LDP: 15/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA
15/Mar/2012 (5ª feira)
LEITURAS
Jeremias 7,23-28 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)
Assim fala o Senhor: 23“Dei esta ordem ao povo dizendo: Ouvi a minha voz, assim serei o vosso Deus, e vós sereis o meu povo; e segui adiante por todo o caminho que eu vos indicar para serdes felizes. 24Mas eles não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, seguindo as más inclinações do coração, andaram para trás e não para a frente, 25desde o dia em que seus pais saíram do Egito até o dia de hoje. A todos enviei meus servos, os profetas, e enviei-os cada dia, começando bem cedo; 26mas não ouviram e não prestaram atenção; ao contrário, obstinaram-se no erro, procedendo ainda pior que seus pais. 27Se falares todas essas coisas, eles não te escutarão, e, se os chamares, não te darão resposta. 28Dirás, então: Esta é a nação que não escutou a voz do Senhor, seu Deus, e não aceitou correção. Sua fé morreu, foi arrancada de sua boca”.
Salmo 95(94),1-2.6-7.8-9 (R. 8) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)
— 8Oxalá ouvísseis hoje a voz do Senhor: Não fecheis os vossos corações.
— 1Vinde, exultemos de alegria no Senhor, aclamemos o Rochedo que nos salva! 2Ao seu encontro caminhemos com louvores, e com cantos de alegria o celebremos!
— 6Vinde adoremos e prostremo-nos por terra, e ajoelhemos ante o Deus que nos criou! 7Porque ele é o nosso Deus, nosso Pastor, e nós somos o seu povo e seu rebanho, as ovelhas que conduz com sua mão.
— 8Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: ‘Não fecheis os corações como em Meriba, 9como em Massa, no deserto, aquele dia, em que outrora vossos pais me provocaram, apesar de terem visto as minhas obras’.
Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Lucas 11,14-23 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)
Naquele tempo, 14Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas. 15Mas alguns disseram: “É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios”. 16Outros, para tentar Jesus, pediam-lhe um sinal do céu. 17Mas, conhecendo seus pensamentos, Jesus disse-lhes: “Todo reino dividido contra si mesmo será destruído; e cairá uma casa por cima da outra. 18Ora, se até Satanás está dividido contra si mesmo, como poderá sobreviver o seu reino? Vós dizeis que é por Belzebu que eu expulso os demônios. 19Se é por meio de Belzebu que eu expulso demônios, vossos filhos os expulsam por meio de quem? Por isso, eles mesmos serão vossos juízes. 20Mas, se é pelo dedo de Deus que eu expulso os demônios, então chegou para vós o Reino de Deus. 21Quando um homem forte e bem armado guarda a própria casa, seus bens estão seguros. 22Mas, quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o, arranca-lhe a armadura na qual ele confiava, e reparte o que roubou. 23Quem não está comigo está contra mim. E quem não recolhe comigo dispersa”.
COMENTÁRIOS
… Eu sou o CAMINHO …
Sinto que promovo a comunhão na minha família, no meu trabalho, na Igreja?
Tenho a tentação de contradizer, dividir, criticar, colocar obstáculos?
Qual é a minha comunidade concreta?
Como vivo nesta comunidade?
Já nos falaram da comunhão entre os cristãos: “A vocação ao discipulado missionário é convocação à comunhão em sua Igreja. Não há discipulado sem comunhão. Diante da tentação, muito presente na cultura atual de ser cristãos sem Igreja e das novas buscas espirituais individualistas, afirmamos que a fé em Jesus Cristo nos chegou através da comunidade eclesial e ela “nos dá uma família, a família universal de Deus na Igreja Católica. A fé nos liberta do isolamento do eu, porque nos conduz à comunhão”. Isto significa que uma dimensão constitutiva do acontecimento cristão é o fato de pertencer a uma comunidade concreta na qual podemos viver uma experiência permanente de discipulado e de comunhão com os sucessores dos Apóstolos e com o Papa.” (DAp 156).
… a VERDADE …
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 11,14-23 , e observo pessoas, o que pensam e o que esperam de Jesus.
Um exorcismo e a expulsão de um demônio que era mudo causou admiração na multidão. A admiração era frequente diante dos milagres, mas não significava ainda, atitude de fé. Alguns até atribuem o exorcismo a um pacto com Belzebu! São os que têm reservas fundamentadas em dois aspectos: a dificuldade em compreender a origem e o poder de Jesus e a necessidade do sinal. Conhecendo seus pensamentos, Jesus fala da destruição da família e do país dividido. Diz ainda que quem não é a seu favor é contra ele e quem não o ajuda a reunir, ajuntar, está espalhando. Da pregação de Jesus, entendemos também que uniremos quando nos amamos e dividiremos quando nos apegamos a nós mesmos e não nos preocupamos com o próximo.
… e a VIDA …
Pai, transforma-me em instrumento de teu amor misericordioso, a exemplo de Jesus. Por onde eu passar, possa ser testemunha de que teu Reino já chegou para nós.
Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?
Meu novo olhar é de comunhão, de promoção da união de todos por onde passo.
REFLEXÕES:
SINAIS DE LIBERTAÇÃO
Os sinais libertadores (curas e exorcismos) operados por Jesus suscitam a admiração de muitos nas multidões. Mas também suscitam o ódio de alguns que têm o poder religioso e econômico nas mãos e temem a libertação do povo. Assim, pretendem difamar Jesus diante do povo acusando-o de estar sob o poder de Beelzebu. Jesus responde que suas ações são feitas pelo dedo de Deus, libertando os possuídos pelo sistema opressor do Templo e das sinagogas, revelando a chegada do Reino de Deus.
Somos libertados por Deus, em Jesus, para sermos agentes da transformação deste mundo em um mundo novo em que a ambição do dinheiro que promove o horror da guerra ceda lugar à fraternidade, à partilha e à paz.
JESUS EXPULSA DEMÔNIOS
Estamos vivendo uma época em que as posições em relação a Satanás são contraditórias. Existem algumas pessoas que dizem que o demônio não existe, que é uma espécie de personificação das más tendências e inclinações das pessoas e que essa história de anjo decaído não passa de mitologia. Por outro lado, existem os que absolutizam a ação do demônio, de modo que tudo é o inimigo agindo, é fruto do maligno e outras coisas do gênero. A Igreja afirma a existência do demônio, mas também afirma que o poder de Deus é infinitamente superior ao dele. No Evangelho de hoje, Jesus nos mostra o seu poder sobre o maligno, poder que se manifesta na totalidade no Mistério Pascal, que é a derrota definitiva do antigo inimigo.
ADMIRAÇÃO E SUSPEITA
Embora agisse com absoluta boa-fé, a ação de Jesus foi alvo de interpretações desencontradas. As multidões ficavam maravilhadas diante de seus gestos poderosos. O caso da libertação de um homem mantido escravo pelo demônio, que o impedia de falar, era um, entre tantos. O povo começava a perceber algo de extraordinário, presente na ação de Jesus. Sem dúvida, a mão de Deus estava agindo por meio dele. Esta percepção constituía o primeiro passo para a fé.
Outros, porém, viam as coisas de modo diferente, e acusavam o Mestre de estar agindo em conluio com Belzebu. Por isso, colocavam-no sob suspeita. Na visão deles, os milagres de Jesus eram só aparentes; quem acreditava neles, corria o risco de afastar-se de Deus. A beleza desses milagres era como que uma capa que impedia as pessoas de se darem conta das reais intenções do Mestre. Por trás dessa capa bonita, ocultava-se um inimigo de Deus, que só buscava fazer adeptos.
Jesus não ficava indiferente, quando seu ministério era objeto de falsas interpretações. Afinal, os que o colocavam sob suspeita, estavam questionando o núcleo de sua ação: a obediência e a submissão ao Pai. Sem elas, toda a vida de Mestre não teria mais sentido, e sua condição de Messias, Filho de Deus, não passaria de uma impostura.
Ao maravilhar-se da ação de Jesus, o discípulo reconhece Deus agindo por meio dele, e se abre para acolhê-lo na fé.
JESUS NOS LIBERTA DE TODO O PODER DO MAL
“Jesus estava expulsando um demônio que era mudo” (Lucas 11,14). Diante disso, testemunhas oculares habituadas às práticas ocultas se questionaram sobre “em nome e poder de quem” Jesus estaria atuando.
Cristo acabara de libertar aquele homem do poder de satanás. Vendo agora o homem curado e liberto, uma parte da multidão – impávida e pasmada – exclamava: “É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios” (Lucas 11,15).
Outros, querendo conseguir alguma prova contra Jesus, pediram que Ele fizesse um milagre para mostrar que o Seu poder vinha de Deus.
A atitude de Jesus, como sempre, é oportuna. Ele age na hora e no momento certo. Portanto, “Jesus, conhecendo-lhes os pensamentos, afirma: ‘Todo o reino dividido acaba por se arruinar a si mesmo; a família que se divide em grupos que lutam entre si também acaba por ser destruída. Se o reino de Satanás tem grupos que lutam entre si, como continuará a existir? Se vós dizeis é por Belzebu que eu expulso demônios. Por quem os expulsam os vossos mestres. Assim, os vossos seguidores provam que vós estais completamente enganados. Na verdade, é pelo poder de Deus que eu expulso demônios. O que prova que o Reino de Deus está no meio de vós’” (Lucas 11,17-20).
E Jesus ainda acrescenta: “Quando um homem forte e bem armado guarda a sua própria casa, tudo o que ele tem está seguro. Mas, quando um homem mais forte o ataca e vence, leva todas as armas em que o outro confiava e reparte tudo o que tomou dele. Quem não é a meu favor é contra mim; e quem não me ajuda a ajuntar está espalhando” (Lucas 11,21-23).
A prática libertadora de Jesus, restaurando a dignidade das pessoas, suscita, por um lado, a admiração das multidões; por outro, a repressão dos chefes religiosos de Israel.
Jesus afirma que veio para libertar todos que estão retidos sob o poder do maligno, pois é preciso que todos saibam que é em nome e no poder de Deus que Jesus veio, tornando presente o Reino de Seu Pai entre nós.
O DEDO DE DEUS
“Que a Tua mão venha em meu auxílio”! (Sl 119,173) É ao Filho unigénito que chamamos a mão de Deus, Ele por quem Deus criou tudo. Esta mão interveio quando tomou a nossa carne, não somente não causando qualquer ferimento a Sua mãe, mas também, segundo o testemunho do profeta, tomando sobre Si as nossas doenças, carregando as nossas dores (Is 53,4).
Sim, verdadeiramente, essa mão plena de curativos e de remédios curou todas as doenças. Afastou tudo o que conduzia à morte; ressuscitou mortos; derrubou as portas do inferno; prendeu o forte e despojou-o das suas armas; abriu o céu; derramou o Espírito de amor no coração dos Seus. Essa mão liberta os prisioneiros e dá vista aos cegos; levanta os caídos; ama os justos e protege os estrangeiros; alberga o órfão e a viúva. Arranca à tentação os que estão ameaçados de sucumbir a ela; restaura, pelo conforto que dá, os que sofrem; dá alegria aos aflitos; abriga à Sua sombra os atormentados; escreve para os que querem meditar sobre a Sua Lei; toca e abençoa o coração dos que rezam; firma-os no amor, através do Seu contato; fá-los progredir e perseverar nas suas obras. Por fim, condu-los à pátria; recondu-los ao Pai.
Pois, se Se fez carne, foi para atrair o homem por um homem, unindo a Sua à nossa carne, para, no Seu amor, reconduzir a ovelha perdida a Deus Pai todo-poderoso e invisível. Uma vez que essa ovelha, por ter abandonado a Deus, tinha caído na carne, era necessário que o mistério da Incarnação dessa mão a conduzisse, para a erguer e para a levar ao Pai (cf. Lc 15,4ss).
SE É PELO DEDO DE DEUS QUE EU EXPULSO OS DEMÔNIOS, É PORQUE O REINO DE DEUS JÁ CHEGOU ATÉ VÓS
Hoje, na proclamação da Palavra de Deus, reaparece a figura do diabo: “Jesus estava expulsando um demônio que era mudo. Quando o demônio saiu, o mudo começou a falar, e as multidões ficaram admiradas” (Lc 11,14). Cada vez que os textos nos falam do demônio, nos sentimos um pouco incômodos. Em todo caso, é verdade que o mal existe, e que tem raízes tão profundas que nós não podemos conseguir elimina-las totalmente. Também é verdade que o mal tem uma dimensão muito ampla: vai “trabalhando” e não podemos de nenhuma maneira dominá-lo. Mas Jesus veio combater essas forças do mal, ao demônio. Ele é o único que o pode expulsar.
Jesus foi caluniado e acusado: o demônio é capaz de conseguir tudo. Enquanto que as pessoas se maravilham do que Jesus Cristo tem feito, “Mas alguns disseram: ‘É por Belzebu, o príncipe dos demônios, que ele expulsa os demônios’” (Lc 11,15).
A resposta de Jesus mostra o absurdo do argumento de quem o contradiz. Esta resposta é para nós um chamado à unidade, à força que supõe a união. A desunião, no entanto, é um fermento maléfico e destruidor. Exatamente, um dos signos do mal é a divisão e a falta de entendimento entre uns e outros. Infelizmente, o mundo atual está marcado por este tipo de espírito do mal que impede a compreensão e o reconhecimento entre uns e outros.
É bom que meditemos qual é nossa colaboração neste “expulsar demônios” ou eliminar o mal. Perguntamo-nos:
Ponho o necessário para que o Senhor expulse o mal de meu interior?
Colaboro suficientemente neste “expulsar”?
Porque “Pois é do coração que vêm as más intenções: crimes, adultério, imoralidade, roubos, falsos testemunhos, calúnias” (Mt 15,19). É muito importante a resposta de cada um, ou seja, a colaboração necessária a nível pessoal.
Que Maria interceda ante Jesus, seu Filho amado, para que expulse de nosso coração e do mundo qualquer tipo de mal (guerras, terrorismo, maus tratos, qualquer tipo de violência). Maria, Mãe da Igreja e Rainha da Paz, rogai por nós!
QUEM NÃO ESTÁ COMIGO, ESTÁ CONTRA MIM
Quem não está comigo, está contra mim.
Este Evangelho começa dizendo que Jesus expulsou um demônio que torna a pessoa muda. Há duas espécies de mudez: A física e a espiritual. Mudez espiritual é não falar o que deve. É a alienação.
Quando este “demônio” toma conta de uma pessoa, ela não fala, não toma posição, não anuncia a verdade nem denuncia a mentira, não testemunha a favor do bem nem denuncia o mal, não se posiciona do lado da justiça nem contra a injustiça. Não é contra nem a favor, muito pelo contrário. É desses que o capeta gosta. Expulsar esse demônio foi e continua sendo uma grande obra, para que o Reino de Deus seja construído.
Mas outros “possessos”, as autoridades daquele tempo, reagiram, dizendo que Jesus agia pela força de Belzebu, o príncipe dos demônios. Belzebu era o nome de um ídolo antigo. Era tão maldoso que o povo o considerava o chefe dos demônios. Ligar Jesus com os demônios era um jeito fácil de levar o povo a desacreditar nele. Isso acontece muito hoje, especialmente no tempo de campanha eleitoral: Um candidato faz uma obra boa, seu adversário diz que foi por interesses pessoais ou por outros motivos pecaminosos, sendo que muitas vezes ele fez a obra com a melhor das intenções.
O povo estava cada vez mais acreditando em Jesus e deixando de obedecer aos fariseus. Estes queriam desacreditar Jesus, dizendo que Deus não estava com ele.
Mas e aqueles milagres que só eram possíveis com uma força sobre natural?
O jeito foi atribuí-las aos demônios.
Mas e quando Jesus expulsava demônios?
Foi diante deste impasse que criaram essa saída maldosa: é pelo chefe dos demônios que ele expulsa demônio. Mas Jesus desmascara a falsidade, mostrando que é impossível o chefe dos demônios expulsar um colega demônio. Assim o reino deles estaria dividido internamente e não sobreviveria. De fato, a mentira não “cola”, pois demônio não expulsa demônio. Um reino, divido contra si mesmo, logo acaba. Também uma família, se é dividida internamente, ela se acaba.
E Jesus apresenta o motivo verdadeiro por que ele expulsa demônios: “Quando um homem forte e bem armado guarda a sua casa, seus bens estão seguros. Mas quando chega um homem mais forte do que ele, vence-o”. Esse homem mais forte é Jesus. Portanto, Jesus é mais forte que todos os demônios, inclusive Belzebu.
“Mas se é pelo dedo de Deus que eu expulso demônios, então chegou para vós o Reino de Deus”. Jesus está dizendo isso a nós, cristãos e cristãs de hoje. Se acreditamos nele, vamos acreditar também no Reino de Deus por ele fundado e nos comprometer com esse Reino.
Somente optando por Cristo, que é o mais forte e venceu o mal, será possível também a nossa vitória sobre o pecado que tenta tomar conta de nós. Assim, evitamos a surdez diante dos apelos amorosos que Deus nos envia todos os dias.
E Jesus termina dizendo: “Quem não está comigo está contra mim. E quem não recolhe comigo, dispersa”. Em outras palavras, ninguém fica neutro diante de Jesus e de sua Igreja. Ou é a favor e assume a mesma causa, ou é contra e procura destruir. Está aí uma concretização da profecia de Simeão: ele será um sinal de contradição e uma pedra de tropeço. Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações (Lc 2,34-35).
Jesus usa a comparação de uma colheita de grãos: Diante dele e de sua Igreja, ninguém fica parado: ou recolhe os grãos, ou espalha-os dificultando o trabalhos dos que recolhem. Está aí uma interrogação para nós:
Estou recolhendo ou espalhando, colaborando ou prejudicando Cristo e a sua Igreja?
Diante de Cristo e da sua Igreja, não há outra opção válida a não ser a obediência à Palavra de Deus, porque este é o único caminho que conduz à vida.
A economia deve estar a serviço da vida e não o contrário. “A riqueza de uma nação não se mede por critérios quantitativos mas pelo bem-estar do seu povo” (Pio XII).
Certa vez, pelas seis horas da manhã, um garotinho de uns oito anos ouviu, de sua cama, o pai e a mãe discutindo lá na cozinha. O menino se esforçava para entender o motivo da briga, mas não ouvia direito as palavras que os dois falavam. De repente, ele ouviu bem nítido o pai dizer: “Eu vou procurar outra mais bonita!”. A mãe respondeu: “Pode ir, eu acho bom mesmo”!
A criança ficou preocupada. Levantou-se depressa e, de pijama mesmo, saiu correndo atrás do pai, que já estava saindo na rua. A mãe viu, segurou-o pela mão e perguntou: “O que é isso, filho?” Ele destampou a chorar e disse: “Mamãe, o papai vai procurar outra mulher mais bonita que a senhora?” “Não, filhinho!” – explicou a mãe, abraçando-o – “Foi esta cortina da janela da sala, que papai comprou e eu não gostei!”
Quantos casais brigam, e até se separam, sem nem ligar para o que isso representa para os filhos! A tentação nos chega de muitas formas. Que Deus, pela intercessão de Maria Santíssima, abençoe as nossas famílias e as faça cada vez mais unidas!
Maria Santíssima teve seu coração transpassado por uma espada de dor. Ela lutava pelo bem e se posicionava sempre a favor do Reino de Deus. Que ela nos ajude a celebrar a quaresma, escolhendo a vida.
Quem não está comigo, está contra mim.
JESUS EXPULSA DEMÔNIOS
Lindamente o evangelista Lucas nos coloca no centro da discussão do poder que vem de Deus. Tudo que é feito a partir dos céus tem força grandiosa. Deus nos revela o quanto é necessário estar ao seu lado para construir a paz e o amor entre as pessoas. O Reino da justiça está na vivacidade da crença e na fé que vem do Alto, jamais no homem terreno cheio de orgulho que não apresenta o poder misericordioso.
Jesus estava expulsando um demônio mudo do corpo de um homem. Ele fez com que o encardido deixasse o infeliz em paz. Claro que a multidão que acompanhava ficou assustada, reclamava: como pode um homem comum expulsar um demônio que se apossou do corpo deste sujeito? Só pode que tem parte com o Satanás maior, Belzebu, o príncipe dos demônios! Veja que a multidão estava diante do Filho do Altíssimo, mas não reconhecia o seu poder e nem entendiam por ignorância do projeto de libertação. Na verdade, a multidão juntamente com muito judeus queriam encontrar uma maneira de condená-lo. Mas Jesus sabiamente retrucou: “Na verdade é pelo poder de Deus que eu expulso demônios, e isso prova que o Reino de Deus já chegou até vocês”.
O Reino de Deus era o próprio Jesus. Ele era o salvador que poderia salvar a cegueira, a surdez e as práticas das injustiças do homem. Porém, não conseguiam desvendar as magnitudes de Jesus e pediram sinais do Alto. Contudo, se o homem duvidoso não consegue enxergar as maravilhas feitas por Ele, como seria possível ter fé num pequeno sinal vindo do céu. O próprio Jesus era um sinal vivo da bondade e da misericórdia do Pai, crer Nele já era suficiente para perceber o sinal.
Mas perguntamos: quem é o demônio hoje que cala o povo de Deus? Será que o encardido existe mesmo com chifres e fica por aí soltando fogo pelas ventas? Claro que o demônio existe. Ele está no meio do povo. Veste-se como povo, anda como o povo, esbanja como o povo, porém reconhecê-lo não é tão difícil assim. Basta prestar atenção nas atitudes de algumas pessoas e na maneira como trata as pessoas.
Suas ações são de justiça ou de injustiça?
Caso são ações de injustiça este indivíduo tem fortes sinais do encardido.
Os demônios de hoje são maléficos em tudo que faz para o povo. Criam situações alegóricas que atrai o povo de Deus para seu lado, insere o mal-estar na família, cria confusão na sociedade, coloca os pais contra os filhos e vice-versa, aliena-se o coitado a consumir produtos da morte (drogas ilícitas e licitas), faz com que as pessoas busquem superar situações de misérias com falsos pensamentos positivos: você pode, você deve, você quer, seja você e faça sua vontade! Depois de arruinado, destruído, sem retorno, abandonam para sempre. Eles já conseguiram desgraçar a vida e o relacionamento. Agora é só aproveitar das tempestades já em andamento.
Estar com Deus é não deixar que o demônio apareça e cala-te para sempre e nem aproveita das fraquezas, porque não terás fraquezas, terás forças e vigor para aproximar da libertação e viver na paz de Cristo.
Enfim, temos que expulsar para longe os demônios que aparecem na vida cotidiana. Saber discernir quando chegar perto, pois, pode ser que venha através de falsa cura, falsa libertação, falso emprego, falsa felicidade, falsa salvação; na verdade o que eles querem é aproveitar da simplicidade do povo e retirar os poucos recursos disponíveis. Tomem cuidados para não deixar cair no colo das tentações, às vezes, o demônio vem bem arrumadinho e perfumado para lhe encantar… Fiquem com o Deus da libertação caros amigos. Amém!
Abraços.
QUEM NÃO ESTÁ COMIGO ESTÁ CONTRA MIM!
Estamos vivendo um tempo favorável para buscamos com mais intensidade, a presença de Deus em nossas vidas, mas a nossa pertença a Deus deve ser integral, o tempo todo. Não podemos ser um cristão que busca Deus apenas em alguns momentos, que se incendeia nas celebrações dominicais, mas permanece apagado durante a semana.
Juntos como irmãos, vamos a cada dia experimentando o gosto bom de conhecer melhor Jesus, saber através Dele, tudo que O Pai quer de nós e para nós!
No evangelho de hoje, Jesus nos fala da importância da união, nos alertando sobre o perigo da divisão.
Seja na família, na comunidade, no trabalho, precisamos estar sempre unidos, respeitando sempre as diferenças. Um grupo significa um todo, por isto é que se torna forte, mas, se este todo, se divide, as duas partes enfraquecem e ao invés de produzirem frutos juntos, passam a ser adversárias, é aí que se abre uma porta para o mal!
Para muitos de nós, quando criança, a figura do Demônio, ( aquele que divide) que nos foi passada, era de um bicho feio com chifres e orelhas compridas, mas hoje sabemos que o demônio não se apresenta assim, pelo contrario, ele é sedutor, aparece de uma forma bonita e sutil, para nos atrair!
Todos nós sabemos que o demônio tem poder e só Deus é mais forte do que ele, por isto é importante estarmos sempre em sintonia com Deus, pois sozinhos, não conseguiremos vencê-lo.
O mal e o bem se confrontam dentro de nós, nós, é que vamos escolher qual dos dois compensa cultivar! Permitir que o mal se instale dentro de nós, é ferir o coração do nosso Criador, que nos criou por amor e para o amor! Quando o mal insiste em se instalar em nós, é sinal de que não estamos cuidando do bem que Deus plantou em nossos corações, e ao invés de alimentarmos este bem, estamos alimentando aquilo que é nocivo a nossa felicidade: o ódio, o ressentimento, o desejo de vingança…
Assim como as plantas bem cuidadas, conseguem crescer em meio as ervas daninhas, nós também, quando enraizados em Cristo e nos deixamos ser cuidados por Ele, conseguiremos crescer mesmo em meio as pedras e espinhos, que muitas vezes tentam dificultar nossa caminhada de fé.
Somos nós que tecemos a nossa vida! Com cada fio da graça de Deus, vamos construído ao poucos um belo tecido. E para que sejamos tecidos fortes, bonitos, precisamos aprender com Jesus, como não nos deixar enganar pelas linhas falsas que nos são oferecidas por aí, e que podem comprometer a beleza e a resistência do nosso tecido!
Como cristãos verdadeiros, não podemos deixar que nenhum inimigo se aposse de nós!
O mal, não sobrepõe o bem se estivemos sempre embebidos no amor do Pai, na força do Filho e na luz do Espírito Santo.
Temos ao nosso alcance um poderoso “antivírus” contra o mal: JESUS!
Configurados a Ele venceremos o inimigo!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
TODO REINO DIVIDIDO CONTRA SI MESMO, SERÁ DESTRUÍDO
As nossas famílias estão divididas contra si mesmo. Nelas temos: os avós que ainda preservam os valores da família, a fé em Deus e o respeito ao semelhante. Do outro lado, temos a juventude que teve sua mente infestada pelo vírus da modernidade, o vírus da rebeldia exagerada, da falta de respeito, da ingratidão, e o pior, o vírus do destemor de Deus.
Assim as poucas famílias que ainda restam, estão ameaçadas de destruição, pelas brigas, discordâncias, traições, separações, tudo isso diariamente ensinado nas novelas. Outro dia um futuro escritor de novelas foi abordado por um professor universitário que lhe dizia: as novelas ditam um novo modo de viver para a sociedade. Um novo modus vivendus completamente alterado… O pretenso produtor de novelas replicou. Não senhor! Pelo contrário. As novelas mostram o que acontece no dia a dia da sociedade. E os dois ficaram discutindo por um bom tempo, quando no final , o professor arrematou e concluiu seus argumentos, dizendo: se o que você afirma fosse a revelação da realidade dos fatos, a gente não viria os personagens das novelas dialogando em casa vestidos como se estivessem em uma grande festa, todos maquiados, e fazendo as mais requintadas posturas. Isso não reflete a verdade do nosso dia a dia. Como vivemos? Como permanecemos dentro da nossa casa? Com as roupas mais velhas, mais surradas, e sem nenhuma maquilagem. O que você me diz? O estudante para escritor de novelas, ficou por uns segundos pensando na resposta, mais acudiu a si mesmo, respondendo. Veja. Não ficaria bem a gente exportar as nossas novelas, com os personagens todos mal arrumados. Nossa produção vai par o exterior, principalmente Portugal e França. Portanto temos de mostrar uma boa imagem do brasileiro, especialmente da mulher.
Então, se o que ele afirmou é for verdade, estamos exportando uma falsa realidade da sociedade brasileira, pelo menos no que se refere aos nossos costumes caseiros. Na verdade, o que vemos, é grande estrago que tais novelas já fez na nossa sociedade, ensinando as meninas a engravidar por engravidar, ensinando aos nossos jovens a serem rebeldes aos professores, e aos próprios pais, entre outras coisas que estamos assistindo de boca aberta, acontecer diariamente. Como filho matando a própria mãe, pedófilos estuprando crianças, namorados matando as namoradas por não aceitar o fim do relacionamento, etc. na verdade as novelas não são as únicas culpadas, mas sim, toda a mídia.
Maria, mãe da sagrada família. Rogai a Jesus por nossas famílias. Que nelas reine a paz de Cristo, a verdade do Evangelho, e a harmonia daqueles que acreditam em Deus, apesar de estarem nesse mundo que destrói os valores , a família, a paz verdadeira.
Amém.
QUANDO O MAL SE CAMUFLA DE BEM…
Lembrando meus tempos de repórter, tinha um conhecido que traficava drogas, gente boa, não bebia e nem fumava, mas de vez em quando era pego com a boca na botija e permanecia 5 a 10 anos “engaiolado”. Certa ocasião, em respeito a nossa amizade ele quis ajudar-me e me falou “Olha, se algum malandro entrar na sua casa ou tentar te assaltar ou fazer algum mal a alguém da sua família, diga pro sujeito que você é meu amigo e ele vai se borrar de medo deixando você em paz…”
Alguém que me dá segurança e proteção, só pode estar do lado do Bem, nada disso! É impossível navegar com o pé em duas canoas, ou eu pratico o Bem ou então o Mal. Não tem como fazer os dois ao mesmo tempo. Nesse caso do meu amigo “Vida Torta” a segurança que ele me oferecia era fruto da violência que ele cometia contra as Vidas dos Viciados, quem destrói a Vida do outro em benefício próprio, está comprometido com o Mal e não com o Bem.
As ações de Jesus todas elas são libertadoras, resgatando ao ser humano a sua dignidade, ele tem poder sobre todas as forças que oprimem e escravizam o homem e por isso as multidões ficam admiradas quando veem a total transformação de quem foi por ele liberto e curado. Mas há um grupo de pessoas que Jesus não consegue convencer, elas estão sempre por perto, prontas para acusá-lo, buscando argumentos para condená-lo á morte e chegam ao absurdo de desvirtuarem a ação libertadora, vendo nela uma força opressora, pois o demônio jamais liberta, ele só oprime e escraviza.
A ação libertadora de Jesus é a prova incontestável de que o Reino chegou e nele devem engajar-se todos os que desejam a salvação e a libertação de tudo quanto oprime e escraviza. Afirmar que se está do lado de Jesus, mas não mover uma agulha para que a ação libertadora aconteça na vida do outro, é certamente uma grande incoerência. Cristão que não busca a valorização da Vida, a preservação da dignidade humana, e o respeito pelo ser humano, pode até participar comunidade mais pertence ao outro “time”. Nesta lista entram também todos os que se omitem e até na comunidade ficam de boca calada, preferindo não dar sua opinião, para não ser criticado. Estes também estão possessos do demônio que os torna mudos e omissos.
Na comunidade, no mundo do trabalho, na política, nas instituições governamentais, está “assim ó” de mudos e mudas, omissos e omissas, que em fins de semana, da boca pra fora dizem o seu amém ao receberem uma Eucaristia que não vivem…
MONIÇÕES
MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL
Estar ao lado de Jesus é escutar a palavra de Deus e assumi-la como princípio a ser seguido, pois representa e revela a vontade do Pai. Não fechemos o coração aos apelos do Senhor.
MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO
A comunidade atenta à palavra de Deus tem forças para vencer o que oprime e atrapalha o crescimento. Ouçamos a voz de Deus que a liturgia de hoje nos traz.
MONIÇÃO PARA O EVANGELHO
Jesus Cristo, sois bendito, sois o ungido de Deus Pai! Voltai ao Senhor, vosso Deus, ele é bom, compassivo e clemente (Jl 2,12s).
ANTÍFONAS
Antífona da entrada
Eu sou a salvação do povo, diz o Senhor: quando, em qualquer aflição, clamarem por mim, eu os ouvirei e serei seu Deus para sempre.
Antífona da comunhão
Vós nos dais, Senhor, vossos preceitos para que sejam observados fielmente. Possam meus passos orientar-se no cumprimento da vossa justiça (Sl 118,4s).
ORAÇÕES DO DIA
Oração do dia ou Oração da coleta
À medida que se aproxima a festa da salvação, nós vos pedimos, ó Deus, que nos preparemos com maior empenho para celebrar o mistério da Páscoa. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia
— Senhor, atendei nossa prece.
— Senhor, que derrotais o mal, mantende a vossa Igreja unida na eliminação dos males sociais.
— Vós que sois nosso guia, fazei que os ensinamentos de Jesus se manifestem em nossas ações.
— Vós que nos indicais o caminho da felicidade, dai-nos paciência e coragem nos momentos difíceis.
— Vós que escutais o clamor do vosso povo, não nos permitais ser surdos ao grito dos excluídos.
— Vós que nos confortais, ajudai-nos a suportar a saudade e a dor pela perda de parentes e amigos.
Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
Oração sobre as oferendas
Ó Deus, para que a oferenda do vosso povo possa agradar-vos, purificai-nos de todo contágio do mal e não nos deixeis seduzir pelas falas alegrias, pois nos prometestes o prêmio verdadeiro. Por Cristo, nosso Senhor.
Oração depois da comunhão
Ó Deus, que nos alimentais com os sacramentos, concedei-nos vossos auxílios para colhermos o fruto da salvação nesta celebração e em nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA
Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO
O Pentateuco ou os Livros da Lei
Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.
Gênesis (Gn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
1,2,9,10,11,12,13,15,16,17,18 (O sacrifício de Abraão)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
III. HISTÓRIA DE JOSÉ
3,4 (José e seus irmãos)
12,13,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28 (José vendido por seus irmãos)
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Êxodo (Ex)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17 (O Decálogo)
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Levítico (Lv)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Números (Nm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
22,23,24,25,26,27 (O nazireato)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Deuteronômio (Dt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1,5,6,7,8 (A infidelidade de Fego e a verdadeira sabedoria)
9 (A revelação do Horeb e suas exigências)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
15,16,17,18,19,20 (Os profetas)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO
16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
15,16,17,18 (O escravo)
19,20 (Os primogênitos)
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Livros Históricos
Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.
Josué (Js)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Juízes (Jz)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Rute (Rt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Samuel (1Sm)
Cap 1
A infância de Samuel
9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)
19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)
Cap 2
1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)
Cap 4
A Arca nas mãos dos Filisteus
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Instituição da realeza
4,5,6,7 (O povo pede um rei)
10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)
Cap 9
1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)
17,18,19 (Saul encontra Samuel)
Cap 10
1 (A sagração de Saul)
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))
Cap 16
Saul e Davi — Davi na Corte
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)
Cap 17
32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)
40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)
Cap 18
6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)
Cap 19
1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
2 Samuel (2Sm)
Cap 1
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)
19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)
Cap 12
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)
16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
13,14 (Fuga de Davi)
30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)
Cap 16
5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)
Cap 17
Cap 18
9,10,14 (Morte de Absalão)
24,25,30 (A notícia é levada a Davi)
Cap 19
1,2,3 (O sofrimento de Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
2,9 (O recenciamento do povo)
10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)
1 Reis (1Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)
22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)
30 (Oração pelo povo)
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)
Cap 11
4. As sombras do reinado
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)
29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)
Cap 12
III. O cisma político e religioso
19 (A assembleia de Siquém)
26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)
Cap 13
33,34 (O homem de Deus e o profeta)
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
2 Reis (2Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15 (A cura de Naamã)
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
1 Crônicas (1Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
2 Crônicas (2Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Esdras (Esd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Neemias (Ne)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tobias (Tb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Judite (Jt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Ester (Est)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
17 (Oração de Ester)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1 Macabeus (1Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Macabeus (2Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais
Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.
Jó (Jó)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
1,2,3,4,6,7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Salmos (Sl)
Cap 1
1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)
Cap 2
Cap 3
2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11(10)
Cap 12(11)
2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)
Cap 13(12)
Cap 14(13)
Cap 15(14)
1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)
Cap 16(15)
Cap 17(16)
Cap 18(17)
31,47,50,5l (“Te Deum” real)
Cap 19(18)
8,9,10,11,15 (Iahweh, sol de justiça)
Cap 20(19)
Cap 21(20)
1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)
Cap 22(21)
Cap 23(22)
Cap 24(23)
7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)
Cap 25(24)
4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)
Cap 26(25)
Cap 27(26)
Cap 28(27)
Cap 29(28)
1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade) 31(30),5-6.14.15-16 (R. 17b)
Cap 30(29)
Cap 31(30)
5,6,14,15,16,17 (Súplica na provação)
Cap 32(31)
1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)
Cap 33(32)
Cap 34(33)
1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)
Cap 35(34)
Cap 36(35)
Cap 37(36)
5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)
Cap 38(37)
Cap 39(38)
Cap 40(39)
1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)
Cap 41(40)
1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)
Cap 42(41)
2,3 (Lamento do levita exilado)
Cap 43(42)
3,4
Cap 44(43)
10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)
Cap 45(44)
Cap 46(45)
Cap 47(46)
Cap 48(47)
Cap 49(48)
Cap 50(49)
8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)
Cap 51(50)
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)
Cap 52(51)
Cap 53(52)
Cap 54(53)
Cap 55(54)
7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)
Cap 56(55)
1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23
Cap 57(56)
1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)
Cap 58(57)
Cap 59(58)
Cap 60(59)
Cap 61(60)
Cap 62(61)
Cap 63(62)
Cap 64(61)
Cap 65(64)
Cap 66(65)
Cap 67(66)
1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)
Cap 68(67)
Cap 69(68)
Cap 70(69)
Cap 71(70)
Cap 72(71)
1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)
Cap 73(72)
Cap 74(73)
Cap 75(74)
Cap 76(75)
Cap 77(76)
Cap 78(77)
Cap 79(78)
8,9,11,13 (Lamentação nacional)
Cap 80(79)
1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel) 79(78),8.9.11.13
Cap 81(80)
10,11,12,13,14,15 (Para a festa das Tendas)
Cap 82(81)
Cap 83(82)
Cap 84(83)
3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)
Cap 85(84)
Cap 86(85)
1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)
Cap 87(86)
Cap 88(87)
Cap 89(88)
16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)
Cap 90(89)
Cap 91(90)
Cap 92(91)
Cap 93(92)
Cap 94(93)
12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)
Cap 95(94)
1,2,6,7,8,9 (Invitatório)
Cap 96(95)
1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)
Cap 97(96)
Cap 98(97)
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)
Cap 99(98)
Cap 100(99)
1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)
Cap 101(100)
Cap 102(101)
Cap 103(102)
1,2,3,4,8,9,10,11,12 (Deus é amor)
Cap 104(103)
Cap 105(104)
5,16,17,18,19,20,21 (A história maravilhosa de Israel)
Cap 106(105)
3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional) 105(104),16-17.18-19.20-21 (R. 5a)
Cap 107(106)
Cap 108(107)
Cap 109(108)
Cap 110(109)
Cap 111(110)
Cap 112(111)
1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)
Cap 113(112)
Cap 114(113A)
Cap 115(113B)
Cap 116(114-115)
10,15,16,17,18,19 (Ação de graças)
Cap 117(116)
1,2 (Convite ao louvor)
Cap 118(117)
Cap 119(118)
1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)
Cap 120(119)
Cap 121(120)
Cap 122(121)
Cap 123(121)
Cap 124(123)
Cap 125(124)
Cap 126(125)
Cap 127(126)
Cap 128(127)
Cap 129(128)
Cap 130(129)
1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.
Cap 131(130)
Cap 132(131)
6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)
Cap 133(132)
Cap 134(133)
Cap 135(134)
Cap 136(135)
Cap 137(136)
Cap 138(137)
1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)
Cap 139(138)
Cap 140(139)
Cap 141(140)
Cap 142(141)
Cap 143(142)
Cap 144(143)
1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)
Cap 145(144)
Cap 146(145)
Cap 147(146)
1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,16,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)
Cap 148
Cap 149
1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)
Cap 150
Provérbios (Pr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Eclesiastes (Coélet) (Ecl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cântico dos cânticos (Ct)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Sabedoria (Sb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Livros Proféticos
Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.
Isaías (Is)
Cap 1
10,16,17,18,19,20 (Contra a hipocrisia)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)
Cap 43
18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)
22,24,25 (A ingratidão de Israel)
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Cap 53
Cap 54
Cap 55
10,11 (Convite final)
Cap 56
Cap 57
Cap 58
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)
13,14 (O sábado)
Cap 59
Cap 60
1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)
Cap 61
Cap 62
Cap 63
Cap 64
Cap 65
Cap 66
Jeremias (Jr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
23,24,25,26,27,28 (O culto sem fidelidade)
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
5,6,7,8,9,10 (Sentenças de sabedoria)
Cap 18
18,19,20 (Por ocasião de um atentado contra Jeremias)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Lamentações (Lm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Baruc (Br)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Ezequiel (Ez)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Daniel (Dn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
25,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cântico de Azarias na fornalha)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
A PROFECIA DAS SETENTA SEMANAS
4,5,6,7,8,9,10 (Oração de Daniel)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Oséias (Os)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Joel (Jl)
Cap 1
Cap 2
12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)
Cap 3
Cap 4
Amós (Am)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Abdias (Ab)
Cap 1
Jonas (Jn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)
Cap 4
Miquéias (Mq)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
14,15 (Oração pela confusão das nações)
18,19,20 (Apelo ao perdão divino)
Naum (Na)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Habacuc (Hab)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Sofonias (Sf)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Ageu (Ag)
Cap 1
Cap 2
Zacarias (Zc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Malaquias (Ml)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4
NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO
Livros Históricos
Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.
Mateus (Mt)
Cap 1
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
17,18,19 (O cumprimento da Lei)
20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)
Cap 6
7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)
Cap 7
7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)
12 (A regra de ouro)
Cap 8
Cap 9
14,15 (Discussão sobre o jejum)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22 (Perdão das ofensas)
23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35 (Parábola do devedor implacável)
Cap 19
Cap 20
17,18,19 (Terceiro anúncio da paixão)
20,21,22,23 (Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu)
24,25,26,27,28 (Os chefes devem servir)
Cap 21
33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,45,46 (Parábola dos vinhateiros homicidas)
Cap 22
Cap 23
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus)
Cap 24
Cap 25
31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Marcos (Mc)
Cap 1
A preparação do ministério de Jesus
1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)
9,10,11 (Batismo de Jesus)
12,13 (Tentação no deserto)
14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)
16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)
21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)
29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)
32,33,34 (Diversas curas)
35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)
40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)
13,14 (Chamado de Levi)
15,16,17 (Refeição com os pecadores)
18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)
23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)
Cap 3
1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)
7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)
13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)
20,21 (Providências da família de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)
31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)
Cap 4
26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)
30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)
33,34 (Conclusão sobre as parábolas)
35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)
21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)
Cap 6
1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)
14,15,16 (Herodes e Jesus)
17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)
30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)
53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)
Cap 7
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)
Viagens de Jesus fora da Galileia
24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)
31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)
11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)
14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)
22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)
27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)
31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)
34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)
Cap 9
1 (Condições para seguir a Jesus)
2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)
9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)
30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)
33,34,35,36,37 (Quem é o maior)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)
Lucas (Lc)
Cap 1
Cap 2
16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)
21 (Circuncisão de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)
29,30,31,32 (O cântico de Simeão)
33,34,35 (Profecia de Simeão)
36,37,38 (Profecia de Ana)
39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)
Cap 3
Cap 4
24,25,26,27,28,29,30
Cap 5
27,28 (Vocação de Levi)
29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)
Cap 6
36,37,38 (Misericórdia e gratuidade)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)
Cap 11
14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Jesus e Beelzebu)
23 (Intransigência de Jesus)
29,30,31,32 (O sinal de Jonas)
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
1,2,3 (As três parábolas da misericórdia)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33 (O filho perdido e o filho fiel: “o filho pródigo”)
Cap 16
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31 (O mau rico e o pobre Lázaro)
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
João (Jo)
Cap 1
O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)
35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (As núpcias de Caná)
13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (A purificação do Templo)
23,24,25 (Estada em Jerusalém)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Atos dos Apóstolos (At)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Livros Didáticos
As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.
Romanos (Rm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
31,32,33,34 (Hino ao amor de Deus)
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
1 Coríntios (1Cor)
Cap 1
22,23,24,25 (Sabedoria do mundo e sabedoria cristã)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
4. A fornicação
13,14,15,17,18,19,20
Cap 7
Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade
29,30,31,32,33,34,35
Cap 8
Cap 9
16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)
Cap 10
31,32,33 (Conclusão)
Cap 11
1
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Coríntios (2Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 6
1,2 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Gálatas (Gl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
4,5,6,7 (Filiação Divina)
Cap 5
Cap 6
Efésios (Ef)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Filipenses (Fl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Colossenses (Cl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Tessalonicenses (1Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
2 Tessalonicenses (2Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 Timóteo (1Tm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
2 Timóteo (2Tm)
Cap 1
1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)
6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Tito (Tt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Filemôn (Fm)
Cap 1
Hebreus (Hb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tiago (Tg)
Cap 1
1 (Endereço e saudação)
2,3,4 (O benefício das provações)
5,6,7,8 (A súplica confiante)
9,10,11 (O destino do rico)
12,13,14,15 (A provação)
16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)
13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)
Cap 4
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)
Cap 5
1 Pedro (1Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)
Cap 4
Cap 5
2 Pedro (2Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 João (1Jo)
Cap 1
Cap 2
22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)
Viver como Filhos de Deus
29
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)
Cap 4
Cap 5
5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)
Complementos
14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)
18,19,20,21 (Resumo da Epístola)
2 João (2Jo)
Cap 1
3 João (3Jo)
Cap 1
Judas (Jd)
Cap 1
O Livro Profético
Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.
Apocalipse (Ap)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22

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