LDP: 16/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA
16/Mar/2012 (6ª feira)
LEITURAS
Oséias 14,2-10 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)
Assim fala o Senhor: 2“Volta, Israel, para o Senhor, teu Deus, porque estavas caído em teu pecado. 3Vós todos, encontrai palavras e voltai para o Senhor; dizei-lhe: ‘Livra-nos de todo o mal e aceita este bem que oferecemos; o fruto de nossos lábios. 4A Assíria não nos salvará; não queremos montar nossos cavalos, não chamaremos mais ‘Deuses nossos’ a produtos de nossas mãos; em ti encontrará o órfão misericórdia”. 5Hei de curar sua perversidade e me será fácil amá-los, deles afastou-se a minha cólera. 6Serei como orvalho para Israel; ele florescerá como o lírio e lançará raízes como plantas do Líbano. 7Seus ramos hão de estender-se; será seu esplendor como o da oliveira, e seu perfume como o do Líbano. 8Voltarão a sentar-se à minha sombra e a cultivar o trigo, e florescerão como a videira, cuja fama se iguala à do vinho do Líbano. 9Que tem ainda Efraim a ver com ídolos? Sou eu que o atendo e que olho por ele. Sou como o cipreste sempre verde: de mim procede o teu fruto. 10Compreenda estas palavras o homem sábio, reflita sobre elas o bom entendedor! São retos os caminhos do Senhor e, por eles, andarão os justos, enquanto os maus ali tropeçam e caem”.
Salmo 81(80),6c-8a.8bc-9.10-11ab.14.17 (R. Cf. 9a.11) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)
— 9aOuve, meu povo, 11porque eu sou o teu Deus!
— 6cEis que ouço uma voz que não conheço, 7‘Aliviei as tuas costas de seu fardo, cestos pesados eu tirei de tuas mãos, 8aNa angústia a mim clamaste, e te salvei.
— 8bde uma nuvem trovejante te falei, 8ce junto às águas de Meriba te provei. 9Ouve, meu povo, porque vou te advertir! Israel, ah! se quisesses me escutar.
— 10Em teu meio não exista um deus estranho nem adores a um deus desconhecido! 11aPorque eu sou o teu Deus e teu Senhor,  11bque da terra do Egito te arranquei.
— 14Quem me dera que meu povo me escutasse! Que Israel andasse sempre em meus caminhos. 17Eu lhe daria de comer a flor do trigo, e com o mel que sai da rocha o fartaria’.
Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são Marcos 12,28b-34 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)
Naquele tempo, 28bum escriba aproximou-se de Jesus e perguntou: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” 29Jesus respondeu: “O primeiro é este: Ouve, ó Israel! O Senhor nosso Deus é o único Senhor. 30Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, de todo o teu entendimento e com toda a tua força! 31O segundo mandamento é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo! Não existe outro mandamento maior do que estes”. 32O mestre da Lei disse a Jesus: “Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: Ele é o único Deus e não existe outro além dele. 33Amá-lo de todo o coração, de toda a mente, e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo é melhor do que todos os holocaustos e sacrifícios”. 34Jesus viu que ele tinha respondido com inteligência, e disse: “Tu não estás longe do Reino de Deus”. E ninguém mais tinha coragem de fazer perguntas a Jesus.
COMENTÁRIOS
… Eu sou o CAMINHO …
Como vivo estes dois mandamentos?
Começo ao contrário, pelo segundo mandamento. Amo as outras pessoas como a mim mesmo?
Na encíclica intitulada “Deus caritas est”, Deus é amor, no parágrafo 16, diz que há um “nexo indivisível entre o amor a Deus e o amor ao próximo: um exige tão estreitamente o outro que a afirmação do amor a Deus se torna uma mentira, se o homem se fechar ao próximo ou, inclusive, o odiar”.
Diz mais: “Só a minha disponibilidade para ir ao encontro do próximo e demonstrar-lhe amor é que me torna sensível também diante de Deus. Só o serviço ao próximo é que abre os meus olhos para aquilo que Deus faz por mim e para o modo como Ele me ama. Os Santos – pensemos, por exemplo, na Beata Teresa de Calcutá – hauriram a sua capacidade de amar o próximo, de modo sempre renovado, do seu encontro com o Senhor eucarístico e, vice-versa, este encontro ganhou o seu realismo e profundidade precisamente no serviço deles aos outros. Amor a Deus e amor ao próximo são inseparáveis, constituem um único mandamento” (Deus caritas est, 18).
É assim que amo meu irmão?
É assim que amo a Deus?
… a VERDADE …
Leio atentamente o texto, na Bíblia: Mc 12,28b-34 e observo a síntese que Jesus faz dos mandamentos.
O mestre da Lei que por Jesus à prova. No Antigo Testamento há decálogos e leis que regulavam a conduta do israelita. A tradição rabínica possuía até 613 preceitos, 248 mandatos e 365 proibições. O mestre pergunta a Jesus qual é o mandamento mais importante. Jesus resume todos os mandamentos em dois, igualmente importantes e inseparáveis: o amor a Deus e ao próximo. Quem ama a Deus deve amar o filho de Deus, ou seja, o próximo. Tudo o mais é consequência. E diz mais: o amor ao próximo deve ser igual ao amor a si mesmo.
… e a VIDA …
Senhor Jesus, que o Reino aconteça sempre mais em minha vida, pela vivência radical do amor a Deus e ao próximo.
Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?
Meu novo olhar é de renovada relação de amor com Deus e, em consequência, com o próximo.
Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.
REFLEXÕES:
AMOR EM AÇÕES A FAVOR DOS IRMÃOS.
Jesus encontra-se em Jerusalém. Os últimos embates com os chefes religiosos do judaísmo são encerrados com este diálogo. O diálogo é aparentemente harmonioso, mas pode encobrir uma simulação da parte do escriba. Jesus, percebendo certo interesse do escriba, lhe dirige uma palavra de estímulo na busca do Reino. Com a sábia resposta de Jesus ninguém mais tinha coragem de fazer-lhe perguntas.
Jesus, em sua resposta, reúne um mandamento do Deuteronômio (6,4-5), o amor a Deus, e um mandamento do Levítico (19,18), o amor ao próximo. Ambos são equivalentes. O amor a Deus só é verdadeiro quando concretizado em ações a favor dos irmãos, particularmente os mais necessitados.
AMOR A DEUS E AO PRÓXIMO
Muitas pessoas acham que para serem salvas, é suficiente cumprir todas as suas obrigações de ordem religiosa como a participação nas celebrações e atos devocionais. O escriba do Evangelho de hoje afirma que amar a Deus e ao próximo é melhor do que as práticas religiosas, no caso os holocaustos e os sacrifícios, e Jesus confirma isso ao afirmar que ele não está longe do reino de Deus. A nossa vida religiosa só tem sentido enquanto é um reflexo do amor vivido concretamente, ou seja, enquanto é manifestação da nossa solidariedade. Caso contrário, a religião se reduz a práticas mágicas, bruxarias, rituais vazios, que nada acrescentam a ninguém e não nos aproxima de Deus.
A PRIMAZIA DO AMOR
É de se admirar que um escriba – mestre da Lei – tenha-se colocado diante de Jesus, na posição de discípulo. Os escribas eram reconhecidos como pessoas sábias. Por conseguinte, capazes de interpretar a Lei e descobrir-lhe sentidos novos. O povo consultava-os quando tinham dúvidas. Por sua vez, os escribas tinham consciência de sua posição elevada.
O escriba, que sabia dar respostas a tantas questões complicadas, tinha, agora, sérias dúvidas a respeito de uma questão fundamental: qual ação humana mais agrada a Deus, e coloca o ser humano em comunhão com o Pai?
A resposta de Jesus é como que o resumo de toda a Escritura: amar a Deus, consagrando-se totalmente a ele, e amar ao próximo como a si mesmo. Estes são os dois eixos da religião que agrada a Deus. Tudo o mais será complemento e terá valor relativo. É preciso dar primazia ao amor!
A preocupação do mestre da Lei tinha sua razão de ser. Com muita facilidade, no caminho para Deus, o ser humano embrenha-se por atalhos, abandonando a estrada principal. Deixando de lado o caminho do amor a Deus e ao próximo, por mais que alguém se esforce, jamais alcançará a meta almejada. Só o caminho do amor pode levar-nos ao destino esperado: o Pai.
NOSSO PASSAPORTE PARA O CÉU É O AMOR
No tempo de Jesus, havia uma ala do Judaísmo tendente ao exagero, a ponto de reduzir a fé a um complexo de leis e mandamentos de difícil execução.
Mas será que Deus quer mesmo transformar nossa vida num infindável “pode/não pode”, “deve/não deve”, “é permitido/é proibido”?
Não, pois uma religião vivida, desta forma, torna-se empobrecedora, porque faz do indivíduo um escravo da Lei sem tempo para relacionar-se com o Senhor de maneira prazerosa e alegre.
Neste ambiente, um mestre da Lei de Moisés reconhece Jesus como Mestre e, tentando acalmar a discussão que se tinha levantado à volta do Senhor, interroga-O: “Qual é o mais importante de todos os mandamentos da Lei”?
Partimos do princípio de que os escribas eram intelectuais, conhecedores profundos e pormenorizados dos textos da Lei de Moisés. Sendo assim, Jesus – olhando bem para aquele homem – poderia até se questionar: “Como é possível este escriba não saber qual é o maior mandamento da Lei?” Mas, mesmo assim, Jesus lhe responde:
“Escuta Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma, com toda a tua mente e com todas as tuas forças. E o segundo mais importante é este: Amarás próximo como a ti mesmo. Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois” (Marcos 12,29-31).
Jesus, fazendo uma análise da figura desse escriba e de seu interesse, chega à conclusão de que ele “não está longe do Reino de Deus”.
Pelos detalhes, essa narrativa assemelha-se à cena do jovem rico (Mc 10,17-22), ao qual apenas faltou dar tudo aos pobres para seguir a Jesus. Ao escriba, no entanto, faltava romper seus laços com as doutrinas e observâncias legais. E para você, o que falta? Que barreira você deve romper para seguir e adorar ao Deus único e verdadeiro? Saiba que a expressão da sua adesão ao amor de Deus não é o culto religioso nem a observância do domingo ou o cumprimento de liturgias, mas o amor concreto e solidário ao próximo, que se resumem em “amar a Deus sobre todas as coisas e amar ao próximo como a si mesmo”.
Nesta resposta de Jesus, vemos duas realidades. A relação “do homem com Deus” e “do homem com o homem” para, depois, voltarem os dois juntos a Deus, princípio e fim de toda a humanidade.
Portanto, o segundo mandamento completa o primeiro. Em conjunto, eles resumem toda a Lei e os profetas. Sendo assim, Jesus explica ao escriba a impossibilidade que existe em cumprir o primeiro mandamento sem o segundo.
Para João não é possível amar a Deus – que não vemos – se não amarmos o nosso próximo que vemos. Se assim for, não passamos de mentirosos, porque Deus Pai é amor e, quem O ama, deve amar também o irmão. Logo, os dois mandamentos se abraçam e se completam. Esse é o modelo que o próprio Evangelho nos apresenta na relação amistosa entre Jesus e o escriba, pois ambos se elogiam reciprocamente. Nisso consiste o amor: no reconhecimento de uma recíproca igualdade e numa mútua e perpétua fidelidade.
A fé pregada por Jesus apoia-se em dois pilares: o amor a Deus e o amor ao próximo. Isso é essencial. Tudo o mais é complemento e pode ser relativizado. Quem ama a Deus recusa toda forma de idolatria, não aceita ser subjugado por nenhum outro senão Ele. Quem ama o próximo põe freios ao seu egoísmo, de modo a jamais lhe desejar o mal ou fazer algo que possa prejudicá-lo.
Ante a sábia resposta do Verdadeiro Mestre, o escriba – no diálogo com Jesus – enxerga e afirma que o amor a Deus e ao próximo supera todos os holocaustos e sacrifícios. Reconhece, assim, os dois maiores mandamentos. Jesus, então, afirma que ele não está longe do Reino de Deus.
A única exigência da religião de Jesus é que a pessoa não coloque a si mesma como centro, mas Deus e o amor ao próximo como passaporte para o Reino do Céu. A expressão de nossa adesão ao amor do Pai não é o culto religioso, mas o amor concreto e solidário, pois o outro é a ponte, é a escada, o passaporte que nos faz atravessar o Mar Vermelho, o deserto, a morte em direção à terra prometida, “de onde jorra leite e mel”, ou seja, a nossa pátria definitiva: o Reino do Céu!
AMARÁS O SENHOR TEU DEUS COM TODO O TEU CORAÇÃO
Os grandes da terra ufanam-se de possuir reinos e riquezas. Jesus Cristo tem a Sua felicidade em reinar nos nossos corações; é este o império que Ele almeja e que decidiu conquistar pela Sua morte na cruz: “Ele recebeu o poder sobre os seus ombros” (Is 9,5). Por estas palavras, vários intérpretes […] entendem a cruz que o nosso divino Redentor carregou aos ombros. “Este Rei do Céu, observa Cornélio a Lapídio, é um senhor bem diferente do demônio: este carrega os ombros dos seus escravos com pesados fardos. Jesus, pelo contrário, toma sobre Si mesmo todo o peso do Seu império; abraça a cruz e quer morrer nela para reinar no nosso coração.” E Tertuliano diz que enquanto os monarcas da terra “trazem o cetro na mão e a coroa na cabeça como emblemas do seu poder, Jesus Cristo levou a cruz aos ombros. E a cruz foi o trono aonde Ele subiu para fundar o Seu reino de amor”. […]
Apressemo-nos pois a consagrar todo o amor do nosso coração a esse Deus que, para o obter, sacrificou o Seu sangue, a Sua vida, a Si próprio. “Se conhecesses o dom de Deus, diz Jesus à samaritana, e Quem é Aquele que te diz ‘Dá-me de beber’” (Jo 4,10). Isto é: se conhecesses a grandeza da graça que recebes de Deus. […] Oh, se a alma compreendesse que graça extraordinária Deus lhe faz quando lhe pede o seu amor nestes termos: “Amarás o Senhor teu Deus”. Não ficaria um súbdito que ouvisse o seu príncipe dizer-lhe: “Ama-me” cativado por este convite? E não conseguirá Deus conquistar o nosso coração quando nos pede com tanta bondade: “Meu filho, dá-me o teu coração”? (Pr 23,26) Mas Deus não quer apenas metade deste coração; quere-o todo, sem reservas; este é o Seu preceito: “Amarás o Senhor teu Deus com todo o teu coração”.
NÃO EXISTE OUTRO MANDAMENTO MAIOR DO QUE ESTES
Hoje, a liturgia da quaresma nos apresenta o amor como a raiz mais profunda da auto comunicação de Deus: “A alma não pode viver sem amor, sempre quer amar alguma coisa, porque está feita de amor, que eu por amor a criei” (Santa Catalina de Siena). Deus é amor todo poderoso, amor até o extremo, amor crucificado: “É na cruz onde se pode contemplar esta verdade” (Bento XVI). Este Evangelho não é somente uma auto revelação de como Deus mesmo – em seu Filho – quer ser amado. Com um mandamento de Deuteronômio: “Portanto, ame a Javé seu Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma e com toda a sua força” (Dt 6,5) e outro do Levítico: “Não seja vingativo, nem guarde rancor contra seus concidadãos. Ame o seu próximo como a si mesmo. Eu sou Javé” (Lev 19,18), Jesus leva ao extremo a plenitude da Lei. Ele ama o Padre como Deus verdadeiro nascido do Deus verdadeiro e, como Verbo feito homem, cria a nova Humanidade dos filhos de Deus, irmãos que se amam com o amor do Filho.
O chamado de Jesus à comunhão e à missão pede uma participação em sua mesma natureza, é uma intimidade na que devemos nos introduzir. Jesus não reivindica nunca ser a meta de nossa oração e amor. Agradece ao Pai e vive continuamente em sua presença. O mistério de Cristo atrai ao amor a Deus – invisível e inacessível – enquanto que, ao mesmo tempo, é caminho para reconhecer, verdade no amor e vida para o irmão visível e presente. O mais valioso não são as oferendas queimadas no altar, e sim Cristo que queima como único sacrifício y oferenda para que sejamos Nele um só altar, um único amor.
Esta unificação de conhecimento e de amor entrelaçada pelo Espírito Santo permite que Deus ame em nós e utilize todas nossas capacidades e nos conceda poder amar como Cristo, com seu mesmo amor filial e fraterno. O que Deus uniu no amor, o homem não o pode separar. Esta é a grandeza de quem se submete ao Reino de Deus: o amor a si mesmo já não é obstáculo e sim êxtase para amar ao único Deus e a uma multidão de irmãos.
O PROBLEMA NÃO É O QUE ENTRA PELA BOCA
Bom dia!
Certa vez Jesus disse que o problema não é o que entra pela boca, mas sim o que sai dela, mas, em meu pensamento, estendo esse entendimento às nossas ações: Não importam as horas depositadas em preces ou o tempo aplicado em louvores se não consigo transformar as minhas palavras em ações. Tais ações revelam “pra fora” o quanto a mensagem me muda por dentro.
“(…) Este povo somente me honra com os lábios; seu coração, porém, está longe de mim. Vão é o culto que me prestam, porque ensinam preceitos que só vêm dos homens (Is 29,13). Depois, reuniu os assistentes e disse-lhes: Ouvi e compreendei. Não é aquilo que entra pela boca que mancha o homem, mas aquilo que sai dele. Eis o que mancha o homem”. (Mateus 15, 8-11)
Mas que esse prefácio tem haver com o evangelho de hoje?
Releia: “(…) Devemos amar a Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa mente e com todas as nossas forças e também DEVEMOS AMAR OS OUTROS como amamos a nós mesmos. Pois é melhor obedecer a estes dois mandamentos DO QUE TRAZER ANIMAIS PARA SEREM QUEIMADOS NO ALTAR E OFERECER OUTROS SACRIFÍCIOS a Deus”.
Quem prega a Palavra, consegue segui-la fora da igreja ou pelo menos se esforçar para isso?
Aquele (a) que conduz louvores a Deus na comunidade consegue ser o mesmo no trabalho, na faculdade, na escola, em meio aos amigos?
O servo, o catequista, o ministro, o padre (…) se esforçam “com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças” para implantar o reino de Deus em sua vida?
Veja a reflexão proposta pela CNBB em seu site:
“(…) Muitas pessoas acham que para serem salvas, é suficiente cumprir todas as suas obrigações de ordem religiosa como a participação nas celebrações e atos devocionais. O escriba do Evangelho de hoje afirma que amar a Deus e ao próximo é melhor do que as práticas religiosas, no caso os holocaustos e os sacrifícios, e Jesus confirma isso ao afirmar que ele não está longe do reino de Deus. A NOSSA VIDA RELIGIOSA SÓ TEM SENTIDO ENQUANTO É UM REFLEXO DO AMOR VIVIDO CONCRETAMENTE, OU SEJA, ENQUANTO É MANIFESTAÇÃO DA NOSSA SOLIDARIEDADE. Caso contrário, a religião se reduz a práticas mágicas, bruxarias, rituais vazios, que nada acrescentam a ninguém e não nos aproxima de Deus”.
A quaresma é um tempo propício para essas reflexões. Sei que são fortes, mas devemos fazê-las.
Não dá mais pra ver a quaresma como apenas a retirada de um alimento de minha vida se de fato o que deve sair não nos esforçamos verdadeiramente em retirá-lo?
Nossa fala deve acompanhar nossa mudança! Não da pra ter uma um linda oratória, mas por dentro ainda ser “pão bolorento”.
Devemos nos esforçar ainda mais em busca do amor e só assim conseguir abandonar o rancor, a raiva, a inveja, a preguiça, o ódio, a intolerância, o preconceito, (…). Creio eu que todo aquele que de fato se esforçar em busca da mudança será recompensado com o paraíso, pois creio eu, que para os que se empenham, ele não esta longe “(…) Jesus viu que o mestre da Lei tinha respondido com sabedoria e disse: – VOCÊ NÃO ESTÁ LONGE DO REINO DE DEUS”.
Um imenso abraço fraterno!
QUANDO OUVIMOS AO SENHOR NOS TORNAMOS APTOS A VENCER TODAS AS BARREIRAS QUE SÃO PRÓPRIAS DA NOSSA FRAGILIDADE HUMANA
Ao responder ao escriba sobre o primeiro de todos os mandamentos, parece assim que Jesus apela para a nossa inteligência e deseja vincular em nós definitivamente a arte de ouvir, de atentar, de encarnar e assumir como parte do nosso ser o mandamento do AMOR. Assim sendo, mais uma vez Ele nos fala: “Ouve, Israel!”
É como se Ele dissesse: presta atenção mais uma vez e nunca esqueça; vou falar novamente; ainda não entenderam?
Depois, Ele continua esclarecendo: “O Senhor nosso Deus é o único Senhor” e se inclui igual aos homens reconhecendo a Deus como único soberano também da sua vida. Como homem Jesus conheceu a nossa realidade de seres sensíveis e frágeis em vista das nossas próprias limitações.
Ao mesmo tempo, também como ser humano Jesus nos deu o testemunho de que quando nos apossamos da graça e do poder de Deus, quando O escutamos nós nos tornamos aptos a vencer todas as barreiras que são próprias da nossa fragilidade humana. Ter a Deus como nosso único Senhor faz toda a diferença, pois nos apossamos do Seu poderio e conseguimos assim viver de acordo com o que nos é proposto. Partindo dessa premissa nós poderemos cumprir o primeiro de todos os mandamentos: “Amar a Deus de todo o nosso coração, de toda a nossa alma, de todo o nosso entendimento e com toda a nossa força”, e ainda mais, também cumprir com o segundo mandado que Jesus nos aponta: “amarás o teu próximo como a ti mesmo”. Corpo, alma e espírito; físico e mente; intuição, consciente, subconsciente, inconsciente… É o homem total tomado pelo amor de Deus vivenciando de dentro para fora, a partir do mais profundo do ser, a Palavra que gera santidade e realização pessoal.
Aprendemos que fomos criados para amar, louvar e servir a Deus acolhendo o Seu amor e assumindo compromisso com o próximo. Portanto, amar a Deus e ao próximo como a nós mesmos , é algo muito natural à essência da nossa alma e se nos abandonarmos conseguiremos ser fiéis à proposta de Jesus. O amor a Deus, a nós próprios e aos nossos irmãos e irmãs é uma resposta ao amor que já foi gravado em nós desde a eternidade e para sempre. Para demonstrá-lo, o nosso primeiro passo deve ser ouvi-Lo. Aí então, o amor de Deus se expressa de forma concreta no nosso dia a dia e, conscientemente, nós sentiremos as suas manifestações a cada minuto.
Meu irmão, minha irmã, vamos refletir: Para você o que é amar a Deus?
Você dá ouvidos à Palavra de Deus?
Você sabe qual é a diferença entre gostar e amar?
Você ama a você mesmo?
O que você deseja ao seu vizinho é o mesmo que você deseja para você?
Você tem dificuldade em aceitar-se a si mesmo?
E aos outros?
Amém!
Abraço carinhoso.
OS CAMINHOS DO SENHOR SÃO RETOS
Quem me dera que meu povo me escutasse! Que Israel andasse sempre em meus caminhos. “Eu lhe daria de comer a flor do trigo, e com o mel que sai da rocha o fartaria” (Salmo 80, 17).
Deus tem prazer quando o pecador se corrige, ouve sua voz e se volta para Ele. “É como disse o próprio Jesus: Há mais alegria no céu por um só pecador que se arrepende, do que por noventa e nove justos que não necessitam de arrependimento.” (Lc 15,7). Por isso Ele dirige sua palavra através do profeta Oseias exortando o povo à conversão. Quando o povo abandona os ídolos e se volta para adorar o verdadeiro Deus, então vive na justiça e na partilha dos bens vitais: em ti o órfão encontrará misericórdia (Os. 14,4). Deus ama seu povo e só lhe quer bem: “Hei de curar sua perversidade e me será fácil amá-los, deles afastou-se a minha cólera” (versículo 5).
“Compreenda estas palavras o homem sábio, reflita sobre elas o bom entendedor! São retos os caminhos do Senhor e, por eles, andarão os justos, enquanto os maus ali tropeçam e caem” (Vers. 10).
Jesus percebeu que o escriba havia compreendido bem a lição; faltava-lhe pôr em prática: por isso lhe disse: “Tu não estás longe do Reino de Deus”. Assim como aquele escriba também nós estamos perto do Reino toda vez que abrimos os ouvidos e o coração para ouvir e acolher a Sua voz. Ele mesmo afirmou que o Seu Reino se aproximou de nós (conforme Marcos 1,14; e várias outras passagens do Novo Testamento). No entanto o estar dentro do Reino “a todo vapor” exige de nós a conversão que significa um empenho constante de nossa parte em responder generosamente os apelos de Deus; significa empenho na prática de Sua Justiça e do Seu Amor Misericordioso para com nossos semelhantes. Que a penitência quaresmal e a campanha da fraternidade nos ajudem a despertar e mantermos sempre alerta para uma vida de solidariedade e de união com os pobres, fracos e sofredores.
Louvado seja Nosso Senhor Jesus Cristo!
AMAR A DEUS E AO PRÓXIMO
Quer provar o maior amor de Deus para com seu povo quando enviou seu Filho único para ser morto pelos homens poderosos na intenção de construir um Reino de Justiça! Quer prova maior do amor de Deus para com seu povo que vivia explorado e maltratado pelos falsos doutores da Lei e pelos ambiciosos judeus? Caso ainda não entendeu o grandioso amor de Deus para com o próprio homem de uma coisa temos certeza: tem muito que aprender na vida o significado do amor.
Jesus sempre pregava a unidade e o carinho entre as pessoas, tanto que não desfazia de nenhum que o procurava, poderia ser uma prostituta, um cobrador de impostos ou alguém a serviço do rei. Jesus acolhia todos com tenacidade e ajudava a buscar o caminho certo. Mas de repente apareceu um doutor da Lei, conhecedor da prática dos ensinamentos corretos, porém fazia tudo de acordo com suas pretensões e “perguntou a Jesus qual era o maior mandamento a seguir no caminho certo, Jesus respondeu: É este: “Escute, povo de Israel! O Senhor, nosso Deus, é o único Senhor. Ame o Senhor, seu Deus, com todo o coração, com toda a alma, com toda a mente e com todas as forças.” E o segundo mais importante é este: “Ame os outros como você ama a você mesmo.” Não existe outro mandamento mais importante do que esses dois”. Claro que os doutor da lei já sabia deste argumento, ele estava querendo pegar Jesus na contradição, mal sabia que seus pensamentos já eram conhecidos pelo Mestre, como engrandecia de saber resolveu testar Jesus.
Estes mandamentos perpassam tempo e continua contemporâneo. Todos conhecem da lógica e da necessidade do cuidado com o outro. Ter o apreço pelo irmão como tivesse apreço por si. Não querer o mal do outro e nem a morte, como não desejais o seu mal e nem a sua morte. Se quiseres vidas em salvação, também as desejam aos teus irmãos, mas lembre-se que não deve o desejo sair somente de boca para fora, é preciso que o desejo nasce do coração e perpetue no coração para sempre.
O mandamento do amor para com Deus, para si e para os irmãos deve estar a serviço da vida. Querer o bem do irmão é preocupar com ele em todas as extensões. É vivenciar na prática o cuidado, ter o carinho e a destreza do comprometimento da solidariedade. Enxergar no outro o Cristo que pede unidade e a paz. Não ter o medo de estender a mão como fez com o bom Samaritano com o andarilho caído ao chão. Se puder levar o irmão à hospedaria e assisti-lo do bem querer da misericórdia, faça de coração com as duas mãos.
Infelizmente damos mais valor e amamos objetos inertes do que a vida de uma pessoa. Basta percebermos um arranhão no carro para desgraçar em pragas para o suposto agressor, amamos mais os bens matérias de coração e esquecemos de nos amarmos e amarmos quem está ao nosso lado. Somos egoísta e perverso, não damos conta da gratuidade do Criador. Acreditamos que viveremos para sempre e não precisamos da ajuda de ninguém. Que pena!
Portanto, não distanciamos do Reino de Deus, aproximamo-nos do Reino com todo carinho, amor e dedicação conosco e com os irmãos. Façamos a vontade do Pai com muito amor. Amém!
Abraços.
DOIS MANDAMENTOS
Toda a Lei, todos os ensinamentos de Deus por Jesus Cristo, podem ser resumidos em apenas dois: Amar a Deus e amar ao próximo.
Jesus resumiu os dez mandamentos em apenas dois:
1- Amar a Deus sobre todas as coisas: De que modo nós amamos a Deus? Rezando lendo o evangelho, indo à missa aos domingos e dias santos de guarda, pensando nas três pessoas da Santíssima Trindade, ouvindo e divulgando a sua palavra, acreditando em Jesus… etc.
2- Amar as pessoas como a nós mesmo: De que modo nós amamos as pessoas que fazem parte do nosso dia a dia na família, na escola e que são próximas a nós?
Respeitando, evitando uma briga, não roubando, não prejudicando, sorrindo, cumprimentando, perdoando, tolerando, ajudando, demonstrando interesse, compreendendo, falando bem, mostrando seus erros, corrigindo, não sendo falso, mas amigo de verdade, não fazendo fofoca, não estragando as coisas dos outros, não fazendo bagunça durante às aulas, não tendo inveja e não desejando o mal a ninguém, não fazendo brincadeiras de mal gosto, obedecendo os professores e os pais, tendo pena e ajudando: Os cegos, mendigos, paralíticos e outros deficientes etc., sendo honesto, dando esmola a um pobre, não mentindo, não sendo fingido, não caluniando, não guardando rancor, não tendo ódio, não sendo preguiçoso, não divulgando os defeitos dos outros, não ofendendo, não fazendo gozação, em fim, procurando acertar mais e errar menos, querendo para os outros exatamente o que desejamos para nós.
Cristão é aquele que vive o amor de Cristo e trabalha para construir um mundo melhor, combatendo as coisas erradas, por exemplo. O cristão cresce, ou se valoriza, como pessoa, quando ele se preocupa com o verdadeiro desenvolvimento dos outros. Quando procura viver como irmãos. E é esse amor fraterno que dá sentido a nossa vida e à vida das outras pessoas.
Mas será que vivemos sempre esse amor fraterno?
Será que no nosso dia-a-dia na família, na escola, no trabalho etc., nós nos esforçamos realmente para que este mundo seja melhor?
Somos pessoas, e por isso nos relacionamos uns com os outros. Este relacionamento acontece ou é feito de várias maneiras: numa festa de aniversário, num jogo de bola, numa brincadeira etc. tudo é manifestação de convivência . E conviver é viver com os outros, como amigos, isto é, demonstrando amizade sincera, Isto é, desejando e fazendo para os outros exatamente aquilo que desejamos para nós, tratando os demais como nós gostaríamos de ser tratados também por eles.
Todas leis que existem no mundo feitas pelo homem, são cópias (disfarçadas ou não) deste segundo mandamento, que nos manda amar o próximo . Mas como grande parte das pessoas ignora o primeiro mandamento ( amar a Deus), elas tentam distorcer as leis, fazendo-as funcionar em defesa apenas dos seus interesses pessoais. Por causa disso, a sociedade precisa de: cadeia, polícia, exércitos, usar a violência, processos, julgamentos, armas etc.
Quando na verdade, uma única coisa substituiria tudo isso e traria a felicidade às pessoas:
Amar a Deus e amar o próximo.
MONIÇÕES
MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL
Vida e culto não duas realidades independentes ou, muito menos, opostas, mas ambas se fundem no amor. Não só a vida pode adquirir valor de liturgia, mas a própria liturgia deve tornar-se “liturgia da vida”.
MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO
Eis a base da vida do cristão: mar a Deus de todo o coração e o próximo como a si mesmo. A prática desses mandamentos demonstra que nossa vida está a serviço de Deus e não de ídolos.
MONIÇÃO PARA O EVANGELHO
Glória a vós, Senhor Jesus, primogênito dentre os mortos! Convertei-vos, nos diz o Senhor, está próximo o reino de Deus! (Mt 4,17).
ANTÍFONAS
Antífona da entrada
Senhor, não há entre os deuses nenhum que se vos compare, porque sois grande e fazeis maravilhas: só vós, Senhor, sois Deus (Sl 85,8.10).
Antífona da comunhão
Amar a Deus de todo o coração e ao próximo como a si mesmo vale mais que todos os sacrifícios (Mc 12,33).
ORAÇÕES DO DIA
Oração do dia ou Oração da coleta
Infundi, ó Deus, vossa graça em nossos corações, pra que, fugindo aos excessos humanos, possamos, com vosso auxílio, abraçar os vossos preceitos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.
Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia
— Senhor, ouvi-nos e atendei-nos.
— Pai santo, conservai a vossa Igreja no amor e na solidariedade.
— Pai de amor, ajudai-nos a amar o próximo como a nós mesmos.
— Pai de bondade, fazei nosso coração semelhante ao vosso.
— Pai solícito, iluminai-nos no empenho pelo bem do próximo.
— Pai de misericórdia, fortalecei-nos na ajuda atenciosa aos doentes da comunidade.
Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:
Senhor Deus de amor,
Pai de bondade,
nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida,
pelo amor com que cuidais de toda a criação.
Vosso Filho, Jesus Cristo,
em sua misericórdia,
assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores,
sobre eles derramou a esperança
de vida em plenitude.
Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito.
Guiai a vossa Igreja,
para que ela, pela conversão,
se faça sempre mais solidária
às dores e enfermidades do povo
e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.
Oração sobre as oferendas
Olhai com bondade, ó Deus, as oferendas que vos apresentamos para que vos sejam agradáveis e úteis à nossa salvação. Por Cristo, nosso Senhor.
Oração depois da comunhão
Senhor Deus, que a vossa força penetre em nossa vida para que alcancemos em plenitude o que recebemos no Sacramento. Por Cristo, nosso Senhor.

PROPOSTA
Você já leu a Bíblia?
Então vamos ver em quanto tempo podemos lê-La?
Estão relacionados abaixo os textos da Liturgia a partir de 01 de janeiro de 2012, e assim poderemos ver em quanto tempo podemos realizar a leitura de toda a Bíblia.
Mas vale lembrar! Não devemos apenas ler, devemos usar o que aprendemos com a PALAVRA em nossa vida.
Para melhor nos orientar, todos os textos do dia 01 de janeiro até hoje, já estão relacionados.

ANTIGO TESTAMENTO OU 1º TESTAMENTO
O Pentateuco ou os Livros da Lei
Pentateuco é uma palavra de origem grega e significa cinco livros ou cinco rolos referindo-se aos primeiros Livros da Bíblia que foram escritos por Moisés:
– Gênesis conta a criação do mundo e a história do povo hebreu;
– Êxodo conta a história da saída dos hebreus do Egito e a Instituição da Páscoa;
– Levítico que estabelece e organiza o culto;
– Números que conta a história do povo eleito desde a legislação no Sinai até a chegada à Palestina;
– Deuteronômio que é a repetição da Lei com exortações para a fidelidade a Deus.
Gênesis (Gn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
8,9,10,11,12,13,14,15 (A nova ordem do mundo)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
1,2,9,10,11,12,13,15,16,17,18 (O sacrifício de Abraão)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
III. HISTÓRIA DE JOSÉ
3,4 (José e seus irmãos)
12,13,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28 (José vendido por seus irmãos)
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Êxodo (Ex)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17 (O Decálogo)
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Levítico (Lv)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
1,2,11,12,13,14,15,16,17,18 (Prescrições morais e cultuais)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Números (Nm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
22,23,24,25,26,27 (O nazireato)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Deuteronômio (Dt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1,5,6,7,8 (A infidelidade de Fego e a verdadeira sabedoria)
9 (A revelação do Horeb e suas exigências)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
15,16,17,18,19,20 (Os profetas)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
III. DISCURSO CONCLUSIVO — FIM DO SEGUNDO DISCURSO
16,17,18,19 (Israel, povo de Iahweh)
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
15,16,17,18 (O escravo)
19,20 (Os primogênitos)
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Livros Históricos
Descrevem a história de Israel desde a chegada à Terra Prometida até o retorno do cativeiro na Babilônia. Este grupo é composto pelos Livros de: Josué, Juízes, Rute, 1 Samuel, 2 Samuel, 1 Reis, 2 Reis, 1 Crônicas, 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester – doze livros. Os livros de Tobias, Judite, 1 Macabeus e 2 Macabeus fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 4 livros.
Josué (Js)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Juízes (Jz)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Rute (Rt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Samuel (1Sm)
Cap 1
A infância de Samuel
9,10,11,12,13,14,15,16,17,18 (A oração de Ana)
19,20 (Nascimento e consagração de Samuel)
Cap 2
1,4,5,6,7,8 (Cântico de Ana)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,8,9,10,19,20 (Deus chama Samuel)
Cap 4
A Arca nas mãos dos Filisteus
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11 (Derrota dos israelitas e captura da Arca)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Instituição da realeza
4,5,6,7 (O povo pede um rei)
10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Os inconvenientes da realeza)
Cap 9
1,2,3,4 (Saul e as jumentas de seu pai)
17,18,19 (Saul encontra Samuel)
Cap 10
1 (A sagração de Saul)
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
16,17,18,19,20,21,22,23 (Saul é rejeitado por Iahweh = Javé (Deus))
Cap 16
Saul e Davi — Davi na Corte
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Unção de Davi)
Cap 17
32,33,37 (Davi se apresenta para aceitar o desafio)
40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (O combate singular)
Cap 18
6,7,8,9 (Origem da inveja de Saul)
Cap 19
1,2,3,4,5,6,7 (Jônatas intercede por Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Davi poupa Saul)
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
2 Samuel (2Sm)
Cap 1
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12 (Davi toma conhecimento da morte de Saul)
19,23,24,25,26,27 (Elogio de Davi sobre Saul e Jônatas)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
12,13,14,15,17,18,19 (A Arca em Jerusalém)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,13,14,15,16,17 (Segunda campanha amonita. O pecado de Davi)
Cap 12
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15 (Natã repreende Davi. Arrependimento de Davi)
16,17 (Morte do filho de Betsabeia. Nascimento de Salomão)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
13,14 (Fuga de Davi)
30 (Davi se certifica da colaboração de Cusai)
Cap 16
5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Semei amaldiçoa a Davi)
Cap 17
Cap 18
9,10,14 (Morte de Absalão)
24,25,30 (A notícia é levada a Davi)
Cap 19
1,2,3 (O sofrimento de Davi)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
2,9 (O recenciamento do povo)
10,11,12,13,14,15,16,17 (A peste e o perdão divino)
1 Reis (1Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
História de Salomão, o magnífico — 1. Salomão, o sábio
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (O sonho de Gabaon)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,9,10,11,12,13 (Transladação da Arca da Aliança)
22,23,27,28,29 (Oração pessoal de Salomão)
30 (Oração pelo povo)
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Visita da rainha de Sabá)
Cap 11
4. As sombras do reinado
4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (As mulheres de Salomão)
29,30,31,32 (Revolta de Jeroboão)
Cap 12
III. O cisma político e religioso
19 (A assembleia de Siquém)
26,27,28,29,30,31,32 (O cisma religioso)
Cap 13
33,34 (O homem de Deus e o profeta)
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
2 Reis (2Rs)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15 (A cura de Naamã)
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
1 Crônicas (1Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
2 Crônicas (2Cr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Esdras (Esd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Neemias (Ne)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tobias (Tb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Judite (Jt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Ester (Est)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
17 (Oração de Ester)
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1 Macabeus (1Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Macabeus (2Mc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais
Também podem ser chamados de Livros Didáticos. Apresentam poemas históricos, cânticos sagrados e diversos exemplos de conduta e fé: Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cânticos dos Cânticos (em algumas edições este Livro é denominado Cântico de Salomão ou Cantares de Salomão) – cinco livros. Os livros do Eclesiastes e Sabedoria fazem parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus – 2 livros.
Jó (Jó)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
1,2,3,4,6,7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Salmos (Sl)
Cap 1
1,2,3,4,5,6 (Os dois caminhos)
Cap 2
Cap 3
2,3,4,5,6,7 (Apelo matinal do justo perseguido)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11(10)
Cap 12(11)
2,3,4,5,7,8 (Contra o mundo falso)
Cap 13(12)
Cap 14(13)
Cap 15(14)
1,2,3,4,5 (O hóspede de Iahweh)
Cap 16(15)
Cap 17(16)
Cap 18(17)
31,47,50,5l (“Te Deum” real)
Cap 19(18)
8,9,10,11,15 (Iahweh, sol de justiça)
Cap 20(19)
Cap 21(20)
1,2,3,4,5,6,7 (Liturgia de Coroação)
Cap 22(21)
Cap 23(22)
Cap 24(23)
7,8,9,10 (Liturgia de entrada no santuário)
Cap 25(24)
4,5,6,7,8,9,10 (Súplica no perigo)
Cap 26(25)
Cap 27(26)
Cap 28(27)
Cap 29(28)
1,2,3,4,9,10 (Hino ao Senhor da tempestade) 31(30),5-6.14.15-16 (R. 17b)
Cap 30(29)
Cap 31(30)
5,6,14,15,16,17 (Súplica na provação)
Cap 32(31)
1,2,5,6,7,11 (A confissão liberta do pecado)
Cap 33(32)
Cap 34(33)
1,2,3,4,5,6,7,16,17,18,19 (Louvor à justiça divina)
Cap 35(34)
Cap 36(35)
Cap 37(36)
5,6,30,31,39,40 (A sorte do justo e do ímpio)
Cap 38(37)
Cap 39(38)
Cap 40(39)
1,2,4,5,7,8,9,10 (Ação de graças. Pedido de socorro) 40,2-3.4-5.13-14 (R. 5b)
Cap 41(40)
1,2,3,4,5,13,14 (Prece do doente abandonado)
Cap 42(41)
2,3 (Lamento do levita exilado)
Cap 43(42)
3,4
Cap 44(43)
10,11,14,15,24,25 (Elegia nacional)
Cap 45(44)
Cap 46(45)
Cap 47(46)
Cap 48(47)
Cap 49(48)
Cap 50(49)
8,9,17,19,21,22,23 (Para o culto em espírito)
Cap 51(50)
1,2,3,4,5,6,7,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19 (Miserere)
Cap 52(51)
Cap 53(52)
Cap 54(53)
Cap 55(54)
7,8,9,10,11,23 (Prece do caluniado)
Cap 56(55)
1,2,3,9,10,12,13 (O fiel não sucumbirá) 55(54),7-8.9-10a.10b-11a. 23
Cap 57(56)
1,2,3,4,6,10 (No meio de “leões”)
Cap 58(57)
Cap 59(58)
Cap 60(59)
Cap 61(60)
Cap 62(61)
Cap 63(62)
Cap 64(61)
Cap 65(64)
Cap 66(65)
Cap 67(66)
1,2,3,5,7,8 (Prece coletiva após a colheita anual)
Cap 68(67)
Cap 69(68)
Cap 70(69)
Cap 71(70)
Cap 72(71)
1,2,7,8,10,11,12,13 (O rei prometido)
Cap 73(72)
Cap 74(73)
Cap 75(74)
Cap 76(75)
Cap 77(76)
Cap 78(77)
Cap 79(78)
8,9,11,13 (Lamentação nacional)
Cap 80(79)
1,2,3,4,5,6,7 (Oração pela restauração de Israel) 79(78),8.9.11.13
Cap 81(80)
6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,17 (Para a festa das Tendas)
Cap 82(81)
Cap 83(82)
Cap 84(83)
3,4,5,10,11 (Canto de peregrinação)
Cap 85(84)
Cap 86(85)
1,2,3,4,5,6,11 (Súplica na provação)
Cap 87(86)
Cap 88(87)
Cap 89(88)
16,17,18,19,20,20,21,22,25,26,27,28 (Hino e prece ao Deus fiel)
Cap 90(89)
Cap 91(90)
Cap 92(91)
Cap 93(92)
Cap 94(93)
12,13,14,15,18,19 (O Deus justo)
Cap 95(94)
1,2,6,7,8,9 (Invitatório)
Cap 96(95)
1,2,3,7,8,10 (Iahweh, rei e juiz)
Cap 97(96)
Cap 98(97)
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O juiz da terra)
Cap 99(98)
Cap 100(99)
1,2,3,4,5 (Convite ao louvor)
Cap 101(100)
Cap 102(101)
Cap 103(102)
1,2,3,4,8,9,10,11,12 (Deus é amor)
Cap 104(103)
Cap 105(104)
5,16,17,18,19,20,21 (A história maravilhosa de Israel)
Cap 106(105)
3,4,6,7,19,20,21,22,35,36,37,40 (Confissão nacional) 105(104),16-17.18-19.20-21 (R. 5a)
Cap 107(106)
Cap 108(107)
Cap 109(108)
Cap 110(109)
Cap 111(110)
Cap 112(111)
1,2,3,4,5,6 (Elogio dos justo)
Cap 113(112)
Cap 114(113A)
Cap 115(113B)
Cap 116(114-115)
10,15,16,17,18,19 (Ação de graças)
Cap 117(116)
1,2 (Convite ao louvor)
Cap 118(117)
Cap 119(118)
1,2,4,5,7,8,“Alef”, 9,10,11,12,13,14,“Bet”, 67,68,71,72,“Tet”, 75,76,“Yod” (Elogio da lei divina)
Cap 120(119)
Cap 121(120)
Cap 122(121)
Cap 123(121)
Cap 124(123)
Cap 125(124)
Cap 126(125)
Cap 127(126)
Cap 128(127)
Cap 129(128)
Cap 130(129)
1,2,3,4,5,6,7,8 (De profundis) – Salmo de penitência, contudo, mais ainda de esperança. A liturgia cristã dos mortos usa-o bastante, não como lamentação, mas como a prece em que se exprime a confiança no Deus redentor.
Cap 131(130)
Cap 132(131)
6,7,8,10 (Para o aniversário da transladação da Arca)
Cap 133(132)
Cap 134(133)
Cap 135(134)
Cap 136(135)
Cap 137(136)
Cap 138(137)
1,2,3,7,8 (Hino de ação de graças)
Cap 139(138)
Cap 140(139)
Cap 141(140)
Cap 142(141)
Cap 143(142)
Cap 144(143)
1,2,9,10 (Hino para a guerra e a vitória)
Cap 145(144)
Cap 146(145)
Cap 147(146)
1,2,3,4,5,6,12,13,14,15,16,19,20 (1,2,3,4,8,9) (Hino ao Onipotente)
Cap 148
Cap 149
1,2,3,4,5,6 (Hino triunfal)
Cap 150
Provérbios (Pr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Eclesiastes (Coélet) (Ecl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cântico dos cânticos (Ct)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Sabedoria (Sb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Eclesiástico (Sirácida) (Eclo)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Davi)
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Livros Proféticos
Os Profetas apareceram em momentos difíceis e foram homens que tiveram a árdua tarefa de exortar, disciplinar e tirar o povo de Deus da rebeldia para trazê-lo novamente para o caminho correto. O povo havia esmorecido na fé ou havia se acomodado diante de determinadas situações, perdido a confiança no Senhor e estava seguindo a deuses estranhos. Os Livros Proféticos podem ser divididos em:
– Os quatro Profetas chamados “Maiores” em vista da importância de seus escritos: Isaías, Jeremias, Lamentações de Jeremias, Ezequiel e Daniel;
– Profetas “Menores”: são assim denominados pelo tamanho de suas obras: Oséias, Joel, Amós, Abdias, Jonas, Miquéias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias.
O livro de Baruc (Profeta “Menor”) faz parte das Bíblias Católicas Romanas e Bíblias Ortodoxas Orientais, e por isso são chamados de Livros Deuterocanônicos pelos católicos e os ortodoxos e Livros Apócrifos pelos protestantes e judeus.
Isaías (Is)
Cap 1
10,16,17,18,19,20 (Contra a hipocrisia)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
1,2,3,4,6,7 (Primeiro canto do servo)
Cap 43
18,19,21 (Os prodígios do novo Êxodo)
22,24,25 (A ingratidão de Israel)
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Cap 53
Cap 54
Cap 55
10,11 (Convite final)
Cap 56
Cap 57
Cap 58
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (O jejum que agrada a Deus)
13,14 (O sábado)
Cap 59
Cap 60
1,2,3,4,5,6 (Esplendor de Jerusalém)
Cap 61
Cap 62
Cap 63
Cap 64
Cap 65
Cap 66
Jeremias (Jr)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
23,24,25,26,27,28 (O culto sem fidelidade)
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
5,6,7,8,9,10 (Sentenças de sabedoria)
Cap 18
18,19,20 (Por ocasião de um atentado contra Jeremias)
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Cap 49
Cap 50
Cap 51
Cap 52
Lamentações (Lm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Baruc (Br)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Ezequiel (Ez)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22,23,24,25,26,27,28 (Responsabilidade pessoal)
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Cap 29
Cap 30
Cap 31
Cap 32
Cap 33
Cap 34
Cap 35
Cap 36
Cap 37
Cap 38
Cap 39
Cap 40
Cap 41
Cap 42
Cap 43
Cap 44
Cap 45
Cap 46
Cap 47
Cap 48
Daniel (Dn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
25,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cântico de Azarias na fornalha)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
A PROFECIA DAS SETENTA SEMANAS
4,5,6,7,8,9,10 (Oração de Daniel)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Oséias (Os)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
III. CONVERSÃO E RENOVAÇÃO DE ISRAEL
2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Retorno sincero de Israel a Iahweh)
Joel (Jl)
Cap 1
Cap 2
12,13,14,15,16,17,18 (Apelo à penitência)
Cap 3
Cap 4
Amós (Am)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Abdias (Ab)
Cap 1
Jonas (Jn)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Jonas rebelde à sua missão)
Cap 4
Miquéias (Mq)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
14,15 (Oração pela confusão das nações)
18,19,20 (Apelo ao perdão divino)
Naum (Na)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Habacuc (Hab)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Sofonias (Sf)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Ageu (Ag)
Cap 1
Cap 2
Zacarias (Zc)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Malaquias (Ml)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1,2,3,4
NOVO TESTAMENTO OU 2º TESTAMENTO
Livros Históricos
Evangelhos: relatam a vida de Jesus, segundo Mateus, Marcos, Lucas e João, testemunhas oculares dos fatos que se sucederam. No início os evangelistas foram guiados pelo Espírito Santo nas suas pregações para transmitir oralmente (o Evangelho tomou forma escrita após quarenta anos de pregações) tudo o que haviam vivido e presenciado: os ensinamentos, as parábolas, o poder, os milagres, a morte na cruz e a ressurreição. Testemunharam sua fé em Cristo com a preocupação de exporem detalhes tudo o que Ele havia dito e feito como o Messias prometido, o Ungido do Senhor, o Filho de Deus, o Divino Salvador, o Verbo que se fez carne e viveu entre nós. Quando os primeiros Apóstolos morreram, houve a necessidade de se registrar por escrito os ensinamentos deles recebidos. Os cristãos organizaram um conjunto de textos para auxiliar o trabalho de catequese nas reuniões litúrgicas (para divulgar a Palavra as reuniões utilizavam o Antigo Testamento em grego (tradução Septuagina), os textos escritos entre os anos de 250 e 50 a.C. (futuramente chamados de Livros Deuterocanônicos) e os Evangelhos. Posteriormente foram acrescentadas as cartas de Paulo, Pedro, João, Judas (Séculos V-VI d.C.) e Apocalipse para formar a Bíblia Católica. Com o tempo as reuniões deram origens às missas. Litúrgica vem do grego leitourgikós: culto público e oficializado) e a partir de 100 d.C. os Evangelhos (do grego euangelion que significa “a recompensa pela boa notícia trazida” ou “boa notícia”. No Novo Testamento o sentido da Palavra é “a boa nova trazida por Cristo” (Ver Lc 4,18). Em português a palavra alvíssara vem do árabe albissar que vem do hebraico bisar. No Século II a palavra Evangelho dá nome aos quatro Livros escritos pelos apóstolos) passaram a ter o mesmo valor do Antigo Testamento.
Atos (no Século II d.C. o nome do Livro mudou de “Atos” para “Atos dos Apóstolos”) dos Apóstolos: aborda as atividades missionárias para levar o Evangelho aos confins da terra, não por vontade humana, mas por desígnio divino. A princípio, as pregações permaneceram no âmbito judaico e depois universalizaram o Cristianismo pelo mundo greco-romano. O Livro apresenta os eventos que se iniciam com a ascensão de Jesus e descreve a escolha de Matias, o Pentecostes (a descida do Espírito Santo), os milagres, as perseguições, a instituição dos diáconos, a morte de Estevão, a conversão de Paulo, a conversão do centurião e as primeiras viagens missionárias. Grande parte do Livro de Atos descreve o trabalho feito por Paulo, levando “a boa nova”, difundindo o Evangelho aos outros povos.
Mateus (Mt)
Cap 1
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (A visita dos magos)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
17,18,19 (O cumprimento da Lei)
20,21,22,23,24,25,26,43,44,45,46,47,48 (A nova justiça é superior à antiga)
Cap 6
7,8,9,10,11,12,13,4,15 (A verdadeira oração. O Pai-nosso)
Cap 7
7,8,9,10,11 (Eficácia da oração)
12 (A regra de ouro)
Cap 8
Cap 9
14,15 (Discussão sobre o jejum)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
21,22 (Perdão das ofensas)
23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35 (Parábola do devedor implacável)
Cap 19
Cap 20
17,18,19 (Terceiro anúncio da paixão)
20,21,22,23 (Pedido da mãe dos filhos de Zebedeu)
24,25,26,27,28 (Os chefes devem servir)
Cap 21
33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,45,46 (Parábola dos vinhateiros homicidas)
Cap 22
Cap 23
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Hipocrisia e vaidade dos escribas e dos fariseus)
Cap 24
Cap 25
31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46 (O último julgamento)
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Marcos (Mc)
Cap 1
A preparação do ministério de Jesus
1,2,3,4,5,6,7,8 (Pregação de João Batista)
9,10,11 (Batismo de Jesus)
12,13 (Tentação no deserto)
14,15 (Jesus inaugura a sua pregação)
16,17,18,19,20 (Vocação dos quatro primeiros discípulos)
21,22,23,24,25,26,27,28 (Jesus ensina em Cafarnaum e cura um endemoninhado)
29,30,31 (Cura da sogra de Pedro)
32,33,34 (Diversas curas)
35,36,37,38,39 (Jesus deixa secretamente Cafarnaum e percorre a Galileia)
40,41,42,43,44,45 (Cura de um leproso)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (Cura de um paralítico)
13,14 (Chamado de Levi)
15,16,17 (Refeição com os pecadores)
18,19,20,21,22 (Debate sobre o jejum)
23,24,25,26,27,28 (As espigas arrancadas)
Cap 3
1,2,3,4,5,6 (Cura do homem com a mão atrofiada)
7,8,9,10,11,12 (As multidões seguem Jesus)
13,14,15,16,17,18,19 (Instituição dos Doze)
20,21 (Providências da família de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28,29,30 (Calúnias dos escribas)
31,32,33,34,35 (Os verdadeiros parentes de Jesus)
Cap 4
26,27,28,29 (Parábola da semente que germina por si só)
30,31,32 (Parábola do grão de mostarda)
33,34 (Conclusão sobre as parábolas)
35,36,37,38,39,40,41 (A tempestade acalmada)
Cap 5
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16,17,18,19,20 (O endemoninhado geraseno)
21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34,35,36,37,38,39,40,41,42,43 (Cura da hemorroíssa e ressurreição da filha de Jairo)
Cap 6
1,2,3,4,5,6 (Visita a Nazaré)
14,15,16 (Herodes e Jesus)
17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (Execução de João Batista)
30,31,32,33,34 (Primeira multiplicação dos pães)
53,54,55,56 (Curas na região de Genesaré)
Cap 7
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13 (Discussão sobre as tradições farisaicas)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23 (Ensinamento sobre o puro e o impuro)
Viagens de Jesus fora da Galileia
24,25,26,27,28,29,30 (Cura da filha de uma siro-fenícia)
31,32,33,34,35,36,37 (Cura de um surdo-gago)
Cap 8
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Segunda multiplicação dos pães)
11,12,13 (Os fariseus pedem um sinal no céu)
14,15,16,17,18,19,20,21 (O fermento dos fariseus e de Herodes)
22,23,24,25,26 (Cura de um cego em Betsaida)
27,28,29,30 (Profissão de fé de Pedro)
31,32,33 (Primeiro anúncio da paixão)
34,35,36,37,38 (Condições para seguir a Jesus)
Cap 9
1 (Condições para seguir a Jesus)
2,3,4,5,6,7,8 (A transfiguração)
9,10,11,12,13 (Questão sobre Elias)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29 (O epiléptico endemoninhado)
30,31,32 (Segundo anúncio da paixão)
33,34,35,36,37 (Quem é o maior)
Cap 10
Cap 11
Cap 12
28,29,30,31,32,33,34 (O primeiro mandamento)
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
15,16,17,18 (Aparições de Jesus ressuscitado)
Lucas (Lc)
Cap 1
Cap 2
16,17,18,19,20 (Nascimento de Jesus e visita dos pastores)
21 (Circuncisão de Jesus)
22,23,24,25,26,27,28 (Apresentação de Jesus no Templo)
29,30,31,32 (O cântico de Simeão)
33,34,35 (Profecia de Simeão)
36,37,38 (Profecia de Ana)
39,40 (Vida oculta de Jesus em Nazaré)
Cap 3
Cap 4
24,25,26,27,28,29,30
Cap 5
27,28 (Vocação de Levi)
29,30,31,32 (Refeição com os pecadores na casa de Levi)
Cap 6
36,37,38 (Misericórdia e gratuidade)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (Missão dos setenta e dois discípulos)
Cap 11
14,15,16,17,18,19,20,21,22 (Jesus e Beelzebu)
23 (Intransigência de Jesus)
29,30,31,32 (O sinal de Jonas)
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
1,2,3 (As três parábolas da misericórdia)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33 (O filho perdido e o filho fiel: “o filho pródigo”)
Cap 16
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31 (O mau rico e o pobre Lázaro)
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
Cap 23
Cap 24
João (Jo)
Cap 1
O ministério de Jesus: 1. O anúncio da nova “economia” (a semana inaugural)
19,20,21,22,23,24,25,26,27,28,29,30,31,32,33,34 (O testemunho de João)
35,36,37,38,39,40,41,42,43,44,45,46,47,48,49,50,51 (Os primeiros discípulos)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10,11,12 (As núpcias de Caná)
13,14,15,16,17,18,19,20,21,22 (A purificação do Templo)
23,24,25 (Estada em Jerusalém)
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Atos dos Apóstolos (At)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22
3,4,5,6,7,8,9,10,11,12,13,14,15,16 (Discurso de Paulo aos judeus em Jerusalém)
Cap 23
Cap 24
Cap 25
Cap 26
Cap 27
Cap 28
Livros Didáticos
As Epístolas Paulinas: Paulo nasceu em Tarso, na Cilícia (atual Turquia), por volta do ano 10 d.C. Seus pais eram judeus de cidadania romana e lhe deram uma cultura helenística e educação baseada em rígidos princípios fariseus. Seus estudos, complementados em Jerusalém, o tornaram profundo conhecedor das Escrituras. Assim, Paulo combateu energicamente os cristãos, pois os considerava loucos e blasfemadores. Quando se dirigia a Damas, Jesus lhe apareceu e o convenceu da verdade sobre a qual os cristãos acreditavam (Ver At 9,1-19). Tem início sua atividade através das viagens e das epístolas (treze cartas escritas por Paulo a partir de 50 d.C. com respostas aos problemas específicos de cada Igreja: orientações, ensinamentos e exortações. Quanto a Epístola aos Hebreus, os estudiosos divergem se realmente ela é de autoria do Apóstolo. Pelo estilo do texto, é provável que o documento foi escrito em Alexandria por um dos seus discípulos (entre 80 90 d.C.) dirigidas às comunidades cristãs. As Epístolas Católicas (do grego katholikós e do latim catholicu. Significa universal, perfeito, certo, exato): as sete epístolas trazem mensagens de caráter universal destinadas à toda a Igreja, aos cristãos de modo geral. Trazem respostas e esclarecimentos sobre dúvidas, doutrina, heresias, fidelidade, etc. Elas se diferem das Epístolas Paulinas que foram escritas para cada uma das igrejas, em particular, com relação à problemas específicos.
Romanos (Rm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
31,32,33,34 (Hino ao amor de Deus)
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
1 Coríntios (1Cor)
Cap 1
22,23,24,25 (Sabedoria do mundo e sabedoria cristã)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
4. A fornicação
13,14,15,17,18,19,20
Cap 7
Soluções para problemas: 1. Casamento e Virgindade
29,30,31,32,33,34,35
Cap 8
Cap 9
16,17,18,19,22,23 (O exemplo de Paulo)
Cap 10
31,32,33 (Conclusão)
Cap 11
1
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
2 Coríntios (2Cor)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
20,21 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 6
1,2 (O exercício do ministério apostólico)
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Gálatas (Gl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
4,5,6,7 (Filiação Divina)
Cap 5
Cap 6
Efésios (Ef)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
2,3,5,6 (Paulo, ministro do mistério de Cristo)
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Filipenses (Fl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Colossenses (Cl)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
1 Tessalonicenses (1Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
2 Tessalonicenses (2Ts)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 Timóteo (1Tm)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
2 Timóteo (2Tm)
Cap 1
1,2,3,4,5 (Endereço e ação de graças)
6,7,8 (As graças recebidas por Timóteo)
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Tito (Tt)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Filemôn (Fm)
Cap 1
Hebreus (Hb)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Tiago (Tg)
Cap 1
1 (Endereço e saudação)
2,3,4 (O benefício das provações)
5,6,7,8 (A súplica confiante)
9,10,11 (O destino do rico)
12,13,14,15 (A provação)
16,17,18,19,20,21,22,23,24,25,26,27 (Receber a Palavra e pô-la em prática)
Cap 2
1,2,3,4,5,6,7,8,9 (O respeito devido aos pobres)
14,15,16,17,18,19,20,21,22,23,24,26 (A fé e as obras)
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra a intemperança na linguagem)
13,14,15,16,17,18 (A verdadeira e a falsa sabedoria)
Cap 4
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Contra as discórdias)
Cap 5
1 Pedro (1Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
18,19,20,21,22 (A ressurreição e a descida à mansão dos mortos)
Cap 4
Cap 5
2 Pedro (2Pd)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
1 João (1Jo)
Cap 1
Cap 2
22,23,24,25,26,27,28 (Quarta condição: preservar-se dos anticristos)
Viver como Filhos de Deus
29
Cap 3
1,2,3,4,5,6,7,8,9,10 (Primeira condição: romper com o pecado)
11,12,13,14,15,16,17,18,19,20,21 (Segunda condição: observar os mandamentos especialmente o da caridade)
Cap 4
Cap 5
5,6,78,9,10,11,12,13 (À fonte da fé)
Complementos
14,15,16,17 (A oração pelos pecadores)
18,19,20,21 (Resumo da Epístola)
2 João (2Jo)
Cap 1
3 João (3Jo)
Cap 1
Judas (Jd)
Cap 1
O Livro Profético
Apocalipse: é a revelação que Deus deu a Jesus, que a enviou a seu servo João através deum anjo. Em forma de carta, o Livro é destinado às igrejas em Roma, Corinto, Galácia, Éfeso, Filipos, Colossos e Tessalônica descrevendo os fatos que em breve se sucederão, ou seja, o fim dos tempos. As opiniões sobre a autoria de Apocalipse são divergentes:
– tradicionalmente o Livro é atribuído ao Apóstolo João;
– outros acreditam que a mensagem foi revelada ao apóstolo, mas redigida por um discípulo;
– em função do estilo do texto, muitos conferem à autoria a outra pessoa;
– a maioria dos estudiosos indica um judeu-cristão exilado na ilha de Patmos, chamado João, presbítero da Igreja de Éfeso e profeta conhecido pelas igrejas da Ásia.
Apocalipse (Ap)
Cap 1
Cap 2
Cap 3
Cap 4
Cap 5
Cap 6
Cap 7
Cap 8
Cap 9
Cap 10
Cap 11
Cap 12
Cap 13
Cap 14
Cap 15
Cap 16
Cap 17
Cap 18
Cap 19
Cap 20
Cap 21
Cap 22

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