LDP: 22/AGO/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

22/AGO/2012 (quarta-feira)

LEITURAS

Leitura do livro do profeta Isaías 9,1-6 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)

1 O povo, que andava na escuridão, viu uma grande luz; para os que habitavam nas sombras da morte, uma luz resplandeceu. 2 Fizeste crescer a alegria, e aumentaste a felicidade; todos se regozijam em tua presença como alegres ceifeiros na colheita, ou como exaltados guerreiros ao dividirem os despojos. 3 Pois o jugo que oprimia o povo — a carga sobre os ombros, o orgulho dos fiscais —, tu os abateste como na jornada de Madiã. 4 Botas de tropa de assalto, trajes manchados de sangue, tudo será queimado e devorado pelas chamas. 5 Porque nasceu para nós um menino, foi-nos dado um filho; ele traz aos ombros a marca da realeza; o nome que lhe foi dado é: Conselheiro admirável, Deus forte, Pai dos tempos futuros, Príncipe da Paz. 6 Grande será o seu reino e a paz não há de ter fim sobre o trono de Davi e sobre o seu reinado, que ele irá consolidar e confirmar em justiça e santidade, a partir de agora e para todo o sempre. O amor zeloso do Senhor dos exércitos há de realizar estas coisas.

Proclamação do Salmo 112(113),1-2.3-4.5-6.7-8 (R. 2, ou Aleluia) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 2 Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— 1 Louvai, louvai, ó servos do Senhor, louvai, louvai o nome do Senhor! 2 Bendito seja o nome do Senhor, agora e por toda a eternidade!
— 3 Do nascer do sol até o seu ocaso, louvado seja o nome do Senhor! 4 O Senhor está acima das nações, sua glória vai além dos altos céus.
— 5 Quem pode comparar-se ao nosso Deus, + ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono 6 e se inclina para olhar o céu e a terra?
— 7 Levanta da poeira o indigente e do lixo ele retira o pobrezinho, 8 para fazê-lo assentar-se com os nobres, assentar-se com os nobres do seu povo.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 1,26-38 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 26 o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, 27 a uma virgem, prometida em casamento a um homem chamado José. Ele era descendente de Davi e o nome da Virgem era Maria. 28 O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” 29 Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. 30 O anjo, então, disse-lhe: “Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. 31 Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. 32 Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. 33 Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim”. 34 Maria perguntou ao anjo: “Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?” 35 O anjo respondeu: “O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altíssimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. 36 Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, 37 porque para Deus nada é impossível”. 38 Maria, então, disse: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” E o anjo retirou-se.

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim? Como acolho os “anúncios” de Deus na minha vida? Muitas vezes o anúncio é para uma mudança de vida, outras é o imprevisto que me faz trocar meus projetos, outras vezes um problema de saúde, no trabalho, em família. Respondo com fé e disponibilidade? O anúncio de Nazaré continua hoje, de muitas formas e através de muitas pessoas. Os bispos nos ajudam nesta reflexão: “A Virgem de Nazaré teve uma missão única na história da salvação, concebendo, educando e acompanhando seu filho até seu sacrifício definitivo. Desde a cruz Jesus Cristo confiou a seus discípulos, representados por João, o dom da maternidade de Maria, que nasce diretamente da hora pascal de Cristo: “E desse momento em diante, o discípulo a recebeu em sua casa” (Jo 19,27). Perseverando junto aos apóstolos à espera do Espírito (cf. At 1,13-14), ela cooperou com o nascimento da Igreja missionária, imprimindo-lhe um selo mariano que a identifica profundamente. Como mãe de tantos, fortalece os vínculos fraternos entre todos, estimula a reconciliação e o perdão e ajuda os discípulos de Jesus Cristo a experimentarem como uma família, a família de Deus. Em Maria, encontramo-nos com Cristo, com o Pai e com o Espírito Santo, assim como com os irmãos.” (DAp 267).

… a VERDADE …

O que a Palavra diz? Leio com toda atenção, na Bíblia, o texto do Evangelho: Lc 1,26-38. O lugar onde acontece este fato é uma pequena aldeia da Galileia: Nazaré. A pessoa a quem Deus envia seu mensageiro é uma jovem como as outras de seu tempo: Maria. Fica preocupada e pede explicações. Por isso, fica sabendo que o que lhe acontecerá é obra do Espírito Santo e que o Menino do qual será Mãe é o próprio Filho de Deus. Sabendo que a Deus nada é impossível, com fé, faz seu ato de disponibilidade ao Projeto de Deus: “Eu sou uma serva de Deus; que aconteça comigo o que o senhor acabou de me dizer!” Aprendo com Maria a buscar perceber os sinais de Deus, a dialogar com Deus, a ouvi-lo, a discernir a vontade de Deus e a dizer “sim”.

… e a VIDA …

Pai, plenifica-me com tua graça, como fizeste com Maria, de forma que eu possa ser fiel como ela ao teu desígnio de salvação para a humanidade.
Ouçamos a música: MARIA E O ANJO, da Banda Anjos de Resgate.

(Maria)
Quem 
serás tu criatura bela,
Que encheu meu quarto com tua luz,
O teu olhar me 
trouxe a paz,
Tua presença me refaz.

(Anjo)
Eu sou o Anjo Gabriel
Venho 
em nome do Senhor
Darás a luz ao Salvador
Serás a mãe do Emanuel

(Maria)
Porque teus lábios tremem tanto assim
Porque não tira os seus olhos de 
mim

(Anjo)
Há tanta graça estar diante de ti
E o céu inteiro espera por 
teu sim

(Maria)
Não temas doce anjo do Senhor
Escuta o que agora eu vou 
falar
Sorria e vai ao céu anunciar
Sim eu serei a mãe do Salvador

(Anjo)
Ave Maria, quanta alegria
O céu se encheu de luz
Pois vai nascer Jesus
Santa Maria,
Deus escolheu-te bem
E todos os Anjos
cantam Amém!

(Maria)
Porque teus lábios tremem tanto assim
Porque não tira os seus olhos 
de mim

(Anjo)
Há tanta graça estar diante de ti
E o céu inteiro espera 
por teu sim

(Maria)
Não temas doce anjo do Senhor
Escuta o que agora eu 
vou falar
Sorria e vai ao céu anunciar
Sim eu serei a mãe do Salvador

(Anjo)
Ave Maria, quanta alegria
O céu se encheu de luz
Pois vai nascer Jesus
Santa Maria,
Deus escolheu-te bem
E todos os Anjos
cantam Amém!
Santa 
Maria,
Deus escolheu-te bem
E todos os Anjos
cantam Amém!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Quero hoje perceber melhor os anúncios de Deus e com fé e disponibilidade vou dar minha resposta.

REFLEXÕES:

1 – A SERVA DO SENHOR

Na anunciação do anjo, Maria apresenta-se como “a serva do Senhor”. Deus se faz homem no seio de Maria para conviver com os homens e mulheres na simplicidade do dia a dia. Pela encarnação toda a humanidade é elevada à condição divina pela participação na humanidade de Jesus. A escolha de Maria para ser a mãe do Filho de Deus revela a subversão de valores no projeto de Deus de igualdade e fraternidade, com a valorização dos pequeninos e pobres. Maria e Jesus, esposa e filho do carpinteiro José, continuam presentes entre nós em toda sua simplicidade e com todo seu amor.

2 – MARIA, NOSSA SENHORA RAINHA

Jesus se insere na história da humanidade e, ao fazê-lo, também passa a ter uma história. Ele é verdadeiramente homem e assume em tudo a condição humana, menos o pecado Ao comemorarmos a Imaculada Conceição da Virgem Maria, estamos comemorando um fato da história do próprio Cristo, pois a Imaculada Conceição de Maria está condicionada ao nascimento de Cristo, uma vez que Deus estava preparando o ventre digno de receber seu próprio Filho. Com isso, podemos perceber a ação do Deus que é Senhor da história e que, agindo na própria história da humanidade, conta com a colaboração de todos para a realização do seu plano.

3 – CONCEBIDA SEM PECADO

A festa da Imaculada Conceição leva-nos a pensar em Maria como a perfeita discípula que correspondeu plenamente aos anseios de Deus, movida pela graça. A fidelidade de Maria decorreu de um especial dom divino, o dom de nascer mais integrada do que nós, com mais capacidade de ser livre e de acolher a proposta divina. O anjo Gabriel alude a este dom divino quando a saudou como “repleta de graça”. Toda envolvida pelo amor divino, Maria soube colocar-se, em total disponibilidade, nas mãos de Deus, para cumprir sua santa vontade: “Eis a serva do Senhor, faça-me em mim conforme a tua palavra”. Uma tal comunhão com Deus excluía qualquer traço de egoísmo e de pecado. Só a plenitude da graça permitiu-lhe ser totalmente despojada de si para cumprir o projeto de Deus. Daqui brota a fé de que Maria, mesmo antes de nascer, foi preservada do pecado. A condição de agraciada por Deus não a eximiu do esforço de ser peregrina na fé, necessitada de crescer e de aprender, como acontece com todo ser humano. Sua originalidade consistiu em ter trilhado um caminho sempre positivo, sem fazer concessões às paixões desordenadas, ou ao próprio querer. A grandeza de seu testemunho de fé expressou-se na humildade com que o viveu, num contínuo esforço de discernir a vontade de Deus e em ser solícita em cumpri-la.

4 – PEÇAMOS A DEUS UM CORAÇÃO OBEDIENTE COMO O DE MARIA

O nascimento de Jesus é anunciado aos pastores que guardavam os rebanhos de seu patrão. Eles vão às pressas ao encontro do recém-nascido. Lucas, com suas narrativas da infância de João Batista e de Jesus, no início de seu Evangelho, já apresenta um de seus temas fundamentais: em Cristo, o Senhor se revela como o Deus dos pobres, fracos e excluídos, pois a escolha de Maria – uma jovem da periferia da Galileia – para ser a mãe de Jesus, Filho de Deus, revela-nos que o projeto do Pai difere dos projetos humanos. O poder e o prestígio, tão ansiosamente buscados, nada significam para Deus. Maria viveu a humildade e o serviço e, nisto, identifica-se com seu Filho Jesus. O título de “rainha”, aplicado a ela, não indica poder e superioridade, mas sim amor que se doa, cativa e se comunica. Maria está presente em nossos lares, nas alegrias e nos sofrimentos, nos confortando como mãe e companheira de caminhada no seguimento de Jesus. Seu amor misericordioso é universal e fonte de paz a ser consolidada pelos laços de fraternidade e justiça entre todos, homens e mulheres. Unindo o Filho que se encarna e a Mãe que O acolhe, aparece, misteriosamente, a obediência, o “sim” de total disponibilidade ao Pai. O “sim” eterno do Filho que ecoa no tempo por meio do “sim” da Virgem Maria. Assim, percebemos o quanto a salvação do mundo e da humanidade se manifesta na atitude de obediência, contrário à atitude do pecado original: a humanidade voltará pela obediência Àquele de quem se afastou pela covardia da desobediência. O Criador e a criatura, de modo admirável e incompreensível, comungam do plano amoroso de salvação. Somos convidados a contemplar a atitude crente, madura e disponível de Nossa Senhora. Crente, porque se confia totalmente ao Senhor, como Abraão, que partiu sem saber para onde ia (cf. Hb 12,8). Casamento, futuro, filhos… Tudo isso a Virgem Mãe deixou nas mãos de Deus, sem pedir explicações, sem pedir provas, sem pedir garantias. Atitude madura, porque, humildemente, procurou compreender – o quanto possível – o plano de Deus a seu respeito para melhor aderir a ele. Atitude disponível pela sua insuperável resposta ao convite do Senhor: “Eis a Serva!” – Não se pertence a si própria, não considera sua vida e seu destino a partir de seus interesses e projetos; ela se confia total e absolutamente ao seu Senhor e Deus. Concluindo, diremos que a Anunciação do Anjo mostra a dinâmica da fé e de Maria: sendo virgem, descobre-se grávida; perturba-se e tem medo; descobre a mão de Deus ao Espírito Santo; toma consciência de que cresce, em seu seio, o Divino; não duvida desta iluminação interior, apenas pergunta como se fará isso. Aceita realidades que não se veem. Ela creu, pois para Deus nada é impossível. A fé consiste exatamente nisso: “a fé é a antecipação das coisas que se esperam, a prova das realidades que não se veem”. (Hb 11,1). Com Maria, digamos “sim” à voz de Deus, pois Jesus quer continuar nascendo em mim e em você todos os dias.

5 – O ESPÍRITO SANTO VIRÁ SOBRE TI E A FORÇA DO ALTÍSSIMO ESTENDERÁ SOBRE TI A SUA SOMBRA

Em todos os nascimentos milagrosos da antiga aliança, nas encruzilhadas decisivas da história da salvação […], o sentido do acontecimento é sempre o mesmo: a salvação do mundo não vem do homem, da sua força; é preciso que o homem saiba receber a dádiva da salvação, e deve recebê-la como um dom gratuito. O nascimento virginal de Cristo é, antes do mais, uma mensagem sobre a maneira como a salvação chega até nós – na simplicidade do acolhimento, como dádiva absolutamente gratuita do amor que redime o mundo. «Exulta de alegria, estéril, tu que não tinhas filhos, entoa cânticos de júbilo, tu que não davas à luz, porque os filhos da desamparada são mais numerosos do que os da mulher casada. É o Senhor quem o diz» (Is 54,1). Deus fez, com Jesus, um novo começo, no meio de uma humanidade estéril e desesperada, começo que não é produto da história do homem, mas um dom dos Céus. Se cada homem constitui, por si, uma novidade inefável e representa uma criatura de Deus única na história, Jesus é, porém, a verdadeira novidade. Ele não procede do fundo próprio da humanidade, mas do Espírito de Deus. Por isso, Ele é o «novo Adão» (1Cor 15,47), e uma nova humanidade começa com Ele. […] A fé cristã confessa que Deus não está prisioneiro da Sua eternidade, limitado ao que é puramente espiritual. Pelo contrário, pode agir hoje e agora, no meio do meu universo; e agiu efetivamente, em Jesus, o novo Adão, nascido da Virgem Maria pelo poder criador de Deus, cujo Espírito, no princípio, planava sobre a superfície das águas (Gn 1,2), criando o ser a partir do nada.

6 – ASSIM, OS ÚLTIMOS SERÃO OS PRIMEIROS, E OS PRIMEIROS SERÃO OS ÚLTIMOS

Hoje, a Palavra de Deus nos convida a perceber que a “lógica” divina vai muito além da lógica meramente humana. Enquanto nós homens calculamos («Pensando que iam receber mais»: Mt 20,10), Deus — que é Pai entranhável — simplesmente, ama («Ou estás com inveja porque estou sendo bom?»: Mt 20,15). E a medida do Amor é não ter medida: «Amo porque amo, amo para amar» (São Bernardo). Mas isso não torna a justiça inútil: «Eu pagarei o que for justo» (Mt 20,4). Deus não é arbitrário e quer nos tratar como filhos inteligentes: por isso é lógico que tenha “acordos” conosco. De fato, em outros momentos, os ensinamentos de Jesus deixam claro que quem recebe mais também será mais exigido (lembremos da parábola dos talentos). Enfim, Deus é justo, mas a caridade não se desentende da justiça, mas sim, a supera. (cf. 1Cor 13,5). Um ditado popular afirma que «a justiça por justiça é a pior das injustiças». Felizmente para nós, a justiça de Deus — repitamos, transbordante de seu Amor — supera nossos esquemas. Se unicamente se tratasse de estrita justiça, nós, então, estaríamos pendentes de redenção. Além disso, não teríamos nenhuma esperança de redenção. Em justiça estrita não mereceríamos nenhuma redenção: simplesmente, ficaríamos despossuídos daquilo que se nos tinha dado no momento da criação e que rejeitamos no momento do pecado original. Examinemo-nos, portanto, como agimos nos julgamentos, comparações e cálculos quando tratamos os demais. Além disso, se falarmos de santidade, temos que partir da base de que tudo é graça. A mostra mais clara é o caso de Dimas, o bom ladrão. Inclusive a possibilidade de merecer diante de Deus, é também uma graça (algo que nos é concedido gratuitamente). Deus é o amo, nosso «proprietário que saiu de madrugada para contratar trabalhadores para a sua vinha» (Mt 20,1). A vinha (quer dizer, a vida, o céu…) é dele; nós somos convidados, e não de qualquer maneira: é uma honra poder trabalhar aí e, assim “ganhar” o céu.

7 – MARIA: A VOCACIONADA DE DEUS!

Linda reflexão trás este Santo Evangelho de Lucas. Apresenta o anjo Gabriel para a uma moça pobre, mas que representa a vocacionada de Deus para ser a Grande Mãe do Salvador. Destemidamente Maria aceitou abertamente o convite e se entregou de corpo e alma para servir o Reino da libertação. Pensar que foi moleza para Maria aceitar ser a Mãe do Salvador no contexto de uma sociedade machista ainda prometido ao seu esposo José é de causar admiração e veneração. Veja que Maria era uma menina que vivia com os pais e não tinha conhecimento para mensurar (processar) tudo que estava acontecendo em questão de minutos. Mas seu poder de amor e humildade superou todas as amarras da época e a colocou à serviço do Pai. No final do Evangelho Maria evocou a máxima de cunho pedagógico de grande valor: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra”. (v. 38). Para os cristãos que procedem este momento glorioso devem expressar a obediência de uma serva que não redimiu às consequências; abraçou o chamado do Pai e colocou a disposição para o Reino. Maria sentiu em si o prazer de acatar na sua bondade o feitio de uma mulher que tinha nas graças de Deus o vínculo ou a gêneses da criação para conceber o Messias com a missão de salvar a humanidade do pecado. Maria, concebida sem pecado original, modelo de mãe e de serva a serviço da palavra, continua sendo modelo para a humanidade a partir de sua fidelidade. Não hesitou em momento algum em duvidar de sua missão, mostrou prontidão para o chamado, pois sabia que seu valor estava no seguimento de um Deus que já tinha feito muito pelas suas gerações passadas. Hoje, o mundo continua perverso, contraditório, divisor, estranho com os pequenos, mutilador de homens e mulheres que labutam diurnamente para ganhar pouca coisa em valores monetários, parece não ter espaço para novas Marias, para o encantamento de vocacionados para a vida religiosa, para jovens que buscam no Deus a verdadeira fonte do amor, para os profetas anunciadores da palavra de Deus que liberta do sofrimento. A dúvida quanto ao reino da libertação é colocada em evidência a todo instante. Não deixa o homem buscar o Deus da verdade, que faz o cego enxergar o e o surdo ouvir. Prende o homem no discurso alienador para inibir a prática do bem. Este mundo em que não enxerga o Deus da vida cega os corajosos e paralisa os que têm sede de mudança. Maria confiou no anjo Gabriel e nem deu ouvidos para o mundo machista em que estava inserida. Levou avante o projeto de conceber o filho que libertaria o mundo e morreria por ele. Mas fez com fé, discernimento e complacência. Ela deixou o legado vocacional ao dizer SIM. O homem cristão de hoje deve também observar atentamente a atitude de Maria e não ter medo de entregar totalmente para o Deus da vida. Portanto, já sentiu-se chamado para o anúncio da palavra? Ainda não? Pois saiba que o mundo precisa de homens e mulheres destemidos para levar a reflexão que liberta e você poderá ser um destes anunciadores de Jesus. Pense nisso! Amém!

8 – ALEGRA-TE, CHEIA DE GRAÇA, O SENHOR ESTÁ CONTIGO!

O evangelho de hoje nos fala do mistério sublime da encarnação, citado em várias passagens do novo testamento. O amor grandioso do Pai ultrapassa todos os limites; Deus se faz menino, no ventre de uma mulher, para ficar mais perto de nós! A iniciativa é do Pai, o “SIM” é de Maria, é o “SIM” que marca o início da Redenção humana, o “Sim” que muda a história da humanidade, dividindo-a em antes e depois! Ao dizer Sim, para Deus, Maria, iluminada pelo sol da justiça acolhe no seu ventre Sagrado, O Messias; O Salvador! A saudação do anjo surpreende aquela humilde jovenzinha de Nazaré, um povoado entre as montanhas da Galileia! Maria, na sua simplicidade, estava longe de compreender o projeto de Deus, a se realizar através dela! Tudo que lhe fora comunicado pelo Anjo, era grande demais para o seu entendimento, mas mesmo assim, Ela não hesitou em dar o seu “SIM” a Deus. Ao aceitar a missão divina que o Pai lhe confiara, abre-se a Maria, uma perspectiva nova, com a promessa de Deus, revelada pelo Anjo, de que O Espírito Santo, lhe daria total assistência no mistério da encarnação. A partir de então, Maria sentiu-se segura, na certeza de que O Espírito Santo lhe daria a força necessária, que lhe permitiria levar em frente, o projeto de Deus. Com o “Sim”, de Maria, abrem-se as cortinas de um novo tempo, o sonho de Deus torna-se possível, Inicia-se a construção de um novo Reino, um Reino onde o amor, a justiça e a paz triunfarão! A mais bela forma de agradecermos a Deus por tamanho amor, é responder ao Seu chamado, com fez Maria! O nosso “sim” a Deus, não deve ficar só na palavra, mas num “sim”, que nos tire do comodismo, e nos coloque a serviço do Reino de Deus: “Eis aqui o (a) servo (a) do Senhor… Faça-se em mim segundo a tua palavra”! Da trindade Santa, abrem-se as portas de uma nova Era, o sol de um novo dia resplandece no coração da humanidade! O Pai envia O Filho, O Filho assume a missão, O Espírito Santo gera o Filho! A oração proferida pelo Anjo, no encontro com aquela jovem, que fora escolhida para gerar o nosso Salvador, hoje está na boca e no coração de todos aqueles que veem em Maria, a ternura materna do Pai! Ave Maria, cheia de graça… Maria Santíssima: Rogai por nós!

9 – PELO PODER DO ESPÍRITO SANTO, TODOS NÓS PODEMOS DIZER: “EIS AQUI A SERVA DO SENHOR; FAÇA-SE EM MIM SEGUNDO A TUA PALAVRA!”

Nós podemos continuar refletindo este Evangelho na mesma perspectiva de que Deus está no meio de nós e que o Seu grande sinal já nos foi concedido. Maria ficou plena do Espírito Santo e concebeu Jesus no seu seio. Já sabemos de toda a história! Porém, o mais importante agora é tomarmos consciência de que o Espírito Santo que também mora em nós, age dentro do nosso ser e a sua força concebe em nós o próprio Jesus com todos os seus atributos nos dando vida nova e capacidade para termos uma vida plena. Portanto, precisamos nos apossar de todos os elementos que fazem parte de Jesus e que foram concebidos dentro do nosso coração: “A Sua natureza divina, a Sua natureza humana perfeita, a Sua vivência humana, a eficácia da Sua morte, o poder da Sua ressurreição, o poder transcendente da Sua ascensão e a Sua entronização”. O poder do Altíssimo também já nos cobriu com a Sua sombra e o Cristo que mora em nós nos dá a Sua capacidade, divina, humana, espiritual, para que tenhamos em nós, como Maria, a coragem para dizer sim a Deus, confiando, não nas nossas forças naturais, mas na capacidade infinita do Pai. “Porque para Deus nada é impossível”, é que cada um de nós pode proclamar: “Eis aqui a serva do Senhor; faça-se em mim segundo a tua palavra!” Reflita – Você se sente na presença de Deus? Como você o vê? Como Jesus está dentro do seu coração? – Você sabia que dentro de você que foi batizado, existe a capacidade de Jesus, como um brilhante? – Você vive e age usando esses predicados de Jesus? – Pense nisso! Amém! Abraço carinhoso!

10 – ALEGRA-TE, CHEIA DE GRAÇA, O SENHOR ESTÁ CONTIGO!

Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo! Hoje é com muita alegria que nós celebramos a solenidade da Imaculada Conceição de Nossa Senhora. O Evangelho narra a cena da Anunciação, em que o anjo Gabriel lhe fala: “Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!” Deus quis que uma mulher contribuísse bem de perto na redenção da humanidade, já que uma mulher, Eva, havia contribuído no pecado. E a mulher que Deus escolheu não podia ser vítima de pecado, pois seria um sinal de fraqueza de Deus, diante das forças do mal. Como Davi venceu o gigante Golias (1Sm 17,49), Jesus derrotou o tentador. Não só derrotou, mas arrasou com ele completamente. Nem junto à sua mãe ele teve vez. Após o dilúvio, uma pomba trouxe em seu bico um raminho verde para Noé (Gn 8,11). Aquela pomba não estava suja de barro, ela não fora atingida pelo dilúvio. Nós também somos chamados a colaborar na redenção. Deus não gosta de gente manchada, suja. Como podemos anunciar a vitória de Cristo, se até nós, os anunciadores, somos vítima do tentador? Pecadores todos nascemos. Mas temos condições de nos purificar, usando os meios que Jesus nos deixou, entre os quais se destaca a Igreja, da qual Maria é Mãe. Assim, tirando a trave do nosso olho, temos condições de tirar o cisco que está no olho do nosso irmão. A concepção imaculada de Maria nos mostra que Deus não quer conviver com pecado. Ele quer o pecado longe dele. Ele nos suporta, quando pecamos, mas não queria isso, como qualquer pai que não quer ver o filho ou filha no caminho errado. Como podemos dizer a Deus: “Senhor, eu vos amo sobre todas as coisas”, e depois viramos as costas e já começamos a colocar outras coisas acima dele? Por isso que Deus fala na Bíblia: “Estou para vomitar-te da minha boca” (Ap 3,16). A Imaculada Conceição foi um fruto antecipado da redenção realizada por Jesus, o seu Filho. E o fato de ela ter sido isenta do pecado, já na sua concepção, mostra que a força da graça redentora supera infinitamente a força do pecado. “Onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5,20). “Quando éreis escravos do pecado, praticáveis ações das quais hoje vos envergonhais. Agora, porém, libertados do pecado e como servos de Deus, produzis frutos para a vossa santificação, tendo como meta a vida eterna. Com efeito, a paga do pecado é a morte, mas o dom de Deus é a vida eterna no Cristo Jesus, nosso Senhor” (Rm 6,20-23). Antes, quando reinava o pecado, o carro estava na frente dos bois, e dava tudo errado. Cristo veio, colocou os bois na frente do carro, e na direção certa, que é a nossa felicidade. Deus realizou plenamente a redenção na Mãe do seu Filho, para nos mostrar o que ele quer de todos nós. Ela se tornou assim a estrela da esperança, que nos anima a sempre nos levantar a caminhar. Santo Agostinho, quando estava mergulhado no pecado, leu, por sugestão de sua mãe, muitas biografias de santos. Um dia ele disse para si mesmo, em latim, que era a sua língua: “Potuerunt ii, potuerunt ee; cur non tu, Agostiné?” Em português é: “Puderam estes, puderam aquelas, por que não tu, Agostinho?” Impulsionado por este lema, venceu. Daqui a exatamente nove meses, celebraremos o nascimento de Maria. Rezemos, neste tempo, pelos nascituros, a fim de que sejam protegidos por suas mães. Havia, certa vez, um rapaz que trabalhava no centro de uma cidade grande e morava na periferia. Numa tarde, ao voltar para casa, enquanto atravessava um bairro de classe alta, viu numa lixeira uma caixa preta, parecida com caixa de sanfona. Ficou curioso, abriu a caixa, era mesmo uma sanfona! E estava boa de tudo. Tocava direitinho. Ele se lembrou de um vizinho, que sabia tocar sanfona e não possuía o instrumento, e levou-a para ele. O vizinho se alegrou com o presente, e começou a tocar belas canções. A casa toda se alegrou. Até algumas crianças apareceram na porta. À noite, algumas pessoas se reuniram na casa, e foi aquela festa. Daí para frente, de vez em quando o tocador de sanfona era chamado, seja para tocar em festinha de aniversário, em reza, até na Santa Missa. A sanfona tornou aquele bairro mais alegre. A sanfona representa a graça de Deus, que une as pessoas e alegra o ambiente. O rapaz que a achou somos nós que recebemos a graça no batismo, e a levamos a outros. Muitos jogam no lixo a graça batismal, e vivem tristes por aí, procurando a felicidade na riqueza, no prazer, no poder etc. Nós não queremos ser assim. Uma pergunta: com qual desses personagens você mais se identifica? Com o rapaz? Com o homem que ganhou a sanfona? Com os vizinhos que acorreram, ao som da sanfona? Ou com aquele ou aquela que a jogou no lixo? Nossa Senhora da Conceição, rogai por nós! Alegra-te, cheia de graça, o Senhor está contigo!

11 – PEÇAMOS A DEUS UM CORAÇÃO OBEDIENTE COMO O DE MARIA

Aos pastores que guardavam os rebanhos de seu patrão é anunciado o nascimento de Jesus. Eles vão às pressas ao encontro do recém-nascido. Lucas, com suas narrativas da infância de João Batista e de Jesus, no início de seu Evangelho, já apresenta um de seus temas fundamentais: em Jesus, Deus se revela como o Deus dos pobres, fracos e excluídos. Pois a escolha de Maria – uma jovem da periferia da Galileia – para ser a mãe de Jesus, Filho de Deus, nos revela que o projeto de Deus difere dos projetos humanos. O poder e o prestígio tão ansiosamente buscados nada significam para Deus. Maria viveu a humildade e o serviço e, nisto, identifica-se com seu filho Jesus. O título de “rainha” aplicado a Maria não indica poder e superioridade, mas sim amor que se doa, cativa e se comunica. Maria está presente em nossos lares, nas alegrias e nos sofrimentos, nos confortando como mãe e companheira de caminhada no seguimento de Jesus. Seu amor misericordioso é universal e a fonte da paz a ser consolidada pelos laços de fraternidade e justiça entre todos, homens e mulheres. Unindo o Filho que se encarna e a Mãe que O acolhe, aparece misteriosamente a obediência, o “sim” de total disponibilidade ao Pai. O “sim” eterno do Filho, que ecoa no tempo através do “sim” da Virgem Maria. Assim, aparece o quanto a salvação do mundo e da humanidade manifesta-se na atitude de obediência, o contrário da atitude do pecado original: a humanidade voltará pela obediência Àquele de quem se afastou pela covardia da desobediência. O Criador e a criatura, de modo admirável e incompreensível, comungam nessa obediência ao plano amoroso de salvação. Somos convidados a contemplar a atitude crente, madura e disponível de Nossa Senhora: crente porque se confia totalmente ao Senhor, como Abraão, que partiu sem saber para onde ia (cf. Hb 12,8). Casamento, futuro, filhos… Tudo isso a Virgem Mãe deixou nas mãos de Deus, sem pedir explicações, sem pedir provas, sem pedir garantias. Atitude madura porque humildemente procurou compreender – o quanto possível – o plano de Deus a seu respeito para melhor aderir a ele. Atitude disponível pela sua insuperável resposta ao convite do Senhor: “Eis a Serva!” – Não se pertence a si própria, não considera sua vida e seu destino a partir de seus interesses e projetos; ela se confia total e absolutamente ao seu Senhor e Deus. Concluindo, diremos que a Anunciação do Anjo mostra a dinâmica da fé e de Maria: sendo virgem, descobre-se grávida; perturba-se e tem medo; descobre a mão de Deus ao Espírito Santo; toma consciência que o que cresce em seu seio é Divino; não duvida desta iluminação interior; apenas pergunta como se fará isso. Aceita realidades que não se veem. Ela creu, pois para Deus nada é impossível. A fé consiste exatamente nisso: “a fé é a antecipação das coisas que se esperam, a prova das realidades que não se veem”. (Hb 11,1). Com Maria digamos “sim” à voz de Deus, pois Jesus quer continuar nascendo em mim e em você todos os dias.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Memória instituída por Pio XII em 1955, visa aproximar a realeza da Virgem à sua gloriosa assunção ao céu. Maria, participando da realeza de Cristo, é proposta como modelo e sinal de esperança para os cristãos, chamados a reinar com ele.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Superadas as principais dúvidas, Maria aceita a proposta do anjo de se tornar a mãe do Salvador, aquele que ilumina o caminho do povo e o guia para a paz e a vida plena.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Maria, alegra-te, ó cheia de graça, o Senhor é contigo; és bendita entre todas as mulheres da terra! (Lc 1,28).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

A rainha está à vossa direita com suas vestes de ouro, ornada de esplendor (Sl 44,10).

Antífona da comunhão

Feliz és tu, que acreditaste, porque se cumprirá o que te foi dito da parte do Senhor (Lc 1,45).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que fizestes a mãe do vosso filho nossa mãe e rainha, dai-nos, por sua intercessão, alcançar o reino do céu e a glória prometida aos vossos filhos e filhas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Intercedei por nós, cheia de graça.

— A fim de que os cristãos sejam unidos e perseverem em oração com Maria, rezemos.
— A fim de que as mães promovam nas famílias o amor da Família de Nazaré, rezemos.
— A fim de que nossa comunicação com Deus seja autêntica e verdadeira, rezemos.
— A fim de que se livrem dos perigos os que se põem sob a proteção de Nossa Senhora, rezemos.
— A fim de que os seguidores de Jesus se alegrem por terem Maria como mãe, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, celebrando a memória da virgem Maria, nós vos trazemos nossas oferendas e suplicamos que o Cristo venha em nosso socorro, pois se ofereceu por nós na cruz como sacrifício sem mancha. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Alimentados, ó Deus, pelo sacramento celeste, ao celebrarmos a realeza de Maria, concedei que participemos eternamente do banquete do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

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FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

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O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

KBoing (Música)

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