LDP: 25/AGO/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

25/AGO/2012 (sábado)

LEITURAS

Leitura da profecia de Ezequiel 43,1-7 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Proféticos)

1 O homem conduziu-me até a porta da casa do Senhor que dá para o nascente, 2 e eu vi a glória do Deus de Israel, vinda do oriente; um ruído a acompanhava, semelhante ao ruído de águas caudalosas, e a terra brilhava com a sua glória. 3 A visão era idêntica à visão que tive quando ele veio destruir a cidade, bem como à visão que tive junto ao rio Cobar; e eu caí com o rosto no chão. 4 A glória do Senhor entrou no Templo pela porta que dá para o nascente. 5 Então o espírito raptou-me e me levou para dentro do pátio interno e eu vi que o Templo ficou cheio da glória do Senhor. 6 Ouvi alguém falando-me de dentro do Templo, enquanto o homem esteve de pé junto a mim. 7a Ele me disse: “Filho do homem, este é o lugar do meu trono, é o lugar em que coloco a planta dos meus pés, o lugar onde habitarei para sempre no meio dos israelitas”.

Proclamação do Salmo 84(85),9ab-10.11-12.13-14 (R. Cf 10b) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 10b A glória do Senhor habitará em nossa terra.
— 9a Quero ouvir o que o Senhor irá falar: 9b é a paz que ele vai anunciar; 10 Está perto a salvação dos que o temem, e a glória habitará em nossa terra.
— 11 A verdade e o amor se encontrarão, a justiça e a paz se abraçarão; 12 da terra brotará a fidelidade, e a justiça olhará dos altos céus.
— 13 O Senhor nos dará tudo o que é bom, e a nossa terra nos dará suas colheitas; 14 a justiça andará na sua frente e a salvação há de seguir os passos seus.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23,1-12 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 1 Jesus falou às multidões e aos seus discípulos: 2 “Os mestres da Lei e os fariseus têm autoridade para interpretar a Lei de Moisés. 3 Por isso, deveis fazer e observar tudo o que eles dizem. Mas não imiteis suas ações! Pois eles falam e não praticam. 4 Amarram pesados fardos e os colocam nos ombros dos outros, mas eles mesmos não estão dispostos a movê-los, nem sequer com um dedo. 5 Fazem todas as suas ações só para serem vistos pelos outros. Eles usam faixas largas, com trechos da Escritura, na testa e nos braços, e põem na roupa longas franjas. 6 Gostam de lugar de honra nos banquetes e dos primeiros lugares nas sinagogas. 7 Gostam de ser cumprimentados nas praças públicas e de serem chamados de Mestre. 8 Quanto a vós, nunca vos deixeis chamar de Mestre, pois um só é vosso Mestre e todos vós sois irmãos. 9 Na terra, não chameis a ninguém de pai, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. 10 Não deixeis que vos chamem de guias, pois um só é o vosso Guia, Cristo. 11 Pelo contrário, o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. 12 Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.

… Eu sou o CAMINHO …

O que a Palavra diz para mim? Considero, como refletem os bispos na Conferência de Aparecida, Jesus como único Mestre que tem palavras de vida eterna: “O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei…), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas.” (DAp 131).

… a VERDADE …

O que a Palavra diz? Leio com atenção, na Bíblia, o texto de hoje em Mt 23,1-12. Jesus se apresenta como um Mestre diferente. A maior preocupação do bem-aventurado Tiago Alberione sempre foi levar todos a Cristo: “A Família Paulina tem uma só espiritualidade: viver integralmente o Evangelho, seguir o Divino Mestre Caminho, Verdade e Vida. Esta espiritualidade ele assim definiu: “viver ‘em Cristo’, santificando: a mente, porque ele é a Verdade; a vontade, porque ele é o Caminho; o coração, porque ele é a Vida”.

… e a VIDA …

Pai, reveste-me de humildade e simplicidade, para que eu seja disponível para servir o meu próximo, na mais pura gratuidade.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Vou vivenciar o meu ser discípulo de Jesus Mestre com a fraternidade. E colocarei no centro de todas as minhas «referências» Jesus Mestre.

REFLEXÕES:

1 – FRATERNIDADE E SERVIÇO HUMILDE

Mateus apresenta um longo discurso de Jesus como denúncia da prática equivocada dos escribas e fariseus “depois” de várias narrativas de conflitos com estes chefes religiosos. Com este discurso, Mateus faz uma advertência às suas comunidades, formadas por discípulos oriundos do judaísmo que ainda se mantinham apegados à sua antiga doutrina. Os escribas e fariseus não devem ser modelos. Que ninguém pretenda ser “rabi”, “pai”, “guia” (títulos de autoridade e superioridade). A comunidade deve ser marcada pela fraternidade e pelo serviço humilde, excluindo-se qualquer aspiração a privilégios ou poder.

2 – UM SÓ MESTRE

Dois elementos são importantes para nós a partir da leitura do Evangelho de hoje. O primeiro é que nenhum ser humano pode ser para nós modelo absoluto para a vivência do Evangelho, uma vez que todas as pessoas são pecadoras. O segundo é que não podemos fazer da religião forma de relação de poder e de promoção pessoal. As distinções que existem na vida religiosa devem ser de cargos e funções, porque existem ministérios diferentes, mas todos na Igreja têm uma dignidade igual: a de filhos e filhas de Deus. Mesmo dentro da Igreja, a hierarquia só pode ser concebida à luz do Evangelho e a partir do conceito de serviço.

3 – PRECAVER-SE CONTRA OS MAUS EXEMPLOS

Uma das preocupações de Jesus foi a de precaver seus discípulos contra o mau exemplo dos mestres da Lei e dos fariseus. Essa gente tinha lugar de destaque no contexto religioso da época. E os discípulos de Jesus corriam o risco de assimilar seu modo de proceder e acabar por introduzi-lo na comunidade. A justiça do Reino não era compatível com certas atitudes dos mestres da Lei e dos fariseus. A severidade com que interpretavam a Lei para os demais e a benignidade com que a entendiam para si mesmos era condenável. A preocupação com exterioridades e a busca desregrada de reconhecimento público eram incompatíveis com a condição de discípulo do Reino. Exigia-se, pois, do discípulo uma atenção continuada diante desses comportamentos. A proposta de Jesus ia no sentido oposto. A superioridade deveria dar lugar à fraternidade. Ninguém é maior do que ninguém, porque todos são filhos do mesmo Pai, que coloca todos em pé de igualdade. A pretensão de se tornar guia e líder dos demais deveria dar lugar ao espírito de serviço e de disponibilidade para ajudar os outros. Quem se arroga a condição de chefe está, em última análise, pretendendo usurpar o lugar de Cristo, único guia da comunidade dos discípulos. Seu castigo consistirá em ser abaixado, ao comparecer diante do Pai, o único Senhor e digno de ser honrado.

4 – NOSSAS OBRAS DIRÃO AQUILO QUE NÓS SOMOS

No Evangelho, Jesus censura impiedosamente os escribas e os fariseus – homens responsáveis pelo ensino da Escritura e da Lei – porque eram hipócritas. Arrogavam-se em “mestres” tal como Moisés, para impor medidas pesadas aos outros, que eles nunca cumpriam. Mas fingiam ser bons cumpridores da Lei e, para tal, metiam algumas palavras essenciais dessa Lei em pequenos estojos, que colocavam no braço esquerdo ou na fronte – as chamadas “filactérias” (tiras de pergaminho em que os Hebreus escreviam alguns passos do Deuteronômio, do Êxodo e fragmentos da Lei, e que guardavam em pequenas caixas, sobre a testa ou no braço esquerdo) – e alargavam as pontas dos mantos, que punham nos ombros para fazerem oração, com bordas muito compridas, por motivos de vaidade. Jesus critica, violentamente, a sua pretensão à posse exclusiva da verdade, a sua incoerência, o seu exibicionismo, a sua insensibilidade ao amor e à misericórdia. Este texto é um convite a mim e a você, a todos nós, para que não deixemos que atitudes semelhantes se introduzam na minha e na sua família e destruam a fraternidade, fundamento da comunidade. Jesus nos fala para fazer e observar tudo o que os mestres da Lei e os fariseus dizem, pois eles têm bastante conhecimento da Palavra de Deus e falam com propriedade sobre o que deve ser feito de acordo com a vontade do Pai. Mas Jesus conhece o coração de cada pessoa e, com coerência, nos pede que sigamos os ensinamentos deles, mas que não imitemos as suas atitudes, pois ensinamentos e atitudes se contradizem. Quando ouvirmos alguém nos falando o que deve ser feito de bom, não devemos deixar de fazê-lo só porque quem falou não tem “moral” ou “credibilidade” sobre determinada atitude. “Olhando pelo lado de quem fala…” Proferir este famoso ditado cai muito bem em diversas situações onde queremos nos livrar da responsabilidade sobre o que falamos. É muito fácil dizer aos outros o que fazer e de que forma fazer; mostrar os erros cometidos mesmo quando eles estão presentes em nós mesmos. O interessante é que sempre falamos com propriedade, pois sabemos realmente que essa ou aquela situação são erradas e que devemos agir de um modo diferente. Entretanto, nós não corrigimos a nós mesmos. E dar testemunho do que falamos torna-se difícil. Quando estamos servindo a Deus é necessário darmos testemunhos fiéis de nossas palavras, para que as pessoas que nos seguem se reflitam no nosso modo de agir, já que “uma atitude vale mais que mil palavras”. Se você diz ao seu filho: “Não beba! Isto vai lhe fazer mal”. E, no dia seguinte, está com um copo de bebida na mão, seu filho não dará credibilidade ao que você falou, mas no exemplo que você deu! Ao ler o Evangelho de hoje nos lembramos logo do famoso ditado popular que diz: “Faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço”. É fundamental nos colocarmos naquilo que fazemos e não naquilo que dizemos. Até porque as nossas obras dirão aquilo que nós somos. “Se vos amardes uns aos outros o mundo vos reconhecerá que sois meus discípulos” – disse Jesus. Pessoas que “muito falam e pouco fazem” criam uma capa de ilusões. Fazem com que as outras pessoas pensem que ela é “o que diz ser” e que ela “faz o que diz fazer”. Mas, no fundo, esta pessoa é vazia por dentro. Pois não tem nada de verdadeiro na vida dela, tudo não passa de palavras soltas ao vento. Querem aparecer, serem reconhecidas publicamente, mas nem elas mesmas se conhecem. Desejam ser chamadas de “mestres” mas, nisto, Jesus nos adverte: não existe outro mestre, pai ou guia, que não seja o próprio Deus. Cristo também nos deixa uma mensagem que nos fará verdadeiramente importantes para Deus: “O maior dentre vós deve ser aquele que vos serve. Quem se exaltar será humilhado, e quem se humilhar será exaltado”.

5 – O MAIOR DE ENTRE VÓS SERÁ O VOSSO SERVO

Irmãos, a Escritura divina proclama-nos que «quem se exaltar será humilhado e quem se humilhar será exaltado» e com isso quer mostrar-nos que toda a exaltação é uma forma de orgulho. Assim prova o salmista, que dele se acautela quando diz: «Senhor, o meu coração não é orgulhoso, nem os meus olhos são altivos; não corro atrás de grandezas ou de coisas superiores a mim» (Sl 130,1). […] Daqui resulta, irmãos, que, se quisermos atingir o cume da suprema humildade e rapidamente chegar às alturas celestes aonde podemos subir pela humildade de vida terrena, temos de pôr de pé a escada que apareceu em sonhos a Jacob e trepar por ela com os nossos atos tal como ele viu «os anjos subir e descer» (Gn 28,12). Sem dúvida que este subir e este descer não têm para nós outro significado senão o de pela exaltação se descer e pela humildade se subir. Ora, aquela escada posta de pé mais não é do que a nossa vida neste mundo, que o Senhor levanta até ao céu sempre que se humilha o nosso coração. […] O primeiro degrau da humildade consiste em ter sempre presente no pensamento o temor de Deus e em nunca o esquecer, esforçando-nos por relembrar sempre tudo aquilo a que Deus mandou obedecer. […] Para estar vigilante contra a malícia dos seus pensamentos, o irmão deveras humilde há-de repetir sem parar no seu coração: «Tenho sido sincero para com Deus e guardei-me do pecado» (Sl 17,24). E quanto a seguirmos a nossa vontade própria, a Escritura no-lo impede ao dizer-nos: «Refreia os teus apetites» (Sir 18,30). É por essa razão que, no Pai Nosso, pedimos a Deus que a Sua vontade se faça em nós. […] «Os olhos do Senhor observam maus e bons; do céu o Senhor olha para os seres humanos, a ver se há alguém sensato, alguém que ainda procure a Deus» (Pr 15,3; Sl 13,2). […] Tendo subido todos os degraus da humildade, o monge depressa chegará ao amor de Deus, a esse amor que, tornado perfeito, afugenta todo o temor (1Jo 4,18); graças a ele, tudo aquilo que dantes cumpria a medo, agora levará a cabo sem custo algum, com toda a naturalidade e de modo habitual, […] por amor a Cristo, por hábito do bem e gosto da virtude. Tudo isso o Senhor de aí em diante Se dignará manifestar no Seu operário pelo Espírito Santo.

6 – QUEM SE EXALTAR SERÁ HUMILHADO, E QUEM SE HUMILHAR SERÁ EXALTADO

Hoje, Jesus Cristo chama-nos novamente à humildade, é um convite para situarmos no lugar certo, que nos pertence: «Quanto a vós, não vos façais chamar de ‘rabi’, (…). Não chameis a ninguém na terra de ‘pai’, pois um só é vosso Pai, aquele que está nos céus. Não deixeis que vos chamem de ‘guia’, pois um só é o vosso Guia, o Cristo» (Mt 23,8-10). Antes de nos apropriar de todos esses títulos, procuremos dar graças a Deus, por tudo o que temos e que recebemos dele. Como diz São Paulo, «Que tens que não tenhas recebido? Mas, se recebeste tudo que tens, por que, então, te glorias, como se não o tivesses recebido?» (I Cor 4,7). De maneira que, quando tenhamos consciência de ter agido corretamente, faremos bem em repetir: «Somos simples servos, fizemos o que devíamos fazer» (Lc 17,10). O homem moderno padece de uma lamentável amnésia: vivemos e agimos como se fôssemos, nós mesmos, os autores da vida e os criadores do mundo. Ao contrário disto, Aristóteles provoca admiração, ele quem na sua teologia natural — desconhecia o conceito de “criação” (noção conhecida naqueles tempos somente pela Divina Revelação), ao menos, tinha claro que este mundo dependia da Divindade (a “causa incausada”). João Paulo II chama-nos a conservar a memória da dívida que temos contraída com nosso Deus: «É preciso que o homem dê honra ao Criador, oferecendo-lhe, em ação de graças e louvores, tudo o que dele tem recebido. O homem não pode perder o sentido desta dívida, que somente Ele, dentre todas as outras realidades terrestres, pode reconhecer». Além do mais, pensando na vida sobrenatural, nossa colaboração — Ele não fará nada sem nossa autorização, sem nosso esforço! — consiste em não perturbar o trabalho do Espírito Santo: Deixar Deus fazer! Que a santidade não a “fabricamos” nós, mas Ele a outorga, Ele que é Mestre, Pai e Guia. Em todo caso, se acreditamos que somos e temos algo, esforcemo-nos em colocá-lo ao serviço dos outros: «o maior dentre vós deve ser aquele que vos serve» (Mt 23,11).

7 – A GRANDEZA DO DISCÍPULO, ESTÁ NO HUMILDE SERVIÇO AOS IRMÃOS!

A partir do nosso batismo, assumimos um compromisso muito sério com Jesus: anunciá-Lo ao outro! E para sermos fieis a este compromisso, precisamos primeiramente nos despir de toda aquilo que não condiz com o evangelho. O primeiro passo, de quem assume a missão de propagar as maravilhas do Reino de Deus, é buscar na humildade se assemelhar ao próprio Cristo, que mesmo tendo a sabedoria divina, se fez pequeno no meio dos pequenos! Na escola de Jesus ninguém é diplomado, pois somos eternos aprendizes! Jesus, enquanto caminhou aqui neste chão, nos ensinou com a vida, que a grandeza do discípulo que se faz missionário, não está em títulos e sim, no humilde serviço aos irmãos. Como único mestre de toda história, Ele serviu-se de meios humanos bem simples, para realizar as maravilhas de Deus no meio de nós, o que nos trás a certeza de que somente na simplicidade O levaremos ao outro! Como evangelizado e evangelizador estamos sempre ensinando e aprendendo, sem nunca esquecer que o foco de nossas atenções, não deve se voltar para nós e sim, para Aquele a quem anunciamos: Jesus! No evangelho de hoje, Jesus faz duras críticas aos líderes religiosos do passado, que mesmo tendo o conhecimento da palavra de Deus, viviam um contraste do que ensinavam. A hipocrisia, criticada por Jesus, é um mal bem antigo, mas que infelizmente ainda existe em nossas comunidades. Hipocrisia é um mal terrível, que afeta pessoas que poderiam aproveitar o seu saber para o bem, ao invés de transformá-lo em poder. Precisamos tomar consciência de que ser líder, não é nenhum privilégio e muito menos poder, ser líder, é missão, é serviço, é doação de vida! No evangelho, Jesus nos sugere o melhor remédio para nos livrar da vaidade, da alta suficiência, reconhecendo-O como sendo Ele o único Mestre! Jesus é o Mestre que não impõe, mas que propõe que se inclina humildemente aos pés dos discípulos, confirmando que veio para servir e não para ser servido. Aprendamos com Ele a viver na humildade, eliminando de vez, toda e qualquer tipo de vaidade que tanto atrapalha a vida de nossas comunidades. A riqueza de um grupo está na diversidade de dons colocados a serviço de um todo! Movimento frutuoso é aquele em que ninguém se destaca e que a palavra é partilhada. A função de coordenador de um movimento, ou pastoral, é tentadora para quem deseja ser incensado por todos! Mas, como portador e anunciador da palavra de Deus, não podemos deixar ser levado pela vaidade, pela alto suficiência. O nosso grupo não deve ser parecido com uma escola, em que nós somos os professores. Queremos ser incensado sim, mas pelo incenso da graça de Deus, que nos coloca no lugar de servidor e não de mestre, pois só um é nosso mestre: Jesus! Precisamos ter cuidado com a palavra que recebemos e com a palavra que entregamos e nunca esquecermos que o mais atraente discurso que proferimos, é a nossa própria vida configurada a Jesus! FIQUE NA PAZ DE JESUS!

8 – NÃO IMITEIS OS FARISEUS E OS DOUTORES DA LEI

Diante da multidão Jesus pregava acirradamente contra os detentores do poder. Incentivava o povo a não imitar os sábios, pois anunciam uma coisa e pratica outra, ou seja, tinham conhecimento da Sagrada Escritura e não zelavam por bons preceitos. Para Jesus o homem deve prevalecer das doutrinas que alimentam a vivacidade, a alternância, o altruísmo, a misericórdia, a justiça e a solidariedade. Já o homem que afirma estar ao lado do povo, goza de privilégio, coloca fardos pesados nas costas dos pequenos, senta-se na primeira fileira de bancos na igreja e adora ser chamado de mestre, senhor, detentor de saberes, não é digno de ser cultuado e nem exemplificado. O homem que prega teoria da bondade e comete prática abusiva contra a sociedade está cometendo um erro grave, pois ninguém é maior do que o outro na terra; todos são irmãos e todos têm os mesmos poderes em igualdade. Cada homem é responsável pelas coisas boas e por todos que o cerca. O tratamento dado a uma pessoa deve ser estendido a todos da comunidade. O respeito é fundamental para o crescimento, o engrandecimento e a harmonia num conjunto de pessoas. Como pode haver harmonia num espaço se um prefere ser chamado de mestre, guia ou conselheiro? E os demais que tem a mesma perspicácia? Como ficam? Somente um é o Mestre Senhor, Guia e Criador, este alguém todo poderoso é DEUS. Ninguém pode ser maior do que Ele. Todas as glórias e aplausos devem ser dados a Deus, Pai, justo e misericordioso. Enquanto na terra deve existir a prática da maleavidade entre os seres que buscam a Deus. Jesus foi um Mestre de coragem e determinado. Sabia onde poderia atacar. Não perdoava as injustiças sociais. Sempre pregava enveredando para a libertação. Queria que todos os homens vivessem de maneira impar. Entretanto, ao perceber que alguns usavam o povo para alcançar privilégios não deixava barato. Ele denunciava abertamente sem piedade. O bom do legado de Jesus foi a prática do esclarecimento. Deve-se o homem observar atentamente as estratégias deste Mestre para mesclar sua atitude de cobrança. Não é possível que o homem hoje descubra tantas maldades, tantas explorações, tantas pieguices e não tenta pelo menos desmarcar tais atitudes! Na perversidade de hoje são milhões abandonados pelas ruas, direitos a vida sendo manipuladas, vidas sendo estupradas baratamente, jovens sendo alienados para a prática do mal, famílias sendo destruídas pelos meios de comunicação e não se faz nada para amenizar a situação. O que vemos são bandos de pessoas arruinando vidas e destruindo essências de milhões de pessoas sem pudor e remorso tudo em nome do poder terreno. Fazem a maldade sem temer consequências, pois sabem que eles mandam e o povo deve obedecer quietinhos no seu lugar se quiser viver por mais alguns anos. No coração destes indivíduos escrupulosos não existe espaço para Deus e nem para a bondade. O espaço que tem é preenchido de ódios, destruição e cobiça. Portanto, fica a deixa de Jesus: não imiteis os doutores da Lei e nem os fariseus, pois eles são pessoas a dar exemplos, mas por cobiça viola o direito a vida. Seja humilde e simples, mas não se esqueça de abrir os olhos para não ser devorados pelos lobos sedentos. Amém!

9 – NAS COISAS DE DEUS SÓ TEM AUTORIDADE PARA INTERPRETAR A SUA PALAVRA, QUEM A VIVENCIA E TEM-NA GRAVADA EM SEU CORAÇÃO

Existe um adágio popular muito conhecido que traduz muito bem o conselho que Jesus deu aos seus discípulos e à multidão que O escutava e se aplica à postura dos mestres da Lei e dos fariseus: “façam o que eu digo, mas não façam o que eu faço”. Assim sendo, Jesus lhes recomendava que apreendessem tudo o que eles os ensinavam, mas não imitassem as suas ações. Hoje também, como naquele tempo, a atitude dos mestres da Lei e dos fariseus se manifesta nos pais de família, professores, coordenadores, políticos, chefes de Estado, patrões, enfim, nas pessoas constituídas em autoridade aqui na terra. O costume de se dar ordem, de ensinar o certo, mas fazer o errado é uma rotina e uma “praga” que se alastra cada dia mais no seio das nossas famílias, nas nossas comunidades, no mundo inteiro e, às vezes até em alguns grupos da hierarquia da Igreja. Precisamos nos conscientizar, para nunca esquecer, de que a nossa autoridade é legitimada pelas nossas ações e não pelas nossas palavras e conselhos. Tem autoridade aquele que prega o que vivencia e que dá conselhos, porque pratica. Muitas vezes nós, como pais e mães, como coordenadores de grupos ou que temos chefia no trabalho perdemos completamente a “moral”, porque agimos ao contrário daquilo que pregamos como correto. Também, nas coisas de Deus só tem autoridade para interpretar a Sua Palavra, quem a vivencia e tem-na gravada em seu coração e, como consequência, em suas mãos. Quando nos referimos às mãos estamos nos reportando à ação, realização de obra, combate e providência. Isto é para nós um exemplo a ser seguido, pois, de alguma forma, temos responsabilidade naquilo que pregamos, falamos, ensinamos, principalmente os que se propõem a estar à frente de algum ministério e são constituídos de autoridade. Precisamos estar muito firmes nas nossas ações quando cobramos ou exigimos das outras pessoas. Como irmãos e irmãs, temos o dever de ensinar, de exortar, de aconselhar, porém, isso só se torna legítimo, quando o fazemos como serviço, com humildade e responsabilidade e não somente para aparecer Reflita – O que você tem aconselhado aos seus amigos e amigas é o mesmo que você tem feito? – Você sente-se responsável pelo crescimento e melhoria de alguém? – O seu testemunho de vida serve de parâmetro para as pessoas que o conhecem? – Faça uma comparação entre as suas ações e as ações dos mestres da lei e dos fariseus e perceba o que pode ser edificante para você nessa mensagem. Amém! Abraço carinhoso!

10 – A CADEIRA DO PADRE

Já vi muitas discussões inúteis sobre a questão do uso da cadeira chamada presidencial, utilizada nas celebrações, e que só podem ser ocupadas pelos Ministros Ordenados. Em primeiro lugar precisamos saber o que significa a tal cadeira do Padre, embora se pareça com um trono, pois o layout dos nossos presbitérios lembram uma reunião da corte, onde havia a cadeira do trono ladeada por outras cadeiras, reservadas aos ministros do primeiro escalão, ou seja, aqueles que, de certa forma “mandavam” junto com o rei. Embora não seja a nossa realidade atual, a verdade é que as cadeiras aveludadas e de grande tamanho, colocadas no centro do presbitério, enchem a cabeça de muitos leigos de grandes fantasias, onde o ego se enche de soberba e a pessoa começa a se achar muito importante porque no exercício do seu ministério ocupa uma das cadeiras durante a Santa Missa ou a Celebração da palavra, e se for Ministro da Palavra, irá sentar-se na cadeira do padre e daí a sede de poder é ainda mais forte. Não é qualquer um que pode sentar-se na cadeira do padre e nas igrejas das grandes metrópoles a concorrência é ainda muito maior… Claro que não é disso que fala a reflexão do evangelho, mas poderíamos usar a expressão “Sentar-se na cadeira do padre”, para entender a crítica de Jesus contra os Escribas e Fariseus naquele tempo… Sentar-se na cadeira de Moisés (expressão colocada pelo evangelista) ou sentar-se na cadeira do padre, significa ser os Donos da Verdade e os detentores de todas as informações importantes da comunidade. É fácil saber se isso está acontecendo na sua comunidade, se lá você tem ouvido muito essa expressão “Pergunte para FULANO porque isso é só ele quem sabe”, pronto! A comunidade é igualzinha a de Mateus, tem gente que sabe ou pensa saber demais, e sem eles nenhuma decisão poderá ser tomada. Eis aí aqueles sobre os quais os corneteiros de plantão dizem jocosamente “Este quer mandar mais que o padre”. Os que sentam-se na cadeira do padre, criam regras e mil norminhas na pastoral, no movimento e na liturgia, quando “apertados” por alguém que os enfrentam, terminam com a conhecida frase “Ah… são ordens do nosso padre… Isso é colocar fardos pesados nas costas dos irmãos e irmãs. Claro que estes, que gostam de sentarem-se na cadeira do padre, automaticamente procuram os primeiros lugares em tudo, na Festa do Padroeiro, equipe de eventos, conselhos paroquiais ou pastorais, CAAE etc. Qualquer decisão para ser tomada tem que passar pelo crivo deles, conheci alguém que exercia um ministério há muitos anos e ninguém tinha coragem de tirá-lo do cargo, nem o padre que achava melhor não criar caso com o idoso Senhor, que entre outras coisas ela quem escalava os ministros da Eucaristia, e ainda indicava para o padre quem poderia ser ministro. São críticas severas para nossas comunidades? Sem dúvida alguma. Nas comunidades cristãs há muita riqueza e santidade autêntica de tantos irmãos e irmãs, mas não podemos nos iludir achando que Escribas e Fariseus só havia no tempo de Jesus, ou em uma DIOCESE lá da Patagônia. A conclusão do evangelho nos aponta quem é o único e Verdadeiro Centro das atenções em nossa Igreja: Jesus Cristo, tudo é nele, com ele e por ele. Exatamente por isso que Jesus se apresenta como sendo ele o único Mestre, o único que tem autoridade, o único que é o centro de todas as atenções, sem ele, todo e qualquer ministério não tem nem razão de ser. E o que faz esse Mestre Supremo? Rebaixou-se á condição de um escravo, sendo ele o maior de todos os maiorais, se fez Servo e ao se humilhar com a morte vergonhosa da cruz, foi exaltado pelo Pai. O Lava-Pés consolida a ação servidora de Jesus.

11 – ELES FALAM E NÃO PRATICAM

Dizia um famoso psicólogo que “o melhor conselho é não dar conselho”. O seu conselho punha a perder seu bom conselho. Os conselhos, em geral, têm a forma de um receituário, quer dizer, se acontece isso, fazer aquilo. Outros são tão genéricos que poderiam formar parte dos horóscopos que abundam nos meios de comunicação de massa. O evangelho, entretanto, não nos dá receitas, nem conselhos ou orientações ambíguas. O evangelho, de acordo com o estilo de ensinamento de Jesus, proporciona-nos princípios e critérios com os quais podemos discernir, ante as diferentes situações, qual é a atitude que devemos tomar frente a uma realidade e qual é a decisão correspondente. Os mesmos preceitos do Antigo Testamento são tomados em geral como “orientação” e não como camisa de força, já que a fidelidade a Deus é um problema de obediência ao Espírito e não de mecânica aplicação de ideias. O ensinamento que hoje lemos no evangelho nos ajuda a compreender como Jesus reconhecia a verdade, inclusive na boca de seus opositores; mas, ao mesmo tempo, urgia a necessidade de assumir critérios efetivos que superam a interpretação mecânica e anacrônica da Escritura.

12 – CUIDADO COM OS MAUS EXEMPLOS

Bom dia! Já perdi as contas quantas vezes ouvi alguém dizer ou afirmar que os “piores estão dentro da igreja”. De fato estão e talvez também não estejam, depende do critério que adotamos. No entanto independentemente do critério, em ambos os casos, temos os piores exemplos. Sim! Temos os piores exemplos em ambas as pontas. Veja! Piores exemplos e NÃO piores pessoas. Os piores exemplos dos “de fora” (…) Quem não esta na igreja e vê esse fato como vitória sobre quem tem um gosto diferente; quem ofende ou trata alguém diferenciadamente porque tem uma postura ou valores cristãos; quem caçoa ou ridiculariza o filho que quer ser coroinha, acólito ou seguir uma vocação religiosa; quem incentiva a outros (namorados, amigos, parentes) a se afastarem; quem só procura a benção da igreja movida por medo, status ou visualização social, ou seja, aqueles que só vão a igreja em datas festivas ou de profunda tristeza (casamento, sétimo dia, formaturas, batizados) e ainda ficam olhando no relógio “doidos” para ir embora. Que usam a catequese como babá dos seus filhos para poder ficar em casa assistindo futebol, (…). “(…) Eu não me envergonho do evangelho, pois ele é a força salvadora de Deus para todo aquele que crê, primeiro para o judeu, mas também para o grego. Nele se revela a justiça de Deus, que vem pela fé e conduz à fé, como está escrito: “O justo viverá pela fé”. Ao mesmo tempo revela-se, lá do céu, a ira de Deus contra toda impiedade e injustiça humana, daqueles que por sua injustiça reprimem a verdade. Pois o que de Deus se pode conhecer é a eles manifesto, já que Deus mesmo lhes deu esse conhecimento. De fato, as perfeições invisíveis de Deus — não somente seu poder eterno, mas também a sua eterna divindade — são claramente conhecidas, através de suas obras, desde a criação do mundo. Portanto, eles não têm desculpa: apesar de conhecerem a Deus, não o glorificaram como Deus nem lhe deram graças. Pelo contrário, perderam-se em seus pensamentos fúteis, e seu coração insensato se obscureceu”. (Romanos 1, 16-21) Os piores exemplos dos “de dentro” são os narrados por Jesus no Evangelho de hoje. Aquele que “vira dono da igreja”; que faz acordos para se eleger coordenador de um movimento ou pastoral; que só participa visando criticar; que afasta as pessoas; que implica por tudo e por coisas pequenas; que cobra regras, mas não as segue; que punem a comunidade por orgulho; que não vê seus próprios defeitos; que fazem da homilia um desabafo; que toca pensando que é show; que fala mais que o padre; (…). Engraçado! Toda boa comunidade tem desses tipos “pitorescos” Mas será que são os piores? Não, não são! Como também não são aqueles que são criticados por esses “santos”. Apesar de estarem equivocados quanto à forma de conduzir sua vida em relação aos outros, são pessoas que ainda buscam ficar do lado certo. O “dono da igreja” me lembra o namorado que de tanto amor “morre” de ciúmes da namorada. Não quer que ninguém converse com ela e tals. É estranho, amor demais que vira ciúme! Só ele (a) esta certo; só ele (a) resolve… (risos), só ele será salvo… É um tremendo contra censo com a mensagem de hoje. “(…) Entre vocês, o mais importante é aquele que serve os outros. Quem se engrandece será humilhado, mas quem se humilha será engrandecido”. Quantas vezes já nos pegamos fazendo algumas dessas situações também? Quaresma é um tempo propício para rever posturas… Reflitamos a primeira leitura. “(…) Lavai-vos, purificai-vos. Tirai a maldade de vossas ações de minha frente. Deixai de fazer o mal! Aprendei a fazer o bem! Procurai o direito, corrigi o opressor. Julgai a causa do órfão, defendei a viúva”. (Isaias 1, 16-17). Um imenso abraço fraterno!

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Muitas vezes podemos cair na tentação de querer transformar nosso saber em poder. Jesus busca a conversão a comunidade, fazendo que seus membros sejam todos irmãos, independentemente do saber e do cargo de cada um.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Deus promete retornar ao templo santo, revelando sua glória, e viver eternamente ao lado do seu povo. A este cabe desfazer a hipocrisia que, muitas vezes, se encontra disseminada nas comunidades.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Vós tendes um só Pai, que está no céu, vosso guia é um somente, é o Messias (Mt 23,9s).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Inclinai, Senhor, o vosso ouvido e escutai-me; salvai, meu Deus, o servo que confia em vós. Tende compaixão de mim, clamo por vós o dia inteiro (Sl 85,1ss).

Antífona da comunhão

Com vossos frutos saciais a terra inteira: fazeis a terra produzir o nosso pão e o vinho que alegra o coração (Sl 103,13ss).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que unis os corações dos vossos fiéis num só desejo, dai ao vosso povo amar o que ordenais e esperar o que prometeis, para que, na instabilidade deste mundo, fixemos os nossos corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Lembrai-vos, Senhor.

— Da vossa Igreja missionária e evangelizadora.
— Dos ministros ordenados e leigos.
— Dos religiosos e religiosas e dos missionários.
— Dos pais e mães de família e seus filhos.
— Dos que partiram para a eternidade.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, que, pelo sacrifício da cruz, oferecido uma só vez, conquistastes para vós um povo, concedei à vossa Igreja a paz e a unidade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, fazei agir plenamente em nós o sacramento do vosso amor e transformai-nos de tal modo pela vossa graça, que em tudo possamos agradar-vos. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

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FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

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O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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