Liturgia Diária 10/ABR/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA

10/ABR/2013 (quarta-feira)

LEITURAS

Leitura dos Atos dos Apóstolos (At 5,17-26)

Naqueles dias, 17 levantaram-se o sumo sacerdote e todos os do seu partido — isto é, o partido dos saduceus — 18 cheios de raiva e mandaram prender os apóstolos e lançá-los na cadeia pública. 19 Porém, durante a noite, o anjo do Senhor abriu as portas da prisão e os fez sair, dizendo: 20 “Ide falar ao povo, no Templo, sobre tudo o que se refere a este modo de viver”. 21 Eles obedeceram e, ao amanhecer, entraram no Templo e começaram a ensinar. O sumo sacerdote chegou com seus partidários e convocou o Sinédrio e o Conselho formado pelas pessoas importantes do povo de Israel. Então mandaram buscar os apóstolos na prisão. 22 Mas, ao chegarem à prisão, os servos não os encontraram e voltaramdizendo: 23 “Encontramos a prisão fechada, com toda segurança, e os guardas estavam a postos na frente da porta. Mas, quando abrimos a porta, não encontramos ninguém lá dentro”. 24 Ao ouvirem essa notícia, o chefe da guarda do Templo e os sumos sacerdotes não sabiam o que pensar e perguntavam-se o que poderia ter acontecido. 25 Chegou alguém que lhes disse: “Os homens que vós pusestes na prisão estão no Templo ensinando o povo!” 26 Então o chefe da guarda do Templo saiu com os guardas e trouxe os apóstolos, mas sem violência, porque eles tinham medo que o povo os atacasse com pedras.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus.

Proclamação do Salmo (Sl 33(34) 2-3. 4-5. 6-7. 8-9 (R. 7a)

— Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido.
— Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido.
— 2 Bendirei o Senhor Deus em todo o tempo, / seu louvor estará sempre em minha boca. / 3 Minha alma se gloria no Senhor; / que ouçam os humildes e se alegrem!
— 4 Comigo engrandecei ao Senhor Deus, exaltemos todos juntos o seu nome! / 5 Todas as vezes que o busquei, ele me ouviu, / e de todos os temores me livrou.
— 6 Contemplai a sua face e alegrai-vos, / e vosso rosto não se cubra de vergonha! / 7 Este infeliz gritou a Deus, e foi ouvido, / e o Senhor o libertou de toda angústia.
— 8 O anjo do Senhor vem acampar / ao redor dos que o temem, e os salva. / 9 Provai e vede quão suave é o Senhor! / Feliz o homem que tem nele o seu refúgio!

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 3,16-21)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.
— Glória a vós, Senhor.
16 Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a vida eterna. 17 De fato, Deus não enviou o seu Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele. 18 Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho unigênito. 19 Ora, o julgamento é este: a luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas à luz, porque suas ações eram más. 20 Quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, para que suas ações não sejam denunciadas. 21 Mas quem age conforme a verdade aproxima-se da luz, para que se manifeste que suas ações são realizadas em Deus.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

… Eu sou o CAMINHO … (ler…)

Leiamos atentamente, na Bíblia, o texto: Jo 3,16-21, e observemos as pessoas, palavras, relações, lugares.
O fariseu, líder dos judeus Nicodemos procura Jesus à noite. Este homem reconhece que Jesus é um mestre enviado por Deus. Jesus lhe diz que é preciso “nascer de novo”. Não queria, na verdade, dizer nascer no sentido que entendemos. Queria dizer, “converter-se”, deixar para trás os velhos esquemas mentais e acolher o “novo”, a novidade de vida proposta por Jesus.

… a VERDADE … (refletir e meditar…)

Hoje, há pessoas que preferem os velhos esquemas e não aceitam uma mudança, não se colocam com sinceridade diante de Deus, nem querem seguir Jesus, deixando-se guiar por ele. É preciso deixar que o Espírito Santo aja com toda a liberdade em todos os âmbitos de minha vida. Isto é “nascer de novo”. Dizia João Paulo II: “Não tenham medo de Jesus. Não tenham medo da vida nova que ele nos oferece. Ele mesmo dá a nós a possibilidade de acolhê-la e colocá-la em prática”.

… e a VIDA … (orar…)

Rezemos, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluamos:
Vinde Espírito Santo! Enchei os corações dos Vossos fiéis e acendei neles o fogo do vosso amor. Enviai o Vosso Espírito, e tudo será criado. E renovareis a face da terra. Oremos: Deus, que instruístes os corações dos vossos fieis com a luz do Espírito Santo, fazei que apreciemos retamente todas as coisas segundo o mesmo Espírito e gozemos sempre da sua consolação. Por Cristo, Senhor nosso. Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Meu novo olhar é aberto hoje para descobrir e viver a novidade da Ressurreição de Jesus. O Espírito me indicará os novos caminhos. Quero descobri-los e segui-los.

REFLEXÕES:

1 – EM JESUS, O HUMANO SE UNE AO DIVINO E AO ETERNO!

O tema central do Evangelho de João é a presença do Filho Unigênito de Deus no mundo, para que este seja salvo por Ele. Jesus é o único que desceu do céu para dar a vida eterna a todos que crerem n’Ele.
A salvação, como foi projetada, está associada diretamente à redenção do homem, a qual equivale ao pagamento de um resgate por alguém escravizado e condenado graças à Encarnação do Verbo.
No prólogo do seu Evangelho, João nos mostra como Deus manifestou o Seu amor para conosco. A Palavra que em Gênesis 1,1 criou todas as coisas, veio habitar entre nós tomando a carne humana, pois a Encarnação do Filho de Deus se faz num processo normal de gestação – embora a Sua concepção fosse por ação do Espírito Santo.
A condição humana é assumida por Deus desde o ventre materno de Maria. Em Jesus, o humano se une ao divino e eterno. Quem crê no Senhor participa da Sua condição divina e eterna. Crer em Cristo é unir-se a Ele na prática da Verdade, isto é, de tudo aquilo que está conforme a vontade do Pai. É por isso que Lucas, descrevendo a vida da Igreja primitiva, diz: “Aqueles que abraçaram a fé tinham ‘um só coração e uma só alma’”.
Quer dizer, o homem iluminado pela luz pascal une-se totalmente a Cristo que se fez “um com o Pai”, cumprindo e fazendo a Sua vontade. N’Ele opera-se um contraste, porque assim como Cristo vive, ele também viverá, embora esteja ainda vivendo no Seu corpo mortal. Estabelecem-se, destarte, os contrastes: vida e morte, luz e trevas, frequentes no Evangelho de João. Trevas é ausência de luz. Onde chega a luz, as trevas desaparecem. Assim também a vida e a morte. Onde chega a vida, a morte desaparece. Na comunhão com Jesus, na prática da vontade de Deus, na verdade e na justiça, promovendo a vida plena para todos, goza-se da vida eterna.
Ao não encontrar, na terra, quem pudesse pagar, com a própria vida, o preço do resgate do homem de seus pecados, Deus enviou o Seu único Filho para que o fizesse, livrando, assim, a humanidade da condenação eterna. Desta forma, o Senhor dá prova do Seu amor para conosco: “Quando ainda éramos pecadores, Cristo morreu por nós” (Romanos 5,8).
Senhor, dai-me uma fé viva que me faça abandonar as trevas do meu coração e da minha mente, a fim de que, iluminado pela vossa Palavra, eu não morra nos meus pecados, mas tenha a Vida Eterna. Amém.
(Padre Bantu Mendonça – Canção Nova).

2 – O FILHO DO SALVADOR.

Jesus Cristo veio ao mundo para trazer salvação à humanidade mergulhada no pecado, e incapaz de ver-se livre desta trágica situação. De nada adiantaria submetê-la ao julgamento e à condenação. Já a persistência no pecado não dava margens para dúvidas: o relacionamento com Deus estava rompido. Era necessário alguém para ajudá-la a por fim a esta inimizade antiga com o Criador. E nisto consistiu a missão de Jesus!
O caminho da salvação passa pela fé no Salvador. Crer, neste caso, não se limita a confessar, com os lábios, que Jesus salva, mas requer, também, que assimilemos o seu modo de ser. Ou seja, a total submissão à vontade de Deus, expressa na vivência no amor entranhado ao próximo, sem jamais deixar-se levar pelo egoísmo. Como na vida de Jesus o Reino de Deus foi o objetivo absoluto, o mesmo deve ser para todos os cristãos. O Reino deverá pautar todas as suas ações.
A salvação de Jesus apresenta-se como uma proposta, a qual pode ser acolhida ou recusada. Jesus mesmo experimentou a rejeição sistemática por parte dos seus contemporâneos, embora muitos se tornassem discípulos dele, e acolhessem com fé suas palavras. A atitude hostil de muitos não intimidou o Mestre. Ele continuou a ser a luz, apontando, para toda a humanidade, o caminho da salvação.
(Padre Jaldemir Vitório – Dom Total).

3 – BOA NOVA PARA CADA DIA.

Deus amou tanto o mundo que lhe deu Seu Filho unigênito, para que não morra todo o que nele crer, mas tenha a Vida Eterna (Jo 3,16).
Todo o trecho de João 3,16-21 é continuação do diálogo de Jesus com Nicodemos.
O centro deste diálogo é a entrega da Vida Eterna a quem acreditar em Jesus, o Filho unigênito de Deus.
E falando de Vida Eterna, Jesus tem em mente a Vida que começa com a Ressurreição, a Dele em primeiro lugar e a nossa, participação da Sua. Esta é uma consideração adequada a este tempo de segunda semana depois da Páscoa da Ressurreição. Jesus deseja esta Vida para todos.
No entanto, neste mesmo Evangelho, Jesus se lamenta de que nem todos aceitem a Vida que Ele veio trazer. Jesus é categórico: quem não crer Nele já está condenado a não receber a Vida Eterna (Jo 3,18).
Sabemos que muitas pessoas não creem em Jesus nem em sua Igreja. Em princípio, concluímos que já estão condenados. Contudo, não nos esqueçamos da parábola do joio e do trigo (Mt 13,30). Somente no fim dos tempos esta condenação será efetivada. Até lá, Deus dá a todos tempo para conversão. Foi o que consideramos na Quaresma passada. Que seu efeito em nós perdure e mereçamos entrar com Jesus na Vida Eterna.
(Padre Valdir Marques – Edições Loyola).

4 – TANTO AMOU DEUS O MUNDO, QUE LHE ENTREGOU O SEU FILHO UNIGÊNITO.

“Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o Seu Filho Unigênito”.
O homem que se inflama por causa da verdade ainda não conheceu a verdade tal como ela é. Quando a conhecer verdadeiramente, deixará de se inflamar por causa dela. O dom de Deus e o conhecimento adquirido com esse dom nunca são motivos para nos perturbarmos ou elevarmos a voz, pois o lugar onde o Espírito mora com amor e humildade é um lugar onde só reina a paz. […]
Se o zelo fosse útil para a correção dos homens porque Se teria Deus revestido dum corpo e empregado a suavidade e modos humildes para converter o mundo a Seu Pai? / E porque Se teria Ele deixado pregar na cruz pelos pecadores e porque teria entregado o Seu santíssimo corpo ao sofrimento em favor do mundo?
Digo que Deus o fez por uma única razão: dar a conhecer ao mundo o Seu amor, para que a nossa capacidade de amar, aumentada por tal constatação, se fizesse cativa de amor por Ele. Assim, o poder eminente do Reino dos Céus, que consiste no amor, encontrou modo de Se exprimir na morte de Seu Filho, […] para que o mundo sinta o amor de Deus pela Sua Criação.
Se esse gesto admirável tivesse como única razão de ser a remissão dos nossos pecados, teria sido suficiente outro modo de a realizar; pois quem a teria recusado se Ele tivesse morrido duma morte simples, sem mais?
Mas Ele não quis uma morte simples, para que tu pudesses compreender qual é o mistério. […]
Para que foram necessários os insultos e os escarros? […]
Oh sabedoria vivificante! Compreendeste agora e sentiste qual a razão da vinda de Nosso Senhor e tudo o que se lhe seguiu, antes mesmo de a Sua santa boca no-lo explicar claramente na Sua Pessoa. Com efeito está escrito: “Tanto amou Deus o mundo, que lhe entregou o Seu Filho Unigênito”.
(Santo Isaac, o Sírio (século VII), monge em Nínive, perto de Mossul – Evangelho Quotidiano).

5 – A VINDA DE JESUS AO MUNDO.

A vinda de Jesus ao mundo é a grande manifestação do amor misericordioso de Deus, que não quer a morte do pecador, mas que ele se converta e viva, e por isso manda o seu próprio Filho, não para condenar o mundo, mas para que o mundo seja salvo por ele, ou seja, pelo mistério de sua paixão, morte e ressurreição, todas as pessoas que querem viver segundo a luz, realizando as obras de Deus, e fugir das obras das trevas, fugir do pecado e das suas consequências, deixam de ser escravas do pecado e da morte e tornam-se livres, filhos e filhas de Deus, para viver segundo a graça e caminhar na esperança de que viverá eternamente junto de Deus.

6 – A VIDA ETERNA NOS É DADA PELA FÉ EM JESUS CRISTO.

Como continuação do diálogo com Nicodemos, o texto nos dá uma interpretação excepcional de todo o mistério da encarnação e da redenção: é por amor que Deus enviou o seu Filho único ao mundo (cf. v. 16a). E a finalidade de sua vinda é a oferta da vida eterna para os que creem nele (v. 16b; ver também: 1Jo 4,9). O final do quarto evangelho é um locus theologicum: “… estes (sinais) foram escritos para crerdes que Jesus é o Filho de Deus e para que, crendo, tenhais a vida eterna em seu nome” (20,31). A vida eterna é dada pela fé em Jesus Cristo. A vida eterna é comunhão de vida com o Pai e o Filho. No capítulo 17 esta explicação é dita nestes termos: “A vida eterna é esta: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e aquele que enviaste, Jesus Cristo” (17,3). O dom do amor, da vida eterna, da salvação, precisa ser recebido como tal. Não crer é ato da liberdade do ser humano e possibilidade de fechar-se ao dom gratuitamente oferecido por Deus à nossa humanidade.
(Catequisar).

7 – DEU O SEU FILHO ÚNICO…

Ainda há pessoas que contemplam a Cruz e apenas veem nela um instrumento de tortura: seu olhar se detém no sofrimento. E assim perdem a oportunidade de contemplar o Amor. Um amor sem medidas nem barreiras, amor que abraça a morte para nos salvar.
Em outra passagem do Evangelho, Jesus havia ensinado: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida pelos amigos”. (Jo 15,13.) Como sempre, Jesus pratica o que ensina. Por isso subirá o Calvário e morrerá na Cruz.
Muita gente se pergunta: Deus não poderia ter encontrado um outro meio de nos salvar?
Precisava ser logo a Cruz, um “método” tão doloroso?
E tendo como vítima propiciatória exatamente o seu próprio Filho?
A resposta pode ser mais simples do que se imagina: Deus queria mostrar a que extremos seu Amor por nós pode chegar…
E mais: essa “entrega” do Filho único à morte tem um objetivo: “para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna”… Devemos pensar como o apóstolo Paulo: Cristo “me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20b). E quem ama está disposto a tudo.
Claro que um amor assim pede resposta, correspondência. A recusa de um amor assim não fica sem um preço. Se a Luz vem aos homens e eles a rejeitam, recusam a própria salvação. A ação do Espírito Santo em nós visa à nossa adesão a Cristo, que deu a vida por nós. A recusa dessa graça que salva é, em suma, o “pecado contra o Espírito Santo”.
Escreve o Papa João Paulo II em sua primeira Encíclica: “O homem não pode viver sem amor. Ele permanece para si próprio um ser incompreensível e a sua vida é destituída de sentido, se não lhe for revelado o amor, se o não experimenta e se o não torna algo próprio, se nele não participa vivamente. E por isto precisamente Cristo Redentor […] revela plenamente o homem ao próprio homem. Esta é – se assim é lícito exprimir-se – a dimensão humana do mistério da redenção”. (Redemptor Hominis, 10.)
Contemplando o Crucificado, que deu a vida por nós, os santos “descobriram” que eles também eram capazes de dar a vida por seus irmãos.
E nós? Também o seremos?
Orai sem cessar: “Senhor Jesus, ensina-nos a amar!”
(Antônio Carlos Santini 
– Comunidade Católica Nova Aliança).

8 – DEUS É AMOR ESTAR COM ELE É VIVER NO AMOR!

Estamos na segunda semana da Páscoa, um tempo que nos abre à luz de Cristo, que nos tira da escuridão e nos faz enxergar e desmascarar os projetos que nos mantém à sombra da injustiça e da pobreza. Aproveitemos este tempo precioso para revisar o quanto há de luz e sombras em nossa vida!
À sombra, dá lugar a luz, quando nos aproximamos de Deus! Estar longe de Deus, é estar longe do amor, portanto, longe de Deus, não tem como ser feliz!
O mais sublime de todos os conceitos bíblicos, atribuídos a Deus é o conceito do evangelista João: “Deus é amor!” E se Deus é amor, estar com Ele, é viver a totalidade do amor! Pena, que são muitos os irmãos, que ainda não se abriram a esse Deus de amor, o Deus da vida, que se manifestou ao mundo na pessoa de Jesus! Muitos, ainda carregam consigo a imagem de um Deus que castiga, que condena, de um Deus que não é Pai!
O amor de Deus abre caminhos, é a extensão do céu aqui na terra!
O amor é como oxigênio, não dá para viver sem ele! Não amar, é estar vivo como se estivesse morto e não é esta vida sem sentido, que Deus quer para nós! A nossa felicidade está em Deus, é amando-nos, que Ele nos ensina a viver no amor! É a nossa capacidade de amar, que nos conduzirá à vida eterna!
Quem não ama, tem o coração fechado, por isto está longe de estabelecer um relacionamento íntimo com Deus, afinal, Deus respeita a nossa liberdade, não entra em coração fechado!
A única condição que Deus estabelece para que tenhamos vida Nele, é crer Naquele que Ele enviou, é Crendo no Filho, que recebemos os frutos do amor do Pai.
O evangelho de hoje, vem nos falar da grandiosidade do amor de Deus por nós!
Um amor que ultrapassou todos os limites, que não levou em conta as nossas ingratidões!
O caminho da nossa salvação se abriu na cruz, a cruz foi o primeiro passo de Jesus na sua volta ao Pai, quando Ele nos abre definitivamente as portas do céu!
A cruz é a expressão suprema do amor de Deus, de um Deus que veio ao 
nosso encontro na pessoa de Jesus! Ela nos faz lembrar o martírio de Jesus, mas a mensagem mais forte que a cruz nos traz, é a sua vitória, que é também a nossa vitória!
A luz esteve presente no mundo e o mundo a rejeitou, mas 
Deus não desiste do humano, o seu infinito amor O fez chegar ao extremo; permitir que seu Filho morresse para nos salvar.
Jesus provoca-nos a uma 
tomada de posição: Estar com Ele na cruz, em favor da vida, ou estar contra Ele nas trevas em favor da morte. Podemos escolher em dar a Jesus uma resposta de fé, ou descrença, a fé e descrença já contêm o juízo de Deus: salvação, ou condenação. A condenação, não vem de Deus, nós é que nos condenamos quando não acolhemos e não colocamos a sua verdade no nosso existir.
É Jesus quem nos diz: “Quem crê não é condenado, mas quem não crê 
já está condenado”… Quem não crê, já está condenado porque não irá viver de acordo com os seus ensinamentos.
Crer em Jesus é continuar a sua presença 
atuante aqui na terra, não crer, é não assumir o seu projeto de vida, por tanto, é rejeitar a luz.
Sejamos luz no mundo, ainda que para isto, tenhamos que 
correr grandes riscos, afinal, o pior risco que corremos, é não aceitar o desafio de ser luz, o que pode nos condenar a pior de todas as trevas: estar longe de Jesus.
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
(Olivia Coutinho – Liturgia Diária 
Comentada).

9 – DEUS ENVIOU SEU FILHO AO MUNDO PARA QUE O MUNDO SEJA SALVO POR ELE.

Deus enviou seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por ele.
Neste Evangelho, Jesus nos apresenta o motivo da Redenção, por que ela aconteceu. Não partiu de algum mérito do ser humano, mas unicamente de Deus, do seu amor a nós. Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho unigênito.
Deus nos ama com um amor tão grande, que nem o pecado conseguiu estancar esse amor, ao contrário, o fez crescer ainda mais. “Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei!” (Is 49,15).
Jesus veio expressar com a sua vida, morte e ressurreição, esse amor de Deus por nós: “Jesus, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim” (Jo 13,1).
Deus enviou seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por ele. Devemos ver Jesus como o nosso melhor amigo, que vê o nosso lado bom e faz de tudo para que sejamos nesta vida e na outra.
Entretanto, “quem pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz”. Aí está a explicação de todos os males deste mundo e por que muitos não vão para o céu. Somos livres, e aqueles que praticam o mal preferem agir no escuro ou escondido, para que ninguém descubra suas más ações. Veja, por exemplo, os ladrões que sempre agem escondido. Ao evitar que os outros descubram o que fazem, os maus se condenam a si mesmos, pois mostram que sabem que suas ações são más.
Mas o amor de Deus por nós é maior que o nosso pecado. Por isso todos nós, santos e pecadores, podemos nos aproximar de Jesus com confiança, pois ele nos ama a todos com um amor misericordioso e infinito. Ninguém deve ter medo de Jesus, pois ele não para condenar, mas para salvar.
Quando somos amados por alguém, sentimos o desejo de retribuir. Amor com amor se paga. A nossa melhor retribuição é a obediência à sua Palavra e o engajamento cada vez maior na sua Igreja, una, santa, católica e apostólica.
Vamos, neste tempo pascal, acolher este presente de amor que Deus nos deu e nos deixar transformar por ele, o fogo do amor que veio ao mundo para queimar o pecado e purificar a prata.
Um dia, um senhor que estava viajando de carro do Rio para S. Paulo, entrou na cidade de Aparecida, comprou uma vela do seu tamanho, dirigiu-se à capela das velas no Santuário, acendeu a vela e fez a seguinte oração: “Senhor, eu precisava rezar muito aqui, mas não tenho tempo. Por isso, aceite as minhas preces, simbolizadas nesta vela, pela intercessão de N. Sra. Aparecida”. Colocou a vela no lugar apropriado e continuou sua viagem.
Foi uma oração simbólica, com toda certeza aceita e agradável a Deus. A vela era do seu tamanho porque era ele mesmo que ficava ali rezando, representado pela vela. Nós gostamos de usar símbolos, e Deus também gosta. A Bíblia é todinha cheia de símbolos.
Inclusive, a vela se parece com o cristão. Ambos se consomem para iluminar e servir o seu ambiente. Até as lágrimas da vela simbolizam as nossas lágrimas, na luta pelo Reino de Deus. O amor sempre custa lágrimas.
De um jeito ou de outro, nós precisamos rezar, e muito, a fim de não praticarmos obras más, afastando-nos da luz.
Maria Santíssima ajudou o seu Filho a executar o plano de amor de Deus Pai. Que ela nos ajude também a acolher com generosidade esse plano. Santa Maria, rogai por nós.
Deus enviou seu Filho ao mundo para que o mundo seja salvo por ele.
(Padre Queiroz – Liturgia Diária Comentada).

10 – JESUS NÃO VEIO AO MUNDO PARA NOS CONDENAR.

“Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele.”
Quando dizemos temor de Deus, geralmente esta expressão causa um duplo efeito nas pessoas dependendo da sua criação, e da sua formação religiosa. Para uns, a afirmação temor de Deus está associada a um Deus rigoroso, que nos causa muito medo, que nos faz andar certinhos senão o castigo virá. Porque Deus castiga como dizia a minha avó. Assim temos a imagem de um Deus tirano, severo e vingativo, que nos penaliza se fizermos coisas erradas.
Já para outros, o temor de Deus nos conduz a figura de um Pai bondoso, que tolera tudo, e que nos perdoa. Não precisamos esquentar a cabeça, por Deus é amor. Podemos aproveitar a vida a vontade, pecar bastante, e depois é só procurar um sacerdote, confessar, e “tá limpo, cara!” beleza pura. Ser cristão é só alegria, moleque! Agora é só fazer as boas obras e esperar a recompensa de Deus.
Nem tanto ao mar nem tanto a terra. Precisamos atinar ao meio termo destas duas concepções sobre a imagem de Deus. Jesus veio ao mundo para que ele seja salvo por ele, isto é, Ele nos deixou tudo o que necessitamos para nos salvar: Deixou um manual de instruções. Imagine que você comprou uma televisão moderna, tela widescreen 16:9, com várias saídas incluindo HDMI, com muitos recursos. E agora? Você está diante daquela “belezura” que é fruto da tecnologia moderna, e não sabe exatamente para que servem tantos botões e conexões. O que você tem de fazer? Consultar o manual de instruções, o qual foi feito por aquele que sabe como funciona aquele aparelho, pois foi ele quem o inventou. Sabe quem? Ele mesmo! O fabricante.
Jesus é Deus, e como ninguém, Ele sabe exatamente como funciona a nossa mente conjugada ao nosso corpo. Por isso deixou-nos um manual de instruções, que é o Evangelho, no qual está escrito tudo o que precisamos fazer e evitar para que um dia possamos merecer a vida eterna.
Além disso, Jesus nos deixou a Igreja com os sacerdotes para nos orientar e nos perdoar, e converter o pão no corpo de Cristo para nos alimentar a alma e o corpo.
Então, o temor de Deus, está parecendo mais um respeito por aquele Pai que nos ama, que nos convida a trilhar o caminho certo, mais que pode por instantes retirar de nós a sua mão protetora, e é aí que as coisas acontecem, como aconteceu ao filho pródigo quando estava cuidando dos porcos. Porque Deus é amor, mais Ele é justo. Deus não castiga, nós é que nos metemos em encrencas por nossas próprias mãos. Deus não nos abandona. Nós é que nos afastamos de Deus.
Concluindo. A prática da vida moral, animada pela caridade, dá ao cristão a liberdade espiritual de filhos de Deus. Não precisamos nos posicionar diante de Deus como um escravo em temor servil, nem tampouco como um mercenário à espera do salário (recompensa), mas como um filho que responde ao amor daquele que nos amou tanto a ponto de entregar o seu filho por nós.
(José Salviano – Liturgia Diária Comentada).

11 – A CONVERSA ENTRE JESUS E NICODEMOS.

Todo capítulo 3 de São João relata a conversa entre Jesus e Nicodemos, um catequizando, que como já vimos ontem, estava a procura de algo mais, e que pelo jeito decidiu-se por Jesus porque aceitou aprofundar seus conhecimentos e o desafio de ouvir ensinamentos sobre outras realidades celestiais, que requerem a abertura da Fé. Vejamos a aula de hoje…
Primeira coisa que Jesus lhe explica: Deus não está brabo com o mundo e nem premeditando alguma vingança contra os maus, expectativa que havia no judaísmo, e que fora inclusive anunciada nas pregações rigorosas de João Batista, Deus ama a humanidade e por isso lhe dá seu único Filho Jesus.
Segundo ponto da aula de catequese, com o melhor de todos os mestres: a Fé em Jesus Cristo dá ao fiel uma nova e inédita expectativa, a Vida Eterna, que de um modo geral não era crença dos Judeus que ainda acreditavam na bênção prometida a Abraão, e que seriam dadas nesta vida terrena: descendência numerosa e terra prometida. A catequese de Jesus muda o foco, agora o horizonte é outro, e o que há além desse horizonte é uma Pátria celestial, que é oferecido ao homem não por algum líder como Moisés, mas pelo próprio Filho de Deus, bastando Nele Crer. Nicodemos aprende que o Deus da Aliança – Pai de Jesus, não aquele Deus que condena e que pune, mas é o Deus que Ama e quer salvar a todos, não só ao seu povo de Israel.
Terceiro e último ponto dessa maravilhosa aula de catequese noturna, exclusiva para o nosso Nicodemos: O homem que crê nesta nova realidade de uma Vida que vai além da morte, já a tem em si e se compromete com ela, vivendo esta nova dinâmica na qual é inserido pela Graça oferecida por Jesus, sendo algo que ainda se espera na sua plenitude, mas ao mesmo tempo algo que já chegou em Jesus Cristo. Portanto, em Cristo a Luz Divina tornou-se acessível ao homem, mediante a Fé.
Se a nossa catequese cristã não conduzir o catequizando á experimentar essa nova realidade Celestial, oferecida concretamente em Jesus Cristo, continuaremos a ver entristecidos nossos adolescentes comemorando com entusiasmo o Dia da Crisma, porque a partir de então não precisarão mais vir á Igreja…
(Diácono José da Cruz – Liturgia Diária Comentada).

12 – A LUZ VEIO AO MUNDO.

A luz veio ao mundo.
Hoje, diante de opiniões que sugere a vida moderna, pode parecer que a verdade já não existe – a verdade sobre Deus, a verdade sobre os temas relativos ao gênero humano, a verdade sobre o matrimônio, as verdades morais e, por último, a verdade sobre mim mesmo.
A passagem do Evangelho de hoje identifica a Jesus Cristo como “o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14,6). Sem Jesus só encontramos desolação, falsidade e morte. Só há um caminho, e só um que leve ao céu, que se chama Jesus Cristo.
Cristo não é uma opinião a mais. Jesus Cristo é a autêntica Verdade. Negar a verdade é como insistir em fechar os olhos diante da luz do Sol. Você goste ou não, o Sol sempre estará aí; mas o infeliz escolheu livremente fechar seus olhos diante do Sol da verdade. De igual forma, muitos se consomem em suas carreiras com uma tremenda força de vontade e exigem empregar todo seu potencial, esquecendo que tão somente podem alcançar a verdade sobre si, caminhando junto a Jesus Cristo.
Por outro lado, segundo Bento XVI, “cada um encontra seu próprio bem assumindo o projeto que Deus tem sobre ele, para realizá-lo plenamente: no entanto, encontra em tal projeto sua verdade e, aceitando esta verdade, se faz livre (cf. Jo 8,32)” (Encíclica “Caritas in Veritate”). A verdade de cada um é uma chamada a converter-se no filho ou na filha de Deus na Casa Celestial: “Porque esta é a vontade de Deus: tua santificação” (1Tes 4,3). Deus quer filhos e filhas livres, não escravos.
Em realidade, o “eu” perfeito é um projeto comum entre Deus e eu. Quando buscamos a santidade, começamos a mostrar a verdade de Deus em nossas vidas. O Papa disse de uma forma muito bonita: “Cada santo é como um raio de luz que sai da Palavra de Deus” (Exortação apostólica “Verbum Domini”).
(Frei Damien LIN Yuanheng (Singapur, Singapura) – Evangeli.net).

13 – DEUS AMOU TANTO O MUNDO, QUE DEU O SEU FILHO ÚNICO, PARA QUE TODO O QUE NELE CRER NÃO PEREÇA, MAS TENHA A VIDA ETERNA.

Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna.
Hoje, o Evangelho nos convida novamente a percorrer o caminho do apóstolo Tomé, que vai da dúvida à fé. Nós, como Tomé, nos apresentamos diante do Senhor com nossas dúvidas, mas Ele da mesma forma vem buscar-nos: “Deus amou tanto o mundo, que deu o seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
Na manhã do dia de Páscoa, durante a primeira aparição, Tomé não estava. “Depois de oito dias”, no entanto sua rejeição a acreditar, Tomé se une aos outros discípulos. A indicação é clara: longe da comunidade não se conserva a fé. Longe dos irmãos, a fé não cresce, não amadurece. Na Eucaristia de cada domingo reconhecemos sua Presença. Se Tomé mostra a honestidade de sua dúvida é porque o Senhor não lhe concedeu inicialmente o que sim teve Maria Madalena: não só escutar e ver ao Senhor, mas sim tocá-lo com suas próprias mãos. Cristo vem ao nosso encontro, sobretudo, quando nos reencontramos com os irmãos e quando com eles celebramos a repartição do Pão, ou seja, a Eucaristia. Então nos convida a “tocar o seu costado”, quer dizer, a penetrar no mistério insondável de sua vida.
O passo da incredulidade à fé tem suas etapas. Nossa conversão a Jesus Cristo – o passo da escuridão à luz – é um processo pessoal, mas necessitamos da comunidade. Alguns dias depois da Semana Santa, todos nós sentimos urgidos a continuar com Jesus em seu caminho à Cruz. Agora, em pleno tempo pascoal, a Igreja nos convida a entrar com Ele à nova vida, “Mas quem pratica a verdade se aproxima da luz, para que suas ações sejam manifestadas, já que são praticadas em Deus” (cf. Jo 3,21).
Nós também devemos sentir hoje pessoalmente o convite feito por Jesus a Tomé: “Não seja incrédulo, e sim fiel” (Jo 3,21), porque a vida se vai nisso, já que “Quem crê nele não será condenado, mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no nome do Filho único de Deus” (Jo 3,18).
(Rev. D. Manel VALLS i Serra (Barcelona, Espanha) – Evangeli.net).

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MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:
– 1ª: Deus Conosco;
– 2ª: Liturgia Diária.

– 1ª: O desejo divino é que todos se salvem. Deus não sente nenhum prazer em condenar nem se alegra quando alguém se desvia de seu caminho redentor. Jesus é o ápice da realização desse desejo divino. Porém, sua presença e sua Palavra incomodam, porque exigem nossa desacomodação. Exige empenho e decisão. Rejeitar sua luz é preferir outro caminho.
– 2ª: Revelação do amor absoluto de Deus pela humanidade, Cristo ressuscitado não pode ficar aprisionado ou desconhecido; ao contrário, deve ser anunciado e proclamado como a melhor proposta de salvação.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:
– 1ª: Deus Conosco;
– 2ª: Liturgia Diária.

– 1ª: Deus intervém em favor dos apóstolos aprisionados. O Anjo é o mensageiro divino que os liberta, pois Deus está a seu favor. E o Cristo é a luz da salvação que nos ilumina, e quem age conforme a verdade dela se aproxima. Escutemos.
– 2ª: Os anunciadores do evangelho não devem temer os obstáculos da missão, mas confiar naquele que foi enviado para iluminar e salvar a humanidade.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO

— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Deus o mundo tanto amou, que lhe deu seu próprio Filho, para que todo o que nele crer, encontre vida eterna. (Jo 3,16).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada

Senhor, eu vos louvarei entre os povos, anunciarei vosso nome aos meus irmãos, aleluia! (Sl 17,50; 21,23)

Antífona da comunhão

Diz o Senhor: Fui eu que vos escolhi do mundo e enviei para produzirdes fruto, e o vosso fruto permaneça, aleluia! (Jo 15,16.19).

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta

Imploramos, ó Deus, a vossa clemência, ao recordar cada ano o mistério pascal que renova a dignidade humana e nos traz a esperança da ressurreição: concedei-nos acolher sempre com amor o que celebramos com fé. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia:
– 1ª: Liturgia Diária.

—Senhor, escutai nossa prece.

— Pela Igreja, chamada a ser sinal de salvação para toda a humanidade, rezemos.
— Pelos povos do mundo, para que se abram à salvação trazida por Cristo, rezemos.
— Pelos necessitados, para que encontrem nos cristãos a luz do amor e da solidariedade, rezemos.
— Pelos anunciadores da palavra de Deus, para que não se intimidem diante das dificuldades da missão, rezemos.
— Pelos profissionais da comunicação, para que ajam sempre conforme a verdade, rezemos.

Oração sobre as oferendas

Ó Deus, que, pelo sublime diálogo deste sacrifício, nos fazeis participar de vossa única e suprema divindade, concedei que, conhecendo vossa verdade, lhe sejamos fiéis por toda a vida. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão

Ó Deus de bondade, permanecei junto ao vosso povo e fazei passar da antiga à nova vida aqueles a quem concedestes a comunhão nos vossos mistérios. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir, os nomes dos sites e blogs a que pertencem os textos que nos preenchem todos os dias com palavras inspiradas pelo Espírito Santo, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO — “BÍBLIA SAGRADA”.

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem inspira essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.
Editora Santuário;
— Canção Nova (Padre Bantu Mendonça);
— Dom Total (Padre Jaldemir Vitório);
— Edições Loyola (Padre Valdir Marques);
— Evangelho Quotidiano (Santo Isaac, o Sírio (século VII));
— CNBB;
— Catequisar;
— Nova Aliança (Antônio Carlos Santini);
— Liturgia Diária Comentada (Olívia Coutinho; Padre Queiroz; José Salviano; Diácono José da Cruz);
— Evangeli.net (Frei Damien LIN Yuanheng (Singapur, Singapura); Rev. D. Manel VALLS i Serra (Barcelona, Espanha));
— Portal Paulinas.

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