LDP: 28/AGO/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

28/AGO/2012 (terça-feira)

LEITURAS

Leitura da segunda carta de são Paulo aos Tessalonicenses 2,1-3.14-17 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Didáticos)

1 No que se refere à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa união com ele, nós vos pedimos, irmãos: 2 não deixeis tão facilmente transtornar a vossa cabeça, nem vos alarmeis por causa de alguma revelação ou carta atribuída a nós, afirmando que o Dia do Senhor está próximo. 3a Que ninguém vos engane de modo algum. 14 Deus vos chamou para que, por meio do nosso evangelho, alcanceis a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. 15 Assim, portanto, irmãos, ficai firmes e conservai firmemente as tradições que vos ensinamos, de viva voz ou por carta. 16 Nosso Senhor Jesus Cristo e Deus nosso Pai, que nos amou em sua graça e nos proporcionou uma consolação eterna e feliz esperança, 17 animem os vossos corações e vos confirmem em toda boa ação e palavra.

Proclamação do Salmo 95(96), 10.11-12a.12b-13 (R. 13b) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 13b O Senhor vem julgar nossa terra.
— 10 Publicai entre as nações: ‘Reina o Senhor!’ + Ele firmou o universo inabalável, e os povos ele julga com justiça.
— 11 O céu se rejubile e exulte a terra, aplauda o mar com o que vive em suas águas; 12a os campos com seus frutos rejubilem.
— 12b E exultem as florestas e as matas 13 na presença do Senhor, pois ele vem, porque vem para julgar a terra inteira. Governará o mundo todo com justiça, e os povos julgará com lealdade.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 23,23-26 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, disse Jesus: 23 Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós pagais o dízimo da hortelã, da erva-doce e do cominho, e deixais de lado os ensinamentos mais importantes da Lei, como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Vós deveríeis praticar isto, sem contudo deixar aquilo. 24 Guias cegos! Vós filtrais o mosquito, mas engolis o camelo. 25 Ai de vós, mestres da Lei e fariseus hipócritas! Vós limpais o copo e o prato por fora, mas, por dentro, estais cheios de roubo e cobiça. 26 Fariseu cego! Limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo.

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? É difícil, mas também eu devo me questionar. O que significa para mim, para o mundo de hoje, ser fariseu? Quem é o fariseu, hoje? Quem são os “guias cegos”? Jesus pede justiça, misericórdia e honestidade. Tenho facilidade de julgar as outras pessoas e esqueço-me de ser uma pessoa justa? Gosto de ser tratado/a com misericórdia e não sou uma pessoa misericordiosa? E sou honesta nas minhas relações? Os bispos na Conferência de aparecida disseram: “A Igreja é chamada a repensar profundamente e a relançar com fidelidade e audácia sua missão nas novas circunstâncias latino-americanas e mundiais. Ela não pode fechar-se frente àqueles que só veem confusão, perigos e ameaças ou àqueles que pretendem cobrir a variedade e complexidade das situações com uma capa de ideologias gastas ou de agressões irresponsáveis.” (DAp 11).

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio atentamente o texto: Mt 23,23-26, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. Neste texto estão os “ais” – ao todo, sete “ais” – de Jesus aos mestres da Lei e aos fariseus. Esta forma de dizer significa condenação a qualquer dominação da consciência, com a própria incoerência de vida. Jesus os chama de “guias cegos” que pretendem guiar os outros. Observam coisas mínimas e não enxergam as principais. Por isso, se usa, hoje, o termo “farisaísmo” para quem só aparenta e não vive o que prega. Jesus diz ainda que estes não obedecem ao mandamentos mais importantes da Lei – o amor a Deus e ao próximo – a justiça, a misericórdia e a honestidade. E conclui com a expressão “fariseu cego”, lave primeiro o copo por dentro.

… e a VIDA …

Pai, dá-me pureza de coração para que do meu interior brotem a justiça, a misericórdia e a fidelidade, e assim, eu possa guiar meus semelhantes na caminhada para ti.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Meu novo olhar é para dentro de mim, verifico se sou coerente com a minha fé, nos meus relacionamentos com Deus e com o próximo.

REFLEXÕES:

1 – DENÚNCIA CONTUNDENTE

Com mais duas increpações (repreender com severidade ou asperamente, acusar, censurar, arguir), introduzidas com a advertência: “Ai de vós…”, temos a continuidade da contundente denúncia de Jesus aos escribas e fariseus, integrantes da cúpula religiosa de Israel. Nas comunidades do evangelista Mateus, havia membros oriundos do judaísmo que ainda frequentavam a sinagoga. Pressionados por seus antigos chefes religiosos, estavam diante do dilema: ou abandonariam a sua fé em Jesus ou seriam expulsos da sinagoga. Mateus, com os sete “ais”, exprime o anúncio de Jesus confrontando-o com a doutrina das sinagogas. Embora se dirijam aos chefes religiosos, eles têm o caráter de instrução às comunidades, advertindo-as contra a incoerência desta doutrina. Lucas também reproduz estas advertências em “ais” em seu evangelho, de maneira mais resumida, em diferente contexto. Mateus, aos “ais”, acrescenta a qualificação de hipócritas aos escribas e fariseus. Com esta contundente denúncia, Mateus tem em vista demover os membros de sua comunidade do retorno às sinagogas. Afastando-se de uma religião opressora e excludente, na comunidade eles encontram o jugo suave de Jesus, na liberdade, na misericórdia e no amor.

2 – AI DE VOCÊS, HIPÓCRITAS

O Evangelho de hoje é a continuação do de ontem, de modo que a nossa reflexão também é uma continuidade da de ontem. Um dos meios através dos quais tornamos a nossa religião superficial e unilateral é o formalismo religioso, que faz com que sejamos capazes de cumprir até mesmo os menores preceitos, mas tiram da nossa vida o mais importante que são os ensinamentos fundamentais para a nossa vida como a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Ser verdadeiramente cristão significa ser capaz de viver os valores do Reino e não simplesmente o cumprimento de rituais e a capacidade de falar coisas bonitas e poéticas a respeito de Deus.

3 – CEGUEIRA E HIPOCRISIA

O exagero dos mestres da Lei e dos fariseus em cumprir, minuciosamente, certas prescrições, tinha como contraponto o desprezo pelo que, de fato, era importante. Os exemplos oferecidos por Jesus eram contundentes. Embora fossem fiéis no pagamento do dízimo das hortaliças, até mesmo das ervas mais comuns, deixavam de praticar a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Agindo dessa forma, invertiam os valores: o prioritário ocupava o segundo lugar, tornando-se menos importante, ao passo que o elemento secundário passava a ter primazia. Esta visão desfocada da realidade pode ser fatal. Deixando de lado o que é fundamental, a pessoa estará investindo sua vida numa causa perdida. A condenação virá na certa, por se tratar de um projeto de vida sem consistência. Só a justiça, a misericórdia e a fidelidade podem projetar a existência humana na perspectiva da salvação. A distorção da realidade acontece também no cuidado que os mestres da Lei e dos fariseus tinham com a limpeza das louças, para não contrair impureza, enquanto seu interior estava repleto de maldade. Sem a pureza interior, a preocupação com a pureza das coisas materiais de uso diário perde seu sentido. A impureza do coração afasta a pessoa da vontade de Deus. Pelo contrário, buscando-se a pureza interior, tudo o mais torna-se puro. Portanto, é prudente não dar ouvidos aos ensinamentos dos falsos mestres.

4 – CONDENE O PECADO, MAS NÃO O PECADOR

Parece estranho alguém se levantar e se pôr em briga contra si mesmo. Mas foi, é e será sempre a exigência de Jesus. É preciso fazer guerra contra nós mesmos, a fim de destruir em nós o causador da nossa morte. No “Ai de vós!” temos a continuidade da contundente denúncia de Jesus quanto a incoerência e a hipocrisia dos escribas e fariseus que integravam a cúpula religiosa de Israel. Se quiser avançar corretamente, com discrição e dando frutos no caminho da verdadeira religião, você deve ser austero e rígido consigo mesmo e sempre alegre e aberto para com os outros, esforçando-se, no seu coração, por caminhar nos cumes da retidão, sabendo inclinar-se, com bondade, para com os mais fracos. Numa palavra, perante o juízo da sua consciência, você deve moderar os rigores da justiça, de tal forma que não seja duro para com os pecadores, mas acessível ao perdão e indulgente. Considere o seu pecado como perigoso e mortal; o dos outros, considere-o como fragilidade da condição humana. A falta que, em você, considera digna de severa correção, pensa que, nos outros, não merece mais do que uma pequena admoestação. Não seja “mais justo do que o Justo”. Receie cometer o pecado, mas não hesite em perdoar ao pecador. A verdadeira justiça não é a que precipita as almas dos irmãos no laço do desespero. É preciso sabermos que, se a nossa vida não nos parece tão brilhante, a dos outros não nos dever parecer toda feia. E como seria bom se fôssemos para nós mesmos juízes severos! Aposto com você que as faltas dos outros não encontrariam em nós censores tão rigorosos. Partamos para a guerra como Josué. Tomemos de assalto a cidade mais forte deste mundo, o meu e o seu coração de onde está toda a malícia. Destruamos as suas muralhas orgulhosas. Só então encontraremos à nossa volta o caminho que é preciso tomar, o campo de batalha e o inimigo a derrubar. Quem é? Você já sabe: é o pecado. O que falta é descobrir onde está e quais são as suas artimanhas. Portanto, embora lhe pareçam estranhas as minhas palavras, elas são verdadeiras: limite a sua procura a si mesmo. Está em você o combate que irá travar, no seu interior, o edifício de malícia que você tem de minar; o seu inimigo sai do fundo do seu coração. Não sou eu quem o diz, mas Cristo: “É do coração que vêm os maus pensamentos, os assassínios, os adultérios, as impurezas, os roubos, os falsos testemunhos, as palavras injuriosas” (Mt 15,19). Percebe qual é o poder deste exército inimigo que avança contra você a partir do fundo do seu coração? Ei-los! Os inimigos que temos de massacrar no primeiro combate, de eliminar na primeira linha da batalha. Se formos capazes de derrubar as muralhas deles e exterminá-los até que não reste nenhum para contar, nenhum para recobrar o ânimo (cf. Js 11,14), se não ficar um único para retomar vida e ressurgir nos nossos pensamentos, então Jesus dar-nos-á o grande repouso. Jesus, não querendo ser alvo de censura como os fariseus, no Evangelho de hoje – que se preocupavam com as coisas externas deixando o essencial para segundo plano – vos peço: “Dai-me forças para ser guerreiro de mim mesmo, para transformar o meu coração. Dai-me um coração puro para que do meu interior brotem a honestidade, a verdade, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. E, assim, eu possa ser o caminho para os perdidos, a luz para os que estão nas trevas, a voz para os mudos nas coisas de Deus, a vez para os excluídos da convivência humana, a alegria para os tristes, o pão para os famintos, a paz para os que estão em guerra, amor para os que semeiam ódio e vingança, levando todos os homens para Vós que sois o Caminho, a Verdade e a Vida do homem”.

5 – LIMPA ANTES O INTERIOR DO COPO

A confissão (a acusação) dos pecados, mesmo de um ponto de vista simplesmente humano, liberta-nos e facilita nossa reconciliação com os outros. Pela confissão, o homem encara de frente os pecados de que se tornou culpado; assume a sua responsabilidade e, desse modo, abre-se de novo a Deus e à comunhão da Igreja, para tornar possível um futuro diferente. A confissão ao sacerdote constitui uma parte essencial do sacramento da Penitência: […] «Quando os cristãos se esforçam para confessar todos os pecados de que se lembram, não se pode duvidar de que os apresentam todos ao perdão da misericórdia divina. Os que procedem de modo diverso, e conscientemente ocultam alguns, esses não apresentam à bondade divina nada que ela possa perdoar por intermédio do sacerdote. Porque, ‘se o doente tem vergonha de descobrir a sua ferida ao médico, a medicina não pode curar o que ignora’» (Concílio de Trento; S. Jerónimo). Segundo o mandamento da Igreja, «todo o fiel que tenha atingido a idade da discrição, está obrigado a confessar fielmente os pecados graves, ao menos uma vez ao ano». […] Sem ser estritamente necessária, a confissão das faltas quotidianas (pecados veniais) é contudo vivamente recomendada pela Igreja. Com efeito, a confissão regular dos nossos pecados veniais ajuda-nos a formar a nossa consciência, a lutar contra as más inclinações, a deixarmo-nos curar por Cristo, a progredir na vida do Espírito. Recebendo com maior frequência, neste sacramento, o dom da misericórdia do Pai, somos levados a ser misericordiosos como Ele (Lc 6,36): «[…] Quando começas a detestar o que fizeste, é então que começam as tuas boas obras, porque acusas as tuas obras más. O princípio das obras boas é a confissão das más. Praticaste a verdade e vens à 1uz» (St. Agostinho; Jo 12,13).

6 – LIMPA PRIMEIRO O COPO POR DENTRO, QUE TAMBÉM POR FORA FICARÁ LIMPO

Hoje, Jesus faz claramente uma denúncia: «Ai de vós (…)! Ai de vós (…)!» (Mt 23,23.25). Seu alvo são os mestres da Lei e os fariseus, representantes das classes poderosas que exercem seu domínio espiritual e moral sobre o povo. Como podem orientar as pessoas sendo? Guias cegos? Sua cegueira consiste na incoerência de cumprir escrupulosamente pequenos detalhes, que tem lá sua importância, mas deixar de lado coisas fundamentais, como a justiça, o amor e a fidelidade. Cuidam de sua imagem, que não corresponde ao seu interior, cheios «de roubo e cobiça» (Mt 23,25). Curiosamente, Jesus emprega termos relativos a aspectos econômicos. O Evangelho de hoje é um convite às pessoas e aos grupos que desempenham papéis relevantes nas comunidades cristãs, ou seja, seus líderes, para que façam um exame de consciência. Respeitamos os valores fundamentais? Valorizamos mais as normas do que as pessoas? Impomos aos demais aquilo que nós mesmos não somos capazes de fazer? Falamos a partir da presunção de nossas ideias ou da humildade de nosso coração? Como dizia Dom Hélder Câmara: «Quisera ser uma poça d’água para refletir o céu». As pessoas veem, nos seus pastores, homens de Deus que diferenciam o supérfluo do essencial? A fraqueza merece a compreensão, a hipocrisia provoca rejeição. Ao escutar o Evangelho de hoje podemos cair numa cilada. Jesus disse aos mestres da Lei e aos fariseus que eram hipócritas. Também havia os que eram sinceros. Nós podemos pensar que este texto também se aplica atualmente aos bispos e sacerdotes. Certamente, como guias das comunidades cristãs, devem estar atentos para não cair nas atitudes que Jesus denuncia, mas há que se recordar que todo homem ou mulher-crente pode guardar em seu interior um “fariseu cego”. Jesus nos convida: «Limpa primeiro o copo por dentro, que também por fora ficará limpo» (Mt 23,26). A espiritualidade tem suas raízes no interior do coração.

7 – SOMOS ARVORES FRUTÍFERAS

Bom dia! Domingo, Frei Ari disse uma coisa que muito tocou o coração: “Somos arvores frutíferas, que no fim da vida, veremos e contabilizaremos em nosso tronco a quantidade de galhos e brotos quebrados; lascas e pedaços retirados pelas pedradas que levamos, pois árvores que dão frutos são assim, passamos a vida a levar pedradas, enquanto aqueles que se preservam inteiros e sem frutos, só lhes restam fazer sombra”. Muitas pessoas se dizem incomodadas quando veem alguém não fazendo coisa alguma, mas como é intrigante também a quantidade de pessoas que se incomodam ao ver alguém trabalhando, e o pior, quando o que fazem, da certo! Brinco muito com a história do padroeiro de nossa comunidade – São Sebastião. Somos de fato, espelhos de sua vida. Alguns pensam que ele morreu vítima das flechadas, como a imagem que conhecemos sugere, mas não. Sebastião foi encontrado semimorto, recuperou-se e ao invés de sossegar, voltou e morreu apedrejado. Quando falo que somos o reflexo de nosso padroeiro, digo isso na íntegra. Levamos flechadas dos “irmãos” no domingo, mas não paramos por isso. – voltamos terça-feira pra levar as pedradas. (risos). Eu costumo dizer que as pancadas (ou pedradas) mais doloridas vêm de “fogo amigo”. Esse termo se refere a uma denominação militar em que o soldado em campo de batalha é atingido por uma bala ou bombardeio do mesmo exercito por qual luta. Quantos de nós já não fomos atacados pelo fogo “invejoso” amigo (da onça)? Quantos de nós, já pensamos em desistir, largar a coordenação de um movimento ou de uma pastoral por esses irmãos que ainda não aprenderam como atirar? Até Jesus foi vítima do fogo amigo de Judas! “(…) Não te irrites por causa dos que agem mal, nem invejes os que praticam a iniquidade, pois logo eles serão ceifados como a erva dos campos, e como a erva verde murcharão. Espera no Senhor e faze o bem; habitarás a terra em plena segurança. Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá. Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele, e ele agirá. Como a luz, fará brilhar a tua justiça; e como o sol do meio-dia, o teu direito. Em silêncio, abandona-te ao Senhor, põe tua esperança nele. Não invejes o que prospera em suas empresas, e leva a bom termo seus maus desígnios. Guarda-te da ira, depõe o furor, não te exasperes, que será um mal, porque os maus serão exterminados, mas os que esperam no Senhor possuirão a terra”. (Salmo 35/36, 1-9). Esse fim de semana, digitava eu com uma amiga do Pedregal (comunidade Santo Antonio), relatava ela do cansaço véspera de um retiro. Um parêntese: O padroeiro é o reflexo do apadrinhado mesmo. Santo Antonio é reconhecido como aquele que esteve em dois lugares ao mesmo tempo. O que se esperava de alguém que esta nessa comunidade? Estou aqui e ali ao mesmo tempo! (risos). Voltando (…). Divaguei para ela que precisamos entender um pouco mais de geografia. Quanto maior a área de pressão maior é a força dos ventos. Quanto maior forem as dificuldades, a inveja, a cobiça, a ganância, maior será a força dos ventos do Espírito Santo em nossas obras, em nossa vida e em nossas atitudes. “(…) Sobreveio a lei para que abundasse o pecado. Mas onde abundou o pecado, superabundou a graça“. (Romanos 5, 20). Quanto aos fariseus, temos que compreender que não deixarão de existir. Rezemos por eles. Um imenso abraço fraterno.

8 – UM BEM HUMORADO BATE PAPO COM MATEUS

Embora pareça tão claro por ser quase que uma repetição do de ontem, achamos oportuno aprofundar a reflexão em uma conversa com o autor desse evangelho.
Anônimo — São Mateus, parece que logo de início Jesus está dizendo sobre dízimo, que o pessoal pagava em espécie, parece que ele não quer que pague o dízimo?
São Mateus — (rindo) Nada disso, o que o nosso Mestre dizia, em mais esse confronto com os Fariseus, era exatamente que não adianta só pagar o Dízimo e achar está muito bom.
Anônimo — Olha que coisa, pensei mesmo nisso, da pessoa ofertar o dízimo e achar que é uma prestação paga, para ter direito a ir para o céu! / São Mateus
Bem pensado, é por aí mesmo, os Fariseus cumpriam a lei ao pé da letra, nos mínimos detalhes, mas naquilo que lhes interessava. Eles deixavam de lado as coisas mais importantes.
Anônimo — Pagavam o dízimo em espécie até de plantas rasteiras como a hortelã e a erva doce, mas parece que Justiça, misericórdia e fidelidade, não era com eles?
São Mateus — Isso mesmo, e você sabe o que isso significa?
Anônimo — Que falta sinceridade e coerência, seria isso?
São Mateus — Exatamente, e quando faltam essas duas coisas, sinceridade e coerência, cai naquele adágio popular que vocês conhecem “Por Fora bela viola, por dentro pão bolorento”.
Anônimo — Ah entendi… Religião brota aqui de dentro, é coisa do coração, é uma postura íntima Eu e Deus…
São Mateus — Exatamente. Vive-se a Fé e a celebra em Comunidade, mas cada um deve ter para com Deus essa relação íntima, da qual toda a exterioridade é apenas um sinal.
Anônimo — Mas São Mateus, e quando a coisa fica apenas no sinal exterior, porque parece que isso que está tirando o Mestre do Sério diante dessa gente falsa e fingida?!
São Mateus — Certo! Quando isso acontece você tem o Farisaísmo e a Hipocrisia, em lugar da sinceridade e do testemunho, apresentando-se uma vida de Fé, mas que é só de fachada, sem compromisso com os irmãos. Mas você que está aí na Pós-modernidade, diga a palavra final, olhando para a sua comunidade e para você mesmo…
Anônimo — Bom, Jesus pede para que tiremos a máscara, para que pareçamos menos e façamos mais. Vixe! A coisa não é lá com eles há dois mil anos atrás, o assunto é com nós da Igreja do ano 2012.

9 – JESUS CONDENA O FINGIMENTO

“Ai de vocês, mestres da Lei e fariseus, hipócritas! Pois vocês dão a Deus a décima parte até mesmo da hortelã, da erva-doce e do cominho, mas não obedecem aos mandamentos mais importantes da Lei, que são: o de serem justos com os outros, o de serem bondosos e o de serem honestos” (v. 23). Jesus condena os falsos que fingem seguir os ensinamentos, enganam o povo e nada oferece de bom para o Senhor. A chamada “consciência pesada” é um fingimento relativamente grande perante Deus. O indivíduo pensa que para agradar Deus basta oferecer alguma coisa e tudo estará resolvido. Na verdade devolver algo recebido gratuitamente de Deus é o dever de cada cristão que ama o dom da vida, mas devolver uma parte da riqueza para Deus por capricho do engano não adianta nada. Os fariseus devolviam uma parte de sua fortuna, porém esta fortuna foi através da exploração do trabalhador; quantos homens e mulheres batalharam para render a produção dos fariseus em troca de míseros soldos? Quantos homens e mulheres deram a vida para enriquecer uma só pessoa? Quantos homens e mulheres deixaram de dar uma vida digna para seus filhos para satisfazer o poderoso explorador? Entretanto, depois da riqueza pronta a custa do trabalhador, oferece uma parte como dízimo, como agradecimento da riqueza recebida. Isto é hipocrisia. Jesus condenou bravamente está prática infame, injusta e desproporcional. Não admitia que tentasse enganar o Senhor com dízimo forçado das costas de muitos mutilados. O Senhor Deus não aceita está enrolação. Para Deus está prática vexatória não agrada e, portanto, pede-se que primeiramente limpe por dentro para oferecer o bom grado a Deus. Fingir que está agradando a Deus é mostrar a limpeza por fora, mas por dentro continua sujo, sem valor, sem metas e sem singularidade. A beleza do homem cristão está na prática da justiça. Ser justo com o irmão, não usá-lo para montar seu império e sua prosperidade. Deve-se, também, ser misericordioso e fiel a seus princípios. Ter compaixão dos irmãos que padecem, ajudá-lo a superar os meandros das injustiças. O que não pode é elevar-se perante Deus sem esforço. Deus não aceita sujeira; Deus só aceita a verdade, a justiça, a solidariedade e a partilha. Outra lição deixada pelo Santo Evangelho consiste não serem “cegos como os fariseus”. Ou seja, não atentar-se para a realidade, para o próximo e não colocar a disposição do outro. O homem deve estar ligado à realidade e na medida do possível não hesitar em colocar a serviço de quem mais precisa. Talvez não soe bem esta reflexão porque nossa cultura está direcionada para o individualismo, para a cobiça e para a vingança. Não se percebe que seria preciso mudar ou transformar por completo para participar do Reino da Justiça e dos céus. Talvez a cegueira farisaica ainda persista em manipular os filhos de Deus. Neste caso a solução está na tomada de postura e ter atitude certa voltada para o Pai. São muitos ensinamentos que Cristo deixou para o homem seguir na tentativa da harmonia e da solicitude. Os ensinamentos estão por toda parte, mas a cegueira impede de enxergar a verdadeira realidade do reino. Enfim, não tentar fingir com Deus. Ele sabe das intenções de cada um. O que Deus quer é a sinceridade e o amor partilhado na face da terra. Que os olhos possam enxergar sempre as coisas boas de Deus. Amém!

10 – PODEMOS ENGANAR A TODOS, MAS NÃO ENGANAMOS A DEUS QUE SONDA O NOSSO CORAÇÃO

Podemos enganar a todos, mas não enganamos a Deus que sonda o nosso coração e conhece o que há de mais escondido dentro de nós. Assim como Jesus falava para os mestres da lei e para os fariseus, chamando-os de “hipócritas”, Ele também se dirige a qualquer um de nós, hoje, quando nos enaltecemos em vista das nossas “boas ações”. O Espírito Santo penetra nos nossos corações e com muita sabedoria e propriedade denuncia o que há de oculto por debaixo das aparências das nossas ações. Hoje, nós também, como os antigos, podemos estar pagando o dízimo de todas as nossas receitas e até promovendo o bem comum, no entanto, ao mesmo tempo, podemos estar agindo como guias cegos, se as nossas atitudes não conseguirem edificar as pessoas a quem ajudamos. A nossa caridade, nesse caso, não gerará frutos bons. Quando praticamos o bem apenas com o intuito de aparecer e chamar a atenção nós desprezamos os ensinamentos mais importantes que Jesus veio nos trazer que são a justiça, a misericórdia e a fidelidade. Muitas vezes nós aproveitamos os momentos em que todos tomam conhecimento das nossas boas obras para fazer campanhas que têm como objetivo somente a nossa promoção pessoal. Podemos ter aparência de pessoas boas e, exteriormente, sermos irrepreensíveis, todavia o nosso interior está cheio de maldade. Jesus nos adverte enquanto é tempo: “limpa primeiro o copo por dentro, para que também por fora fique limpo”. A justiça, a misericórdia e a fidelidade, portanto, se traduzem pelos nossos atos concretos de amor. Somos chamados a dar o dízimo e a fazer o bem, mas tudo isto, com um único intuito de TUDO FAZER POR AMOR! Reflita – Com que finalidade você tem contribuído com o dízimo? – Você acha que Deus está vendo as suas ações de caridade? – Você tem sido fiel, justo e misericordioso com as pessoas com quem você convive? – Você faz alguma coisa para aparecer?

11 – SOMOS ARVORES FRUTÍFERAS…

Bom dia! Domingo, Frei Ari disse uma coisa que muito tocou o coração: “Somos arvores frutíferas, que no fim da vida, veremos e contabilizares em nosso tronco a quantidade de galhos e brotos quebrados; lascas e pedaços retirados pelas pedradas que levamos, pois árvores que dão frutos são assim, passamos a vida a levar pedradas, enquanto aqueles que se preservam inteiros e sem frutos, só lhes restam fazer sombra”. Muitas pessoas se dizem incomodadas quando veem alguém não fazendo coisa alguma, mas como é intrigante também a quantidade de pessoas que se incomodam ao ver alguém trabalhando, e o pior, quando o que fazem, da certo! Brinco muito com a história do padroeiro de nossa comunidade – São Sebastião. Somos de fato, espelhos de sua vida. Alguns pensam que ele morreu vítima das flechadas, como a imagem que conhecemos sugere, mas não. Sebastião foi encontrado semimorto, recuperou-se e ao invés de sossegar, voltou e morreu apedrejado. Quando falo que somos o reflexo de nosso padroeiro, digo isso na íntegra. Levamos flechadas dos “irmãos” no domingo, mas não paramos por isso. – voltamos terça-feira pra levar as pedradas. (risos). Eu costumo dizer que as pancadas (ou pedradas) mais doloridas vêm de “fogo amigo”. Esse termo se refere a uma denominação militar em que o soldado em campo de batalha é atingido por uma bala ou bombardeio do mesmo exercito por qual luta. Quantos de nós já não fomos atacados pelo fogo “invejoso” amigo (da onça)? Quantos de nós, já pensamos em desistir, largar a coordenação de um movimento ou de uma pastoral por esses irmãos que ainda não aprenderam como atirar? Até Jesus foi vítima do fogo amigo de Judas! “(…) Não te irrites por causa dos que agem mal, nem invejes os que praticam a iniquidade, pois logo eles serão ceifados como a erva dos campos, e como a erva verde murcharão. Espera no Senhor e faze o bem; habitarás a terra em plena segurança. Põe tuas delícias no Senhor, e os desejos do teu coração ele atenderá. Confia ao Senhor a tua sorte, espera nele, e ele agirá. Como a luz, fará brilhar a tua justiça; e como o sol do meio-dia, o teu direito. Em silêncio, abandona-te ao Senhor, põe tua esperança nele. Não invejes o que prospera em suas empresas, e leva a bom termo seus maus desígnios. Guarda-te da ira, depõe o furor, não te exasperes, que será um mal, porque os maus serão exterminados, mas os que esperam no Senhor possuirão a terra”. (Salmo 35/36, 1-9). Esse fim de semana, digitava eu com uma amiga do Pedregal (comunidade Santo Antonio), relatava ela do cansaço véspera de um retiro. Um parêntese: O padroeiro é o reflexo do apadrinhado mesmo. Santo Antônio é reconhecido como aquele que esteve em dois lugares ao mesmo tempo. O que se esperava de alguém que esta nessa comunidade? Estou aqui e ali ao mesmo tempo! (risos). Voltando (…). Divaguei para ela que precisamos entender um pouco mais de geografia. Quanto maior a área de pressão maior é a força dos ventos. Quanto maior forem as dificuldades, a inveja, a cobiça, a ganância, maior será a força dos ventos do Espírito Santo em nossas obras, em nossa vida e em nossas atitudes. “(…) Sobreveio a lei para que abundasse o pecado. Mas onde abundou o pecado, superabundou a graça“. (Romanos 5, 20). Quanto aos fariseus, temos que compreender que não deixarão de existir. Rezemos por eles. Um imenso abraço fraterno.

12 – VÓS DEVERÍEIS PRATICAR ISTO, SEM CONTUDO DEIXAR AQUILO

O evangelho de hoje nos convida a aprender a discernir. A vida quase nunca se apresenta de maneira simples, obvia e segura. A experiência diária é mais uma tentativa de adivinhar o futuro do que uma certeza acerca do presente. Nossa época confia mais nas conclusões da opinião pública do que no critério pessoal. Contudo, o evangelho nos convida a passar por um caminho oposto. Convida-nos a superar as opiniões e a examinar a verdade que há nelas. Igualmente nos convida a fazer o exame diário de nossas ações e a contrastá-las com os ensinamentos de Jesus e não com as mensagens publicitárias que nos bombardeiam por todos os meios. Jesus nos ensina a diferenciar a causa e a razão de ser de cada realidade humana. Os fariseus criticam exatamente aquilo que seu fanatismo religioso cria. O desejo de pureza e perfeição, quando não está fundamentado na caridade e iluminado pelo realismo, conduz à cegueira. Jesus convida adversários e partidários a aprender a discernir a partir dos valores do evangelho. Que prejuízos assimilados por meio da cultura social chocam com os valores propostos pelo evangelho?

13 – CONDENE O PECADO, MAS NÃO O PECADOR

Parece estranho alguém se levantar e se pôr em briga contra si mesmo. Mas foi, é e será sempre a exigência de Jesus. É preciso fazer guerra contra nós mesmos, a fim de destruir em nós o causador da nossa morte. No “Ai de vós!” temos a continuidade da contundente denúncia de Jesus quanto a incoerência e a hipocrisia dos escribas e fariseus que integravam a cúpula religiosa de Israel. Se quiser avançar corretamente, com discrição e dando frutos no caminho da verdadeira religião, você deve ser austero e rígido consigo mesmo e sempre alegre e aberto para com os outros, esforçando-se, no seu coração, por caminhar nos cumes da retidão, sabendo inclinar-se, com bondade, para com os mais fracos. Numa palavra, perante o juízo da sua consciência, você deve moderar os rigores da justiça, de tal forma que não seja duro para com os pecadores, mas acessível ao perdão e indulgente. Considere o seu pecado como perigoso e mortal; o dos outros, considere-o como fragilidade da condição humana. A falta que, em você, considera digna de severa correção, pensa que, nos outros, não merece mais do que uma pequena admoestação. Não seja “mais justo do que o Justo”. Receie cometer o pecado, mas não hesite em perdoar ao pecador. A verdadeira justiça não é a que precipita as almas dos irmãos no laço do desespero. É preciso sabermos que, se a nossa vida não nos parece tão brilhante, a dos outros não nos dever parecer toda feia. E como seria bom se fôssemos para nós mesmos juízes severos! Aposto com você que as faltas dos outros não encontrariam em nós censores tão rigorosos. Partamos para a guerra como Josué. Tomemos de assalto a cidade mais forte deste mundo, o meu e o seu coração de onde está toda a malícia. Destruamos as suas muralhas orgulhosas. Só então encontraremos à nossa volta o caminho que é preciso tomar, o campo de batalha e o inimigo a derrubar. Quem é? Você já sabe: é o pecado. O que falta é descobrir onde está e quais são as suas artimanhas. Portanto, embora lhe pareçam estranhas as minhas palavras, elas são verdadeiras: limite a sua procura a si mesmo. Está em você o combate que irá travar, no seu interior, o edifício de malícia que você tem de minar; o seu inimigo sai do fundo do seu coração. Não sou eu quem o diz, mas Cristo: “É do coração que vêm os maus pensamentos, os assassínios, os adultérios, as impurezas, os roubos, os falsos testemunhos, as palavras injuriosas” (Mt 15,19). Percebe qual é o poder deste exército inimigo que avança contra você a partir do fundo do seu coração? Ei-los! Os inimigos que temos de massacrar no primeiro combate, de eliminar na primeira linha da batalha. Se formos capazes de derrubar as muralhas deles e exterminá-los até que não reste nenhum para contar, nenhum para recobrar o ânimo (cf. Js 11,14), se não ficar um único para retomar vida e ressurgir nos nossos pensamentos, então Jesus dar-nos-á o grande repouso. Jesus, não querendo ser alvo de censura como os fariseus, no Evangelho de hoje – que se preocupavam com as coisas externas deixando o essencial para segundo plano – vos peço: “Dai-me forças para ser guerreiro de mim mesmo, para transformar o meu coração. Dai-me um coração puro para que do meu interior brotem a honestidade, a verdade, a justiça, a misericórdia e a fidelidade. E, assim, eu possa ser o caminho para os perdidos, a luz para os que estão nas trevas, a voz para os mudos nas coisas de Deus, a vez para os excluídos da convivência humana, a alegria para os tristes, o pão para os famintos, a paz para os que estão em guerra, amor para os que semeiam ódio e vingança, levando todos os homens para Vós que sois o Caminho, a Verdade e a Vida do homem”.

14 – …

15 – …

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Agostinho (Argélia, 354-430), filho de pai pagão e mãe cristã, espírito afoito e sedento de verdade, transitou por diversas correntes filosóficas e seitas até chegar ao cristianismo, graças às orações da mãe, Mônica. Abraçou o sacerdócio, vindo a se tornar bispo de Hipona e um dos maiores doutores da Igreja.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos ilumina para que não sejamos enganados pelos falsos líderes, mas saibamos o que é importante para viver vida verdadeiramente cristã, longe da hipocrisia.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

A palavra do Senhor é viva e eficaz: ela julga os pensamentos e as intenções do coração (Hb 4,12).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

No meio da Igreja, o Senhor colocou a palavra nos seus lábios; deu-lhe o espírito de sabedoria e inteligência e o revestiu de glória (Eclo 15,5).

Antífona da comunhão

Não tendes senão um mestre, o Cristo; sois todos irmãos, diz o Senhor (Mt 23,10.8).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Renovai, ó Deus, na vossa Igreja aquele espírito com o qual cumulastes o bispo santo Agostinho para que, repletos do mesmo espírito, só de vós tenhamos sede, fonte da verdadeira sabedoria, e só a vós busquemos, autor do amor eterno. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Protegei-nos, Senhor.

— Tornai, Senhor, a Igreja mestra da verdade e da justiça.
— Iluminai-nos em nossas decisões, para que não sejamos enganados.
— Abençoai, por intermédio de santo Agostinho, a todos os estudiosos que contribuem para a evangelização.
— Fortalecei os que querem caminhar na sinceridade e na honestidade.
— Inspirai os responsáveis pelo ensino nas comunidades e nas escolas.

Oração sobre as oferendas

Celebrando o memorial da nossa salvação, nós vos pedimos, ó Deus de misericórdia, que este sacramento do vosso amor seja para nós sinal de unidade e vínculo de caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Santificai-nos, ó Deus, pela participação na mesa do Cristo, a fim de que, membros do seu corpo, sejamos transformados naquele que recebemos. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

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FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

– – – – – – –

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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