Liturgia Diária 01/MAI/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 01/MAI/2013 (quarta-feira)

LEITURAS

Leitura do Livro do Gênesis (Gn 1,26–2,3)

OU

Leitura da Carta de São Paulo aos Colossenses (Cl 3,14-15.17.23-24)

1,26 Deus disse: “Façamos o homem à nossa imagem e segundo a nossa semelhança, para que domine sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, e sobre todos os répteis que rastejam sobre a terra”. 27 E Deus criou o homem à sua imagem, à imagem de Deus ele o criou: homem e mulher os criou. 28 E Deus os abençoou e lhes disse: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a! Dominai sobre os peixes do mar, sobre os pássaros do céu e sobre todos os animais que se movem sobre a terra”. 29 E Deus disse: “Eis que vos entrego todas as plantas que dão semente sobre a terra, e todas as árvores que produzem fruto com sua semente, para vos servirem de alimento. 30 E a todos os animais da terra, e a todas as aves do céu, e a tudo o que rasteja sobre a terra e que é animado de vida, eu dou todos os vegetais para alimento”. E assim se fez. 31 E Deus viu tudo quanto havia feito, e eis que tudo era muito bom. Houve uma tarde e uma manhã: sexto dia. 2,1 E assim foram concluídos o céu e a terra com todo o seu exército. 2 No sétimo dia, Deus considerou acabada toda a obra que tinha feito; e no sétimo dia descansou de toda a obra que fizera. 3 Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nesse dia descansou de toda a obra da criação.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

OU

14 Irmãos, acima de tudo, amai-vos uns aos outros, pois o amor é o vínculo da perfeição. 15 Que a paz de Cristo reine em vossos corações, à qual fostes chamados como membros de um só corpo. E sede agradecidos. 17 Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus Cristo. Por meio dele dai graças a Deus, o Pai. 23 Tudo o que fizerdes, fazei-o de coração, como para o Senhor e não para os homens. 24 Pois vós bem sabeis que recebereis do Senhor a herança como recompensa. Servi a Cristo, o Senhor.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Proclamação do Salmo (Sl 89(90) 2. 3-4. 12-13. 14.16 (R/. 17c))

OU

(Sl 121(122) 1-2. 3-4a. 4b-5 (R. Cf. 1))

— Ó Senhor, fazei dar frutos o labor de nossas mãos!

— Ó Senhor, fazei dar frutos o labor de nossas mãos!

— 2 Já bem antes que as montanhas fossem feitas ou a terra e o mundo se formassem, desde sempre e para sempre vós sois Deus.

— 3 Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, quando dizeis: “Voltai ao pó, filhos de Adão!” 4 Pois mil anos para vós são como ontem, qual vigília de uma noite que passou.

— 12 Ensinai-nos a contar os nossos dias, e dai ao nosso coração sabedoria! Senhor, voltai-vos! 13 Até quando tardareis? Tende piedade e compaixão de vossos servos!

— 14 Saciai-nos de manhã com vosso amor, e exultaremos de alegria todo dia! 16 Manifestai a vossa obra a vossos servos, e a seus filhos revelai a vossa glória!

OU

— Que alegria quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”

— Que alegria quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!”

— 1 Que alegria quando ouvi que me disseram: “Vamos à casa do Senhor!” 2 E agora nossos pés já se detêm, Jerusalém, em tuas portas.

— 3 Jerusalém, cidade bem edificada num conjunto harmonioso; 4a para lá sobem as tribos de Israel, as tribos do Senhor.

— 4b Para louvar, segundo a lei de Israel, o nome do Senhor. 5 A sede da justiça lá está e o trono de Davi.

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 13,54-58)

OU

Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 15,1-8).

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 54 dirigindo-se para a sua terra, Jesus ensinava na sinagoga, de modo que ficavam admirados. E diziam: “De onde lhe vem essa sabedoria e esses milagres? 55 Não é ele o filho do carpinteiro? Sua mãe não se chama Maria, e seus irmãos não são Tiago, José, Simão e Judas? 56 E suas irmãs não moram conosco? Então, de onde lhe vem tudo isso?” 57 E ficaram escandalizados por causa dele. Jesus, porém, disse: “Um profeta só não é estimado em sua própria pátria e em sua família!” 58 E Jesus não fez ali muitos milagres, porque eles não tinham fé.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

OU

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 1 “Eu sou a videira verdadeira e meu Pai é o agricultor. 2 Todo ramo que em mim não dá fruto ele o corta; e todo ramo que dá fruto, ele o limpa, para que dê mais fruto ainda. 3 Vós já estais limpos por causa da palavra que eu vos falei. 4 Permanecei em mim e eu permanecerei em vós. Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo, se não permanecer na videira, assim também vós não podereis dar fruto, se não permanecerdes em mim. 5 Eu sou a videira e vós os ramos. Aquele que permaneceu em mim, e eu nele, esse produz muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer. 6 Quem não permanecer em mim, será lançado fora como um ramo e secará. Tais ramos são recolhidos, lançados no fogo e queimados. 7 Se permanecerdes em mim e minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes e vós será dado. 8 Nisto meu Pai é glorificado: que deis muito fruto e vos torneis meus discípulos”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos que navegam na internet:

Espírito de verdade, a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.

Que eu conheça Jesus Mestre e compreenda o seu Evangelho.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente o texto: Mt 13,54-58, e observo pessoas, palavras, relações, lugares.

Jesus está na cidade onde havia sido criado: Nazaré.

Ensina na sinagoga – casa de oração do seu povo – e todos se admiram com sua sabedoria.

É a prova de que Jesus é o Filho de Deus e não apenas filho do carpinteiro.

Seus conterrâneos, talvez por baixa autoestima, mas sobretudo, pela falta de fé, questionam a origem da autoridade dele: “De onde vem a sabedoria dele e o seu poder”?

Não conseguem compreender que um conhecido deles seja Filho de Deus. E o rejeitam…

Mestre vive uma experiência semelhante à dos profetas que também foram rejeitados, desprezados, até mortos de forma cruel. “Porque eles não tinham fé”, Jesus, não pode fazer ali, em Nazaré, muitos milagres.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que o texto diz para mim, hoje?

Qual palavra mais me toca o coração?

São muitas, mas me detenho na última expressão: “Jesus não pode fazer muitos milagres ali porque eles não tinham fé”.

Os bispos, na Conferência de Aparecida, disseram que se dissolve a relação com Deus: “Vivemos uma mudança de época, e seu nível mais profundo é o cultural. Dissolve-se a concepção integral do ser humano, sua relação com o mundo e com Deus; “aqui está precisamente o grande erro das tendências dominantes do último século… Quem exclui Deus de seu horizonte, falsifica o conceito da realidade e só pode terminar em caminhos equivocados e com receitas destrutivas” (Bento XVI, Discurso Inaugural). (DAp 44).

Compreendo porque na minha vida também não acontecem muitos milagres?

Tenho uma fé fraca, quero que tudo seja provado, justificado, da forma como penso.

Não aceito o diferente, que o projeto de Deus seja diferente do meu.

Tenho dificuldade em aceitar verdades de pessoas com quem convivo, iguais a mim.

… e a VIDA… (orar…).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo com santo Tomás de Aquino (1225-1274), doutor da Igreja:

Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é para ver além das aparências e reconhecer a presença de Deus nas coisas mais simples do meu dia.

REFLEXÕES:

(4) – JESUS APRESENTA-SE COMO UM PROFETA.

O ensinamento de Jesus na sinagoga de Nazaré está presente, com algumas variantes, nos três evangelhos sinóticos (Mt 13,54-58; Mc 6,1-6; Lc 4,16-24).

evangelista não nos diz acerca do conteúdo do ensinamento de Jesus. O seu interesse é a reação das pessoas e a revelação da identidade de Jesus. O ensinamento de Jesus causa admiração pela sabedoria e pelos milagres que ele realiza (cf. v. 54), ao mesmo tempo que resistência e rejeição (cf. vv. 55.56; cf. vv. 57b-58). Eles mesmos são, em razão da incredulidade, capazes de responder à questão: “De onde, então, lhe vem tudo isso?” (v. 56). A falta de fé não permite ver além do simples olhar; impede ultrapassar a superfície da própria existência humana.

Os concidadãos de Jesus conhecem sua origem modesta e sua parentela (cf. vv. 55-56), mas desconhecem sua verdadeira origem. A incredulidade de muitos nazarenos impediu Jesus de realizar aí muitos milagres. A falta de fé impediu de ver e receber Jesus como dom de Deus.

(Carlos Alberto Contieri, SJ).

(6) – O TRABALHO É FUNDAMENTAL PARA A DIGNIDADE HUMANA.

“Não é ele o filho do carpinteiro?” (Mt 13,55).

Este questionamento está nos mostrando que Jesus, também carpinteiro, é Filho de um pai trabalhador.

Quando olhamos para São José, nós O vemos em muitas leituras evangélicas. O próprio Evangelho nos aponta que o pai adotivo de Jesus é um homem justo. Hoje, no entanto, neste contexto que estamos celebrando na Igreja, queremos contemplar São José como homem trabalhador, porque o trabalho dignifica o homem, é fundamental para a dignidade humana.

Lá no princípio da criação, quando Deus fez todas as coisas, pediu para que justamente o homem cuidasse daquilo que Ele havia criado. E o modo de cuidar da criação é o trabalho. Jesus mesmo diz assim: “Como meu pai trabalha, continua trabalhando, eu trabalho também”. Então, não importa qual seja a sua profissão nem o seu trabalho, pois ele é seu meio de santificação.

Trabalhar honestamente, corretamente para ganhar o pão sofrido do trabalho e sustentar a sua casa, sua família, é o meio mais digno de honrarmos o Senhor e a nossa condição humana.

Eu quero pedir que o Senhor abençoe todos os nossos trabalhadores. Deus abençoe você, meu irmão, que luta, dia a dia, para sustentar a sua família com o suor do seu trabalho. Que este seja cada vez mais digno e abençoado por Deus e que a graça d’Ele esteja cada vez mais presente naquilo que você faz.

São José Operário, São José do trabalhador seja o protetor e o incentivo do seu trabalho de cada dia.

Deus abençoe os trabalhadores!

(Padre Roger Araújo).

(7) – A VIDEIRA E OS RAMOS.

A imagem da união dos ramos à videira ilustra o tipo de relacionamento a ser estabelecido entre Jesus e a comunidade dos discípulos, e, ao mesmo tempo, funciona como um alerta para as tentações futuras.

parábola sublinha alguns pontos fundamentais. Para os discípulos produzirem frutos de amor e justiça, é mister que permaneçam unidos ao Senhor. Dele é que provém a “seiva” necessária para perseverar no caminho difícil do serviço gratuito ao próximo. Quem, apesar de se proclamar discípulo, for incapaz de fazer frutificar o amor, será rechaçado pelo Pai, o agricultor. Um relacionamento puramente exterior e formal com Jesus não tem sentido. É indigno da condição de discípulo ser infrutífero. Permanecendo unido a Jesus, produzirá os frutos esperados. Então, o Pai tratá-lo-á com amor, procedendo à poda, para que produza ainda mais frutos. A expectativa do Pai é ver os discípulos do Filho perseverar no amor, expresso em gestos cada vez mais exigentes e comprometidos.

parábola serve, também, de alerta contra a tentação de buscar adesões fora de Jesus. Seriam adesões estéreis, pois só na medida em que permanecerem unidos a Jesus, conseguirão agir conforme o desejo do Pai. Não existe alternativa possível.

Oração:

Espírito de adesão ao Senhor, une-me cada vez mais profundamente a Jesus, para que eu possa produzir os frutos que o Pai espera de mim.

(Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

Não é Ele o filho do carpinteiro? (Mt 13,55a).

Neste dia em que festejamos São José, a Liturgia da Palavra nos traz o Evangelho de Mateus 13,54-58. Portanto, hoje não é comentado o Evangelho próprio desta quarta-feira da 5ª Semana da Páscoa.

Por qual motivo a Igreja cultua São José?

Para o entendermos, precisamos nos voltar ao sentido que à sua vida foi dado por Jesus Cristo, o Filho de Deus. São José não aceitou Maria que já esperava o nascimento do Filho de Deus. E conforme Mateus 1,24, São José a acolheu em sua casa. Maria foi morar com José na casa que já era dele, não da família de Maria.

Acolhendo Maria e o Filho de Deus que dela estava para nascer, São José, enquanto chefe de família, devia dar seu nome de família ao menino.

Conforme o anjo (Mt 1,21), esta decisão fora tomada por Deus mesmo: o menino devia se chamar “Jesus” (que significa “Salvador”), porque salvaria seu povo de seus pecados. De fato, São José lhe dá o nome de “Jesus”, e parentes e vizinhos o chamam como “Jesus filho de José, filho de Davi” (ver Mt 13,55a e 1,20). Por si este era o “nome de registro de nascimento” de Jesus.

“Jesus filho de José” queria dizer também “Jesus filho de Davi” (ver Mt 1,20), porque de São José Jesus herdara o nome de família, dos “filhos de Davi”. Este dado é de grande importância teológica, porque já preparava a compreensão de Jesus como o Messias de Israel, o descendente de Davi, que um dia iria ser o Rei de Israel (ver 2Sm 7,16).

Assim, entendemos como o culto prestado pela Igreja a São José se explica pelo que São José significou para Deus e para o Filho de Deus. Se ele não fosse o pai adotivo de Jesus, o Evangelho não seria claro, desde o início que Jesus era o Messias de Israel, o Filho de Davi, e Filho de Deus, pois Deus Pai foi quem lhe deu o nome de Jesus, Salvador.

(Pe. Valdir Marques, SJ).

(12) – A PARÁBOLA DA VINHA.

Professo todo o respeito pela fiel e pertinente explicação da vinha [da parábola de Mateus 20,15] enquanto Igreja universal: a vinha como representação de Cristo; os ramos como representação dos cristãos; o agricultor e proprietário como representação do Pai celeste; o dia como representação do tempo na sua totalidade ou da vida do homem; as horas representando as idades do mundo ou do indivíduo; a praça representando a atividade agitada do mundo, ávido de dinheiro.

Pessoalmente, porém, gosto de considerar a minha alma e o meu corpo, isto é, a totalidade da minha pessoa, como uma vinha. Não devo negligenciá-la, mas laborar, trabalhar para que ela não seja abafada por outros ramos ou por raízes alheias, nem incomodada pela profusão de rebentos no seu crescimento natural. Devo mondá-la para que não desenvolva demasiado sarmento, podá-la para que lhe nasçam mais frutos. Devo circundá-la com uma vedação para que não fique à mercê da pilhagem por quem passa na estrada, e sobretudo para que o javali da selva […] não a devaste (cf. Sl 79,14). Devo cultivá-la com o maior dos cuidados para que a cepa original da vinha escolhida não degenere, para que não se torne uma vinha abastardada, incapaz de alegrar Deus e os homens (cf. Sl 103,15) ou talvez susceptível de entristecê-los. Devo protegê-la com aturada vigilância para que o fruto que tanto trabalho custou e que por tanto tempo foi esperado não seja clandestinamente roubado por aqueles que, às escondidas, devoram o infeliz (Hab 3,14), para que não desapareça de repente numa devastação imprevista. Eis porque o primeiro homem recebeu a ordem de cultivar e guardar o Éden como se fosse uma vinha (Gn 2,15).

(Isaac da Estrela (?-c. 1171), monge cisterciense – Sermão 16, 1º para o domingo da Septuagésima, §§5-8; SC 130).

(14) – EU SOU A VIDEIRA, E VOCÊS SÃO OS RAMOS.

Não viemos do acaso, somos frutos do amor de Deus, plantados por Ele aqui na terra, para frutificar no mundo!

Deus não nos criou para sermos simples viventes, fomos criados para relacionar com Ele, e esta relação amorosa, se faz por meio de Jesus, o único mediador entre o homem e Deus!

Somos felizes porque somos necessitados de Deus, é esta necessidade que nos leva ao encontro com Jesus, Ele é a seiva que nos liga ao Pai!

Nada nos é imposto, Deus nos deixa livres para fazermos as nossas escolhas, Ele respeita a nossa liberdade, quer, que cada um de nós escreva a sua própria história!

Podemos escolher a direção que daremos a nossa vida, se escolhermos Jesus como o nosso referencial, com certeza, escreveremos uma bela história!

Não podemos esquecer nunca, que a vida é a maior expressão do amor de Deus, não conduzi-la para o bem, é a maior ingratidão do homem ao seu Criador!

“Viver” é a mais bela oportunidade que Deus nos oferece para buscarmos através de Jesus, o nosso encontro definitivo com Ele!

Ouvir os ensinamentos de Jesus, não corresponde apenas na nossa audição física, sem entrar no nosso coração, nada fica, tudo que foi dito por Ele, cai no vazio.

As ações vivificantes de Jesus, nos desperta para a responsabilidade que devemos ter para com a vida, não somente para com a nossa vida, mas também com a vida do outro!

Como seguidores de Jesus, somos corresponsáveis pela vida do nosso irmão!

No evangelho de hoje, Jesus se compara com uma videira, da qual brotam os ramos, os ramos somos nós: galhos, folhas, flores, sementes, diferentes, mas cada um, exercendo a sua missão, buscando o mesmo objetivo: produzir frutos!

Com esta comparação, Jesus nos fala claramente da importância desta ligação entre o humano e o Divino, pois é desta ligação que nasce os frutos tão necessários para que a vida perpetue.

nossa ligação com Jesus, que a principio é pessoal, só se consolida, quando vivemos o espírito da partilha, inseridos na comunidade cristã.

nossa opção por Jesus, deve ser radical, só assim, permaneceremos Nele, e Ele em nós!

Estar ligados a Jesus é entrar em sua intimidade, e tornar-se seu discípulo, aprender com Ele, imitar as suas ações!

Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, maior é o nosso compromisso com Ele, e mais seremos podados! Aceitar estas podas, realizadas por Este jardineiro Maior, é o primeiro passo de quem deseja produzir frutos de melhor qualidade!

palavra de Deus, é alimento no nosso cotidiano, devemos buscá-la sempre, deixar-nos orientar por ela, colocá-la em prática e nunca guardá-la só para nós! Para que esta palavra, frutifique em nós, precisamos estar sempre ligados a Jesus, por nós mesmos, não produziremos frutos!

Deus nos ama infinitamente, mas isto não quer dizer que Ele precise de nós, Deus não precisa de nós, pois Ele é Soberano, tudo pode. O que Ele quer, é contar com cada um de nós, na construção do seu Reino, sendo aqui na terra, os ramos férteis desta arvore frondosa que é Jesus!

Viver em sintonia com Jesus, é ter a certeza de nunca ser vencido pelas forças contrárias à vida!

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – O TRABALHADOR.

O evangelho de hoje nos conduz a refletir sobre aquele que vende a sua força de trabalho por um prato de comida. O trabalhador.

Conheci um sujeito muito esperto que sempre repetia: “quem trabalha não tem tempo de ganhar dinheiro”. Pensando bem, se a gente reparar na sociedade, vamos perceber que aqueles que estão com muito dinheiro, nem sempre são os que trabalham muito. Por que aqueles que trabalham muito como a faxineira, o lavrador, o operário, esses não estão com muito dinheiro.

Meu irmão, Você que trabalha de sol a sol, que levanta e sai de casa ainda escuro e quando volta já está escuro, você que trabalha muito e ganha pouco, não se revolte contra Deus. Lembre-se das palavras de Jesus: “Felizes são aqueles têm fome e sede de justiça, pois eles serão saciados (na vida eterna)”.

Apesar da distribuição das riquezas ser uma grande injustiça, infelizmente é assim mesmo. Sempre teremos ricos e pobres. Não. Eu não estou do lado dos ricos. Nem mesmo do lado dos pobres. Estou do lado da verdade. E na verdade, a distribuição das riquezas no planeta Terra é assim: 85 % dos bens terrenos estão nas mãos de uma minoria de 15% que são os ricos. (É, eles são minoria.) Sobrando apenas 15% das riquezas do mundo para a maioria que somos nós, os pobres que formamos 85 % da população mundial. Infelizmente esta é uma das causas da violência.

Mas não vamos olhar os ricos como se eles fossem maus, e totalmente injustos, etc. Pois eles podem ser bons. Aliás, existem muitos ricos caridosos ou misericordiosos. E “Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia.” (na vida eterna).

É necessário que existam ricos. De quem são as fábricas que geram empregos? Dos ricos. Viu? Ricos e pobres formam o equilíbrio da sociedade. O problema é não achar que por causa da riqueza, não se precisa de Deus.

(José Salviano).

(14) – ESPÍRITO SANTO É A SEIVA DO AMOR DO PAI QUE ALIMENTA A ÁRVORE E NÓS, OS GALHOS QUE PRECISAMOS DE UM APOIO PARA CRESCER.

Jesus sempre se valia de figuras inerentes à vida cotidiana daquele povo, na maioria, agricultores e pescadores, para fazer com que eles compreendessem a Sua mensagem. Hoje, também, nós podemos usar a parábola da videira como mensagem para a nossa vida baseados nas figuras que Jesus usou. Para isso, nós também precisamos nos amoldar à mensagem da Palavra nos situando no contexto proposto por Jesus. Nós sabemos que toda árvore precisa ter raiz, tronco e galhos que dão suporte às folhas e aos frutos.

videira é uma trepadeira, planta que cresce apoiando-se sobre outra ou sobre qualquer superfície. Sabemos também que a árvore é uma semente que foi plantada na terra e precisa ser cuidada para permanecer bonita. Jesus faz então uma comparação belíssima entre a figura da videira, com o Pai, o Filho, o Espírito Santo e todos nós que estamos unidos num só Amor. O Pai é o agricultor, Jesus, a árvore verdadeira, o Espírito Santo é a seiva do amor do Pai que alimenta a árvore e nós, os galhos que precisamos de um apoio para crescer e, por isso, devemos estar unidos à arvore a fim de recebermos o nutriente que nos faz produzir frutos bons.

Pai cuida de nós a fim de que permaneçamos na árvore, no entanto, não podemos estar na árvore somente por estar. Necessitamos crescer em beleza e proficuidade. Quando estamos com aparência feia, isto é, quando exibimos as deficiências por causa do pecado, o Pai, então, como faz o agricultor, nos poda, nos purifica e lança fora tudo o que estava nos tornando feios e nos impedindo de dar frutos. O galho que não permanece preso à árvore é jogado fora. Portanto, quando não estamos em Jesus, unidos a Ele em espírito e em verdade, nós nos tornamos galhos secos, sem utilidade. Vivemos a desesperança, a frustração, a tristeza, o desânimo e acabamos sós. Assim, nunca seremos felizes porque nos falta a seiva do Espírito que nos alimenta e fecunda o nosso coração. Dentro de nós foi plantada a semente do Amor do Pai, que é o Espírito Santo, porém só permaneceremos nesse Amor, se conservarmo-nos ligados ao Seu Filho, Jesus Cristo.

Reflita:

– Você se sente como um ramo ligado à árvore que é Jesus?

– Você tem intimidade com Deus?

– Os frutos que você tem oferecido ao mundo são frutos doces ou amargos?

– O que precisa acontecer para que você dê frutos melhores?

– Você acha que tem permanecido em Jesus e Ele em você?

Amém!

Abraço carinhoso.

(Maria Regina).

(15) – REFLEXÃO.

O verdadeiro evangelizador tem plena consciência de que ele não atua por suas próprias forças. Também sabe que a missão à qual participa não é uma missão sua ou mesmo humana. Jesus é o grande missionário do Pai e todos nós participamos da tríplice missão de Jesus pela graça do Batismo. Por isso, só podemos produzir frutos para o Reino de Deus, frutos que permanecem para a vida eterna, se estamos unidos a Jesus para participar da sua obra. Se nos separamos de Jesus, deixamos de realizar a obra do Reino para realizar a nossa própria obra, e o resultado disso é o fracasso de todos os nossos esforços.

(CNBB).

(20) – PERMANECEI EM MIM! (Jo 15, 1-8)

Jamais esgotaremos a riqueza dos simbolismos que Jesus nos apresenta nesta alegoria da Videira. Músculos e prata, a videira extrai do solo os nutrientes que irá transformar em energia e doçura, cores e fragrâncias. Sob os raios do sol, produzirá as tonalidades do Bordeaux e os sabores do Valpolicella. Reunida a família, o vinho estreitará os corações, regendo os cânticos festivos e difundindo a alegria renovada. Mas para tudo isso, a uva deve ser esmagada…

Jesus Cristo crucificado é a uva que se deixou esmagar. Sim, o vinho não foi escolhido por acaso como sinal sacramental. Ao lado do trigo generoso, também os cachos de uva devem ser colhidos, amputados do tronco, levados ao lagar e ali pisados sem piedade.

Contemplar o Cristo Crucificado significa ter diante dos olhos a imagem daquele que foi calcado pelos homens. Seu sangue pisado é nossa bebida salutar. Sangue todo derramado, distribuído até a última gota, quando a lança aguda do centurião romano rasgou o lado de Jesus, “e imediatamente saiu sangue e água” (Jo 19, 34).

Na Eucaristia, uma vez alimentados pelo Corpo e Sangue de Cristo, passa a correr em nossas veias o Sangue derramado. Por este sacramento de vida, entramos em íntima comunhão com o Doador universal. Nas palavras ousadas de São Cirilo de Jerusalém, tornamo-nos com Jesus Cristo concorpóreos (sýssomos) e consanguíneos (sýnaimos). De certo modo, nós somos cristificados com ele. Com ele e com sua missão salvadora…

Daí em diante, como poderíamos negar-nos a ser pisados em benefício dos outros?

Como negaríamos nosso esforço e trabalho, suor e cansaço, para ajudar a caminhada de nossos irmãos?

Como iríamos, ainda, alimentar projetos de acumulação e glória, comodidade e lazer?

Como nos limitaríamos a viver nossa própria vidinha, quando a própria vida de Cristo corre em nossas veias?

Quando a cruz do Calvário nos é oferecida?

Sim, permanecer em Jesus não sai barato. O preço desse amor sem medidas é a cruz partilhada. Desde o áspero Calvário, Simão de Cirene inaugurava tal modo de participação no amor e na cruz. Por isso mesmo, talvez, tão poucos escutem o seu convite…

Orai sem cessar: “Quem poderá nos separar do amor de Cristo?” (Rm 8, 35).

(Antônio Carlos Santini).

(22) – REFLEXÃO.

O verdadeiro evangelizador tem plena consciência de que ele não atua por suaspróprias forças. Também sabe que a missão à qual participa não é uma missão sua ou mesmo humana. Jesus é o grande missionário do Pai e todos nós participamos da tríplice missão de Jesus pela graça do Batismo. Por isso, só podemos produzir frutos para o Reino de Deus, frutos que permanecem para a vida eterna, se estamos unidos a Jesus para participar da sua obra. Se nos separamos de Jesus, deixamos de realizar a obra do Reino para realizar a nossa própria obra, e o resultado disso é o fracasso de todos os nossos esforços.

(O CAMINHO).

(24) – PERMANECEI EM MIM, E EU PERMANECEREI EM VÓS.

Hoje, contemplamos novamente Jesus rodeado dos Apóstolos, em um clima de especial intimidade. Ele confia-lhes o que poderíamos considerar como as últimas recomendações: aquilo que se diz no último momento, justo na despedida, e que tem uma força especial, como se de um postremo testamento se tratasse.

Nos imaginamo-los no cenáculo. Ali, Jesus lhes tem lavado os pés, tem lhes anunciado novamente que tem que partir, tem lhes transmitido o mandamento do amor fraterno e os tem consolado com o dom da Eucaristia e a promessa do Espírito Santo (cf. Jo 14). Introduzidos já no capítulo décimo quinto deste Evangelho, achamos agora a exortação à unidade na caridade.

Senhor não esconde aos discípulos os perigos e dificuldades que deverão afrontar no futuro: “Se me perseguiram, também vos hão de perseguir” (Jo 15,20). Mas eles não se acovardarão nem se abaterão ante o ódio do mundo: Jesus renova a promessa do envio do Defensor, garante-lhes a assistência em tudo aquilo que eles lhe peçam e, enfim, o Senhor roga ao Pai por eles — por nós todos — durante a sua oração sacerdotal (cf. Jo 17).

Nosso perigo não vem de fora: a pior ameaça pode surgir de nós mesmos ao faltar ao amor fraterno entre os membros do Corpo Místico de Cristo e ao faltar à unidade com a Cabeça deste Corpo. A recomendação é clara: “Eu sou a videira e vós, os ramos. Aquele que permanece em mim, como eu nele, esse dá muito fruto; pois sem mim, nada podeis fazer” (Jo 15,5).

As primeiras gerações de cristãos conservaram uma consciência muito viva da necessidade de permanecer unidos pela caridade: Temos aqui o testemunho de um Padre da Igreja, Santo Inácio da Antioquia: “Correis todos a uma como a um só templo de Deus, como a um só altar, a um só Jesus Cristo que procede de um só Pai”. Tem aqui também a indicação de Santa Maria, Mãe dos cristãos: “Fazei o que ele vos disser” (Jo 2,5).

(Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)).

(27) – SÃO JOSÉ OPERÁRIO.

No  judaísmo a filiação é algo muito importante, ela contém em si uma linhagem e uma marca inconfundível a ponto de se poder afirmar categoricamente “Tal Pai, Tal Filho”. Aqui é bom que se diga que para os amigos e a vizinhança toda de Nazaré, Jesus era de fato o Filho de José e de Maria e o caráter adotivo dessa filiação pertencia ao mistério da Fé e do Agir Divino, pois naquele tempo, não se tinha toda uma Teologia prontinha a respeito dos principais acontecimentos na História da Salvação, podemos dizer que, no contexto da humilde cidade de Nazaré, nenhum dos moradores iria “admitir” uma história dessas…

Mas penso que também as comunidades do primeiro século tiveram que abrirem-se muito á graça de Deus e a sabedoria do Espírito, para compreenderem o ensinamento dos apóstolos a esse respeito. Talvez o grande problema naquele tempo, era entender como é que podia um Homem ser Deus e este ser um Homem, ao mesmo tempo, com duas naturezas distintas. Justamente por conhecerem á sua origem, a sua história, a sua genealogia e seus familiares mais próximos, os conterrâneos dali da “Terrinha” de Jesus, até que sentiam orgulhosos por terem entre eles alguém de tão grande conceito em Israel, um grande Profeta, que já estava com uma fama maior do que os maiores profetas da história, pois seus ensinamentos causavam admiração, suas obras enchiam os olhos dos Nazarenos… mas daí, começar a pensar que seria ele o grande e esperado Messias, já seria um exagero. E por quê?

Pela sua origem simples, sua vida rotineira igualzinha a vida de qualquer judeu, alimentar-se, ir à catequese, estar submisso ao Pai e Mãe, aprender a profissão do Pai, para sobreviver economicamente. O Messias não precisava de nada dessas coisas, tinha poder e glória, era um enviado de Deus e não estava em nível de um simples ser humano.

Hoje há um pensamento nefasto no cristianismo, que vem contaminando a vida de muitos cristãos, trata-se da Fé da Magia, que crê em um Cristo apenas Divino, que deverá usar seus poderes para socorrer os vis mortais. Um Jesus que está com a gente mais que não é igual a nós, um Jesus que separa Fé e Vida. São José Operário é o mesmo José esposo de Maria e Pai Adotivo do menino Jesus, a Igreja aprendeu a venerá-lo também enquanto trabalhador, um Operário, que sobrevivia e garantia o pão a si, a mãe e ao menino, com o suor do seu trabalho. Um homem a quem Deus confiou a guarda do seu Filho e de sua Mãe, um Homem que nada exigiu de Deus, por ter-lhe confiado essa grande responsabilidade, mas sendo um homem Justo, viveu e sobreviveu igual a todos os outros homens do seu tempo.

Como São José Operário, somos especiais enquanto vocacionados ao Cristianismo, para viver segundo a Fé, mas somos também iguais a todas as demais pessoas, sobrevivendo do nosso trabalho, dos nossos sonhos e projetos, que na vida de São José Operário e de cada um de nós, está sempre em harmonia com o Desígnio Divino.

Que São José Operário seja inspiração para todos os trabalhadores, e ao mesmo tempo desperte no coração dos empregadores, empresariados e governantes, esse anseio pela justiça e igualdade social, que cada homem possa ter sempre o necessário para sua sobrevivência, e que as diferenças sociais comecem a ser amenizadas…

(Diácono José da Cruz).

CELEBRAÇÃO DE HOJE

5ª SEMANA DA PÁSCOA (BRANCO, PREFÁCIO PASCAL OU PREFÁCIO SÃO JOSÉ).

MONIÇÕES

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL: – 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª: Neste Dia Mundial do Trabalho, celebramos São José Operário, lembrando que todo trabalho é digno e que as pessoas têm direito a ele. Por meio dele, não só tiramos o sustento da vida, mas principalmente nos desenvolvemos como seres humanos. Deus trabalhou a nosso favor, como também Jesus, seu Filho, junto de José e no anúncio do Reino. Redescubramos, pois, a dignidade do trabalho que realizamos.

– 2ª: Mais do que uma instituição, a comunidade cristã representa a participação ativa na vida e no projeto de Jesus. Unidos a ele, somos chamados a testemunhá-lo, suscitando a contínua expansão e crescimento do reino no mundo.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO: – 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª: Nós podemos, com nossa ação, realizar muitas coisas. E, quando tudo é feito com dedicação, encontramos nossa dignidade humana. Deste modo, acontecerá a verdadeira relação entre a obra criada por Deus e a ação humana. Escutemos o Senhor, que agora nos fala.

– 2ª: Os conflitos na comunidade podem ser resolvidos quando se empenha em descobrir e cumprir a vontade de Deus, unida a Cristo assim como os ramos estão unidos à videira.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Bendito seja Deus, bendito seja, cada dia, o Deus da nossa salvação, que carrega os nossos fardos! (Sl 67).

OU

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

Ficai em mim e eu em vós ficarei, diz Jesus; quem em mim permanece há de dar muito fruto. (Jo 15,4).

ANTÍFONAS

Antífona da entrada.

Que o vosso louvor transborde de minha boca; meus lábios exultarão, cantando de alegria, aleluia! (Sl 70,8.23).

Antífona da comunhão.

Ressuscitou e manifestou-se a nós o Senhor que nos remiu com seu sangue, aleluia!

ORAÇÕES DO DIA

Oração do dia ou Oração da coleta.

Ó Deus, criador do universo, que destes aos seres humanos a lei do trabalho, concedei-nos, pelo exemplo e proteção de são José, cumprir as nossas tarefas e alcançar os prêmios prometidos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

OU

Ó Deus, que amais e restituís a inocência, orientai para vós os nossos corações, para que jamais se afastem da luz da verdade os que tirastes das trevas da descrença. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Oração sobre as oferendas.

Ó Deus, fonte de todo benefício, olhai as oferendas que vos apresentamos na festa do operário são José e fazei que os dons oferecidos se tornem auxílio para nós. Por Cristo, nosso Senhor.

OU

Concedei, ó Deus, que sempre nos alegremos por estes mistérios pascais, para que nos renovem constantemente e sejam fonte de eterna alegria. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Nós vos suplicamos, ó Deus, que, alimentados pelo pão do céu, possamos seguir o exemplo de são José para que, dando testemunho do vosso amor, saboreemos continuamente os frutos da vossa paz. Por Cristo, nosso Senhor.

OU

Ouvi, ó Deus, as nossas preces, para que o intercâmbio de dons entre o céu e a terra, trazendo-nos a redenção, seja um auxílio para a vida presente e nos conquiste a alegria eterna. Por Cristo, nosso Senhor.

Fontes de Consultas e Pesquisas

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem
todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus que perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome. Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma. Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte. Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

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