LDP: 25/JUL/12

 

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

25/JUL/2012 (quarta-feira)

LEITURAS

2ª Carta de são Paulo aos Coríntios 4,7-15 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 7 trazemos esse tesouro em vasos de barro, para que todos reconheçam que este poder extraordinário vem de Deus e não de nós. 8 Somos afligidos de todos os lados, mas não vencidos pela angústia; postos entre os maiores apuros, mas sem perder a esperança; 9 perseguidos, mas não desamparados; derrubados, mas não aniquilados; 10 por toda parte e sempre levamos em nós mesmos os sofrimentos mortais de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossos corpos. 11 De fato, nós, os vivos, somos continuamente entregues à morte, por causa de Jesus, para que também a vida de Jesus seja manifestada em nossa natureza mortal. 12 Assim, a morte age em nós, enquanto a vida age em vós. 13 Mas, sustentados pelo mesmo espírito de fé, conforme o que está escrito: “Eu creio e, por isso, falei”, nós também cremos e, por isso, falamos, 14 certos de que aquele que ressuscitou o Senhor Jesus nos ressuscitará também com Jesus e nos colocará ao seu lado, juntamente convosco. 15 E tudo isso é por causa de vós, para que a abundância da graça em um número maior de pessoas faça crescer a ação de graças para a glória de Deus.

Salmo 125(126), 1-2ab.2cd-3.4-5.6 (R.5) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e Sabedoria ou Sapienciais)

— 5 Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.
— 1 Quando o Senhor reconduziu nossos cativos, parecíamos sonhar; 2a encheu-se de sorriso nossa boca, 2b nossos lábios, de canções.
— 2c Entre os gentios se dizia: “Maravilhas 2d fez com eles o Senhor!” 3 Sim, maravilhas fez conosco o Senhor, exultemos de alegria!
— 4 Mudai a nossa sorte, ó Senhor, como torrentes no deserto. 5 Os que lançam as sementes entre lágrimas, ceifarão com alegria.
— 6 Chorando de tristeza sairão, espalhando suas sementes; cantando de alegria voltarão, carregando os seus feixes!

Evangelho de Jesus Cristo segundo as palavras de Mateus 20,20-28 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

20 Naquele tempo, a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus com seus filhos e ajoelhou-se com a intenção de fazer um pedido. 21 Jesus perguntou: “O que tu queres?” Ela respondeu: “Manda que estes meus dois filhos se sentem, no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. 22 Jesus, então, respondeu-lhes: “Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Eles responderam: “Podemos”. 23 Então Jesus lhes disse: “De fato, vós bebereis do meu cálice, mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou à minha esquerda. Meu Pai é quem dará esses lugares àqueles para os quais ele os preparou”. 24 Quando os outros dez discípulos ouviram isso, ficaram irritados contra os dois irmãos. 25 Jesus, porém, chamou-os e disse: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. 26 Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; 27 quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. 28 Pois, o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O meu ser discípulo é conforme o Evangelho? Sou aquela pessoa que serve porque segue Jesus? Sou capaz de viver a radicalidade do Evangelho? Os bispos, em Aparecida, lembraram o serviço de muitos que, inclusive, dão a própria vida serviço dos demais, como Jesus: “Apesar das deficiências e ambiguidades de alguns de seus membros, a Igreja tem dado testemunho de Cristo, anunciado seu Evangelho e oferecido seu serviço de caridade principalmente aos mais pobres, no esforço por promover sua dignidade e também no empenho de promoção humana nos campos da saúde, da economia solidária, da educação, do trabalho, do acesso à terra, da cultura, da habitação e assistência, entre outros. Com sua voz, unida à de outras instituições nacionais e mundiais, tem ajudado a dar orientações prudentes e a promover a justiça, os direitos humanos e a reconciliação dos povos. Isto tem permitido que a Igreja seja reconhecida socialmente em muitas ocasiões como uma instância de confiança e credibilidade. Seu empenho a favor dos mais pobres e sua luta pela dignidade de cada ser humano tem ocasionado, em muitos casos, a perseguição e, inclusive, a morte de alguns de seus membros, os quais consideramos testemunhas da fé. Queremos recordar o testemunho valente de nossos santos e santas, e aqueles que, inclusive sem haver sido canonizados, tem vivido com radicalidade o evangelho e oferecido sua vida por Cristo, pela Igreja e por seu povo.” (DAp 98).

… a VERDADE …

Leio atentamente, na Bíblia, o texto de hoje: Mt 20,20-28. No caminho para Jerusalém Jesus anuncia a sua morte como consequência de toda a sua vida. Enquanto isso, Tiago e João sonham com poder e honrarias, suscitando discórdia e competição entre os outros discípulos. O “cálice” de que fala Jesus é o da sua paixão e morte. João e Tiago dizem que podem beber deste cálice também. Tiago realmente passará pelo martírio. Em Atos 12,2 é narrado que o rei Herodes “mandou degolar Tiago, o irmão de João”. Não se concretizou porém, em João. Sabe-se que existe paixão, sofrimento sem chegar ao martírio. Jesus, ao chamar os dez discípulos para perto, fala-lhes que a única coisa importante para o discípulo é segui-lo: servir e não ser servido. Na nova sociedade que Jesus projeta, a autoridade não é exercício de poder, mas serviço que se exprime na entrega de si mesmo para o bem comum.

… e a VIDA …

Pai, transforma-me em servidor de meus semelhantes, fazendo-me sempre pronto a doar minha vida para que o teu amor chegue até eles.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Nas relações onde devo exercer alguma autoridade vou fazer aquele exercício de serviço, como Jesus.

REFLEXÕES:

1 – A NOVIDADE DO REINO

Tiago e João são os filhos de Zebedeu. Eles são a segunda dupla a ser chamada por Jesus no início de seu ministério, conforme os evangelhos sinóticos. Eles aparecem, ainda, com frequência, junto com Pedro, como um trio mais próximo a Jesus. O evangelho de João não menciona o nome de Tiago. Tiago foi decapitado por Herodes Agripa em 42 d.C. Há uma menção do apóstolo Paulo a “Tiago, irmão do Senhor” (Gl 1,19). Trata-se de Tiago “Menor”, parente de Jesus, que foi chefe da Igreja de Jerusalém e foi martirizado por apedrejamento em 62 d.C. Neste evangelho evidencia-se como até os discípulos mais próximos de Jesus se equivocavam quanto à novidade do seu anúncio. Eles pensam no Reino de Jesus como a tomada do poder em Jerusalém, e querem lugares de honra. Jesus repudia o domínio dos chefes das nações e reafirma aos seus discípulos que é no serviço e no dom da vida, no amor, que se constitui o Reino dos Céus.

2 – SEGUIR JESUS SEM AMBIÇÕES

Estamos vivendo em uma época que é marcada pela diferença vista não pelo critério da complementariedade, mas pelo critério da oposição e da hierarquia. Esta fato faz com que vivamos em uma sociedade marcada pelo conflito e pela disputa constante de supremacia sobre os demais, de modo que o outro é sempre um concorrente, não é nunca irmão ou irmã, companheiro de caminhada na construção do Reino de Deus. O Evangelho de hoje nos mostra que esses valores que fundamentam a vida das pessoas não vêm de Deus e nem conduzem para Deus. Somente a fraternidade, a justiça e o amor vão possibilitar um mundo marcado pela convivência pacífica entre os seres humanos.

3 – TIAGO E JOÃO

Tiago e João são os filhos de Zebedeu. O Evangelho de Marcos nomeia os dois, explicitamente, nesta cena; porém, Mateus menciona a mãe deles como sendo quem faz o pedido a Jesus. Talvez Mateus queira eximir os homens de tal pedido equivocado, que reflete a ambição do poder, quando Jesus dá pleno testemunho de que veio para servir humildemente, com amor. Em resposta, ele rejeita o comum abuso de poder em vigor nas sociedades, propondo um novo relacionamento entre as pessoas. Além de Tiago, irmão de João, identificado como “Tiago Maior”, no Segundo Testamento é mencionado outro Tiago, “o irmão do Senhor”, ou “Tiago Menor”, que foi o chefe da Igreja de Jerusalém.

4 – NÃO SE DEIXE ARRASTAR PELA INVEJA E VAIDADE

“O Filho do homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por uma multidão”, disse Cristo para encerrar um triste incidente que houve entre os apóstolos. Vale a pena recordar este fato: a mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus e prostrou-se para lhe fazer um pedido. Quando apresenta sua súplica, quais são as circunstâncias de sua petição? A cruz estava preparada, a Paixão se aproximava, a milícia dos judeus já organizara suas fileiras. O Senhor fala de Sua morte, os discípulos se agitam à vista da Paixão, tremem ao seu anúncio, perturbam-se com o que ouvem, sua coragem vacila. É então que aquela mãe aparece e penetra no meio dos apóstolos. Tenta captar o favor real, implorando um trono para seus filhos. Fazendo uma leitura positiva deste episódio, poderíamos dizer que, com os olhos da fé, a mulher vê o futuro e antecipa as palavras do ladrão. Na cruz, este dizia: “Lembra-te de mim, quando entrares em teu Reino” (Lc 23, 42). Ela, antes da cruz, suplica em vista do Reino. Aquela mulher via a Paixão, mas, em espírito, percebia a Ressurreição. Via erguer-se a cruz, mas também abrir-se o céu. Via os cravos e contemplava já o trono de glória. A mãe adotou um ar solene, um olhar suplicante: “Prostrou-se diante de Jesus, para lhe fazer um pedido”. E o que ela pediu? O melhor para os filhos, como é próprio de uma mãe: “Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda”. Nada menos! Pedia os dois primeiros lugares naquele Reino que – tanto ela como os filhos – ainda imaginavam como um reino terreno. Jesus olhou-a, imagino que carinhosamente divertido. Sorrindo, dirigiu-se aos dois que tinham vindo com a mãe, e disse-lhes: “Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu devo beber?” Cristo ia ser Rei, mas o Seu Reino seria conquistado pela cruz, por meio da Sua entrega redentora. Eles não sabiam ainda o que isso significava, saberiam mais tarde; mas, mesmo assim, com simplicidade inconsciente, respondem sem hesitar: “Podemos!”. Como que a dizer: “Estamos dispostos a tudo, contanto que nos tenhas, no Reino, como homens de confiança, bem perto de Ti”. Foi aí que irrompeu o conflito. Os outros apóstolos, que tinham ouvido tudo, indignaram-se contra os dois irmãos. Pronto. Já estava armada a briga! O Evangelho não a descreve com detalhes, mas todos sabem as caras que fazemos, as palavras que pronunciamos e o tom com que falamos quando estamos morrendo de raiva. No caso, morrendo de inveja: “Quem pensam que são esses dois, que querem passar à frente de todos nós e, ainda por cima, com intercessão materna?” Jesus, calmo e entristecido pelo espetáculo, chamou-os. E disse-lhes: “Sabeis que os chefes das nações as subjugam e que os grandes as governam com autoridade. Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós faça-se vosso servo. E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro faça-se vosso escravo. Assim como o Filho do homem – o próprio Jesus – veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por uma multidão”. A ambição dos dois irmãos e a explosão irritada dos outros dez apóstolos deram ensejo ao Senhor para expor uma das lições mais belas do Evangelho: o espírito de serviço. Não nos podemos comparar, para ver se um é mais do que o outro. Não devemos nos deixar arrastar pela inveja e uma competitividade vaidosa. Pelo contrário, a nossa ambição deve ser dar-nos totalmente e servir, por amor, como Jesus faz. Aí encontraremos a felicidade, porque é dando que se recebe, é perdoando que se é perdoado e é morrendo para si que se ressuscita para a Vida Eterna.

5 – BEBEREIS O MEU CÁLICE

Uma vez que hoje celebramos a festa dum mártir, irmãos, devemos preocupar-nos com a forma de paciência praticada por ele. Com efeito, se com a ajuda do Senhor nos esforçarmos por manter essa virtude, obteremos sem dúvida a palma do martírio ainda que vivamos na paz da Igreja. Porque há dois tipos de martírio: o primeiro consiste numa disposição do espírito; o segundo alia a essa disposição os atos da existência. Por isso, podemos ser mártires mesmo sem morrermos executados pelo gládio do carrasco. Morrer às mãos dos perseguidores é o martírio em ato, na sua forma visível; suportar as injúrias amando quem nos odeia é o martírio em espírito, na sua forma oculta. Que haja dois tipos de martírio, um oculto, o outro público, a própria Verdade o comprova quando pergunta aos filhos de Zebedeu: «Podeis beber o cálice que Eu estou para beber?» E à sua asserção, «Podemos», o Senhor riposta: «Na verdade, bebereis o Meu cálice.» Ora, que pode significar para nós este cálice senão os sofrimentos da Sua Paixão, da qual diz noutro sítio: «Meu Pai, se é possível, afaste-se de Mim este cálice» (Mt 26,39)? Os filhos de Zebedeu, Tiago e João, não morreram os dois mártires, mas foi a ambos que o Senhor disse que haviam de beber esse cálice. De facto, se bem que não viesse a morrer mártir, João acabou por sê-lo todavia, já que os sofrimentos que não sentiu no corpo os sentiu na alma. Devemos então concluir do seu exemplo que nós próprios podemos ser mártires sem passar pela espada se conservarmos a paciência da alma.

6 – NÃO SABEIS O QUE ESTAIS PEDINDO (…) SENTAR-SE À MINHA DIREITA E À MINHA ESQUERDA (…) É PARA AQUELES A QUEM MEU PAI O PREPAROU

Hoje, no fragmento do Evangelho de São Mateus encontramos vários ensinamentos. Vou destacar apenas um, aquele que se refere ao absoluto domínio de Deus sobre a História: tanto a de todos os homens em seu conjunto (a humanidade), como a de todos e cada um dos grupos humanos (no caso, por exemplo, o grupo familiar dos Zebedeus), como também a de cada indivíduo. Por isto Jesus disse-lhes claramente: «Não sabeis o que estais pedindo» (Mt 20,22). Se sentarão à direita de Jesus Cristo aqueles a quem seu Pai tenha destinado: «Mas o sentar-se à minha direita e à minha esquerda não depende de mim. É para aqueles a quem meu Pai o preparou» (Mt 20,23). Assim, tal como se escuta. Como escreve Cervantes na célebre obra Dom Quixote: «Não se move a folha na árvore, sem a vontade do Senhor». E isto é assim porque Deus é Deus. Dito de outro jeito: se não fosse assim, Deus não seria Deus. Na presença disso, que indiscutivelmente se sobrepõe a todo condicionamento humano, aos homens só resta, em princípio, à aceitação e a adoração (porque Deus se nos revelou como o Absoluto); a confiança e o amor enquanto caminhamos (porque Deus se revelou a nós, também, como Pai); e no final… no final, o maior e o mais definitivo: sentar-nos junto à Jesus (à sua direita ou à sua esquerda, isso é uma questão secundária, sem dúvida). O enigma da eleição e da predestinação divinas só se resolve, da nossa parte, com a confiança. Mais vale um miligrama de confiança depositado no coração de Deus, que todo o peso do universo pressionando sobre nosso pobre prato da balança. Na verdade, «Santiago viveu pouco tempo, pois já demonstrava uma grande fé: desprezou todas as coisas humanas e ascendeu a um patamar tão inefável, que morreu imediatamente» (São João Crisóstomo).

7 – JESUS NOS DESAFIA A COMPREENDÊ-LO

Bom dia! Jesus nos desafia a compreendê-lo. Ele foge do modelo de qualquer tipo de paradigma egoísta que cativamos. Ao reconhecer Jesus, como aquele que os profetas diziam que estava por vir e reinar, essa mãe se põe a tentar “garantir” um local de destaque para seus filhos João e Tiago. Mas será mesmo que é importante ter um posto de destaque, uma posição em evidencia para termos a atenção de Jesus? Será que Deus seleciona as pessoas ou nos dá as mesmas oportunidades? Pessoas se ferem, se agridem e até se matam para se evidenciar entre os outros. São capazes de tudo para serem vistas, comandar, reinar, mandar… No entanto o homem de Nazaré revela o que de fato é importante para ser visto por Ele: dar-se como exemplo. “(…) Pelo contrário, quem quiser ser importante, que sirva os outros, e quem quiser ser o primeiro, que seja o escravo de vocês. Porque até o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida para salvar muita gente”. Creio que os apóstolos só foram entender de fato essas palavras na última ceia, na cena do lava-pés. Tenho um conhecido que é há anos chefe. Colegas de trabalho dele dizem que ele não conseguiria mais trabalhar se não tivesse essa posição de comando. Anos e anos mandando e comandando lhe deram muita experiência sobre liderança, mas de certa forma, hoje já o limitam. Já não ouve novas ideias, faz as coisas como as fazia há 10 anos; não se abre às críticas, sugestões, comentários; parou no tempo… Semana passada nossa reflexão nos convidava a renovar e arejar a terra para a semente, será que eu não preciso de um novo ardor missionário, uma nova motivação e não um lugar de destaque? Um amigo meu, certa vez muito triste, revelou que em sua comunidade existia uma “dinastia” a frente de sua pastoral. Coordenação que passa de pai para filho, mãe para filha e quando sai da ordem familiar, são os apadrinhados dele (a) que novamente sobem ao “poder”. Já notaram como algumas comunidades sofrem com esses “donos” de pastorais? “(…) Vocês não devem também ser chamados de “líderes” porque vocês têm um líder, o Messias. ENTRE VOCÊS, O MAIS IMPORTANTE É AQUELE QUE SERVE OS OUTROS. Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido“. (Mateus 23, 11-12). Acostumamos ver essa situação como “comum” no meio dessa triste politicagem que vivemos (infelizmente). Pessoas como a mãe de João e Tiago que buscam certas regalias e postos sociais através de associações indevidas a políticos ou pessoas de índole duvidosa, questionável e corruptível. Isso no mundo deveria ser intolerável, pois o nosso momentâneo sossego e proteção de hoje pode ser à custa do sofrimento, dos impostos e do suor de outros. Depois não sabemos por que as coisas não dão certo pra nós, pois nos omitimos a ver que às vezes colaboramos com o sofrimento dos outros sob a justificativa que “tenho que trabalhar”. Justificamos a pirataria; trabalhamos com políticos de má fé; pedimos favores a poderosos; falsificamos atestados médicos, pedimos voto com a intenção única de ganhar um favor e não o bem de todos… Fazemos alianças com a maldade e ainda dizemos que estamos buscando a santidade… “(…) O que faz o mal não é a tentação em si, MAS O CEDER À TENTAÇÃO. Na tentação de Jesus, o que conta realmente não é a materialidade dos lugares e de coisas, onde e como foi tentado, mas como reagiu a consciência de Jesus”. (Dom Geraldo Majella) Se, no mundo que vivemos, já deveria ser intolerável essa atitude. Imagine no ambiente cristão. Não se pode admitir que dentro da esfera onde Deus é nosso único pastor, a liderança de falsos pastores, pessoas egoístas e mal resolvidas que afastam as pessoas. É verdade também que Deus escolhe as pessoas, até mesmo os mais difíceis de lidar e conviver. Pedro, Paulo, Moisés, Elias, não eram pessoas fáceis, no entanto, em defesa a eles aparece a fidelidade ao projeto. Então, mesmo em meio a erros, sejamos fieis. Deus não permitirá que isso prevaleça. Uma hora as alianças com a maldade se desfazem… A ovelha descobre o tempo que perdeu. Um imenso abraço fraterno!

8 – QUEM QUISER TORNAR-SE GRANDE TORNE-SE O VOSSO SERVIDOR

A igreja hoje comemora o dia de São Thiago maior, Apostolo e Evangelizador. Thiago (Palestina séc. I), filho de Zebedeu e irmão de João, recebeu de Jesus o chamado para fazer parte do grupo dos doze. Foi testemunha privilegiada de alguns acontecimentos importantes da vida de Jesus e o primeiro apóstolo a conhecer o martírio. É tido como o primeiro evangelizador da Espanha. A mãe dos filhos de Zebedeu, assim também como os discípulos, pensavam que Jesus ao subir a Jerusalém inauguraria seu reino messiânico. Jesus já havia anunciado que seria morto em Jerusalém, mas eles ainda não haviam compreendido. A mãe dos filhos de Zebedeu pede a Jesus lugares de honra para seus filhos. Jesus então direciona a pergunta aos dois discípulos: Não sabeis o que estais pedindo. Por acaso podeis beber o cálice que eu vou beber?” Jesus quer saber se eles, em lugar do lugar de honra, aceitam entregar suas vidas até a morte. Os dois respondem: “Podemos!” João e Thiago respondem com o desejo de seguir o mestre no caminho do sofrimento para chegar a gloria. Jesus então esclarece a eles que sua missão não é a de distribuir lugar de honra para ninguém, sua missão é salvar o homem na sua totalidade. Quanto a atribuir este ou aquele lugar a alguém cabe ao Pai que está no céu. Jesus nunca ofereceu status ou riqueza a quem quisesse segui-lo. O que Jesus oferece é o cálice do sofrimento e da cruz, quem estiver disposto a segui-lo deve renunciar a si mesmo tomar a cruz e segui-lo. “E quem deixar tudo por Ele receberá cem vezes mais, com perseguições, e no futuro receberá a vida eterna.” (MT 19, 29) Enquanto o Império Romano dominava e oprimia, Jesus mostra que o reino que ele anuncia acolhe e promove a vida com espírito de pobreza e serviço. Os ambiciosos de poder vivem à custa da exploração do povo, Jesus não veio para assumir este poder, mas para servir à vida, promovendo os excluídos e mobilizando-os para resgatar-lhes a dignidade. O reino que Jesus anunciou manifesta-se pelo serviço-amor-doação. Pela compaixão pelos mais fracos e desamparados. “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar sua vida como resgate em favor de muitos”. Aprendamos do Evangelho a nos colocar a serviço dos outros, pois este é o caminho que o Cristo nos deixou para chegarmos ao céu, quanto ao lugar de honraria que iremos receber é irrelevante, pois nossa alegria será definitiva ao estarmos com Deus.É o serviço que nos leva a viver a solidariedade e nos empenhar a construir uma sociedade em que todos usufruam da vida. Em Cristo.

9 – SERVIR NA CONSTRUÇÃO DO REINO

Na reflexão de hoje Jesus está diante da mãe que sonhava em ver os filhos ao seu lado no Reino. Jesus recomenda o fervor da coragem de entregar sua vida para aceitar tal fim, ou seja, estar ao seu lado no céu. Porém, este pedido não depende tão somente de Jesus, mas dá vontade do Pai Celestial. É meu Pai quem dará esses lugares àqueles para os quais ele mesmo preparou. Nesta afirmação, o Filho do Homem prova que sua missão é levar a Boa Nova para os oprimidos e libertá-los do pecado e do mal que corrói a plenitude do homem. Se quer um lugar junto ao Reino comece a lutar por ele enquanto estiver forças para abraçar a causa do projeto de Deus. Se demorar a vislumbrar a manifestação do chamado para levar a boa notícia, dificilmente sentará ao lado de Jesus no Céu. Portanto, levante e comece a servir àqueles que mais necessitam e observe as ações de Jesus quando se fez homem para cumprir a promessa feita ao povo escolhido. Jesus sabia que seu tempo estava-se cumprindo na terra. Não temendo o flagelo e nem a morte encarou de peito aberto todas as adversidades. Sabia que a serviço Pai não poderia abandonar sua missão. Contudo, mostra o tamanho do comprometimento de Jesus em libertar o mal plantado na terra: o mal da violência, da morte, do apego aos bens materiais, da ganância, da luxuria, da cobiça e de todos os males que causam a degradação do homem-filho de Deus. Neste caso, a veemência de Jesus é encorajar a todos para os desafios que terão pela frente.Agora, imaginemos Jesus, filho do Pai, escolhido para cumprir a missão, tem o poder de destruir os demônios e que não tem nada para temer, saber que vai morrer de forma violenta para dar exemplo de vida!Diante disso, jamais poderemos duvidar da força e da misericórdia de Deus com seu povo. Ele provou que nos ama e nos quer bem. Somos filhos de Deus que nos projetou para cuidar deste paraíso-mundo, somos povo escolhido e povo de sorte; não podemos negar a presença do Cristo revelador entre nós. A admiração em Jesus está na atitude de afirmar que não veio para ser servido, mas para servir. Não quer ninguém bajulando sua pessoa, mas quer pessoas de mangas arregaçadas para servir os mais pequeninos e empobrecidos. Ver a presença do Cristo ressuscitado naqueles que têm poucas forças, mas dão exemplo de humildade e fé. Esses pequeninos dão exemplos de partilha e dor, solidariedade e fraternidade, justiça e amor. Servir é não acomodar com a situação de miséria, é colocar disponível para colaborar com os miseráveis; servir é abraçar as causas do Reino e anunciar o Santo Evangelho para todos, sem distinção de credo e raça; servir é saber que a vida pode custar para bendizer as alegrias de Jesus; servir é colocar diante de Deus e da Igreja e num gesto de genuflexão dizer: eis me aqui Senhor! Portanto, Jesus mesmo diante da morte violenta, não desanimou na sua luta missionária. A luta foi para servir o Reino de Deus sem nada em troca. Ele fez tudo gratuitamente com amor, como o Pai fez na criação. Entregou de corpo e alma para o bem de todos, ou seja, sacrificou não para si mesmo, mas para os filhos de Deus. Amém!

10 – NÃO SEJA ASSIM ENTRE VÓS…

Um dia alguém me fez uma observação interessante, se hoje é Festa de São Tiago Apóstolo, porque um evangelho que depõe contra ele? Pois fala que a Mãe foi pedir a Jesus para que seus filhos, entre eles o nosso apóstolo Tiago, ocupassem os lugares principais junto a Jesus, na inauguração do seu Reino. Ainda que Mateus amenizasse, ao dizer que foi a Mãe que pediu, mas outro evangelista afirma que foram eles mesmos. De fato, se a gente olhar por esse ângulo assim nos parece porém, há aqui algo muito belo, o evangelho não esconde a realidade, não dissimula a fraqueza e oi pecado dos discípulos, mas nos mostra como eles foram se abrindo á graça de Deus, a mente e o coração, e mesmo não sendo super homens buscaram a Deus e dele receberam o Dom da Santidade. Também nós não somos super homens e super mulheres, membros de uma comunidade perfeita e Santa, mas mesmo em nossas misérias e pecados, Deus não deixa de agir em nossa Igreja, nas pequenas ou nas grandes comunidades, nas Basílicas, Catedrais ou nas singelas capelas, a sua Graça vai nos moldando, nos refazendo como fez com o grupo doze. Vejam que essa atitude dos dois irmãos provocou uma crise no grupo, pois os demais se revoltaram, porque também possivelmente pretendessem algum cargo importante. O Reino anunciado por Jesus não segue ou depende de esquemas humanos… pois nos esquemas humanos sempre selecionamos os melhores, os mais inteligentes, comportados, capacitados, piedosos. E se Tiago e seu irmão, Filhos de Zebedeu, que pensavam e agiam tão diferente dos ensinamentos de Jesus, conseguiram chegar na santidade servindo o Reino e dando por ele suas vidas, nós também, comunidades deste terceiro milênio, com todas as nossas imperfeições, dificuldades, não desanimemos pois Deus não para de agir e levará a bom termo a sua obra através da sua Igreja. Somos todos convidados a nos unir a paixão do Senhor, dando o nosso testemunho cristão nos dias de hoje, não porém para buscarmos uma recompensa, mas apenas para sermos fiéis á missão que ele nos confiou, tal qual Jesus foi Fiel ao Pai… São Tiago, rogai e intercedei por todos nós e nossas comunidades.

11 – DE FATO, BEBEREIS MEU CÁLICE

O calendário litúrgico celebra hoje a festa de São Tiago. Ele foi um dos primeiros a seguir Jesus ao escutar seu chamado junto ao lago, em meio aos seus afazeres. O chamado de Jesus o tirou de seu oficio diário de pescador. Do Lago da Galileia Tiago tirava o peixe e com ele preparava as conservas, prato que ficou famoso em todo o Mediterrâneo; o chamado de Jesus o converteu em preparador da nova humanidade, em pescador de homens. A passagem do trabalho ao ministério não foi simples ou imediata. Requereu-se um tempo de aprendizagem e preparação no seguimento de Jesus. Inclusive não faltaram conflitos com seus próprios companheiros, pois todos imaginavam que Jesus alcançaria um lugar importante no governo de Jerusalém e iria distribuir cargos entre os seus. Entretanto, todas essas dificuldades, e outras mais que vieram depois da Páscoa de Jesus, serviram como caminho de preparação para o testemunho de São Tiago, que na época de seu martírio tinha se convertido em um dos líderes mais importantes da igreja cristã de Jerusalém. O evangelho nos convida a avaliar nossas expectativas religiosas para que nenhuma delas nos impeça de amar mais e melhor a Jesus.

12 – UMA GRANDE FÉ SE MOSTRA NÃO TANTO PELA CAPACIDADE DE FAZER, MAS DE SOFRER

Somos também como a mãe dos filhos de Zebedeu (Tiago e João). Queremos sempre o lugar de honra, desejamos ser incensados e achamos que nós e os “nossos filhos” devem ter primazia no reino de Deus. Desejamos também nos sentar ao lado de Jesus no reino dos céus, no entanto, isto implica em que também bebamos do cálice que Ele bebeu e soframos o que Ele sofreu, mas isto, nós não queremos. Por isso, Jesus também nos ensina: “Quem quiser tornar-se grande torne-se vosso servidor”! A mentalidade humana nos leva a desejar honras e glórias, porém, no reino de Deus e segundo a Sua mentalidade, ser o primeiro significa ser aquele que mais serve, mais luta, mais se entrega e mais se sacrifica. No mundo os homens que estão no poder, oprimem. No reino de Deus aquele que tem mais poder, é o que mais serve, pois o discípulo não é maior do que o Mestre. Jesus é o servo fiel que sofreu e se entregou por nós para que tivéssemos um lugar no reino dos céus. “Uma grande fé se mostra não tanto pela capacidade de fazer, mas de sofrer.” Nós, porém, desejamos ser colocados nos lugares de prestígio, queremos ser donos de uma fé autêntica, mas não queremos “beber do cálice que o Pai nos dá”. Peçamos ao Senhor, portanto, que nos conceda um lugar de honra junto de Jesus, na Sua Cruz, servindo ao próximo como prova do nosso amor e da nossa gratidão. Reflita – O que você acha do pedido da mãe dos filhos de Zebedeu? – Você vive conforme a autoridade de Deus ou dos homens? – Qual o lugar que você acha que merece no reino de Deus?

13 – O PEDIDO DA MÃE

O Filho do homem veio, não para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por uma multidão. Cristo para encerrar um triste incidente que se deu entre os Apóstolos. Vale a pena recordá-lo: A mãe dos filhos de Zebedeu aproximou-se de Jesus e prostrou-se para lhe fazer um pedido. Queres ver a fé desta mulher? Considera o momento em que faz o seu pedido. Quando apresenta sua súplica, quais são as circunstâncias de sua petição? A cruz estava preparada, a paixão se aproximava a milícia dos judeus já organizara suas fileiras. O Senhor fala de sua morte, os discípulos se agitam à vista da paixão, tremem ao seu anúncio, perturbam-se com o que ouvem, sua coragem vacila. É então que aquela mãe aparece e penetra no meio dos apóstolos. Tenta captar o favor real, implorando um trono para seus filhos. Fazendo uma leitura positiva deste episódio poderíamos dizer que com os olhos da fé a mulher vê o futuro e antecipa as palavras do ladrão. Na cruz, este dizia: Lembra-te de mim, quando entrares em teu Reino (Lc 23, 42). Ela, antes da cruz, suplica em vista do Reino. Aquela mulher via a paixão, mas, em espírito, percebia a ressurreição. Via erguer-se a cruz, mas também abrir-se o céu. Via os cravos e contemplava já o trono de glória. A mãe adotou um ar solene, um olhar suplicante: Prostrou-se diante de Jesus, para lhe fazer um pedido. E que pediu? O melhor para os filhos, como é próprio de uma mãe: Ordena que estes meus dois filhos se sentem no teu Reino, um à tua direita e outro à tua esquerda. Nada menos! Pedia os dois primeiros lugares naquele Reino que tanto ela como os filhos ainda imaginavam como um reino terreno. Jesus olhou-a, imagino que carinhosamente divertido. Sorrindo, dirigiu-se aos dois que tinham vindo com a mãe, e disse-lhes: Não sabeis o que pedis. Podeis vós beber o cálice que eu devo beber? Cristo ia ser, Rei, mas o seu Reino seria conquistado pela Cruz, por meio da sua entrega redentora. Eles não sabiam ainda o que isso significava, saberiam mais tarde; mas, mesmo assim, com simplicidade inconsciente, respondem sem hesitar: Podemos! Como que a dizer: Estamos dispostos a tudo, contanto que nos tenhas, no Reino, como homens de confiança, bem perto de ti. Foi aí que irrompeu o conflito. Os dez outros Apóstolos, que haviam ouvido tudo, indignaram-se contra os dois irmãos. Pronto, já estava armada a briga. O Evangelho não a descreve com detalhes, mas todos sabem as caras que fazemos, as palavras que pronunciamos e o tom com que falamos quando estamos morrendo de raiva. No caso, morrendo de inveja: Quem pensam que são esses dois, que querem passar à frente de todos nós, e ainda por cima com intercessão materna? Jesus, calmo e entristecido pelo espetáculo, chamou-os, e disse-lhes: Sabeis que os chefes das nações as subjugam, e que os grandes as governam com autoridade. Não seja assim entre vós. Todo aquele que quiser tornar-se grande entre vós faça-se vosso servo. E o que quiser tornar-se entre vós o primeiro faça-se vosso escravo. Assim como o Filho do homem – o próprio Jesus – veio, não para ser servido, mas paraservir e dar a sua vida em resgate por uma multidão. A ambição dos dois irmãos, e a explosão irritada dos outros dez, deram ensejo ao Senhor para expor uma das lições mais belas do Evangelho: o espírito de serviço. Não nos podemos comparar, para ver se um é mais do que o outro; não nos devemos deixar arrastar pela inveja e uma competitividade vaidosa; pelo contrário, a nossa ambição deve ser dar-se totalmente e servir, por amor, como Jesus faz. Aí encontraremos a felicidade. Porque é dando que se recebe, é amando que se é amado, é perdoando que se é perdoado e é morrendo que se ressuscita para a vida eterna.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Tiago (Palestina, séc. I), filho de Zebedeu e irmão de João, recebeu de Jesus o chamado para fazer parte do grupo dos doze. Foi testemunha privilegiada de alguns acontecimentos importantes da vida de Jesus e o primeiro apóstolo a conhecer o martírio. É tido como o primeiro evangelizador da Espanha.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos mostra que os sofrimentos por uma causa nobre não serão esquecidos pelo Pai, cuja glória se manifesta naqueles que se põem a serviço a exemplo de seu Filho.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Eu vos designei para que vades e deis frutos, e o vosso fruto permaneça, assim disse o Senhor (Jo 15,16).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Andando ao longo do mar da Galileia, Jesus viu Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão, que consertavam suas redes. E ele os chamou (Mt 4,18.21).

Antífona da comunhão

Beberam do cálice do Senhor e se tornaram amigos de Deus (Mt 20,22s).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, que, pelo sangue de são Tiago, consagrastes as primícias dos trabalhos dos apóstolos, concedei que a vossa Igreja seja confirmada pelo seu testemunho e sustentada pela sua proteção. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, aumentai a nossa fé.

— Para que, a exemplo de são Tiago, a Igreja dê testemunho de Cristo ressuscitado, rezemos.
— Para que, a exemplo de são Tiago, os bispos, padres e diáconos exerçam seu ministério com fidelidade, rezemos.
— Para que, a exemplo de são Tiago, não tenhamos medo de enfrentar a cruz no seguimento de Jesus, rezemos.
— Para que os agricultores tenham boas colheitas e todas as pessoas tenham alimentação digna, rezemos.
— Para que os motoristas dirijam com responsabilidade, respeitando a própria vida e a dos outros, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Purificai-nos, ó Deus, pela participação na paixão do vosso filho, para que, na festa de são Tiago, o primeiro dos apóstolos a beber o cálice do Senhor, ofereçamos um sacrifício que vos agrade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ajudai-nos, Senhor nosso Deus, pela intercessão do apóstolo São Tiago, em cuja festa recebemos com alegria os vossos dons sagrados. Por Cristo, nosso Senhor.

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