LDP: 14/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA
14/Mar/2012 (4ª feira)
LEITURAS
Deuteronômio 4,1.5-9 (Livro do velho ou 1º testamento / Pentateuco ou os Livros da Lei)
Moisés falou ao povo, dizendo: 1“Agora, Israel, ouve as leis e os decretos que eu vos ensino a cumprir, para que, fazendo-o, vivais e entreis na posse da terra prometida que o Senhor Deus de vossos pais vos dará. 5Eis que vos ensinei leis e decretos conforme o Senhor meu Deus me ordenou, para que os pratiqueis na terra em que ides entrar e da qual tomareis posse. 6Vós os guardareis, pois, e os poreis em prática, porque neles está vossa sabedoria e inteligência perante os povos, para que, ouvindo todas as leis, digam: ‘Na verdade, é sábia e inteligente esta grande nação!’ 7Pois, qual é a grande nação cujos deuses lhe são tão próximos quanto o Senhor nosso Deus, sempre que o invocamos? 8E que nação haverá tão grande que tenha leis e decretos tão justos, quanto esta lei que hoje vos ponho diante dos olhos? 9Mas toma cuidado! Procura com grande zelo não te esqueceres de tudo o que viste com os próprios olhos, e nada deixes escapar do teu coração por todos os dias de tua vida; antes, ensina-o a teus filhos e netos”.
Salmo 147(147B),12-13.15-16.19-20 (R. 12a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)
— 12aGlorifica o Senhor, Jerusalém!
— 12Glorifica o Senhor, Jerusalém! Ó Sião, canta louvores ao teu Deus! 13Pois reforçou com segurança as tuas portas, e os teus filhos em teu seio abençoou.
— 15Ele envia suas ordens para a terra, e a palavra que ele diz corre veloz. 16ele faz cair a neve como a lã e espalha a geada como cinza.
— 19Anuncia a Jacó sua palavra, seus preceitos suas leis a Israel. 20Nenhum povo recebeu tanto carinho, a nenhum outro revelou os seus preceitos.
Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Mateus 5,17-19 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 17“Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas”. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da lei, sem que tudo se cumpra. 19Portanto, quem desobedecer a um só desses mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”.
COMENTÁRIOS
… Eu sou o CAMINHO …
Como vivo a Lei de Deus?
Você se recorda dos 10 Mandamentos?
Vale, neste momento, recordá-los:
1. Amar a Deus sobre todas as coisas.
2. Não tomar seu santo nome em vão.
3. Guardar domingos e festas.
4. Honrar pai e mãe.
5. Não matar.
6. Não pecar contra a castidade (fidelidade).
7. Não furtar.
8. Não levantar falso testemunho.
9. Não desejar a mulher do próximo.
10. Não cobiçar as coisas alheias.
Todos estes mandamentos têm sua centralidade no mandamento do amor.
Recordamos ainda, o que nos disseram sobre o discípulo: “Para ficar parecido verdadeiramente com o Mestre é necessário assumir a centralidade do Mandamento do amor, que Ele quis chamar seu e novo: “Amem-se uns aos outros, como eu os amei” (Jo 15,12). Este amor, com a medida de Jesus, com total dom de si, além de ser o diferencial de cada cristão, não pode deixar de ser a característica de sua Igreja, comunidade discípula de Cristo, cujo testemunho de caridade fraterna será o primeiro e principal anúncio, “todos reconhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13,35).” (DAp 138)
Como vivo o mandamento do amor?
… a VERDADE …
Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: enquanto o céu e a terra durarem, nada será tirado da Lei – nem a menor letra, nem qualquer acento. E assim será até o fim de todas as coisas. Portanto, qualquer um que desobedecer ao menor mandamento e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu. Pois eu afirmo a vocês que só entrarão no Reino do Céu se forem mais fiéis em fazer a vontade de Deus do que os mestres da Lei e os fariseus.
— Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: “Não mate. Quem matar será julgado.” Mas eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmão será julgado. Quem disser ao seu irmão: “Você não vale nada” será julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmão de idiota estará em perigo de ir para o fogo do inferno. Portanto, se você estiver oferecendo no altar a sua oferta a Deus e lembrar que o seu irmão tem alguma queixa contra você, deixe a sua oferta ali, na frente do altar, e vá logo fazer as pazes com o seu irmão. Depois volte e ofereça a sua oferta a Deus.
— Se alguém fizer uma acusação contra você e levá-lo ao tribunal, entre em acordo com essa pessoa enquanto ainda é tempo, antes de chegarem lá. Porque, depois de chegarem ao tribunal, você será entregue ao juiz, o juiz o entregará ao carcereiro, e você será jogado na cadeia. Eu afirmo a você que isto é verdade: você não sairá dali enquanto não pagar a multa toda.
— Vocês ouviram o que foi dito: “Não cometa adultério.” Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração. Portanto, se o seu olho direito faz com que você peque, arranque-o e jogue-o fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ser atirado no inferno. Se a sua mão direita faz com que você peque, corte-a e jogue-a fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ir para o inferno.
— Foi dito também: “Quem mandar a sua esposa embora deverá dar a ela um documento de divórcio.” Mas eu lhes digo: todo homem que mandar a sua esposa embora, a não ser em caso de adultério, será culpado de fazer com que ela se torne adúltera, se ela casar de novo. E o homem que casar com ela também cometerá adultério.
— Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: “Não quebre a sua promessa, mas cumpra o que você jurou ao Senhor que ia fazer.” Mas eu lhes digo: não jurem de jeito nenhum. Não jurem pelo céu, pois é o trono de Deus; nem pela terra, pois é o estrado onde ele descansa os seus pés; nem por Jerusalém, pois é a cidade do grande Rei. Não jurem nem mesmo pela sua cabeça, pois vocês não podem fazer com que um só fio dos seus cabelos fique branco ou preto. Que o “sim” de vocês seja sim, e o “não”, não, pois qualquer coisa a mais que disserem vem do Maligno.
Jesus diz que não veio abolir a Lei, os mandamentos, mas aperfeiçoá-los. Fala de um novo Reino onde para entrar é preciso que se supere os doutores da Lei, ou seja, é preciso não apenas conhecer a doutrina, os deveres, mas praticá-los, vivê-los.
… e a VIDA …
Pai, livra-me do perigo de reduzir minha obediência aos teus mandamentos à execução mecânica de gestos exteriores. Revela-me, cada vez mais profundamente, a tua vontade.
Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?
Sou uma pessoa convocada pela Palavra do Evangelho a viver integralmente a Lei que Jesus Cristo resumiu no amor. Assim posso viver o dia de hoje e todos os outros.
REFLEXÕES:
A NOVIDADE DO REINO
Após a proclamação das bem-aventuranças, Mateus, no Sermão da Montanha, apresenta o ensinamento de Jesus sobre a novidade do Reino dos Céus. O ingresso no Reino implica novas práticas que superam as tradições que refletem puros interesses humanos, tanto gentílicas como judaicas.
Neste texto de hoje, Mateus relaciona a Lei e os Profetas com os mandamentos das Bem-aventuranças. Dessa maneira ele prepara as seis contraposições entre a Lei e o Reino dos Céus, que virão a seguir, introduzidas por: “Ouvistes o que foi dito aos antigos… eu, porém, vos digo”. Com sua redação, Mateus procura mostrar às suas comunidades originárias do judaísmo que suas esperanças estão se realizando na novidade do Reino dos Céus. Jesus vem para cumprir a Lei e os profetas. Contudo, este cumprimento se dá por uma conversão radical às novas práticas das bem-aventuranças proclamadas por Jesus. Estas são os novos mandamentos a serem vivenciados na humildade e no amor. A prática e o ensinamento destes mandamentos correspondem à nova justiça, muito superior do que a dos escribas e fariseus, e significam a entrada no Reino dos Céus.
PROPOSTA PARA O REINO
Todos nós estamos de acordo que devemos obedecer a Deus, mas não estamos muito de acordo se perguntarmos por que devemos obedecer a Deus. Isto porque existem duas formas de obediência. A primeira é a obediência de quem reconhece o poder de quem manda e se submete a este poder por causa das vantagens da obediência ou das consequências da desobediência. É aquele que diz que manda quem pode e obedece quem tem juízo. A segunda é de quem reconhece os valores que motivam a autoridade e assume esses valores como próprios, vendo na obediência a grande forma de concretização desses valores. Jesus não veio mudar a lei, mas mostrar as suas motivações, os seus valores, a fim de que a sua observância não seja um jugo, mas uma forma de realização pessoal.
GRANDE E PEQUENO NO REINO
A liberdade de Jesus, frente à Lei de Moisés, dava a falsa impressão de que os discípulos estivessem liberados para agir a seu bel-prazer. Os adversários do Mestre, que esperavam dele submissão absoluta à tradição legal, ficavam decepcionados quando o viam agir de uma forma inusitada, em pleno desacordo com o costume da época. No parecer deles, o agir de Jesus beirava a impiedade.
O Mestre tenta corrigir esta distorção, afirmando não ter vindo para abolir a Lei e os Profetas, e sim, para dar-lhes pleno cumprimento. Pelo contrário, ele exorta os discípulos a não transgredirem os mandamentos, por menor que sejam, para não serem considerados menores no Reino dos Céus.
Estaria Jesus confessando-se legalista, e levando seus discípulos a competirem com o legalismo dos escribas e fariseus?
A exortação do Mestre deve ser entendida no contexto global de sua pregação. Quando se refere ao respeito à Lei e aos Profetas, está pensando na Lei como ele a entende: o desígnio original do Pai para nortear a vida humana, e não o amontoado de prescrições às quais os legalistas se submetiam. Jesus supera a letra da Lei, para atingir-lhe o espírito. Neste sentido, é grande quem se atém ao espírito da Lei e a cumpre com radicalidade; é pequeno quem a despreza, pois estará desprezando o próprio Deus.
Jesus foi grande, porque toda sua vida consistiu em cumprir a vontade de seu Pai, mesmo tendo de padecer a morte de cruz.
A LEI DE DEUS VISA A NOSSA SANTIFICAÇÃO
Para Jesus a lei moral é obra da sabedoria divina. Por isso, podemos defini-la – em sentido bíblico – como uma instrução paterna, uma pedagogia de Deus. Ela descreve ao homem os caminhos, as regras de procedimento que o levam à bem-aventurança prometida pelo Senhor e lhe proíbe os caminhos do mal que o desviam de Deus e do Seu amor. Ao mesmo tempo, firme nos Seus preceitos e amável nas Suas promessas, eis a razão do porquê Jesus diz: “O céu e a terra passarão; porém, nada será tirado da Lei – nem a menor letra, nem qualquer acento”.
Portanto, a questão da obediência aos mandamentos divinos – ou tudo quanto Deus ordena – não visará à salvação, pois entra no campo da santificação, e não da justificação. Entender o papel da Lei como meio de salvação seria um uso “ilegítimo” dela (cf. 1Timóteo 1,8).
O fracasso espiritual de Israel, que motivou sua rejeição como propriedade de Deus, não estava na Lei que é perfeita, santa, justa, boa, espiritual e prazerosa (Salmo 19,7; Romanos 7,12.14. 22), mas na atitude de autoconfiança do povo quanto às suas possibilidades de obedecê-la plenamente. Por isso é que Jesus, dirigindo-se ao povo, diz: “Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo”. Assim, Ele ressaltou os princípios básicos da Lei divina como sendo “amor a Deus sobre todas as coisas” e “amor ao próximo como a si mesmo” (Mateus 22,36-40).
Com pouca margem de erro, eu diria que há preceitos de caráter cerimonial, civil e moral na Lei divina, independentemente de ocorrer tal linguagem “técnica” nas páginas bíblicas, fato reconhecido por confissões de fé e autoridades cristãs de diferentes confissões do passado e do presente. Em toda a Lei está a defesa da vida que, afinal, é um dom de Deus.
No “Sermão da Montanha” (Mateus 5 a 7), bem como no “diálogo com o jovem rico” (Mateus 19,16ss), Cristo, ao tratar do verdadeiro espírito da Lei, nos lembra que Deus leva em conta não só a mera obediência a Seu texto, mas as reais e íntimas intenções do indivíduo quanto a tal obediência.
Nenhum dos mandamentos da Lei de Deus têm aplicação limitada a Israel. O próprio princípio do sábado foi estendido aos “filhos dos estrangeiros” (Isaías 56,2-8), e todas as pessoas de todas as nacionalidades têm necessidade de um dia regular de repouso, daí por que “o sábado foi feito por causa do homem” (Marcos 2,27).
No novo concerto, os princípios básicos da Lei divina são escritos por Deus nos corações e mentes dos Seus filhos – judeus ou gentios – nos moldes do que havia sido prometido ao antigo Israel em Ezequiel 36,26-27 e Jeremias 31,31-33.
Nos debates de Cristo com os escribas e fariseus sobre o sábado, o Senhor está corrigindo a prática extremada e insensível deles no que se refere ao Decálogo [dez mandamentos], mas não combatendo uma norma estabelecida por Ele próprio como Criador e Legislador (ver Mateus 12,1-12; Heb 1,2).
João, em Apocalipse 1,10 refere-se ao “Dia do Senhor” – que para nós católicos é o domingo – como sendo um dia especial dedicado a Deus. Portanto, Ele mantinha um dia especial de observância, como estabelecido no 3º mandamento da Lei de Deus: santificar os domingos e festas de guarda.
NÃO PENSEIS QUE VIM REVOGAR A LEI OU OS PROFETAS. NÃO VIM REVOGÁ-LOS, MAS LEVÁ-LOS À PERFEIÇÃO
A graça, que estava como que velada no Antigo Testamento, foi plenamente revelada no Evangelho de Cristo por uma disposição harmoniosa dos tempos, como Deus tem o costume de dispor harmoniosamente todas as coisas. […] Mas, no interior desta admirável harmonia, constatamos uma grande diferença entre as duas épocas. No Sinai, o povo não ousava aproximar-se do lugar onde o Senhor dava a Sua Lei; no Cenáculo, o Espírito Santo desce sobre aqueles que estão reunidos à espera de que a promessa se cumpra (Ex 19,23; At 2,1). Inicialmente, o dedo de Deus gravou as Suas leis em tábuas de pedra; agora é no coração dos homens que Ele a escreve (Ex 31,18; 2Cor 3,3). Antigamente, a Lei estava escrita no exterior e inspirava medo aos pecadores; agora é interiormente que lhes é dada, a fim de os tornar justos. […]
Na verdade, como diz o Apóstolo Paulo, tudo o que está escrito em tábuas de pedra, “não cometerás adultério, não matarás, […], não cobiçarás e outras coisas semelhantes, resumem-se num só mandamento: amarás o teu próximo como a ti mesmo. A caridade não faz mal ao próximo. A caridade é o pleno cumprimento da Lei” (Rm 13,9ss; Lv 19,18). […] Esta caridade foi «difundida em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado» (Rm 5,5).
NÃO PENSEIS QUE VIM ABOLIR A LEI E OS PROFETAS, MAS PARA CUMPRIR
Hoje em dia há muito respeito pelas distintas religiões. Todas elas expressam a busca da transcendência por parte do homem, a busca do além, das realidades eternas. No entanto, no cristianismo, que afunda suas raízes no judaísmo, esse fenômeno é inverso: é Deus quem procura o homem.
Como lembrou João Paulo II, Deus deseja se aproximar do homem, Deus quer dirigir-lhe suas palavras, mostrar-lhe o seu rosto porque procura a intimidade com ele. Isto se faz realidade no povo de Israel, povo escolhido por Deus para receber suas palavras. Essa é a experiência que tem Moisés quando diz: “Pois qual é a grande nação que tem deuses tão próximos como o SENHOR nosso Deus, sempre que o invocamos?” (Dt 4,7). E, ainda, o salmista canta que Deus “Anuncia a Jacó a sua palavra, seus estatutos e suas normas a Israel. Não fez assim com nenhum outro povo, aos outros não revelou seus preceitos. Aleluia!” (Sal 147,19-20).
Jesus, pois, com sua presença leva a cumprimento o desejo de Deus de aproximar-se do homem. Por isto diz que: “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para cumprir” (Mt 5,17). Vem a enriquecê-los, a iluminá-los para que os homens conheçam o verdadeiro rosto de Deus e possam entrar na intimidade com Ele.
Neste sentido, menosprezar as indicações de Deus, por insignificantes que sejam, comporta um conhecimento raquítico de Deus e, por isso, um será tido por pequeno no Reino dos Céus. E é que, como dizia São Teófilo de Antioquia, “Deus é visto pelos que podem ver-lhe, só precisam ter abertos os olhos do espírito (…), mas alguns homens os têm empanados”.
Aspiremos, pois, na oração seguir com grande fidelidade todas as indicações do Senhor. Assim, chegaremos a uma grande intimidade com Ele e, portanto, seremos tidos por grandes no Reino dos Céus.
A LEI DE DEUS É PERFEITA PARA A NOSSA ALMA E PARA A NOSSA VIDA. POR ISSO, JESUS VEIO CONFIRMAR TUDO O QUE JÁ FOI ESCRITO
Se percebermos o que se passa dentro do nosso coração, veremos que nada dentro de nós mudou e que o ser humano precisa hoje, como sempre, dos valores que a Lei do Senhor propõe. A lei de Deus é perfeita para a nossa alma e para a nossa vida. Por isso, Jesus veio confirmar tudo o que já foi escrito: “Não penseis que vim abolir a lei e os profetas” “vim para dar-lhe pleno cumprimento”. As leis e os mandamentos de Deus não mudam, porém, muda o nosso entendimento. Deus não muda o Seu Plano, o que era, é e sempre será.
Por isso, Jesus veio ao mundo, também, para dar cumprimento a Lei de Deus que estava sendo deturpada. Ele mesmo é quem nos ensina: é grande no reino dos céus quem pratica e também ensina os Seus mandamentos. Nós muitas vezes, nos apegamos à Lei de uma forma distorcida e nos apegamos apenas aos acessórios, por isso nos equivocamos e esquecemos o que é essencial. Portanto, não podemos ficar nos confundindo hoje com as falsas ideias de que isto e aquilo são coisas do passado, que o mundo é outro e que os valores mudaram.
Jesus veio dar uma nova roupagem à lei que os antigos pregavam. Deus trabalha com a nossa humanidade. Ele é paciente e espera as nossas resoluções. Porém, a essência da lei e do direcionamento de Deus tem sempre o mesmo objetivo: a vivência do amor que dá ao homem, feito à Sua imagem e semelhança, a felicidade e plenitude de vida. Praticar os mandamentos e ensiná-los aos outros, dar-nos-á uma qualidade de vida superior à que tem os que não os praticam. Para sermos considerados grandes no reino dos céus precisamos apenas viver o amor aqui na terra e assim podemos fazer o que quisermos. Reflita:
O que você acha que mudou no coração do homem?
Você é daqueles que acham que certos valores já eram?
Qual é o conceito que você tem da Lei de Deus?
Como você acha que Deus o considera: menor ou maior no reino dos céus?
Amém!
Abraço carinhoso.
NÃO VIM PARA ABOLIR A LEI, MAS PARA DAR-LHE PLENO CUMPRIMENTO
Não vim para abolir a Lei, mas para dar-lhe pleno cumprimento.
Neste Evangelho, Jesus nos fala a respeito do valor e da importância das Leis do Antigo Testamento para nós hoje.
O “pleno cumprimento” da Lei consiste principalmente na maneira correta de obediência. Obedecer corretamente a uma lei é procurar descobrir e praticar a intenção do legislador, o que ele tinha em mente ao promulgá-la. É o que chamamos espírito da lei. Isso vai muito além da obediência literal, que só vê o que a lei diz em si, sem considerar o seu sentido mais profundo.
No caso da Bíblia, as leis do Antigo e do Novo Testamento vieram do mesmo autor, que é Deus, nosso Pai amoroso. Suas palavras são as de um Pai que só quer o bem dos filhos e filhas. Também nós devemos receber essas leis com amor de filhos e filhas. “Não és mais escravo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro; tudo isso por graça de Deus” (Ef 4,7). Somos de dentro da casa de Deus, somos sua família. Assim que devemos ver as Leis dele.
Quando amamos uma pessoa, nós lemos no coração dela o que suas palavras não conseguem expressar. Precisamos fazer o mesmo com Deus. Jesus fez isso, em relação às Leis do Antigo Testamento.
As palavras do Evangelho de hoje são o começo de um discurso de Jesus, no qual ele apresenta cinco exemplos, para mostrar como que as Leis do Antigo Testamento devem ser vistas por nós hoje:
1) “Não matarás.” Deus está dizendo que não quer que façamos o mal ao próximo, e sim o bem. Isso começa com pequenos gestos, como tratar o nosso irmão com raiva.
2) “Não cometer adultério.” No fundo, é respeitar a família, e não desrespeitar o matrimônio nem com um olhar.
3) “Não jurarás falso.”. No fundo, é ser verdadeiro, falar sempre a verdade e nunca enganar ninguém e nunca colocar Deus como nossa testemunha. “Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não”.
4) “Olho por olho, dente por dente.” Significa não se deixar levar pelo espírito de vingança ou pela ganância. Se alguém nos tomar a capa, vamos entregar-lhe também a túnica. Se alguém nos der um tapa, vamos virar-lhe a outra face.
5) “Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.” Com esta Lei, Moisés cortou noventa por cento do ódio que havia entre as pessoas, e introduziu um controle. No fundo, o que Deus queria era que amássemos a todos, até os nossos inimigos. “Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus; pois ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre juntos e injustos” (Mt 5,45).
E Jesus termina o discurso com uma frase chave que resume tudo: “Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). Aí está a grande meta da nossa vida: que sejamos parecidos com Deus Pai, pois o filho se parece com o pai.
Ser cristão é obedecer aos mandamentos de Deus. “Isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça ainda, e cada vez mais, em conhecimento e em toda percepção, para discernirdes o que é melhor. Assim estareis puros e sem nenhuma culpa para o dia de Cristo…” (Fl 1,9-10).
Ser santo consiste em amar a Deus e amar o próximo como Deus ama. O amor vem de dentro, o amor tudo transforma. Ele brota da nossa liberdade, não de leis externas. Jesus nos libertou da lei. Mas é uma libertação que nos leva a viver para os outros. “Ame, e faça o que você quiser… Se a verdade nos faz livres, o amor nos faz escravos” (Santo Agostinho).
A propaganda cria em nós o desejo de comprar coisas, de substituir a geladeira, o fogão, a máquina de lavar… A necessidade muitas vezes é ilusória, tornando-nos escravos do dinheiro e das lojas que vendem a prestação. As lojas não querem vender à vista, porque o lucro, ou melhor, o roubo delas é menor. Os juros embutidos nas prestações são exorbitantes, mas o consumidor dificilmente percebe isso. “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.
Certa vez, um homem encontrou dentro de um baú dos seus tataravôs, entre as bugigangas, uma moeda. Estava escurecida e desgastada pelo tempo. Ninguém da família conhecia o seu valor.
O homem então levou a moeda a um economista. Este, após examiná-la, a desprezou, dizendo que não valia mais nada.
Não conformado, o homem dirigiu-se a um especialista em raridades. Quando o especialista a viu, sua feição se mudou. Após examiná-la, disse ao dono da moeda ser dono de uma peça de imenso valor, uma rara moeda de ouro, na verdade, uma peça única.
Economia e vida. As pessoas são como essa moeda. Elas não podem ser avaliadas apenas pelo seu valor econômico, isto é, pela capacidade de trabalhar e de produzir. Toda pessoa é uma peça rara, única, de valor infinito.
Certa vez, um homem decidiu seguir Jesus Cristo para valer mesmo. Ele praticava caridade, ajudava todo mundo, dizias boas palavras, fazia o bem de manhã até a noite. O grande desejo dele era ir para o céu. Ninguém tinha dúvida de que ela ia mesmo para o céu.
Um dia, ele morreu, chegou à porta do céu e aquele que o recebeu disse que seu nome não constava na lista. Ele obedeceu direitinho e foi logo para o inferno.
Dois dias depois, o capeta foi lá à porta do céu e reclamou: “Vocês me mandaram um que está causando a maior desordem e anarquia. Está um caos lá no inferno. Está todo mundo se falando, um olhando nos olhos do outro, se abraçando e querendo bem, perdoando e falando de amor. Trate de tirá-lo de lá o mais rápido possível”. O porteiro consultou a lista e viu que houve um engano.
Vamos viver tão bem a nossa fé, sendo caridosos fraternos e dando bons exemplos que, mesmo se porventura houver um engano lá na porta do céu, nós não o perderemos. Faça de tudo para o capeta não gostar de você.
Onde há amor, não há necessidade de lei. Maria Santíssima amava muito a Deus, e lhe obedecia espontaneamente em tudo.
Não vim para abolir a Lei, mas para dar-lhe pleno cumprimento.
ENSINA ISSO A TEUS FILHOS E NETOS!
O povo da Antiga Aliança tinha suas raízes fincadas na Aliança do Sinai. É bonito, neste texto que lemos hoje, do Deuteronômio, ouvir a recomendação dada por Moisés aos judeus para que ensinassem aos filhos e netos os decretos e normas da Aliança. Talvez, certa radicalização disso tenha impedido a que muitos judeus dessem o passo para a Nova Aliança, que é muito mais superior do que a Antiga. E um relaxamento por parte de muitas famílias, hoje, tem levado a que muitos pais já não consigam transmitir a fé para seus filhos; queria estar enganado quanto a isso! Para nós cristãos, que somos o povo de Deus da Nova Aliança, o enraizamento da nossa fé está na pessoa do próprio Jesus Cristo. Sabemos que o Antigo Testamento preparou a vinda de Jesus e o Novo cumpriu definitivamente a promessa do Antigo. Para sermos de fato o Povo da Nova Aliança precisamos amar Jesus Cristo e pôr em prática seus ensinamentos, de acordo com sua Igreja. Ora para isso é necessário conhecermos também o evangelho: pois, como dizia S. Jerônimo “desconhecer o evangelho é desconhecer o próprio Cristo”.
Quando a catequese foi delegada à Igreja, como agência de serviço cuja qualidade é discutível, deu naquilo que deu! Está mais do que na hora de voltarmos à catequese familiar! Se estiver errado nesta opinião que alguém me convença do contrário!
Bom prosseguimento para a Páscoa, rodeados de penitência quaresmal por todos os lados!
-Louvado seja N. S. Jesus Cristo!
AS LEIS DE DEUS SÃO MAIORES
Mateus nos revela que o Reino vem através da prática da justiça que Deus quer, porém a prática da justiça consiste no amor aos pequenos, nas coisas feitas para atender as necessidades básicas do homem infeliz, contudo jamais prevalecer de leis humanas para condenar e/ou manipular os indivíduos de pouca instrução, embasado em falsas justiças. Para tanto, Jesus não veio desfazer as Leis do amor, mas fazê-las necessárias para todos, na intenção de cumprir a justiça fraterna. Disse Jesus aos seus discípulos: “Qualquer um que desobedecer ao menor mandamento e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu”.(Mt 5, 19).
Temos Leis a seguir. Estas Leis são maiores, pois são as Leis do amor, do respeito, da compaixão, da solicitude e tantas outras no mesmo sentido. São Leis-ensinamentos universais que contemplam os anseios de cada um, não os remetem a humilhação, mas os levam a felicidade e a vida plena. Todas as justiças devem ser voltadas para a vida. Quando algo foi criado para matar ou desonrar uma pessoa, deixa de ser justiça divina e passa a ser a falsa justiça do homem.
Deus criou o homem para viver na dignidade e na felicidade harmônica em sociedade. Deus não criou o homem para ser infeliz. Portanto, a felicidade está no cumprimento e na obediência do mandamento dos céus e não no cumprimento e na obediência das leis dos homens.
Mas como obedecer a Deus e não obedecer aos homens?
Como ser feliz com as coisas dos céus e não das coisas da terra?
Como engrandecer com os ensinamentos de Cristo que deu a sua vida para salvar a humanidade?
Contudo, só conseguiremos abraças os mandamentos de Deus se tivéssemos crença e a fé no Criador e se praticássemos com honradez a justiça ensinada por Jesus. Outra situação que ainda mereça cuidado, não só deveríamos seguir as doutrinas de Cristo, como ensinar os irmãos a fazer o mesmo.
Temos a obrigação pelo cumprimento das leis de Deus levar a Boa Nova a todos os irmãos que ainda não descobriram o amor verdadeiro de nosso Deus. Ao fazer com que outros conheçam a mensagem da libertação, estamos praticando o Reino do ensinamento da felicidade e, neste caso, estamos agradando Deus.
Ao contrário, os judeus afirmavam serem conhecedores dos ensinamentos do Senhor, diziam cuidadoso pelas leis de Moisés, mas na prática revelavam suas leis perversas, aniquiladoras e portadoras de injustiças. Não adianta conhecer para si, rezar para Deus, é preciso FAZER, ou seja, estar a serviço da missão da fraternidade. Mas enquanto aplicarem-se leis severas que destroem vidas, discriminar os pobres e não se sentarem com eles para fazer a refeição, o REINO DE DEUS NÃO ESTÁ SENDO CONSTRUÍDO NA TOTALIDADE, OU SEJA, tudo está sendo desfeito para Deus.
Assim, levar os ensinamentos do Cristo Ressuscitado a todos às criaturas simboliza não ocultar o que é peculiar para a vida ensejada por Deus. Os doutores das Leis, os escribas, os judeus e todos os poderosos do tempo de Jesus sabiam muitos bem o significado das leis do Senhor, mas para alienar os pequenos não os apresentava na essência, criavam outras leis para garantir o pleno privilégio de viver-bem, mas não conheciam por ignorância o bem-viver. Por isso que Jesus disse: “não penseis que vim abolir as leis e nem os profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento”. Estas palavras também servem para nós que não observamos e nem praticamos a justiça na lei do Senhor. Que façamos sempre a vontade de nosso Deus e acolhamos com vivacidades todos os irmãos necessitados. Amém!
Façamos a justiça correta.
PRATICAR E ENSINAR OS MANDAMENTOS
Jesus declara que não veio abolir a lei, mas levá-la à plenitude. A lei surgiu no povo de Israel como garantia de sua liberdade e de sua identidade como povo. Portanto, o espírito da lei é libertador, dignifica e garante relações justas para todo o povo.
Com o transcorrer do tempo, porém, esse espírito foi se perdendo. Vieram as instituições religiosas (o templo) e políticas (a monarquia) que reproduziram as estruturas opressoras de outros povos. Então, o espírito igualitário e justo que caracterizou as origens tribais de Israel foi sendo abandonado em meio a tantos preceitos minuciosos e desumanizante.
A lei, que fundamentava a justiça, se converteu em um instrumento de dominação e desumanização. Talvez o mesmo tenha ocorrido com a proposta do Reino de Jesus. A excessiva institucionalização da mensagem evangélica pouco a pouco foi tornando opaca a força libertadora da Boa Nova da salvação, anunciada e testemunhada por Jesus.
Não se trata de acabar com as leis ou instituições, mas fazer com que elas voltem a ser garantias de liberdade, dignidade, vida e saúde para todos os seres humanos, preferencialmente para os empobrecidos e excluídos de nossa sociedade.
MUDAR A LEI DE MOISÉS?
Os fariseus e mestres da Lei ficavam muitos irritados com Jesus, pois pensavam que Ele estava combatendo, ou mesmo destruindo ou desrespeitando a Lei de Moisés, como era no caso de Jesus fazer milagres aos sábados. Jesus atualizou a Lei, assim como acertou ou corrigiu as emendas egoístas feitas pelos mestres da Lei, a mando dos saduceus.
Caríssimos irmãos catequistas. Alegrai-vos! Pois segundo as palavras de Jesus, seremos considerados grandes no Reino do Céu. E por que? Porque estamos tentando seguir os mandamentos, e também estamos levando-os aos nossos irmãos. Foi o que Jesus prometeu.
“…quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu”.
Portanto, não vamos nos acomodar ao pensar nessa grande verdade. Pois aqueles que não seguem os mandamentos e que serão considerados os menores no Reino, eles são a nossa responsabilidade, pois teremos de levar a salvação até eles.
E maioria dos nossos irmãos, ou seja, a maior parte da humanidade, infelizmente, é aquela parte que não está seguindo os mandamentos de Deus, e ainda ensinam os demais a fazer o mesmo. Em toda a mídia vemos isso. No cinema, na internet, na televisão , no lixão Big Brother, nas novelas, etc., o que eles ensinam é tudo o contrário do que Cristo ensinou. É a destruição dos valores numa verdadeira lavagem cerebral, e a introdução dos “desvalores”, ou seja, de tudo aquilo que perverte os jovens, e os convidam a seguir os caminhos da esquerda: os caminhos da violência, do acasalamento sem nenhuma responsabilidade, o caminho da descrença, etc. quando vemos uma criança fruto de uma união fora do casamento, uma filha de uma mãe solteira por exemplo, pensamos o seguinte: o que será do futuro dessa criança? Com certeza não será matriculada no catecismo! Com certeza nunca será levada à missa! Com certeza trilhará os caminhos da incredulidade, da rebeldia, e depois da violência sem limites. Assim será o nosso futuro! É triste pensar nisso, mais é a pura verdade que nos espera. Por isso, nós que temos a missão de salvar esse mundo, temos mais é que dobrar os nossos esforços no sentido de preparar outros catequistas para se ajuntarem a nós nessa missão santa. Vamos lá, meus irmãos! Coragem. Jesus está conosco! Não desanimemos!
MUDAR A LEI DE MOISÉS?
Confesso que no método de catequese da “Decoreba”, nunca consegui tirar dez quando a catequista perguntava sobre os mandamentos de Deus e depois sobre os cinco da Igreja e não tenho vergonha de dizer que, se for responder ali na “lata”, ainda vou me enroscar. Entretanto é bom que se diga que o problema estava no método e não no conteúdo, claro que nos anos 60 esse método servia. Hoje é quase impossível continuar-se com essa catequese conceitual e formulativa.
Quando a Igreja se preocupa hoje em rever e modificar o método de catequese, adequando-o ao nosso contexto, ela não está “jogando fora” todo o ensinamento doutrinal da Tradição, o conteúdo doutrinal, que aliás é riquíssimo, continua o mesmo, a mudança está apenas no método, como apresentar tudo isso as crianças e aos catecúmenos nesses tempos da pós modernidade.
O mesmo acontecia no tempo da vida pública de Jesus, quando os seus opositores o acusavam de não seguir e obedecer a Sagrada Lei de Moisés e de querer acabar com ela. No evangelho de hoje o evangelista Mateus coloca na boca de Jesus a afirmação que quer recolocar as coisas nos seus devidos lugares “Não vim para abolir a Lei e os Profetas, mas para levá-los á sua perfeição”.
Ninguém têm autoridade para alterar a lei, ou manipulá-la de acordo com suas conveniências; possivelmente na comunidade de Mateus onde esse evangelho foi refletido, haviam pessoas zelosas e bastante preocupadas com a tradição apostólica que trazia em si a Tradição de Israel, a Lei e os Profetas. O Cristianismo a princípio era uma seita dentro do Judaísmo e as coisas não aconteceram da noite para o dia, foram muitos anos até que o Cristianismo tivesse uma identidade própria.
Com toda certeza a comunidade vivia esse dilema: abrir-se totalmente para a Plenitude que é Jesus ressuscitado e a novidade do evangelho, ou manter a raiz em Israel, seguindo a Lei de Moisés?
Hoje entendemos a importância e o valor do Antigo Testamento, caminho seguro percorrido pelos Santos Homens e pelo Povo de Deus, para se chegar a Jesus Cristo, desta forma nada se pode acrescentar e nem diminuir neste legado de Fé da Antiga Aliança, o Novo Testamento ilumina o Antigo e o Antigo ilumina o Novo, pensar que a História da Salvação tem o seu início na Encarnação do Verbo, e desprezar a experiência de Fé de todos os que nos antecederam, seria o mesmo que destruir o alicerce, as vigas mestras de uma construção, onde o Edifício virá abaixo….
MONIÇÕES
MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL
Os dois testamentos formam uma unidade indestrutível porque apresentam todo o plano divino da salvação. Assim a lei, contida nos dois, revela-se expressão concreta do amor de Deus para com seu povo.
MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO
A nação que possui leis que defendem a vida do povo, principalmente dos mais necessitados, é sábia, inteligente e age de acordo com a vontade do Senhor.
MONIÇÃO PARA O EVANGELHO
Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! Senhor, tuas palavras são espírito, são vida; só tu tens palavras de vida eterna! (Jo 6,63-68).
ANTÍFONAS
Antífona da entrada
Orientai meus passos, Senhor, segundo a vossa palavra, e que o mal não domine sobre mim! (Sl 118,133)
Antífona da comunhão
Vós me ensinareis, Senhor, o caminho da vida: perfeita é a alegria em vossa presença (Sl 15,11).
ORAÇÕES DO DIA
Oração do dia ou Oração da coleta
Ó Deus de bondade, concedei que, formados ela observância da Quaresma e nutridos por vossa palavra, saibamos mortificar-nos para vos servir com fervor, sempre unânimes na oração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia
— Deus Pai, atendei nossa prece.
— Iluminai, Senhor, nosso coração e nossa mente, para que vivamos intensamente o mistério pascal.
— Inspirai os legisladores na formulação das leis, para que promovam a igualdade, a fraternidade e a democracia.
— Orientai-nos no exercício da cidadania, ajudando-nos a respeitar as lei justas e modificar as excludentes.
— Tornai-nos mais comprometidos com as pessoas que passam necessidade.
— Fortalecei os missionários na árdua missão de levar ao mundo a palavra de Deus.
Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
Oração sobre as oferendas
Recebei, ó Deus, com estas oferendas, as preces do vosso povo, e a nós, que celebramos estes mistérios, defendei-nos de todos os perigos. Por Cristo, nosso Senhor.
Oração depois da comunhão
Santifique-nos, ó Deus, esta mesa celeste da qual participamos para que, purificando-nos de todo erro, ela nos torne dignos das vossas promessas. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA

Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO
O Pentateuco ou os Livros da Lei
Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.
Gênesis (Gn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
1,2,9,10,11,12,13,15,16,17,18 (O sacrifício de Abraão)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
III. HISTÓRIA DE JOSÉ
3,4 (José e seus irmãos)
12,13,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28 (José vendido por seus irmãos)
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Êxodo (Ex)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17 (O Decálogo)
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Levítico (Lv)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Números (Nm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
22,23,24,25,26,27 (O nazireato)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Deuteronômio (Dt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1,5,6,7,8 (A infidelidade de Fego e a verdadeira sabedoria)
9 (A revelação do Horeb e suas exigências)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
15,16,17,18,19,20 (Os profetas)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO
16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
15,16,17,18 (O escravo)
19,20 (Os primogênitos)
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Livros Históricos
Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.
Josué (Js)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Juízes (Jz)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Rute (Rt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Samuel (1Sm)
Cap 1
A infância de Samuel
9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)
19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)
Cap 2
1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)
Cap 4
A Arca nas mãos dos Filisteus
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Instituição da realeza
4,5,6,7 (O povo pede um rei)
10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)
Cap 9
1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)
17,18,19 (Saul encontra Samuel)
Cap 10
1 (A sagração de Saul)
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))
Cap 16
Saul e Davi — Davi na Corte
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)
Cap 17
32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)
40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)
Cap 18
6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)
Cap 19
1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
2 Samuel (2Sm)
Cap 1
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)
19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)
Cap 12
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)
16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
13,14 (Fuga de Davi)
30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)
Cap 16
5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)
Cap 17
Cap 18
9,10,14 (Morte de Absalão)
24,25,30 (A notícia é levada a Davi)
Cap 19
1,2,3 (O sofrimento de Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
2,9 (O recenciamento do povo)
10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)
1 Reis (1Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)
22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)
30 (Oração pelo povo)
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)
Cap 11
4. As sombras do reinado
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)
29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)
Cap 12
III. O cisma político e religioso
19 (A assembleia de Siquém)
26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)
Cap 13
33,34 (O homem de Deus e o profeta)
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
2 Reis (2Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15 (A cura de Naamã)
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
1 Crônicas (1Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
2 Crônicas (2Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Esdras (Esd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Neemias (Ne)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tobias (Tb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Judite (Jt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Ester (Est)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
17 (Oração de Ester)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1 Macabeus (1Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Macabeus (2Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais
Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.
Jó (Jó)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
1,2,3,4,6,7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Salmos (Sl)
Cap 1
1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)
Cap 2
Cap 3
2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11(10)
Cap 12(11)
2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)
Cap 13(12)
Cap 14(13)
Cap 15(14)
1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)
Cap 16(15)
Cap 17(16)
Cap 18(17)
31,47,50,5l (“Te Deum” real)
Cap 19(18)
8,9,10,11,15 (Iahweh, sol de justiça)
Cap 20(19)
Cap 21(20)
1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)
Cap 22(21)
Cap 23(22)
Cap 24(23)
7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)
Cap 25(24)
4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)
Cap 26(25)
Cap 27(26)
Cap 28(27)
Cap 29(28)
1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade) 31(30),5-6.14.15-16 (R. 17b)
Cap 30(29)
Cap 31(30)
5,6,14,15,16,17 (Súplica na provação)
Cap 32(31)
1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)
Cap 33(32)
Cap 34(33)
1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)
Cap 35(34)
Cap 36(35)
Cap 37(36)
5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)
Cap 38(37)
Cap 39(38)
Cap 40(39)
1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)
Cap 41(40)
1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)
Cap 42(41)
2,3 (Lamento do levita exilado)
Cap 43(42)
3,4
Cap 44(43)
10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)
Cap 45(44)
Cap 46(45)
Cap 47(46)
Cap 48(47)
Cap 49(48)
Cap 50(49)
8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)
Cap 51(50)
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)
Cap 52(51)
Cap 53(52)
Cap 54(53)
Cap 55(54)
7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)
Cap 56(55)
1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23
Cap 57(56)
1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)
Cap 58(57)
Cap 59(58)
Cap 60(59)
Cap 61(60)
Cap 62(61)
Cap 63(62)
Cap 64(61)
Cap 65(64)
Cap 66(65)
Cap 67(66)
1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)
Cap 68(67)
Cap 69(68)
Cap 70(69)
Cap 71(70)
Cap 72(71)
1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)
Cap 73(72)
Cap 74(73)
Cap 75(74)
Cap 76(75)
Cap 77(76)
Cap 78(77)
Cap 79(78)
8,9,11,13 (Lamentação nacional)
Cap 80(79)
1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel) 79(78),8.9.11.13
Cap 81(80)
10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)
Cap 82(81)
Cap 83(82)
Cap 84(83)
3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)
Cap 85(84)
Cap 86(85)
1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)
Cap 87(86)
Cap 88(87)
Cap 89(88)
16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)
Cap 90(89)
Cap 91(90)
Cap 92(91)
Cap 93(92)
Cap 94(93)
12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)
Cap 95(94)
Cap 96(95)
1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)
Cap 97(96)
Cap 98(97)
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)
Cap 99(98)
Cap 100(99)
1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)
Cap 101(100)
Cap 102(101)
Cap 103(102)
1,2,3,4,8,9,10,11,12 (Deus é amor)
Cap 104(103)
Cap 105(104)
5,16,17,18,19,20,21 (A história maravilhosa de Israel)
Cap 106(105)
3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional) 105(104),16-17.18-19.20-21 (R. 5a)
Cap 107(106)
Cap 108(107)
Cap 109(108)
Cap 110(109)
Cap 111(110)
Cap 112(111)
1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)
Cap 113(112)
Cap 114(113A)
Cap 115(113B)
Cap 116(114-115)
10,15,16,17,18,19 (Ação de graças)
Cap 117(116)
1,2 (Convite ao louvor)
Cap 118(117)
Cap 119(118)
1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)
Cap 120(119)
Cap 121(120)
Cap 122(121)
Cap 123(121)
Cap 124(123)
Cap 125(124)
Cap 126(125)
Cap 127(126)
Cap 128(127)
Cap 129(128)
Cap 130(129)
1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.
Cap 131(130)
Cap 132(131)
6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)
Cap 133(132)
Cap 134(133)
Cap 135(134)
Cap 136(135)
Cap 137(136)
Cap 138(137)
1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)
Cap 139(138)
Cap 140(139)
Cap 141(140)
Cap 142(141)
Cap 143(142)
Cap 144(143)
1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)
Cap 145(144)
Cap 146(145)
Cap 147(146)
1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,16,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)
Cap 148
Cap 149
1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)
Cap 150
Provérbios (Pr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Eclesiastes (Coélet) (Ecl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cântico dos cânticos (Ct)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Sabedoria (Sb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Livros Proféticos
Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.
Isaías (Is)
Cap 1
10,16,17,18,19,20 (Contra a hipocrisia)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)
Cap 43
18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)
22,24,25 (A ingratidão de Israel)
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Cap 53
Cap 54
Cap 55
10,11 (Convite final)
Cap 56
Cap 57
Cap 58
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)
13,14 (O sábado)
Cap 59
Cap 60
1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)
Cap 61
Cap 62
Cap 63
Cap 64
Cap 65
Cap 66
Jeremias (Jr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
5,6,7,8,9,10 (Sentenças de sabedoria)
Cap 18
18,19,20 (Por ocasião de um atentado contra Jeremias)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Lamentações (Lm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Baruc (Br)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Ezequiel (Ez)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Daniel (Dn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
25,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cântico de Azarias na fornalha)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
A PROFECIA DAS SETENTA SEMANAS
4,5,6,7,8,9,10 (Oração de Daniel)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Oséias (Os)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Joel (Jl)
Cap 1
Cap 2
12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)
Cap 3
Cap 4
Amós (Am)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Abdias (Ab)
Cap 1
Jonas (Jn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)
Cap 4
Miquéias (Mq)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
14,15 (Oração pela confusão das nações)
18,19,20 (Apelo ao perdão divino)
Naum (Na)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Habacuc (Hab)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Sofonias (Sf)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Ageu (Ag)
Cap 1
Cap 2
Zacarias (Zc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Malaquias (Ml)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4
NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO
Livros Históricos
Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.
Mateus (Mt)
Cap 1
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
17,18,19 (O cumprimento da Lei)
20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)
Cap 6
7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)
Cap 7
7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)
12 (A regra de ouro)
Cap 8
Cap 9
14,15 (Discussão sobre o jejum)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22 (Perdão das ofensas)
23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35 (Parábola do devedor implacável)
Cap 19
Cap 20
17,18,19 (Terceiro anúncio da paixão)
20,21,22,23 (Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu)
24,25,26,27,28 (Os chefes devem servir)
Cap 21
33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,45,46 (Parábola dos vinhateiros homicidas)
Cap 22
Cap 23
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus)
Cap 24
Cap 25
31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Marcos (Mc)
Cap 1
A preparação do ministério de Jesus
1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)
9,10,11 (Batismo de Jesus)
12,13 (Tentação no deserto)
14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)
16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)
21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)
29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)
32,33,34 (Diversas curas)
35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)
40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)
13,14 (Chamado de Levi)
15,16,17 (Refeição com os pecadores)
18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)
23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)
Cap 3
1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)
7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)
13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)
20,21 (Providências da família de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)
31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)
Cap 4
26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)
30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)
33,34 (Conclusão sobre as parábolas)
35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)
21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)
Cap 6
1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)
14,15,16 (Herodes e Jesus)
17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)
30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)
53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)
Cap 7
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)
Viagens de Jesus fora da Galileia
24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)
31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)
11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)
14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)
22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)
27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)
31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)
34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)
Cap 9
1 (Condições para seguir a Jesus)
2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)
9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)
30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)
33,34,35,36,37 (Quem é o maior)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)
Lucas (Lc)
Cap 1
Cap 2
16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)
21 (Circuncisão de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)
29,30,31,32 (O cântico de Simeão)
33,34,35 (Profecia de Simeão)
36,37,38 (Profecia de Ana)
39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)
Cap 3
Cap 4
24,25,26,27,28,29,30
Cap 5
27,28 (Vocação de Levi)
29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)
Cap 6
36,37,38 (Misericórdia e gratuidade)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)
Cap 11
29,30,31,32 (O sinal de Jonas)
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
1,2,3 (As três parábolas da misericórdia)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33 (O filho perdido e o filho fiel: “o filho pródigo”)
Cap 16
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31 (O mau rico e o pobre Lázaro)
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
João (Jo)
Cap 1
O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)
35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (As núpcias de Caná)
13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (A purificação do Templo)
23,24,25 (Estada em Jerusalém)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Atos dos Apóstolos (At)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Livros Didáticos
As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.
Romanos (Rm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
31,32,33,34 (Hino ao amor de Deus)
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
1 Coríntios (1Cor)
Cap 1
22,23,24,25 (Sabedoria do mundo e sabedoria cristã)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
4. A fornicação
13,14,15,17,18,19,20
Cap 7
Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade
29,30,31,32,33,34,35
Cap 8
Cap 9
16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)
Cap 10
31,32,33 (Conclusão)
Cap 11
1
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Coríntios (2Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 6
1,2 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Gálatas (Gl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
4,5,6,7 (Filiação Divina)
Cap 5
Cap 6
Efésios (Ef)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Filipenses (Fl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Colossenses (Cl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Tessalonicenses (1Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
2 Tessalonicenses (2Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 Timóteo (1Tm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
2 Timóteo (2Tm)
Cap 1
1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)
6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Tito (Tt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Filemôn (Fm)
Cap 1
Hebreus (Hb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tiago (Tg)
Cap 1
1 (Endereço e saudação)
2,3,4 (O benefício das provações)
5,6,7,8 (A súplica confiante)
9,10,11 (O destino do rico)
12,13,14,15 (A provação)
16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)
13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)
Cap 4
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)
Cap 5
1 Pedro (1Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)
Cap 4
Cap 5
2 Pedro (2Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 João (1Jo)
Cap 1
Cap 2
22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)
Viver como Filhos de Deus
29
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)
Cap 4
Cap 5
5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)
Complementos
14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)
18,19,20,21 (Resumo da Epístola)
2 João (2Jo)
Cap 1
3 João (3Jo)
Cap 1
Judas (Jd)
Cap 1
O Livro Profético
Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.
Apocalipse (Ap)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22

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