LDP: 26/JUL/12

 

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

26/JUL/2012 (Quinta-feira)

LEITURAS

Eclesiástico 44,1.10-15 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

1 Vamos fazer o elogio dos homens famosos, nossos antepassados através das gerações. 10 Estes são homens de misericórdia; seus gestos de bondade não serão esquecidos. 11 Eles permanecem com seus descendentes; seus próprios netos são sua melhor herança. 12 A descendência deles mantém-se fiel às alianças, 13 e, graças a eles, também os seus filhos. Sua descendência permanece para sempre, e sua glória jamais se apagará. 14 Seus corpos serão sepultados na paz e seu nome dura através das gerações. 15 Os povos proclamarão a sua sabedoria, e a assembleia vai celebrar o seu louvor.

Salmo 131(132),11.13-14.17-18 (R. Lc 1,32a) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— LC 1,32a O Senhor vai dar-lhe o trono de seu pai, o rei Davi.
— 11 O Senhor fez a Davi um juramento, uma promessa que jamais renegará: “Um herdeiro que é fruto do teu ventre colocarei sobre o trono em teu lugar!
— 13 Pois o Senhor quis para si Jerusalém e a desejou para que fosse sua morada: 14 “Eis o lugar do meu repouso para sempre, eu fico aqui: este é o lugar que preferi!”
— 17 “De Davi farei brotar um forte Herdeiro, acenderei ao meu Ungido uma lâmpada. 18 Cobrirei de confusão seus inimigos, mas sobre ele brilhará minha coroa!”

Evangelho de Jesus Cristo segundo as palavras de Mateus 13,16-17 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 16 “Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem. 17 Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejavam ver o que vedes, e não viram, desejavam ouvir o que ouvis, e não ouviram”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

Onde vejo e escuto o Messias? Como aproximar e abrir os olhos e ouvidos de tantos que ainda não veem, nem escutam? Os bispos, em Aparecida disseram: “Os cristãos precisam recomeçar a partir de Cristo, a partir da contemplação de quem nos revelou em seu mistério a plenitude do cumprimento da vocação humana e de seu sentido. Necessitamos nos fazer discípulos dóceis, para aprende d’Ele, em seu seguimento, a dignidade e a plenitude de vida. E necessitamos, ao mesmo tempo, que o zelo missionário nos consuma para levar ao coração da cultura de nosso tempo aquele sentido unitário e completo da vida humana que nem a ciência, nem a política, nem a economia nem os meios de comunicação poderão proporcionar. Em Cristo Palavra, Sabedoria de Deus (cf. 1Cor 1,30), a cultura pode voltar a encontrar seu centro e sua profundidade, a partir de onde é possível olhar a realidade no conjunto de todos seus fatores, discernindo-os à luz do Evangelho e dando a cada um seu lugar e sua dimensão adequada.” (DAp 41).

… a VERDADE …

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 13,16-17. Ver o Messias e ouvi-lo era o grande anseio do povo. Mas, já dizia o profeta Jeremias: “os sacerdotes não perguntaram: Onde está o Senhor? Os depositários da Lei não me conheceram, os pastores rebelaram-se contra mim, os profetas profetizaram por Baal e, assim correram atrás do que não vale nada” (Jr 2,8). O Salmista, por sua vez, afirma: “Meu rochedo e minha muralha és tu, Senhor” (Sl 70). Agora, Jesus, o Messias e Senhor, está presente. Os que o veem e o escutam “são felizes”. No entanto, devemos admitir que há ainda muitos que estão cegos e surdos.

… e a VIDA …

Pai, dobra a dureza do meu coração que me impede de ouvir e compreender a palavra de teu Filho. Faze-me penetrar nos mistérios do Reino escondido nas parábolas.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Meu novo olhar é para ver Jesus e escutá-lo, hoje.

REFLEXÕES:

1 – FELIZES OS QUE OUVEM A BOA-NOVA DE JESUS

Esta proclamação da bem-aventurança daqueles que vêm e ouvem a Boa-Nova de Jesus é encontrada também no evangelho de Lucas. Aqui, em Mateus, ela está inserida na explicação da parábola do semeador; em Lucas ela vem após o retorno dos setenta e dois discípulos enviados em missão na Samaria, complementando a exultação de alegria de Jesus seguida do louvor ao Pai, pelas coisas que são reveladas aos pequeninos (cf. 4 dez.). A palavra “bem-aventurado” é uma tradução do grego makários, frequentemente traduzido também por “felizes”. O conteúdo do termo é o de um estado de felicidade decorrente da comunhão com Deus. Mateus reúne oito bem-aventuranças no início de seu Sermão da Montanha e Lucas reúne quatro no sermão da planície. Várias outras bem-aventuranças estão espalhadas ao longo de seus evangelhos, destacando-se, particularmente, aquelas que contemplam Maria como mãe de Jesus. Marcos, em seu evangelho, não usa esta palavra. João a usa apenas por duas vezes: “Sabendo destas coisas, vós sereis bem-aventurados se as praticardes” (Jo 13,17) e “… bem-aventurados aqueles que não viram e creram” (Jo 20,29). Esta bem-aventurança de João completa a bem-aventurança de hoje, em Mateus: se os que conviveram com Jesus, o viram e ouviram, são bem-aventurados, os que vieram depois, no decorrer do tempo, também são bem-aventurados pela fé com que reconhecem a presença de Jesus vivo entre eles, no próximo e na comunidade.

2 – VER O MESSIAS, O GRANDE ANSEIO

Todos nós falamos muito em felicidade e todas as pessoas desejam ser felizes. Em nome da felicidade as pessoas fazem as maiores proezas e correm os maiores riscos. A felicidade está sempre naquilo que nós mais valorizamos na nossa vida. É justamente aqui que nós encontramos o elemento de análise principal para encontrarmos a causa de tanto sofrimento e tanta dor que estão presentes no mundo de hoje. Deus é o valor absoluto e somente a partir dele pode haver felicidade verdadeira. Qualquer felicidade que encontre o seu fundamento fora de Deus, coloca o seu fundamento em um falso valor, de modo que é na verdade uma falsa felicidade, que só pode trazer dor e sofrimento.

3 – BEM-AVENTURANÇA

Temos aqui uma proclamação de bem-aventurança aos olhos e ouvidos que vêm e ouvem a Boa Nova de Jesus. Ela é encontrada, também, em Lc 10,23-24. Enquanto que em Mateus ela está inserida na explicação da parábola do semeador, em Lucas ela vem complementando a exultação de alegria de Jesus, seguida do louvor ao Pai, pelas coisas que são reveladas aos pequeninos. Encontramos este tipo de exortação no Antigo e no Novo Testamento, bem como na literatura grega. A palavra “bem-aventurado” é uma tradução do grego “makários”, frequentemente traduzido também por “felizes”. O conteúdo do termo é o de um estado de felicidade divina. Marcos em seu evangelho, não usa esta palavra. João a usa apenas por duas vezes: “Sabendo destas coisas, vós sereis bem-aventurados se as praticardes” (Jo 13,17) e “… bem-aventurados aqueles que não viram e creram” (Jo 20,29). Esta bem-aventurança de João completa a bem-aventurança de hoje: se os que conviveram com Jesus, o viram e ouviram, são bem-aventurados, os que vieram depois também são bem-aventurados pela fé com que reconhecem a presença de Jesus vivo entre eles, no próximo e na comunidade. Mateus reúne oito bem-aventuranças no início de seu Sermão da Montanha e Lucas reúne quatro no sermão da planície. Várias outras bem-aventuranças estão espalhadas em seus evangelhos. Joaquim e Ana, pai e mãe de Maria segundo a tradição, são bem-aventurados por sua filha.

4 – QUE OS IDOSOS DE HOJE SEJAM EXEMPLOS DE VIRTUDE ÀS FUTURAS GERAÇÕES

“Quanto a vós, ditosos os vossos olhos, porque veem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Em verdade vos digo: muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram, e ouvir o que estais ouvindo, e não ouviram!” (Mateus 13,16-17). Jesus faz com que os Seus discípulos sintam a grandeza do dom recebido. Ele não lhes fala do Reino de Deus em parábolas, pois estas velavam uma doutrina que a interpretação de muitos poderia deturpar em sentidos nacionalista e material. A eles, dóceis e humildes, Jesus comunicava ainterpretação exata das parábolas: a felicidade e a salvação são para todos, acima de tudo para os oprimidos, os frágeis, as mulheres, os excluídos, os pequeninos, os estrangeiros e os pobres; a origem desta redenção eterna é Deus, que Ele anuncia como Pai, Filho e Espírito Santo. Sem dúvida, Ana e Joaquim pertenciam ao grupo de judeus piedosos que esperavam a consolação de Israel, e a eles foi dada uma tarefa especial na história da salvação: foram escolhidos por Deus para gerar a Imaculada que, por sua vez, é chamada a gerar o Filho do Senhor. Estamos, hoje, celebrando o dia de São Joaquim e Sant’Ana, os pais da Bem-Aventurada Virgem Maria. Esta não podia deixar de irradiar a graça totalmente especial da sua pureza, a plenitude da graça que a preparava para o desígnio da maternidade divina. Podemos imaginar quanto estes pais receberam dela, ao mesmo tempo que cumpriam seu dever de educadores. Mãe e filha estavam unidas não apenas por laços familiares, mas também pela comum expectativa do cumprimento das promessas, pela recitação multiforme dos Salmos e pela evocação de uma vida entregue a Deus. Sant’Ana e São Joaquim são modelos por sua santidade vivida em idade avançada. Em conformidade com uma antiga tradição, eles já eram idosos quando lhes foi confiada a tarefa de dar ao mundo, conservar e educar a Santa Mãe de Deus. Na Sagrada Escritura, a velhice é circundada de veneração (cf. 2 Mac 6, 23). O justo não pede para ser privado da velhice e do seu peso; ao contrário, ele reza assim: “Vós sois a minha esperança, a minha confiança, Senhor, desde a minha juventude… Agora, na velhice e na decrepitude, não me abandoneis, ó Deus, para que eu narre às gerações a força do vosso braço, o vosso poder a todos os que hão-de vir” (Sl 71 [70], 5-18). Com a sua própria presença, a pessoa idosa recorda a todos, de maneira especial aos jovens, que a vida na terra é uma “curva”, com um início e um fim. Para experimentar sua plenitude, ela nos exige a referência a valores não efêmeros nem superficiais, mas sólidos e profundos. Infelizmente, um elevado número de jovens do nosso tempo são orientados para uma concepção da vida em que os valores éticos se tornam cada vez mais superficiais, dominados como são por um hedonismo imperante. O que mais preocupa é o fato de que as famílias se desagregam à medida em que os esposos atingem a idade madura, quando teriam maior necessidade de amor, de assistência e de compreensão recíproca. Os idosos que receberam uma educação moral sadia deveriam demonstrar, mediante a sua vida e o próprio comportamento no trabalho, a beleza de uma sólida vida moral. Deveriam manifestar aos jovens a profunda força da fé, que nos foi transmitida pelos nossos mártires, e a beleza da fidelidade às leis divinas da moral conjugal. Teremos nós os olhos e os ouvidos abertos para reconhecer um mistério tão excelso? Peçamos a Sant’Ana e a São Joaquim não só para ver e ouvir a mensagem de Deus, mas, inclusive, para participar dela com amor pelas pessoas com as quais nos encontrarmos, no Seu amor, em particular transmitindo luz e esperança a todas as nossas famílias. Confiemos, de maneira especial a Sant’Ana, as mães, sobretudo as que são impedidas na defesa da vida nascente ou que encontram dificuldades para criar e educar os seus filhos.

5 – MUITOS PROFETAS E JUSTOS DESEJARAM VER O QUE ESTAIS A VER

O profeta diz no Salmo: «Minha alma definha na Tua salvação; espero na Tua palavra» (118,81). […] Que exprime esse anseio senão «a raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus» (1Pe 2,9), cada um em sua época, em todos aqueles que viveram, que vivem e que viverão, desde o início da humanidade até o fim do mundo? […] É por isso que o próprio Senhor disse aos Seus discípulos: «Muitos profetas e justos desejaram ver o que estais a ver». É pois a voz deles que deve ser reconhecida neste Salmo. […] Esse desejo nunca cessou nos santos e não cessa, mesmo agora, no «Corpo de Cristo que é a Igreja» (Col 1,18), até que venha «o Desejado de todas as nações» (Ag 2,8 Vulg). […] Os primeiros tempos da Igreja, antes do parto da Virgem, tiveram por conseguinte santos que desejavam a vinda de Cristo na carne; e o tempo em que estamos depois da Sua ascensão tem outros santos que desejam a manifestação de Cristo para julgar os vivos e os mortos. Nunca, desde o início até o fim dos tempos, este desejo da Igreja perdeu o seu ardor, a não ser quando o Senhor viveu na terra na companhia dos Seus discípulos.

6 – FELIZES SÃO VOSSOS OLHOS, PORQUE VEEM, E VOSSOS OUVIDOS, PORQUE OUVEM!

Hoje, recordamos a louvação dirigida por Jesus aos que se agrupavam junto a Ele: «ditosos vossos olhos, porque veem, e vossos ouvidos porque ouvem!» (Mt 13,16). E nos perguntamos: As palavras de Jesus vão dirigidas também a nós, ou são somente para aqueles que o viram e o escutaram diretamente? Parece que os ditosos são eles, pois tiveram a sorte de conviver com Jesus, de permanecer física e sensivelmente ao seu lado. Enquanto que nós estaríamos entre os justos e profetas sem sermos justos, nem profetas! — que gostaríamos de ver e ouvir. Não esqueçamos, porém, que o Senhor se refere aos justos e profetas anteriores à sua vinda, a sua revelação: «Em verdade vos digo, muitos profetas e justos desejaram ver o que estais vendo, e não viram» (Mt 13,17). Ele chega à plenitude dos tempos, e nós estamos nessa plenitude, já estamos no tempo de Cristo, no tempo da salvação. Em verdade que não vimos Jesus com nossos olhos, mas sim o conhecemos e o conheceremos. E não escutamos a sua voz com nossos ouvidos, mas sim escutamos e escutaremos suas palavras. O conhecimento que a fé nos dá, mesmo que não seja sensível, é um autentico conhecimento, nos põe em contato com a verdade, por isso nos dá felicidade e alegria. Agradecemos nossa fé cristã, estejamos contentes por ela. Tentaremos que o trato com Jesus seja próximo e não distante tal como o tratava aqueles discípulos que estavam junto a Ele, que o viram e ouviram. Não vejamos Jesus indo do presente ao passado, e sim do presente ao presente, estejamos realmente no seu tempo, um tempo que não acaba. A oração falar com Deus e a Eucaristia receber nos garante esta proximidade com ele e nos faz realmente ditosos ao ver-lo com olhos e ouvidos de fé. «Recebe, pois, a imagem de Deus que perdeste por tuas más obras» (Santo Agostinho).

7 – FELIZES SOIS VÓS

Tudo que mais almejamos na vida, é ser feliz, e ser feliz, é uma questão de escolha! Quem escolhe ser feliz, realiza o sonho de Deus, se encanta com o cantar dos passarinhos, com a beleza de uma flor, porque vê em tudo a mão de Deus! A cada amanhecer, podemos experimentar as alegrias de um novo dia, contemplar as maravilhas da Criação! Ser feliz, não é ter tudo na vida, e sim, ser tudo que Deus quer que sejamos! Felicidade, não significa ausência de dificuldade, mas sim, ter força para enfrentá-la! Felicidade, não está nas coisas grandes e nem é algo tão distante, basta voltar o nosso olhar para dentro de nós mesmos, que facilmente a encontramos! É possível ser feliz, até mesmo em meio ao sofrimento, quando fazemos do sofrimento, um trampolim para a nossa ascensão! Os “pequenos” reconhecem a presença de Jesus no seu cotidiano, por isto são felizes, mesmo nas dificuldades. Os “grandes”, por estarem cheios da sabedoria humana, não reconhecem Jesus, por isto não vivem a felicidade verdadeira! Ser feliz, foi a escolha dos primeiros discípulos de Jesus, quando deixarem tudo para segui-Lo! Jesus não lhes prometera facilidades, e mesmo sabendo que iriam enfrentar inúmeras dificuldades eles não hesitaram em atender o seu chamado! Quem quer ser feliz, não teme os desafios, pois acredita na vitória! Assim como disse para os discípulos, Jesus hoje, quer nos dizer também: ”Felizes sois vós, porque vossos olhos veem e vossos ouvidos ouvem! Não neguemos a Jesus, a alegria de dizer isso! Se queremos realmente ser feliz, não desviemos o nosso olhar, do olhar de Jesus! Ele é o único caminho que nos leva à felicidade plena! Quem coloca Jesus, como centro da sua vida, torna necessitado Dele! Longe de Jesus, é impossível ser feliz! Jesus está presente no meio de nós, podemos vê-Lo, senti-Lo, de várias formas, principalmente no rosto desfigurado do irmão que sofre. Precisamos estar sempre com os nossos olhos e ouvidos bem atentos, para que Jesus não passe despercebido pela nossa vida! Reconhecer Jesus, não é amar uma teoria, uma ideia, é amar a pessoa, é ser Feliz! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

8 – ELE SERÁ GRANDE E SERÁ CHAMADO FILHO DO ALTÍSSIMO

Quando conversamos com alguém sobre algum assunto muito importante, mas notamos que o ouvinte está “longe” da conversa, distraído, olhando para os lados, preocupado com outras coisas, lógico que não sentimos vontade de continuar, e assim logo encerramos o assunto ou transformamos a conversa em uma futilidade, que não requer tanta atenção do outro. Na celebração de casamentos ás vezes enquanto o Padre ou o Diácono capricha na homilia, os noivos estão dando risinhos entre si, ou olhando para a cara de algum padrinho engraçado, ou olhando a daminha ou o noivinho, ou o que é ainda pior, fazendo pose para uma foto. Como diz o caboclo, “dá uma réiva”, e daí a gente logo conclui, e perde a vontade de continuar com a reflexão, pois os principais interessados, que são os próprios celebrantes, estão distraídos, a palavra é apenas um ruído, um barulho que não passa dos ouvidos. Para fazer esse desabafo no evangelho de hoje, Jesus deve ter passado essa experiência inúmeras vezes diante da multidão, ele ali falando com entusiasmo do Reino Novo, falando e revelando o Pai, e o povaréu nem aí com o “peixe”, parece que só se ligavam quando Jesus fazia algum milagre, daí a coisa fervia, pois milagre não exige compromisso da parte de quem o recebe. Temos em nossas vidas pessoas com quem conversamos todo dia, mas algumas nos são especiais, e com essas a conversa passa do mero formalismo para um colóquio, algo mais profundo. As multidões sempre seguiram Jesus, no meio delas haviam pessoas que viam em Jesus alguém especial, interessavam-se em ouvi-lo, prestando toda atenção, porque suas palavras traziam esperança, fortalecimento, coragem e conforto, e com isso trazia também a vontade de pensar diferente e construir um mundo novo. Não era apenas uma mensagem bonita que deleitava os ouvidos, mas era algo que entrava dentro do coração, no centro da vida, provocando mudanças… Mas havia também os “avoados”, os interessados em buscar em Jesus alguma vantagem, esses até o aplaudiam e o admiravam, mas não estavam interessados em mudanças radicais de vida, ouviam as pregações, entravam por um ouvido e saia pelo outro. Jesus era só mais um pregador entre outros, muito bom, falando com sabedoria, mas era só mais um. Assim é que o homem da pós modernidade vê o cristianismo, como mais uma religião entre centenas de milagres, como uma Filosofia de Vida, entre tantas outras, muito boa, sólida, consistente, tradicional, mas é só mais uma… Os Discípulos foram escolhidos do meio da multidão, o Senhor viu neles, muito mais do que ouvidos atentos, mas corações abertos, sedentos de esperança e uma total disponibilidade para segui-lo. Não são homens especiais e superdotados de algum poder sobrenatural, mas para eles Jesus não é apenas mais um, é o Único e absoluto. Com eles Jesus inicia o Novo Povo de Deus, os homens e mulheres da Nova Aliança, haverá entre Jesus e eles um forte elo como havia no Código da Aliança entre Deus e Israel “Eu serei o Vosso Deus e Vós sereis meu Povo” em uma relação única e particular. Por isso Jesus os trata de modo especial e os introduz pedagogicamente ao conhecimento sobre os mistérios do Reino dos Céus, que não é revelado a multidão. Hoje esses discípulos estão nas nossas comunidades cristãs, são todos os batizados que se abriram á Graça de Deus, que foram capazes de se encantarem com Jesus e seu evangelho, e se colocam sempre disponíveis para construir esse Reino que é Eterno. Jesus não fala mais em parábolas, ele é o Logus do Pai, a sua Palavra encarnada no meio de nós, ele se entrega totalmente na Eucaristia em cada celebração. Ai de nós se o ouvirmos de má vontade, sem nenhuma disposição interior para o segui-lo, ai de nós se não o acolhermos com o coração aberto… Melhor seria nem ser batizado e não ter se apossado do nome de Cristão.

9 – SERVIR NA CONSTRUÇÃO DO REINO

Na reflexão de hoje Jesus está diante da mãe que sonhava em ver os filhos ao seu lado no Reino. Jesus recomenda o fervor da coragem de entregar sua vida para aceitar tal fim, ou seja, estar ao seu lado no céu. Porém, este pedido não depende tão somente de Jesus, mas dá vontade do Pai Celestial. É meu Pai quem dará esses lugares àqueles para os quais ele mesmo preparou. Nesta afirmação, o Filho do Homem prova que sua missão é levar a Boa Nova para os oprimidos e libertá-los do pecado e do mal que corrói a plenitude do homem. Se quer um lugar junto ao Reino comece a lutar por ele enquanto estiver forças para abraçar a causa do projeto de Deus. Se demorar a vislumbrar a manifestação do chamado para levar a boa notícia, dificilmente sentará ao lado de Jesus no Céu. Portanto, levante e comece a servir àqueles que mais necessitam e observe as ações de Jesus quando se fez homem para cumprir a promessa feita ao povo escolhido. Jesus sabia que seu tempo estava-se cumprindo na terra. Não temendo o flagelo e nem a morte encarou de peito aberto todas as adversidades. Sabia que a serviço Pai não poderia abandonar sua missão. Contudo, mostra o tamanho do comprometimento de Jesus em libertar o mal plantado na terra: o mal da violência, da morte, do apego aos bens materiais, da ganância, da luxuria, da cobiça e de todos os males que causam a degradação do homem-filho de Deus. Neste caso, a veemência de Jesus é encorajar a todos para os desafios que terão pela frente.Agora, imaginemos Jesus, filho do Pai, escolhido para cumprir a missão, tem o poder de destruir os demônios e que não tem nada para temer, saber que vai morrer de forma violenta para dar exemplo de vida!Diante disso, jamais poderemos duvidar da força e da misericórdia de Deus com seu povo. Ele provou que nos ama e nos quer bem. Somos filhos de Deus que nos projetou para cuidar deste paraíso-mundo, somos povo escolhido e povo de sorte; não podemos negar a presença do Cristo revelador entre nós. A admiração em Jesus está na atitude de afirmar que não veio para ser servido, mas para servir. Não quer ninguém bajulando sua pessoa, mas quer pessoas de mangas arregaçadas para servir os mais pequeninos e empobrecidos. Ver a presença do Cristo ressuscitado naqueles que têm poucas forças, mas dão exemplo de humildade e fé. Esses pequeninos dão exemplos de partilha e dor, solidariedade e fraternidade, justiça e amor. Servir é não acomodar com a situação de miséria, é colocar disponível para colaborar com os miseráveis; servir é abraçar as causas do Reino e anunciar o Santo Evangelho para todos, sem distinção de credo e raça; servir é saber que a vida pode custar para bendizer as alegrias de Jesus; servir é colocar diante de Deus e da Igreja e num gesto de genuflexão dizer: eis me aqui Senhor! Portanto, Jesus mesmo diante da morte violenta, não desanimou na sua luta missionária. A luta foi para servir o Reino de Deus sem nada em troca. Ele fez tudo gratuitamente com amor, como o Pai fez na criação. Entregou de corpo e alma para o bem de todos, ou seja, sacrificou não para si mesmo, mas para os filhos de Deus. Amém!

10 – JESUS VEIO NOS RELIGAR AO PAI E DEIXOU PARA NÓS O MEMORIAL DA SUA PAIXÃO

Jesus veio nos mostrar que a verdadeira felicidade consiste na medida da nossa percepção das coisas que vêm de Deus, que é o Autor da nossa Vida. Ele nos ensina que a real felicidade é vivenciada quando acolhemos a vontade do Pai que se expressa na Sua Palavra. Não somente acolhe-la, mas vivenciá-la. Ver e ouvir aqui significa ter experiência, tocar com o coração, sentir a manifestação do Deus vivo em cada acontecimento. Portanto, é feliz aquele que vê e ouve o que Deus revela por meio de Jesus Cristo, o Verbo de Deus entre os homens. Os que ouvem a Palavra de Deus e a vivenciam, também veem a face do Pai revelada por Jesus Cristo. Portanto, todos nós que reconhecemos Jesus como Senhor e Salvador, temos acesso ao Pai e podemos nos comunicar com Ele. Antes de Jesus muitos desejaram vê-Lo e ouvi-Lo e não tiveram esta oportunidade. Jesus veio nos religar ao Pai e deixou para nós o memorial da Sua Paixão. Por isso, nós podemos tocá-Lo e vê-Lo na Eucaristia, ouvir a Sua Palavra que nos alimenta a alma e o coração, e sentir a verdadeira felicidade, mesmo que não tenhamos nenhum motivo aparente. A Palavra do Senhor nos ensina a ser feliz e a desfrutar de tudo quanto o Pai providenciou para que vivamos uma vida promissora. Reflita – Você tem conseguido ver e escutar o que o Senhor lhe revela? – Você se considera feliz? – O que você espera como resultado do seu modo de viver? – Medite agora no que você tem visto e ouvido!

11 – MUITOS PROFETAS E JUSTOS DESEJARAM VER O QUE VEDES E NÃO O VIRAM, OUVIR O QUE OUVIS E NÃO OUVIRAM

Muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não o viram, ouvir o que ouvis e não ouviram. Podemos compreender uma verdade simples, mas importante: só aprendemos porque já sabemos. O mesmo poderíamos dizer da visão: só vemos o que conhecemos, só escutamos o que entendemos. O evangelho de hoje apresenta essa aparente contradição. A sabedoria de Deus cresce quando a cultivamos, se temos pouca ou nenhuma, inclusive o pouco tende a se perder. Por essa razão, lembramos as palavras de Isaias: a causa da cegueira e surdez de seu povo estão na obstinação de seus líderes, que insistem em querer levá-los nos caminhos da violência e da injustiça. Pela mesma razão, a aprendizagem de quem segue Jesus consiste em uma abertura progressiva à sabedoria de Deus que se manifesta na vida do povo pobre e simples. Ali se escondem os mistérios do Reino. Essa aprendizagem exige uma mudança de percepções e atitudes. A propósito, como vivo a minha experiência com Deus? O que me ensina a Bíblia sobre a experiência de se sentir filho (a) de Deus? O desafio continua: como me transformar em seguidor de Jesus e como pode transformar a minha?

12 – CONVERTER O CORAÇÃO, AOS POUCOS!

Quem já viu uma semente de mostarda? Exatamente! Ela não é a menor das sementes! E, quando cresce, também não se torna a maior das hortaliças. Mas, então, Jesus deu informações erradas nas parábolas que contou? É isso que queremos meditar juntos, hoje. Algo que todos os cristãos ou estudiosos independentes dos Evangelhos deveriam ter em mente é que eles não foram escritos no Brasil, em Português, alguns anos atrás, por vários sacerdotes nacionais. Os Evangelhos foram escritos há quase 1900 anos, por judeus ou gentios influenciados pela cultura judaica, numa língua Grega influenciada pelo Latim e  pelo Aramaico. Portanto, estamos falando de uma cultura muitíssimo diferente da nossa. Jesus Cristo, mesmo sendo Filho de Deus, respeitou a linguagem e o conhecimento popular da época. Ele não quis revelar que, no século XX, o ser humano iria inventar uma máquina chamada computador, e que a humanidade toda estaria interligada por meio de redes (Internet), e que haveria um site que falaria, on-line, de sua pessoa. Esses exemplos servem para que nós nos conscientizemos que as parábolas respeitam a sua época e a sua cultura, e que elas não são verdades factuais, mas são formas com que Jesus encontrou para se revelar ao seu tempo e aos ouvintes daquela época. O Reino dos Céus é revelado, aos poucos, por Jesus aos seus discípulos e à multidão. Jesus não define o que seja o Reino dos Céus (Reino de Deus, nos demais evangelistas), mas introduz os seus ouvintes na vivência desse mistério. O Reino dos Céus é como a sementinha, um grãozinho pequeníssimo, que, com o passar do tempo e com as devidas condições, torna-se uma grande e frondosa árvore. Ou seja, a nossa pregação e o nosso esforço por fazer a mensagem de Jesus conhecida parecem ser pequenos e não produzirem frutos, mas, aos poucos, os resultados da missão e da pregação da Palavra de Deus vão se revelando como uma sequoia gigantesca; um carvalho inabalável. Assim acontece com as donas de casa que preparam um pão caseiro. Fazem a massa e põem a quantidade certa de fermento. E acontece o magnífico: a massa vai, aos poucos, crescendo. Nossa vida de comunidade, nosso ser cristão também sente isto: celebramos, festejamos, sofremos juntos, e vemos nossa união sempre maior e mais robusta. O amor é o fermento que faz crescer a massa da vida comunitária. Às vezes, encontramos pessoas prontas a fazer o mal, a estragar as nossas vidas, e nós tentamos nos aproximar e amá-las sempre mais, não percebemos, mas, aos poucos, assim como o fermento, o amor vai fazendo o seu trabalho de crescimento e superação. Que as parábolas sejam sinais de um Deus que quer ser claro e direto com os seus amados, para que, compreendendo o amor imensurável que Ele tem por nós, possamos nos aproximar sempre mais dele. Deus não é alguém para se temer, mas alguém para se amar muito. Nosso Deus é o Deus da vida plena, do amor; não o Deus da vingança e do castigo. Por isso mesmo, vem a nós com palavras simples e reveladoras! E nós somos convidados a nos livrar de tudo aquilo que nos torna indesejáveis e insuportáveis para os irmãos. Como faremos isso? Pela quinta vez neste texto, coloco a expressão que tornará possível essa nossa mudança: AOS POUCOS!

13 – VIVER EM PAZ CONSIGO MESMO

Bom dia! Qual é a sensação de viver em paz consigo mesmo ao ponto de conseguir sobrevoar as tempestades que nos são impostas? Será que um dia conseguiremos essa façanha? Precisamos entender que nossas decisões nos norteiam… O que desejo que aconteça? Somos impostos todos os dias a inúmeras escolhas ou opções que de certo mudarão como o desfecho do nosso dia. Opções certas, MAIORES CHANCES de um bom dia; opções equivocadas, a mesma proporção ao inverso. Certa vez assistindo um desses filmes de ação uma frase me chamou muito a atenção. Um personagem questionava o protagonista qual era a primeira coisa que lia no jornal matinal e este relacionava o gesto a quanto viveria em anos ou o quanto tinha haver com seu dia. O protagonista, mostrando-se o “macho” do filme diz que lê os obituários (onde esta a relação daqueles que faleceram). O Personagem o convida a começar o dia pelos quadrinhos (aquelas tirinhas de humor que todo jornal tem). O DIA TEM MUITO HAVER COMO EU QUERO ENCARA-LO. Boa parte do tempo das pessoas que sofrem esta empenhado em pensar no problema e não na solução dele. Nossas dificuldades estão relacionadas ao tamanho que damos a elas. O medo nos aprisiona ao ponto de querermos antecipá-lo. Quantas pessoas passam horas e horas pulando de canal em canal apenas assistindo aqueles programas policiais sensacionalistas. O que procuram? O que encontrarão lá além do medo, do pânico, da vontade de se trancar em casa? Sua vida começa pelo obituário ou pelos quadrinhos? Conheço pessoas que o dia nunca começa com um bom dia e sim com lamúrias e reclamações. Claro que as dificuldades, a fome, as urgências não nos oferecem motivos para sorrir, mas chorar não pagará nossas contas. Meus avós me ensinaram que a não se resignar com as dificuldades ou sofrimentos do dia-a-dia, pois DÍVIDAS, PROBLEMAS e SOFRIMENTOS sempre teríamos, mas presença deles não é a condição primordial de se dar um sorriso. Será que nunca nos ensinaram que já somos felizes? “(…) Mas vocês, como são felizes! Pois os seus olhos veem, e os seus ouvidos ouvem. Eu afirmo a vocês que isto é verdade“. Pedimos a Deus os dons do Espírito Santo. Clamamos por sabedoria, por fé, por fortaleza… Será o que nos falta é um pouco de CIÊNCIA? A Ciência nos ensina a ver a promessa de Deus se concretizar nas coisas. E cada coisa tem uma função na complicada teia do amor de Deus por nós. Por mais que respeite o livre arbítrio, algo no mundo conspira a nosso favor e precisamos voltar a ver isso e não os obituários. Vejam só (…) O grande mérito do se levantar é poder no dia seguinte dar uma nova oportunidade ao dia. O dormir tem o intuito de repousar e não ser uma tortura de sentimentos ou medos. O acordar é ter meia certeza que algo já foi preparado durante a noite esperando apenas meu ato insistente de fé para que aconteça. “(…) Mas tu, ó SENHOR, me proteges como um escudo. Tu me dás a vitória e renovas a minha coragem Eu chamo o SENHOR para me ajudar, e lá do seu monte santo ele me responde Eu me deito, e durmo tranquilo, e depois acordo porque o SENHOR me protege Não tenho medo dos milhares de inimigos que me ameaçam de todos os lados Vem, ó SENHOR! Salva-me, meu Deus! Tu atacas os meus inimigos; tu humilhas os maus e acabas com o seu poder. És tu que dás a vitória. Ó SENHOR Deus, abençoa o teu povo”. (Salmo 3, 3-8) Mais um dia vai nascendo… “(…) Muitos profetas e muitas outras pessoas do povo de Deus gostariam de ver o que vocês estão vendo, mas não puderam; e gostariam de ouvir o que vocês estão ouvindo, mas não ouviram”. Um imenso abraço fraterno.

14 – …

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Joaquim e Ana (séc. I a.C.) são os pais de Nossa Senhora e avós de Jesus. As promessas de Deus se cumprem graças a fé e à dedicação de pessoas simples que levam a vida com amor. Neste dia dos avós, rezemos por todos eles e busquemos neles a sabedoria de vida.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

São memoráveis e felizes as pessoas que souberam ser misericordiosas com os pobres e que ouviram e acolheram a mensagem de Jesus.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Esperavam estes pais a redenção de Israel, e o Espírito do Senhor estava sobre eles (Lc 2,25).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Festejamos santa Ana e são Joaquim, pais da virgem Maria: Deus lhes concedeu a bênção prometida a todos os povos.

Antífona da comunhão

Receberam a bênção do Senhor e a misericórdia de Deus, seu salvador (Sl 23,5).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Senhor, Deus de nossos pais, que concedestes a são Joaquim e santa Ana a graça de darem a vida à mãe do vosso Filho, Jesus, fazei que, pela intercessão de ambos, alcancemos a salvação prometida a vosso povo. Por nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Tornai-nos santos, Senhor.

— Fazei, Senhor, que vossa Igreja esteja atenta à realidade do povo.
— Lembrai-nos sempre do bem que os nossos antepassados realizaram.
— Abençoai e protegei os pais na educação de seus filhos.
— Fortalecei-nos, a exemplo de Joaquim e Ana, na busca constante da santidade.
— Dai saúde e alegria aos avós e que nunca lhes faltem os cuidados necessários.

Oração sobre as oferendas

Aceitai, ó Deus, as oferendas da nossa devoção e fazei-nos dignos de participar da bênção que prometestes a Abraão e sua descendência. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, quisestes que vosso Filho nascesse de uma família humana, para que, por desígnio admirável, recebêssemos de vós nova vida; santificai, pelo espírito de adoção, os que alimentastes com o pão dos filhos. Por Cristo, nosso Senhor.

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