jesus saiu caminhando dentre os compatriotas e continuou sua missão.
A lição do Evangelho de Lucas continua viva em nossa sociedade. Temos muitos missionários que levam mensagens de superação aliando o caminhar para o Senhor, mas não são ouvidos. Além de não querer ouvir a verdade, muitos são calados com a morte. Retiram do convívio social e de sua missão para não azedar os falsos privilégios construídos. Porém, estes assassinos dos profetas esquecem de que um dia terá que prestar contas com o Amoroso Deus.
Nesta hora, diante do Pai, o que dizer de concreto de sua ação à favor da vida?
O que fez com aqueles que deram a vida para libertar das amaras das tentações?
Você foi justo ao convívio social?
Soube amar a todos?
Assim seu julgamento foi consolidado para viver na sociedade dos mortos para purificar a alma.
Enfim, nossos missionários são pessoas que levam o amor incondicional do Pai, nos ensinam a viver dignamente e amar a vida plenamente. Caros amigos, apuramos nossos ouvidos, para atentarmos a verdadeira palavra da Salvação. Amém!
Abraços a todos.
FRATERNIDADE E SAÚDE PÚBLICA
Caros irmãos, conta-se uma piada sobre médico: Jesus teria vindo ao Rio de Janeiro e se apresentado num posto de saúde pública, oferecendo-se para substituir um velho médico que, naquele dia estava por demais cansado de tanto escrever receitas (estranho isso porque os médicos geralmente não gostam de fazer isso!…) Depois que convencera o médico a ir descansar, Jesus assumiu seu posto. Apresentou-se, logo, um paralítico em sua cadeira de rodas; Jesus sem ter olhado para ele (uma coisa que Jesus não teria feito… e que os médicos nunca o fazem!… e nem ao menos ter tocado no homem, disparou logo dizendo: levanta-se e vai embora! O homem obedeceu e saiu.
Ao passar no corredor do prédio, outro paciente lhe perguntou: o novo médico é bom?
O ex-paralítico respondeu: não gostei dele e não é um bom médico; imagine você que nem me olhou e nem me tocou!
— No contexto da campanha da fraternidade sobre saúde pública, esta caiu bem!
Agora, irmãos, saibam que a viúva de Sarepta e Naamã eram, ambos, estrangeiras! Considerem isso e reflitam sobre a raiva dos judeus centrados em seu nacionalismo hediondo! Pergunto-vos; Jesus “cutucava ou não o cão bravo com a vara curta”?
Digam-me, por favor, também porque sempre há um estrupício querendo jogar alguém no precipício?
Boa segunda-feira de Quaresma ao seu redor!
NENHUM PROFETA É BEM RECEBIDO EM SUA PÁTRIA
O evangelho de hoje nos recorda quando Jesus inicia seu ministério em Nazaré. Estando Ele ensinando na sinagoga disse ao povo: “Nenhum profeta é bem recebido em sua pátria.” E Jesus lembra o profeta Elias, em uma época de grande fome na região, e havia muitas viúvas, e nenhuma foi enviada a ele, senão uma de Serepta, na Sidônia. Lembra também o profeta Eliseu, que curou um leproso Sírio, mas nenhum de Israel. Os profetas e Jesus não foram enviados só para os judeus, mas para todos os povos. Assim como Elias e Eliseu, Jesus operou milagres, levou a Boa nova para os gentios, os estrangeiros, e foi bem recebido e acolhido.
A verdade é que os nazarenos não reconheciam em Jesus, o Filho de Deus. Ele era pobre, humilde, carpinteiro, um homem comum, filho de José e Maria. Como poderia Ele se apresentar como o Messias? Não pertencia ao grupo dos fariseus, dos mestres da lei. Porém, Jesus falava com grande sabedoria. Isso ninguém negava. Mas, todos ali estavam com os corações endurecidos, rejeitaram, ficaram ofendidos com o que Jesus acabara de falar. Então, o expulsaram da cidade e queriam matá-lo jogando-o no precipício. Não conseguiram deter Jesus, o Filho de Deus, que caminha no meio deles e continua sua missão levando a todos a mensagem de libertação e salvação. Ali em Nazaré, Jesus não operou milagres.
Como membros de nossas comunidades, como lideranças devemos amadurecer nossa fé, não ter o coração endurecido e fechado para Boa nova, assim estaremos recusando o projeto de salvação do Pai. Devemos também acolher os serviços das nossas pastorais, acolher aquela pessoa humilde que se coloca serviço, não só criticar, e não fazer nada para melhorar, para mudar aquilo que acho que poderia ser melhorado ou feito de uma forma diferente.
Antes de termos e, que tal participar de uma pastoral?
Ser catequista?
E caminharmos juntos, em busca de uma sociedade mais justa, solidária, e fraterna. Acolhendo os pobres, os excluídos. E como fez Jesus, com humildade e tranquilidade passar pelas críticas, pela rejeição, e seguir a missão que nos foi confiada.
Oração:
Espírito de realismo, que eu saiba contar sempre com a possibilidade de ser desprezado e rejeitado, sem, por isso, fugir da missão a mim confiada. Que eu saiba acolher Jesus e reconhecê-lo como de Filho de Deus, de modo a tornar-me beneficiário de seu ministério messiânico. Espírito de docilidade, abre meu coração para aceitar o convite à conversão, que Jesus me dirige, em nome do Pai.
Um abraço a todos.
JESUS ESCAPA MILAGROSAMENTE DE SER JOGADO NO ABISMO
Este evangelho relata o segundo milagre de Jesus Cristo. Milagre este que quase não é comentado nas Homilias.
Jesus provou que era Deus através de suas demonstrações de poder, ou seja, os milagres. Nos evangelhos temos 51 milagres, mas João afirma que Jesus fez muitos outros milagres que não estão escritos naqueles livros. Se Jesus não tivesse feito nenhum milagre ele seria apenas um personagem histórico famoso como Tiradentes, Sócrates, etc.
Naquele dia Jesus estava falando algumas verdades na sinagoga, e isso incomodou alguns daqueles que já não estavam gostando nada da sua pessoa, da sua presença, por motivo de inveja, E também porque a maioria daquelas pessoas ainda não a menor ideia de quem seria Ele.
Então alguns lideres insuflaram outras pessoas para matar Jesus. E foram empurrando-o para o alto de um monte para jogá-lo no abismo… Mas de repente Jesus parou, olhou firme para os seus oponentes os quais ao que parece ficaram como que inertes, sem nenhuma ação, e simplesmente o Filho de Deus passou pelo meio deles e foi embora, ileso.
Se fosse hoje, que isso acontecesse a um de nós o que faríamos?
Logo que chegássemos na cidade, teríamos feito um boletim de ocorrência na delegacia, exigindo a prisão daqueles que tentaram nos matar.
Jesus, não. Ele perdoou aqueles que não sabiam o que estavam fazendo. Não sabiam ao certo quem ele era.
Jesus poderia ter se defendido também na noite em que foi entregue. Poderia ter transformado em uma estátua o carrasco que o açoitou.
Acontece que a diferença entre o ocorrido naquele dia e a noite de sua paixão, é que não era chegada a hora de Jesus morrer. e na sua paixão e morte, tudo tinha de acontecer conforme as escrituras. Simão Pedro, bem que tentou reverter os acontecimentos cortando a orelha do soldado Malco. Mas Jesus voltou a fita, e recolocou a orelha do soldado no seu lugar, pois ele teria de passar por tudo aquilo.
Que Deus nos ajude a ter uma fé não ingênua, mas uma fé baseada em fatos mais que reais. por isso é que cremos em Jesus que provou ser o próprio deus não só com palavras, (“quem me viu , viu o pai”. “eu sou a luz do mundo”) mas com fatos extraordinários impossíveis para nós , mas possíveis somente para deus, os milagres.
MONIÇÕES
MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL
Jesus nos revelou que o amor de Deus é universal; ele não pensa apenas num povo ou comunidade, mas em todos os povos. Não é pelo fato de pertencermos a esta ou àquela religião que temos direitos sobre Deus.
MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO
Deus se preocupa com todas as pessoas que necessitam dele. Não exclui ninguém do seu plano de libertação e salvação.
MONIÇÃO PARA O EVANGELHO
Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai! No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. Pois no Senhor se encontra toda graça e copiosa redenção (Sl 129,5.7).
ANTÍFONAS
Antífona da entrada
Minha alma anseia, até desfalecer, pelos átrios do Senhor; meu coração e minha carne exultam pelo Deus vivo! (Sl 83,3)
Antífona da comunhão
Louvai o Senhor, povos todos, grande é o seu amor para conosco! (Sl 116,1s)
ORAÇÕES DO DIA
Oração do dia ou Oração da coleta
Ó Deus, na vossa incansável misericórdia, purificai e protegei a vossa Igreja, governando-a constantemente, pois sem vosso auxílio ela não pode salvar-nos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia
— Lembrai-vos, Senhor.
— Olhai, Senhor, pelos que não são valorizados e acolhidos na Igreja.
— Protegei os estrangeiros desamparados.
— Fortalecei os profetas que não são aceitos na sociedade.
— Abençoai as pessoas com alguma deficiência.
— Dai esperança e saúde aos doentes de nossa comunidade.
Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
Oração sobre as oferendas
Transformai para nós, ó Deus, no sacramento que nos salva, estas ofertas que vos apresentamos como sinal da nossa submissão. Por Cristo, nosso Senhor.
Oração depois da comunhão
Nós vos pedimos, ó Deus, que a comunhão no vosso sacramento nos purifique dos pecados e nos conduza à unidade. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA
Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO
O Pentateuco ou os Livros da Lei
Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.
Gênesis (Gn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
1,2,9,10,11,12,13,15,16,17,18 (O sacrifício de Abraão)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
III. HISTÓRIA DE JOSÉ
3,4 (José e seus irmãos)
12,13,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28 (José vendido por seus irmãos)
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Êxodo (Ex)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17 (O Decálogo)
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Levítico (Lv)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Números (Nm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
22,23,24,25,26,27 (O nazireato)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Deuteronômio (Dt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
15,16,17,18,19,20 (Os profetas)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO
16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
15,16,17,18 (O escravo)
19,20 (Os primogênitos)
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Livros Históricos
Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.
Josué (Js)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Juízes (Jz)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Rute (Rt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Samuel (1Sm)
Cap 1
A infância de Samuel
9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)
19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)
Cap 2
1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)
Cap 4
A Arca nas mãos dos Filisteus
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Instituição da realeza
4,5,6,7 (O povo pede um rei)
10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)
Cap 9
1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)
17,18,19 (Saul encontra Samuel)
Cap 10
1 (A sagração de Saul)
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))
Cap 16
Saul e Davi — Davi na Corte
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)
Cap 17
32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)
40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)
Cap 18
6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)
Cap 19
1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
2 Samuel (2Sm)
Cap 1
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)
19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)
Cap 12
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)
16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
13,14 (Fuga de Davi)
30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)
Cap 16
5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)
Cap 17
Cap 18
9,10,14 (Morte de Absalão)
24,25,30 (A notícia é levada a Davi)
Cap 19
1,2,3 (O sofrimento de Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
2,9 (O recenciamento do povo)
10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)
1 Reis (1Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)
22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)
30 (Oração pelo povo)
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)
Cap 11
4. As sombras do reinado
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)
29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)
Cap 12
III. O cisma político e religioso
19 (A assembleia de Siquém)
26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)
Cap 13
33,34 (O homem de Deus e o profeta)
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
2 Reis (2Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15 (A cura de Naamã)
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
1 Crônicas (1Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
2 Crônicas (2Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Esdras (Esd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Neemias (Ne)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tobias (Tb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Judite (Jt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Ester (Est)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
17 (Oração de Ester)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1 Macabeus (1Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Macabeus (2Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais
Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.
Jó (Jó)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
1,2,3,4,6,7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Salmos (Sl)
Cap 1
1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)
Cap 2
Cap 3
2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11(10)
Cap 12(11)
2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)
Cap 13(12)
Cap 14(13)
Cap 15(14)
1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)
Cap 16(15)
Cap 17(16)
Cap 18(17)
31,47,50,5l (“Te Deum” real)
Cap 19(18)
8,9,10,11,15 (Iahweh, sol de justiça)
Cap 20(19)
Cap 21(20)
1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)
Cap 22(21)
Cap 23(22)
Cap 24(23)
7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)
Cap 25(24)
4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)
Cap 26(25)
Cap 27(26)
Cap 28(27)
Cap 29(28)
1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade) 31(30),5-6.14.15-16 (R. 17b)
Cap 30(29)
Cap 31(30)
5,6,14,15,16,17 (Súplica na provação)
Cap 32(31)
1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)
Cap 33(32)
Cap 34(33)
1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)
Cap 35(34)
Cap 36(35)
Cap 37(36)
5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)
Cap 38(37)
Cap 39(38)
Cap 40(39)
1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)
Cap 41(40)
1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)
Cap 42(41)
2,3 (Lamento do levita exilado)
Cap 43(42)
3,4
Cap 44(43)
10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)
Cap 45(44)
Cap 46(45)
Cap 47(46)
Cap 48(47)
Cap 49(48)
Cap 50(49)
8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)
Cap 51(50)
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)
Cap 52(51)
Cap 53(52)
Cap 54(53)
Cap 55(54)
7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)
Cap 56(55)
1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23
Cap 57(56)
1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)
Cap 58(57)
Cap 59(58)
Cap 60(59)
Cap 61(60)
Cap 62(61)
Cap 63(62)
Cap 64(61)
Cap 65(64)
Cap 66(65)
Cap 67(66)
1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)
Cap 68(67)
Cap 69(68)
Cap 70(69)
Cap 71(70)
Cap 72(71)
1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)
Cap 73(72)
Cap 74(73)
Cap 75(74)
Cap 76(75)
Cap 77(76)
Cap 78(77)
Cap 79(78)
8,9,11,13 (Lamentação nacional)
Cap 80(79)
1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel) 79(78),8.9.11.13
Cap 81(80)
10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)
Cap 82(81)
Cap 83(82)
Cap 84(83)
3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)
Cap 85(84)
Cap 86(85)
1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)
Cap 87(86)
Cap 88(87)
Cap 89(88)
16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)
Cap 90(89)
Cap 91(90)
Cap 92(91)
Cap 93(92)
Cap 94(93)
12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)
Cap 95(94)
Cap 96(95)
1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)
Cap 97(96)
Cap 98(97)
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)
Cap 99(98)
Cap 100(99)
1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)
Cap 101(100)
Cap 102(101)
Cap 103(102)
1,2,3,4,8,9,10,11,12 (Deus é amor)
Cap 104(103)
Cap 105(104)
5,16,17,18,19,20,21 (A história maravilhosa de Israel)
Cap 106(105)
3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional) 105(104),16-17.18-19.20-21 (R. 5a)
Cap 107(106)
Cap 108(107)
Cap 109(108)
Cap 110(109)
Cap 111(110)
Cap 112(111)
1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)
Cap 113(112)
Cap 114(113A)
Cap 115(113B)
Cap 116(114-115)
10,15,16,17,18,19 (Ação de graças)
Cap 117(116)
1,2 (Convite ao louvor)
Cap 118(117)
Cap 119(118)
1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)
Cap 120(119)
Cap 121(120)
Cap 122(121)
Cap 123(121)
Cap 124(123)
Cap 125(124)
Cap 126(125)
Cap 127(126)
Cap 128(127)
Cap 129(128)
Cap 130(129)
1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.
Cap 131(130)
Cap 132(131)
6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)
Cap 133(132)
Cap 134(133)
Cap 135(134)
Cap 136(135)
Cap 137(136)
Cap 138(137)
1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)
Cap 139(138)
Cap 140(139)
Cap 141(140)
Cap 142(141)
Cap 143(142)
Cap 144(143)
1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)
Cap 145(144)
Cap 146(145)
Cap 147(146)
1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)
Cap 148
Cap 149
1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)
Cap 150
Provérbios (Pr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Eclesiastes (Coélet) (Ecl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cântico dos cânticos (Ct)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Sabedoria (Sb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Livros Proféticos
Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.
Isaías (Is)
Cap 1
10,16,17,18,19,20 (Contra a hipocrisia)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)
Cap 43
18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)
22,24,25 (A ingratidão de Israel)
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Cap 53
Cap 54
Cap 55
10,11 (Convite final)
Cap 56
Cap 57
Cap 58
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)
13,14 (O sábado)
Cap 59
Cap 60
1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)
Cap 61
Cap 62
Cap 63
Cap 64
Cap 65
Cap 66
Jeremias (Jr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
5,6,7,8,9,10 (Sentenças de sabedoria)
Cap 18
18,19,20 (Por ocasião de um atentado contra Jeremias)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Lamentações (Lm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Baruc (Br)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Ezequiel (Ez)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Daniel (Dn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
A PROFECIA DAS SETENTA SEMANAS
4,5,6,7,8,9,10 (Oração de Daniel)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Oséias (Os)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Joel (Jl)
Cap 1
Cap 2
12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)
Cap 3
Cap 4
Amós (Am)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Abdias (Ab)
Cap 1
Jonas (Jn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)
Cap 4
Miquéias (Mq)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
14,15 (Oração pela confusão das nações)
18,19,20 (Apelo ao perdão divino)
Naum (Na)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Habacuc (Hab)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Sofonias (Sf)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Ageu (Ag)
Cap 1
Cap 2
Zacarias (Zc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Malaquias (Ml)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4
NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO
Livros Históricos
Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.
Mateus (Mt)
Cap 1
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)
Cap 6
7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)
Cap 7
7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)
12 (A regra de ouro)
Cap 8
Cap 9
14,15 (Discussão sobre o jejum)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
17,18,19 (Terceiro anúncio da paixão)
20,21,22,23 (Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu)
24,25,26,27,28 (Os chefes devem servir)
Cap 21
33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,45,46 (Parábola dos vinhateiros homicidas)
Cap 22
Cap 23
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus)
Cap 24
Cap 25
31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Marcos (Mc)
Cap 1
A preparação do ministério de Jesus
1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)
9,10,11 (Batismo de Jesus)
12,13 (Tentação no deserto)
14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)
16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)
21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)
29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)
32,33,34 (Diversas curas)
35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)
40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)
13,14 (Chamado de Levi)
15,16,17 (Refeição com os pecadores)
18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)
23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)
Cap 3
1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)
7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)
13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)
20,21 (Providências da família de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)
31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)
Cap 4
26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)
30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)
33,34 (Conclusão sobre as parábolas)
35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)
21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)
Cap 6
1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)
14,15,16 (Herodes e Jesus)
17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)
30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)
53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)
Cap 7
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)
Viagens de Jesus fora da Galileia
24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)
31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)
11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)
14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)
22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)
27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)
31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)
34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)
Cap 9
1 (Condições para seguir a Jesus)
2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)
9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)
30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)
33,34,35,36,37 (Quem é o maior)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)
Lucas (Lc)
Cap 1
Cap 2
16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)
21 (Circuncisão de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)
29,30,31,32 (O cântico de Simeão)
33,34,35 (Profecia de Simeão)
36,37,38 (Profecia de Ana)
39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)
Cap 3
Cap 4
24,25,26,27,28,29,30
Cap 5
27,28 (Vocação de Levi)
29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)
Cap 6
36,37,38 (Misericórdia e gratuidade)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)
Cap 11
29,30,31,32 (O sinal de Jonas)
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
1,2,3 (As três parábolas da misericórdia)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33 (O filho perdido e o filho fiel: “o filho pródigo”)
Cap 16
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31 (O mau rico e o pobre Lázaro)
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
João (Jo)
Cap 1
O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)
35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (As núpcias de Caná)
13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (A purificação do Templo)
23,24,25 (Estada em Jerusalém)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Atos dos Apóstolos (At)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Livros Didáticos
As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.
Romanos (Rm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
31,32,33,34 (Hino ao amor de Deus)
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
1 Coríntios (1Cor)
Cap 1
22,23,24,25 (Sabedoria do mundo e sabedoria cristã)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
4. A fornicação
13,14,15,17,18,19,20
Cap 7
Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade
29,30,31,32,33,34,35
Cap 8
Cap 9
16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)
Cap 10
31,32,33 (Conclusão)
Cap 11
1
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Coríntios (2Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 6
1,2 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Gálatas (Gl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
4,5,6,7 (Filiação Divina)
Cap 5
Cap 6
Efésios (Ef)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Filipenses (Fl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Colossenses (Cl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Tessalonicenses (1Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
2 Tessalonicenses (2Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 Timóteo (1Tm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
2 Timóteo (2Tm)
Cap 1
1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)
6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Tito (Tt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Filemôn (Fm)
Cap 1
Hebreus (Hb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tiago (Tg)
Cap 1
1 (Endereço e saudação)
2,3,4 (O benefício das provações)
5,6,7,8 (A súplica confiante)
9,10,11 (O destino do rico)
12,13,14,15 (A provação)
16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)
13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)
Cap 4
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)
Cap 5
1 Pedro (1Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)
Cap 4
Cap 5
2 Pedro (2Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 João (1Jo)
Cap 1
Cap 2
22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)
Viver como Filhos de Deus
29
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)
Cap 4
Cap 5
5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)
Complementos
14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)
18,19,20,21 (Resumo da Epístola)
2 João (2Jo)
Cap 1
3 João (3Jo)
Cap 1
Judas (Jd)
Cap 1
O Livro Profético
Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.
Apocalipse (Ap)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22

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