Liturgia Diária 30/MAI/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 30/MAI/2013 (quinta-feira)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 14,18-20).

Leitura do Livro do Gênesis:

18 Naqueles dias, Melquisedec, rei de Salém, trouxe pão e vinho e, como sacerdote do Deus Altíssimo, 19 abençoou Abrão, dizendo: “Bendito seja Abrão pelo Deus Altíssimo, criador do céu e da terra! 20 Bendito seja o Deus Altíssimo, que entregou teus inimigos em tuas mãos!” E Abrão entregou-lhe o dízimo de tudo.

— Palavra do Senhor!

— Graças a Deus!

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 109,1.2.3.4 (R. 4bc)).

— 4bc Tu és sacerdote eternamente / segundo a ordem do rei Melquisedec!

4bc Tu és sacerdote eternamente / segundo a ordem do rei Melquisedec!

— Palavra do Senhor ao meu Senhor: / “Assenta-te ao lado meu direito / até que eu ponha os inimigos teus / como escabelo por debaixo de teus pés!”

— O Senhor estenderá desde Sião / vosso cetro de poder, pois Ele diz: “Domina com vigor teus inimigos; / domina com vigor teus inimigos!”

— Tu és príncipe desde o dia em que nasceste; / Na glória e esplendor da santidade, como o orvalho, antes da aurora, eu te gerei! / 4 Jurou o Senhor e manterá sua palavra; / Tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedec!

Leitura retirada do Livro da Primeira Carta de são Paulo aos Coríntios (1Cor 11,23-26).

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios:

Irmãos: 23 O que eu recebi do Senhor foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão 24 e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória”. 25 Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória”. 26 Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.

— Palavra do Senhor!

— Graças a Deus!

Sequência (Dois coros).

Terra, exulta de alegria, / louva teu pastor e guia, / com teus hinos, tua voz!

Tanto possas, tanto ouses, / em louvá-lo não repouses; / sempre excede o teu louvor!

Hoje a Igreja te convida: / Ao pão vivo que dá vida / vem com ela celebrar!

Este pão, que o mundo o creia, / por Jesus, na santa ceia, / foi entregue aos que escolheu.

Nosso júbilo cantemos, / nosso amor manifestemos, / pois transborda o coração!

Quão solene a festa, o dia, / que da santa Eucaristia / nos recorda a instituição!

Novo Rei e nova mesa, / nova Páscoa e realeza, / foi-se a Páscoa dos judeus.

Era sombra o antigo povo, / o que é velho cede ao novo: / foge a noite, chega a luz.

O que o Cristo fez na ceia, / manda a Igreja que o rodeia / repeti-lo até voltar.

Seu preceito conhecemos: / pão e vinho consagremos / para nossa salvação.

Faz-se carne o pão de trigo, / faz-se sangue o vinho amigo: / deve-o crer todo cristão.

Se não vês nem compreendes, / gosto e vista tu transcendes, / elevado pela fé.

Pão e vinho, eis o que vemos; / mas o Cristo é que nós temos / em tão ínfimos sinais.

Alimento verdadeiro, / permanece o Cristo inteiro / quer no vinho, quer no pão.

É por todos recebido, / não em parte ou dividido, / pois inteiro é que se dá!

Um ou mil comungam dele, / tanto este quanto aquele: / multiplica-se o Senhor.

Dá-se ao bom como ao perverso, / mas o efeito é bem diverso: / vida e morte traz em si.

Pensa bem: igual comida, / se ao que é bom enche de vida, / traz a morte para o mau.

Eis a hóstia dividida… / Quem hesita, quem duvida? / Como é toda o autor da vida, / a partícula também.

Jesus não é atingido: / o sinal é que é partido; / mas não é diminuído, / nem se muda o que contém.

(Forma breve) [Eis o pão que os anjos comem / transformado em pão do homem; / só os filhos o consomem: / não será lançado aos cães!

Em sinais prefigurado, / por Abraão foi imolado, / no cordeiro aos pais foi dado, / no deserto foi maná.

Bom pastor, pão de verdade, / piedade, ó Jesus, piedade, / conservai-nos na unidade, extingui nossa orfandade, / transportai-nos para o Pai!

Aos mortais dando comida, / dais também o pão da vida; / que a família assim nutrida / seja um dia reunida / aos convivas lá do céu!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas (Lc 9,11b-17).

Lc 9,11-17 (multiplicação dos pães)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— PROCLAMAÇÃO do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas.

— Glória a vós, Senhor!

Naquele tempo, 11b Jesus acolheu as multidões, falava-lhes sobre o Reino de Deus e curava todos os que precisavam. 12 A tarde vinha chegando. Os doze apóstolos aproximaram-se de Jesus e disseram: “Despede a multidão, para que possa ir aos povoados e campos vizinhos procurar hospedagem e comida, pois estamos num lugar deserto”. 13 Mas Jesus disse: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Eles responderam: “Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente”. 14 Estavam ali mais ou menos cinco mil homens. Mas Jesus disse aos discípulos: “Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta”. 15 Os discípulos assim fizeram, e todos se sentaram. 16 Então Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, elevou os olhos para o céu, abençoou-os, partiu-os e os deu aos discípulos para distribuí-los à multidão. 17 Todos comeram e ficaram satisfeitos. E ainda foram recolhidos doze cestos dos pedaços que sobraram.

— Palavra da Salvação!

— Glória a vós, Senhor!

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

A nós, a paz de Deus, nosso Pai, a graça e a alegria de Nosso Senhor Jesus Cristo, no amor e na comunhão do Espírito Santo.

– Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!

Preparo-me para a Leitura, rezando:

Jesus Mestre, que dissestes: “Onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu aí estarei no meio deles”, ficai conosco, aqui reunidos (pela grande rede da internet), para melhor meditar e comungar com a vossa Palavra.

Sois o Mestre e a Verdade: iluminai-nos, para que melhor compreendamos as Sagradas Escrituras.

Sois o Guia e o Caminho: fazei-nos dóceis ao vosso seguimento.

Sois a Vida: transformai nosso coração em terra boa, onde a Palavra de Deus produza frutos abundantes de santidade e missão.

(Bv. Alberione)

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Lc 9,11b-17.

O grande ensinamento de Jesus neste fato, é que não é preciso muito dinheiro, nem as duzentas moedas de prata para “comprar pão” para o povo que o acompanhava. É preciso: repartir o que se tem, reunir e organizar o povo “em grupos de cem e de cinquenta”, entregar a Deus o que se tem – “Jesus pegou os cinco pães e os dois peixes” –, confiar em Deus, acima de tudo – “olhou para o céu” –, agradecer – “deu graças a Deus”; distribuir às pessoas. Este é o novo Reino, a nova sociedade instituída por Jesus, onde o comércio é substituído pelo dom e pelo serviço aos demais. Nesta sociedade todos são satisfeitos e ainda há sobra: “recolheram doze cestos cheios de pães e peixes”.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que o texto diz para mim, hoje?

Entro em diálogo com o texto. Reflito e atualizo.

O que o texto me diz no momento?

Este texto me faz pensar em nossa sociedade onde muitos passam fome e outros têm em abundância e há tanto desperdício.

Os bispos na Conferência de Aparecida lembraram os pobres que passam fome e outros tipos de pobreza: “Milhões de pessoas e famílias vivem na miséria e inclusive passam fome. Preocupam-nos também os dependentes das drogas, as pessoas com limitações físicas, os portadores e vítimas de enfermidades graves como a malária, a tuberculose e HIV – AIDS, que sofrem a solidão e se veem excluídos da convivência familiar e social. Não nos esqueçamos também dos sequestrados e aqueles que são vítimas da violência, do terrorismo, de conflitos armados e da insegurança na cidade. Também os anciãos que, além de se sentirem excluídos do sistema produtivo, veem-se muitas vezes recusados por sua família como pessoas incômodas e inúteis. Sentimos as dores, enfim, da situação desumana em que vive a grande maioria dos presos, que também necessitam de nossa presença solidária e de nossa ajuda fraterna. Uma globalização sem solidariedade afeta negativamente os setores mais pobres. Já não se trata simplesmente do fenômeno da exploração e opressão, mas de algo novo: da exclusão social. Com ela o pertencimento à sociedade na qual se vive fica afetado, pois já não se está abaixo, na periferia ou sem poder, mas se está de fora. Os excluídos não são somente “explorados”, mas “supérfluos” e “descartáveis”. (DAp 65).

… e a VIDA… (orar…).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo a Oração do Amor:

(clique aqui se quiser ouvir a música)

Onde há dúvida, que eu leve a fé

Onde há ódio, que eu leve o amor

Onde há ofensa, que eu leve o perdão

Onde há discórdia, que eu leve a união

Onde há erro, que eu leve a verdade.

Onde há desespero, que eu leve a esperança

Onde há trevas, que eu leve a luz

Onde há tristeza, que eu leve a alegria

Senhor, fazei de mim um instrumento de Vossa paz

Ó mestre,

Que eu não busque tanto

Ser consolado, mas consolar

Ser compreendido, mas compreender

Ser amado, mas amar

Porque é dando que se recebe

Esquecendo que se encontra

Perdoando que se encontra o perdão

Morrendo que se ressuscita para a Vida Eterna

Senhor, fazei de mim um instrumento de Vossa paz!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Vou olhar o mundo e a vida com os olhos de Deus. Vou viver a solidariedade para com os que sofrem.

REFLEXÕES:

(4) – FESTA DO CORPO E SANGUE DE CRISTO.

A festa de “Corpus Christi” é festa de ação de graças, pois a vida entregue do Senhor, seu corpo e sangue, é nosso verdadeiro alimento e sustento. É, igualmente, festa da unidade da Igreja, corpo de Cristo (1Cor 12,12-31), sacramento do Senhor, neste mundo.

O relato da multiplicação dos pães é precedido da acolhida da multidão por Jesus, seu ensinamento sobre o Reino de Deus e gestos que acompanham e autenticam sua palavra.

O diálogo dos discípulos com Jesus, que querem despedir a multidão, possibilita compreender qual é o verdadeiro alimento do povo de Deus, qual o verdadeiro sustento do povo que o Senhor reúne. É preciso uma mudança profunda de mentalidade, pois este alimento não se compra. O verdadeiro alimento do povo que o Cristo reúne é espiritual, “o pão descido do céu” (Jo 6,33), “o pão da vida” (Jo 6,34), a carne, a vida de Jesus entregue para a vida do mundo (Jo 6,51). É um alimento abundante e que sacia plenamente: “Todos comeram e se saciaram” (Lc 9,17).

“A Eucaristia faz a Igreja e a Igreja faz a Eucaristia.”

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – DEMOS A JESUS O CULTO QUE SÓ A ELE PERTENCE.

Que Jesus Eucarístico seja amado, glorificado, exaltado pelo mundo inteiro, mas, sobretudo, em nosso coração, em nossa vida demos a Jesus o culto que só a Ele pertence.

Hoje, é a festa do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo; é dia de Corpus Christi. Essa quinta-feira é, praticamente, a primeira depois das festas pascais, depois do tempo pascal. Ela nos remete à Quinta-feira Santa, quando o Senhor, na Última Ceia, tomou o pão em Suas mãos e disse: “Esse é o meu Corpo”; tomou da mesma forma o cálice e disse: “Esse é o meu Sangue”.

Nós estamos, hoje, depois de passada a Semana Santa e as festas pascais, dando valor, uma grande exaltação àquele presente maravilhoso que o Senhor nos deu, Seu Corpo e Seu Sangue, memorial eterno da nossa salvação.

Celebrando a Eucaristia, estamos dizendo: “Obrigado, Senhor, por Sua presença no Santíssimo Sacramento do altar, obrigado pelo Seu Corpo, obrigado pelo Seu Sangue que é força, salvação para nossa alma”.

Reconheçamos o valor desse mistério sagrado da presença real de Jesus na hóstia consagrada e no vinho consagrado. Glórias e louvores se deem, a todo momento, ao Santíssimo e Diviníssimo Sacramento.

Que Jesus Eucarístico seja amado, glorificado, exaltado pelo mundo inteiro, mas, sobretudo, em nosso coração, em nossa vida demos a Jesus o culto que só a Ele pertence.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – ESTE É O MEU CORPO.

A Eucaristia, instituída por Jesus durante a celebração da Páscoa com seus discípulos, foi colocada como um marco na vida da comunidade, de forma a não deixar cair no esquecimento os eventos de sua vida, morte e ressurreição. O Páscoa cristã, mediante a Eucaristia, seria perenizada na contínua memória da vida de Jesus. Esta memória iria convocar os discípulos para a imitação do Mestre, visando conformar a vida atual da comunidade cristã com a vida de Jesus.

O contexto pascal da ceia revestiu de simbolismo pascal os elementos da Eucaristia. O pão transformado em corpo de Cristo estaria, doravante, destinado a ser alimento da caminhada do novo povo de Deus, na sua longa marcha pelos desertos do mundo. O vinho transformado em sangue de Cristo sacramentalizaria a predileção e a proteção divinas de que era objeto a comunidade cristã, como acontecera com o antigo Israel. Os discípulos, reunidos em torno de Jesus, seriam a semente da humanidade nova, redimida pelo sangue do novo cordeiro. Eles estavam sendo convocados a ser, na história, um sinal de que Deus ama a humanidade e não cessa de manifestar, com gestos, este seu amor. O antigo líder, Moisés, estava sendo definitivamente substituído pelo Filho Jesus, na condução do verdadeiro Israel. A Eucaristia torna, pois, a vida da comunidade cristã um êxodo contínuo rumo à casa do Pai.

Oração: Senhor Jesus, possa a Eucaristia recordar-me sempre que pertenço ao povo redimido por ti e a caminho da casa do Pai.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

Este é Meu Corpo que é dado por vós.

Este cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue.

Primeira Leitura: Gênesis 14, 18-20.

Melqisedeque como sacerdote do Deus Altíssimo abençoou Abraão (Gn 14,8-9).

A leitura tirada de Gênesis 14 traz a primeira figura de Cristo Sacerdote no Antigo Testamento: Melquisedeque (Gn 14,18).

É figura de Cristo Sacerdote porque o sacerdócio de Melquisedeque era eterno, uma vez que a Bíblia nunca diz quando nasceu e morreu, nem dá os nomes de seus pais.

É figura de Cristo sacerdote porque ofereceu a Deus em sacrifício pão e vinho.

E é figura de Cristo Sacerdote porque deu a bênção, a do Deus Altíssimo, a Abraão.

Jesus, instituindo a Eucaristia, terá atitudes e gestos semelhantes como os de Melquisedeque.

Ainda o Salmo Responsorial, Salmo 2,7, dirá: “tu és sacerdote eternamente, segundo a ordem do rei Melquisedeque”. Ora, esta frase foi sempre entendida pela Igreja como profecia do sacerdócio de Jesus Cristo.

Como Melquisedeque Jesus Cristo será sacerdote único, eterno, que oferece alimento de seu Corpo e Sangue para toda a sua Igreja no pão e no vinho por Ele abençoados.

Salmo Responsorial: Salmo 109 (110),1.2.3.4 (R/. 4bc).

Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 109[110],4).

O Salmo 109(110) foi composto para a festa de coroamento de um rei de Israel. Naquelas festas sempre havia um canto novo, um Salmo novo. E este Salmo passou a ser entendido como profecia do Messias que deveria aparecer em Israel, com poder de derrotar todos os inimigos do Povo Eleito (versículos 1.2.5).

Quando Jesus aparece em Israel anunciando o Reino de Deus, muitos pensaram neste Salmo como profecia sobre Jesus Messias. É precisamente isso que a Igreja fará.

O Salmo diz mais:

– O Messias recebe ordem para se sentar à direita do Deus Altíssimo, isto é, partilhar com Deus Seu poder divino (v.1).

– O Messias foi gerado por Deus, é Seu Filho (v.3).

– O Messias é Sacerdote eterno como Melquisedeque (v.4).

– O Messias é Sacerdote por juramento que Deus fez sobre Ele (v.4).

– O Messias tem poder real sobre todos os seus inimigos (vv.1.2.5.6).

A Igreja vê tudo isto realizado em Jesus Cristo:

De fato, Jesus é Filho de Deus, e Deus o confirmou ressuscitando-o.

Jesus Filho de Deus participa do poder de Deus, como seus milagres e sua ressurreição comprovam.

Jesus é o Messias eterno, porque não precisou criar uma ordem de sacerdotes na terra como havia em Israel.

Jesus é o Messias com poder sobre todos os seus inimigos; o último a ser dominado será a Morte, como diz São Paulo em 1 Coríntios 15,26.

Se Deus nos deu um Messias Sacerdote como Jesus Cristo, tudo o que Ele faz é a nosso favor. Consideremos Jesus com todo o poder que tem, intercedendo por nós eternamente.

Sem Ele, o que seria de nós, entregues a nós mesmos?

Sem mim nada podeis fazer (Jo 15,5).

Segunda Leitura: 1 Coríntios 11,23-26.

Fazeiisto em minha memória (1Cor 11,25).

A celebração da Ceia do Senhor nas comunidades primitivas da Igreja seguia as ordens que Jesus deixara quando instituiu a Eucaristia.

São Paulo nos dá, pela primeira vez por escrito no Novo Testamento, esta ordem de Jesus, informando ainda o significado que teve para Jesus o oferecimento de seu Corpo e de seu Sangue para os apóstolos e para a Igreja.

Notemos os gestos e palavras de Jesus em 1 Coríntios 11,23-26:

– Jesus tomou o pão, deu graças, partiu-o (1Cor 11,23-24),

– e disse: “Isto é Meu Corpo. Meu Corpo que é dado por vós (1Cor 11,24),

– fazei isto em memória de mim” (1Cor 11,24.25),

– tomou o cálice, e disse: “Este cálice é a Nova Aliança em Meu Sangue” (1Cor 11,25).

E São Paulo acrescenta: “todas as vezes que comemos deste Pão e bebemos deste Cálice, proclamamos a Morte do Senhor até que Ele venha” (1Cor 11,26).

Tudo isso já conhecemos. Por qual motivo o recordamos? Porque cada vez que recordamos a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo, a Salvação que Ele nos trouxe se atualiza. E também entendemos de maneira nova o que Jesus nos deixou em seu Sacramento. De fato, o Espírito Santo nos faz entender de maneira nova todas as coisas, renovando a face da terra (Sl 103[104],30). Hoje, peçamos a Deus novas compreensões sobre a Eucaristia.

Evangelho: Lucas 9,11b-17.

É Lucas 9,11-17 que nos instrui sobre a Eucaristia prenunciada no milagre da multiplicação dos pães por Jesus para cinco mil homens.

É clara a intenção de São Lucas de nos orientar nesta leitura rumo à instituição da Eucaristia por Jesus.

E isto São Lucas o faz, mostrando como Jesus faz os mesmos gestos tanto na multiplicação dos pães como na instituição da Eucaristia:

– Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes;

– Jesus elevou os olhos para o céu;

– Jesus abençoou os pães;

– Jesus deu os pães aos discípulos.

Lembramo-nos de todos esses gestos porque Jesus os fez, intencionalmente, com solenidade pela grandeza do que realizam, e os transformou em um ritual que a Igreja deve repetir em Sua memória.

Neste sentido, devemos nos concentrar em cada gesto e palavra de Jesus sobre a Eucaristia, porque eles são alimento espiritual em nossa meditação.

Nesta Solenidade do SANTÍSSIMO CORPO E SANGUE DE CRISTO, a Liturgia da Palavra nos levou a contemplar Jesus Cristo Sacerdote. Pelo Sacerdócio de Cristo, entendemos o sentido da oferta a Deus de Seu Corpo e Sangue, e ao mesmo tempo entendemos como a Vida Divina nos é dada neste Sacramento. Por isso, louvemos
a Deus com gratidão profunda em nossos corações.

(Pe. Valdir Marques).

(14) – TODAS AS VEZES QUE COMERDES DESTE PÃO E BEBERDES DESTE CÁLICE…

“Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, anunciais a morte do Senhor, até que Ele venha” (1Cor 11,26).

Com estas palavras, São Paulo recorda aos cristãos de Corinto que a “ceia do Senhor” não é apenas um encontro de convívio, mas também e sobretudo o memorial do sacrifício redentor de Cristo. Quem nele participa explica o Apóstolo une-se ao mistério da morte do Senhor, aliás, faz-se “anunciador” da mesma.

Portanto, existe um relacionamento muito estreito entre o “fazer a Eucaristia” e “o anunciar Cristo”. Entrar em comunhão com Ele, no memorial da Páscoa, significa ao mesmo tempo tornar-se missionário do evento que tal rito atualiza; num certo sentido, significa torná-lo contemporâneo de todas as épocas, até que o Senhor volte.

Caríssimos Irmãos e Irmãs, revivemos esta maravilhosa realidade na hodierna solenidade do Corpus Christi, em que a Igreja não apenas celebra a Eucaristia, mas também a leva de forma solene em procissão, anunciando publicamente que o Sacrifício de Cristo é para a salvação do mundo inteiro.

Reconhecido por este dom imenso, ela reúne-se em redor do Santíssimo Sacramento, porque ali estão a fonte e o ápice do próprio ser e agir. Ecclesia de Eucharistia vivit! A Igreja vive da Eucaristia e sabe que esta verdade não exprime apenas uma experiência quotidiana de fé, mas encerra de modo sintético o núcleo do mistério que ela mesma é (cf. Carta Encíclica Ecclesia de Eucharistia, 1).

Desde que, com o Pentecostes, o Povo da Nova Aliança “iniciou a sua peregrinação para a pátria celeste, este sacramento divino foi ritmando os seus dias, enchendo-os de consoladora esperança” (Ibidem).

“Dai-lhes vós mesmos de comer” (Lc 9, 13).

A página evangélica que acabamos de escutar oferece uma imagem eficaz do vínculo íntimo que existe entre a Eucaristia e esta missão universal da Igreja. Cristo, “pão vivo que desceu do Céu”, é o único que pode saciar a fome do homem de todos os tempos e em todas as regiões da terra.

Porém, ele não quer fazê-lo sozinho, e assim, como na multiplicação dos pães, envolve também os discípulos: “Jesus tomou os cinco pães e os dois peixes, ergueu os olhos ao céu, pronunciou sobre eles a bênção, partiu-os deu-os aos discípulos para que os distribuíssem à multidão” (Lc 9, 16).

Este sinal milagroso é figura do maior mistério de amor que se renova cada dia na Santa Missa: mediante os ministros ordenados, Cristo dá o seu Corpo e o seu Sangue pela vida da humanidade. E quantos se nutrem dignamente à sua Mesa, tornam-se instrumentos vivos da sua presença de amor, de misericórdia e de paz.

“Lauda, Sion, Salvatorem… Sião, louva o Salvador o teu guia, o teu pastor com hinos e cânticos”.

Com íntima emoção, ouvimos ressoar no coração este convite ao louvor e à alegria. Contemplando Maria, compreenderemos melhor a força transformadora que a Eucaristia possui. Colocando-nos à escuta dela, encontraremos no mistério eucarístico a coragem e o vigor para seguir Cristo Bom Pastor e para O servir nos irmãos.

(Papa João Paulo II).

(14) – A MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES.

Prezados irmãos. Vamos nos converter de verdade. E para que isso aconteça, precisamos hoje dar uma olhadinha no como anda a nossa fé. Você que ainda tem dúvidas se Jesus era realmente o Filho de Deus, pense nisso: Com apenas cinco pães e dois peixes Jesus alimentou uma numerosa multidão, e as sobras de pão e de peixe encheram 12 cestos.

É mole?

Fala sério!

O homem mais poderoso, mais temível do Planeta Terra faria uma coisa dessa?

Você faria isso?

Então, meu irmão.

Vamos acreditar?

Por que Jesus fez esta proeza?

Primeiro porque Ele teve pena daquela multidão de pessoas que o estava seguindo durante horas, para ouvi-lo, para ver os seus milagres, e para serem curadas dos seus males.

Mas se Jesus fosse um homem qualquer como às vezes você pensa, será que Ele faria aquele milagre?

É claro que não! Então, meu irmão!

Vamos acreditar mais?

Jesus fez este e tantos outros milagres para que você não seja incrédulo, mas sim, acreditasse nele. Meus irmãos. Para quem não tem fé, a vida não tem a menor graça. Veja as palavras desse padre maravilhoso!

“A falta de fé torna a nossa vida como chupar um pirulito sem tirar o plástico: não tem gosto, porque não atinge a doçura do amor de Deus e da sua presença junto de nós. Mas, com fé, a vida é bela e gostosa, mesmo no meio dos maiores sofrimentos. Entusiasmados pela doçura deste pirulito, estaremos dispostos a abandonar tudo e a fazer os maiores sacrifícios. Maria Santíssima, como mãe de família, todos os dias repartia o alimento com o esposo e o Filho. Que ela nos ajude a sermos retratos de Deus e instrumentos do seu amor no mundo. Ergueu os olhos para o céu e pronunciou a bênção. Em seguida partiu os pães e os deu aos discípulos. Os discípulos distribuíram às multidões.”

Prezado irmão, prezada irmã. Se você anda vacilando na fé, faça o seguinte: Leia um dos milagres de Cristo por dia. Comece pelo Evangelho de João, por exemplo, e vá até o fim. Depois pegue o evangelho de outro evangelista. No final da pequena leitura, reze o Credo, acrescentado da seguinte frase: Jesus. Aumente a minha fé. Repita quantas vezes sentir vontade. Amém.

(José Salviano e Pe. Queiroz).

(14) – MULTIPLICAÇÃO DOS PÃES.

“fome de Deus”

Olhando a multidão Jesus exprimiu um sentimento de compaixão porque observava que faltava àquele povo, luz e pão. Jesus olhava para cada uma daquelas pessoas de um modo profundo e as compreendia de uma forma completa, corpo, alma e espírito. Ele sabia que a fome do pão material não era tudo o que lhes incomodava. A ignorância dos mistérios de Deus também angustiava as suas almas. “Começou, pois, a ensinar-lhes muitas coisas”. Somente depois foi que Ele supriu a sua necessidade material. Com certeza, Jesus falava para aquele povo de tudo que Ele ouvira de Deus Pai e do Seu Amor por cada um em particular. Podemos compreender também hoje que há dentro de nós uma fome espiritual de conhecimento de Deus e das coisas que dizem respeito ao nosso relacionamento com o Pai. Porém, mesmo que o povo continuasse atento aos Seus ensinamentos, Ele preocupou-se em conceder-lhes o pão material. Aí então, Ele deu mais um ensinamento aos Seus discípulos e a nós hoje, também quando estivermos sem saber como alimentar a “multidão” ao nosso redor. Primeiramente Ele nos instrui: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Em seguida Ele nos investiga e quer saber de nós o que nós já temos consciência de que possuímos a fim de ajudar a alimentar a multidão. E, por último, Ele nos ensina a nos organizar, a sentarmos, a dialogar, a trocar ideias e partilhar o que nós temos. Jesus nos instrui a formar grupos, a trocar experiências, a nos ajudarmos e põe como fundamento para tudo isto, a compaixão. Ter compaixão é agir com amor e com misericórdia. Deus ao nos criar sabia que nós iríamos precisar uns dos outros e, por isso, nos preparou e nos deu bons sentimentos para que nós os usássemos em favor dos nossos irmãos.

– Você tem fome de conhecimento de Deus?

– Você sabe o que a sua alma deseja?

– Você tem consciência dos pães e dos peixes que você possui?

– Você é uma pessoa que sabe viver em grupo?

– Você sabe partilhar o que tem?

(Helena Colares Serpa).

(14) – SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI.

Há certas comidas especiais, que não se tem todo dia, que só em falar nos dá água na boca, Jesus é um Alimento Celestial, que só em ouvir falar dele, o coração já fica saciado. Com essa comparação fica mais fácil compreender a ordem de Jesus, dada aos discípulos nesse Evangelho “Dai-lhes vós mesmos de comer”. É missão da nossa Mãe Igreja, alimentar a tantos famintos de Deus!

O problema é que a nossa lógica é igual à dos discípulos de Jesus “O que temos é pouco…”. Constatamos a necessidades das pessoas mas não queremos nos comprometer com elas, achamos sempre melhor dispensá-las, para que comprem o alimento em outros lugares. Não nos damos conta de que nós temos, em quantidade e qualidade suficiente, e o melhor da história, é de graça e não comprado.

Em muitas ocasiões achamos que a nossa comunidade é um deserto e que não temos nada a oferecer. Deserto de amor, de esperança e de Fé. Não confiamos no próprio taco. E achamos que temos pouco, porque seguimos a ideologia do consumismo onde só é feliz quem tem muito. “Eu tenho pouco a dar e na comunidade muito pouco posso fazer…Há pessoas na comunidade que têm muito, sabem muito e podem dar muito mais”. São as velhas desculpas que justificam tantas omissões diante de tantas necessidades. Parece que a missão de alimentar os irmãos e irmãs é só dos Ungidos e escolhidos por Deus.

Jesus desmonta essa mentalidade, de que na comunidade a capacidade e a missão de alimentar, é monopólio de alguns “Figurões”, astros e estrelas. Todos tem algo a dar, por isso a frase provocante “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Na verdade Jesus apenas pediu uma ajuda aos discípulos, era como se ele lhes dissesse “Olha, vou fazer um ótimo milagre mas preciso da ajuda de vocês todos”.

Os discípulos tornam-se assim os organizadores das comunidades “Mandai-os sentar divididos em grupos de cinquenta”. Então Jesus tomou os cinco pães e dois peixes, ergueu os olhos ao céu, abençoo-os, partiu e deu-os a seus discípulos para que servissem ao povo. Jesus prepara o alimento de melhor qualidade, na quantia suficiente para saciar a fome da multidão. Nós apenas servimos… Estamos a serviço… Somos os Garçons e não o Dono do Bufê. Não fazemos nenhum milagre, só ajudamos na distribuição. O alimento é Ele próprio. É saboroso e delicioso, enche-nos o coração só em falar dele.

Corpus Christi ostenta na Vitrine luxuosa e bela do Ostensório, esse Alimento salutar, celestial, que os homens todos precisam, um alimento essencial para quem está com fome de Amor, Esperança e Fé. Nós cristãos, cheios de alegria e orgulho o apresentamos ao mundo nessa Solenidade do Corpo e Sangue do Senhor. Mas é bom lembrar que estamos atrás do balcão e com o nosso testemunho e anúncio da Palavra, podemos e devemos servir Jesus a todos esses famintos de Vida, Justiça e Igualdade.

As Vitrines ilusórias e enganadoras da Pós Modernidade, ostentam alimentos deteriorados, que nos levam à morte e a ruína total. O Pão que é Cristo, e de quem nós somos servidores, alimenta de verdade e dá a Vida Eterna mediante a Fé. Quanto à qualidade e a origem desse alimento, a entoação do Sacerdote durante a solene Bênção do Santíssimo não deixa a menor dúvida “EIS O PÃO DESCIDO DO CÉU! QUE CONTÉM TODO SABOR!”.

(Diác. José da Cruz).

(14) – PÃO E VINHO CONSAGRADOS; VERDADEIRAMENTE CORPO E SANGUE DE CRISTO!

No mesmo Espírito da quinta-feira Santa, dia em que Jesus instituiu a Eucaristia, nós nos reunimos em comunidade, para celebrar o mistério Pascal de Jesus.

Com muita alegria, celebramos hoje, a solenidade do Corpo e o Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, o grande mistério de amor!

Na eucaristia, Jesus atinge o ponto máximo de sua doação, nos dando como nossa comida e como nossa bebida!

O pão que Jesus nos dá, é o Pão da vida, sua própria carne, é o Pão que nos transforma, que mina as forças do egoísmo enraizado em nós, nos tornando livres para a comunhão de amor com Cristo e com os irmãos.

Na Eucaristia, é selada a comunhão de irmãos, sinal inviolável da presença viva de Jesus em nós! Pão e Vinho consagrados, verdadeiramente Seu Corpo e Sangue, humanidade de Jesus, que se prolonga em nós, nos tornando eucarísticos!

evangelho de hoje, mostra-nos mais uma vez, a sensibilidade de Jesus diante à necessidade humana!

O texto narra o episódio que marcou o milagre da multiplicação dos pães: o milagre da partilha! O ponto fundamental deste acontecimento é o amor, o amor que move, que leva a partilha!

Na multiplicação dos pães, Jesus nos ensina na prática, que é na partilha que vivemos a comunhão de amor com o Cristo e com os irmãos! Saciar a fome do outro é o primeiro passo de quem vive o mandamento do amor! Mas não se para por aí, é preciso ir mais além, encontrar meios de promover o nosso irmão, contribuindo para que ele possa ter uma vida digna, caminhando com as próprias pernas.

Assim como Jesus encarregou os primeiros discípulos de saciar a fome de uma multidão: “Dai-lhes vós mesmos de comer.” Hoje, Ele nos encarrega de fazer o mesmo, nos dando a certeza de que; colocando em suas mãos, o pouco que temos, este pouco se transforma em muito!

Onde existe amor, existe partilha, onde existe partilha, Jesus entra e o milagre da multiplicação acontece!

O evangelho vem nos alertar também, sobre a importância de aproveitarmos todas as oportunidades para despertar nos nossos irmãos necessitados, a necessidade de Deus! Mas antes, é preciso saciar a sua fome de pão, só assim, será possível criar no seu coração a necessidade de Deus! Foi o que fez Jesus, à partir da necessidade do pão material, ele criou no povo a necessidade do pão da vida eterna.

A vida iniciada aqui na terra, quando alimentada pelo Pão da vida que é Jesus Eucarístico, não será interrompida com a morte física, é o próprio Jesus que nos dá esta certeza, ao nos indicar o caminho da eternidade: “Eu sou o pão vivo, descido do céu. Quem comer deste pão viverá eternamente”. (Jo 6, 51).

Viver em comunhão com o Cristo nesta vida, é permanecer em comunhão com Ele na Eternidade!

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – CORPUS CHRISTI.

“Desde o tempo apostólico a Igreja instituiu a Festa do Corpo de Cristo, uma homenagem de gratidão a JESUS pela permanente presença Real em nosso meio. A Festa era celebrada na Quinta-feira da Semana Santa, pelo fato da Sagrada Eucaristia ter sido instituída por JESUS na Quinta-feira, durante a Última Ceia no Cenáculo, em Jerusalém, véspera de sua morte na Cruz. Todavia, como na Semana Santa celebramos a Morte e Gloriosa Ressurreição do SENHOR com a recordação de todos os abomináveis sofrimentos de JESUS, o espírito de tristeza domina a maior parte da liturgia. Por essa razão, na continuidade dos anos, a Igreja decidiu escolher outra data, para melhor e mais efusivamente homenagear o SENHOR e LHE agradecer todos os benefícios de Sua Admirável Obra Redentora. Assim, no ano 1246, por ordem de Sua Santidade o Papa Urbano IV, a celebração da Festa do Corpo de CRISTO foi inserida no calendário litúrgico para ser realizada na Quinta-feira, após o domingo em que celebramos a Festa da SANTÍSSIMA TRINDADE.”

Reflexão pessoal – 1ª leitura – Gênesis 14, 18-20 – “pão e vinho, frutos do trabalho”

O pão e o vinho são figuras presentes desde as nossas origens como nos fala o Livro do Gênesis. Hoje, o pão e o vinho são frutos do trabalho do homem colocados à disposição de Deus para que sejam transformados no Corpo e no Sangue de Jesus Cristo pelo poder do Espírito Santo. Contemplando a presença de Jesus Cristo nas espécies do pão e do vinho nós podemos também perceber qual tem sido a nossa participação na vida de Cristo e se estamos contribuindo para que o Seu projeto de salvação se propague aqui na terra. Como Abrão nós também somos abençoados quando colocamos nas mãos do Senhor os frutos do nosso labor. A Eucaristia é um milagre de Deus, alimento para nossa caminhada, prova do Seu amor e remédio para nossas enfermidades espirituais. Ela nos fortalece e ajuda a vencermos os desafios que nos são propostos para sermos protagonistas e canais da graça de Deus no mundo, pois Ele precisa da nossa contribuição para realizar milagres na nossa vida e na vida das pessoas a quem nós encontramos.

– Você tem contemplado o milagre da presença de Deus na Eucaristia?

– Qual o pão e o vinho que você tem ofertado ao Senhor?

– A quem você tem oferecido os frutos do seu trabalho?

– Quando você olha para Jesus Eucarístico você se vê em Cristo?

Salmo 109 – “Tu és sacerdote eternamente segundo a ordem de Melquisedeque”

Este salmo exalta Jesus Cristo, Senhor e Rei que está assentado no Trono ao lado direito do Pai. O sacerdote é aquele que oferece ao Pai a oferta para o sacrifício. Jesus Cristo ao mesmo tempo é, OFERTA, ETERNO SACERDOTE e PRÍNCIPE VITORIOSO, que tem poder para ter domínio sobre todos os seres da terra e para abater o inimigo que tenta atrair os filhos de Deus. Ele foi gerado antes da Criação do mundo e tudo está sob o Seu controle. Que nós possamos permitir que Ele seja também o SENHOR das nossas vidas.

2ª leitura – 1 Coríntios 11, 23-26 – “a última ceia”

São Paulo se reporta à última ceia, quando Jesus celebrando a Páscoa com Seus discípulos tomou o pão e o vinho deu graças e entregou-os para que eles comessem o Seu Corpo e bebessem o Seu Sangue já antecipando o que iria acontecer com a sua entrega na Cruz. Naquele momento Jesus pronunciou as palavras que, hoje, nos dão a certeza de que todas as vezes que participamos da Eucaristia nós comungamos o Seu Corpo e o Seu Sangue: “ISTO É O MEU CORPO QUE É DADO POR VÓS. FAZEI ISTO EM MINHA MEMÓRIA”. “ESTE CÁLICE É A NOVA ALIANÇA EM MEU SANGUE. TODAS AS VEZES QUE DELE BEBERDES, FAZEI ISTO EM MINHA MEMÓRIA!” Assim, Jesus já proclamava a Nova e Eterna Aliança que iria ser perpetrada em favor dos homens. Por amor Jesus se ofereceu como alimento e bebida de vida plena para nós, por isso, o pão é verdadeira comida e o vinho verdadeira bebida. Jesus instituiu a Eucaristia que é memória da sua Paixão, Morte e Ressurreição para que nós nos apossemos da Sua graça e tenhamos a nossa alma fortalecida.

LEIA O TEXTO ABAIXO E MEDITE NO GRANDE PRESENTE QUE DEUS NOS DÁ, HOJE E PARA TODOS OS DIAS DA NOSSA VIDA.

Retirado do site http://apostoladosagradoscoracoes.angelfire.com/insti.html

“As palavras de JESUS são claras e compreensíveis. Naquele momento de despedida criou o misterioso Fenômeno da Transubstanciação, que acontece em todas as Santas Missas no instante da Consagração. As espécies de pão e vinho são transformadas pelo ESPÍRITO SANTO no seu Corpo, Sangue, Alma e Divindade, mantendo, entretanto a aparência original das mesmas espécies. Isto significa dizer, que verdadeiramente JESUS está presente na Hóstia Consagrada, em Pessoa e Divindade. Então, a Sagrada Comunhão não pode e não deve ser considerada como um “símbolo” ou como uma “representação” do SENHOR, porque é ELE Mesmo. O SENHOR está Realmente Presente na menor fração de uma Partícula Consagrada, em todos os sacrários do mundo. Está sempre disponível para saciar a fome espiritual, iluminar as almas, acolher as súplicas e preces de todos que buscam o seu auxílio, ajudando e inspirando ao longo da existência, protegendo e defendendo as pessoas contra as insídias de Satanás e consolando-as nos reveses da vida. Cheio de amor e misericórdia ELE Se apresenta modestamente numa partícula de trigo e água e no vinho consagrado. Nesta simplicidade ELE esconde todo o seu poder e a sua divindade. Porque ELE quer que cada um de nós, O procure não com pompas e falatórios, mas com as próprias fraquezas e limitações. Assim, prostrados diante DELE, conscientes de nossa insignificância e de nosso nada, com simplicidade de coração devemos manifestar a súplica mais sincera, para alcançarmos DELE as graças que emanam do Seu Divino e imenso Amor”.

Evangelho – Lucas 9, 11-17 – “O CORPO DE DEUS é alimento de todas as almas”

Neste Evangelho Jesus nos dá consciência de que o CORPO DE DEUS está à disposição para ser alimento de todas as almas em qualquer momento e em todas as circunstâncias da nossa vida, não importando se a hora já está adiantada. No entanto, Ele nos mostra que precisa de nós para que o milagre aconteça. Deus não quer agir sozinho! Quando acolhia as multidões e lhes falava do reino de Deus curando-as das suas mazelas físicas e espirituais, Jesus já sabia de que elas precisariam de alimento para o resto da caminhada. Sabia que somente a cura e o anúncio do reino de Deus não os sustentariam depois que saíssem dali. Sabia que com a chegada do fim do dia, ao entardecer eles iriam estar fracos. Por isso, Ele se voltou para os Seus discípulos, que já estavam fortes e bem alimentados, e deu-lhes instrução para que eles mesmos dessem de comer àquelas pessoas, dizendo: “Dai-lhes vós mesmos de comer”. Jesus sabia que os Seus discípulos tinham algo para oferecer, o que, mesmo sendo pouco, daria para nutrir uma multidão e, para muito mais. Eles, porém, subestimavam o que possuíam e apelavam para a maneira mais prática e confortável: “Só temos cinco pães e dois peixes. A não ser que fôssemos comprar comida para toda essa gente”. No entanto, Jesus nem aventou com essa possibilidade e prosseguiu com as Suas instruções: “Mandai o povo sentar-se em grupos de cinquenta”. E depois de tomar os cinco pães e os dois peixes que os discípulos colocaram à disposição, “Jesus elevou os olhos para o céu, abençoou-os e deu aos discípulos para distribuí-los à multidão”. É essa a metodologia de Jesus para nós, seus discípulos e discípulas: fazer-nos participantes dos Seus milagres entre os homens aqui na terra. Jesus poderia ter rogado ao Pai e do nada o milagre teria acontecido, no entanto, Ele nos mostrou que a nossa participação é imprescindível. A Sua Palavra nos serve de alimento e de instrução para que os prodígios aconteçam por meio de nós. A PALAVRA DE DEUS é alimento comparável AO CORPO E SANGUE DO SENHOR. Quando nós anunciamos a Palavra e a interpretamos sob a luz do Espírito Santo nós estamos saciando a fome de Deus que as pessoas têm. São, os nossos cinco pães e dois peixinhos os quais, colocamos à disposição para que Deus realize o milagre. Precisamos, no entanto seguir as instruções do Mestre e fazer com que as pessoas se assentem e formem grupos homogêneos, com a mesma disposição, com a mesma fome e vontade de se alimentar, com os mesmos objetivos e propósitos, do contrário estaremos “malhando com ferro frio”. Jesus não nos mandou distribuir alimento aleatoriamente, de acordo com a nossa vontade própria, apregoando o que nós pensamos e entendemos. Ele nos deu um caminho e nos instruiu a segui-lo. Assim com precisa de nós para alimentar o povo com a Sua Palavra, da mesma forma Deus precisa da nossa participação na Eucaristia quando o milagre da transubstanciação acontece. A nossa parte é ofertar a Ele a matéria do pão e do vinho que são os frutos do trabalho do homem. No entanto, não bastam apenas o pão e o vinho material, mas o nosso acolhimento espiritual manifestado pela fé na presença real de JESUS na HÓSTIA CONSAGRADA. SEM a nossa fé estaremos comungando inútil e indignamente. A fé é quem nos faz sair do nosso comodismo e vestir a veste de Cristo nos tornando um com Ele.

– A sua alma precisa de alimento?

– Aonde você tem ido buscar esse alimento?

– Você tem conseguido “SENTAR” para participar da ceia?

– Você tem ido aos lugares onde existe alimento?

– Qual é a sua participação nos milagres que Cristo realiza na vida das pessoas?

– Você se sente inserido neste mistério?

– Você tem tido paciência com as pessoas que estão famintas de Deus e não sabem manifestar isto?

– Como e que você conhece quando uma pessoa tem fome de Deus?

(Helena Colares Serpa).

(15) – REFLEXÃO.

A Eucaristia é o grande alimento que Jesus deixou à sua Igreja para ser distribuído, em todos os tempos e lugares, a todas as pessoas, a fim de que sejam satisfeitas no sentido da presença da graça em suas vidas. É da responsabilidade de todos nós, que no sacramento do batismo nos tornamos Igreja, a distribuição desse alimento. Quando se fala em distribuição da Eucaristia, logo as pessoas pensam nos ministros extraordinários da comunhão eucarística, mas todos devem, ao seu modo, colaborar para que todas as pessoas possam receber este sacramento. Porém, o modo comum em que todos podem e devem colaborar é o trabalho evangelizador, a fim de que todas as pessoas conheçam Jesus e queiram recebê-lo sacramentalmente.

(CNBB).

(20) – ERGUENDO OS OLHOS AO CÉU…

Na Solenidade do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo, quando a Igreja renova sua fé eucarística, traduzo para o leitor o comentário do teólogo Hans Urs von Balthasar:

“Erguendo os olhos ao céu, Jesus abençoou os pães e os partiu.” O mistério da festa de hoje é, como todas as grandes festas que sucedem ao Pentecostes e à Santíssima Trindade, um tríplice mistério. O Evangelho o descreve de início na imagem da multiplicação dos pães. Esta não foi um golpe de mágica de Jesus; para realizá-la, ele ergue os olhos ao céu, na direção de seu Pai, simultaneamente na oração e na ação de graças (eucaristia): “Pai, eu te dou graças por me teres ouvido” (cf. Jo 11,41), pois a maneira como ele se esbanja nos pães será um sinal a mostrar quanto o amor do Pai prodigaliza totalmente seu Filho ao mundo.”

O teólogo suíço prossegue: “Depois, ele abençoa o pão, pois o Pai tudo entregou ao Filho, até mesmo o poder de outorgar a bênção do céu, e o quebra. Este gesto indica que ele mesmo será rompido no sofrimento, mas também aponta a multiplicação infinita de seu dom, que o Espírito Santo operará em todas as celebrações eucarísticas. E por aí se torna simbolicamente visível que o amor trinitário se atualiza no dom eucarístico de Jesus.”

Quantas lições para nós! Jesus Cristo não é um mago dotado de superpoderes, ou um profeta que segue impulsos pessoais, mas o Filho obediente que nada faz sem o Pai. É a fome dos homens que leva Jesus a interceder junto ao Pai, o mesmo que alimenta os corvos e os pardais. O Pai ouve o Filho e derrama seu amor sem medidas…

Mas há uma lição ainda maior: cada Eucaristia atualiza um milagre mais admirável! Com o Espírito Santo ali operante sobre o altar, o Pão da Vida – que é o próprio Jesus Cristo – volta em cada missa a alimentar o seu povo faminto. E as Três Pessoas continuam agindo em comunhão: o Deus que cria é o Deus que salva, é o Deus que santifica. Pai, Filho e Espírito Santo continuam comprometidos com a humanidade tão amada, ainda que… tão distraída do seu Amor!

Santo Tomás de Aquino cantaria: “Eis o pão que os Anjos comem / Transformado em pão do homem: / Só os filhos o consomem, / Não seja lançado aos cães.”

Orai sem cessar: “O Senhor alimenta Israel com flor de trigo.” (Sl 81,17).

(Antônio Carlos Santini).

CELEBRAÇÃO DE HOJE:

CORPUS CHRISTI – CORPO E SANGUE DE CRISTO (BRANCO, GLÓRIA, CREIO, PREFÁCIO DA EUCARISTIA – OFÍCIO DA SOLENIDADE).

MONIÇÕES:

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

A Eucaristia nos introduz no Reino do Amor!

Nesta solenidade do Corpo e do Sangue de Cristo, celebramos o mistério de Jesus que se faz presente nas espécies de pão e de vinho para ser nosso alimento e bebida de salvação. Entramos em profunda comunhão com o seu querer e com o desejo de Deus Pai, isto é, que o mundo tenha vida e vida plena! Para que o
mundo tenha vida toda a Igreja deverá ser profundamente eucarística.

– 2ª:

Estamos reunidos para celebrar, com alegria, a solenidade do Corpo e Sangue de Cristo, a festa do pão e da partilha. Fazer memória da doação do Senhor nos leva à partilha da vida. Nosso alimento na caminhada cristã, Jesus desperta em nós a disposição para a superação da fome, da miséria e da injustiça na sociedade em que vivemos.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

A Eucaristia é um alimento. Não é um remédio que produz resultados automaticamente. É preciso recebê-la com fé, isto é, assumindo o compromisso que o gesto significa: abertura de coração para a comunhão com Deus e com os irmãos e irmãs.

– 2ª:

Pão e vinho são símbolos ricos de significado que nos ajudam a entender a eucaristia e nos revelam o desejo de Jesus: que todos tenham o alimento de cada dia.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

Aleluia, aleluia, aleluia.

Aleluia, aleluia, aleluia.

Eu sou o pão vivo descido do céu. / Quem deste pão come, / sempre há de viver.

ANTÍFONAS:

Antífona da entrada.

O Senhor alimentou seu povo com a flor do trigo e com o mel do rochedo o saciou (S 80,17).

Antífona da comunhão.

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele, diz o Senhor (Jo 6,57).

ORAÇÕES DO DIA:

Oração do dia ou Oração da coleta.

Senhor Jesus Cristo, neste admirável sacramento nos deixastes o memorial da vossa paixão. Dai-nos venerar com tão grande amor o mistério do vosso Corpo e do vosso Sangue, que possamos colher continuamente os frutos da vossa redenção. Vós, que sois Deus com o Pai, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Elevemos nossas preces ao bom Deus que nos dá Cristo, o Pão vivo que desceu do céu, dizendo:

— Senhor, escutai a súplica de vossa Igreja.

1. SENHOR, abençoai o nosso Papa, os bispos e os padres de nossas comunidades, que presidindo a Eucaristia renovam a presença sacramental de Jesus em nosso meio.

2. SENHOR, iluminai as crianças, os jovens e os adultos que se preparam para a Eucaristia, a fim de que tenham um grande amor a Jesus e a força necessária para vencer as dificuldades.

3. SENHOR, ajudai-nos a fim de que nossa participação no Corpo e Sangue de vosso Filho nos ensine a viver sempre em comunhão com os irmãos e irmãs, superando eventuais divisões.

4. SENHOR, fortalecei-nos no combate à fome, à miséria, e aumentai em nós a solidariedade para com os doentes e os que sofrem.

(Intenções próprias da Comunidade)

Deus, nosso Pai, que nos dais o alimento que permanece para a vida eterna, acolhei nossos pedidos. Por Cristo, nosso Senhor.

Amém.

– 2ª:

Confiantes, apresentemos neste momento nossas preces a Deus, nosso Pai, dizendo:

— Senhor, alimentai-nos com a Palavra e a Eucaristia.

1. Alimentai, Senhor, com a eucaristia e a Palavra a vossa Igreja, para que seja sempre fortalecida na missão. Nós vos pedimos.

2. Alimentai com a eucaristia e a Palavra os sacerdotes que na Igreja distribuem vossos dons. Nós vos pedimos.

3. Alimentai com o pão do céu e o pão da terra todos os que não possuem o necessário para uma vida digna. Nós vos pedimos.

4. Alimentai com o pão do céu e com o otimismo todas as pessoas abatidas pela tristeza e pelo desânimo. Nós vos pedimos.

5. Alimentai com o pão do céu e com a paz os povos que vivem em conflito e as nações que sofrem com a violência. Nós vos pedimos.

(Pode haver outras preces da comunidade)

Senhor Jesus, acolhei nossos pedidos e ensinai-nos a repartir o pão com os que passam fome. Vós que viveis e reinais para sempre.

Amém.

Oração sobre as oferendas.

Concedei, ó deus, à vossa Igreja os dons da unidade e da paz, simbolizados pelo pão e vinho que oferecemos na sagrada eucaristia. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Dai-nos, Senhor Jesus, possuir o gozo eterno da vossa divindade, que já começamos a saborear na terra, pela comunhão do vosso Corpo e do vosso Sangue. Por Cristo, nosso Senhor.

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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