Liturgia Diária 05/NOV/12

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

05/NOV/2012 (segunda-feira)

LEITURAS

Leitura da carta de são Paulo aos Filipenses 2,1-4 (Livro do novo ou 2º testamento / Livros Didáticos)

Irmãos, 1 se existe consolação na vida em Cristo, se existe alento no mútuo amor, se existe comunhão no Espírito, se existe ternura e compaixão, 2 tornai então completa a minha alegria: aspirai à mesma coisa, unidos no mesmo amor; vivei em harmonia, procurando a unidade. 3 Nada façais por competição ou vanglória, mas, com humildade, cada um julgue que o outro é mais importante, 4 e não cuide somente do que é seu, mas também do que é do outro.

Proclamação do Salmo 130,1.2.3 (Livro do velho ou 1º testamento / Livros Poéticos e de Sabedoria ou Sapienciais)

— Guardai-me, ó Senhor, convosco, em vossa paz!
— 1 Senhor, meu coração não é orgulhoso, nem se eleva arrogante o meu olhar; não ando à procura de grandezas, nem tenho pretensões ambiciosas!
— 2 Fiz calar e sossegar a minha alma; ela está em grande paz dentro de mim, como a criança bem tranquila, amamentada no regaço acolhedor de sua mãe.
— 3 Confia no Senhor, ó Israel, desde agora e por toda a eternidade!

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 14,12-14 (Livro do novo ou 2º Testamento / Livros Históricos)

Naquele tempo, 12 dizia Jesus ao chefe dos fariseus que o tinha convidado: “Quando deres um almoço ou um jantar, não convides teus amigos nem teus irmãos nem teus parentes nem teus vizinhos ricos. Pois estes poderiam também convidar-te e isto já seria a tua recompensa. 13 Pelo contrário, quando deres uma festa, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos. 14 Então serás feliz! Porque eles não te podem retribuir. Tu receberás a recompensa na ressurreição dos justos”.

… Eu sou o CAMINHO … (ler…)

O que o texto diz para mim, hoje? Minha vida reflete o que o texto diz ou há contradições? Na comunidade da qual participo é assim que as pessoas se relacionam ou há disputa de poder, pessoas que buscam fazer carreira? Que lugar ocupo eu? A Conferência de Aparecida nos recorda: “A vida se acrescenta dando-a e se enfraquece no isolamento e na comodidade. De fato, os que mais desfrutam da vida são os que deixam da margem a segurança e se apaixonam na missão de comunicar vida aos demais. O Evangelho nos ajuda a descobrir que um cuidado enfermiço da própria vida depõe contra a qualidade humana e cristã dessa mesma vida. Vive-se muito melhor quando temos liberdade interior para doá-la “Quem aprecia sua vida terrena, a perderá” (Jo 12,25). Aqui descobrimos outra profunda lei da realidade: “que a vida se alcança e amadurece à medida que é entregue para dar vida aos outros. Isso é, definitivamente, a missão”.” (DAp 360).

… a VERDADE … (refletir…)

O que diz o texto do dia? Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 14,12-14 e observo pessoas. Procuro compreender o ensinamento de Jesus Mestre. Jesus fala sobre a generosidade desinteressada: convidar os pobres, os que não têm como retribuir. Normalmente, na sociedade, convidam-se pessoas do mesmo nível e que acabam por retribuir. A caridade proposta por Jesus rompe este círculo e dá espaço aos pobres, aos coxos, aos sem aparência, aos cegos… E afirma que este tipo de caridade tem a recompensa de Deus.

… e a VIDA … (orar…)

Meu coração já está em sintonia com todos os santos. Vivo este momento em silêncio. Depois, concluo: Espírito vivificador, a ti consagro o meu coração: aumenta em mim o amor a Jesus e aos irmãos. Faze-me sentir filho amado do Pai. Amém. Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós. E ainda completo: Pai, coloca no meu coração um amor desinteressado e gratuito, que saiba ser generoso sem esperar outra recompensa a não ser a que vem de ti.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (agir…)

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou eliminar do meu modo de pensar e agir aquilo que não vem de Deus, que não é conforme o Projeto de Jesus Mestre. Vou pensar e tratar com amor as pessoas mais carentes.

REFLEXÕES:

1 – CONVITE AOS POBRES

Jesus continua seu ensino, no contexto de uma refeição em casa de um dos chefes dos fariseus. No diálogo que se segue, após ter se dirigido aos convidados em geral, advertindo-os sobre a disputa dos primeiros lugares, Jesus dirige outra advertência àquele que o convidara, dando ênfase ao tema da eleição dos pobres e excluídos. A refeição com um grupo privilegiado significa o estéril fechamento sobre si mesmo. Aquele que busca salvar sua pele, fechando-se em um círculo privilegiado de relações de prestígio e riqueza, está abafando a semente de vida que deveria frutificar na comunhão fraterna. Nós fomos criados para a comunhão de vida com nossos semelhantes, próximos e irmãos. E é nesta comunhão que encontramos nossa semelhança com o Criador. Em conclusão à advertência, Jesus proclama mais uma bem-aventurança. Esta bem-aventurança não está na busca de benefícios e recompensas em bens e riquezas, mas, sim, em ser solidário e partilhar com os mais necessitados, pobres, aleijados, coxos e cegos. Jesus, que veio buscar o que estava perdido, o pobre e o excluído, resgata o sentido de fraternidade inerente à condição humana e revela que, por esta fraternidade, se alcança a vida eterna em Deus.

2 – HOSPITALIDADE E GRATUIDADE

O nosso relacionamento com as pessoas não pode ter como ponto de partida o interesse ou a retribuição, mas a gratuidade. Afinal de contas, Deus nos ama gratuitamente e nos concede tudo o que somos e temos sem nada exigir em troca. Mas o amor de Deus para conosco vai além da gratuidade: ele nos retribui por tudo o que fazemos gratuitamente em favor dos nossos irmãos e irmãs. Vivamos a gratuidade para que o próprio Deus seja a nossa eterna recompensa por tudo o que fizermos em favor dos sofridos e marginalizados deste mundo, que não têm ninguém por si e que são rejeitados em todos os ambientes, por não poderem retribuir de acordo com os critérios do mundo.

3 – A RETRIBUIÇÃO DIVINA

O Reino insere, no coração humano, preocupações que superam a visão mundana da vida. Ele toca, até mesmo, coisas muito simples, qual seja a lista de convidados para um almoço ou jantar. Quem não pensa segundo o Reino, será levado a convidar pessoas que, no futuro, poderão retribuir-lhe o convite. Os ricos, neste caso, serão visados em primeiro lugar. O discípulo do Reino, porém, parte de outro critério. Escolhe exatamente os pobres e os excluídos, aqueles que não terão condições de oferecer-lhe nada em troca. Basta-lhe a retribuição que o Senhor reservou para quem se deixou guiar pelo amor. Sua felicidade consistirá em compartilhar, em saciar a fome do próximo, em proporcionar um momento de prazer a quem vive sob o peso da rejeição social e de suas próprias limitações físicas, em valorizar quem vive na condição de resto da sociedade. O coração do discípulo deve manter-se imune de segundas intenções. É possível fazer um banquete e convidar os pobres e excluídos, com a intuito de ter o nome estampado nos jornais e ser objeto da admiração alheia. O discípulo não tem um espírito demagógico. Sua opção pelos pobres é fruto da comunhão com sua causa, porque são os preferidos de Deus. Ao colocar-se do lado deles, o discípulo tem motivos para esperar a retribuição do Pai.

4 – NA IGREJA DE CRISTO, TODOS SOMOS CONVIDADOS À FESTA

Jesus olhou tanto para o dono da festa como para os convidados e ficou desapontado. Então, levantando a cabeça, dirigiu a palavra ao dono da festa: ”Quando você der um almoço ou um jantar, não convide os seus amigos, os seus irmãos nem os seus parentes ou seus vizinhos ricos, porque, certamente, eles também o convidarão e, assim, pagarão a gentileza que você fez”. Quero lembrá-lo de que a oportunidade do Evangelho sobre o banquete dos pobres e aleijados permite abordar o tema da Igreja como assembleia universal e indiscriminada dos filhos de Deus. O plano salvífico de Deus, manifestado em Jesus de Nazaré, apresenta-se, definitivamente, como a assembleia universal e indiscriminada dos filhos de Deus dispersos. Por isso, a Igreja, por meio de variadas modalidades associativas ou congregacionais visibilizadas pelo amor, os ministérios e os sacramentos – sobretudo a celebração eucarística – manifesta-se nas múltiplas assembleias locais. Abre-se ao projeto divino da acolhida de todos os homens mediante a fé em Cristo. Prossegue e prolonga a obra da congregação universal dos filhos de Deus, privilegiando os pobres e marginalizados na qualidade de primeiros convidados ao festim dos bens messiânicos, pois se os pobres têm vez, ninguém se sente excluído. Entretanto, a Igreja jamais será um fim em si mesma, mas o meio pelo qual se processa a unificação dos homens entre si e com Deus em Cristo. Daí, o tema da congregação universal apontar para o banquete definitivo do Reino do Senhor, onde serão acolhidos na morada do Pai (Jo 14,2-3), a Jerusalém do Alto (Ap 21,10; Hb 12,22-23). O amor preferencial pelos pobres, o espaço aberto aos marginalizados, a promoção dos necessitados serão sempre sinais evidentes do Reino de Deus que a Igreja anuncia, vive e constrói. O próprio Reino manifesta sua força e vitalidade congregando os pobres na Igreja de Cristo para promovê-los a uma vida mais digna até a eternidade feliz. Lucas apresenta o tema da humildade a partir da parábola da escolha dos lugares e o tema da importância dos pobres no Reino de Deus a partir da parábola da escolha dos convidados (Lc 14,1.7-14). Nos diálogos à mesa, os autores gregos geralmente apresentavam os comensais em torno do dono da casa, sublinhando a posição social dos presentes. Lucas também começa retratando um dos notáveis entre os fariseus para logo, desconcertantemente, introduzir um hidrópico na cena, necessitado de cura. Deste modo, dá a entender que a refeição messiânica não é reservada a elites, mas se abre a todos, notadamente aos pobres e marginalizados. Durante os diálogos à mesa, era costume que cada conviva pronunciasse um discurso para elogiar o tema a ser abordado e descrever-lhe as situações. No caso de Lucas, é Jesus quem inicia a conversação, referindo-se à possibilidade de curar o hidrópico no sábado, enquanto os legistas e fariseus se calam e não conseguem replicá-lo. Jesus, no entanto, insiste no diálogo, escolhendo como tema a humildade e descrevendo suas manifestações. Tendo como pano de fundo a literatura sapiencial (Pr 25,6-7), elogia a humildade a partir da parábola da escolha dos lugares em que o ocupante do último posto é convidado a se transferir para mais perto. Quanto à parábola da escolha dos convidados, mais do que apontar para a humildade de quem convida os marginalizados, acentua, bem a gosto de Lucas, a importância dos pobres no Reino de Deus. Na realidade, há a questão básica que se impõe aos que creem, sobre a acolhida devida aos carentes e necessitados, privilegiados de Jesus. Em tom sapiencial, que exalta as consequências dos atos humanos, é melhor para Jesus convidar os pobres, pois não tendo com que retribuir, a recompensa da gratuidade há de ser dada pelo próprio Deus na ressurreição dos justos. Do mesmo modo que é conveniente colocar-se no último lugar pela vivência da humildade também é mais dadivoso convidar os pobres e aleijados para o banquete do que os amigos, parentes e vizinhos ricos. Consciente de que Jesus inaugura o banquete universal dos pobres (Is 55,1-5), Lucas insiste na gratuidade do gesto divino que acolhe a todos em Seu Reino, chamando à atenção para a mesma atitude daqueles que convidam os que não podem retribuir. Entretanto, se considerarmos a interpretação eucarística proposta por vários comentadores, teremos a superação, nas assembleias dominicais, de manifestações de vaidade e ostentação das reuniões pagãs por meio das regras da humildade ou das escolhas dos lugares e a exclusão de barreiras judaicas, impostas pela impureza legal aos marginalizados mediante as regras da gratuidade e da acolhida dos pobres. Quem são os que participam da sua festa? Com quem você gasta o seu dinheiro? E como o tem gastado? Lembre-se do apelo do Mestre: ”Quando deres um banquete convide os cegos, os aleijados, os pobres e serás abençoado, pois eles não poderão pagar o que tu fizeste, mas Deus te pagará no dia em que as pessoas que fazem o bem ressuscitarem”.

5 – CONVIDA OS POBRES

Deus, comovido pela grande aflição do homem, deu-lhe a Lei e os profetas, depois de lhe ter dado a lei não escrita da natureza (cf Rm 1,26) […]; por fim entregou-Se a Si próprio para a vida do mundo. Deu-nos prodigamente os apóstolos, os evangelistas, os doutores, os pastores, as curas, os prodígios. Trouxe-nos à vida, destruiu a morte, triunfou sobre aquele que nos tinha vencido, deu-nos a Aliança prefigurativa, a Aliança verdadeira, os carismas do Espírito Santo, o mistério da nova salvação. […] Deus enche-nos de bens espirituais, se quisermos recebê-los, e não hesita em vir em auxílio dos necessitados. Tu dá sobretudo àquele que te pedir, até antes que ele te peça, dando sem cessar a esmola da doutrina espiritual. […] Se não tiveres esses dons, propõe-lhe pelo menos serviços mais modestos: dá-lhe de comer, oferece-lhe roupa que já não uses, fornece-lhe medicamentos, liga-lhe as chagas, pergunta-lhe pelas suas provações, ensina-lhe a paciência. Aproxima-te dele sem medo. Não há perigo de ficares mal ou de contraíres a sua doença. […] Apoia-te na fé; que a caridade triunfe sobre as tuas reticências. […] Não desprezes os teus irmãos, não fiques surdo aos seus apelos, não fujas deles. Sois membros de um mesmo corpo (cf 1Cor 12,12s), mesmo que ele tenha sido atingido pela desgraça; tal como Deus, não esqueças o clamor dos infelizes (Sl 9,13).

6 – QUANDO DERES UM BANQUETE, CONVIDA OS POBRES, (…), POIS ESTES NÃO TÊM COMO TE RETRIBUIR! RECEBERÁS A RECOMPENSA NA RESSURREIÇÃO DOS JUSTOS

Hoje, o Senhor ensina-nos o verdadeiro sentido da generosidade cristã: o dar-se aos demais. «Quando ofereceres um almoço ou jantar, não convides teus amigos, nem teus irmãos, nem teus parentes, nem teus vizinhos ricos. Pois estes podem te convidar por sua vez, e isto já será a tua recompensa» (Lc 14,12). O cristão move-se no mundo como uma pessoa comum; mas o fundamento do trato com os seus semelhantes não pode ser nem a recompensa humana nem a vanglória; deve procurar ante tudo a glória de Deus, sem pretender outra recompensa que a do Céu. «Pelo contrário, quando deres um banquete, convida os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos! Então serás feliz, pois estes não têm como te retribuir! Receberás a recompensa na ressurreição dos justos» (Lc 14, 13-14). O Senhor convida-nos a dar-nos incondicionalmente a todos os homens, movidos somente pelo amor a Deus e ao próximo pelo Senhor. «Se emprestais àqueles de quem esperais receber, que recompensa mereceis? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto» (Lc 6,34). Isto é assim porque o Senhor ajuda-nos a entender que se damo-nos generosamente, sem esperar nada em troca, Deus nos pagará com uma grande recompensa e nos fará seus filhos prediletos. Por isto, Jesus nos diz: «Pelo contrário, amai os vossos inimigos, fazei bem e emprestai sem daí esperar nada. E grande será a vossa recompensa e sereis filhos do Altíssimo» (Lc 6-35). Peçamos à Virgem a generosidade de saber fugir de qualquer tendência ao egoísmo, como seu Filho. «Egoísta! — Tu, sempre tu, sempre o que é “teu”. — Pareces incapaz de sentir a fraternidade de Cristo: nos outros, não vês irmãos; vês degraus (…)» (São Josemaria).

7 – A PARTILHA COM OS POBRES

Quando deres uma festa, convida os pobres… Então serás feliz! Neste Evangelho, mais do que uma parábola, Jesus nos faz um pedido muito claro: Quando dermos uma festa, não convidemos os nossos parentes, ou amigos, ou vizinhos ricos. Pois estes poderão nos retribuir, convidando-nos também. Pelo contrário, que convidemos os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos… Porque estes não nos poderão retribuir, e receberemos a recompensa de Deus, na ressurreição dos justos. O pedido de Jesus é facílimo de entender, porque todos nós fazemos festinhas, de vez em quando, seja de aniversário natalício, de casamento, de batizado, por ocasião do Natal… O problema é que a fé ainda não penetrou tanto em nós, a ponto de nos mover a atender o pedido de Jesus. Alguns fazem até uma “releitura”, dizendo que Jesus não quis dizer isso que ele disse, mas outra coisa. Tudo para escapar do pedido dele, que é muito forte. Sabemos que a recompensa de Deus é infinitamente mais generosa que a de qualquer ser humano. É o que disse Jesus em outra ocasião: “Dai e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste, pois a medida que usardes para os outros, servirá também para vós” (Lc 6,38). Naquele tempo, o povo usava túnicas, também os homens; e costumavam medir cereais na dobra da própria túnica. Como é distante a vida que levamos, da vida que Jesus nos propõe! Este é apenas um exemplo; há muitos outros ensinamentos dele que têm a mesma radicalidade. Por exemplo: – Os que se casam, “já não são dois, mas uma só carne. O que Deus uniu, o homem não separe” (Mt 19,6). – “Se alguém te der uma bofetada na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt 5,39). – “Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!” (Mt 5,40). – “Se alguém te forçar a acompanhá-lo por um quilômetro, caminha dois com ele!” (Mt 5,41). Etc. Jesus cita o almoço porque eles estavam almoçando. Foi apenas um exemplo. O que ele quer é uma mudança de coração. Quando o nosso coração muda, muda todo o nosso comportamento. Neste Evangelho, Jesus nos pede para dar preferência aos mais pobres e excluídos. No início de sua vida pública, ao apresentar seu programa de vida, ele disse: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres. Enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos e proclamar um ano de graça da parte do Senhor” (Lc 4,18-19). Isso foi opção de Deus Pai. O mesmo Deus que escolheu uma mãe para seu Filho, escolheu também uma classe social para ele viver, a fim de mostrar ao mundo de que lado Deus está. Jesus disse que continuaria presente na terra, em quatro situações: 1) Na Eucaristia: “Isto é o meu corpo”. 2) Na Igreja: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei aí no meio deles”. 3) Nas crianças: “Quem acolher em meu nome uma criança como esta, estará acolhendo a mim mesmo” (Mt 18,5). 4) E nos pobres: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40). No Evangelho de hoje, após nos pedir para convidar os pobres para o almoço, Jesus diz: “Então serás feliz!” Realmente, é indizível a alegria que sente uma pessoa que tem a coragem de atender a este pedido de Jesus. Fica para nós a pergunta: A nossa Comunidade tem o mesmo coração de Jesus? Ela atende a esse pedido dele? “Queremos ver Jesus, caminho, verdade e vida.” Que mostremos ao povo do terceiro milênio o verdadeiro rosto de Jesus! Certa vez, estava se aproximando o Natal, e as catequistas de uma Comunidade resolveram armar o presépio de forma comunitária. Cada criança devia trazer, ou sugerir, aquilo que ela acha que devia haver no presépio. Um menino trouxe de casa um recorte de revista, contendo a foto de moradores de rua, entre eles várias crianças, e colocou no presépio. A catequista lhe perguntou por quê, e ele explicou: “Eu acho que Jesus está no meio dessas pessoas, e quer que elas tenham moradia”. Esse garoto demonstrou um profundo conhecimento de Jesus e do seu Evangelho. Nossa Senhora seguiu à risca o Evangelho do seu Filho. Além de viver no meio dos pobres, ela, no hino Magnificat, criticou duramente os ricos. “Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias.” Que ela nos ajude a viver com coragem o que seu Filho ensinou, mesmo estando no meio de uma sociedade que segue, muitas vezes, o caminho contrário. Quando deres uma festa, convida os pobres… Então serás feliz!

8 – A GRATUIDADE

No Evangelho de hoje Jesus dialoga com os fariseus e ensina-os que a gratuidade é o fazer de coração sem esperar recompensa. Ou seja, o homem deve agir de coração aberto e puro com os irmãos na esperança de elevar a paz e o amor. A única recompensa que o homem terreno deve esperar é a morado com o Cristo Ressuscitado a partir de suas práticas solícitas com as pessoas que o cercam. Por isso que Jesus insiste em oferecer convite para aqueles que não fazem parte do cotidiano e do ciclo de amizades, ao oferecer um convite para um almoço convide os coxos, os aleijados, os famintos e os pobres, pois eles não retribuirão com outro almoço festivo. Eles comerão e saciarão a fome para dar continuidade na vida. Entretanto, ao convidar somente os amigos para sua festa, com certeza retribuirão com outra festa. Deste modo, houve uma permuta de favores. Não ocorreu a plena gratuidade. Claro que nos dias de hoje não é fácil demonstrar amor para com os necessitados. O mundo externo ensina a desprezar as minorias, os perdidos da vida, os sem-valores. O mundo permeado pelo encardido faz com as pessoas distanciam uma das outras e encerram a cordialidade intrapessoal. Na verdade o mundo divisor de homens e mulheres fecha os corações e as ações para alegrar outras pessoas e não aponta caminho para a solidariedade. Jesus corajosamente falou para os fariseus que suas atitudes não preenchiam a verdadeira caminhada, estavam aliciando favores com os amigos, mas fechavam os olhos para tantas pessoas que necessitavam da ajuda e da caridade. O homem, ao contrário, deve crescer na vida e ampliar a mansidão do coração com os desvalidos e para com os explorados e sofredores. Deve enxergar o Deus na pessoa do outro e partilhar sua bondade. Quantos de nós rejeitamos o outro por pertencer a uma classe inferior ou por não pertencer ao ciclo de amizade. Quantos de nós vamos à igreja, ajoelhamos diante do Altíssimo ou do Altar do Senhor, mas não cumprimentamos aquele que está ao lado. Quantos de nós não damos atenção para um mendigo e ficamos chateados quando vem ao nosso encontro! Quanta falta de gratuidade! O homem busca o lucro, o prazer, a mediocridade da falsa ilusão do poder e da ostentação, mas não é capaz de ver no irmão a forma simbólica da acolhida, da fraternidade, do aconchego e do amor. Endurece o coração ou transforma o coração duro como dos fariseus na grandiosidade da elegância. Passa por cima de muitas pessoas por acreditar que não merece atenção devida. Peçamos ao Deus da misericórdia e da justiça que penetre nos coração das pessoas fechadas, gananciosas e traiçoeiras. Faz com que as doenças da cobiça, da inveja e do pudor desapareçam. Mas enche o coração de ternura e de acolhimento para toda vida. Portanto, ensina-nos a sermos gratuitos com os irmãos e façamos sempre o bem sem esperar a recompensa. Amém!

9 – CONVIDA O POBRE PARA A TUA FESTA E SERÁS FELIZ?

Mais uma vez aqui Jesus jogou bem pesado. Fala sério! Já imaginou aqueles mendigos cheirando mal, aquelas pessoas pobres, sem nenhuma classe, sem um jeito fino de segurar o copo, e sem maneiras com classe iguais a alta sociedade em sua festa? Com certeza, os seus amigos da alta, iriam dar uma bela desculpa e sairiam de fininho. Calma! Não se desespere! Jesus dava exemplos extremos, como por exemplo: Se o teu olho te leva a pecar, arranca-o, para que nós acordemos, para que em nós caia a fixa, para que caiamos na realidade… Jesus nos convida a optar pelos pobres, nos convida a fazer a caridade. Deus criou cada ser humano diferente uns dos outros com uma santa finalidade: a prática da caridade. Uns plantam, outros fabricam, uns cantam, outros consertam, uns dominam a ciência, outros são bons nas artes, uns pecam, ouros rezam e perdoam, etc. Deus nos fez diferentes uns dos outros, para que nos completemos. Deus quer que tenhamos necessidade uns dos outros. Assim, as diferenças individuais existem, os mendigos e os pobres em geral existem, para que tenhamos a OPORTUNIDADE de praticar a caridade. Deus assim o quis em seu plano de amor para o nosso bem, para que ao praticar a caridade, tenhamos o merecimento da vida eterna um dia. As diferenças individuais devem estimular a caridade, em vez da discriminação. Assim como o pobre precisa do rico, para ter um emprego, um salário, o rico por sua vez, ao contrário do que se pensa, precisa também do pobre. Você não concorda com isso? Então me fala. Quem é que lava a privada do rico? Quem é que limpa a sua sujeira? Quem é que recolhe todo o seu lixo? E segundo o plano de Deus, todo esse entrosamento entre o rico e o pobre deve se estabelecer nos limites, nos parâmetros da caridade, e da justiça. Porque nem o pobre deve estragar as coisas do rico, nem matar o tempo nas horas de trabalho, nem o rico por sua vez deve explorar o pobre, pagando salários injustos, e não lhe dando a devida assistência quando precisa… Convida o pobre para a tua festa e serás feliz? Como? Prezado irmão. A felicidade está em dar e não em receber. A felicidade não está em oferecer uma festa com o intuito de receber presentes, e de ser convidado futuramente para a festa do outro, ou com o objetivo de conseguir um emprego, uma promoção… Experimente a sensação de felicidade quando der uma esmola, quando você mata a fome de um necessitado! Esta alegria, é maior e mais saudável do que aquela alegria artificial, falsa que você experimenta em uma festa, onde todos estão ali para se mostrar, e cochichar sobe as mazelas e falhas dos concorrentes. É preferível investir no futuro da sua alma, em vez de “investir” socialmente nesta vida perene. É dando que se recebe. Porém, escolha dar a quem não te devolve, pois Deus te devolverá em dobro. Faça isso e serás feliz!

10 – QUANDO DERES UMA FESTA, CONVIDA OS POBRES… ENTÃO SERÁS FELIZ!

Mas, quando você der uma festa, convide os pobres, os aleijados, os coxos e os cegos e você será abençoado. Pois eles não poderão pagar o que você fez, mas Deus lhe pagará no dia em que as pessoas que fazem o bem ressuscitarem. “A Física moderna leva-nos necessariamente a Deus.” (Arthur Eddington). Neste Evangelho, mais do que uma parábola, Jesus nos faz um pedido muito claro: Quando dermos uma festa, não convidemos os nossos parentes, ou amigos, ou vizinhos ricos. Pois estes poderão nos retribuir, convidando-nos também. Pelo contrário, que convidemos os pobres, os aleijados, os coxos, os cegos… Porque estes não nos poderão retribuir, e receberemos a recompensa de Deus, na ressurreição dos justos. O pedido de Jesus é facílimo de entender, porque todos nós fazemos festinhas, de vez em quando, seja de aniversário natalício, de casamento, de batizado, por ocasião do Natal… O problema é que a fé ainda não penetrou tanto em nós, a ponto de nos mover a atender o pedido de Jesus. Alguns fazem até uma “releitura”, dizendo que Jesus não quis dizer isso que ele disse, mas outra coisa. Tudo para escapar do pedido dele, que é muito forte. Sabemos que a recompensa de Deus é infinitamente mais generosa que a de qualquer ser humano. É o que disse Jesus em outra ocasião: “Dai e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste, pois a medida que usardes para os outros, servirá também para vós” (Lc 6,38). Naquele tempo, o povo usava túnicas, também os homens; e costumavam medir cereais na dobra da própria túnica. Como é distante a vida que levamos, da vida que Jesus nos propõe! Este é apenas um exemplo; há muitos outros ensinamentos dele que têm a mesma radicalidade. Por exemplo: – Os que se casam, “já não são dois, mas uma só carne. O que Deus uniu, o homem não separe” (Mt 19,6). – “Se alguém te der uma bofetada na face direita, oferece-lhe também a outra” (Mt 5,39). – “Se alguém quiser abrir um processo para tomar a tua túnica, dá-lhe também o manto!” (Mt 5,40). – “Se alguém te forçar a acompanhá-lo por um quilômetro, caminha dois com ele!” (Mt 5,41). Etc. Jesus cita o almoço porque eles estavam almoçando. Foi apenas um exemplo. O que ele quer é uma mudança de coração. Quando o nosso coração muda, muda todo o nosso comportamento. Neste Evangelho, Jesus nos pede para dar preferência aos mais pobres e excluídos. No início de sua vida pública, ao apresentar seu programa de vida, ele disse: “O Espírito do Senhor está sobre mim, pois ele me consagrou com a unção, para anunciar a Boa Nova aos pobres. Enviou-me para proclamar a libertação aos presos e, aos cegos, a recuperação da vista; para dar liberdade aos oprimidos e proclamar um ano de graça da parte do Senhor” (Lc 4,18-19). Isso foi opção de Deus Pai. O mesmo Deus que escolheu uma mãe para seu Filho, escolheu também uma classe social para ele viver, a fim de mostrar ao mundo de que lado Deus está. Jesus disse que continuaria presente na terra, em quatro situações: 1) Na Eucaristia: “Isto é o meu corpo”. 2) Na Igreja: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei aí no meio deles”. 3) Nas crianças: “Quem acolher em meu nome uma criança como esta, estará acolhendo a mim mesmo” (Mt 18,5). 4) E nos pobres: “Todas as vezes que fizestes isso a um destes mais pequenos, que são meus irmãos, foi a mim que o fizestes!” (Mt 25,40). No Evangelho de hoje, após nos pedir para convidar os pobres para o almoço, Jesus diz: “Então serás feliz!” Realmente, é indizível a alegria que sente uma pessoa que tem a coragem de atender a este pedido de Jesus. Fica para nós a pergunta: A nossa Comunidade tem o mesmo coração de Jesus? Ela atende a esse pedido dele? “Queremos ver Jesus, caminho, verdade e vida.” Que mostremos ao povo do terceiro milênio o verdadeiro rosto de Jesus! Certa vez, estava se aproximando o Natal, e as catequistas de uma Comunidade resolveram armar o presépio de forma comunitária. Cada criança devia trazer, ou sugerir, aquilo que ela acha que devia haver no presépio. Um menino trouxe de casa um recorte de revista, contendo a foto de moradores de rua, entre eles várias crianças, e colocou no presépio. A catequista lhe perguntou por quê, e ele explicou: “Eu acho que Jesus está no meio dessas pessoas, e quer que elas tenham moradia”. Esse garoto demonstrou um profundo conhecimento de Jesus e do seu Evangelho. Nossa Senhora seguiu à risca o Evangelho do seu Filho. Além de viver no meio dos pobres, ela, no hino Magnificat, criticou duramente os ricos. “Encheu de bens os famintos e despediu os ricos de mãos vazias.” Que ela nos ajude a viver com coragem o que seu Filho ensinou, mesmo estando no meio de uma sociedade que segue, muitas vezes, o caminho contrário. Quando deres uma festa, convida os pobres… Então serás feliz!

11 – FESTA PARTICULAR

A primeira impressão sobre esse evangelho, é que Jesus é um grande estraga-prazeres, pois a coisa mais gostosa e gratificante, é quando recebermos em casa os amigos e parentes que muito amamos, para sentar conosco á mesa e passar horas deliciosas, que só reforçam o afeto para com eles e deles para conosco. Jesus aqui não está querendo acabar com essa nossa alegria de poder estar em torno de uma mesa, com as pessoas queridas que nós amamos. O recado é outro e tem um endereço certo, ele critica o Farisaísmo, um grupo fechado para todos os outros, por que se julgam os únicos salvos ou merecedores da Salvação, pela sua conduta exemplar, modelo para todos, e que diante de Deus os fazem merecedores e bem quisto pelos homens. No centro da reflexão está a gratuidade das relações humanas. Quanto mais eu priorizar nas minhas relações, pessoas iguais a mim, na cultura, no modo de pensar, na posição social, e até na expressão religiosa, mais longe de Deus estamos, pois a Trindade Santa não é um Condomínio residencial, exclusivo para alguns Santos. Ao encarnar-se na frágil natureza humana, Jesus, o Filho de Deus, fez da comunhão trinitária o lugar de todos quantos queiram viver na comunhão com Deus, não porque se fazem merecedores, mas por pura benevolência de Deus que abre o seu coração para acolher a todos os homens. Em Cristo Jesus Deus manifesta um amor sem medidas por todos e por cada homem em particular, ainda que este não mereça (são os pobres, aleijados, coxos, cegos, imperfeitos) Deus convida a todos para viver esta comunhão. Ora, se a nossa Igreja é reflexo dessa Trindade, jamais podemos em comunidade ser um grupo fechado, exclusivo, particular. A Igreja que Jesus instituiu não é assim, mas aberta a todos e isso Deus espera da nossa comunidade. Não façamos de nossa comunidade, pastoral ou grupo, uma festa particular, mas tenhamos coração e alma sempre abertos, para acolher a todos, mesmo aqueles que ainda não se converteram, os pequenos que estão a procura de algo e tantas outras pessoas que na comunidade estão, á nosso ver, fora dos “padrões” de cristianismo, pois cada um de nós, também nem sempre está nos padrões de Santidade de Jesus, e nem por isso o Pai cheio de amor deixa de nos acolher.

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL

A gratuidade parece já não fazer parte do cotidiano das pessoas. Em tudo o que se faz, o usual é visar a algum lucro ou ao próprio benefício. A felicidade consiste em sermos gratuitos e generosos com os outros.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO

A palavra de Deus sempre nos motiva a ter uma convivência fraterna e harmoniosa com todos, livre da expectativa da retribuição e do fascínio da riqueza.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

Aleluia, aleluia, aleluia. Se guardais minha palavra, diz Jesus, realmente vós sereis os meus discípulos (Jo 8,31s).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Não me abandones jamais, Senhor, meu Deus, não fiqueis longe de mim! Depressa, vinde em meu auxílio, ó Senhor, minha salvação! (Sl 37,22s)

Antífona da comunhão

Como o Pai, que me enviou, é a vida, e eu vivo pelo Pai, diz o Senhor, assim quem come a minha carne viverá por mim (Jo 6,58).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Ó Deus de poder e misericórdia, que concedeis a vossos filhos e filhas a graça de vos servir como devem, fazei que corramos livremente ao encontro das vossas promessas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia

— Senhor, escutai nossa prece.

— A fim de que a Igreja seja forte no empenho pelo bem e pela vida da humanidade, rezemos.
— A fim de que o trabalho dos ministros da Igreja seja recompensado com bênçãos, rezemos.
— A fim de que saibamos ser gratuitos e generosos, principalmente com os pobres, rezemos.
— A fim de que os ricos tenham consciência de seu compromisso com a sociedade e atuem em favor do bem comum, rezemos.
— A fim de que as instituições de caridade sempre disponham de recursos para suas ações, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, que este sacrifício se torne uma oferenda perfeita aos vossos olhos e fonte de misericórdia para nós. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus, frutifique em nós a vossa graça, a fim de que, preparados por vossos sacramentos, possamos receber o que prometem. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

Encontro de amigos com Cristo

Liturgia Diária

A Palavra de Deus na vida

DomTotal.com

Paulinas

Homilia Diária

Evangelho Quotidiano

Evangeli.net

Liturgia Diária Comentada

RCC São Rafael

NPD Brasil

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