LDP: 23/AGO/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

23/AGO/2012 (quinta-feira)

LEITURAS

Leitura da segunda carta de são Paulo aos Coríntios 10,17—11,2 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 10,17 quem se gloria, glorie-se no Senhor. 18 Pois é aprovado só aquele que o Senhor recomenda e não aquele que se recomenda a si mesmo. 11,1 Oxalá pudésseis suportar um pouco de insensatez, da minha parte. Na verdade, vós me suportais. 2 Sinto por vós um amor ciumento semelhante ao amor que Deus vos tem. Fui eu que vos desposei a um único esposo, apresentando-vos a Cristo como virgem pura.

Proclamação do Salmo 148,1-2.11-13a.13c-14 (R. Aleluia ou cf. 12a.13a) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 12a.13a Vós jovens, vós moças e rapazes, louvai todos o nome do Senhor! Ou Aleluia, Aleluia, Aleluia.
— 1 Louvai o Senhor Deus nos altos céus, louvai-o no excelso firmamento! 2 Louvai-o, anjos seus, todos louvai-o, louvai-o, legiões celestiais!
— 11 Reis da terra, povos todos, bendizei-o, e vós, príncipes e todos os juízes; 12 e vós, jovens, e vós, moças e rapazes, + anciãos e criancinhas, bendizei-o! 13a Louvem o nome do Senhor, louvem-no todos.
— 13c A majestade e esplendor de sua glória ultrapassam em grandeza o céu e a terra. 14 Ele exaltou seu povo eleito em poderio ele é o motivo de louvor para os seus santos. É um hino para os filhos de Israel, este povo que ele ama e lhe pertence.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 13,44-46 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus à multidão: 44 “O Reino dos Céus é como um tesouro escondido no campo. Um homem o encontra e o mantém escondido. Cheio de alegria, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquele campo. 45 O Reino dos Céus também é como um comprador que procura pérolas preciosas. 46 Quando encontra uma pérola de grande valor, ele vai, vende todos os seus bens e compra aquela pérola”.

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? O maior tesouro, a pérola preciosa é participar do Reino, ou seja da família de Jesus, como os discípulos. O texto me faz recordar o que disseram os bispos em Aparecida: “Jesus faz dos discípulos seus familiares, porque compartilha com eles a mesma vida que procede do Pai e lhes pede, como discípulos, uma união íntima com Ele, obediência à Palavra do Pai, para produzir frutos de amor em abundância. Dessa forma o testemunho de São João no prólogo de seu Evangelho: “A todos aqueles que creem em seu nome, deu-lhes a capacidade para serem filhos de Deus”, e são filhos de Deus que “não nascem por via de geração humana, nem porque o homem o deseje, mas sim nascem de Deus” (Jo 1,12-13).” (DAp 133).

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto Mt 13,44-46, e observo as recomendações de Jesus. Jesus diz que o Reino vale muito. Vale tudo o que se tem. É como um tesouro escondido pelo qual vale sacrificar tudo. Ou como um comerciante que encontra uma pérola fina, preciosa. Da mesma forma, vende tudo o que tem e compra esta pérola. Nos dois casos, cabe ao homem, à pessoa, descobrir o tesouro, a joia e decidir por ela, a ponto de renunciar a tudo mais que tem. É uma renúncia ao transitório e que não merece ser supervalorizado. Uma renúncia por preferir o melhor. O homem, então, dá tudo pelo tudo.

… e a VIDA …

Pai, que eu seja decidido e rápido em desfazer-me do que me impede de acolher plenamente o teu Reino. Que meu coração nunca se apegue a coisa alguma deste mundo.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Meu novo olhar é impregnado do espírito de renúncia para conquistar o tesouro do Reino.

REFLEXÕES:

1 – PARÁBOLAS DO REINO

Mateus, depois de reunir em seu evangelho um conjunto de narrativas relativas à manifestação do Reino dos Céus, apresenta um bloco de sete parábolas elucidativas sobre este Reino. As duas curtas parábolas de hoje são umas das últimas deste bloco. As parábolas são ditos sapienciais que, a partir de cenas da vida comum, esclarecem os discípulos sobre a realidade do Reino dos Céus. Estas cenas às vezes giram em torno de valores mundanos, nem sempre dignificantes, porém a parábola induz à compreensão de que estes valores devem ser abandonados em vista da conquista do bem maior que é o Reino dos Céus. Nestas duas parábolas, a ambição leva alguém que encontrou um tesouro escondido em um campo a, ardilosamente, comprar este campo, tirando vantagem sobre seu antigo proprietário. De maneira semelhante temos aquele que encontra a pérola de grande valor, certamente sem que o dono o tenha percebido, e a compra. A parábola sugere que o grande tesouro é o Reino dos Céus pelo qual tudo deve ser trocado. Os santos, como Rosa de Lima, cujo nome de batismo era Isabel de Oliva, celebrada hoje, se caracterizam pela opção fundamental pelo seguimento de Jesus, cumprindo o projeto vivificante de Deus. Paulo, apóstolo, o exprime com a expressão: “o que era para mim lucro eu considerei perda, por amor de Cristo” (Fl 3,7).

2 – COMO TESOURO

O Evangelho de hoje nos mostra a parábola na qual Jesus compara o Reino de Deus com um tesouro e com uma pérola. A comparação com o tesouro nos mostra o valor que o Reino de Deus deve ter nas nossas vidas, um valor que não pode ser superado por nenhum outro valor deste mundo. A pérola nos mostra a preciosidade inigualável que é o Reino de Deus para todas as pessoas. E tanto o valor como a preciosidade do Reino de Deus significam que todas as outras coisas perdem sua importância diante dele e só têm sentido enquanto contribuem para que o homem possa chegar até Deus.

3 – DECISÃO RADICAL

A relação do discípulo com o Reino deve ser de exclusividade. Em sua vida, nada pode apresentar-se como concorrente desse Reino, pois este tem a primazia em tudo, deve ser o ponto de referência para tudo, o eixo de sua existência. E tudo isto se explica como adesão e serviço total ao Reino. Jesus comparou a radicalidade desta opção com o gesto de um homem que, ao descobrir um tesouro escondido num campo, cheio de alegria vendeu quanto possuía e adquiriu aquele campo. Essa descoberta levou-o a redimensionar o valor de suas propriedades. A posse do tesouro justificava desfazer-se de tudo o mais. Outro ponto de comparação foi a atitude de um comerciante de pérolas preciosas: ao encontrar uma de grande valor, decidiu desfazer-se de todos os seus bens, só para adquiri-la. A posse da pérola levou-o a dar uma reviravolta em sua vida: todas as demais pérolas que possuía, bem como outras eventuais propriedades, pouco valor tinham para ele. A posse da pérola preciosa era suficiente para fazê-lo feliz. O mesmo se passa com o Reino. Ele constitui a alegria do discípulo, embora tivera de renunciar ao que antes lhe parecia precioso. Por causa do Reino, o discípulo é capaz de tomar decisões radicais.

4 – VOCÊ TEM VISLUMBRADO A PÉROLA QUE HÁ NO SEU CORAÇÃO?

Assim como, dentro de nós, estão os sentimentos ruins e negativos, também é dentro de nós que o Reino dos Céus acontece. Ele é como um tesouro que está escondido dentro do nosso coração, no meio do campo da nossa humanidade; ou uma pérola preciosa que é buscada por nós e precisa ser encontrada. Quando descobrimos a riqueza do Reino de Deus, do amor do Céu, aos poucos vamos substituindo o que estava em nós – as outras coisas que nos prendiam na vida e que são nossas inimigas – e vamos nos apossando da riqueza que gera amor, paz, alegria, fortaleza, esperança, vitória e felicidade mesmo no meio das dificuldades. É o que significa “vender tudo o que se tem e, com alegria, comprar o campo”. Esse “campo” é o nosso corpo, o qual possui um tesouro escondido, pois, como nos diz São Paulo, o corpo humano é o templo do Espírito Santo de Deus (cf. I Cor 6,19). E ele só pode ficar cheio de ódio por obra do diabo que, por atitudes e pensamentos amargos, consegue se infiltrar no ser humano. Descoberto o tesouro escondido em nós, conseguimos nos livrar do seu poder. Aliás, é só pelo poder do nome de Jesus que este ódio será expulso e acontecerá a plenificação do Reino em nós. Ficamos mais alegres e felizes quando sentimos as primeiras demonstrações do amor de Deus em nós, percebemos também que o dom da misericórdia acompanha a nossa caminhada e as nossas ações. Então, tornamo-nos pessoas mais compreensivas, mais amorosas e mais comunicativas. Não se esqueça de que conversão exige fé. Esta, por sua vez, exige a adesão ao Evangelho. Assim começa o Reino de Deus, conforme Jesus anunciou e nos mandou seguir: “O Reino de Deus já está no meio de vós e eu vim a este mundo para instaurá-lo” (cf. Lc 17,21 e Mc 1,38). Só que Ele está escondido. É preciso descobri-Lo e, uma vez descoberto, nos convertermos a ele conforme a exigência de Jesus: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15). Para seguir a conversão, segundo o plano que Jesus traça, é preciso deixar tudo e abraçar essa vida nova que Ele chama de “tesouro” ou “pérola”. Pensemos, por exemplo, no amor à verdade, na prática da humildade, na caridade que se deve ter para com o próximo. Tudo isso é a “pérola” que encontramos no ensinamento de Cristo. Esse ensinamento é radical. A conversão nos orienta para os valores eternos sem nos esquecermos dos valores terrenos. Portanto, a pessoa convertida é mais gente, porque valoriza o que possui de humano em vista do divino. Você já sente as primícias do Reino de Deus? Você já tem vislumbrado a pérola e o tesouro que há no seu coração? Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

5 – O REINO DO CÉU É COMPARÁVEL A UM REI QUE PREPAROU UM BANQUETE NUPCIAL PARA O SEU FILHO

Nos Seus desígnios misteriosos, o Pai tinha preparado uma esposa para o Seu Filho único e tinha-lha apresentado sob as imagens da profecia. […] Moisés escreveu no seu livro que «o homem deixará o pai e a mãe, para se unir à sua mulher; e os dois serão uma só carne» (Gn 2,24). O profeta Moisés falou-nos nesses termos do homem e da mulher para anunciar Cristo e a Sua Igreja. Com olhar agudo de profeta, viu Cristo tornar-Se um com a Igreja, graças ao mistério da água: viu Cristo atrair a Si a Igreja desde o seio virginal, e a Igreja atrair a si a Cristo na água do baptismo. O Esposo e a Esposa ficaram assim inteiramente unidos duma maneira mística; foi por isso que Moisés, com a face velada (Ex 34,33), contemplou Cristo e a Igreja: a um chamou «homem» à outra «mulher», para evitar mostrar aos hebreus a realidade em toda a sua clareza. […] O véu ainda cobriria esse mistério durante algum tempo: ninguém conhecia o significado dessa grande imagem; ignorava-se o que ela representava. Depois da celebração das núpcias, veio Paulo. Viu o véu que cobria todo esse esplendor, e levantou-o, para revelar Cristo e Sua Esposa ao mundo inteiro. Mostrou que era mesmo a eles que Moisés tinha descrito na sua visão profética. Exultando de divina alegria, o apóstolo proclamou: «Grande é este mistério» (Ef 5,32). Revelou o que representava essa imagem velada a que o profeta chamava homem e mulher: «Eu interpreto-o como sendo Cristo e a Igreja; […] serão os dois uma só carne» (cf Ef 5,31).

6 – JÁ PREPAREI O BANQUETE, OS BOIS E OS ANIMAIS CEVADOS JÁ FORAM ABATIDOS E TUDO ESTÁ PRONTO. VINDE PARA A FESTA!

Hoje, a parábola evangélica nos fala do banquete do Reino. É uma figura recorrente na predicação de Jesus. Trata-se dessa festa de casamento que acontecerá ao final dos tempos e que será a união de Jesus com a sua Igreja. Ela é a esposa de Cristo que caminha pelo mundo, mas que vai se unir finalmente ao seu Amado para sempre. Deus Padre tem preparado essa festa e quer que todos os homens assistam a ela. Por isso diz a todos os homens: «Vinde para a festa!» (Mt 22,4). A parábola, no entanto, tem um desenvolvimento trágico, pois muitos, «não deram a menor atenção: um foi para seu campo, outro para seus negócios… » (Mt 22,5). Por isso, a misericórdia de Deus vai se dirigindo a pessoas cada vez mais distantes. É como um noivo que vai se casar e convida a seus familiares e amigos, mas eles não querem assistir; chama depois a conhecidos e colegas de trabalho e vizinhos, mas todos dão desculpas; finalmente convida qualquer pessoa que encontra, pois tem preparado um banquete e quer que hajam convidados na mesa. Algo parecido acontece com Deus. Mas também, os diferentes personagens que aparecem na parábola podem ser imagem dos estados da nossa alma. Pela graça batismal somos amigos de Deus e coerdeiros com Cristo: temos um lugar reservado no banquete. Se esquecermos nossa condição de filhos, Deus passa a nos tratar como conhecidos, mas continua nos convidando. Se deixarmos morrer em nós a graça, convertemo-nos em gente do caminho, transeuntes sem oficio nem beneficio sob as coisas do Reino. Mas Deus segue chamando. A chamada chega a qualquer momento. É por convite. Ninguém tem direito. É Deus quem presta atenção em nós e diz: «Vinde para a festa!». E o convite há de ser aceito com palavras e fatos. Por isso aquele convidado mal vestido é expulso: «Meu caro, como entraste aqui sem o traje de festa?» (Mt 22,12).

7 – O REINO DOS CÉUS É COMO UM TESOURO

Somos um povo peregrino, que não satisfaz com as coisas materiais, por isto busca no Senhor, o acalento da alma! Ouvimos falar de um Reino, de um Reino de justiça, de amor e de paz e queremos fazer parte deste Reino! Reino, que imaginamos estar distante, num lugar diferente deste mundo, que a cada dia, vai perdendo de vista o maravilhoso horizonte da paz, do amor, que une os povos! Quando ouvimos Jesus dizer, que o Reino de Deus está próximo, em vez de nos alegrarmos, ficamos apreensivos, pois imaginamos um Reino após a morte. Ainda não temos uma compreensão suficiente, para entender, que o Reino de Deus, é construído aqui na terra! É Jesus que nos fala deste Reino, analisar a Sua palavra, dentro da nossa lógica, é estar longe de compreender a importância do Reino, pois a palavra de Deus é palavra de vida eterna que só pode ser compreendida, à luz da fé. O Reino dos Céus, implantado por Jesus aqui na terra, é uma oferta do amor do Pai, a toda humanidade! Fazer parte deste Reino, é tornamos operários nas mãos do Senhor, é compreender que este Reino não está pronto, que é uma eterna construção e que começa a partir da nossa entrega ao projeto do Pai, revelado por Jesus! O Reino dos céus, é algo que vamos construindo aos poucos, procurando envolver todos nesta construção, os jovens, as crianças, os adultos, idosos, todos os seres humanos, de todas as raças, línguas e nações: Um Reino de todos e para todos! A nossa adesão á proposta de Jesus, deve ser radical, do contrário, ficaremos às margens, não faremos parte do Seu Reino. Jesus nos revelou a face humana do Pai, socorrendo os pobres, os marginalizados, libertando os oprimidos, realimentando as esperanças do povo. Em Jesus, a imensidão do amor de Deus se concretizou! A melhor resposta, que podemos dar a Deus por tão grande amor, é amando o outro! Encontrar o Reino de Deus, é nascer de Novo, é morrer para o pecado, é enxergar o outro, com o olhar de Jesus! Jesus continua a nos falar do Seu Reino, e quando absorvemos os seus ensinamentos, ocorre uma mudança radical em nossa vida! A partir da nossa experiência com Jesus, mudamos o nosso comportamento, passamos a agir como Ele agia! No evangelho de hoje, Jesus nos chama a atenção para o supremo valor que devemos dar à salvação: a vida nova que Deus nos oferece, esta vida, não pode ser sacrificada por nenhum outro valor humano, ou material. É nesta vida nova, que se encontra o grande tesouro para a nossa vivencia cristã. Aderir ao Reino de Deus, é viver no mundo, sem ser do mundo! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

8 – A HORA DA FESTA…

Quem é que tem coragem de recusar a um convite para uma festança, feito por uma pessoa muito especial? O churrasco já está no ponto, o chope geladinho e esperando para ser bombado para o copo, a comida especial, regada a iguarias já está nas panelas, cheirando a gostoso, a um canto uma mesinha com aquelas batidas deliciosas, e ainda mais, uma banda musical de primeira já está no palco, a espera da plateia… e como se não bastasse tudo isso, lá pelas tantas vai rolar um bailão que promete varar noite a dentro, e de madrugada será servido um café colonial. “Se perder uma festa assim, vou chorar três dias sem parar” dizia um amigo, naqueles tempos em que a gente dava uma de penetra… e depois se mandava de fininho na hora que a bendita gravata do noivo vinha vindo… Deus preparou algo de maravilhoso para o ser humano, algo que os olhos jamais contemplaram como nos diz o apóstolo Paulo, nada há neste mundo que possa corresponder à beleza dessa vida plena em Deus. E tudo começou com a encarnação de Jesus Cristo a festança já começou aí… e teve alguns que não entenderam. E olhe que Deus não guardou segredo da surpresa que queria fazer á humanidade, desde o tempo mais antigo já vinha anunciando, dando sinais de que esse tempo chegaria. Os convidados especiais reagiram da pior maneira possível, porque tem mais essa ainda, no começo a Festa não era para todos, só para os privilegiados de Israel, eles foram os primeiros a quem Deus manifestou o seu amor, isso é inegável! Mas quem diria, no tempo das promessas até que acreditaram, apesar dos percalços, mas quando chegou o tempo da feliz realização, quando a festa iria começar prá valer, uns foram trabalhar no campo, outros foram negociar, e outros mais estressados agrediram os servos e os mataram… E quem pensou que o Dono da Festa ia cancelar tudo, se enganou, se os “bacanas” e os “bonitões” não deram a mínima, o Senhor mandou abrir os portões da sua casa e convidou a todos os que estavam parados pelas esquinas, o convite continua sendo especial, mas agora, basta que o convidado aceite: “Por favor, venham na minha casa comer, beber, dançar, ouvir músicas e se divertir até o amanhecer, tem muita comida e bebida, quero que todos participem da minha alegria, pois meu Filho celebra suas núpcias… Bom, os novos convidados atenderam rapidinho esse convite tão bom, parecia aquelas liquidação das grandes lojas, o povão invadiu mesmo, e a sala do banquete ficou lotada. Até aqui tudo bem, mas daí no versículo final parece que baixou o mau humor no Patrão, ele flagrou um sujeito que não estava vestido com a veste nupcial, e não só botou o cara prá correr como ainda mandou amarrar o coitado e jogá-lo lá fora na escuridão… E o evangelho conclui, “muitos são os chamados, mas poucos os escolhidos” Que negócio é esse? Se o coitado foi convidado em uma esquina, claro que estava vestido meio de qualquer jeito, ninguém falou que os convidados tinham de vestir alguma roupa especial… E parece que o evangelho termina sem graça… Com um final não muito feliz, pelo menos para o sujeito que não estava com a roupa adequada… Bom; aqui vamos esquecer-nos do sentido literal do texto e da história da Festa, isso é só um modo das comunidades de Mateus refletirem que em Jesus Cristo, Deus chama a todos os homens, sem nenhuma distinção, para virem participar com ele, de uma vida em comunhão, que já começa nessa vida, e que um dia chegará a sua plenitude…Tentar viver uma forma de Cristianismo. que não tenha a Jesus Cristo e seu evangelho, como referência de vida, é dar uma de “bicão” nessa Festa, São Paulo em sua teologia Batismal, chama isso de “REVESTIR-SE do homem novo, revestir-se de Cristo, e sem essa roupa nova que nos transforma em outro Cristo, e que nos configura totalmente a ele, seu jeito de pensar e seu modo de agir, seremos sempre “Penetras” no Reino, e corremos o risco de ficar de fora, justo no melhor da Festa…

9 – O REINO DOS CÉUS É O MAIOR TESOURO

O evangelista Mateus volta para sua comunidade à reflexão a cerca do reino dos céus. Para justificar a prática da justiça sobre as práticas maléficas que destroem a comunidade Mateus compara o reino dos céus com o achado de um tesouro ou do comprador de pérolas. Ambos são maravilhosos e de grande valia. Assim deve ser o reino dos céus para o homem: cheio de alegria, ternura e uma vontade de ter para si toda a beleza do encanto. Porém, o reino é belo para quem o procura, mas não deve escondê-lo na intenção de usufruir individualmente. A beleza do reino deve ser colocada em evidência para que todos possam enxergá-lo e participar das entranhas que as conceberam o reino. Acontece que algo pode atrapalhar a procura do reino. O tesouro poderá permanecer escondido caso a injustiça paira sobre a prática do homem. Não poderá ser possível conceber a grandeza do mundo em igualdade e feliz para todos se as mazelas sociais insistirem em fazer parte da sociedade. Enquanto o ”homem ser o lobo do homem”, destruir a essência da humanidade com intuito do proveito próprio, de prevalecer sobre o outro, de mascarar os pequenos e de elevar o ego a partir do princípio da pujança econômica, o reino dos céus não aparecerá. Será preciso mudar de vida e acreditar na comunidade e nas práticas do bem e da justiça. Foi bem isso que Mateus propôs para sua comunidade. Exemplificando para todos nas parábolas de Jesus à multidão. Jesus falava para todos com facilidade e seu exemplo demonstrava um seguimento reto e cheio de misericórdia. Dessa forma todos compreendiam. Aproveitando a lição de Jesus à multidão Mateus cobrava de seu povo prática maleável de concórdia. Seu povo precisava voltar para a unidade entre todos, pois assim viveriam em paz. O resultado seria o reino dos céus seu maior tesouro. Para o homem de hoje que vive a procura de pérolas e de tesouro o reino dos céus passa a não ter sentido. Os encantos da fé e o paraíso dos céus passaram a ser como história de carochinha. Não acredita mais, ou passa a ser uma estória de criança. O homem de hoje perdeu a sensibilidade para as coisas dos céus. Não compraz sentimento de amor, fé, respeito, solidariedade, comprometimento, igualdade e felicidade. O homem de hoje tornou insensível para as coisas do Alto. Colocou em seu coração toda a maldade televisiva, a maldade da corrupção, a maldade da destruição, em troca do apego aos bens da vida mundana. Enfim, o homem de hoje se esqueceu de Deus momentaneamente. Claro que tem exceções. Quando afirmo ao homem estou referindo à natureza humana. Nem todo o cristão esqueceu-se de Deus. Mas o homem sim. Perdeu a sensatez da ação do Espírito Santo em sua vida. Portanto, o maior tesouro é o reino dos céus e para tê-lo em mãos é necessário enxergar com os olhos da simplicidade e da justiça, mas lembre-se de apresentar aos outros irmãos que ainda não encontraram a beleza da vida. Que assim seja, amém!

10 – QUEM SERÁ SALVO?

Bom dia! Gostaria de começar recordando que ontem lancei uma pergunta partindo do dialogo de Jesus com o Jovem rico: O que falta ainda? O evangelho de ontem e o de hoje nos convidam à autoanálise. O de hoje enfatiza o de ontem por ser uma continuação natural do dialogo de Jesus com seus discípulos. Reparem que Pedro fica inquieto com a fala de Jesus. A palavra o faz vibrar, se incomodar, (…). Talvez um misto de medo e desconfiança: “Será que até nós, seus discípulos, não seremos salvos”? Essa pergunta poderia pairar por seus pensamentos tranquilamente. Não conheciam ou concebiam plenamente a natureza divina de Jesus. O posicionamento do Senhor me lembra uma frase de Dom Bosco que, dentre outras técnicas pedagógicas, dizia que existe uma corda que vibra dentro de cada um, bastando apenas que a encontremos. Jesus conseguia fazer isso com muita maestria. Ele tocava em aspectos especiais que por vezes queremos esconder. Não dá pra ocultar um elefante num gramado de futebol. Talvez essa seja a forma que tentamos esconder nossas mazelas e imperfeições (elefantes) dos olhos atentos do Senhor. De tempos em tempos Ele também nos faz vibrar, ou seja, refletir. Essas situações nos mantém atento, pois não estamos prontos e tão pouco acabados. Quanto mais erros temos, mais devemos apresentá-los sem receios a Deus. É rolando na areia que o passarinho retira os parasitas que vivem entranhados na sua penugem. Não é fugindo, se escondendo das correções que irei crescer. Tai a importância de se viver em comunidade. O irmão que cresce a nosso lado, por mais difícil que seja colabora para nosso crescimento através de seus comentários e criticas. As criticas mais duras, por mais que nos abalem no primeiro momento, nos despertam para a vigilância, o zelo e a construções mais minuciosas. “(…) Meu filho, se me ouvires com atenção, serás instruído; se submeteres o teu espírito, tornar-te-ás sábio. Se me deres ouvido, receberás a doutrina. Se gostares de ouvir, adquirirás a sabedoria. Permanece na companhia dos doutos anciãos, une-te de coração à sua sabedoria, a fim de que possas ouvir o que dizem de Deus, e não te escapem suas louváveis máximas“. (Eclesiástico 6, 33-35) Aprendemos a fugir das correções. Não podemos fazer isso. Quem coordena, está a frente, lidera, (…) deve aprender a ouvir por mais que lhe pareça absurdo o que é dito. Talvez até seja, mas precisamos estar atentos, pois após a tempestade, alguma brisa leve, um vento impetuoso, pode soprar daquela discussão que suscite o que realmente Deus deseja. Temos irmãos e irmãs que sucumbiram na tristeza como o jovem rico por não querer ouvir. Ministérios de música, pregadores, padres, religiosos que odeiam ser repreendidos justificando que o padre, a liturgia, o coordenador do CPC, (…) é que esta “cortando a ação do Espírito Santo”. Muitos desses alegam que a igreja sofre pelas podas que recebem, mas na verdade, esses irmãos “manés” apenas aumentam o capim em volta dos seus elefantes. Tem que arrumar um culpado desde que não tenha que assumir a sua própria culpa! (hunf!) Ai entra a autoanálise do evangelho: E EU? Vi recentemente um padre sendo preso no Paraná porque estava alcoolizado. Talvez Jesus tenha dito a Ele no silencio de sua cela “(…) aquele que, por causa de mim e do evangelho, deixar casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos ou terras, receberá muito mais, ainda nesta vida. Receberá cem vezes mais casas, irmãos, irmãs, mães, filhos, terras e também perseguições. E no futuro receberá a vida eterna”. Portanto Levante! Exponha a Deus o seu elefante e peça a força para continuar. Um imenso abraço fraterno.

11 – VOCÊ DEMONSTRA AO MUNDO QUE O REINO DE DEUS ESTÁ NO SEU CORAÇÃO?

Neste Evangelho Jesus nos revela duas características da vivência do reino dos céus aqui na terra. Na primeira parábola, o reino dos céus é comparado a um tesouro escondido no campo e que é encontrado por um homem. Na segunda parábola, o reino dos céus é comparado a um comprador que procura pérolas precisas e encontra uma de grande valor. Podemos perceber, então, que o reino dos céus pode ser encontrado sem que o procuremos e é achado quando o buscamos. Nas duas realidades, porém, os seus personagens só se apossam da descoberta, depois que vendem todos os seus bens. O tesouro e a pérola constituem a vivência do reino dos céus desde já, aqui na terra. O reino dos céus está escondido no campo do nosso coração e, de acordo com o projeto de Deus para a nossa vida, podemos reconhecê-lo enquanto caminhamos ou encontra-lo porque o buscamos. No entanto, há um momento de discernimentos e desapego para que nós possamos verdadeiramente vivenciar o reino dos céus. Dependendo de cada um, muitas vezes precisamos vender o que possuímos da mentalidade do mundo, optar por algumas realidades que não condiz com os ensinamentos de Jesus, enfim, nos desapegarmos de tudo o que é empecilho para a sua vivencia. Por isso, a conquista do reino de Deus é como o processo de conversão de mudança e transformação firme e gradual que vai se manifestando por meio do nosso modo de ser e de agir. Quando nós descobrimos que dentro de nós há a riqueza do reino de Deus, do amor do céu, aos pouquinhos nós vamos substituindo o que há em nós, as coisas que nos prendem na vida e são nossas inimigas, e vamos nos apossando da riqueza que gera, amor, paz, alegria, consolo, fortaleza, mansidão, compreensão, esperança, vitória, felicidade, mesmo no meio das dificuldades. Reflita – Você já sente em as primícias do reino de Deus? – Você ainda continua procurando “pérolas preciosas” para comprar ou já encontrou este tesouro? – O que você tem feito com esse tesouro? O que existe em você que se compara à pérola preciosa? – Qual é a percepção do reino dos céus em você? – Você demonstra ao mundo que o reino de Deus está no seu coração? Amém! Abraço carinhoso!

12 – ELE VENDE TODOS OS SEUS BENS E COMPRA AQUELE CAMPO

Mateus gosta de contar parábolas. Algumas delas falam das características do reinado de Deus, que Mateus também chama Reino dos Céus. O reinado de Deus não é uma imposição, mas uma descoberta, como quem encontra a pedra preciosa. Claro que é exigente e traz insegurança, porque exige procura e é preciso desfazer-se de tudo, mas o resultado é compensador. Traz uma felicidade indescritível. O reinado de Deus é fruto de um compromisso e do esforço da vontade, por um lado, mas também, e acima de tudo, do entusiasmo, da alegria de ter descoberto o valor maior que dá sentido à vida. Se esta descoberta exige renúncia, é também uma forma de libertar-se para o serviço gratuito e solidário à vida; por ele é possível entrar em comunhão com Jesus e com Deus-Pai, no amor. Lembramos aqui muitos santos ou mártires do povo que deram exemplo de renúncia aos bens terrenos para consagrar-se à vida religiosa ou que deram sua vida pela sua dedicação à causa dos pobres, excluídos e oprimidos, tais como Santa Rosa de Lima, cuja festa hoje celebramos. A proposta de Jesus é clara: quem descobre o valor absoluto do reino, não perde em sacrificar tudo para garantir o tesouro. Seu preço nunca será alto demais. A proposta de Jesus não é uma apologia ao sofrimento, mas uma forma de dizer que, mesmo que haja sofrimentos na vida, a alegria de encontrar o caminho e o tesouro são incomparavelmente maiores. Vale a pena lutar por esses valores. Vale a pena mudar as certezas provisórias de hoje pelas certezas definitivas do amanhã. Quem encontrou o sentido da vida têm coragem de arriscar tudo para tentar construir um mundo de justiça, fraternidade e solidariedade entre os seres humanos. Assim é que se descobre o maior tesouro: a felicidade.

13 – VOCÊ TEM VISLUMBRADO A PÉROLA QUE HÁ NO SEU CORAÇÃO?

Assim como, dentro de nós, estão os sentimentos ruins e negativos, também é dentro de nós que o Reino dos Céus acontece. Ele é como um tesouro que está escondido dentro do nosso coração, no meio do campo da nossa humanidade; ou uma pérola preciosa que é buscada por nós e precisa ser encontrada. Quando descobrimos a riqueza do Reino de Deus, do amor do Céu, aos poucos vamos substituindo o que estava em nós – as outras coisas que nos prendiam na vida e que são nossas inimigas – e vamos nos apossando da riqueza que gera amor, paz, alegria, fortaleza, esperança, vitória e felicidade mesmo no meio das dificuldades. É o que significa “vender tudo o que se tem e, com alegria, comprar o campo”. Esse “campo” é o nosso corpo, o qual possui um tesouro escondido, pois, como nos diz São Paulo, o corpo humano é o templo do Espírito Santo de Deus (cf. I Cor 6,19). E ele só pode ficar cheio de ódio por obra do diabo que, por atitudes e pensamentos amargos, consegue se infiltrar no ser humano. Descoberto o tesouro escondido em nós, conseguimos nos livrar do seu poder. Aliás, é só pelo poder do nome de Jesus que este ódio será expulso e acontecerá a plenificação do Reino em nós. Ficamos mais alegres e felizes quando sentimos as primeiras demonstrações do amor de Deus em nós, percebemos também que o dom da misericórdia acompanha a nossa caminhada e as nossas ações. Então, tornamo-nos pessoas mais compreensivas, mais amorosas e mais comunicativas. Não se esqueça de que conversão exige fé. Esta, por sua vez, exige a adesão ao Evangelho. Assim começa o Reino de Deus, conforme Jesus anunciou e nos mandou seguir: “O Reino de Deus já está no meio de vós e eu vim a este mundo para instaurá-lo” (cf. Lc 17,21 e Mc 1,38). Só que Ele está escondido. É preciso descobri-Lo e, uma vez descoberto, nos convertermos a ele conforme a exigência de Jesus: “Convertei-vos e crede no Evangelho” (Mc 1,15). Para seguir a conversão, segundo o plano que Jesus traça, é preciso deixar tudo e abraçar essa vida nova que Ele chama de “tesouro” ou “pérola”. Pensemos, por exemplo, no amor à verdade, na prática da humildade, na caridade que se deve ter para com o próximo. Tudo isso é a “pérola” que encontramos no ensinamento de Cristo. Esse ensinamento é radical. A conversão nos orienta para os valores eternos sem nos esquecermos dos valores terrenos. Portanto, a pessoa convertida é mais gente, porque valoriza o que possui de humano em vista do divino. Você já sente as primícias do Reino de Deus? Você já tem vislumbrado a pérola e o tesouro que há no seu coração? Quais são os sentimentos que você guarda no seu coração?

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Isabel Flores (Peru, 1586-1617), chamada Rosa em virtude de sua beleza, é a primeira santa do continente americano. Modelo de penitência e de oração, viveu a simplicidade da vida laical na Terceira Ordem Dominicana. Na serenidade em meio às muitas provações, imitou Cristo pobre e crucificado.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos diz que a maior honra é gloriar-se no Senhor e nos garante que o maior tesouro que podemos buscar é o reino dos céus.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Ficai em meu amor, assim fala o Senhor; quem em mim permanece e no qual permaneço, esse dá muito fruto! (Jo 15,9.5)

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Alegremo-nos todos no Senhor, celebrando este dia festivo em honra da virgem santa Rosa de Lima. Conosco alegram-se os anjos e glorificam o Filho de Deus.

Antífona da comunhão

Considero perda todas as coisas, comparadas com o valor insuperável do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor. Por ele tudo desprezei e considero lixo a fim de ganhar a Cristo e estar com ele (Fl 3,8s).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que inspirastes santa Rosa de Lima, inflamada de amor, a deixar o mundo, a servir os pobres e a viver em austera penitência, concedei-nos, por sua intercessão, seguir na terra os vossos caminhos e gozar no céu as vossas delícias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Lembrai-vos, Senhor, da vossa Igreja.

— Por intercessão das santas mártires, concedei, Senhor, à vossa Igreja fortaleza nas provações.
— Por intercessão das santas casadas, concedei à vossa Igreja fecundidade apostólica.
— Por intercessão das santas viúvas, concedei à vossa Igreja manifestar ao mundo vossa caridade.
— Por intercessão das santas mães, concedei à vossa Igreja transmitir a vida divina e a salvação.
— Por intercessão das santas mulheres, concedei à vossa Igreja acolher com carinho as mulheres.

Oração sobre as oferendas

Ó Pai celeste, recebei os dons que vos apresentamos ao celebrar a festa da virgem santa Rosa de Lima e, por este sacrifício, concedei que a nossa vida, como oferenda permanente, seja agradável aos vossos olhos. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Senhor, nosso Deus, pela participação no Corpo e no Sangue do vosso Filho, concedei-nos apreciar de tal modo os bens que perecem, que, a exemplo de santa Rosa Lima, cresçamos na caridade e alcancemos os bens eternos. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

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FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”.

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O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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