LDP: 11/AGO/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

11/AGO/2012 (sábado)

LEITURAS

Leitura da profecia de Habacuc 1,12—2,4 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)

1,12 Acaso não existes desde o princípio, Senhor, meu Deus, meu Santo, que não haverás de morrer? Senhor, puseste essa gente como instrumento de tua justiça; criaste-a, ó meu rochedo, para exercer punição. 13 Teus olhos são puros para não veres o mal; não podes aceitar a visão da iniquidade. Por que, então, olhando para os malvados, e vendo-os devorar o justo, ficas calado? 14 Tratas os homens como os peixes do mar, como os répteis, que não têm dono. 15 O pescador pega tudo com o anzol, puxa os peixes com a rede varredoura e recolhe-os na outra rede; com isso, alegra-se e faz a festa. 16 Faz imolação por causa da sua malha, oferece incenso por causa da sua rede, porque com elas cresceu a captura de peixes e sua comida aumentou. 17 Será por isso que ele sempre desembainhará a espada, para matar os povos, sem dó nem piedade? 2,1 Vou ocupar meu posto de guarda e estarei de atalaia, atento ao que me será dito e ao que será respondido à minha denúncia. 2 Respondeu-me o Senhor, dizendo: “Escreve esta visão, estende seus dizeres sobre tábuas, para que possa ser lida com facilidade. 3 A visão refere-se a um prazo definido, mas tende para um desfecho, e não falhará; se demorar, espera, pois ela virá com certeza, e não tardará. 4 Quem não é correto, vai morrer, mas o justo viverá por sua fé”.

Proclamação do Salmo 9,8-9.10-11.12-13 (11b) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 11b Vós nunca abandonais quem vos procura, ó Senhor.
— 8 Mas Deus sentou-se para sempre no seu trono, preparou o tribunal do julgamento; 9 julgará o mundo inteiro com justiça, e as nações há de julgar com equidade.
— 10 O Senhor é o refúgio do oprimido, seu abrigo nos momentos de aflição. 11 Quem conhece o vosso nome, em vós espera, porque nunca abandonais quem vos procura.
— 12 Cantai hinos ao Senhor Deus de Sião, celebrai seus grandes feitos entre os povos! 13 Pois não esquece o clamor dos infelizes, deles se lembra e pede conta do seu sangue.

Evangelho de Jesus Cristo segundo as palavras de Mateus 17,14-20 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 14 chegando Jesus e seus discípulos junto da multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se e disse: 15 “Senhor, tem piedade do meu filho. Ele é epiléptico, e sofre ataques tão fortes que muitas vezes cai no fogo ou na água. 16 Levei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo!” 17 Jesus respondeu: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei? Trazei aqui o menino”. 18 Então Jesus o ameaçou e o demônio saiu dele. Na mesma hora, o menino ficou curado. 19 Então, os discípulos aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram em particular: “Por que nós não conseguimos expulsar o demônio?” 20 Jesus respondeu: “Porque a vossa fé é demasiado pequena. Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível”.

COMENTÁRIOS

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? Concordo com os bispos da América Latina que afirmaram em Aparecida: “Implica em contemplar a Deus com os olhos da fé através de sua Palavra revelada e o contato vivificador dos Sacramentos, a fim de que, na vida cotidiana, vejamos a realidade que nos circunda à luz de sua providência e a julguemos segundo Jesus Cristo, Caminho, Verdade e Vida, e atuemos a partir da Igreja, Corpo Místico de Cristo e Sacramento universal de salvação, na propagação do Reino de Deus, que se semeia nesta terra e que frutifica plenamente no Céu”. (DAp, 19).

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio atentamente o texto: Mt 17,14-20, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. Mais um encontro de Jesus com os sofredores, a dor humana, o sofrimento. Os apóstolos tentam expulsar o demônio, mas não conseguem. Aflito o fica pai e chateados, decepcionados ficam os apóstolos porque não entendem sua incapacidade. Decidem por recorrer diretamente a Jesus. O pai ajoelha-se diante dele e implora: “Senhor, tenha pena do meu filho”. Por duas vezes, depois de curar o filho daquele homem, Jesus fala da falta de fé: “Gente má e sem fé!” “Vocês não têm bastante fé”. Em particular, Jesus explica fazendo uma comparação: “se vocês tivessem fé, mesmo que fosse do tamanho de uma semente de mostarda, poderiam dizer a este monte: “Saia daqui e vá para lá”, e ele iria. E vocês teriam poder para fazer qualquer coisa!” Ele diz “qualquer coisa”, ou seja, não existem barreiras, dificuldades que não sejam vencidas por quem tem fé.

… e a VIDA …

Pai, vem em meu auxílio e reforça minha fé a fim de que eu possa pôr em prática a missão recebida, realizando as tarefas que Jesus me confiou para o serviço do Reino.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Meu novo olhar é de fé. Não me basta fazer oração. Preciso exercitar-me na fé. Lembro-me da Palavra que o Senhor disse a Moisés: “Eu estarei com você!” (Ex 3,12).

REFLEXÕES:

1 – A POUCA FÉ DOS DISCÍPULOS

Mateus resume aqui a narrativa bem mais detalhada de Marcos (cf. 20 fev.), tendo a questão da fé como tema central. Pedro, André e Tiago, com Jesus, descem a montanha após o episódio da transfiguração. Encontram a multidão, com os demais discípulos que não conseguiram curar um menino com o demônio da epilepsia. A reprimenda “geração… perversa”, frequente em Mateus, é uma alusão àqueles que, sob a doutrina das sinagogas, só são sensíveis a atos de poder, não reconhecendo a força do amor e da fé. Os discípulos, na fraqueza de sua fé, influenciados por aquela doutrina, ainda não percebem que no “Filho amado”, Jesus, que deve ser escutado, encontra-se a revelação plena de Deus. Porém a fé, mesmo que incipiente, pode mover os discípulos àquilo que parece impossível, a instauração do Reino de Deus na terra.

2 – A CURA DE UM MENINO

A fé abre todas as portas para a pessoa humana e lhe possibilita a superação de todos os problemas e dificuldades, mas a fé não é mágica ou bruxaria que, através de rituais, possibilita a todas as pessoas que os utilizem a manipulação de Deus ou da natureza. A força da fé está na parceria com Deus e na adesão ao seu plano de amor. Quando nós fazemos isso, o sucesso das nossas atividades não está nas atividades em si, mas no próprio Deus que, conosco, realiza as suas obras. Logo, o poder da fé está na adesão e não no rito e a fé verdadeira é, antes de tudo, compromisso com Deus.

3 – NADA É IMPOSSÍVEL

Os discípulos viram-se em situações idênticas às de Jesus e foram solicitados a fazer milagres como ele. A missão dos discípulos correspondia àquela do Mestre e devia ser realizada, tomando-o como modelo. Contudo, nem sempre eles foram capazes de realizar, a contento, a tarefa recebida. E Jesus explicou-lhes o porquê não eram eficientes. A ocasião surgiu quando alguém trouxe o filho para ser livre de uma terrível possessão demoníaca. Os discípulos não foram capazes de expulsar o demônio. Assim, o pai teve de recorrer diretamente a Jesus, que realizou o milagre desejado. Quando se viram a sós com o Mestre, os discípulos perguntaram-lhe por que foram impotentes para expulsar o demônio. Ao que Jesus respondeu sem rodeios: porque vocês têm uma fé demasiado pequena. O que teria acontecido com os discípulos? Talvez não estivessem muito convencidos do que eram capazes, ou desconfiassem do próprio poder, ao se encontrarem diante de situações concretas. Ou, ainda, porque sua adesão ao Senhor não era consistente. Também poderia ser que o confronto com os poderes malignos do anti-Reino os intimidasse. Em todo caso, a mesquinhez de sua fé os bloqueava. Não poderiam dar continuidade à missão, sem possuir uma fé sólida. Com ela, tudo lhes seria possível, até mesmo o que, numa visão puramente humana, lhes pudesse parecer impossível, uma vez que tinham sido enviados a realizar grandes coisas.

4 – COMO EU VIVO A MINHA FÉ?

Hoje a liturgia celebra a memória de Santa Clara de Assis, que admirada com ideal de pobreza e vivência do Evangelho seguiu Francisco e fundou as Clarissas, ramo feminino dos Franciscanos. Quando a Igreja celebra a memória de um santo ela quer celebrar, na verdade, a Páscoa de Jesus na vida daquela pessoa, que de maneira heroica em sua vida viveu a intimidade com Deus, o serviço aos irmãos e buscou se assemelhar a Cristo, o Salvador. Com isso, se torna modelo e intercessora para nós na pátria celeste. O Evangelho de hoje nos apresenta um drama familiar: um pai que recorre a Jesus para sanar, libertar o mal que afligia o seu filho. Sua prece? “Kyrie eleison!”, que quer dizer: “Senhor tende piedade deste meu filho e põe fim a essa situação desoladora”. Fica clara nesta passagem que o milagre não aconteceu por falta de fé dos discípulos de Jesus. Milagre é a junção da nossa fé e atitude com a graça e o amor de Deus, que faz acontecer o milagre. O Senhor disse, certa vez aos Seus discípulos, que se eles tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda eles fariam grandes coisas – até mover montanhas! “Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível” (cf. Mt 17,20). Aqui não se trata somente de “pouca” fé no sentido de quantidade, de força, mas da qualidade da fé. Uma fé autêntica, pura, verdadeira n’Aquele que poderia libertar e curar aquele jovem. Na Palavra de Deus diz que até o demônio tem fé e treme diante de Deus, mas não é uma fé que professa, que declara o Senhorio de Jesus, que determina minha vida, atitudes, escolhas. Por isso, não encontrando firmeza na fé dos discípulos, o mal não abandonou aquele rapaz. Muitas vezes ainda temos uma fé supersticiosa ou uma fé “mágica”, que acha que basta pedir e esperar como um passe de mágica, automático, que sempre está ao nosso dispor. Pior ainda quando acendemos uma vela para Deus e outra para o diabo, desculpe falar assim, uma fé dividida. Vai à Santa Missa mas, depois, dá uma “passadinha” no centro espírita, na benzedeira ou no “pai de santo”. Muitos de nós, cristãos, não acreditamos que o Demônio exista. Mas para nós, católicos, pela Revelação na Palavra de Deus, pela Tradição e pelo Magistério da Igreja é fato que existe o Demônio, o Diabo, o inimigo de Deus e dos homens. Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica: § 392 A Escritura fala de um pecado desses anjos. Esta “queda” consiste na opção livre desses espíritos criados, que rejeitaram radical e irrevogavelmente a Deus e seu Reino. Temos um reflexo desta rebelião nas palavras do Tentador ditas a nossos primeiros pais: “E vós sereis como deuses” (Gn 3,5). O Diabo é “pecador desde o princípio” (1Jo 3,8), “pai da mentira” (Jo 8,44). § 414 Satanás ou o Diabo, bem como os demais demônios, são anjos decaídos por terem se recusado livremente a servir a Deus a seu desígnio. Sua opção contra Deus é definitiva. Eles tentam associar o homem à sua revolta contra Deus. Contudo, o Evangelho fala do poder da fé verdadeira e autêntica para a qual nada é impossível. Nem o poder e a influência do mal. Em primeiro lugar, fé é um dom de Deus. E, em segundo lugar, abertura e adesão do homem a Deus: A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. “Para que se preste esta fé, exigem-se a graça prévia adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá a todos suavidade no consentir e crer na verdade” (cf. Gl 1,15-16; Mt 11,25). Catecismo da Igreja Católica, 153. Portanto, a fé é dom e tarefa. Precisamos nos abrir a graça de Deus e, crendo, fazer acontecer a nossa fé. Caminhar, crescer no exercício da fé através da vida de oração e intimidade com o Senhor e do conhecimento da Palavra de Deus e depositá-la no “banco” que a faz render que é a caridade e o serviço. Diga-me como anda o seu relacionamento com Deus – e com os irmãos – e eu lhe direi como é a sua fé. 

5 – «AUMENTA A NOSSA FÉ» (Lc 17,5)

A palavra «fé» tem um duplo significado. Há, na verdade, um aspecto da fé que diz respeito aos dogmas e que consiste em concordar com uma dada verdade. Este aspecto da fé é proveitoso para a alma, segundo a palavra do Senhor: «Quem ouve a Minha palavra e crê n’Aquele que Me enviou tem a vida eterna» (Jo 5,24). […] Mas há um segundo aspecto da fé: é a fé que nos foi dada por Cristo como carisma, gratuitamente, como dom espiritual. «A um é dada, pela ação do Espírito, uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, segundo o mesmo Espírito; a outro, a fé, no mesmo Espírito; a outro, o dom das curas, no único Espírito» (1Cor 12,8-9). Esta fé que nos é dada como graça pelo Espírito Santo não é pois apenas uma fé dogmática, mas tem também o poder de realizar coisas que ultrapassam as forças humanas. Quem possui essa fé dirá «a este monte: “Tira-te daí e lança-te ao mar” […], assim acontecerá». Pois, quando alguém pronuncia esta palavra com fé «e não vacilar em seu coração, mas acreditar que o que diz se vai realizar» (Mc 11,23), recebe a graça da sua realização. É desta fé que foi dito: se tivésseis fé «como um grão de mostarda». Na verdade, o grão de mostarda é muito pequeno, mas tem em si uma energia fogosa; semente minúscula, desenvolve-se a ponto de estender os seus longos ramos e de até poder abrigar as aves do céu (cf Mt 13,32). Do mesmo modo, a fé realiza numa alma os maiores feitos, num piscar de olhos. Quando está iluminada pela fé, a alma representa Deus diante de si e contempla-O tanto quanto possível. Abarca os limites do universo e, antes do fim dos tempos, já vê o julgamento e o cumprimento das promessas. Tu, portanto, possui essa fé que depende de Deus e que te leva a Ele; então receberás d’Ele essa fé que age para além das forças humanas.

6 – SE TIVERDES FÉ DO TAMANHO DE UM GRÃO DE MOSTARDA (…) NADA VOS SERÁ IMPOSSÍVEL

Hoje, uma vez mais, Jesus dá a entender que a medida dos milagres é a medida de nossa fé: «Eu vos asseguro: se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a esta montanha: Vai daqui para lá, e ela irá» (Mt 17,20). De fato, como fazem notar São Jerônimo e Santo Agostinho, na obra de nossa santidade (algo que claramente supera as nossas forças) se realiza esse deslocar-se o monte. Por tanto, os milagres aí estão e, se não vemos mais é porque não lhe permitimos os fazer por nossa pouca fé. Ante uma situação desconcertante e para todos incompreensível, o ser humano reage de diversas maneiras. A epilepsia era considerada como uma doença incurável e que sofriam as pessoas que se encontravam possuídas por algum espírito maligno. O pai daquela criatura expressa seu amor para o filho buscando sua cura integral, e vai a Jesus. Sua ação é mostrada como um verdadeiro ato de fé. Ele se ajoelha ante Jesus e o impreca diretamente com a convicção interior de que sua petição será escutada favoravelmente. A maneira de expressar a demanda mostra, ao mesmo tempo, a aceitação de sua condição e, o reconhecimento da misericórdia Daquele que pode sentir compaixão dos outros. Aquele pai menciona o fato de que os discípulos não puderam jogar àquele demônio. Esse elemento introduz a instrução de Jesus fazendo notar a pouca fé dos discípulos. Segui-lo a Ele, se fazer discípulo, colaborar em sua missão pede uma fé profunda e bem fundamentada, capaz de suportar adversidades, contratempos, dificuldades e incompreensões. Uma fé que é efetiva porque está solidamente enraizada. Em outros fragmentos evangélicos, Jesus Cristo mesmo lamenta a falta de fé de seus seguidores. A expressão «nada vos será impossível» (Mt 17,20) expressa com toda a força a importância da fé no seguimento do Mestre. A Palavra de Deus põe na nossa frente a reflexão sobre a qualidade de nossa fé e, a maneira como a aprofundamos e, nos lembra aquela atitude do pai de família que se aproxima a Jesus e lhe roga com a profundidade do amor de seu coração. 

7 – A FÉ É ESSENCIALMENTE TRANSFORMADORA…

Quantas vezes choramingamos diante de certas situações dentro da comunidade, que não conseguimos transformar, de quadros repetitivos, de pessoas que nunca mudam, de atitudes e testemunhos que vão contra o próprio evangelho. Às vezes até achamos que se tivéssemos algum poder dentro da instituição da igreja, resolveríamos a coisa do nosso jeito. É comum certas queixas “Ah se eu fosse o coordenador, ou o Padre dessa paróquia…”. Não é o poder ditatorial que muda as pessoas e as situações, mas a Fé em Jesus Cristo, o agir em seu nome, o agir com Cristo, isso é, do mesmo modo, da mesma maneira que ele. Nesse sentido a Fé comprometida com a comunhão, é realmente poderosa e capaz de transformar qualquer situação adversa. Não se sabe que tática ou estratégia os discípulos tentaram usar para curar o moço Lunático, mas o que se sabe é que a estratégia não funcionou e podemos supor que, possivelmente, eles tentaram a seu jeito, a seu modo, e em si mesmo não tinham, e nem nós temos, força suficiente para mudar as coisas e derrotar o Mal que oprime e escraviza as pessoas. Mas essa experiência de uma Fé com tal poder de transformação, deve iniciar-se em nós mesmos, mudando quem sabe, certos sentimentos estranhos ao Cristianismo, que insistem em se fazer presentes em nosso coração, pensamentos de grandeza, de dominação, ressentimentos e mágoas, espírito de grandeza que nos leva a concorrer com o outro. Primeiro é preciso consertar a casa, para depois experimentarmos esse potencial de uma Fé transformadora nas situações que nos rodeiam no dia a dia, ou nos acontecimentos da comunidade. Mudar a situação não é TER FÉ QUE VAI DAR CERTO, mas é FAZER A COISA CERTA, sempre ao modo de Jesus, é a Fé que nos compromete e que nos envolve com todas as pessoas e situações de nossa v ida, sem esquivarmo-nos ou nos omitir. A Fé como um grão de mostarda, que Jesus nos apresenta na exortação final deste evangelho, é semente pequenina, com potencialidade de crescer de tal modo que possamos transportar montanhas e remover quaisquer obstáculos que impeçam o coração humano de viver a comunhão com Deus, na relação com os irmãos, expulsando para longe os demônios que insistem em permanecer no coração dos homens… dividindo e separando, deturpando as relações fraternas.

8 – JESUS CURA O MENINO EPILÉTICO

Que sofrimento para um pai ver seu filho doente e não poder fazer muita coisa! Tanto o pai quanto filho sofre por não conseguir ultrapassar o obstáculo do mal. Porém, se a fé ou a crença prevalecesse no coração o mal seria expurgado e o sofrimento amenizado. Jesus ficou furioso com os discípulos que não conseguiram ajudar a amenizar o sofrimento do pai. Eles não curaram o menino epilético. Mas o pai insistente dobrou o joelho diante do Libertador e implorou a cura do filho. Jesus o curou de modo peculiar. Entretanto, deixou um recado: “em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘vai daqui para lá’, e ela irá. E nada vos será impossível”. Basta ter fé, acreditar no poder de Deus e na libertação de todos os males. O pai do menino doente acreditou e lutou para que seu filho pudesse voltar ao convívio social de maneira salutar. Ele conseguiu pela coragem, pela fé e pela determinação na crença de ser atendido. Nada para Deus é impossível. Tudo é possível naquele que crê e busca na fé o verdadeiro Deus. O menino estava possuído pelo demônio. Seu corpo estava possuído pelo poder demoníaco. Nada conseguia fazer para a vivência familiar. Era preciso que o encardido saísse do corpo do menino para que a paz chegasse à casa do pai desesperado. Desse modo são muitas famílias que convivem com membros possuídos pelo encardido. São jovens ou chefe de família que estão possuído pelas drogas, pela bebida, pela ideia do furto ou roubo. Estas famílias padecem e suas forças vão sumindo. A fé não foi suficiente para garantir a cura do doente e o resultado já está determinado: a morte. Recentemente no Brasil e no mundo aconteceram coisas assombrosas. Muitos casos da ação do diabo. Pessoas que mataram inocentes por prazer, como aconteceu numa sala de cinema nos Estados Unidos; jovem que matou os avós e tia em São Paulo depois de receber ajuda. As drogas, ou seja, o diabo entrou na vida para matar e destruir famílias. De repente imagina-se que somente no tempo de Jesus que o encardido aparecia. Nada disso, o encardido ainda continua atuando com força nos fracos, nos prepotentes, naqueles que não buscam Deus na igreja, não tem coragem de ser humilde em ouvir o apelo dos mais velhos, ou naqueles que não acreditam na libertação. Como disse Jesus: “Porque sua fé é demasiadamente pequena”. Veja que o exemplo do pai preocupado com o filho epilético revela a grandeza da fé. Ele teve fé e buscou a cura para seu filho mesmo contrariando a lógica dos discípulos. Assim deve ser o homem que teme a Deus: encorajar sempre na luta pela libertação do mal que insiste em apossá-lo. Somente a fé pode curar dos males perversos. Amém!

9 – A FÉ É UMA GRAÇA ESPECIAL QUE RECEBEMOS DE DEUS, MAS QUE PRECISA SER CULTIVADA E AGUADA ASSIM COMO UMA SEMENTE QUE FOI PLANTADA

Jesus repreendeu os discípulos porque não conseguiram curar o menino epiléptico trazido por seu pai dizendo: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei”? Podemos imaginar o que Jesus diria hoje também acerca da nossa perversidade, visto que não conseguimos ter sucesso na oração que fazemos quando intercedemos por alguém. Com certeza, diante da nossa perplexidade, Jesus também nos diria: “vocês não conseguem expulsar o demônio, porque a vossa fé é demasiado pequena”. Diante do exposto podemos concluir que, realmente, nós já temos fé, no entanto, ela se mantém tão excessivamente pequena, que não se manifesta nas nossas ações. Entretanto, o próprio Jesus nos garante que, se tivermos fé mesmo que seja bem pequenininha, como uma semente de mostarda, poderemos fazer proezas, por isso, coisas que nos parecerem impossíveis, acontecerão. A fé é uma graça especial que recebemos de Deus, mas que precisa ser cultivada e aguada assim como uma semente que foi plantada. Durante a nossa vida e no nosso dia a dia estamos sempre tendo oportunidade para exercitar a fé que recebemos no nosso Batismo, no meio dos acontecimentos que nos desafiam. Começando pelas “montanhas de problemas” pessoais que nós precisamos mover quase que diariamente, como também pelas súplicas de outras pessoas que se aproximam para que oremos pelo seu livramento, nós somos chamados a usar o dom da fé que auferimos por bondade de Deus. Somos instrumentos do Seu amor e da Sua salvação no mundo, mas só poderemos exercitar a missão que nos foi entregue se acreditarmos, confiarmos e dependermos do poder de Deus que se manifesta por meio do Espírito Santo. O Espírito Santo é o motivador da nossa fé e está sempre agindo para nos transformar em pessoas fortes e confiantes no Seu poder. É Ele quem rega a nossa fé, por essa razão, nunca poderemos duvidar da Sua competência quando estivermos orando por alguém, ou por nós mesmos. O que acontece, no entanto, é que quando oramos por alguém nós colocamos no meio a nossa fraqueza humana e não deixamos espaço para que a força de Deus se manifeste. Precisamos orar com fé, sem duvidar. Vale muito mais a fé com que nós oramos pelas pessoas do que mesmo o que elas esperam de nós. Somos apenas portadores da graça de Deus e precisamos demonstrar isso perante elas. Reflita – Por causa da sua fé Jesus tem conseguido mover as montanhas da sua vida? – Você acredita no poder de Jesus quando você ora por alguém? – A oração que você faz por alguém é em Nome de Jesus ou baseada na sua fraqueza humana? – Você tem tido coragem de orar pedindo cura e libertação para aqueles que se aproximam de você? – Por quem você precisa orar neste momento atual? Amém! Abraço carinhoso!

10 – SE TIVERDES FÉ NADA VOS SERÁ IMPOSSÍVEL

Um grão de mostarda tem o tamanho de um grão de areia, quer dizer, apenas um ou dois milímetros. As palavras de Jesus são questionamentos duros aos seus discípulos. Eles se apresentam como pessoas religiosas, mas carecem do essencial: a fé. Essa carência torna ineficazes suas ações; em particular quando se deparam com pessoas que vivem situações extremas. A fé tem um potencial transformador: faz que sejamos capazes de confiar no poder de Deus para aliviar a dor das pessoas. A fé é um escudo: permite-nos enfrentar o mal que se apodera e submete as pessoas. A fé é uma força extraordinária: vence a inércia dos costumes e nos empurra para novas situações de vida. Que nos pede Jesus? Que tenhamos uma fé do tamanho de um pequeno grão de semente, isto já é suficiente para desatar nosso potencial humano e possibilitar a ação divina. De nossa parte, a exigência é fortalecer a confiança, crer em nós mesmos, ir ao encontro de quem é nosso próximo. Isto se faz buscando a verdade contida no livro da vida, a Bíblia, Palavra de Deus.

11 – SE TIVERDES FÉ, NADA VOS SERÁ IMPOSSÍVEL

Se tiverdes fé, nada vos será impossível. Este Evangelho narra a cena em que os discípulos não conseguem curar um menino, Jesus o consegue e explica por quê. Quando Jesus, Pedro, Tiago e João desceram da montanha onde havia acontecido a transfiguração, encontraram os outros discípulos em dificuldade. Um homem levou-lhes o seu filho epiléptico, e eles não conseguiram curá-lo. E Jesus explica o motivo: “Porque a vossa fé é demasiado pequena”. E ele lamenta: “Ó gente sem fé e perversa! Até quando deverei ficar convosco? Até quando vos suportarei?”. Jesus pensa na multidão, ávida de milagres, mas sem se preocupar muito com a fé. Pensa nos discípulos, a tanto tempo com ele, e ainda com uma fé tão pequena e fraca. E pensa também em nós, seus discípulos e discípulas de hoje, cuja fé é tão superficial e descomprometida e às vezes misturada. “Se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: vai daqui para lá, e ela irá.” Quando a fé existe de verdade, mesmo que seja pequenina, é eficaz porque participa do poder de Deus, para quem nada é impossível. Parece que temos medo de acreditar em Deus. Por isso a sociedade segue um esquema moral próprio, que nem é o apresentado por Jesus, nem deixa de ser; fica na pior posição, que é no meio do caminho. “Ó gente sem fé e perversa!” Desconfiamos do mistério de Deus e por isso achamos difícil jogar-nos de corpo e alma no projeto de Jesus, preferindo a nossa segurança. “O justo vive da fé” (Gl 3,11). Viver da fé é viver como Pedro andando sobre as águas, ao encontro de Jesus. A segurança está em Deus, e ponto final. Ter fé é assinar um cheque em branco e entregá-lo a Cristo. A nossa conta bancária tem um saldo enorme: é a nossa vida toda. A pessoa que faz isso sabe que Cristo é poderoso e nos ama; ele não vai colocar-nos no SPC. Pelo contrário, vai aumentar e transformar infinitamente o nosso crédito. O medo é a posição contrária à fé. Sem enfrentar riscos, não é possível seguir a Cristo. Diante da fé, os que viviam com Jesus, e nós hoje, estamos na mesma situação: o mesmo convite, a mesma hesitação, o mesmo desafio. Que os mártires nos ajudem! Ter fé é jogar-nos na grande piscina do Reino de Deus, sabendo que ele nos protegerá. Hoje nós celebramos a memória de S. Domingos, o fundador dos dominicanos. Ele nasceu na Espanha, no Séc. XII. Destacou-se na pregação da Palavra de Deus. Por isso que a congregação religiosa dos dominicanos se chama Ordem dos Pregadores. Além da fundação dos dominicanos, a grande contribuição de S. Domingos para os cristãos foi a criação do terço, que chamamos também de rosário. Na verdade, os monges já rezavam uma oração quase igual. Os monges que sabiam ler rezavam a Liturgia das Horas. Os que não sabiam ler deviam rezar todos os dias 150 Ave Marias, substituindo os 150 Salmos. S. Domingos passou essa devoção para o povo, e organizou-a, dividindo-a em três partes, que chamou de terços, e em cada terço escolheu cinco mistérios para o cristão refletir, enquanto reza as Ave Marias. A devoção se espalhou rapidamente e todos os cristãos do mundo passaram a rezar o terço. Em 2002, o Papa João Paulo II criou mais um terço com os mistérios da Luz, ou mistérios Luminosos, pois na divisão de S. Domingos ficou faltando a vida pública de Jesus. O nome Rosário foi criado também por S. Domingos. Significa uma coroa de rosas que oferecemos a Maria. S. Domingos faleceu dia 06/08/1221, com apenas 51anos de idade. Santa Maria, a mulher de fé, e S. Domingos, rogai por nós! Se tiverdes fé, nada vos será impossível.

12 – COMO EU VIVO A MINHA FÉ?

Hoje a liturgia celebra a memória de Santa Clara de Assis, que admirada com ideal de pobreza e vivência do Evangelho seguiu Francisco e fundou as Clarissas, ramo feminino dos Franciscanos. Quando a Igreja celebra a memória de um santo ela quer celebrar, na verdade, a Páscoa de Jesus na vida daquela pessoa, que de maneira heroica em sua vida viveu a intimidade com Deus, o serviço aos irmãos e buscou se assemelhar a Cristo, o Salvador. Com isso, se torna modelo e intercessora para nós na pátria celeste. O Evangelho de hoje nos apresenta um drama familiar: um pai que recorre a Jesus para sanar, libertar o mal que afligia o seu filho. Sua prece? “Kyrie eleison!”, que quer dizer: “Senhor tende piedade deste meu filho e põe fim a essa situação desoladora”. Fica clara nesta passagem que o milagre não aconteceu por falta de fé dos discípulos de Jesus. Milagre é a junção da nossa fé e atitude com a graça e o amor de Deus, que faz acontecer o milagre. O Senhor disse, certa vez aos Seus discípulos, que se eles tivessem fé do tamanho de um grão de mostarda eles fariam grandes coisas – até mover montanhas! “Em verdade vos digo, se vós tiverdes fé do tamanho de uma semente de mostarda, direis a esta montanha: ‘Vai daqui para lá’ e ela irá. E nada vos será impossível” (cf. Mt 17,20). Aqui não se trata somente de “pouca” fé no sentido de quantidade, de força, mas da qualidade da fé. Uma fé autêntica, pura, verdadeira n’Aquele que poderia libertar e curar aquele jovem. Na Palavra de Deus diz que até o demônio tem fé e treme diante de Deus, mas não é uma fé que professa, que declara o Senhorio de Jesus, que determina minha vida, atitudes, escolhas. Por isso, não encontrando firmeza na fé dos discípulos, o mal não abandonou aquele rapaz. Muitas vezes ainda temos uma fé supersticiosa ou uma fé “mágica”, que acha que basta pedir e esperar como um passe de mágica, automático, que sempre está ao nosso dispor. Pior ainda quando acendemos uma vela para Deus e outra para o diabo, desculpe falar assim, uma fé dividida. Vai à Santa Missa mas, depois, dá uma “passadinha” no centro espírita, na benzedeira ou no “pai de santo”. Muitos de nós, cristãos, não acreditamos que o Demônio exista. Mas para nós, católicos, pela Revelação na Palavra de Deus, pela Tradição e pelo Magistério da Igreja é fato que existe o Demônio, o Diabo, o inimigo de Deus e dos homens. Vejamos o que diz o Catecismo da Igreja Católica: § 392 A Escritura fala de um pecado desses anjos. Esta “queda” consiste na opção livre desses espíritos criados, que rejeitaram radical e irrevogavelmente a Deus e seu Reino. Temos um reflexo desta rebelião nas palavras do Tentador ditas a nossos primeiros pais: “E vós sereis como deuses” (Gn 3,5). O Diabo é “pecador desde o princípio” (1Jo 3,8), “pai da mentira” (Jo 8,44). § 414 Satanás ou o Diabo, bem como os demais demônios, são anjos decaídos por terem se recusado livremente a servir a Deus a seu desígnio. Sua opção contra Deus é definitiva. Eles tentam associar o homem à sua revolta contra Deus. Contudo, o Evangelho fala do poder da fé verdadeira e autêntica para a qual nada é impossível. Nem o poder e a influência do mal. Em primeiro lugar, fé é um dom de Deus. E, em segundo lugar, abertura e adesão do homem a Deus: A fé é um dom de Deus, uma virtude sobrenatural infundida por Ele. “Para que se preste esta fé, exigem-se a graça prévia adjuvante de Deus e os auxílios internos do Espírito Santo, que move o coração e o converte a Deus, abre os olhos da mente e dá a todos suavidade no consentir e crer na verdade” (cf. Gl 1,15-16; Mt 11,25). Catecismo da Igreja Católica, 153. Portanto, a fé é dom e tarefa. Precisamos nos abrir a graça de Deus e, crendo, fazer acontecer a nossa fé. Caminhar, crescer no exercício da fé através da vida de oração e intimidade com o Senhor e do conhecimento da Palavra de Deus e depositá-la no “banco” que a faz render que é a caridade e o serviço. Diga-me como anda o seu relacionamento com Deus – e com os irmãos – e eu lhe direi como é a sua fé.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Clara (Itália, 1193-1253), a primeira mulher a se entusiasmar pelo ideal de Francisco, fundou com ele a segunda ordem franciscana: as Clarissas. Soube transformar longos anos de enfermidade em apostolado fecundo. É a padroeira da comunicação televisiva.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Deus nunca abandona quem o procura; antes, convida-o a ser instrumento de sua justiça. Para isso, porém, é necessária fé sólida, capaz de vencer até o que parece impossível.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Jesus Cristo salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo evangelho a luz e a vida imperecíveis (2Tm 1,10).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Estes são os santos que receberam a bênção do Senhor e a misericórdia de Deus, seu salvador. É a geração dos que buscam a Deus (Sl 23,5s).

Antífona da comunhão

Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio (Sl 33,9).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que, na vossa misericórdia, atraístes santa Clara ao amor da pobreza, concedei, por sua intercessão, que, seguindo o Cristo com um coração de pobre, vos contemplemos um dia em vosso reino. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, ouvi-nos e atendei-nos.

— Transformai, Senhor, nossa pouca fé em fé autêntica e laboriosa.
— Olhai pelos povos que sofrem com as intempéries.
— Fortalecei as famílias como berço de toda vocação.
— Dai perseverança e fidelidade aos membros da Família Franciscana.
— Fazei que a comunicação televisiva semeie a paz e o respeito à vida.

Oração sobre as oferendas

Sejam aceitos por vós, ó Deus, os frutos do nosso trabalho que trazemos ao vosso altar em honra de santa Clara, e concedei que, livres da avidez dos bens terrenos, tenhamos em vós a única riqueza. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, pela força deste sacramento, conduzi-nos constantemente no vosso amor, a exemplo de santa Clara, e completai, até a vinda do Cristo, a obra que começastes em nós. Por Cristo, nosso Senhor

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