Liturgia Diária 09/ABR/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

09/ABR/2013 (terça-feira)

LEITURAS

Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 4, 32-37)

32 A multidão dos fiéis era um só coração e uma só alma. Ninguém considerava como próprias as coisas que possuía, mas tudo entre eles era posto em comum. 33 Com grandes sinais de poder, os apóstolos davam testemunho da ressurreição do Senhor Jesus. E os fiéis eram estimados por todos. 34 Entre eles ninguém passava necessidade, pois aqueles que possuíam terras ou casas, vendiam-nas, levavam o dinheiro, 35 e o colocavam aos pés dos apóstolos. Depois, era distribuído conforme a necessidade de cada um. 36 José, chamado pelos apóstolos de Barnabé, que significa filho da consolação, levita e natural de Chipre, 37 possuía um campo. Vendeu e foi depositar o dinheiro aos pés dos apóstolos.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.

Proclamação do Salmo (Sl 92(93) 1ab.1c-2.5 (R. 1a))

— Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.
— Reina o Senhor, revestiu-se de esplendor.
— 1a Deus é Rei e se vestiu de majestade, / 1b revestiu-se de poder e de esplendor!
— 1c Vós firmastes o universo inabalável, + 2 vós firmastes vosso trono desde a origem, / desde sempre, ó Senhor, vós existis!
— 5 Verdadeiros são os vossos testemunhos, + refulge a santidade em vossa casa, / pelos séculos dos séculos, Senhor!

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 3, 7b-15)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, disse Jesus a Nicodemos: 7b “Vós deveis nascer do alto. 8 O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”. 9 Nicodemos perguntou: “Como é que isso pode acontecer?” 10 Respondeu-lhe Jesus: “Tu és mestre em Israel, mas não sabes estas coisas? 11 Em verdade, em verdade, te digo, nós falamos daquilo que sabemos e damos testemunho daquilo que temos visto, mas vós não aceitais o nosso testemunho. 12 Se não acreditais, quando vos falo das coisas da terra, como acreditareis se vos falar das coisas do céu? 13 E ninguém subiu ao céu, a não ser aquele que desceu do céu, o Filho do Homem. 14 Do mesmo modo como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que o Filho do Homem seja levantado, 15 para que todos os que nele crerem tenham a vida eterna”.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

… Eu sou o CAMINHO … (ler…)

– O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Jo 3, 7b-15, e observo pessoas, palavras, relações, lugares.
Observo a conversa de dois Mestres. Jesus continua conversando com o doutor da Lei, Nicodemos.
Jesus usa alguns símbolos neste texto. Fala do vento que sopra e ninguém sabe de onde vem, nem para onde vai. Isto acontece com os que nascem do Espírito. Deixam-se conduzir por ele.
Fala ainda da cobra de bronze que Moisés ergueu no deserto. E diz que desta forma acontecerá com o Filho de Deus. Será levantado com um objetivo: para que todos os que crerem nele tenham a vida eterna.

… a VERDADE … (refletir e meditar…)

– O que o texto diz para mim, hoje?
Pela fé em Jesus Cristo se chega à vida eterna. Parece simples, mas no mundo onde tudo é comprovado, explicado, tudo passa pelo racional, é difícil o compromisso com o que não é palpável. Mas, o vento não se vê e, no entanto, se veem sua ação e consequências. Assim, se tenho fé, minha vida será diferente, coerente, verdadeiramente cristã. Com os bispos, em Aparecida, refletimos sobre nosso relacionamento com o Mestre: “Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf. Lc 4, 44) e, ao mesmo tempo, o Evangelho de Deus (cf. Rm 1, 3). Cremos e anunciamos “a boa nova de Jesus, Messias, Filho de Deus” (Mc 1, 1). Como filhos obedientes á voz do Pai queremos escutar a Jesus (cf. Lc 9, 35) porque Ele é o único Mestre (cf. Mt 23, 8). Como seus discípulos sabemos que suas palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6, 63.68). Com a alegria da fé somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação.” (DAp 103).

… e a VIDA … (orar…)

– O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo: Mestre, tu tens palavras de vida eterna. Substitui a minha mente, os meus pensamentos contigo mesmo. Tu que iluminas todo homem e és a própria verdade. Eu não quero raciocinar senão como tu ensinas, nem julgar senão conforme os teus julgamentos, nem pensar senão a Ti verdade substancial, dada a mim pelo Pai: “Vive na minha mente, ó Jesus verdade”.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

– Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar é para Jesus e assim quero ter atenção para perceber todo sopro do Espírito e seguir o seu movimento.

REFLEXÕES:

1 – BASTA DEIXAR-SE CONDUZIR PELO ESPÍRITO!

Estamos diante de uma contradição entre a incredulidade dos judeus – representados por Nicodemos – e o anúncio do novo trazido por Jesus. Nicodemos, embora mestre, não conseguia enxergar a água que regenera o homem, tornando-o uma nova criatura.
Quem se faz discípulo do Ressuscitado deve dispor-se a viver a aventura do Espírito que o transforma. Essa exigência está contida na afirmação enigmática de Jesus: “O vento sopra onde quer; você escuta o barulho, mas não sabe de onde ele vem nem para onde vai. A mesma coisa acontece com quem nasceu do Espírito”.
Esse alerta é fundamental para quem foi iniciado no processo de discipulado. Tornar-se discípulo de Jesus comporta colocar-se à inteira disposição do Espírito. Só assim irá se precaver contra a tentação de querer “aprisionar” o Espírito e colocar Deus dentro dos próprios limites humanos. Opção empobrecedora, pois impede o ser humano de deixar desabrochar toda a riqueza de dons que lhe foi confiada por Deus.
Fechando-se dentro de seus próprios limites, o discípulo tende a acomodar-se, a não ser criativo e a contentar-se com o pouco, a deixar-se abater pelas críticas, pelas incompreensões e insucessos.
Soprando onde e como quer, o Espírito proporciona ao discípulo um dinamismo incomum, a ponto de se admirar com os próprios feitos. Embora pequeno e frágil, não temerá realizar grandes empresas. Tornar-se-á forte diante das contrariedades da vida, a ponto de superá-las todas, e destemido ao dar testemunho do Ressuscitado. Mostrar-se-á, também, possuidor de uma sabedoria, antes desconhecida, e manterá viva a chama da fé e da esperança, quando o fracasso bater à sua porta. Basta deixar-se conduzir pelo Espírito!
Quem dera, meu irmão, que todos nos abríssemos profundamente para receber o dom de Deus que consiste em nascer pela água e pelo Espírito!
É necessário aceitar o testemunho do Cristo Ressuscitado e ser-lhe fiel para que o novo nascimento, que é o Batismo, nos introduza verdadeiramente na Vida Eterna.
(Padre Bantu Mendonça – Canção Nova)

2 – SOB O SOPRO DO ESPÍRITO.

Ao exortar Nicodemos sobre a necessidade de nascer de novo, Jesus apontou a ação do Espírito como dinamismo deste renascimento. É o Espírito quem leva a pessoa a superar os esquemas da vida, segundo a carne, e a assumir um projeto de vida centrado na vontade de Deus. Arranca-a das malhas do egoísmo, e a coloca no terreno firme do amor. Abre-lhe os horizontes, apresentando-lhe a carência dos pobres e sofredores como campo de serviço. Liberta-a dos interesses mesquinhos, levando-a a confrontar-se com ideais elevados, realmente capazes de trazer felicidade e realização pessoal.
O sopro incontrolável do vento serviu de comparação para revelar a liberdade de ação de quem é movido pelo Espírito. Como não se pode segurar, determinar o rumo, exercer controle sobre o vento, o mesmo se dá com a pessoa que nasce do Espírito. Sua capacidade de fazer o bem torna-se ilimitada. Nada a detém quando se trata de demonstrar, com gestos concretos, o amor ao semelhante. O amor que traz dentro de si permite-lhe expressar, de maneira criativa, sua solidariedade. Tudo, em sua vida, torna-se novo, pois o Espírito não lhe permite cair na rotina e na inatividade, características de quem perdeu a razão de viver.
A ressurreição de Jesus é um convite a nascer de novo. O Ressuscitado é quem nos concede o Espírito necessário para este renascer.
(Padre Jaldemir Vitório – Dom Total)

3 – BOA NOVA PARA CADA DIA.

…é necessário que o filho do Homem seja levantado, para que todos os que Nele crerem tenham a Vida Eterna (Jo 3,14-15).
Assim termina o diálogo que Jesus teve com Nicodemos, narrado em João 3, 7b-15.
Antes de Jesus dizer que todos que cressem Nele, elevado na cruz, teriam a Vida Eterna através de sua Ressurreição, o diálogo se concentrou na necessidade de um “novo nascimento”. Este nascimento, como explica Jesus, é o “nascer do Espírito”.
Nicodemos não entendeu; Jesus ainda não tinha sido elevado na cruz e não tinha ressuscitado. Quando Nicodemos sepultar Jesus, pedir a Pilatos Seu corpo (Jo 19, 39), e receber a notícia de Sua Ressurreição, então passará a entender. Pois no dia da Ressurreição Jesus dera o Espírito Santo aos discípulos reunidos no cenáculo (Jo 20, 22). Daí em diante, todos os que creram em Jesus elevado na cruz, todos os que foram batizados e renasceram pelo Espírito Santo, terão a Vida Eterna que Jesus ressuscitado mostrou como é.
Nós, porém, sabemos que Jesus falava com Nicodemos sobre o poder do Batismo, pelo qual nascemos para uma vida espiritual que durará para sempre, na Vida Eterna.
(Padre Valdir Marques – Edições Loyola)

4 – POIS NINGUÉM SUBIU AO CÉU A NÃO SER AQUELE QUE DESCEU DO CÉU.

O Pastor de todos desceu,
Procurou Adão, ovelha perdida,
Levou-o aos ombros e subiu.
Fez de Si mesmo sacrifício oferecido ao Senhor do rebanho (cf. Lc 15, 4; Jo 10, 11).
Bendita seja a Sua descida até nós!
Ele veio, orvalho e chuva vivificante,
A Maria, essa terra sedenta.
O grão de trigo desceu à terra
E dela voltou a subir, ramo e pão novo (Jo 12, 24).
Bendita seja a Sua oferenda! […]
Do alto, o poder desceu para nós;
Do seio da Virgem, a esperança brilhou para nós;
Do sepulcro, a vida surgiu para nós,
À direita do Pai, Ele Se senta como rei para nós.
Bendita seja a Sua honra!
Do alto jorrou como um rio;
De Maria saiu como um rebento;
Do bosque suspendeu-Se como um fruto,
E subiu ao céu, oferenda das primícias.
Bendita seja a Sua vontade!
(Santo Efrém (c. 306-373), Diácono da Síria, doutor da Igreja – Evangelho Quotidiano)

5 – A VIDA NOVA, A VIDA SEGUNDO O ESPÍRITO.

A Vida nova, a Vida segundo o Espírito, não é algo que a pessoa humana possa conseguir por si mesma, uma vez que é algo que está muito além da sua própria natureza, portanto algo que foge às suas capacidades. A Vida nova é a vida da graça, que nos é dada pelo próprio Deus, a partir do mistério pascal de Jesus. A condição para a participação nessa Vida em Cristo é a fé; todos os que acreditam que Jesus, crucificado, morto e ressuscitado, é o Filho de Deus, a segunda Pessoa da Santíssima Trindade que se fez homem para ser o Emanuel, o Deus conosco, recebem dele o dom da Vida em plenitude, o dom da vida eterna.
(CNBB).

6 – UM DIÁLOGO CATECUMENAL.

O texto de hoje é parte do discurso de Jesus, motivado por seu encontro com Nicodemos (Jo 3, 1-21). Podemos caracterizar este discurso como sendo uma “catequese batismal”. Nicodemos, fariseu, era uma autoridade entre os judeus (cf. v. 2). É ele quem procura Jesus, à noite; reconhece que Jesus é enviado de Deus e que sua missão é autenticada por sinais (cf. v. 2). Entre muitas interpretações possíveis acerca do motivo da “noite”, podemos dizer que João prepara a afirmação capital, já presente no prólogo, de que Jesus é a luz que brilha nas trevas (cf. vv. 19-21). A Nicodemos Jesus diz: “É necessário para vós nascer do alto” (v. 7b). É preciso, para ver a realidade celeste, superar o que é estritamente carnal, ou o que se reduz a isso. Trata-se, aqui, de se deixar conduzir, mover por Deus. Somente numa vida “segundo o Espírito” é possível sair do racionalismo ou de uma prática rigorosa da Lei e conhecer, pela relação íntima com Deus, o seu mistério, e dele receber a luz da verdade.
(Catequisar).

7 – O VENTO SOPRA ONDE QUER…

No meio da noite (por medo? ou em busca de intimidade?), Nicodemos procura por Jesus. Membro do Sinédrio judaico, provável doutor da Lei, Nicodemos já percebeu que Deus age por meio das palavras e gestos do Filho do Carpinteiro (cf. Jo 3, 2). Racional, intelectual, ele tenta “compreender” Jesus e seus feitos.
Uma simples frase do Rabi da Galileia mostra que não se pode prender, compreender, engaiolar a ação de Deus em nossa vida: “O Vento (em grego, pneuma designa ao mesmo tempo o Vento e o Espírito) sopra onde quer”. Deus é absolutamente livre em seus projetos, iniciativas e atuações.
Usando a imagem do Vento, Jesus de Nazaré se refere a alguma coisa do mundo material (que a razão pode compreender), mas exatamente, para a época, a mais impalpável e menos concreta das coisas materiais: o ar em movimento. Assim como o navegante não “vê” o vento, mas percebe sua ação nas velas e nos movimentos do barco, assim também percebemos a ação do Espírito de Deus pelos seus frutos em nossa vida.
Em nossos dias, talvez Jesus utilizasse uma outra imagem: a asa-delta que o desportista “veste” e com ela se lança do rochedo, deixando-se sustentar e guiar pelas correntes de ar quente, ascendentes, até onde… o vento quiser… Uma imagem que reúne dois aspectos fundamentais da vida espiritual: o dinamismo do Espírito Santo em nós, mas também a liberdade humana que decide cooperar com a Graça.
Aprendemos com o “Catecismo da Igreja Católica”: “A graça de Cristo não entra em concorrência com nossa liberdade quando esta corresponde ao sentido da verdade e do bem que Deus colocou no coração do homem. Ao contrário, como a experiência cristã o atesta, sobretudo na oração, quanto mais dóceis formos aos impulsos da graça, tanto mais crescem nossa liberdade íntima e nossa segurança nas provações e coações do mundo externo. Pela obra da graça, o Espírito Santo nos educa à liberdade espiritual, para fazer de nós livres colaboradores de sua obra na Igreja e no mundo”. (1742)
Estamos disponíveis para Deus?
Atentos a suas inspirações?
Queremos ser guiados pelo Espírito Santo?
Ou caímos na ilusão de submeter Deus aos nossos caprichos?
Orai sem cessar: “A nós descei, divina Luz!”
(Antônio Carlos Santini – Comunidade Católica Nova Aliança).

8 – VÓS DEVEIS NASCER DO ALTO.

Não basta acreditarmos em Deus que em Cristo nos redimiu, é preciso saber em que Deus acreditamos, quem é Cristo para nós e nos comprometer com Ele! Somente assim, vamos entender o verdadeiro sentido da Páscoa e viver de fato a ressurreição do Senhor!
Muito mais do que compreender o que é a Páscoa, é celebrá-la, é sermos pascais, é vivermos como o Ressuscitado, buscando ver dentro de nós e entre nós, o amor do Pai manifestado na vida de Seu Filho Jesus!
Em Jesus está a grande novidade de Deus para a humanidade, a vida nova revelada na cruz. Jesus é a única ligação entre o céu e a terra, a prova concreta da imensidão do amor de Deus! Nele tornou possível o ser humano conhecer a face humana do Pai. Ele é o próprio Deus que se humanizou para ficar mais próximo de nós.
O amor de Cristo nos impulsiona, nos desinstala, este amor deve ser o fio condutor de todo o nosso ser cristão!
O evangelho de hoje nos fala de um diálogo entre Jesus e Nicodemos.
Nicodemos era um judeu influente, que fazia parte do grupo dos fariseus, adversários de Jesus. Ao contrário destes, Nicodemos sentia atraído pelas palavras de Jesus, mas por medo, não assumia abertamente esta sua admiração por Ele, ficando somente nos encontros às escondidas.
Jesus fala à Nicodemos sobre a necessidade de nascer do alto, apontando para ele a ação do Espírito Santo como o dinamismo deste renascimento. É o Espírito Santo que nos leva a assumir um projeto de vida centrado unicamente na vontade de Deus.
Nicodemos gostava de ouvir Jesus, mas estava longe de entender as suas palavras, o que vem nos mostrar, que as palavras de Jesus, não entra no coração de quem não se define, de quem não quer colocá-las em sua vida.
O mesmo medo que aprisionou Nicodemos, que o impediu de aderir-se a vida nova revelada por Jesus, hoje também pode nos aprisionar, se não abrirmos a ação Espírito Santo.
Ao falar da necessidade do nascer do alto, Jesus nos faz um apelo à conversão, servindo-se do sopro incontrolável do vento, como comparação da força e da liberdade de ação de quem é movido pelo Espírito Santo. Assim como não se pode segurar e nem exercer um controle sobre o vento, também não se consegue deter quem se deixa conduzir pelo Espírito Santo.
No texto, Jesus fala também do desfecho de sua passagem pela terra, uma passagem que culminaria na cruz: “É preciso que o Filho do homem seja levantado”… Essas palavras de Jesus, é um prenuncio de sua morte, quando Ele seria levantado na cruz, na entrega de sua vida pelo resgate da humanidade, uma humanidade que não O reconheceu como o Salvador do mundo.
É impregnado no Cristo Ressuscitado, que nascemos do alto, que tornamos luz peregrina, a tirar das trevas, àqueles que ainda não conhecem a Luz! Em muitas situações, ser luz pode implicar em grandes riscos, porém, o pior risco é não aceitar o desafio de ser luz, o que pode nos condenar à pior de todas as trevas: estar longe de Jesus.
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
(Olívia Coutinho – Liturgia Diária Comentada).

9 – NASCER DO ALTO!

Jesus nos fala da necessidade de se nascer de novo, de ser um novo homem, uma nova mulher.
E Nicodemos quer saber como isso é possível, como se pode fazer isso.
Jesus está se referindo àquele que nasce do espírito. Para uma vida nova, sem egoísmo, sem inveja, sem sentimento de vingança, sem ódio e de muita oração e meditação na palavra de Deus. É aquele que deixa de ser cristão apenas na hora da missa, para ser cristão 24 horas, mesmo tendo que gerenciar e cuidar da sua vida pessoal.
Mas isso é possível?
Sim, claro! Pois estando unido a Deus, sintonizados naquele que pode tudo, também podemos realizar muita coisa.
Nicodemos, assim como nós, hoje, tem dificuldade para entender ou aceitar a proposta de Jesus, por viver muito ligados às coisas terrenas, ao contrário de Jesus que vivia as coisas celestes. Como é grande também a nossa dificuldade, às vezes, de entender os desígnios de Deus. Podemos nos revoltar quando queremos tanto uma determinada coisa e não a conseguimos. Deus não nos dá aquilo que pode prejudicar a nossa salvação, mas nos proporciona outra coisa, sem que ao menos pensássemos em possuí-las, ou outras coisas que nem as pedimos por não achar que eram necessárias à nossa existência. Isto acontece porque somente Deus é que sabe o que é bom para nós. Principalmente nós missionários da palavra de Jesus, com certeza somos monitorados 24 horas por Deus, e teremos tudo o que precisarmos para realizar, com eficiência, a nossa missão: a sobrevivência, necessária proteção, inspiração e também compensação por responder aos chamados dele participando do seu plano de amor e de salvação para com a humanidade.
Nascer do Alto é viver com a mente nas coisas do céu, nas coisas do Plano de Deus. Nascer do Alto é estar compromissado com a salvação da humanidade. Nascer de novo é viver segundo o Espírito e não segundo a carne. É ter em mente que quando morremos não levamos absolutamente nada daquilo que armazenamos, que compramos, que conquistamos. Levamos para o Alto somente a nossa caridade, a nossa espiritualidade, a nossa entrega para a evangelização, etc.
Meus irmãos, cuidemos da nossa vida, da nossa sobrevivência, mas reservamos uma parte do nosso tempo para Deus. Aquele que nos deu a vida, que nos dá tudo. E à medida que amadurecemos, e que nos aposentamos, aí podemos fazer uma doação plena de nós mesmos para trabalhar na construção do Reino dos céus, ajudados e acompanhados pela graça de Deus.
(José Salviano – Liturgia Diária Comentada)

10 – FEZ-SE CARNE PARA SER O FILHO DO HOMEM!

O Evangelho de hoje é a continuação do diálogo entre Jesus e Nicodemos, a misteriosa figura que aparece unicamente no Evangelho de João, assim como a figura da samaritana, da prostituta que ia ser apedrejada e de Lázaro, irmão de Marta e Maria. Como já dissemos, as palavras de Jesus, já difíceis de serem compreendidas, tornaram-se ainda mais confusas aos ouvidos de um fariseu. O que Jesus queria dizer com a frase: Ninguém subiu ao céu senão aquele que desceu do céu: o Filho do Homem? O título Filho do Homem foi atribuído a Jesus pelas comunidades cristãs que ainda se desenvolviam muito timidamente.
A expressão Filho do Homem aparece muitas vezes no Antigo Testamento, mas geralmente sendo sinônimo de homem, de ser humano. O profeta Ezequiel é chamado, por Deus, de filho do homem, em diversas citações (Ez 8, 5; 11, 15; 15, 2; 20, 4; 37, 11; 39, 1; 47, 6 etc.), mas esse é somente um cognome dado a Ezequiel pela própria voz de IHWH (Javé – Deus). No Livro de Daniel, essa expressão aparece duas vezes: em Dn 7, 13, ela toma outro significado, pois fala de alguém que desce dos céus sobre as nuvens, diferentemente do significado de Dn 8, 17, que quer somente fazer referência ao próprio profeta Daniel.
Mas seria, no Livro de Daniel, uma prefiguração da imagem de Cristo glorioso? Certamente o redator (escritor) desse Livro não estava pensando em Jesus de Nazaré, mas em uma imagem visionária e apocalíptica. Um homem que destruiria toda a opressão do imperialismo, principalmente o do imperialismo grego, que dominava na época de Daniel.
Mas os primeiros cristãos viram nessa imagem de filho do homem que desce glorioso dos céus, nas nuvens, o próprio Cristo Ressuscitado. Jesus era o próprio Deus feito carne, pois ele havia assumido a nossa humanidade. Mas o mais interessante é que o evangelista faz notar que o próprio Jesus dá a si o título apocalíptico de Filho do Homem, mas num sentido mais claro: como aquele que quer ser amigo da humanidade.
Jesus, por fim, anuncia a sua morte de cruz. Nicodemos não deve ter entendido o que o Mestre queria dizer com “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim também será levantado o Filho do Homem, a fim de que todo o que nele crer tenha vida eterna”. É certo que o evangelista elaborou melhor as falas de Jesus, visto já terem se passado muitos anos desse diálogo, quando o Evangelho foi posto por escrito. Por isso mesmo é que o objetivo da morte de Jesus é mostrado com mais vivacidade: para que todos tenham a vida nele, crendo.
Peçamos a Deus que aumente a nossa fé em Cristo e em seu projeto de amor, pois somente aqueles que creem e amam podem entender o risco de se entregar totalmente a um crucificado, que disseram estar ressuscitado! A um filho da própria humanidade, que foi visto como Deus Encarnado. A fé é um risco, que deve ser encarado sempre com amor!
FEZ-SE CARNE PARA SER O FILHO DO HOMEM!
(Frei José Luís Queimado – Liturgia Diária Comentada).

11 – NICODEMOS CONHECE JESUS.

Nicodemos é uma boa pessoa, conhece Jesus, sente-se atraído por seus ensinamentos e cada vez quer saber mais, seu coração anda inquieto diante das sábias Palavras do Mestre de Israel. Membro da comunidade de Israel, ele percebe que os ensinamentos dos Doutores e Escribas, sempre têm como referência a tradição do seu povo, fatos concretos que Deus realizou a favor deles. Jesus, porém, não segue essa mesma linha, há nele algo diferente, sua sabedoria não vem da tradição antiga e seus ensinamentos não apontam na direção de homens grandiosos como Moisés. Não expõe uma simples filosofia de Vida, que é mais uma alternativa entre tantas, mas fala de uma única Verdade, de um único caminho, de uma Vida que se refaz e se renova, permitindo inclusive ao homem renascer.
Vai procurá-lo de noite para mais uma aula de catequese e desta vez não resiste e pergunta-lhe como é possível um homem nascer de novo.
A Salvação trazida por Jesus, e que é oferecida a toda humanidade, diferente da tradição antiga por conta da qual os Israelitas sentiam-se privilegiados, só acontece se houver uma abertura diante da Vontade de Deus. Abandonar antigos princípios e conceitos, deixar a tradição religiosa de lado e aceitar o desafio de ser uma Nova Pessoa, moldando-se ao Modelo de homem Novo que é Jesus Cristo, assim é que ele se apresenta diante de Nicodemos naquele momento, quando a aula de catequese chegou ao seu ápice: Nicodemos já tem a resposta que queria, já sabe quem é Jesus Cristo e o que têm de fazer.
Agora é “Pegar ou Largar”, ou rompe com todo um passado e uma tradição e fica com Jesus, aceitando-o como Mestre e Senhor, ou então não poderá mais frequentar a catequese, que a partir de agora vai falar de coisas celestiais, que só podem ser compreendidas na Fé, isso é, por quem aderiu a Jesus Cristo.
A Catequese de Jesus para com Nicodemos, não é Doutrinal, mas querigmática, que provoca inquietação e fascínio por Jesus, conduzindo o catequizando a um ponto em que terá que decidir se quer ou não ser Discípulo de Jesus. Assim tem que ser também nossa catequese, para levar os catequizandos a descobrirem a beleza, o fascínio e o encanto de se viver a Fé em Jesus Cristo. Daí o conhecimento os levará a um momento decisivo em suas vidas, e como aconteceu com Nicodemos, é “tudo” ou “nada”, é “pegar ou largar”.
(Diácono José da Cruz – Liturgia Diária Comentada)

12 – É NECESSÁRIO PARA VÓS NASCER DO ALTO.

Hoje, Jesus nos expõe a dificuldade de prevenir e conhecer a ação do Espírito Santo: de fato, “sopra onde quer” (Jo 3, 8). Isto o relaciona com o testemunho que Ele mesmo está dando e com a necessidade de nascer do alto. “É necessário para vós nascer” (Jo 3, 7), diz o Senhor com claridade, é necessária uma nova vida para poder entrar na vida eterna. Não é suficiente com um ir puxando para chegar ao Reino dos Céus, é necessário uma vida nova regenerada pela ação do Espírito de Deus. A nossa vida profissional, familiar, esportiva, cultural, lúdica e, sobretudo, de piedade tem que ser transformada pelo sentido cristão e pela ação de Deus. Tudo, transversalmente, tem que ser impregnado pelo seu Espírito. Nada, absolutamente, nada deveria ficar fora da renovação que Deus realiza em nós com o seu Espírito.
Uma transformação que tem Jesus Cristo como catalisador. Ele, que antes tinha que ser elevado na Cruz e que também tinha que ressuscitar, é quem pode fazer com que o Espírito de Deus nos seja enviado. Ele que tem vindo do alto. Ele que tem mostrado com muitos milagres o seu poder e a sua bondade. Ele que em tudo faz a vontade do Pai. Ele que tem sofrido até derramar a última gota de sangue por nós. Graças ao Espírito que nos enviará, nós “podemos subir ao Reino dos Céus, por Ele obtemos a adoção filial, por Ele se nos dá a confiança de nomear Deus com o nome de “Pai”, a participação da graça de Cristo e o direito a participar da gloria eterna” (São Basílio Magno).
Façamos que a ação do Espírito tenha acolhimento em nós, escutemo-lhe e, apliquemos as suas inspirações para que cada um seja – no seu lugar habitual – um bom exemplo elevado que irradie a Luz de Cristo.
(Reverendo Dom Xavier SOBREVÍA i Vidal (Sant Boi de Llobregat, Barcelona, Espanha) – Evangeli.net)

13 – JESUS VIDA E LUZ (ENCONTRO COM NICODEMOS).

Jesus acolhe todos os que dele se aproximam. Nicodemos, membro do Sinédrio, é um deles, que o procura no silêncio da noite, às escondidas. As primeiras palavras do Senhor ressoam aos ouvidos do seu coração como um apelo à conversão e à abertura da mente ao transcendente: “Em verdade te digo: quem não nascer do alto não pode ver o Reino de Deus”. Inquieto e confuso, Nicodemos, para esconder seu espanto, interroga-o: Nascer de novo, “como pode isto acontecer?” Uma doce ironia envolve a resposta de Jesus: “És mestre em Israel e ignoras essas coisas?” A seguir, remete-o ao tema do Filho do Homem, que, descendo de junto de Deus, subirá ao céu: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem”. Alusão ao seu enaltecimento na cruz, sinal não de escândalo, mas de glória e exaltação. S. Cirilo de Alexandria exclama: “Só os que, com fé, elevarem seus olhos para ele, viverão e terão a verdadeira vida”. Ao ouvi-lo, comovido, Nicodemos sente suas dúvidas se dissiparem. Também ele poderia nascer do alto e participar da verdadeira vida, a “vida eterna”.
As palavras do Mestre inspiram o Evangelista, que diz: “Deus amou tanto o mundo que doou (édwken) o seu Filho único”. Em geral, traduz-se por “entregou” e não, como fizemos, por “doou”, empobrecendo o texto e eclipsando o sentido teológico e espiritual de doação generosa e gratuita do Pai e do próprio Filho Jesus. Jesus é dom do Pai, presença de seu amor e de sua graça. É assim que Nicodemos o ouve. E, envolvido pelo seu amor misericordioso, ele se rende ao Mestre. Ó inaudita vitória da graça divina! Nicodemos renasce e reconhece, na pessoa de Jesus, o Messias em sua fidelidade inconteste ao Pai.
O convite feito a Nicodemos estende-se a todos. Muitos o acolhem. Destes, afastam-se as trevas da ignorância e do pecado, e em seus corações brilha a luz do Pai. Ninguém que vive em união estreita com Jesus permanece fora da luz. Seu olhar se estende a todos, não só aos pecadores, mas também aos necessitados e rejeitados, levados em seus braços amorosos, como a ovelha desgarrada, à festa do encontro com o Pai. Polêmica, caso haja, provém de seus adversários. Para os demais, sua vinda é a primavera de Deus, representada pela figura do Esposo. Cada qual ouve, em seu coração, as palavras dirigidas ao paralítico: “Levanta-te… teus pecados te são perdoados”. Ou, aos Apóstolos: “Vêm comigo…”. Jesus acolhe os pequeninos e marginalizados, leva o perdão aos pecadores e o consolo aos aflitos e angustiados.
Jesus bate à porta do coração de Nicodemos, pois “Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele”. Também nós, se “bebermos a água da vida e endossarmos as vestes da luz inarrável, nosso homem interior será confirmado na experiência e na plenitude da acolhida ilimitada de Jesus e desde já viveremos, em verdade, a vida eterna” (PseudoMacário). Tornamo-nos infinito espaço de Deus, na certeza de que “aquele que disse vir habitar conosco, também nos prometeu engrandecer-nos, ao dizer: ‘e convosco caminharei’” (S. Agostinho).
(Dom Fernando – Padre Marcelo Rossi)

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:
– 1ª: Deus Conosco;
– 2ª: Liturgia Diária.

– 1ª: Jesus é sempre proposta de vida nova para o homem e para a mulher. A cruz é o sinal maior onde Ele revela o extremo de seu amor por nós. Este é o grande mistério revelado de Deus: seu Filho Jesus, que nos resgata para a vida, com sua morte e ressurreição. Ou escolhemos a Ele e abraçamos seu Reino, ou nos afastamos dele e nos perdemos. Longe dele não há sentido para a vida.
– 2ª: As comunidades nascidas do Espírito são solidárias entre si e com todos os que não têm o necessário para viver dignamente; elas trabalham para que o projeto de Jesus se torne realidade no mundo.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:
– 1ª: Deus Conosco;
– 2ª: Liturgia Diária.

– 1ª: Os primeiros cristãos ensinam-nos que a partilha, a oração em comum, a vida de Comunidade fazem-nos fortes na fé. Mas, anda no caminho da partilha quem começa uma vida nova em Cristo. Deixar-se conduzir por Ele é transformar-se. Escutemos.
– 2ª: A palavra de Deus nos anima a viver na unidade e no amor, ouvindo e aprendendo as lições que Jesus, descido do céu, nos deixou.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— O Filho do Homem há de ser levantado, para que, quem nele crer, possua a vida eterna. (Jo 3, 14b.15)

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Alegremo-nos, exultemos, e demos glória a Deus, porque o Senhor todo-poderoso tomou posse do seu reino, aleluia! (Ap 19, 7-6)

Antífona da comunhão

Era preciso que Cristo padecesse e ressurgisse dos mortos para entrar na sua glória, aleluia! (Lc 24, 46.26).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Fazei-nos, ó Deus todo-poderoso, proclamar o poder de Cristo ressuscitado, e, tendo recebido as primícias dos seus dons, consigamos possuí-los em plenitude. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia:
– 1ª: Liturgia Diária.

— Lembrai-vos, Senhor.

— Da vossa Igreja e seus ministros.
— Das comunidades solidárias.
— Dos que renasceram na Páscoa.
— Dos pobres e necessitados.
— Das famílias e seus doentes.

Oração sobre as oferendas

Concedei, ó Deus, que sempre nos alegremos por estes mistérios pascais, para que nos renovem constantemente e sejam fonte de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ouvi, ó Deus, as nossas preces, para que o intercâmbio de dons entre o céu e a terra, trazendo-nos a redenção, seja um auxílio para a vida presente e nos conquiste a alegria eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”.

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

— Editora Santuário;
— Canção Nova (Padre Bantu Mendonça);
— Dom Total (Padre Jaldemir Vitório);
— Edições Loyola (Padre Valdir Marques);
— Evangelho Quotidiano (Santo Efrém);
— CNBB;
— Catequisar;
— Nova Aliança (Antônio Carlos Santini);
— Liturgia Diária Comentada (Olívia Coutinho; José Salviano, Frei José Luís Queimado; Diácono José da Cruz);
— Evangeli.net (Reverendo Dom Xavier SOBREVÍA i Vidal (Sant Boi de Llobregat, Barcelona, Espanha));
— Padre Marcelo Rossi (Dom Fernando);
— Portal Paulinas.

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