LDP: 29/MAR/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

29/Mar/2012 (5ª Feira)

LEITURAS

Gênesis 17,3-9 (Livro do velho ou 1º testamento / Pentateuco ou os Livros da Lei)

Naqueles dias, 3Abrão prostrou-se com o rosto por terra. 4E Deus lhe disse: “Eis a minha aliança contigo: tu serás pai de uma multidão de nações. 5Já não te chamarás Abrão, mas o teu nome será Abraão, porque farei de ti o pai de uma multidão de nações. 6Farei crescer tua descendência infinitamente. Farei nascer de ti nações, e reis sairão de ti. 7Estabelecerei minha aliança entre mim e ti e teus descendentes para sempre; uma aliança eterna, para que eu seja teu Deus e o Deus de teus descendentes. 8A ti e aos teus descendentes darei a terra em que vives como estrangeiro, todo o país de Canaã como propriedade para sempre. E eu serei o Deus dos teus descendentes”. 9Deus disse a Abraão: “Guarda a minha aliança, tu e a tua descendência para sempre”.

Salmo 105(104),4-5.6-7.8-9 (R. 8a) (Livro do Antigo ou 1º testamento / Livros Proféticos)

8aO Senhor se lembra sempre da Aliança!
— 4Procurai o Senhor Deus e seu poder, buscai constantemente a sua face! 5Lembrai as maravilhas que ele fez, seus prodígios e as palavras de seus lábios!
— 6Descendentes de Abraão, seu servidor, e filhos de Jacó, seu escolhido, 7ele mesmo, o Senhor, é nosso Deus, vigoram suas leis em toda a terra.
— 8Ele sempre se recorda da Aliança, promulgada a incontáveis gerações; 9da Aliança que ele fez com Abraão, e do seu santo juramento a Isaac.

Evangelho Jesus Cristo segundo as palavras de são João 8,51-59 (Livro do Novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus aos judeus: 51“Em verdade, em verdade eu vos digo: se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. 52Disseram então os judeus: “Agora sabemos que tens um demônio. Abraão morreu e os profetas também, e tu dizes: ‘Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte’. 53Acaso és maior do que nosso pai Abraão, que morreu, como também os profetas? Quem pretendes ser?” 54Jesus respondeu: “Se me glorifico a mim mesmo, minha glória não vale nada. Quem me glorifica é o meu Pai, aquele que vós dizeis ser o vosso Deus. 55No entanto, não o conheceis. Mas eu o conheço e, se dissesse que não o conheço, seria um mentiroso, como vós! Mas eu o conheço e guardo a sua palavra. 56Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia; ele o viu, e alegrou-se”. 57Os judeus disseram-lhe então: “Nem sequer cinquenta anos tens, e viste Abraão!” 58Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade vos digo, antes que Abraão existisse, eu sou”. 59Então eles pegaram em pedras para apedrejar Jesus, mas ele escondeu-se e saiu do Templo.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

Ainda hoje, há muitas pessoas que rejeitam a vida plena oferecida por Jesus Cristo. Apegam-se a tantas coisas e a si próprias que, por orgulho e ou autossuficiência, não aceitam a proposta renovadora de Jesus./Já nos disseram o seguinte: “A própria natureza do cristianismo consiste, portanto, em reconhecer a presença de Jesus Cristo e segui-lo. Essa foi a maravilhosa experiência daqueles primeiros discípulos que, encontrando Jesus, ficaram fascinados e cheios de assombro frente a excepcional idade de quem lhes falava, diante da maneira como os tratava, coincidindo com a fome e sede de vida que havia em seus corações. O evangelista João nos deixou por escrito o impacto que a pessoa de Jesus produziu nos primeiros discípulos que o encontraram, João e André. Tudo começa com uma pergunta: “que procuram?” (Jo 1,38). A essa pergunta seguiu um convite a viver uma experiência: “venham e verão” (Jo 1,39). Esta narração permanecerá na história como síntese única do método cristão.” (DAp 244).

… a VERDADE …

Jesus continua seu diálogo com as autoridades religiosas. Diz que seus ensinamentos, a sua verdade são garantia de vida eterna. E faz a mais clara definição de si: “Eu sou”. Ele se declara superior a Abraão. Isto provoca a ira dos resistentes e irredutíveis doutores da Lei. A atitude é de agressão: “pegaram em pedras para atirar em Jesus”.

… e a VIDA …

Pai, coloca-me em sintonia com as palavras e o modo de pensar de teu Filho Jesus, para que eu possa compreender seus ensinamentos, sem deturpá-los.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Meu novo olhar é de acolhimento à vida plena que Jesus me oferece.

REFLEXÕES:

1 – CONFLITO ENTRE JESUS E OS DIRIGENTES JUDEUS

Este texto de João é a conclusão, de modo contundente, do conflitante diálogo entre Jesus e os dirigentes judeus. Jesus convida-os a acolher a sua palavra, que dá a vida para sempre. Para eles isto é loucura. Argumentam que o próprio patriarca Abraão e os profetas morreram. Jesus reafirma sua filiação divina e sua igualdade com o Pai. Termina assumindo para si a revelação de Deus a Moisés no monte Sinai: “Eu sou”./O diálogo encerra-se tragicamente. Os judeus procuram matar Jesus por apedrejamento. Jesus não é realmente compreendido por eles, pois situa-se fora de seu esquema religioso e da ideologia do Templo./Aos discípulos fiéis fica a certeza da participação na vida eterna, em Jesus.

2 – JESUS SE REVELA IGUAL AO PAI

O nosso Deus é o Deus da vida e da vida em abundância. Ele é causa de alegria para todos os que verdadeiramente creem nele e em Jesus ele manifesta todo o amor que tem por nós. Assim sendo, Jesus, que é o Filho do Deus vivo, veio nos ensinar o caminho da verdadeira vida, por isso nos diz que quem guarda a sua palavra jamais verá a morte. E como todos nós desejamos a vida e nos alegramos com ela, Jesus também é a causa de nossa alegria, assim como foi a causa para Abraão exultar de alegria ao ver o seu dia, ao reconhecer o seu Deus como o Deus da vida. Aos que não acreditam nas verdades do Reino de Deus e rejeitam os valores evangélicos, só resta a revolta, a tristeza e a morte.

3 – UM TENSO DIÁLOGO

Concluindo o tenso diálogo com os judeus, Jesus mostra-se acolhedor: quem guardar sua palavra não provará a morte. É a promessa da eternidade. Contudo, não entendem a participação do próprio Abraão ou dos profetas na vida eterna. Voltam a interrogar sobre a identidade de Jesus. Jesus é aquele que, em sua vida e em sua morte, revela a glória do Pai. Ele é superior a Abraão e identifica-se com o Deus revelado no Sinai: “Eu Sou”. E é quem conhece o Pai e cumpre sua palavra: vem trazer a liberdade e a vida aos homens e mulheres. Em vão: os judeus acusam-no de ter um demônio e pegam pedras para matá-lo por apedrejamento.

4 – É FELIZ QUEM ADORA O SENHOR E MERGULHA EM SEUS ENSINAMENTOS

Diante da incredulidade do mundo e dos desatinos que nele acontecem, dia após dia, Jesus revela a Sua verdadeira identidade: “Eu vos digo que isto é verdade: antes de Abraão nascer, eu sou” (Jo 8,58)./Ontem, assim como hoje, a maior parte dos homens não tem experiência com o amor de Deus nem observa Seus Mandamentos; como se não bastasse, alguns homens ignoram a pessoa de Jesus, procurando obter sinais e se interrogando sobre quem Ele é. Convém dizer, porém, que somente quem conhece e guarda a Palavra d’Ele pode dizer que O conhece e experimenta o Seu amor. Jesus mesmo foi quem afirmou isso aos judeus: “vós não conheceis aquele que dizeis ser o vosso Deus, mas eu o conheço e guardo a sua palavra”./Não podemos dizer que conhecemos o Senhor se desconhecemos Sua Palavra, pois é ela que nos direciona para a vida eterna em Cristo Jesus. Quem não compreende a Palavra, quem não tem abertura para o Espírito Santo, morre na ignorância do pecado e, lamentavelmente, nunca vai conhecer Deus./A origem e o destino de Jesus foram motivos de controvérsia para os judeus. Por um lado, o Mestre proclamava: “Se alguém guarda a minha palavra, jamais verá a morte”. Por outro lado, afirmava: “Antes que Abraão existisse, eu sou”./Seus adversários raciocinavam de maneira aparentemente lógica. Os personagens mais veneráveis do povo, como Abraão e os profetas, morreram. Acreditava-se na volta do profeta Elias, que fora arrebatado ao céu numa carruagem de fogo. Não se tinha, porém, notícia de alguém que não tivesse experimentado a morte. Com Jesus, não haveria de ser diferente. Quanto à Sua origem, era suficiente considerar Sua idade bastante jovem para se dar conta da “falsidade” de Sua afirmação./Esse modo de pensar estava em total desacordo com a real intenção de Jesus. Referindo-se à morte, Ele pensava em algo muito mais radical que a pura morte física. Suas Palavras abririam caminhos para a vida eterna, na comunhão plena com o Pai para além das vicissitudes dessa vida terrena./Ao referir-se à Sua origem, não estava pensando no Seu nascimento carnal, historicamente determinável, mas na Sua vida prévia no seio do Pai. Nesse sentido, Ele pode se dizer “anterior” ao patriarca Abraão por possuir uma existência eterna./Nesse texto, temos a conclusão do tenso e longo diálogo de Jesus com os judeus, em Jerusalém, por ocasião da Festa das Tendas. Jesus mostra-se acolhedor e reafirma o dom da vida eterna: “Se alguém cumprir a minha palavra, nunca verá a morte”. Contudo, os judeus permanecem firmes na rejeição a Cristo, tentando apedrejá-lo./Jesus – que cumpre a Palavra do Pai – já vive a eternidade, pois “antes que Abraão existisse, eu sou”, disse Jesus àquele povo e continua dizendo o mesmo hoje. Quando essas palavras encontrarem espaço em nosso coração, significa que estamos vivendo em comunhão eterna com Jesus e com o Pai ao cumprirmos Sua Palavra, no despojamento e na partilha, na mansidão, na acolhida do irmão, na prática da misericórdia e da justiça que liberta e promove a vida./Voltando à questão da Palavra, dizemos que o estudo das Sagradas Escrituras é o melhor caminho para conhecermos quem é Jesus, pois Ele é o Verbo, é a Palavra feito carne. Ouvi-lo é ouvir a Palavra de Deus./Sem medo de errar, quero lhe dizer que a Bíblia é a própria Palavra do Pai dirigida a nós, a fim de que possamos conhecer o Senhor e a nós mesmos. E, assim, simultaneamente termos acesso ao Seu grande amor e misericórdia. É feliz quem adora o Senhor e mergulha em Seus ensinamentos. Você tem a Palavra de Deus como ensinamento para o seu dia a dia?

5 – ABRAÃO VIU O MEU DIA

Onde exatamente teve lugar o encontro [de Abraão e dos três visitantes]? «Junto ao carvalho de Mambré», palavra que significa «visão» ou «perspicácia». Vede bem em que sítios o Senhor combina os Seus encontros! Pois não é verdade que as qualidades de perspicácia e clarividência de Abraão agradaram ao Senhor? Não tinha ele a pureza de coração para lhe ser possível ver a Deus (cf. Mt 5,8)? Em lugares assim, em corações assim, pode bem o Senhor reunir os Seus convivas!/No Evangelho, o Senhor refere aos judeus este encontro, ao dizer-lhes: «Abraão, vosso pai, exultou pensando em ver o meu dia; viu-o e ficou feliz». «Viu-o», diz Ele, porque Abraão conseguiu reconhecer o Mistério da Santíssima Trindade. Viu o Pai, o Filho e o Espírito Santo nos dias da sua vida, e as três Pessoas no mesmo dia, uma vez que Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo são um só e o mesmo Deus. Com efeito, cada um deles é Deus na totalidade, e todos juntos também. Não será, pois, difícil discernir o Pai, o Filho e o Espírito Santo nas três medidas de farinha que Sara foi buscar para eles, sendo que há nelas unidade de substância./Podemos, no entanto, apresentar Sara a outra luz, como figura da Igreja: neste caso, as três medidas de farinha seriam a fé, a esperança e a caridade. Com efeito, estas virtudes são os frutos da Igreja universal, e todos aqueles que as reunirem no coração podem ter a certeza de possuir nele a Santíssima Trindade.

6 – VOSSO PAI ABRAÃO EXULTOU POR VER O MEU DIA. ELE VIU E SE ALEGROU

Hoje João situa-nos diante de uma manifestação de Jesus no Templo. O salvador revela um fato desconhecido para os judeus: que Abraão viu e se alegrou ao contemplar o dia de Jesus. Todos sabiam que Deus tinha feito uma aliança com Abraão, assegurando-lhe grandes promessas de salvação para a sua descendência. No entanto, desconheciam até que ponto chegava a luz de Deus. Cristo revela-lhes que Abraão viu o Messias no dia em de Yahvé, ao qual chama meu dia./Nesta revelação Jesus mostra-se possuindo a visão eterna de Deus. Mas, sobretudo manifesta-se como alguém preexistente e presente no tempo de Abraão. Pouco depois, no calor da discussão, quando alegam que ainda nem tem cinquenta anos, diz-lhes: «Em verdade, em verdade, vos digo: antes que Abraão existisse, eu sou» (Jo 8,58) É uma declaração notória da sua divindade, podiam entendê-la perfeitamente, e também tinham podido crer se tivessem conhecido melhor o Pai. A expressão “Eu sou” é parte do tetragrama santo Yahvé, revelado no monte Sinai./O cristianismo é mais que um conjunto de regras morais elevadas como podem ser o amor perfeito, ou, inclusive, o perdão. O cristianismo é a fé numa pessoa. Jesus é Deus e homem verdadeiro. «Perfeito Deus e perfeito Homem», diz o Símbolo Atanasiano. Santo Hilário de Poitiers escreve numa bela oração: «Dá-nos, pois, um modo de expressão adequado e digno, ilumina a nossa inteligência, faz também que as nossas palavras sejam expressão da nossa fé, quer dizer, que nós, que pelos profetas e os Apóstolos te conhecemos a ti, Deus Pai e ao único Senhor Jesus Cristo, possamos também celebrar-te a ti como Deus, em quem não há unicidade de pessoa, e confessar a teu Filho, em tudo igual a ti».

7 – FÉ NA PALAVRA DE DEUS E EM JESUS CRISTO, ELE É O CAMINHO A VERDADE E A VIDA

Sem fé é impossível de alguém poder vivenciar e realizar o projeto que Deus idealizou para sua vida. Quem não compreende a Palavra, quem não tem abertura para o Espírito Santo, morre na ignorância do pecado e, lamentavelmente, nunca poderá conhecer a Deus. A fé é quem nos move a guardar a palavra de Deus. Quem conhece e guarda a Palavra de Deus pode dizer que O conhece. Portanto, podemos estar certos de que a Palavra de Deus é quem nos direciona para a vida eterna em Cristo Jesus./Diante da incredulidade do mundo nós também podemos afirmar que somente Jesus conhece verdadeiramente o Pai e só Ele pode nos revelar os Seus mistérios para nós por meio da Boa Nova do Evangelho. Por isso, Jesus afirmou aos judeus: “Se alguém guardar a minha palavra jamais verá a morte” e, mais adiante, “vós não conheceis aquele que vós dizeis ser o vosso Deus, mas eu o conheço e guardo a sua palavra.” Jesus se referia à morte eterna, ao afastamento de Deus, à escravidão ao pecado, porém, os judeus não o entendiam, mas Jesus tinha plena consciência de quem Ele era e qual era a Sua missão./Ele sabia que era a vida, o caminho e a verdade de Deus para a humanidade. Desse modo, Abraão que acreditara em Deus viu a Jesus e exultou, pois através Dele viria a salvação para os seus descendentes Reflita: Quem é Deus para você? O que a Palavra lhe revela em relação a Deus? Você tem a Palavra de Deus como ensinamento para o seu dia a dia? O que você ainda não entende na metodologia de Deus? Como você tem aderido a Palavra de Deus para a sua vida? Você acha difícil vivenciá-la ou para você ela tem sido cada mais clara e mais acessível a cada dia? A sua fé depende de alguma circunstância ou ela é incondicional?/Amém!/Abraço carinhoso.

8 – SE ALGUÉM GUARDA MINHA PALAVRA JAMAIS VERÁ A MORTE

O salmo de hoje nos diz: O senhor se lembra sempre da aliança! Com este versículo poderemos refletir sobre a liturgia. Deus fez uma aliança com Abraão prometendo: “Farei nascer de ti nações, e reis sairão de ti”. Jesus é o cumprimento desta promessa, ele é maior que Abraão, pois ele conhece o pai, dele saiu e por Ele é glorificado. Jesus é o próprio Deus o “Eu Sou” do Êxodo./O Filho de Deus encarnado e humano que caminha com seu povo sente as dores de seu povo e com ele faz historia. Sua vida terrena foi marcada pelo amor e solidariedade para com aqueles que sofriam e buscavam nele a graça e a esperança, a salvação e a proteção. A aliança que Deus fez com Abraão continua nos confirmando na fé. Mas é Jesus a nova e eterna aliança que nos mantém em comunhão com o Pai do céu. Para aqueles que conhecem e permanecem na sua palavra ele dá a graça de jamais ver a morte. Pois, quem está em Cristo ainda que morra viverá. Jesus é a manifestação plena do Pai. “Quem me viu, viu o Pai”. Jesus nos indica o caminho da vida eterna, ele próprio é o caminho que nos conduz ao pai. Permanecer em Jesus é estar em constante oração tendo no coração a certeza de um Deus que é amor que está sempre ao nosso lado mesmo nos momentos mais difíceis não nos abandona, é Deus presente nas dores e nas alegrias é Deus conosco. Estamos mais próximos da páscoa do senhor estamos quase entrando na semana santa quando a liturgia nos convida para juntos com Jesus entrar em Jerusalém, sentar-se a mesa com ele na Ceia, passar pela paixão e cruz e chegar a gloria da ressurreição. Permaneçamos na palavra de Deus firmes e fieis e veremos a vida nova brotar em nós./Em Cristo.

9 – VOSSO PAI ABRAÃO EXULTOU, POR VER O MEU DIA

Neste Evangelho, Jesus, numa argumentação judicial com as autoridades da seu país, prova que é o Messias. Ao esperar o nascimento do seu filho Isac, Abraão esperava com alegria, uma descendência bendita de Deus, que é o Cristo. Abraão viu em Isac a cumprimento da promessa de Deus de que o Messias nasceria da sua descendência./E mais: o nascimento de Isac era mais uma vinda da Sabedoria ou do Verbo de Deus, que séculos mais tarde se encarnaria. Diz o livro dos Provérbios: “O Senhor me gerou no início de suas obras, antes de ter feito coisa alguma, no princípio; desde a eternidade… Eu estava brincando no globo terrestre, e alegrando-me em estar com os filhos dos homens” (Prov 8,22-31). Abraão não viu Jesus como homem. Mas Jesus é uma Pessoa com o Verbo eterno, e Abraão viu a manifestação desse Verbo. Por isso que Jesus fala: “Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia”./“Antes que Abraão existisse, eu sou”. Mais uma vez, Jesus declara a sua divindade. Ele é a Segunda Pessoa da Santíssima Trindade que se encarnou, conforme diz J 1,1-5: “No princípio era o Verbo, e o Verbo estava junto de Deus, e o Verbo era Deus. Ele existia, no princípio, junto de Deus. Tudo foi feito por meio dele, e sem ele nada foi feito de tudo o que existe. Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz brilha nas trevas, e as travas não conseguiram dominá-la”./Na pessoa de Jesus, as duas naturezas, a humana e a divina, eram estanques, isto é, não se comunicavam uma com a outra, a não ser que quisessem. A natureza divina só se comunicava com a humana quando era necessário e útil à missão de Jesus. Fora isso, Jesus agia apenas com os recursos humanos. Era homem como nós em tudo, exceto no pecado./Só assim a gente entende todo o sofrimento que Jesus teve, no corpo e no espírito (Cf Hb 4-7). Entendemos também por que ele disse que não sabia a data do fim do mundo: “Quanto a esse dia e a essa hora, ninguém sabe nada, nem os anjos do céu, nem o Filho. Somente o Pai é quem sabe” (Mt 24,36)./A natureza divina deixava a natureza humana se virar, com os recursos e as limitações humanas. Esse é o mistério da união hipostática./Entretanto, nós sabemos que “em Cristo habita, de forma corporal, toda a plenitude da divindade” (Cl 2,9)./“O que é da terra, pertence à terra e fala das coisas da terra. Aquele que vem do céu está acima de todos” (Jo 3,31). Só quem era do céu podia reabrir a porta do céu para a humanidade, porta que fora fechada após o pecado de Adão e Eva. Quem não veio do céu não tem credencial nem competência para isso. Os fundadores de religiões, por exemplo, são, como nós, da terra, pertencem à terra. Portanto, eles não têm nenhuma competência para fundar uma religião. Com exceção, é claro, de Jesus que veio do céu e fundou a Igreja una, santa, católica e apostólica. “Eu e o Pai somos um” (Jo 10,30)./Justamente devido à sua condição divina, Jesus fala e garante: “Se alguém guardar a minha palavra, jamais verá a morte”. Morre fisicamente, mas permanece vivo em Deus, na vida eterna./Como é importante nós ouvirmos e guardarmos a Palavra de Jesus, sendo aquela terra fértil, onde a semente cai e produz fruto!/Havia, certa vez, um rapaz, que tinha a memória um pouco fraca. Esquecia facilmente as coisas. Como na quaresma ele queria se confessar, começou logo a marcar em um pau os seus pecados. Cada vez que ele fazia um pecado, fazia um pique no pau./Numa tarde em que o padre estava de plantão para atender as confissões, ele foi para a igreja. Chegando lá, colocou o pau atrás da porta e ajoelhou-se no banco a fim de se preparar para a confissão./Depois foi para a salinha onde estava o padre, e se esqueceu de levar o pau. Ele era um rapaz bem forte. Ao chegar lá, o padre lhe disse: “Fale os seus pecados”. Ele falou: “Espere aí, padre, eu vou buscar o pau ali atrás da porta”. O padre disse: “Não, não precisa não, moço! Já está tudo perdoado. Pode ir tranquilo” Já pensou, um rapaz daquele querendo ir pegar pau!/Quaresma é tempo de fazermos uma boa confissão. Nós não precisamos ter medo do padre nem o padre de nós, pois o que prevalece ali é a misericórdia de Deus. Não precisamos também anotar os pecados. Na hora, nós falamos aquilo de que nos lembramos e o resto fica tudo perdoado. O principal na confissão não é falar pecados, pois na confissão comunitária nós nem falamos os pecados. O principal é o perdão de Deus e, da nossa parte, o arrependimento./Campanha da fraternidade. No Sermão da Montanha, Jesus nos mostra que devemos quebrar a rede de ódio e vingança que existe na sociedade porque violência gera mais violência. Se quisermos viver a justiça do Reino, devemos pagar o mal com o bem, buscar não a vingança, mas a sua superação. Os que querem ser discípulos de Jesus devem assumir essa atitude./Nos caminhos do Mestre Jesus, os primeiros cristãos vendiam seus bens. O resultado das vendas era colocado em comum e distribuído de acordo com as necessidades de cada um (cf. At 2,42-44)./A atuação de São Paulo, através de seus escritos, pregações e atividade missionária, levou para o mundo os fundamentos que garantiram comunidades novas, totalmente voltadas para os princípios pregados por Jesus e dando início a um considerável esforço no sentido de conquistar a paz verdadeira e duradoura. Para ele, o amor é a plenitude da Lei e a fonte de toda segurança e paz./Maria Santíssima é Mãe de Deus, porque é Mãe de Jesus que é Deus. Que ela interceda por nós, já que tem tanto credencial junto da Santíssima Trindade./Vosso pai Abraão exultou, por ver o meu dia.

10 – SE ALGUÉM GUARDAR A MINHA PALAVRA, JAMAIS VERÁ A MORTE

Estamos na última semana da quaresma!/Como foi bom caminharmos juntos, neste tempo de graça e de espera, em que tudo se converge para Jesus, para a cruz e principalmente para a Páscoa, razão e porquê de toda nossa caminhada de fé e de fraternidade!/O caminho que percorremos nos aproximou mais do amor, da bondade de Deus, nos trouxe a certeza de que somos filhos muito amados do Pai, unidos na fraternidade pela fé!/A liturgia, já nos faz entrar no clima do mistério do amor do Pai, de um amor sem limites, que não poupou seu Filho de passar pela da cruz!/Temos tudo para ser feliz: um Deus que nos ama e que nunca desiste de nós!/A igreja nos convida a reviver os passos de Jesus, a nos espelhar no Seu exemplo de obediência ao Pai./Precisamos entrar na dinâmica do Reino, carregar a bandeira do Cristo vivo, pois Ele deixou para cada um de nós, uma importante missão: dar continuidade a sua missão aqui na terra!/A narrativa do evangelho de hoje, nos mostra mais uma vez um dialogo entre Jesus e os judeus. Jesus continua afirmando a Sua divindade: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou”. Por isso os judeus enfurecidos, pegaram pedras para apedrejá-lo./A origem e o destino de Jesus eram motivos de controvérsia com os judeus. Por um lado, Jesus proclamava: “Se alguém guarda a minha palavra, jamais verá a morte”. Por outro, afirmava: “Antes que Abraão existisse, Eu sou”./Abraão e outros profetas morreram na fé, sem perder a esperança, eles não conseguiram alcançar as realização das promessas, mas viram O prometido, pela fé e O saudaram de longe: Hb11. É isso que afirma o evangelista quando diz: “Abraão, o pai de vocês, alegrou-se, porque viu o meu dia. Ele viu e encheu-se de alegria”./A palavra de Jesus não foi compreendida pelos seus opositores, porque foram analisadas pela lógica terrena!/É bonito perceber a tranquilidade de Jesus diante das provocações de seus adversários, Ele sempre se mantinha tranquilo, ao contrário dos tempos de hoje, em que as pessoas reagem impensadamente e precipitadamente diante de alguma provocação./As atitudes de Jesus diante dos desafios, são sempre pedagógicas, precisamos aprender com Ele a sermos mais pacientes a agirmos com sabedoria nos momentos em que somos desafiados./Não podemos deixar nos levar pelos ventos contrários da vida, deixar que as incertezas encontrem espaço no nosso coração e apague o brilho da luz de Deus em nós!/Quem analisa a palavra de Deus pela lógica terrena, está longe de compreender a importância do Reino, pois a palavra de Deus é palavra de vida eterna, que só pode ser compreendida a luz da fé./Certos mecanismos de morte tentam nos convencer de que a morte vence, mas quem crê verdadeiramente no Cristo vivo, sabe que a vida sempre vencerá!/Deixemo-nos ser conduzidos pela Luz de Cristo, Luz, que nos torna sinal da sua presença no mundo, na pratica do amor, da justiça e da solidariedade./Não basta estar vivo, é preciso saber viver! Viver do jeito de Jesus!/FIQUE NA PAZ DE CRISTO!

11 – QUEM GUARDAR AS MINHAS PALAVRAS NÃO MORRERÁ

Nem todo aquele que sabe muitas coisas de Deus, sobre filosofia, teologia, estará salvo. O simples ato de conhecer a palavra de Deus, não significa passaporte garantido para o Céu. Porque guardar a palavra de Cristo, significa vivê-la ou praticá-la. Significa absorver os ensinamentos de Cristo ao mesmo tempo que transbordamos essas verdades para os demais. E fazemos isso com a nossa vivência e de preferência com a própria palavra, ou catequese. Alguns daqueles que conhecem profundamente a Sagrada Escritura, têm um vocabulário um tanto arrogante, muito erudito, pueril, esnobe, tecnocrata, etc. Parece que falam da boca para fora, parece que não falam como quem acredita e pratica aquilo que discursa. Parece que estão fazendo uma exibição de conhecimento puro, uma exibição do seu domínio das coisas de Deus, porém, falam com os lábios, ou falam intelectualmente, apenas com a razão, e não como quem tem fé./Guardar a palavra, significa primeiro assimilá-la para sim aceitá-la, acreditar. Mais esse guardar, não deve ser entendido no sentido de armazenar puramente falando. Pois o certo é: assimilar, praticar e ensinar a palavra de Deus./Neste Evangelho Jesus nos explica que a melhor declaração de amor não está nas palavras mas sim nos nossos atos. Porque guardar a palavra de Jesus significa praticar os seus ensinamentos. É como a namorada ou o namorado que diz um para o outro: Eu te amo, e em seguida fica olhando para outra (o). Do mesmo modo, o filho diz, ou escreve num lindo cartão: Minha querida mãe. Eu te amo muuuuuuito! Horas depois lhe responde mal. Bate a porta do quarto, não obedece, etc./Somos filhos de Deus e como tal, deveremos fazer conferir os nossos atos com as palavras do Evangelho e com as palavras que pronunciamos diariamente em nossas orações. Guardar ou praticar as palavras do Evangelho, é o mesmo que demonstrar o nosso amor a Jesus, e consequentemente ao nosso Pai. Porque” E a palavra que escutais não é minha, mas do Pai que me enviou./Jesus prometeu aos discípulos enviar-lhes o Espírito Santo, aquele que é o nosso Defensor, aquele que vos ensinará tudo e vos recordará tudo o que eu vos tenho dito. Porém, é importante ter em mente, que o Espírito Santo nos ensina, e nos faz recordar, ou nos lembrar de tudo o que estudamos, de toda a palavra de Deus que aprendemos. Portanto, precisamos fazer a nossa parte, ou seja, ler diariamente a palavra de Deus, explicada, comentada, e nas escrituras. Primeiro os Evangelhos, depois as cartas, comentários sobre os Evangelhos, as cartas, e assim por diante. Pois se não plantamos, não podemos colher. Se eu nunca tivesse lido ou ouvido uma palavra sobre Deus, como poderia agora escrever sobre Ele?/Neste momento, quem está me ditando as palavras que estou escrevendo e que você vai ler, é o Espírito Santo. Porque além de nos proteger, o Espírito de Deus nos ensina, colocando em nossas mentes e depois em bocas as palavras que devemos pronunciar na hora certa, na hora em que estamos anunciando o Evangelho. Nunca se preocupe como você vai responder a uma possível pergunta dos irmãos, dos jovens ou das crianças quando você estiver fazendo uma palestra missionária. Fique totalmente tranquilo (a), pois as palavras ou a resposta certa aparecerá na sua mente, fruto da ação do Espírito santo. É só confiar, esperar uns segundos, e você, digo, o Espírito Santo responderá as mais capciosas das perguntas que por acaso lhe serão dirigidas. Já me aconteceu isso e não foram poucas vezes. Geralmente, tais perguntas difíceis, ou do tipo pegadinhas, porque é exatamente para nos pegar, para nos tirar de circulação, como dizem, para nos tirar o rebelado, são parecidas com aquelas perguntas que os fariseus faziam a Jesus. “Mestre! É lícito pagar imposto a César?”. No tempo do governo Militar no Brasil, os alunos mais “espertos” adoravam fazer isso para deixar a professora ou o professor totalmente desnorteado(a).

12 – O PERIGO DA LEITURA FUNDAMENTALISTA…

Podemos dizer que os Judeus eram fundamentalistas em extremo e entendiam a escritura antiga ao Pé da Letra. Desta visão distorcida e equivocada dos Profetas e da Torá, é que vem o confronto com Jesus, que jamais contradisse uma só letra da escritura antiga, mas fazia dela uma releitura aplicando á sua vida, tornando-se ele próprio a Palavra Viva e a revelação mais clara da vontade de Deus, o mesmo Deus Javé ou o Deus da Aliança, Pai de Jesus Cristo./Jesus interpretava a Lei e os Profetas mostrando em seu conteúdo o Deus que se revela e que busca o homem para salvá-lo e resgatá-lo em definitivo das Forças do Mal. Interpretar significa exatamente aplicar a Palavra de Deus escrita na Bíblia, nos dias de hoje, na minha vida e na vida da comunidade, se não houver essa interpretação, corre-se o risco de ser fundamentalista e isso acontece quando não se faz a hermenêutica./Jesus mostra com palavras e obras á sua relação direta com o Pai, que é o Deus da Aliança, o Deus de Moisés, o Deus de Abrão, Isac e Jacó. Os Judeus julgam serem exímios conhecedores de Deus, apenas pelas escrituras, são eles os interpretadores oficiais e não admitem que nenhum outro o faça, muito menos Jesus, um simples galileu. O que na verdade eles conhecem de Deus é o que dele escreveram os profetas e se falaram dos Patriarcas, conheciam na teoria mais Jesus, o Filho Vivo de Deus está ali diante deles, mais do que conhecer a Deus, Ele provém de Deus, Ele é o Deus vivo…/Jesus nunca se preocupou em fazer sinais prodigiosos para superar os profetas ou os Patriarcas, pois estes apenas prepararam o caminho para aquele que haveria de vir, preliminarmente Deus se manifestou nesses Santos Homens, mas jamais com a perfeição com que se manifestou em Jesus Cristo, seu Filho. Todos os que o precederam anunciaram a Salvação e a libertação, Jesus é a Salvação e a Libertação, ele não mostra o caminho mais ele é o caminho, ele não mostra a Verdade, ele é a Verdade, ele não mostra a Vida, ele é a Vida!/Jesus é a Escritura Viva de Deus, é o Verbo Encarnado, mas os Judeus fundamentalistas só o veem como um intermediário, na linha dos Patriarcas e dos Profetas de Israel, valorizam a “casca” e menosprezam o fruto doce que está dentro dela, enfiam as mãos pelos pés e confundem o meio com o fim… Confusão típica de quem é fundamentalista e não consegue sentir em sua vida os efeitos maravilhosos da Graça operante e santificante que Jesus oferece mediante a Fé…

13 – VIVER EM CRISTO

O nosso Deus é o Deus da vida e da vida em abundância. Ele é causa de alegria para todos os que verdadeiramente creem nele e em Jesus ele manifesta todo o amor que tem por nós. Assim sendo, Jesus, que é o Filho do Deus vivo, veio nos ensinar o caminho da verdadeira vida, por isso nos diz que quem guarda a sua palavra jamais verá a morte. E como todos nós desejamos a vida e nos alegramos com ela, Jesus também é a causa de nossa alegria, assim como foi a causa para Abraão exultar de alegria ao ver o seu dia, ao reconhecer o seu Deus como o Deus da vida. Aos que não acreditam nas verdades do Reino de Deus e rejeitam os valores evangélicos, só resta a revolta, a tristeza e a morte.

14 – …

15 – …

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A promessa de Deus começa com Abraão, o pai na fé, e culmina com a vinda de Jesus, o Filho amado do Pai. Jesus é a autêntica e suprema manifestação do Pai.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A aliança que Deus fez com Abraão continua nos confirmando na fé. Precisamos nunca esquecê-la, pois, conforme diz o salmista, o Senhor se lembra sempre dela.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Glória a Cristo, palavra eterna do Pai, que é amor! Oxalá ouvísseis hoje a sua voz: Não fecheis os corações como em Meriba! (Sl 94,8).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Cristo e o mediador de uma nova aliança, para que, por meio de sua morte, recebam os eleitos a herança eterna que lhes foi prometida (Hb 9,15).

Antífona da comunhão

Deus não quis poupar seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós e deu-nos, com ele, todas as coisas (Rm 8,32).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Assisti, ó Deus, aqueles que vos suplicam e guardai com solicitude os que esperam em vossa misericórdia, para que, libertos dos nossos pecados, levemos uma vida santa e sejamos herdeiros das vossas promessas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, escutai a nossa prece.

— Convertei, Senhor, sempre mais a vossa Igreja, seus ministros e todo o povo.
— Iluminai-nos, para que valorizemos o mistério pascal como centro da vida cristã.
— Ajudai-nos na construção da paz e da solidariedade entre as pessoas.
— Fazei que a sociedade se interesse pela Campanha da Fraternidade.
— Enriquecei-nos na esperança, na fé e na caridade, para que nossa missão frutifique.

Concluamos as preces com a oração da Campanha da Fraternidade:

Senhor Deus de amor, / Pai de bondade, / nós vos louvamos e agradecemos pelo dom da vida, / pelo amor com que cuidais de toda a criação. / Vosso Filho, Jesus Cristo, / em sua misericórdia, / assumiu a cruz dos enfermos e de todos os sofredores, / sobre eles derramou a esperança / de vida em plenitude. / Enviai-nos, Senhor, o vosso Espírito. / Guiai a vossa Igreja, / para que ela, pela conversão, / se faça sempre mais solidária / às dores e enfermidades do povo / e que a saúde se difunda sobre a terra. Amém.

Oração sobre as oferendas

Acolhei, ó Deus, com bondade, este sacrifício para que seja proveitoso à nossa conversão e à salvação de todo o mundo. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Nutridos, ó Deus, pelo pão que nos salva, imploramos vossa misericórdia, a fim de que, pelo mesmo sacramento que nos dais como alimento neste mundo, nos leveis a participar da vida eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

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