Liturgia Diária 26/OUT/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

26/OUT/2012 (sexta-feira)

LEITURAS

Leitura da primeira carta de são Paulo aos Efésios 4,1-6 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 1 eu, prisioneiro no Senhor, vos exorto a caminhardes de acordo com a vocação que recebestes: 2 Com toda a humildade e mansidão, suportai-vos uns aos outros com paciência, no amor. 3 Aplicai-vos a guardar a unidade do espírito pelo vínculo da paz. 4 Há um só Corpo e um só Espírito, como também uma só é a esperança à qual fostes chamados. Há um só Senhor, uma só fé, um só batismo, 6 um só Deus e Pai de todos, que reina sobre todos, age por meio de todos e permanece em todos. – Palavra do Senhor. – Graças a Deus.

Proclamação do Salmo 23,1-2.3-4ab.5-6 (R. Cf. 6) (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— 6 É assim a geração dos que buscam vossa face, ó Senhor, Deus de Israel.
— 1 Ao Senhor pertence a terra e o que ela encerra, o mundo inteiro com os seres que o povoam; 2 porque ele a tornou firme sobre os mares, e sobre as águas a mantém inabalável.
— 3 ‘Quem subirá até o monte do Senhor, quem ficará em sua santa habitação?’ 4a ‘Quem tem mãos puras e inocente coração, 4b quem não dirige sua mente para o crime.
— 5 Sobre este desce a bênção do Senhor e a recompensa de seu Deus e Salvador’. 6 ‘É assim a geração dos que o procuram, e do Deus de Israel buscam a face’.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 12,54-59 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 54 Jesus dizia às multidões: “Quando vedes uma nuvem vinda do ocidente, logo dizeis que vem chuva. E assim acontece. 55 Quando sentis soprar o vento do sul, logo dizeis que vai fazer calor. E assim acontece. 56 Hipócritas! Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? 57 Por que não julgais por vós mesmos o que é justo? 58 Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia. 59 Eu te digo: daí tu não sairás, enquanto não pagares o último centavo”. – Palavra da Salvação. – Glória a vós, Senhor.

… Eu sou o CAMINHO …

O que o texto diz para mim, hoje? Entro em diálogo com o texto. Reflito e atualizo. Os bispos, na Conferência de Aparecida fizeram esta reflexão: “Jesus, o Bom Pastor, quer nos comunicar a sua vida e se colocar a serviço da vida. Vemos como ele se aproxima do cego no caminho (cf. Mc 10,46-52), quando dignifica a samaritana (cf. Jo 4,7-26), quando cura os enfermos (cf. Mt 11,2-6), quando alimenta o povo faminto (cf. Mc 6,30-44), quando liberta os endemoninhados (cf. Mc 5,1-20). Em seu Reino de vida Jesus inclui a todos: come e bebe com os pecadores (cf. Mc 2,16), sem se importar que o tratem como comilão e bêbado (cf. Mt 11,19); toca leprosos (cf. Lc 5,13), deixa que uma prostituta unja seus pés (cf. Lc 7,36-50) e, de noite, recebe Nicodemos para convidá-lo a nascer de novo (cf. Jo 3,1-15). Igualmente, convida a seus discípulos à reconciliação (cf. Mt 5,24), ao amor pelos inimigos (cf. Mt 5,44) e a optarem pelos mais pobres (cf. Lc 14,15-24).” (DAp 353). Minha vida reflete o que o texto diz? Prefiro não ouvir ou perceber as propostas e apelos de Deus? Fico adiando a minha reconciliação com Deus? Tenho inúmeros argumentos para “deixar pra depois”?

… a VERDADE …

O que diz o texto do dia? Leio, atentamente, o texto, na Bíblia: Lc 12,54-59, e observo as palavras de Jesus ao povo. Jesus faz alusão à experiência dos lavradores que de acordo com o tempo distinguem se vai chover, fazer calor. Da mesma forma o tempo histórico tem seus sinais. Aqueles que sabem distinguir as intempéries e não sabem ler os sinais da sua época, com referência ao transcendente, são hipócritas. Jesus está ali, no meio deles, demonstra com inúmeros sinais o Reino de Deus e muitos ignoram, fecham os olhos e os ouvidos à verdade revelada. Ouvem, mas não escutam, veem e não enxergam. O exemplo da acusação perante o tribunal é um convite à reconciliação enquanto é tempo.

… e a VIDA …

Pai, corrige a negligência que me impede de entregar-me inteiramente a ti, sem demora. Torna-me hábil para as coisas do teu Reino!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre.

REFLEXÕES:

1 – CAPACIDADE DE JULGAR COM DISCERNIMENTO

Neste texto articulam-se dois temas, o sinal dos tempos e a reconciliação. Jesus interpela as multidões sobre a percepção dos sinais dos tempos. A partir do tempo meteorológico, cujos sinais são bem avaliados, Jesus questiona a indisposição que têm em avaliar o tempo da presença de Deus entre eles. “Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?” É um questionamento contundente e sempre atual. Nas questões fundamentais da vida, tais como a justiça, o direito e a dignidade, a mente humana fica enganada e embotada pela massificação da mídia, sob controle dos poderosos. Jesus, com sua prática e sua palavra, leva o povo a se libertar da ideologia que o oprime e começar a fazer seu juízo crítico sobre a realidade violenta que vive. Às comunidades dos discípulos cabe a continuidade desta missão libertadora. Somos chamados a perceber que este é o tempo da misericórdia e da reconciliação, que são os passos fundamentais no caminho da paz, no mundo novo.

2 – LER OS SINAIS DOS TEMPOS

Devemos saber reconhecer o tempo em que estamos vivendo. Vivemos os últimos tempos, o tempo pós-pascal. Tempo de edificação do Reino de Deus na história dos homens. Tempo de fazer com que o mistério da cruz e da ressurreição produzam frutos de fraternidade, justiça e solidariedade. Tempo de presença do Espírito Santo na vida de todos, tempo de crescimento no amor e na verdade. Tempo de reconciliação, de construção da paz e da vida nova. Tempo de sentir os apelos do reino que se manifestam na história, apelos para nos comprometermos com os pequenos, apelos para celebrarmos o Deus atuante na história.

3 – O DISCERNIMENTO URGENTE

A sabedoria cristã aconselha os discípulos do Reino a se colocarem numa situação de discernimento urgente e contínuo. E mais: a tirar dele consequências práticas. Certo de que o Senhor vem, o cristão jamais se deixará levar pela loucura de entregar-se a um projeto de vida mundano, que lhe oferece prazeres efêmeros. Antes, será perseverante no caminho do amor, seguro do fim que lhe espera. A exigência de discernimento indica que o Senhor não aceitará falsas desculpas de quem for excluído do Reino. Quem não se decide seriamente, não terá como se justificar diante do Senhor. É sempre possível saber o que é justo e o que corresponde ao projeto do Reino. Basta que o cristão, com a graça de Deus, se empenhe. A parábola da reconciliação, antes do processo, alude à urgência do discernimento e da decisão. Se não se chega a um acordo, enquanto os adversários estão a caminho do tribunal, o culpado será punido na certa. O bom senso recomenda não perder a chance. O discípulo de Jesus vê-se como se estivesse sempre diante da última oportunidade de aderir integralmente ao Reino e conformar sua vida com ele. Adiar esta decisão pode ser fatal. O tempo urge e o cristão não pode se dar ao luxo de agir como se tivesse um longo tempo pela frente. A prudência recomenda decidir-se já.

4 – O DEUS QUE NOS ENSINA A PESCAR

Interessante é podermos ler e meditar os textos bíblicos, também com os seus paralelos, como acontece com Lc 12,54-59 – semelhante a passagem presente em Mt 16,1-3 – para então percebermos melhor o contexto. Jesus, pra variar, estava sob o fogo dos fariseus e saduceus que reclamavam dele um sinal messiânico (cf. Mt 16,1). Então Cristo, tão paciente quanto profético, recusou-se em dar um “espetáculo” visto ser O Sinal, Sacramento do Pai das misericórdias enviado para salvar o mundo, ou como bem expressou o teólogo São Paulo: «Ele é a imagem de Deus invisível, o primogênito de toda a criação» (Cl 1,15). Por isso, num transbordar de misericórdia, Jesus Cristo não se calou e nem virou as costas para quem exigia um “peixe” Àquele que já havia multiplicado milagrosamente e distribuído às multidões. Pedir com fé e humildade é totalmente diferente do que a arrogância espiritual de pretender colocar Deus “na parede”. Ano da Fé: tempo propício para descobrirmos o Deus que é maior do que a “parede” do desespero e orgulho espiritual. Deus único e verdadeiro que nunca se deixa manipular por uma caricatura de fé que acha ser possível curvar o Senhor do mundo ao mundo dos meus desejos egoístas e decisões injustas. Mas, retornando ao Evangelho, encontramos Jesus que não se cansa do ser humano por amá-lo extraordinariamente. Por isso, resolveu “dar a vara para pescar” no oceano da Misericórdia Divina: «Sabeis avaliar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis avaliar o tempo presente? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?» (Lc 12,56). De fato, as pessoas daquele tempo que se depararam com Jesus de Nazaré, tiveram – no presente de suas vidas – a mesma oportunidade de conhecer e proclamar: «a insondável riqueza de Cristo» (Ef 3,8). Bastava crer e querer. Ou querer crer, para receber do Espírito Santo o auxílio necessário para se viver pela fé que se manifesta por obras de amor (cf. Gl 5,6). Mas será que o tempo presente está blindado para semelhantes experiências de fé? Claro que não! Há fé, existe liberdade! Neste Ano da Fé, meditemos as verdades presentes no Catecismo da Igreja Católica que também aponta para a “vara de pesca” necessária à barca de Pedro, a qual tem como mastro principal a Cruz do Salvador do mundo e Reconciliador do Pai: «Antes de mais, a fé é uma adesão pessoal do homem a Deus. Ao mesmo tempo, e inseparavelmente, é o assentimento livre a toda a verdade revelada por Deus» (CIC, nº 150). Eis uma verdade de fé fundamental: «Jesus Cristo é o mesmo, ontem hoje e sempre» (Hb 13,8). Por isso, hoje e sempre – até a volta gloriosa do Senhor Jesus – será preciso crer e decidir-se por esta Fé-Revelação, a qual precisa ser abraçada no tempo presente de nossas vidas, até a Eternidade futura chegar. Uma vida de fé, que não se deixa prender pelo individualismo espiritual, como alertou o Papa Bento XVI: «O cristão não pode jamais pensar que o crer seja um fato privado» (Porta Fidei, nº 10). Então, como estranhar no Evangelho de hoje um contexto de vigilância (cf. Lc 12) tão atento à nossa vida relacional e à reconciliação? «Quando pois, estás indo com teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto ainda a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao oficial de justiça, e o oficial de justiça te jogará na prisão» (Lc 12,58). Reflitamos sobre isso e oremos: Senhor, tende misericórdia de nós. Dai-nos no tempo presente uma fé que faça a diferença pelo amor comunicado e por uma esperança transformadora das nossas atitudes e do mundo inteiro. Virgem Maria, ajudai-nos a crer com e como a Igreja! Amém.

5 – DISCERNIR OS SINAIS DO NOSSO TEMPO

A Igreja tem o direito e o dever de apelar «com grande clamor» para o Deus da misericórdia (Hb 5,7). Este «grande clamor» há-se caracterizar a Igreja do nosso tempo […], um clamor a suplicar a misericórdia segundo as necessidades do homem no mundo contemporâneo. […] Deus é fiel a Si próprio, à Sua paternidade e ao Seu amor! Como os Profetas, apelamos para este amor que tem características maternais e que, à semelhança da mãe, vai acompanhando cada um dos Seus filhos, cada ovelha desgarrada – ainda que houvesse milhões de extraviados, ainda que no mundo a iniquidade prevalecesse sobre a honestidade e ainda que a humanidade contemporânea merecesse pelos seus pecados um novo dilúvio, como outrora sucedeu com a geração de Noé. Recorramos, pois, a tal amor, que permanece amor paterno, como nos foi revelado por Cristo na Sua missão messiânica, e que atingiu o ponto culminante na Sua Cruz, morte e ressurreição! Recorramos a Deus por meio de Cristo, lembrados das palavras do Magnificat de Maria, que proclamam a Sua misericórdia «de geração em geração» (Lc 1,50). Imploremos a misericórdia divina para a geração contemporânea […]: elevemos as nossas súplicas, guiados pela fé, pela esperança e pela caridade que Cristo implantou no nosso coração. Esta atitude é, ao mesmo tempo, amor para com este Deus que o homem contemporâneo por vezes afastou tanto de si que O considera um estranho e de várias maneiras O proclama supérfluo. É amor para com este Deus, em relação ao Qual sentimos profundamente quanto o homem contemporâneo O ofende e O rejeita. E por isso estamos prontos para clamar com Cristo na cruz: «Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem» (Lc 23,24). Tal atitude é também amor para com os homens, para com todos os homens, sem exceção e sem qualquer discriminação: sem diferenças de raça, de cultura, de língua, de concepção do mundo, e sem distinção entre amigos e inimigos.

6 – COMO É QUE NÃO SABEIS AVALIAR (…) O TEMPO PRESENTE? POR QUE NÃO JULGAIS POR VÓS MESMOS O QUE É JUSTO?

Hoje, Jesus quer que levantemos os olhos para o céu. Esta manhã, depois de três dias de chuva persistente, o céu apareceu luminoso e claro num dos dias mais esplêndidos deste outono. Vamos entendendo o tema das mudanças do tempo, já que agora os meteorologistas são quase da família. Pelo contrário, custa-nos mais a entender em que tempo estamos ou vivemos: «Sabeis avaliar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis avaliar o tempo presente?». (Lc 12,56). Muitos dos que escutavam Jesus perderam uma oportunidade única na História de toda a Humanidade. Não viram em Jesus o Filho de Deus. Não perceberam o tempo, a hora da salvação. O Concílio Vaticano II, na Constituição Gaudium et Spes (n. 4), atualiza o Evangelho de hoje: «Pesa sobre a Igreja o dever permanente de escutar a fundo os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho (…)». É preciso, portanto, conhecer e compreender o mundo em que vivemos e as suas esperanças, as suas aspirações, o seu modo de ser, frequentemente dramático. Quando vemos a história, não nos custa muito assinalar as ocasiões perdidas pela Igreja por não ter descoberto o momento que então se vivia. Mas, Senhor: «Quantas ocasiões não teremos perdido agora por não descobrir os sinais dos tempos ou, o que significa o mesmo, por não viver e iluminar a problemática atual com a luz do Evangelho? Por que não julgais por vós mesmos o que é justo?» (Lc 12,57), continua a recordar-nos hoje Jesus. Não vivemos num mundo de maldade, ainda que também haja bastante. Deus não abandonou o seu mundo. Como recordava São João da Cruz, habitamos uma terra onde andou o próprio Deus e que ele encheu de formosura. A beata Teresa de Calcutá captou os sinais dos tempos, e o tempo, o nosso tempo, entendeu a beata Teresa de Calcutá. Que ela nos estimule. Não deixemos de olhar para o alto, sem perder de vista a terra.

7 – PERDOAR ENQUANTO É TEMPO

Prezados irmãos. Nada de esperar ficar velho para voltar-se para Deus. A hora é agora. “Quando, pois, tu vais com o teu adversário apresentar-te diante do magistrado, procura resolver o caso com ele enquanto estais a caminho. Senão ele te levará ao juiz, o juiz te entregará ao guarda, e o guarda te jogará na cadeia.” Neste exemplo Jesus foi bem claro. Se tivermos algum problema contra algum irmão, e quem não tem? Devemos cuidar para resolver isso o quanto antes, fazendo as pazes com o nosso irmão, com a nossa irmã, enquanto estamos caminhando rumo ao Reino dos Céus, perdoar para que sejamos perdoados no dia de juiz. Sabemos que isso não é nada fácil. Hoje mesmo você teve um racha com seu vizinho e quase chegaram às vis de fatos, quase se bateram ou se agarraram. É claro que hoje, nem amanhã vocês terão disposições de se falarem. Perdoar é coisa difícil, mais com a ajuda de Jesus nós conseguimos. Fique atento, que o dia de fazer as pazes virá. Porque Jesus sempre nos conduz a fazer as pazes. Vejamos então, esta linda reflexão do Padre Queiroz sobre o perdão: QUANTAS VEZES DEVO PERDOAR O MEU IRMÃO? “Sofremos demais pelo pouco que não temos, e alegramo-nos pouco com o muito que possuímos”. (Shakespeare) PERDOAR SEMPRE (Mt 18,21-19,1) – Senhor, quantas vezes devo perdoar o meu irmão que peca contra mim? Sete vezes? Neste Evangelho, Jesus nos fala do perdão. O texto começa com uma pergunta do Apóstolo Pedro a Jesus, sobre quantas vezes devemos perdoar uma pessoa. Jesus responde que devemos perdoar não apenas sete vezes, mas setenta vezes sete, expressão hebraica que significa: ao infinito. E, para deixar bem claro, Jesus conta a parábola do servo cruel. É um empregado que foi perdoado pelo patrão, de uma grande dívida, e depois não perdoou ao seu colega, de uma pequena e irrisória dívida. Por isso foi duramente castigado pelo patrão. Jesus conclui a parábola com um recado para todos nós: “É assim que meu Pai fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”. O patrão representa Deus, o empregado que devia a enorme fortuna somos nós, e o outro que devia uma pequena quantia são as pessoas que nos ofendem ou prejudicam. Nós tínhamos uma enorme dívida com Deus, o pecado original e os nossos pecados pessoais. E ele nos perdoou, e continua perdoando, completamente. O tamanho de uma ofensa varia também de acordo com a pessoa ofendida. No nosso caso, o ofendido é Deus, que é infinito. Portanto, as nossas ofensas a Deus são sempre muito grandes. Deus nos perdoa, mas quer que nós também perdoemos a nosso próximo, seja de que for. Se não o fizermos, ele retira o seu perdão e nos castiga, como fez o patrão com o seu empregado cruel. Por isso que Jesus nos fala: “Quando estiveres levando a tua oferenda ao altar e ali te lembrares que teu irmão tem algo contra ti, deixa a tua oferenda diante do altar e vai primeiro reconciliar-te com teu irmão. Só então, vai apresentar a tua oferenda” (Mt 5,23-25). De fato, não tem cabimento nós não perdoarmos alguém e querer manter uma amizade com Deus, pois Deus está no nosso próximo! Seria um comportamento contraditório na nossa parte: hora louvamos a Deus, hora não queremos conversa com ele. O nosso perdão ao próximo não pode ter limites, nem quanto ao número de ofensas, nem quanto ao tamanho ou tipo de ofensa. O perdão é o único caminho para recuperar a fraternidade, a paz e a alegria, após uma ofensa recebida. O perdão impede aquele terrível círculo vicioso: a vingança gera a violência, e esta gera mais vingança… O ressentimento faz aumentar falsamente o tamanho de uma ofensa. No Pai Nosso, nós pedimos a Deus que nos perdoe do jeito que perdoamos aos outros. Isso nos compromete, porque, se guardarmos rancor, cada vez que rezamos o Pai Nosso estamos pedindo a Deus que guarde rancor de nós! Jesus disse: “Não julgueis, e não sereis julgados. Pois o mesmo julgamento com que julgardes os outros servirá para vós; e a mesma medida que usardes para os outros servirá para vós. Por que observas o cisco no olho do teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho?” (Mt 7,1-3). O próprio Jesus, na cruz, nos deu o exemplo, quando rezou a Deus Pai pelos que o torturavam: “Pai, perdoai-lhes porque eles não sabem o que fazem!” (Lc 23,34). Mesmo morrendo, ele encontrou forças para refletir e encontrar uma saída para não sentir mágoa daqueles algozes: “Eles não sabem o que fazem”. Se não encontrasse essa saída, Jesus morreria com mágoa deles. E daí, lá no céu, como é que fica? Porque lá não entram duas pessoas de cara virada uma com a outra. E Jesus queria o arrependimento e a salvação de todas aquelas pessoas que o mataram. Depois desse exemplo de Jesus, ninguém de nós tem direito de negar o perdão, seja a quem for e seja de que for. Perdoar não é sinal de fraqueza; pelo contrário, é sinal de muita coragem, bravura e heroísmo. Panacas são os que não perdoam. O motivo principal do nosso perdão não está na pessoa que nos ofendeu, mas no mandamento de Deus. Claro que, depois, vamos ser mais prudentes com aquela pessoa que nos ofendeu ou prejudicou. “Sede prudentes como as serpentes e simples como as pombas” (Mt 10,16). “Gato que caiu em água quente tem medo de água fria”. Nós vamos evitar situações semelhantes àquela em que a pessoa nos ofendeu ou prejudicou. Mas isso, sem julgar a pessoa. O perdão é importante principalmente na vida familiar, dentro das quatro paredes de uma casa. Certa vez, um casal brigou. Brigou feio e ficaram de mal. Quando era necessário dizer alguma coisa ao outro, faziam-no através de bilhetes. Aconteceu que um dia o homem chegou do serviço preocupado. Seu chefe havia marcado uma reunião na firma no dia seguinte, uma hora antes de começar o trabalho. Portanto ele devia levantar-se não às 05:30, como de costume, mas às 04:30 horas. O que ele fez. Escreveu em um papel: “Por favor, me acorde às 04:30 da madrugada”. E colocou o bilhete em cima do travesseiro da esposa. E procurou dormir mais cedo. Quando a esposa foi dormir, encontrou o bilhete. O que ela fez. No dia seguinte, levantou-se às 04:30 e colocou ao lado da cabeça dele o seguinte bilhete: “São 04:30 horas. Está na hora de você se levantar.” Claro que essa mulher foi cruel. Mas os dois estavam errados, porque, quando entramos em atrito com alguém, a paz deve voltar antes do por do sol. Se isso vale para todos, muito mais para o casal. A mãe sabe ser “para-raios” quando membros da família se desentendem. Que a nossa querida Mãe do Céu nos ajude a perdoar e a viver unidos com todos. Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete.

8 – VÓS SABEIS INTERPRETAR O ASPECTO DA TERRA E DO CÉU. COMO É QUE NÃO SABEIS INTERPRETAR O TEMPO PRESENTE?

Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente? Neste Evangelho, Jesus nos chama a atenção para uma incoerência nossa, que é fruto do pecado: Somos avançados no conhecimento das ciências e da técnica, mas muito atrasados no conhecimento das coisas de Deus. “Hipócritas, vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?” Essa advertência de Jesus vale de modo especial hoje, em que a humanidade cresce dia a dia no conhecimento das ciências e da técnica, mas parece até que está regredindo no conhecimento do sentido fundamental da vida. A parábola da caminhada com o adversário para o magistrado reforça a necessidade de andarmos sempre com as contas em dia com Deus, pois quando estivermos diante do Juiz, que é Cristo, não haverá mais tempo para corrigirmos os nossos erros, ou para pedirmos perdão a Deus. As pessoas conhecem o tempo cronológico, mas não procuram conhecer o tempo da graça. Vivem pesquisando a natureza a fim de utilizá-la, mas não conhecem o Autor e Criados da natureza. Em resumo, as pessoas aprofundam-se na ciência, mas não na sabedoria. A ciência não envolve a vida humana no seu conjunto, que tem duas partes: a terrena e a eterna. “Não dizeis vós: Ainda quatro meses e aí vem a colheita? Pois eu vos digo: levantai os olhos e vede os campos, como estão dourados, prontos para a colheita!” (Jo 4,35-36). Estão aí as duas realidades: a simples ciência e a sabedoria. É muito comum, ao andarmos à noite pelas ruas, vermos carros de luxo estacionados na frente de casa de cartomante. São pessoas formadas na ciência do mundo, mas analfabetas na ciência de Deus. Vemos pessoas letradas valorizando o “ter” e se esquecendo do principal que é o “ser”. Pais que, fora do período escolar, matriculam os filhos em cursos caros de inglês, e nem se preocupam em levá-los ao catecismo. Pessoas que se dizem católicas, mas desprezam as leis. Por exemplo, para combater a AIDS, são apresentados medidas fúteis, já comprovadas que não funcionam, e se esquecem do principal que é o respeito à Lei de Deus. A multiplicação de seitas, que apresentam, muitas vezes, a religião apenas como meio de adquirir benefícios nesta terra, mas se esquecendo da vida após a morte. “Estou ciente de que o bem não habita em mim, isto é, na minha carne. Pois querer o bem está ao meu alcance, não, porém, realizá-lo. Não faço o bem que quero, mas faço o mal que não quero” (Rm 8,18-19). Se temos alguma conta a acertar com Deus, vamos fazê-lo logo, porque amanhã poderá ser tarde! Cristo nos deixou todos os meios para vencermos o mal e fazer o bem: a oração, o sacramento da confissão, a Eucaristia, a vida em Comunidade, a leitura da Bíblia… Certa vez, um menino passou correndo na rua, na frente da igreja. O padre estava na porta da igreja e aquilo lhe chamou a atenção. Foi até a calçada e viu que lá no fim da rua o menino virou para trás e voltou correndo na mesmo velocidade. Quando estava passando em frente à igreja, o padre gritou: “Menino, vem cá”. Mas nada, ele não parou. Chegando ao outro extremo da rua, ele virou para trás e veio correndo do mesmo jeito. O padre pensou: eu vou segurar esse menino para ver por que ele está fazendo isso. Quando o garoto estava perto, o padre se colocou na frente dele e o agarrou. O menino ficou assustado, mas o padre o acalmou e lhe perguntou: “Filho, o que você está fazendo?” Ele respondeu: “Não sei!” “De onde você vem?” “Não sei!” “Para onde você vai?” “Não sei!” “Quem é você?” “Não sei!” Neste momento, um senhor que morava em frente disse: “Iii padre! Esse menino é bobo. Pode largar, porque ele não sabe nada!” O padre largou e o garoto continuou correndo pela vida, para lá e para cá. Que nós não sejamos também bobos, aprofundando-nos nas ciências da terra, correndo para lá e para cá, mas sem procurar o principal que é responder àquelas perguntas fundamentais da vida, que o padre fez ao menino! As poucas palavras de Maria Santíssima que a Bíblia nos trouxe mostram que ela entendia muito bem das coisas de Deus e do sentido pleno da vida. Que ela nos ajude a dedicarmos os nossos talentos a “interpretar o tempo presente”. Vós sabeis interpretar o aspecto da terra e do céu. Como é que não sabeis interpretar o tempo presente?

9 – O NOSSO MOMENTO PRESENTE É TAMBÉM UM PRESENTE DE DEUS PARA NÓS

“Interpretar o tempo presente” é fazer uma reflexão do modo como nós estamos vivendo, das ações que estamos praticando, da justiça ou injustiça que estamos promovendo diante dos nossos irmãos. Jesus nos ensina a decifrar por meio dos fatos e acontecimentos o sinal de Deus para a nossa vida do mesmo modo como nós distinguimos os sinais aparentes que a natureza nos revela em relação ao clima, e outras ocorrências, os quais nos ajudam a nos prevenir e assim nos proteger das intempéries. Ele nos instrui a como dar valor ao tempo presente da nossa vida e nos mostra que as revelações do Pai também se manifestam por meio dos fatos e dos acontecimentos do nosso dia a dia. Assim como nós percebemos as mudanças climáticas, as rotações das estações do ano, e detectamos se vem chuva ou sol, nós também precisamos estar atentos aos sinais de Deus para interpretar o tempo presente da nossa vida. Por meio das diversas situações que passamos o Senhor nos dá os meios para que possamos praticar a justiça e o amor. Portanto, o nosso momento presente é também um presente de Deus para nós, porque representa uma chance que temos para pôr em prática, concretamente, o que o Senhor nos ensina na Sua Palavra. Nós só temos um tempo para tomar decisão: é o tempo presente. Se não avaliarmos agora, a nossa vida, talvez mais tarde já não tenhamos tempo para arrependimento. Portanto, a hora é essa, se você está passando por algum momento difícil de sofrimento ou de doença, se você não está compreendendo nada do que tem sucedido na sua vida ou com a sua família, dê um voto de confiança ao Senhor e, procure perceber os sinais que são evidentes. O Espírito Santo quer conduzi-lo na melhor direção e, além do mais, Deus deve estar querendo construir um homem ou uma mulher novos, acrisolados, purificados. Confie Nele e tudo passará! Reflita – Você tem procurado tempo para meditar sobre a sua existência à luz de Deus? – Os acontecimentos da sua vida presente têm tido algum significado para você? – Qual é para você a perspectiva do seu futuro em relação ao que você tem vivenciado no tempo presente? – Você sabia que a dor com Jesus, se transforma em amor? Amém! Abraço carinhoso.

10 – “TAL É A GERAÇÃO DOS QUE O PROCURAM, DOS QUE BUSCAM A FACE DE DEUS, SEU SALVADOR

É até bonito de se ver algumas pessoas remanescentes dos anos 60, principalmente as que vieram do campo, fazerem previsão do tempo, saem na porta ou na janela da casa, olham o horizonte ao longe e ditam a sentença “Hoje a tarde vai chover…”, meu saudoso sogro era do tipo assim, e quanta chuva tomei por não lhe dar crédito. O homem sabe interpretar os sinais da natureza e por conta disso prevê frio, calor, chuva e até vento. Entretanto, quando se trata dos sinais do Reino de Deus, a coisa fica mais difícil, porque essa interpretação dos tempos, mais do que experiência de vida, necessita da Fé, tive um amigo de estudo que dizia “Ter Fé é saber enxergar as coisas por dentro, às avessas…”. Os fatos aparentes todo mundo enxerga e sabe interpretar, porque é algo evidente. Mas sinais de algo que ainda virá, mas que de certo modo já está em nosso meio, daí a coisa fica bem mais difícil. Jesus sempre anunciou o Reino colocando ao homem a necessidade de um esforço para ver, ouvir e interpretar, citando os ouvidos e os olhos, mais do que isso, curando algumas deficiências nesses sentidos, justamente mostrando-nos que é possível enxergar algo que os olhos ainda não viram, e ouvir algo que ainda não chegou até os ouvidos. Jesus tornou visível o que era invisível, e fez ouvir, o que era inaudível, nele o Reino do Céu se fez presente de maneira definitiva no meio dos homens. Por aquele tempo, os sábios e entendidos que deveriam por primeiro ver, ouvir e dar crédito, anunciando aos demais, nesse sentido não enxergavam um palmo diante do nariz. Jesus volta para o Pai, envia o seu espírito que na igreja e nos acontecimentos da história, continua dando visibilidade do Reino. A Igreja é a própria imagem da Esperança, que aguarda ansiosamente a plenitude do Reino, ela sinaliza nos sacramentos a graça operante e santificante de Deus, que só é perceptível na Fé. O que o evangelho nos pede, é para que não nos detenhamos no presente, mas que saibamos como igreja e com a Igreja esperar por algo que ainda virá, mas que ao mesmo tempo já vamos construindo. Mas no meio do mundo, toda força do bem é um sinal mais que evidente de que o Reino já está acontecendo… Não sejamos hipócritas, não somos os Donos do Reino, apenas os seus colaboradores agraciados por Deus… e por isso haverá um julgamento final, onde seremos cobrados talvez por aquilo que não fizemos, embora sendo agraciados.

11 – VÓS SABEIS INTERPRETAR O ASPECTO DA TERRA E DO CÉU. COMO É QUE NÃO SABEIS INTERPRETAR O TEMPO PRESENTE?

As leituras dessa semana nos deram pautas para a vida cristã, inspiradas no ensinamento de Jesus. Hoje ela nos convida a aprender a compreender a realidade presente, já que, ao contrário do que pensamos, a realidade não é algo transparente, mas está permeada por múltiplos conflitos, interesses e intencionalidades. O cristão deve se acostumar a não assumir nenhuma realidade como algo fatal, irremediável e definitivo. Qualquer realidade pode ser transformada à medida que compreendemos como Deus age na vida e na história. O segundo ensinamento nos convida a aprender a dirimir conflitos interpessoais no interior das instancias, instituições ou realidades nas quais ocorrem. A exteriorização dos conflitos diante nas relações comunitárias, familiares ou internas denota a incapacidade de fazer valer os critérios do evangelho para a compreensão e resolução das diferenças entre as pessoas. A interpretação do momento presente e a mediação do caminho são dois desafios que devem ser enfrentados por todo cristão. Quem realmente pretende assumir os ensinamentos de Jesus fazendo deles sua vida, deve contar com a ação do Espírito Santo. Para a reflexão pessoal: É bom a gente descobrir os dons mais presentes na vida e como podemos colocá-los a serviço da comunidade.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A Igreja, paciente com todos e responsável pela unidade entre as pessoas, tem o dever permanente de perscrutar os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do evangelho, a fim de responder com propriedade as indagações da humanidade

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus nos ensina que o amor conserva a união do corpo de Cristo. Também nos motiva a reconhecer os sinais dos tempos e pôr em prática os ensinamentos de Jesus.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. Graças te dou, ó Pai, Senhor do céu e da terra, pois revelastes os mistérios do teu reino aos pequeninos, escondendo-os aos doutores! (Mt 11,25).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Clamo por vós, meu Deus, porque me atendestes; inclinai vosso ouvido e escutai-me. Guardai-me como a pupila dos olhos, à sombra das vossas asas abrigai-me (Sl 16,6.8).

Antífona da comunhão

O Filho do Homem veio dar a sua vida para a salvação dos homens (Mc 10,45).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Deus eterno e todo-poderoso, dai-nos a graça de estar sempre ao vosso dispor e vos servir de todo o coração. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

Atendei, Senhor, a nossa prece.

— Tornai, Senhor, a Igreja atenta às necessidades da sociedade contemporânea.
— Concedei o espírito de humildade às nossas comunidades, para que vivam a paz e a harmonia.
— Dai força e coragem aos missionários, para que não desanimem diante das dificuldades.
— Iluminai os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do nosso país, para que sejam coerentes, éticos e justos.
— Multiplicai pessoas generosas que colaborem nos serviços da comunidade.

Oração sobre as oferendas

Dai-nos, ó Deus, usar os vossos dons servindo-vos com liberdade, para que, purificados pela vossa graça, sejamos renovados pelos mistérios que celebramos em vossa honra. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Dai-nos, ó Deus, colher os frutos da nossa participação na eucaristia para que, auxiliados pelos bens terrenos, possamos conhecer os valores eternos. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”.

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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