LDP: 06/SET/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

06/SET/2012 (quinta-feira)

LEITURAS

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios 3,18-23 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 18 ninguém se iluda: Se algum de vós pensa que é sábio nas coisas deste mundo, reconheça sua insensatez, para se tornar sábio de verdade; 19 pois a sabedoria deste mundo é insensatez diante de Deus. Com efeito, está escrito: “Ele apanha os sábios em sua própria astúcia”, 20 e ainda: “O Senhor conhece os pensamentos dos sábios; sabe que são vãos”. 21 Portanto, que ninguém ponha a sua glória em homem algum. Com efeito, tudo vos pertence: 22 Paulo, Apolo, Cefas, o mundo, a vida, a morte, o presente, o futuro, tudo é vosso, 23 mas vós sois de Cristo, e Cristo é de Deus.

Proclamação do Salmo 23(24),1-2.3-4ab.5-6 (R. 1) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 1 Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra.
— 1 Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; 2 porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.
— 3 ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ 4a ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, 4b quem não dirige sua mente para o crime.
— 5 Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. 6 ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 5,1-11 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 1 Jesus estava na margem do lago de Genesaré, e a multidão apertava-se a seu redor para ouvir a palavra de Deus. 2 Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago. Os pescadores haviam desembarcado e lavavam as redes. 3 Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. 4 Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança para águas mais profundas, e lançai vossas redes para a pesca”. 5 Simão respondeu: “Mestre, nós trabalhamos a noite inteira e nada pescamos. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes”. 6 Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. 7 Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que viessem ajudá-los. Eles vieram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem. 8 Ao ver aquilo, Simão Pedro atirou-se aos pés de Jesus, dizendo: “Senhor, afasta-te de mim, porque sou um pecador!” 9 É que o espanto se apoderara de Simão e de todos os seus companheiros, por causa da pesca que acabavam de fazer. 10 Tiago e João, filhos de Zebedeu, que eram sócios de Simão, também ficaram espantados. Jesus, porém, disse a Simão: “Não tenhas medo! De hoje em diante tu serás pescador de homens”. 11 Então levaram as barcas para a margem, deixaram tudo e seguiram a Jesus.

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? Quais outros textos este me recorda? Qual palavra mais me toca o coração? Jesus entra na barca de Pedro. Entra também na minha “barca”. Qual é ela? O Mestre vai ampliando o seu círculo de colaboradores. Em Lc 6,12-16, lemos a convocação dos doze apóstolos. No capítulo 10, escolhe 72 discípulos para, de cidade em cidade, anunciarem o Reino de Deus. A Igreja continua convidando, convocando, enviando discípulos e missionários, “lançando as redes em águas mais profundas”. Disseram os bispos, em Aparecida: “Nestes últimos tempos, Ele nos tem falado por meio de Jesus seu Filho (Hb 1,1ss), com quem chega a plenitude dos tempos (cf. Gl 4,4). Deus, que é Santo e nos ama, nos chama por meio de Jesus a ser santos (cf. Ef 1,4-5).” (DAp 130). Como me encontro nesta missão? Tenho a missão de ser santo ou santa, qualquer que seja minha vocação: leiga, religiosa ou para o ministério sacerdotal. Como vivo este chamado?

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 5,1-11, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. A partir de Lucas 5, o Mestre alarga seu campo de ação e para isto forma um grupo de colaboradores. Neste texto de hoje, temos a narração do primeiro chamado, diante da multidão que “se apertava em volta dele” para ouvir a Palavra de Deus. Jesus subiu no barco de Simão e dali, sentado, ensinava à multidão. No final, manda que Simão leve o barco para águas mais profundas e lá, ele e os companheiros joguem as redes. Simão explica que eles trabalharam a noite toda e nada pescaram. Mas, farão isto porque Jesus lhes pede. E assim fizeram. Como resultado, encheram dois barcos com tanto peixe que quase afundaram. A abundância da pesca pode simbolizar a expansão da Igreja. Simão Pedro experimenta, de um lado, seu fracasso, e de outro, o grande êxito por acreditar na Palavra de Jesus. Pescar é símbolo da missão. A presença e atuação de Jesus despertou em Simão o sentimento de pecador. Caiu aos pés dele e disse: “Sou um homem pecador!” Por isso, sente que Jesus, o Santo, deve se afastar dele. O Mestre faz-lhe, então, o chamado para ser “pescador de gente”. O Evangelho termina com os apóstolos deixando tudo e seguindo Jesus.

… e a VIDA …

Pai, confirma minha vocação de pescador de pessoas humanas, e conduze-me para águas mais profundas onde se encontram os que mais carecem de meu amor.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus, sentindo a presença de Deus na minha “barca”. Vou demonstrar pela vida que estou buscando o caminho da santidade.

REFLEXÕES:

1 – MERGULHAR NO AMOR DE DEUS

Em Lucas, de maneira diferente às narrativas de Marcos e Mateus, e também de João, o chamado dos primeiros discípulos é antecedido por um ato de pregação da palavra feito por Jesus. A barca que servira para Simão (Pedro) e os companheiros pescarem é agora usada por Jesus para sua pregação à multidão. E é na adesão a esta palavra que se obtêm bons resultados imprevisíveis, como mostra a pescaria abundante. Na pessoa de Simão, estes pescadores são chamados também a assumirem o anúncio da palavra. É a palavra que, acolhida com confiança no coração, move à comunhão de vontade com Deus, na participação de sua vida divina e eterna. Deixar tudo e seguir Jesus significa mergulhar no amor de Deus que está semeado nos corações.

2 – JOGUEM AS REDES

Um dos elementos mais importantes do cristianismo é a vida comunitária. Para quem é cristão, não existe lugar para o individualismo. Jesus nos mostra isso quando não realiza sozinho a sua missão, mas chama os apóstolos para participarem ativamente dela. Para o apostolado, Jesus não chama os melhores do ponto de vista da economia, da sociedade ou mesmo os mais santos; Jesus chama a todos, sem fazer qualquer tipo de distinção entre as pessoas. Assim, nos mostra que na atuação pastoral, devemos nos preocupar não simplesmente em fazer o trabalho, mas sim em envolver todas as pessoas, para que a atuação pastoral seja comunitária e revele este importante valor do Evangelho.

3 – VIDA MISSIONÁRIA

A cena da pesca milagrosa ilustra a vida missionária dos discípulos do Reino. Tudo começou com um encontro fortuito com Jesus. Comprimido pelas multidões ansiosas para ouvir a Palavra de Deus, o Mestre pediu a Simão um favor: levá-lo em sua barca um pouco para dentro do lago de Genesaré, não muito longe da margem, para que pudesse falar às multidões. Seu pedido foi prontamente atendido. Quando concluiu a pregação, deu a Simão uma ordem inesperada: conduzir o barco para águas mais profundas e lançar a rede. Simão tinha trabalhado, em vão, toda a noite, mas por obediência à ordem do Mestre, lançou novamente a rede. E disto resultou uma pesca espetacular. Entretanto, o fato mais notável foi Simão ter tido a chance de reconhecer Jesus como Messias. O espanto que se apoderou dele e de seus companheiros foi semelhante ao que, no Antigo Testamento, acontecia nas teofanias, quando pessoas achavam que iriam morrer, caso vissem a Deus. Simão reconheceu em Jesus a manifestação da divindade. E Jesus exortou-o a não ter medo, pois sua vida havia sido transformada. Doravante, teria outra preocupação, não mais com peixes, mas com pessoas humanas. Simão aceitou a tarefa de ser pescador de gente, e pôs a seguir Jesus. Começava para ele uma nova vida.

4 – SEJA FIRME E NÃO TENHA MEDO!

Depois de Jesus ter expulsado o demônio e ter curado a sogra de Simão, hoje O vemos no mar da Galileia, como um pescador; não de peixes, mas sim de homens. Subindo na barca, Ele pede que se avance para o lugar mais profundo. Frisemos que o barco era de Simão. Não sem uma razão misteriosa, é da barca dele que Jesus ensinou o povo. Ela é figura da Igreja. Jesus sempre ensinará ao mundo que reconhece Pedro como chefe visível da Igreja de Cristo. Onde está Pedro, o Papa, aí está a Igreja. E não só isso. Também podemos ver a opção de Jesus em duplo sentido: o sentido apologético, de manifestar a divindade de Jesus; e o sentido simbólico, que consiste em indicar qual seria a missão de Pedro, dos apóstolos e de toda a Igreja em geral: missão de serem pescadores de homens para a fé cristã, usando a rede do Evangelho. Por ter se dirigido a Pedro, por ter escolhido a barca desse apóstolo, por tê-lo mandado mais para o alto-mar e lançar suas redes, Jesus demonstra o especial papel de Pedro, o qual receberá o primado sobre os apóstolos e fiéis. Ainda, como a pesca foi realizada por intervenção de Deus e não pela habilidade dos pescadores, toda vez que se pescar um homem para o Reino de Deus, será sempre obra da graça usando a colaboração do apóstolo. O peixe tornou-se símbolo dos primeiros cristãos, porque, nas águas do batismo, eles nascem para a fé, e nela – vivendo – se salvam. Para Pedro, Jesus era o seu Mestre. Mas, diante da pesca milagrosa que não se explica por causas naturais, o apóstolo descobre que Jesus não é um simples mestre ou profeta comum. Já o vê como seu “Senhor”, nome reservado exclusivamente a Deus. Foi um grande passo na descoberta da verdadeira identidade de Jesus. A admiração atrai Pedro ao Mestre; a consciência de seu estado de pecador O afasta dele. Diante do milagre presenciado, a fé de Simão começou a se tornar uma rocha = pedra. Basta ver que Pedro começou a chamar Jesus de “Senhor” e não só de “Mestre”. Pela fé, Simão é transformado em rochedo, e já se põe o fundamento para a sua vocação em “Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei minha Igreja” (Mt 16,18) e em “Tu, por tua vez, confirma teus irmãos” (Lc 22,32). O homem, sozinho em suas tarefas, fadiga-se em vão: “Se o Senhor não edificar a casa, em vão labutam seus construtores” (SI 127). Mas se acolher, com boa disposição, a Palavra inspirada, receberá abundante ajuda da mão de Deus. Quanto mais alguém se aproxima do Pai, tanto mais cresce nele a humildade, esse sentimento de sua pequenez, de seu nada e de seus pecados. Quanto mais distante de Deus alguém vive, tanto menos reconhecerá os próprios erros e limitações. Pedro, tão favorecido pela bondade divina, não pensa senão em sua própria insuficiência e condição de pecador que não merece tanta bondade. Então, exclama: “Senhor, afaste-se de mim, pois eu sou um pecador!” Mas Jesus, apesar de reconhecer a fraqueza de Simão, confirma-o na vocação dizendo: “Não tenha medo! De agora em diante você vai pescar gente”. É isso o que Jesus faz com você aqui e agora. Não tenha medo! Ele conhece a sua fraqueza, os seus problemas, mas quer vê-lo pescador de homens, restaurador das famílias, libertador dos cativos, acolhedor dos excluídos e abandonados. Enfim, a dar vida em abundância! Portanto, seja firme e não tenha medo!

5 – DE FUTURO, SERÁS PESCADOR DE HOMENS

Quando o Senhor, sentado no barco de pesca, disse a Pedro «faz-te ao largo; e vós, lançai as redes para a pesca», quis aconselhá-lo não tanto a lançar às profundezas da água as redes de pesca, mas a derramar no fundo dos corações as palavras da pregação. Foi neste abismo do coração que São Paulo penetrou quando clamou «oh, que profundidade de riqueza, de sabedoria e de ciência é a de Deus!» (Rm 11,33). […] Tal como as redes trazem nas suas malhas, para dentro do barco, os peixes que apanharam, assim a fé conduz ao seu seio, para o descanso, todos os homens recolhidos por ela. Para fazer ainda crer que o Senhor estava a referir-Se à pesca espiritual, disse Pedro: «Mestre, trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos, mas porque Tu o dizes, lançarei as redes». O Senhor, nosso Salvador, é o Verbo, a Palavra de Deus; […] e Pedro, ao lançar as redes a esta Palavra, estende a sua eloquência por todo o lado. Assim, Pedro estende as malhas da rede aparelhada segundo as diretrizes do seu Mestre, lançando, em nome do Senhor, palavras claras e eficazes que permitem salvar homens e já não criaturas sem razão. «Trabalhámos durante toda a noite e nada apanhámos». Sim, toda a noite trabalhara Pedro […] mas, assim que brilhou a luz do Senhor, dispersaram-se as trevas e a fé permitiu-lhe distinguir nas profundezas da água aquilo que os seus olhos não podiam ver. Pedro sofreu a noite inteira até que o dia que é Cristo viesse em seu auxílio, conforme as palavras do apóstolo Paulo: «A noite adiantou-se e o dia está próximo» (Rm 13,12).

6 – AVANÇA MAIS PARA O FUNDO

Hoje, continua a surpreender-nos comprovar como aqueles pescadores foram capazes de deixar os seus trabalhos, as suas famílias, e seguir Jesus («Deixaram tudo e seguiram Jesus»: Lc 5,11), precisamente quando Este se manifesta diante deles como um excepcional colaborador para o negócio que lhes dá o sustento. Se Jesus de Nazaré nos fizesse a proposta a nós, no nosso século XXI…, Teríamos a coragem daqueles homens? Seriamos capazes de perceber qual é verdadeiro lucro? Nós os cristãos acreditamos que Cristo está eternamente presente; por isso, esse Cristo que está ressuscitado pede-nos, já não a Pedro, a João ou a Tiago, mas ao Francisco, ao José Manuel, a Paula, e a todos e cada um de nós que dizemos que Ele é o Senhor, repito, pede-nos desde o texto de Lucas que o acolhamos no barco da nossa vida, porque quer descansar junto de nós; pede-nos que O deixemos servir-se de nós, que lhe permitamos mostrar até onde orientar a nossa existência para ser fecundos no meio de uma sociedade cada vez mais distanciada e necessitada da Boa Nova. A proposta é atraente, só nos falta saber e querer despojar-nos dos nossos medos, dos nossos “o que dirão” e tomar rumo a águas mais profundas, que é o mesmo que dizer, a horizontes mais distantes do que aqueles que constrangem o nosso quotidiano medíocre de perturbações e desânimos. «Quem tropeça no caminho, por pouco que avance, sempre se aproxima da meta; quem corre fora dele, quanto mais corre mais se afasta da meta» (S. Tomás de Aquino). «Duc in altum»; «Avança mais para o fundo» (Lc 5,4): Não nos queremos nas costas de um mundo que vive olhando para o seu umbigo! A nossa navegação pelos mares da vida nos conduzirá até atracar na terra prometida, a singrar nesse Céu esperado que é o regalo do Pai, mas indivisivelmente, também trabalho do homem —teu, meu— ao serviço dos outros no barco da Igreja. Cristo conhece bem os pesqueiros, de nós depende: ou no porto do nosso egoísmo, ou em direção aos Seus horizontes.

7 – ELES DEIXARAM TUDO E SEGUIRAM A JESUS

Bom dia! Vejamos que existem duas situações ou realidades no evangelho de hoje: Um povo sedento que se acotovelava para se aproximar de Jesus e outro grupo de pessoas (pescadores), que meio indiferentes ao que acontecia na margem, permanecia em seus afazeres. Um grupo apertava Jesus contra o lago deixando claro que não desistiria da graça “(…) e a multidão se apertava em volta dele para ouvir a mensagem de Deus”; e o outro já se dava como vencido, pois lavar as redes é a última coisa que o pescador faz antes de sair. “(…) Os pescadores tinham saído deles e estavam lavando as redes“. Um mesmo estímulo pode de fato motivar alguns e a outros não ter ação nenhuma? A resposta é sim! Mas o que pode fazer alguém preferir ficar alheio ao que acontece e a outros motivar a fazer? Talvez como é feito o convite… Augusto Cury em seu livro Um mestre Inesquecível descreve a cena e o convite da seguinte forma: “(…) A análise psicológica dessa passagem impressiona porque Jesus não deu grandes explicações da sua proposta. Não fez discursos nem milagres. Entretanto, a maneira como falou e a proposta que fez deixaram em brasas vivas o território da emoção desses jovens”. Se existem muitos ainda alheios a mensagem, creio eu, que por vontade própria, no entanto outros tantos por não terem sidos “encantados” por ela. Sim! A mensagem precisa encantar aquele que a ouve, mas como será que essa mensagem tem chegado às pessoas? Frei Carlos Zagonel nos corrigia nesse fim de semana que devemos ser fiel a mensagem de Deus e não divagarmos ao ponto da pessoa perder o interesse ou pior, corromper o sentido da escritura. Isso é tão verdade que às vezes notamos que nossa fala muitas vezes puni o filho que resolve se redimir e voltar. A mensagem embutida, neste exemplo, na parábola do filho pródigo diz justamente que devemos acolher pois o Pai é a própria misericórdia. Não sei bem se aquele homem que fica na praça, ou no ponto de ônibus ou em lugares públicos com um megafone ou caixa de som declarando as maravilhas que Deus lhe fez realmente convença alguém a voltar. A mensagem que convida não é feita aos berros ou tão pouco apenas ditos. O que de fato cativa é quando falo algo que prende a atenção da pessoa e a faz refletir sua própria existência. “(…) Nunca tinham ouvido tais palavras. Elas soaram diferente de todas as vozes que já tinham ouvido. Elas mexeram com os segredos da alma desses dois jovens. Ecoaram num lugar em que os psiquiatras não conseguem entrar. Penetraram no espírito humano e geraram um questionamento sobre qual é o significado da vida, por que vale a pena lutar”. (Um mestre inesquecível – Augusto Cury) Não temos o poder de motivar a ninguém se não partir de dentro. Acolher a mensagem ou preferir lavar as redes é uma opção que deve ser respeitada, mas cada um que é portador da Boa nova deve, impreterivelmente, aprender a encantar, não somente com que sai da sua boca, mas com o sentimento verdadeiro com que descrevo essa verdade. Mateus, que foi também encantado pelo amor do homem de Nararé, descreveu perfeitamente esse grande achado: “(…) O Reino do Céu é como um tesouro escondido num campo, que certo homem acha e esconde de novo. Fica tão feliz, que vende tudo o que tem, e depois volta, e compra o campo. O Reino do Céu é também como um comerciante que anda procurando pérolas finas. Quando encontra uma pérola que é mesmo de grande valor, ele vai, vende tudo o que tem e compra a pérola”. (Mateus 13, 44-46) Um imenso abraço fraterno!

8 – A PESCA MILAGROSA

Algumas pessoas tentam quase de tudo na vida em termo de profissão, e não conseguem nada. E de repente, sem menos esperar, se vê perfeitamente adaptada em uma atividade profissional na qual terá a oportunidade de fazer muito pelo bem da humanidade, como é o caso de um professor, um radialista, ou mesmo um sacerdote. Os pescadores tentaram a noite toda apanhar algum peixe, e nada. Tudo já estava planejado por Deus. Para que de manhã, quando Jesus dissesse: Lança a rede, tudo aquilo viesse a acontecer para a Glória de Deus. Na nossa vida também acontece isso. Nós nos embrenhamos por vários caminhos e só colhemos fracassos, ou simplesmente, não temos o sucesso esperado. De repente Jesus aparece e nos diz. O caminho é deste lado, e aí é só alegria. O difícil é escutar a voz de Jesus que se nos apresenta através de uma pessoa, de um acontecimento, ou mesmo através de um aparente fracasso. Para escutar o chamado de Jesus, os pescadores não tiveram de fazer nada. Mas nós precisamos estar sintonizados com Deus 24 horas por dia para poder discernir: o que é a voz de Deus, o que é pensamento egoísta nosso, e o que é tentação do demônio. Viu? Às vezes fica complicado separar essas três coisas. Para isso precisamos levar uma vida santa e repleta de muita oração. Pescadores de homens ou de almas é a nossa missão. Nós cristãos engajados, você que foi atraído(a) por Deus para encontrar este blog e para ler esta reflexão, e principalmente os catequistas e sacerdotes. Os pescadores lançaram as redes a noite toda e não apanharam nem um piabinha. Porque não era a vontade de Deus que eles fossem bem sucedidos durante a noite, para que depois vivessem um dos maiores milagres do Filho de Deus que os transformara em seus seguidores e pescadores de pessoas em vez de peixes. E aqueles homens profissionais da pesca largaram tudo até mulheres e filhos para seguir Jesus. As suas respectivas famílias foram cuidadas pelos seus pais, mais na verdade, passaram a ser cuidadas pela graça de Deus que não deixou faltar absolutamente nada. Em tudo na nossa vida poderemos, a exemplo dos pescadores, lançar a rede o tempo todo e não conseguir nada. Isso acontece por não ser a vontade de Deus, porque Deus nos quer em outra atividade na vida, ou simplesmente porque estamos fazendo as coisas sozinhos sem pedir a ajuda de Deus. Ou sem estar sempre em sintonia com Deus e sem deixar que Ele dirija os nossos passos e a nossa vida. Essa é uma das grandes causas do fracasso de muita gente. Achar que pode tudo sem a presença de Deus em suas vidas. Isso sem falar no perigo de satanás se apoderar de nós, já que não estamos do lado de Deus, e nos transformar em agentes do mal. Prezados irmãos. Entregue sua vida nas mãos de Deus. Busque a Deus com toda sua inteligência, com toda sua força. E todo o resto Ele vai lhe dar de acréscimo. Foi o próprio Jesus quem garantiu isso. E Ele não falha! Pode acreditar nisso. Experimente!

9 – PEDRO OUVIU O CHAMADO DE JESUS

Como ouvir o chamado de servir o reino de Deus? Como perceber que a messe precisa de operários para dar continuidade no projeto de vida de Jesus? Como ousar a ouvir o apelo do Senhor para compor a mesa do trabalho do bem? Pedro um pescador rude, de pouco conhecimento, de natura conservadora, trabalhava incessantemente para dar comida para sua família. Pedro era pescador no lago de Genesaré. De repente, inesperadamente, teve um encontro inesquecível, encontrou Jesus um grande pescador, não só de peixe, mas um grande pescador de homens. Jesus desafiou os pescadores, pediu que jogasse as redes nas águas profundas, mas O repreenderam afirmando que tinham passado a noite toda pescando e nada tinha conseguido. Jesus insistiu que lançasse as redes e de fato ficaram surpreso com o resultado. Malharam tantos peixes que encheram duas barcas. Pedro olha para Jesus e reconhece como o Filho do Senhor que tinha uma linda missão: lançar as redes para malhar o povo de Deus na sua ternura, ou seja, ser um pescador de homens e transformá-los em instrumentos do reino. Na verdade Jesus estava formando sua comunidade. Precisava de homens fortes, corajosos e destemidos para levar avante testemunho de fé; precisava de gente como Pedro que mesmo sabendo que no lago não tinha como pescar, pois os peixes estavam em falta, obedeceu as ordens e viu o quanto foi maravilhoso, pois a recompensa veio pelo esforço. Esta linda mensagem deixada pelo evangelista Lucas enaltece o querer do homem em almejar a vontade do Pai. Não ter remorso em anunciar a palavra verdadeira para os homens que ainda não a conhecem, porém, exaltar no coração do homem descrente a tentação de seguir os passos da libertação a partir do Cristo Libertador. Pedro foi motivado por Jesus a abandonar tudo e segui-lo pelos caminhos da vida. Não hesitou e partiu para também anunciar a boa-nova aos pobres e humildes. Nas suas intervenções junto ao povo necessitado, Pedro acalentou muitos entristecidos, direcionou projetos de vida, curou pessoas travadas pelos males, libertou muitos tomados pelo demônio. Pedro fez a parte dele porque acreditou no Cristo, na vida e na hombridade. O homem hoje também é chamado para fazer parte deste grupo de anunciadores da palavra que liberta. Porém, não basta falar, não basta teorizar, mas agir, arregaçar as mangas da camisa e colocar a mão na massa. Quando o homem ouve o chamado não deve fazer de surdo ou fingir que não foi com ele que o Senhor está chamando, mas estar de prontidão para o trabalho. Quantas coisas erradas o homem enxerga hoje. Nem vamos listrá-las, mas, já sabe-se de antemão que o povo de Deus ainda continua arruinado na sua dignidade. Ainda há muito exploração pelos poderosos, há muita violência contra a vida dos humildes, há desprezo exacerbado com os mais fracos. Jesus pede para que não fique inerte diante de tantas atrocidades contra o povo de Deus. O homem precisa mexer com seriedade a fim de coibir os maus tratos que assolam o seu povo. Você que está lendo está reflexão também é chamado para compor a messe, do mesmo modo eu também sou chamado a todo instante, cabe a nós darmos a contrapartida e lutar para que o reino de Deus aconteça em nosso meio com destreza e felicidade. Enfim, lançar as redes no logo e malhar peixes é uma tarefa não tão complicada, mas lançar redes para pescar homens que ainda não compreenderam os ensinamentos de Jesus não é tão fácil, porém, nosso Deus vai à frente guiando os caminhos e dando força para o trabalho acontecer com vigor. Tenha coragem e lute pelo irmão vencer as tentações diabólicas da vida, tenho certeza que Deus estará louvando sempre pela atitude acertada. Amém!

10 – CHAMADOS PARA O DESAFIO

Não sei se os quatro primeiros discípulos, André, Pedro, Tiago e João, estavam de bom humor ao serem chamados por Jesus á margem do Lago de Genesaré, quando trabalhavam duramente limpando suas redes dos “enroscos” que havia nelas, após uma noite de pescaria fracassada. É bom lembrar que tratava-se de um trabalho profissional e não de uma pescaria de lazer, como é uma prática mais perto da nossa realidade. A proposta de Jesus ao grupo de pescadores parecera descabida, ele pedia-lhes para que insistissem em uma tarefa, que não dera certo ao longo de uma jornada inteira de trabalho noturno, de um jeito diferente, jogando as redes onde ele fosse indicar. Ora, que profissional aceitaria orientação de um estranho em seu trabalho? O horário era desfavorável, quem conhece o litoral sabe que os barcos pesqueiros trabalham à noite, e que de manhã é hora de contabilizar os ganhos com a descarga dos peixes na praia. A proposta vinha como um desafio e implicava em aceitar ou não a palavra de Jesus. Após terem aceitado, fizeram conforme o Senhor lhes ordenara e o resultado fora surpreendente: as redes não resistiram a quantidade de peixes apanhados, sendo necessário partilhar a tarefa com companheiros da outra barca. Nas barcas de nossas comunidades o resultado do nosso trabalho nem sempre é o que esperamos, pois é preciso estar sempre preparados para o fracasso das “noites” em que as redes voltam vazias, com “coisas indesejadas” que somos obrigados a ‘limpar”, buscamos a santidade de uma vida em comunhão, na justiça, partilha e fraternidade e acabamos encontrando fofocas, intrigas, divisões, coisas que estão em nossa rede embora não façam parte da vida da comunidade, não as queremos, ninguém as deseja, mas elas estão lá, exigindo um trabalho de superação que requer muita paciência e compreensão. Quem já tirou enrosco de uma linha de pesca ou de uma rede, sabe que não é tarefa das mais fáceis. E de repente, em meio a essa tarefa somos chamados como os primeiros discípulos à “irmos mais fundo”, avançando para águas mais profundas. Será que o nosso papel na comunidade é só ficar consertando as coisas que não deram certo? Claro que não! A missão primária da igreja não é a excessiva preocupação com si mesma, sua estrutura e seu funcionamento, mas sim em anunciar aos de fora o evangelho de Cristo. Por experiência própria e muitas vezes por puro comodismo, achamos que o trabalho proposto por Jesus não dará nenhum resultado e na maioria das vezes em que o nosso coração nos pede mais ousadia na missão, acabamos preferindo as águas sempre rasas da nossa comunidade, grupo, pastoral, movimento ou associação onde é sempre muito fácil falar de Jesus e do seu evangelho, pois todos gostam, aceitam e até aplaudem! As pessoas vêm até nós e assim passamos o nosso tempo “pescando” no aquário, onde até causamos espanto e admiração, não pelo resultado do trabalho, mas apenas pela nossa performance e desempenho. Não foi para isso que Jesus chamou os discípulos e nem é para isso que o Senhor nos chamou. Ser missionário é sair do nosso “mundinho” conhecido e entrar na realidade das pessoas, lá onde elas estão e vivem, feiras livres, shoppings, grandes avenidas, condomínios residenciais de alto luxo, favelas e áreas verdes onde o medo do narcotráfico mata qualquer esperança, nos hospitais, presídios, asilos etc. E se acharmos que a tarefa é muito grande para as nossas modestas possibilidades, então podemos começar pelas nossas famílias e ambiente de trabalho. O verdadeiro missionário vai sempre além de suas expectativas, do seu conhecimento, da sua bagagem e experiência, ele sabe que sempre há o risco de um fracasso, mas arrisca-se de maneira corajosa porque é o Senhor quem determina. “…em atenção á sua palavra, vou lançar as redes”. Quando assim o fazemos, acabamos nos surpreendendo com o resultado e rapidamente, como Pedro, descobriremos que não foram nossas aptidões, mas sim a graça de Deus que realizou a missão, dando os frutos em quantidade muito maior do que esperávamos. E ao tomarmos conhecimento de que a graça de Deus, derramada por Jesus Cristo, move-se e age mesmo em cima de nossas fraquezas e erros, somos tomados pelo medo de nos entregarmos totalmente a Deus. Então aí só nos resta um caminho: confiar em Jesus e vivermos somente á luz da fé, na certeza de que doravante faremos não do nosso modo, mas do modo dele, mesmo que isso signifique ir contra a nossa lógica e razão. Essa atitude requer uma ruptura até mesmo com aquilo que nos pareça ser essencial, os primeiros discípulos abandonaram na praia as redes e o barco e seguiram a Jesus, pois é impossível edificarmos o reino de Deus do nosso modo. Pensemos em nossa vocação e nos perguntemos em que águas andamos “pescando”. A resposta irá exigir de nós uma atitude, a partir do evangelho.

11 – QUANTO MAIS MERGULHARMOS NO EVANGELHO, NAS ESCRITURAS, MAIS NÓS IREMOS ENCONTRAR RESPOSTAS PARA OS NOSSOS QUESTIONAMENTOS

A mensagem deste Evangelho nos motiva a nunca desistir e sempre tentar novamente. “Avança para águas mais profundas, e lançai as vossas redes para a pesca.” Foi ancorado nesta Palavra de Jesus que Pedro e os outros discípulos, depois de uma noite toda de pesca infrutífera, tiveram a coragem para voltar a pescar naquele dia. A Palavra se cumpriu e eles reconheceram o poder do ressuscitado. Esta mesma Palavra nos anima hoje a avançar na nossa pescaria que é a nossa luta em busca de paz, de felicidade, de vida plena. Saber que Jesus está perto e que na pesca da nossa vida Ele nos orienta, nos ilumina com o Seu Espírito é a garantia que temos para nunca perder a esperança e continuar lançando a rede do amor de Deus. Mesmo que também, já tenhamos trabalhado a noite inteira e nada tenhamos conseguido pescar ou que já se tenha exaurido a nossa capacidade de pedir, de suplicar, de esperar por alguma coisa de que necessitamos, “em atenção à palavra de Jesus”, devemos prosseguir lançando as redes. Jesus nos orienta e providencia o peixe para nós, todavia, Ele necessita das nossas redes na vivência do Seu amor a fim de tomar para Ele as almas necessitadas de salvação. O homem é um ser criado por Deus com o objetivo de viver a harmonia com Ele e com o próximo e isso realmente só acontecerá quando ele se jogar nos braços do amor misericordioso de Deus. Jesus também nos chama para ser pescadores de homens! As águas mais profundas são hoje, para nós, mais conhecimento, de Deus, da Sua Lei, dos Seus ensinamentos, dos Seus decretos. Quanto mais mergulharmos no Evangelho, nas Escrituras, mais nós iremos encontrar respostas para os nossos questionamentos, para as nossas angústias. Que a nossa pesca seja profícua e não se restrinja tão somente ao nosso circulo de amizade. Jesus quer que sejamos pescadores no Seu reino e a rede que Ele nos dá é o Seu amor misericordioso que nos perdoa e nos motiva a também perdoar. Reflita – Com que objetivo você trabalha e luta na vida? – No final, de quem será todo o resultado do seu trabalho? Para que servirá? –pessoas para Ele? Conte para todos o que mudou na sua vida, qual a sua esperança e o que você tem descoberto com a Palavra de Deus. Você tem usado o Amor de Deus como rede para atrair as pessoas para Ele? Amém!

12 – ELES DEIXARAM TUDO E SEGUIRAM A JESUS

Eles deixaram tudo e seguiram a Jesus. Os seguidores de Jesus se distinguem de outros movimentos religiosos da época pela sua mensagem centrada no evangelho e pela sua origem social. Muitas são as diferenças. Enquanto a maior parte das escolas rabínicas eram formadas por pessoas de posse, enquanto Jesus era seguido por pobres e simples. As escolas rabínicas formavam os futuros mestres da Lei e os líderes dos conselhos das cidades; a escola de Jesus forma líderes comunitários; as escolas rabinas eram formadas por homens que escolhem um mestre; já a escola de Jesus é formada por homens e mulheres de todas as idades que são chamados ou escolhidos. O evangelho nos mostra a radical mudança que Pedro e seus companheiros de pesca experimentam. O encontro com Jesus os leva a descobrir sua própria indignidade e os tira de suas tarefas habituais para dedicar-se a uma nova tarefa: a evangelização. Adiante, deixarão suas redes e demais bens para tecer novas redes de amor, solidariedade e serviço. Nós, assim como essas pessoas, somos chamados a seguir Jesus desde nossos ofícios e ocupações e descobrir em que momento passamos de uma dedicação parcial a uma dedicação total.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A Igreja nunca se fia em si mesma, mas sempre em Jesus, de quem recebeu a missão de libertar a humanidade dos males que a ameaçam. Para tanto, o Senhor continuamente chama pessoas dispostas a levar à frente sua proposta de salvação.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos previne contra a presunção e a autossuficiência e conclama mulheres e homens corajosos e de boa vontade para lançar as redes em águas profundas e perigosas.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Vinde após mim, disse o Senhor, e eu ensinarei a pescar gente (Mt 4,19).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

O Senhor o escolheu para a plenitude do sacerdócio e, abrindo seus tesouros, o cumulou de bens.

Antífona da comunhão

O bom pastor dá a vida por suas ovelhas (Jo 10,11).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, que cuidais do vosso povo com indulgência e o governais com amor, daí, pela intercessão de são Gregório Magno, o espírito de sabedoria àqueles a quem confiastes o governo da vossa Igreja, a fim de que o progresso das ovelhas contribua para a alegria eterna dos pastores. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, escutai a nossa prece.

— Por todos os que seguem a Cristo no anúncio do evangelho, rezemos.
— Por todos os que seguem a Cristo no ensino catequético e bíblico, rezemos.
— Por todos os que seguem a Cristo no amor à vida e na docilidade aos desígnios de Deus, rezemos.
— Por todos os que seguem a Cristo na formação e educação de pessoas, rezemos.
— Por todos os que seguem a Cristo na partilha de dons e bens, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, na festa de são Gregório Magno, seja-nos proveitoso este sacrifício que, ao ser oferecido na cruz, libertou do pecado o mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Pai, instruí pelo Cristo mestre os que saciastes com o Cristo que é o pão da vida, para que, na festa de são Gregório Magno, cheguemos ao conhecimento da verdade e a realizemos pela caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

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FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

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O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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