LDP: 12/SET/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

12/SET/2012 (quarta-feira)

LEITURAS

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Coríntios 7,25-31 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 25 a respeito das pessoas solteiras, não tenho nenhum mandamento do Senhor. Mas, como alguém que, por misericórdia de Deus, merece confiança, dou uma opinião: 26 Penso que, em razão das angústias presentes, é vantajoso não se casar, é bom cada qual estar assim. 27 Estás ligado a uma mulher? Não procures desligar-te. Não estás ligado a nenhuma mulher? Não procures ligar-te. 28 Se, porém, casares, não pecas. E, se a virgem se casar, não peca. Mas as pessoas casadas terão as tribulações da vida matrimonial; e eu gostaria de poupar-vos disso. 29 Eu digo, irmãos: o tempo está abreviado. Então, que, doravante, os que têm mulher vivam como se não tivessem mulher; 30 e os que choram, como se não chorassem, e os que estão alegres, como se não estivessem alegres, e os que fazem compras, como se não possuíssem coisa alguma; 31 e os que usam do mundo, como se dele não estivessem gozando. Pois a figura deste mundo passa.

Proclamação do Salmo 44(45),11-12.14-15.16-17 (R. 11a) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 11a Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto!
— 11 Escutai, minha filha, olhai, ouvi isto: ‘Esquecei vosso povo e a casa paterna! 12 Que o Rei se encante com vossa beleza! Prestai-lhe homenagem: é vosso Senhor!
— 14 Majestosa, a princesa real vem chegando, vestida de ricos brocados de ouro. 15 Em vestes vistosas ao Rei se dirige, e as virgens amigas lhe formam cortejo.
— 16 Entre cantos de festa e com grande alegria, ingressam, então, no palácio real’. 17 Deixareis vossos pais, mas tereis muitos filhos; fareis deles os reis soberanos da terra.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 6,20-26 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 20 Jesus, levantando os olhos para os seus discípulos, disse: “Bem-aventurados vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus! 21 Bem-aventurados vós que agora tendes fome, porque sereis saciados! Bem-aventurados vós que agora chorais, porque havereis de rir! 22 Bem-aventurados sereis, quando os homens vos odiarem, vos expulsarem, vos insultarem e amaldiçoarem o vosso nome, por causa do Filho do Homem! 23 Alegrai-vos, nesse dia, e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu; porque era assim que os antepassados deles tratavam os profetas. 24 Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação! 25 Ai de vós que agora tendes fartura, porque passareis fome! Ai de vós que agora rides, porque tereis luto e lágrimas! 26 Ai de vós quando todos vos elogiam! Era assim que os antepassados deles tratavam os falsos profetas.

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? Qual palavra mais me toca o coração? Entro em diálogo com o texto. Reflito e atualizo. Recordo as palavras dos nossos pastores, em Aparecida, palavras que repercutem as de Jesus: “No fiel cumprimento de sua vocação batismal, o discípulo deve levar em consideração os desafios que o mundo de hoje apresenta à Igreja de Jesus, entre outros: (…) a mudança de paradigmas culturais; o fenômeno da globalização e a secularização; os graves problemas de violência, pobreza e injustiça; a crescente cultura da morte que afeta a vida em todas as suas formas.” (DAp 185) Como enfrento estes e outros desafios? O meu Projeto de vida é o do Mestre Jesus Cristo?

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 6,20-26, e observo pessoas, palavras, relações, lugares. Este é um solene discurso de Jesus que abre um discurso maior. É como um eco daquele primeiro na sinagoga de Nazaré. Também Lucas fala da “boa nova” para os pobres: o Reino de Deus, a sua justiça para os pobres, os famintos, os que sofrem e que são rejeitados. Para compreender o texto do Evangelho de hoje, precisamos nos perguntar: Qual a finalidade das bem-aventuranças? Quem são os pobres e os ricos? O que é o Reino de Deus? As bem-aventuranças, aqui expressas na palavra “felizes” é um estilo literário da Bíblia, usado pelos sábios e profetas para anunciar a alegria que relaciona o presente com uma promessa futura. Os destinatários destas promessas são os pobres, ditos também os “anawim”, ou seja, aqueles que dependem dos outros, privados de segurança material e social: os famintos, aflitos, oprimidos. Neste anúncio Jesus não está dizendo que os pobres são felizes pela sua condição carente, mas porque Deus toma a defesa do pobre. Também não é porque o pobre é melhor do que o rico, mas porque Deus é justo, misericordioso e Pai que “faz nascer o sol sobre justos e injustos”. Na verdade as bem-aventuranças de Jesus não significam que ele ratifica, abençoa a situação dos pobres, famintos, aflitos. Isto seria a consagração da injustiça, das diferenças e da prepotência humana, que na verdade, são denunciadas nos “ai de vós”. Nesta narrativa de Lucas, as bem-aventuranças são dirigidas aos discípulos que pelo Reino partilham a condição dos pobres e da rejeição: “felizes são vocês quando os odiarem, rejeitarem, insultarem e disserem que vocês são maus por serem seguidores do Filho do Homem”.

… e a VIDA …

Pai, faze-me solidário com os mais pobres deste mundo, e ensina-me a partilhar, de modo que chegue até eles a esperança e a alegria que Jesus veio nos trazer.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre. Farei atos de fé, na certeza de que o Senhor pode me libertar de meus males, mesmo aqueles que tenho dificuldade para vencer.

REFLEXÕES:

1 – AS BEM-AVENTURANÇAS

Lucas, como Mateus, apresenta Jesus proclamando as bem-aventuranças na fase inicial do seu ministério, na Galileia, seguindo-se uma série de sentenças instrutivas sobre as práticas essenciais do Reino, a serem assumidas pelos discípulos. As bem-aventuranças são um estado particular de felicidade decorrente da comunhão com Deus, que por elas se alcança. Jesus revela que Deus vem ao encontro daqueles que são pobres, que passam fome, que estão chorando e que são vítimas das perseguições dos poderosos que rejeitam a libertação e a vida que Jesus veio comunicar a todos. Às quatro bem-aventuranças se contrapõe a advertência dos quatro “ais” dirigidos aos ambiciosos da riqueza, que na acumulação e no luxo espoliam os pobres. Estes estão convidados a aderir às bem-aventuranças, à solidariedade e à partilha, características do mundo novo possível.

2 – FELIZES SÃO VOCÊS…

O mundo nos prega valores que não são do Reino de Deus. Se formos viver de acordo com os valores do mundo, seremos egoístas e buscaremos unicamente a nossa própria satisfação. Porém, se quisermos viver de acordo com os valores do Reino de Deus, deveremos ser capazes de amar e, em nome do amor, buscar a felicidade, a satisfação e o bem estar de todos, e denunciar com coragem profética todos os que vivem e pregam os valores que não são do Reino de Deus. As consequências dessas posturas são que os que vivem de acordo com os valores do mundo, terão a consolação do mundo, e os que vivem de acordo com os valores do Reino, terão a consolação do Reino.

3 – BEM-AVENTURANÇAS E MALDIÇÕES

A postura diante de Deus e de seu Reino gerava um nítido contraste mesmo entre os discípulos de Jesus. De um lado, estavam os declarados bem-aventurados. Do outro, os que se tornaram objeto de maldição. Os primeiros eram os que viviam na pobreza, padeciam fome e choravam e eram odiados por causa de Jesus. Sua opção pelo Reino não lhes permitia pactuar com a maldade do mundo, nem os deixava cair na tentação de serem aliciados por suas falsas promessas de riqueza e bem-estar. Sua recompensa só podia vir do Pai. Assim, era possível rejubilar e saltar de alegria, mesmo padecendo privações. No polo oposto, estavam os que não contavam efetivamente com Deus e julgavam poder construir sua salvação com as próprias mãos. Confiavam na riqueza e viviam na fartura. Sua vida era feita de alegrias efêmeras. Cuidavam de ser louvados e bem-vistos por todos. Este projeto de vida, a longo prazo, se mostraria inconsistente e seu resultado, desolador. A riqueza transformar-se-ia em privação, a fartura em fome, a alegria em luto e pranto, a fama em opróbrio. Trata-se, portanto, de um projeto de vida do qual o discípulo deve precaver-se. Tanto as bem-aventuranças quanto as maldições referem-se aos discípulos de Jesus. Ou seja, o seguimento do Mestre nem sempre os levava a comungarem efetivamente com o projeto de Jesus. As palavras dele, pois, funcionavam como um forte alerta.

4 – QUEM ESPERA NO SENHOR SE TORNA UM BEM-AVENTURADO

Estamos em cima da montanha. Jesus escolhe os seus apóstolos e lhes apresenta o seu programa de ação, anunciando ao povo o Seu conteúdo: “Felizes são vocês, os pobres, pois o Reino de Deus é de vocês. Felizes são vocês que agora têm fome, pois vão ter fartura. Felizes são vocês que agora choram, pois vão rir…” Estas palavras foram vida e missão para os apóstolos. São e o serão para todos os cristãos de hoje e de amanhã. É nossa missão tornar a sociedade antiga justa e digna, arrancando de seu meio – pela força do Evangelho – a miséria, a injustiça, a fome. O cristão deve sentir e encontrar alegria nas perseguições pelo amor à verdade e à justiça do Reino, pois será grande, no céu, a sua recompensa. A promessa é do próprio Jesus: “Felizes são vocês quando os odiarem, rejeitarem, insultarem e disserem que vocês são maus por serem seguidores do Filho do Homem. Fiquem felizes e muito alegres quando isso acontecer, pois uma grande recompensa está guardada no céu para vocês”. Jesus se dirige, com frequência, à multidão para advertir sobre o que está por vir. No texto deste Evangelho, reflete-se este tipo de comunicação com nitidez. Como Mateus, Lucas nos apresenta uma nova versão das bem-aventuranças: “Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus!” Digo “nova versão” por causa de algumas ligeiras diferenças quanto à ordem das colocações. Se Mateus faz da proclamação das bem-aventuranças um bloco homogêneo de oito declarações positivas, Lucas nos apresenta dois blocos: um de quatro bem-aventuranças e outro bloco com outras tantas declarações de infelicidade, imprecações: “Mas ai de vocês que agora são ricos, pois já tiveram a sua vida boa”. Podemos dizer que se trata de blocos opostos: aos pobres opõem-se aos ricos; aos que têm fome contrapõem-se aos que estão fartos. Além disso, o texto dá grande relevo à anáfora e ao paralelismo. O paradoxo é bastante comum em Lucas e indica uma orientação importante do terceiro Evangelho: o radicalismo da força transformadora da sua mensagem. Há muita coisa desconcertante, inesperada neste Evangelho. “Felizes vós, que agora tendes fome, porque sereis saciados!” Saciados por quem? Saciado por Jesus, a verdadeira comida e bebida. Aquele que nos abre para os novos tempos e, por isso, nos faz firmes e fortes nesta espera. Quem espera no Senhor – e não vacila nos momentos de amargura – torna-se um bem-aventurado.

5 – FELIZES VÓS, OS POBRES, […] FELIZES VÓS, OS QUE AGORA CHORAIS

«Felizes vós, os pobres». Nem todos os pobres são felizes, pois a pobreza é uma coisa neutra: pode haver pobres bons e maus. […] Bem-aventurado o pobre que invoca o Senhor e Ele o atende (Sl 33,7): pobre em erros, pobre em vícios, o pobre no qual o príncipe deste mundo nada encontrou (Jo 14,30), o pobre que imita aquele Pobre que, sendo rico, Se tornou pobre por nós (2Cor 8,9). É por isso que Mateus dá a explicação completa: «Felizes os pobres de espírito», pois o pobre de espírito não se ufana, não se engrandece no seu pensamento humano. Esta é, então, a primeira beatitude. [«Felizes os mansos» escreve Mateus em seguida.] Tendo-me libertado de todos os pecados […], estando satisfeito com a minha simplicidade, isento de mal, resta-me moderar o meu carácter. De que me serve não possuir bens materiais, se não for manso e tranquilo? Porque seguir o caminho certo é, evidentemente, seguir Aquele que diz: «Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração» (Mt 11,29). […] Dito isto, lembrai-vos de que sois pecadores: chorai os vossos pecados. Chorai os vossos erros. E é razoável que a terceira beatitude seja para aqueles que choram os seus pecados, pois é a Trindade que perdoa os pecados. Purificai-vos, pois, com as vossas lágrimas e lavai-vos com o vosso choro. Se chorardes por vós mesmos, ninguém terá de chorar por vós. […] Todos temos os nossos mortos para chorar; morremos quando pecamos. […] Que o pecador chore por si mesmo e se arrependa, a fim de se tornar justo, pois «o que advoga a sua causa parece ter razão» (Pr 18,17).

6 – FELIZES VÓS, OS POBRES (…). AI DE VÓS, RICOS!

Hoje, Jesus mostra-nos onde está a verdadeira felicidade. Na versão de São Lucas, as bem-aventuranças são acompanhadas de dolorosas imprecações por aqueles que não aceitam a mensagem de salvação, fechando-se numa vida autossuficiente e egoísta. Com as bem-aventuranças e as imprecações, Jesus faz uma aplicação da doutrina dos dois caminhos: o caminho da vida e o caminho da morte. Não há uma terceira possibilidade, neutra: quem não segue o caminho da vida encaminha-se para a morte; quem não segue a luz, vive nas trevas. «Felizes vós, os pobres, porque vosso é o Reino de Deus» (Lc 6,20). Esta bem-aventurança é a base de todas as outras, pois quem é pobre será capaz de receber o Reino de Deus como um dom. Quem é pobre sabe de que coisas deve ter fome e sede: não de bens materiais, mas da Palavra de Deus; não de poder, mas de justiça e de amor. Quem é pobre sabe chorar perante o sofrimento do mundo. Quem é pobre sabe que Deus é toda a sua riqueza e que, por isso, sofrerá incompreensões e perseguições. «Mas, ai de vós, ricos, porque já tendes vossa consolação» (Lc 6,24). Esta imprecação é também o fundamento de todas as que se seguem, pois quem é rico e autossuficiente, quem não sabe pôr as suas riquezas ao serviço dos outros, encerra-se no seu egoísmo e constrói a sua própria desgraça. Que Deus nos livre do afã de riquezas, de correr atrás das promessas do mundo e de pôr o nosso coração nos bens materiais; que Deus não permita que fiquemos satisfeitos com os louvores e adulações humanas, já que isso significaria ter posto o coração na glória do mundo e não na de Jesus Cristo. Será de grande proveito lembrar o que diz São Basílio: «Quem ama o próximo como a si mesmo não acumula coisas desnecessárias que possam ser indispensáveis para os outros».

7 – ALEGRAI-VOS E EXULTAI POIS SERÁ GRANDE A VOSSA RECOMPENSA NO CÉU

O sonho de Deus é que todos nós sejamos felizes! Na sua infinita bondade, Deus coloca ao nosso alcance, todos os meios para sermos felizes, ofereceu-nos o Seu Filho, como o nosso caminho de felicidade! Mas nós, que muitas vezes, somos filhos ingratos, deixamo-nos seduzir pelas propostas enganosas do mundo! O desejo do ter, do poder e do prazer nos aliena, nos distancia dos verdadeiros valores! Deus quer nos ver felizes e ser feliz, é tudo que mais queremos, mas quando temos que fazer escolha, entre o caminho de Deus e o caminho do mundo, tendemos a escolher o caminho mais curto e numa busca desenfreada de algo que nos satisfaça de imediato, acabamos caindo nas ciladas preparadas pelo mundo, deixando- nos iludir com momentos de uma felicidade ilusória, sem consistência, que muitos vezes nos leva a grandes frustrações. A felicidade não é algo comprável, não está nas coisas matérias e não significa ausência de dificuldade. A felicidade, é uma eterna construção, que começa a partir de um encontro com nós mesmos, quando descobrimos o verdadeiro sentido do nosso existir! Quando descobrimos o verdadeiro sentido da vida, o para quê viemos ao mundo, compreendemos que a nossa vida não nos pertence, que não somos donos de nada e que estamos aqui na terra só de passagem! É a partir desta compreensão, que partimos para o grande desafio: ser feliz, mesmo nos momentos difíceis! Quando nos esvaziamos de nós mesmos, tornamos pobres, totalmente dependentes de Deus e tudo que mais desejamos é fazer a Sua vontade! As dificuldades do dia a dia, as perseguições, ao invés de nos aborrecer, nos alegram, porque nos trás a certeza, de que seremos recompensados pela felicidade de sentir a força de Deus, agindo em nós! Ninguém busca o sofrimento, mas ele é inevitável em nossas vidas, saber aproveitá-lo como trampolim para a nossa ascensão, é também ser feliz! Se cremos, verdadeiramente no amor Deus, nunca vamos sentir derrotados, pois em Deus, depositamos toda a nossa confiança e segurança, com Ele, venceremos todos os desafios! Quem é feliz, tudo que mais deseja é agradar a Deus e o evangelho é um convite a vivermos as virtudes que O agrada, por isto, não devemos nos privar nunca, de saciarmos a nossa sede, nesta fonte inesgotável de ensinamentos: o santo evangelho! Quanto mais conhecemos a palavra de Deus, maior é o nosso compromisso de torná-la conhecida! No evangelho de hoje, Jesus faz uma consolação a todos aqueles que o mundo despreza, que estão totalmente desprovidos dos seus direitos. As bens aventuranças, não são mandamentos, podemos dizer que são caminhos de santidade, um abandonar-se nos braços de Deus, um não estar preso as coisas do mundo! O conceito de felicidade que o mundo prega, é completamente diferente da felicidade que Deus quer para nós! Jesus nos deixa claro, que para sermos felizes, precisamos experimentar a dependência de Deus! E assim, Jesus proclama: “felizes, os pobres em espírito, os aflitos, os mansos, os que têm fome e sede de justiça os misericordiosos, os puros de coração os perseguidos e injuriados por causa do reino”! Passar fome, chorar, ser perseguido, odiado, amaldiçoado são situações que não agradam a Deus, situações que são vistas pela mentalidade do mundo, como infelicidade. Mas para quem vive dentro desta realidade e permanece firme na perspectiva de fazer a vontade de Deus, essas injustiças são revertidas para o seu bem, servindo de motivação para que ele possa experimentar cada vez mais, o poder e a força de Deus em sua vida! Alegremo-nos por confiar na realização das promessas de Deus! É o próprio Jesus que nos garante: “Alegrai-vos e exultai, pois será grande a vossa recompensa no Céu”. FIQUE NA PAZ DE JESUS!

8 – BEM-AVENTURADOS AO REINO DE DEUS

Jesus proclama o Reino do Pai a partir da ótica da pobreza, pois percebe que a riqueza da minoria é fruto da exploração ordinária do suor dos pobres. Neste contexto, o julgamento corresponde a verdade de cada um, pois quem observar atentamente os ensinamentos através do projeto de vida, da libertação e da solidariedade o reino da justiça acontecerá na amplitude da verdade. Todavia, aquele que não observar os projetos de vida elencado por Jesus cairá na ruína do reino, pois não soube acolher a verdade como fundamento da prática diária da justiça. A justiça deve ser o carro chefe da cada cristão que almeja alcançar a plena vivacidade da eternidade, mas, para tanto, precisará de acreditar na pessoa de Jesus e ter fé para abraçar a causa dos pobres e infelizes. Os “Bem-aventurados” são todos que querem participar da construção do Reino para dele alimentar do fruto do amor, abastecer do alimento da vida na esperança de safar-se da situação de penúria. Jesus é o reino e também é o ponto de referência. Marchar com Jesus é escolher o rumo certo para encontrar a essência do querer viver na paz. Neste caso os “Bem-aventurados” estão inseridos numa sociedade que não respeita a dignidade do ser humano. Haja vista que os “mal-aventurados” tem uma proposta diferente de Jesus. Enquanto a maioria do povo luta para sobreviver, a minoria usufrui das riquezas de modo peculiar. O povo labuta para conseguir sobreviver enquanto os ricos vivem nos palácios e esbanjando poder. Jesus critica o modelo desta sociedade. Esta sociedade dividida não fomenta a verdade e impede que todos tenham o mesmo direito. Só é possível viver na divisão social se uma parcela da sociedade consome a riqueza da outra e não permite a ascensão da mesma. Mas afinal, como um grupo social pequeno consegue manipular o outro em número maior? A manipulação acontece por causa do poder arbitrário, de uma educação excludente, por uma cultura inculcada na maioria de que aquele modelo de sociedade dividida sempre existiu e por não dar espaço para a tomada de consciência da situação. Quanto mais violento for a governança, mas poderoso o grupo dirigente se posta. Já o povo padece com as sobras e as migalhas do “jantar” fartos dos ricos. Portanto, bem-aventurados são aqueles que buscam a Deus e praticam a justiça com equidade, pois o reino dos céus estará sendo construído na base do amor. Todos têm chance de chegar aos céus por suas próprias mãos, mas antes deve conhecer a caminhada reta e justa do Filho de Deus que não hesitou em denuncia as mazelas sociais. Ele sim, foi o verdadeiro exemplo e deve-se ser imitado para o bem da humanidade. Amém!

9 – ALEGRAI-VOS E EXULTAI, POIS SERÁ GRANDE A VOSSA RECOMPENSA NO CÉU

Neste Evangelho Jesus faz comparações entre aqueles que vivem à procura de Deus em busca da santidade e outros que já estão conformados com o que têm aqui. São os bem-aventurados e os acomodados. Assim sendo, Ele nos situa na perspectiva dos que encontram aqui na terra a felicidade seguindo os conselhos evangélicos mantendo a esperança de um dia encontrá-la e os que se satisfazem com a riqueza, honra e poder temporal. As bem-aventuranças são estágios de vida que nos levam a ter o prenúncio das coisas celestes, da realidade do céu. Quando nós seguimos as sugestões do Evangelho, nós perseguimos a plenitude da felicidade aqui na terra embora que o mundo não nos possa entender. Aos olhos do mundo ser pobre, passar fome, chorar, ser perseguido, odiado, insultado, são situações que revelam infelicidade. Porém, quando vivemos na perspectiva de fazer a vontade de Deus essas coisas que nos acontecem servem de motivação para que experimentemos cada vez mais o poder e a força do Senhor na nossa vida e tenhamos uma felicidade verdadeira. Ao contrário, as coisas que o mundo prega como lucro, a riqueza, a fartura, o riso fácil, o elogio, passam e não deixam nenhum vestígio de felicidade, pois tudo isto é apenas utopia. Quem espera a realização das promessas de Deus as quais serão plenamente cumpridas no céu é feliz desde já e se apoia no que o próprio Jesus garante: “Alegrai-vos e exultai, pois será grande a vossa recompensa no céu”. A expectativa de que um dia contemplaremos a Deus e alcançaremos a plena felicidade, já é um motivo para que sejamos felizes aqui. – Você já meditou sobre as bem-aventuranças?- Qual a bem-aventurança que mais se identifica com você?- Você é feliz mesmo que as coisas para você não tenham sido fáceis? – Você tem sofrido alguma afronta por amor a Jesus? Amém!

10 – DEUS OS CHAMAVA PARA ZELAR PELOS SEUS NA POLÍTICA

Bom dia! Será que nosso município cresceu? Será que nosso bairro aumentou? Pois por onde andam as pessoas que um dia estiveram do lado de cá e agora, inexplicavelmente sumiram? Vieram agora em minha mente tantas pessoas, onde será que estão? O que estão fazendo? Alguns casaram e constituíram família; outros constituíram família e ainda não casaram; alguns falaram de Deus com tamanha propriedade, mas hoje não se ouve mais a sua voz; alguns cantaram louvores e glória, mas hoje, usam sua voz profissionalmente em bares, fazendo shows, (…); alguns notaram que Deus os chamava para zelar pelos seus na política, em coordenações, em chefias, mas esqueceram de zelar por si e sumiram. Mas uma coisa todos eles ainda são: Filhos bem amados de Deus. Uma colega me apresentou um livro de sabedoria oriental que era composto de duas páginas: Uma para ser lida nos momentos de máxima alegria e outra nos momentos de máxima solidão ou tristeza. Ambas as páginas tinham um fim em comum. Tanto alegria como tristeza “uma hora passam” e também voltam. “(…) E isto, para que ninguém fique abalado em meio às tribulações presentes. Aliás, vós mesmos sabeis que somos destinados a esses sofrimentos e, quando estávamos entre vós, vos predizíamos que iríamos ter dificuldades, como de fato aconteceu, bem o sabeis”. (I Tessalonicenses 3, 3-4) Somos de fato reflexo do que passamos ou enfrentamos, de onde e como construímos nossa fé, nossa esperança; de como lidei com aquilo que tenho e o que eu gostaria de ter, de como me relacionei com a situação do TER e SER e de como respondemos a alegria e a tristeza que nos assolam, pois esses “sobes e desces” em nossa vida são comuns. Vejamos no evangelho de hoje, em um momento Jesus enaltece a fidelidade dos humildes; em outro, Ele avisa sobre a tristeza dos que se afastam por motivos que não valem a pena. Muitos irmãos ainda se encontram afastados de nossa comunidade, grupo, paróquia, (…) por tantos motivos coerentes, mas outros motivos não são. Alguns dizem que nunca foram visitados (que é verdade), outros por ter se decepcionado com alguma liderança, um padre ou irmão de caminhada (que também é verdade); por ter tomado “um não” a um serviço ou por uma ideia não ter sido acolhida (verdade); pela indiferença das pessoas quanto aos seus problemas particulares, (…); mas temos também que nos questionar: ONDE É QUE DEUS ERROU EM SUA (NOSSA) VIDA? JUSTIFICA FICAR LONGE DE DEUS? MINHA MÁGOA JUSTIFICA ME AFASTAR DOS MANDAMENTOS? POR QUE AINDA NÃO VOLTEI? Estou esperando a novela acabar para voltar? Estou esperando alguém me visitar para reavivar essa chama que Ele me deu? Estou esperando por em ordem meus sacramentos para poder voltar? De fato, ainda não entendemos esse evangelho. “(…) Felizes são vocês, os pobres, pois o Reino de Deus é de vocês; Felizes são vocês que agora têm fome, pois vão ter fartura; Felizes são vocês que agora choram, pois vão rir”. A segunda metade do evangelho é para nós que estamos de pé e não para quem se afastou, pois somos ricos de graças, Temos a consciência que Deus nos farta de bênçãos e nos faz sorrir mesmo nas dificuldades. É um alerta para que cada vez mais tenhamos zelo; que entendamos dia a dia que os mandamentos não são pesados, mas requerem vigilância e humildade. “(…) Pois amar a Deus consiste nisto: que observemos os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados, pois todo o que foi gerado de Deus vence o mundo. E esta é a vitória que venceu o mundo: a nossa fé. Quem é o vencedor do mundo, senão aquele que crê que Jesus é o Filho de Deus”? (I João 5, 3-5) Levanta meu irmão! Volta para casa! Um imenso abraço fraterno.

11 – BEM-AVENTURADOS VÓS, POBRES. MAS, AI DE VÓS, RICOS

Neste Evangelho, Jesus proclama as bem-aventuranças, na versão de Lucas. Primeiro ele “levantando os olhos para os seus discípulos”. Sinal que as bem-aventuranças acontecem especialmente com os discípulos. As bem-aventuranças são Evangelho, alegre notícia dirigida aos pobres de Deus. Elas vêm confirmar a transformação social anunciada no magnificat. De fato, os pobres são os preferidos de Deus em toda a revelação bíblica, e são os primeiros destinatários da Boa Nova trazida por Jesus (Cf Lc 4,18-19). Mt 5,1-12 traz oito bem-aventuranças. Lucas traz apenas quatro, mas acrescenta quatro ameaças: “Ai de vós…” Essas ameaças esclarecem o sentido das bem-aventuranças, tanto de Mateus como de Lucas. Porque muitos, ao explicar esta passagem bíblica, dizem que a palavra “pobre”, para Jesus, significa “desapegado”; e “rico” significa “ganancioso”. Na prática, isso é torcer a Bíblia para que ela não me questione.  Pobre aqui é pobre mesmo, e rico e rico mesmo. A felicidade messiânica dos pobres, dos famintos, dos que choram e dos perseguidos por causa da fé cristã comprometida, contrapõe-se à situação perigosa dos ricos, dos que têm fartura, dos que riem e dos que são aplaudidos por todos. As Bem-aventuranças são um caminho de felicidade diametralmente oposto ao apresentado pelo mundo pecador. Os cristãos são felizes exatamente naquelas situações que, segundo o mundo, trazem a infelicidade. Veja o contraste: para o cristão, felizes os pobres; para o mundo, felizes os ricos. Para o cristão, felizes os que agora choram; para o mundo, felizes os que agora riem… Por aí vemos que dois milênios se passaram e a humanidade ainda não entendeu nem vive o Evangelho de Jesus. As Bem-aventuranças estão baseadas em duas grandes verdades: 1) A vida cristã autêntica, devido à oposição do mundo pecador, leva à pobreza, à aflição etc. 2) Deus assiste os seus filhos e filhas queridos, a ponto de inverter a situação, transformando em felicidade o que seria infelicidade, em alegria o que seria tristeza. Portanto, a felicidade dos cristãos não está nesses tropeços (pobreza, perseguição…), mas na intervenção de Deus em favor dos seus filhos queridos. “Vede que grande presente de amor o Pai nos deu: sermos chamados filhos de Deus! E nós o somos. Se o mundo não nos conhece, é porque não conheceu o Pai” (1Jo 3,1-3). (Irmãos), os que tiram proveito deste mundo, (vivam) como se não aproveitassem. Pois a figura deste mundo passa” (1Cor 7,31). Ao contrário dos dez mandamentos, as bem-aventuranças não são leis, nem mandamentos, nem sequer conselhos. São simplesmente a constatação e a descrição de um fato que acontece todos os dias em nossas Comunidades e em nossas famílias. A vida cristã no meio do mundo pecador gera tristezas, que Deus, em seu poder, transforma em alegrias. Jesus não está também dizendo que ser pobre e ser odiado é bom. Nem que esses tropeços da nossa vida são valores. Também não quis dizer que a felicidade está em ser pobre, ser insultado etc. A felicidade está em ser filho de Deus. Portanto, não devemos procurar esses infortúnios (pobreza, ser odiado, insultado…). O que devemos é ter paz em meio a todos esses contra tempos, vendo neles um sinal de predileção de Deus e um sinal de que estamos no caminho certo, no seguimento do Evangelho. As Bem-aventuranças são uma realidade que vemos todos os dias estampada no rosto das Comunidades cristãs. Os cristãos enfrentam as maiores dificuldades, até o martírio e, em meio a tudo isso, trazem no rosto um sorriso que ninguém consegue imitar, e que é identificado até numa fotografia. S. Francisco de Assis, no final de sua vida, vivia angustiado com a seguinte pergunta: “Será que Deus está contente comigo, com o que eu fiz?” Em suas orações ele pedia todos os dias a Deus: “Senhor, dê-me um sinal, mostrando se tudo o que eu fiz foi ou não do seu agrado!” De fato, o único desejo de Francisco era agradar a Deus. Numa noite, quando ele acordou, percebeu que estava com as chagas. Parou a angústia, porque ele viu nas chagas um sinal de amor de Deus por ele, unindo-o com o seu Filho amado, Jesus Cristo. E daí para frente Francisco ria até às orelhas. E foram cinco feridas dolorosas: uma em cada mão, uma em cada pé, e uma no peito. Elas deram trabalho para Francisco. Ele tinha de fazer curativos e um longo tratamento. Inclusive, elas limitaram um pouco as suas atividades. Que paradoxo, não? Ver como presente de Deus e como sinal do seu amor, cinco dolorosas feridas! Encontrar a felicidade em chagas! E isso que Deus fez com Francisco, faz também conosco. Nós não procuramos a cruz, mas, quando ela vem, justamente pelo fato de estarmos seguindo a Jesus, nós a vemos como um presente de Deus. A festa de S. Francisco das Chagas é dia dezessete de setembro. “Bem-aventurados vós que agora chorais, porque havereis de rir!” Existe uma Bem-aventurança que não está, nem neste texto de Lucas nem no capítulo quinto de Mateus. Ela está em Lc 1,45, foi dita por Isabel e se refere à Mãe de Jesus: “Bem-aventurada aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido”. Que Maria nos ensine a amar e viver as Bem-aventuranças. Bem-aventurados vós, pobres. Mas, ai de vós, ricos.

12 – OS BEM AVENTURADOS

Quem é rico e quem é pobre diante de Deus? Certamente que essa pobreza e essa riqueza citada no evangelho, não é a simples posse ou não, de bens materiais. O que Lucas coloca como eixo temático desse evangelho é a nossa relação com Deus e a nossa relação com os bens materiais. Em nossas comunidades há pobres egoístas, mas há também ricos generosos. Se alguém é pobre no sentido material, mas se apega egoisticamente ao pouco que tem, nesse evangelho ele é considerado rico. Que Deus está acima de qualquer riqueza, disso não deve haver a menor dúvida para nós cristãos, mas há um porém, a nossa conduta e o nosso procedimento, muitas vezes não condiz com essa verdade na qual cremos. Isso porque, o capitalismo nos apresenta outra verdade, só é feliz quem TEM patrimônio e uma gorda conta bancária. A riqueza está sempre de mãos dadas com o Poder, o prestígio e o sucesso, e nessa condição de todo poderoso, o homem começa a sentir coceira de poder fazer tudo e o que quiser, ocupando então o lugar que é de Deus, é esse o grande problema pois diante de Deus, seremos eternamente necessitados e dependentes, sejamos ricos ou pobres no sentido material, pois a posse de bens materiais cria no coração e na mente do homem a ilusão de um Poder que vai além… É por isso que o Ser humano comete tantas atrocidades, porque acha que tudo pode. Os Bem Aventurados citados por Jesus são os que souberam fazer a escolha certa, anseiam por um mundo melhor onde o Homem possa ser feliz por aquilo que ele é, não pelo que tem. ser pobre nesse sentido é colocar somente em Deus toda confiança, haverá fome e choro, porque o Reino desejado no fundo da alma ainda está em gestação, já chegou com Jesus, mas terá que ser construído no dia a dia. Os Bem Aventurados devem sempre estar preparados para o confronto, pois tudo o que contraria a Felicidade terrena, ditada pela Pós Modernidade, será repelido, rejeitado e até perseguido. Ser discípulo é navegar continuamente contra a correnteza… O prazer e a alegria será muito maior…

13 – BEM-AVENTURADOS VÓS, OS POBRES…

Bem-aventurados vós, os pobres. Mas ai de vós, os ricos. As bem-aventuranças se contrapõem às más-aventuranças. Ambas caminham juntas. Jesus destacou os valores da vida do campo ao escolher seus seguidores entre as pessoas simples: a pobreza vivida no trabalho e honestidade e a busca incessante de um equilíbrio social que permita remediar a fome e o sofrimento. Essa forma de vida é uma benção se opõe ao perigo da opulência e do desperdício. As mal aventuranças ameaçam a estabilidade social do nosso tempo, possuem alcances cósmicos, colocam em perigo a sobrevivência da espécie humana. Porém, a proposta de Jesus, apesar de sua simplicidade, tem implicações enormes e, poucas pessoas a compreendem e estão dispostas a assumi-las. Entretanto, o novo horizonte que abre esse ensinamento nos permite olhar a realidade sob uma nova perspectiva e, sobretudo, perceber que o ensinamento de Jesus nos dá o poder de salvar as pessoas e a vida humana. Nossa tarefa é, então, colocarmo-nos a caminho para a benção ou bem-aventurança e, ao mesmo tempo, saber que como seguidores de Jesus vivemos o momento presente com uma perspectiva de futuro e em constante tensão com quem favorece o consumismo, o desperdício e a exploração.

14 – …

15 – …

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

Compreendem-se melhor as “bem-aventuranças” e as “desventuras” proclamadas por Jesus ao serem contrastadas umas com as outras. São consequências de seguir ou não o caminho de Jesus, de viver para os outros ou para si mesmo.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

Paulo apresenta sua visão do matrimônio e dos que assumem o celibato. Jesus, por sua vez, apresenta-nos o caminho da felicidade duradoura.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Meus discípulos, alegrai-vos, exultai de alegria, pois bem grande é a recompensa que nos céus tereis um dia! (Lc 6,23).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Vós sois justo, Senhor, e justa é a vossa sentença; tratai o vosso servo segundo a vossa misericórdia (Sl 118,137.124).

Antífona da comunhão

Eu sou a luz do mundo, diz o Senhor; aquele que me segue não anda nas trevas, mas terá a luz da vida (Jo 8,12).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus, Pai de bondade, que nos redimistes e adotastes como filhos e filhas, concedei aos que creem em Cristo a verdadeira liberdade e a herança eterna. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, escutai a nossa prece.

— Aplainai, Senhor, os caminhos da Igreja peregrina.
— Tornai os abastados solidários com os pobres.
— Dai alegria e perseverança a todos os que assumem a vida celibatária ou matrimonial.
— Fazei que os governantes atendam com dedicação aos mais necessitados.
— Iluminai-nos na meditação e compreensão dos ensinamentos da vossa palavra.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, fonte da paz e da verdadeira piedade, concedei-nos, por esta oferenda, render-vos a devida homenagem e fazei que nossa participação na eucaristia reforce entre nós os laços da amizade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, que nutris e fortificais vossos fiéis com o alimento da vossa palavra e do vosso pão, concedei-nos, por estes dons do vosso Filho, viver com ele para sempre. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

– – –

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

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O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

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Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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