Liturgia Diária 12/JUN/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 12/JUN/2013 (quarta-feira)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Segunda Carta de são Paulo aos Coríntios (2Cor 3,4-11).

Leitura da Segunda Carta de são Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 4 é por Cristo que temos tal confiança perante Deus, 5 não porque sejamos capazes por nós mesmos, de ter algum pensamento, como de nós mesmos, mas essa nossa capacidade vem de Deus. 6 Ele é que nos tornou capazes de exercer o ministério de uma aliança nova. Esta não é uma aliança da letra, mas do Espírito. Pois a letra mata, mas o Espírito comunica a vida. Se o ministério da morte, gravado em pedras com letras, foi cercado de tanta glória, que os israelitas não podiam fitar o rosto de Moisés, por causa do seu fulgor, ainda que passageiro, 8 quanto mais glorioso não será o ministério do Espírito? 9 Pois, se o ministério, da condenação foi glorioso, muito mais glorioso há de ser o ministério ao serviço da justificação. 10 Realmente em comparação com uma glória, tão eminente, já não se pode chamar glória o que então tinha sido glorioso. 11 Pois se o que era passageiro foi marcado de glória, muito mais glorioso será o que permanece.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 98, 5. 6. 7. 8. 9 (R. Cf. 9c)).

— 9c Santo é o Senhor nosso Deus!

9c Santo é o Senhor nosso Deus!

— Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seus pés, / pois é santo o Senhor nosso Deus!

— Eis Moisés e Aarão entre os seus sacerdotes. E também Samuel invocava seu nome, e ele mesmo, o Senhor, os ouvia.

— Da coluna de nuvem falava com eles. E guardavam a lei e os preceitos divinos, / que o Senhor nosso Deus tinha dado.

— Respondíeis a eles, Senhor nosso Deus, porque éreis um Deus paciente com eles, / mas sabíeis punir seu pecado.

— Exaltai o Senhor nosso Deus, e prostrai-vos perante seu monte, / pois é santo o Senhor nosso Deus!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 5,17-19).

Mt 5,17-19 (não penseis que vim abolir a lei e os profetas)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo; disse Jesus aos seus discípulos: 17 “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se cumpra. 19 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando com todos os que navegam pela web:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Espírito Santo que procede do Pai e do Filho, tu estás em mim, falas em mim, rezas em mim, ages em mim.

Ensina-me a fazer espaço à tua palavra, à tua oração, à tua ação em mim para que eu possa conhecer o mistério da vontade do Pai.

Amém!

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 5,17-19 – A Lei de Moisés.

– Não pensem que eu vim para acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos Profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo. Eu afirmo a vocês que isto é verdade: enquanto o céu e a terra durarem, nada será tirado da Lei – nem a menor letra, nem qualquer acento. E assim será até o fim de todas as coisas. Portanto, qualquer um que desobedecer ao menor mandamento e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado o menor no Reino do Céu. Por outro lado, quem obedecer à Lei e ensinar os outros a fazerem o mesmo será considerado grande no Reino do Céu. Pois eu afirmo a vocês que só entrarão no Reino do Céu se forem mais fiéis em fazer a vontade de Deus do que os mestres da Lei e os fariseus.

– Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: “Não mate. Quem matar será julgado”. Mas eu lhes digo que qualquer um que ficar com raiva do seu irmão será julgado. Quem disser ao seu irmão: “Você não vale nada” será julgado pelo tribunal. E quem chamar o seu irmão de idiota estará em perigo de ir para o fogo do inferno. Portanto, se você estiver oferecendo no altar a sua oferta a Deus e lembrar que o seu irmão tem alguma queixa contra você, deixe a sua oferta ali, na frente do altar, e vá logo fazer as pazes com o seu irmão. Depois volte e ofereça a sua oferta a Deus.

– Se alguém fizer uma acusação contra você e levá-lo ao tribunal, entre em acordo com essa pessoa enquanto ainda é tempo, antes de chegarem lá. Porque, depois de chegarem ao tribunal, você será entregue ao juiz, o juiz o entregará ao carcereiro, e você será jogado na cadeia. Eu afirmo a você que isto é verdade: você não sairá dali enquanto não pagar a multa toda.

– Vocês ouviram o que foi dito: “Não cometa adultério”. Mas eu lhes digo: quem olhar para uma mulher e desejar possuí-la já cometeu adultério no seu coração. Portanto, se o seu olho direito faz com que você peque, arranque-o e jogue-o fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ser atirado no inferno. Se a sua mão direita faz com que você peque, corte-a e jogue-a fora. Pois é melhor perder uma parte do seu corpo do que o corpo inteiro ir para o inferno.

– Foi dito também: “Quem mandar a sua esposa embora deverá dar a ela um documento de divórcio”. Mas eu lhes digo: todo homem que mandar a sua esposa embora, a não ser em caso de adultério, será culpado de fazer com que ela se torne adúltera, se ela casar de novo. E o homem que casar com ela também cometerá adultério.

– Vocês ouviram o que foi dito aos seus antepassados: “Não quebre a sua promessa, mas cumpra o que você jurou ao Senhor que ia fazer”. Mas eu lhes digo: não jurem de jeito nenhum. Não jurem pelo céu, pois é o trono de Deus; nem pela terra, pois é o estrado onde ele descansa os seus pés; nem por Jerusalém, pois é a cidade do grande Rei. Não jurem nem mesmo pela sua cabeça, pois vocês não podem fazer com que um só fio dos seus cabelos fique branco ou preto. Que o “sim” de vocês seja sim, e o “não”, não, pois qualquer coisa a mais que disserem vem do Maligno.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que o texto diz para mim, hoje?

Como vivo a Lei de Deus?

Você se recorda dos 10 Mandamentos?

Vale recordá-los:

1. Amar a Deus sobre todas as coisas.

2. Não tomar seu santo nome em vão.

3. Guardar domingos e festas.

4. Honrar pai e mãe.

5. Não matar.

6. Não pecar contra a castidade (fidelidade).

7. Não furtar.

8. Não levantar falso testemunho.

9. Não desejar a mulher do próximo.

10. Não cobiçar as coisas alheias.

Todos estes mandamentos têm sua centralidade no mandamento do amor.

Recordamos ainda, os Bispos que, na Conferência de Aparecida, disseram sobre o discípulo: “Para ficar parecido verdadeiramente com o Mestre é necessário assumir a centralidade do Mandamento do amor, que Ele quis chamar seu e novo: “Amem-se uns aos outros, como eu os amei” (Jo 15,12). Este amor, com a medida de Jesus, com total dom de si, além de ser o diferencial de cada cristão, não pode deixar de ser a característica de sua Igreja, comunidade discípula de Cristo, cujo testemunho de caridade fraterna será o primeiro e principal anúncio, “todos reconhecerão que sois meus discípulos” (Jo 13,35).” (DAp 138).

Como vivo o mandamento do amor?

… e a VIDA… (orar…).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, com todos os cristãos, o Hino do amor.

HINO AO AMOR – PE. ZEZINHO

(Clique aqui para ouvir a música).

Se eu desvendasse os mistérios do universo, / mas não tivesse amor;

se o dom das línguas eu tivesse em prosa e verso, / mas não tivesse amor,

seria um sino barulhento e falador!

Se eu conhecesse umas quinhentas profecias, / mas não tivesse amor;

se eu conhecesse todas as teologias, / mas não tivesse amor,

teria tudo, menos Deus a meu favor!

Amor é graça, amor é força amor é luz, / não é vaidoso, não derruba não seduz,

não sente inveja, nem orgulho nem rancor, / sabe perder mas não se sente perdedor.

Amor aplaude mas educa o vencedor, / amor perdoa mas educa o pecador,

não atrapalha não bloqueia: faz andar, / espera e crê, porque o amor sabe esperar.

Vem do passado, mas não é ultrapassado. / Tem seus limites o saber e a religião.

Mas o amor aí não acaba nunca não (2x).

Agora vemos por imagens ou sinais.

Mas o amor, aí, o amor é muito mais (2x).

Há mil verdades do outro lado da janela, / mas o amor é a maior de todas elas!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Sou uma pessoa convocada pela Palavra do Evangelho a viver integralmente a Lei que Jesus Cristo resumiu no amor. Assim posso viver o dia de hoje e todos os outros.

REFLEXÕES:

(4) – JESUS REALIZA PLENAMENTE A LEI A PARTIR DA CENTRALIDADE DO MANDAMENTO DO AMOR.

Em primeiro lugar, nosso texto visa eliminar o equívoco de que Jesus tivesse vindo para eliminar a Escritura. A expressão “a Lei e os Profetas” (v. 17a) não é um registro puramente jurídico, mas um modo de designar a Escritura na sua totalidade. A Lei designa o Pentateuco enquanto receptáculo do imperativo divino. Os Profetas são portadores da promessa e, enquanto tais, podem ser invocados como testemunhas do direito de Deus. Jesus realiza plenamente a Lei a partir da centralidade do mandamento do amor, pois dos dois mandamentos do amor a Deus e ao próximo dependem toda a Lei e os Profetas (cf. 22,40). A Torá é integralmente respeitada e cumprida por Jesus e o deve ser para a Comunidade dos discípulos, porque recomposta sobre a exigência do amor. Nesse sentido, a Lei é pensada a partir da cristologia. É nela que a Lei encontra sua instância de validade e, em consequência, o princípio de ponderação das suas prescrições.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – OS MANDAMENTOS SÃO O CAMINHO PARA A VIDA.

Os mandamentos são o caminho para a vida, para a nossa salvação. Precisamos nos esforçar para colocá-los em prática e ensinar os outros a também observá-los.

Disse Jesus: “Quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino dos Céus” (Mt 5,19).

Jesus está chamando nossa atenção para o fato de que nós, de forma nenhuma, podemos dar menos importância a nenhum, sequer, dos mandamentos da Lei de Deus.

Os mandamentos são o caminho para a vida, para a nossa salvação. Precisamos nos esforçar para colocá-los em prática e ensinar os outros a também observá-los.

Observando estes mandamentos, nós não podemos transgredi-los nem ensinar outros a fazer o mesmo ou dar menos importância à Palavra de Deus e aos Seus ensinamentos.
Que seja o esforço do nosso coração, o esforço da nossa vida para colocá-los em prática.

Uma boa coisa é relembrar quais são esses mandamentos, desde o primeiro – ‘Amar a Deus sobre todas as coisas’ – até os outros que vêm em seguida, do jeito como aprendemos na catequese.

Quando éramos crianças, aprendemos, de cor, esses ensinamentos; agora, precisamos saber colocá-los em prática, exercitá-los no cotidiano de nossa vida, no mundo em que vivemos, cercado por mentiras, impurezas e maldades. É muito importante que ensinemos o caminho da verdade, da vida, os quais estão nos mandamentos da Lei do Senhor nosso Deus.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – A PRÁTICA DA LEI.

Jesus respeitava a Lei mosaica, porém tratando-a com a liberdade que lhe era característica. Seu cumprimento da Lei deu-se de forma tão radical, a ponto de poder dizer tê-la plenificado. Portanto, longe de abolir os preceitos da Lei, Jesus os viveu em radicalidade e ensinou seus discípulos a fazer o mesmo.

O respeito radical de Jesus à Lei não se deu em forma de submissão fanática à formulação dos preceitos legais. A letra da Lei importava pouco para Jesus. Ele cumpriu plenamente a Lei ao nortear sua vida pelo espírito que subjazia à letra. O espírito da Lei correspondia à vontade do Pai escondida atrás de suas palavras.

A atitude de Jesus serve de modelo para os discípulos do Reino, que têm a obrigação de respeitar a Lei e os Profetas, porém procurando atingir-lhe o espírito sem apegar-se exageradamente à sua letra. Essa postura lhes propicia um apego criativo à Lei, sem o risco de descambar para o fanatismo e a intransigência.

A violação da Lei, na perspectiva de Jesus, é de suma gravidade e pode ter consequências desastrosas por ser uma forma de afronta ao Pai. Rejeitando a vontade de Deus, o indivíduo ousa constituir-se em autor de sua própria lei, atitude de soberba exclusão de Deus. Jesus, de forma alguma, foi um violador da Lei como o acusavam seus adversários.

Oração: Senhor Jesus, ajuda-me a cumprir a Lei, em plenitude, como tu, de modo a submeter toda a minha vida ao querer do Pai.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

… quem praticar [esses mandamentos] e os ensinar será considerado grande no Reino dos Céus (Mt 7,19).

Mateus 10,7-13 é o texto em que Jesus afirma que da Lei nenhuma letra ou vírgula podem ser cancelados, mesmo que passarem o céu e a terra. E que Ele veio cumprir a Lei e os Profetas, não para os abolir.

Jesus não aboliu a Lei. No entanto, hoje, não seguimos a Lei de Moisés porque somos cristãos. Seguimos a Lei de Cristo (1Cor 9,21; Gl 6,2).

Então, como entender que Jesus não aboliu a Lei de Moisés?

Essa questão deu muita dor de cabeça aos especialistas e é muito importante podermos entendê-la.

A Lei e os Profetas que Jesus não aboliu, mas cumpriu, foram as profecias sobre o que Ele, o Messias, realizaria. Em sua vida, Jesus realizou tudo o que a Lei e os Profetas disseram a Seu respeito, inclusive sua Morte e Ressurreição. Como Ele já cumpriu tudo o que a Lei mandava, nós não precisamos mais fazer o mesmo. Ele assim deu fim ao vigor da Lei antiga (Rm 10,4).

Ora, isso é muito diferente do que entendemos por Lei, isto é, os Dez Mandamentos apenas.

Jesus não disse que a Lei de Deus tinha acabado, nem que os profetas não tinham mais valor.

A Lei e os Profetas eram lidos na Igreja para provar que Jesus era o Messias de Israel, pois Ele fez tudo “segundo as Escrituras”. Os Evangelhos chamam de “Escrituras” o que os judeus chamavam de “lei e profetas”.

As “Escrituras” provaram para os cristãos que Jesus é o Messias. Contudo, os judeus daquele tempo não queriam admitir. Eles é que estavam tentando abolir a Lei e os Profetas no que se referiam a Jesus o Messias verdadeiro.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – CRISTO, PERFEIÇÃO DA LEI E DOS PROFETAS.

Quando leio o Evangelho e nele encontro testemunhos saídos da Lei ou dos Profetas, penso só em Cristo. Não leio Moisés nem os Profetas senão com a intenção de saber o que dizem eles de Cristo, uma vez que, tendo chegado ao esplendor de Cristo como à luz esplendorosa e brilhante do sol, não posso depois prestar atenção a uma lâmpada.

Se acendermos uma lâmpada em pleno dia, o que alumia ela?

Ao sol, a luz duma lâmpada é invisível. Do mesmo modo, na presença de Cristo, desaparecem por completo a Lei e os Profetas. Não critico a sua existência, muito pelo contrário, até a enalteço, uma vez que a Lei e os Profetas anunciam a Cristo. Quando os leio, porém, a minha intenção não é ater-me ao que dizem mas, a partir do que dizem, chegar a Cristo.

(São Jerónimo (347-420), presbítero, tradutor da Bíblia, doutor da Igreja – Homilia nº 9 sobre o Evangelho segundo São Marcos, 8).

(14) – QUEM DESOBEDECER A UM SÓ DESTES MANDAMENTOS, SERÁ O MENOR NO REINO DOS CÉUS.

“Aquele que violar um destes mandamentos, por menor que seja, e ensinar assim aos homens, será declarado o menor no Reino dos céus. Mas aquele que os guardar e os ensinar será declarado grande no Reino dos céus.”

Quem guarda os mandamentos e os ensina, é grande não só no céu, mas tem uma vida especial já aqui na Terra. É uma pessoa especial, pois lhe acontecem coisas especiais, verdadeiros milagres. A pessoa que leva a sério a evangelização, enfrenta problemas como todas as outras, pois viver é resolver problemas. Só que para essa pessoa, os problemas, os quais são apresentados a Deus em suas constantes orações, são facilmente solucionados. Em volta de um homem ou de uma mulher dedicados às coisas de Deus, pessoas sofrem com muitos problemas, os quais, às vezes de solução tão complicada, que o máximo que ele pode fazer é somente pedir a Deus por aquelas pessoas. Enquanto que a sua vida se deslancha de vento em popa, com tudo dando certo, pois a proteção de Deus é algo notável. Quem é missionário(a), é um agente especial a serviço do dono do Mundo, portanto nada lhe faltará, pois ele tem cem vezes mais nesta vida e mais a vida eterna, só tem um detalhe desagradável, com direito à perseguição. Mas isso nem sempre acontece. E se acontecer, daremos pulos de alegria, pois grande será a nossa recompensa.

Irmãos e irmãs. Não vamos nos dedicar ao ensino do evangelho só pensando em recompensas, não vamos confundir ser missionários com ser mercenários. Façamos o nosso trabalho por amor de quem busca o reino de Deus em primeiro lugar, e o resto lhe será dado de acréscimo. Depois que passei a trabalhar na catequese, minha vida mudou em tudo. Disse-me outro dia uma senhora da Pastoral da Educação. Antes, era um sufoco atrás do outro, agora minha vida corre leve e solta. Sinto que Deus me ouve, me ajuda e protege a mim e à minha família. Eu era da pastoral antes, e fiquei dois anos fora. Durante esse tempo minha vida desandou, muita coisa errada me aconteceu, era uma vida sem sentido, mas eu sentia a presença de Deus me chamando. Até que um dia criei coragem e voltei para nunca mais parar.

(José Salviano).

(14) – NÃO VIM PARA ABOLIR A LEI…

Não vim para abolir a Lei, mas para dar-lhe pleno cumprimento.

Que a lei de Deus deva ser cumprida não há dúvida. Esta é a resposta para aqueles que acusam Jesus de desconhecer a lei de Moisés. A comunidade de Mateus enfrentava problemas em seu interior. Uns pensavam que não era preciso seguir a lei herdada do Antigo Testamento, porque a fé em Jesus bastava. Outros se prendiam à lei, colocando-a acima dos ensinamentos de Jesus.

Mas Jesus não veio abolir a lei original, aquela que servia de guia e orientação ao povo de Israel para encontrar o caminho da salvação. Essa lei, marcada pelo amor, não só deve ser cumprida, mas também pregada e praticada na comunidade. O problema é que a lei original, a lei do amor, foi pervertida pelas lideranças da época, até ser convertida em um pesado fardo, em verdadeira escravidão.

Dessa versão da lei, Jesus foi muito crítico, a ponto de recordar aos escribas e fariseus que eles serão considerados os menores no Reino dos céus por não ensinar corretamente a lei.

(Claretianos).

(14) – NÃO VIM PARA ABOLIR A LEI…

Esta Palavra também nos é providencial nestes tempos em que se propaga a ideia de que a Igreja deve se modernizar para seguir a evolução da mentalidade do mundo na sua pretensão de satisfazer a vontade da nossa carne humana. A Palavra de Jesus, portanto, é perfeita para que façamos uma reflexão: “Não penseis que vim abolir a lei e os profetas” “vim para dar-lhe pleno cumprimento”. Se percebermos o que acontece dentro do nosso coração, sentiremos que nada dentro de nós mudou e que o ser humano precisa hoje, como sempre, dos valores que a Lei do Senhor propõe. A lei de Deus, portanto, é perfeita para a nossa alma e para a nossa vida e corresponde fielmente aos anseios mais profundos do nosso ser que foi criado à imagem e semelhança de Deus. Deus não mudou o Seu Plano para cada um dos Seus filhos, por isso, o que era é e sempre será. As leis e os mandamentos do Senhor não mudam, porém, muda o nosso entendimento de acordo com o sabor dos ventos. Hoje, neste Evangelho, Jesus nos esclarece que veio ao mundo, também, para dar cumprimento à Lei de Deus que está sendo deturpada por cada um de nós que desejamos um evangelho pessoal de acordo com as nossas conveniências. Jesus nos lembra de que é grande no reino dos céus quem pratica e também ensina os Seus mandamentos. Muitas vezes, nos apegamos à Lei de uma forma desvirtuada e nos prendemos apenas aos acessórios, por isso nos equivocamos e esquecemo-nos do que é essencial. Assim sendo, não podemos ficar nos confundindo hoje com as falsas ideias de que isto e aquilo são coisas do passado, que o mundo é outro e que os valores também mudaram. Jesus veio dar uma nova roupagem à lei que os antigos pregavam. Deus trabalha com a nossa humanidade. Ele é paciente e espera as nossas resoluções, no entanto, a essência da lei e do direcionamento de Deus tem sempre o mesmo objetivo: a vivência do amor que concede ao homem, feito à Sua imagem e semelhança, a oportunidade de ser feliz e fazer feliz também o seu semelhante. Praticar os mandamentos e ensiná-los aos outros, dar-nos-á uma qualidade de vida superior à que tem os que não os praticam. Não nos iludamos pensando que Deus irá mudar a Sua Palavra para nos agradar e corresponder aos nossos interesses. Se assim o fizesse Ele estaria rompendo dentro de nós tudo o que Ele já assinalou desde que soprou sobre nós o hálito da vida.

– O que você acha que mudou no coração do homem?

– Você é daqueles (as) que acham que certos valores já eram?

– Qual é o conceito que você tem da Lei de Deus?

– Como você acha que Deus o (a) considera: menor ou maior no reino dos céus?

(Helena Serpa).

(14) – NÃO VIM PARA ABOLIR A LEI, MAS PARA DAR-LHE PLENO CUMPRIMENTO.

Não vim para abolir a Lei, mas para dar-lhe pleno cumprimento.

Neste Evangelho, Jesus nos fala a respeito do valor e da importância das Leis do Antigo Testamento para nós hoje.

O “pleno cumprimento” da Lei consiste principalmente na maneira correta de obediência. Obedecer corretamente a uma lei é procurar descobrir e praticar a intenção do legislador, o que ele tinha em mente ao promulgá-la. É o que chamamos espírito da lei. Isso vai muito além da obediência literal, que só vê o que a lei diz em si, sem considerar o seu sentido mais profundo.

No caso da Bíblia, as leis do Antigo e do Novo Testamento vieram do mesmo autor, que é Deus, nosso Pai amoroso. Suas palavras são as de um Pai que só quer o bem dos filhos e filhas. Também nós devemos receber essas leis com amor de filhos e filhas. “Não és mais escravo, mas filho; e, se és filho, és também herdeiro; tudo isso por graça de Deus” (Ef 4,7). Somos de dentro da casa de Deus, somos sua família. Assim que devemos ver as Leis dele.

Quando amamos uma pessoa, nós lemos no coração dela o que suas palavras não conseguem expressar. Precisamos fazer o mesmo com Deus. Jesus fez isso, em relação às Leis do Antigo Testamento.

As palavras do Evangelho de hoje são o começo de um discurso de Jesus, no qual ele apresenta cinco exemplos, para mostrar como que as Leis do Antigo Testamento devem ser vistas por nós hoje:

1) “Não matarás.” Deus está dizendo que não quer que façamos o mal ao próximo, e sim o bem. Isso começa com pequenos gestos, como tratar o nosso irmão com raiva.

2) “Não cometer adultério.” No fundo, é respeitar a família, e não desrespeitar o matrimônio nem com um olhar.

3) “Não jurarás falso.”. No fundo, é ser verdadeiro, falar sempre a verdade e nunca enganar ninguém e nunca colocar Deus como nossa testemunha. “Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não”.

4) “Olho por olho, dente por dente.” Significa não se deixar levar pelo espírito de vingança ou pela ganância. Se alguém nos tomar a capa, vamos entregar-lhe também a túnica. Se alguém nos der um tapa, vamos virar-lhe a outra face.

5) “Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo.” Com esta Lei, Moisés cortou noventa por cento do ódio que havia entre as pessoas, e introduziu um controle. No fundo, o que Deus queria era que amássemos a todos, até os nossos inimigos. “Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus; pois ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre juntos e injustos” (Mt 5,45).

E Jesus termina o discurso com uma frase chave que resume tudo: “Sede perfeitos, como o vosso Pai celeste é perfeito” (Mt 5,48). Aí está a grande meta da nossa vida: que sejamos parecidos com Deus Pai, pois o filho se
parece com o pai.

Ser cristão é obedecer aos mandamentos de Deus. “Isto eu peço a Deus: que o vosso amor cresça ainda, e cada vez mais, em conhecimento e em toda percepção, para discernirdes o que é melhor. Assim estareis puros e sem nenhuma culpa para o dia de Cristo…” (Fl 1,9-10).

Ser santo consiste em amar a Deus e amar o próximo como Deus ama. O amor vem de dentro, o amor tudo transforma. Ele brota da nossa liberdade, não de leis externas. Jesus nos libertou da lei. Mas é uma libertação que nos leva a viver para os outros. “Ame, e faça o que você quiser… Se a verdade nos faz livres, o amor nos faz escravos” (Santo Agostinho).

A propaganda cria em nós o desejo de comprar coisas, de substituir a geladeira, o fogão, a máquina de lavar… A necessidade muitas vezes é ilusória, tornando-nos escravos do dinheiro e das lojas que vendem a prestação. As lojas não querem vender à vista, porque o lucro, ou melhor, o roubo delas é menor. Os juros embutidos nas prestações são exorbitantes, mas o consumidor dificilmente percebe isso. “Não podeis servir a Deus e ao dinheiro”.

Certa vez, um homem encontrou dentro de um baú dos seus tataravôs, entre as bugigangas, uma moeda. Estava escurecida e desgastada pelo tempo. Ninguém da família conhecia o seu valor.

O homem então levou a moeda a um economista. Este, após examiná-la, a desprezou, dizendo que não valia mais nada.

Não conformado, o homem dirigiu-se a um especialista em raridades. Quando o especialista a viu, sua feição se mudou. Após examiná-la, disse ao dono da moeda ser dono de uma peça de imenso valor, uma rara moeda de ouro, na verdade, uma peça única.

Economia e vida. As pessoas são como essa moeda. Elas não podem ser avaliadas apenas pelo seu valor econômico, isto é, pela capacidade de trabalhar e de produzir. Toda pessoa é uma peça rara, única, de valor infinito.

Certa vez, um homem decidiu seguir Jesus Cristo para valer mesmo. Ele praticava caridade, ajudava todo mundo, dizias boas palavras, fazia o bem de manhã até a noite. O grande desejo dele era ir para o céu. Ninguém tinha dúvida de que ela ia mesmo para o céu.

Um dia, ele morreu, chegou à porta do céu e aquele que o recebeu disse que seu nome não constava na lista. Ele obedeceu direitinho e foi logo para o inferno.

Dois dias depois, o capeta foi lá à porta do céu e reclamou: “Vocês me mandaram um que está causando a maior desordem e anarquia. Está um caos lá no inferno. Está todo mundo se falando, um olhando nos olhos do outro, se abraçando e querendo bem, perdoando e falando de amor. Trate de tirá-lo de lá o mais rápido possível”. O porteiro consultou a lista e viu que houve um engano.

Vamos viver tão bem a nossa fé, sendo caridosos fraternos e dando bons exemplos que, mesmo se porventura houver um engano lá na porta do céu, nós não o perderemos. Faça de tudo para o capeta não gostar de você.

Onde há amor, não há necessidade de lei. Maria Santíssima amava muito a Deus, e lhe obedecia espontaneamente em tudo.

Não vim para abolir a Lei, mas para dar-lhe pleno cumprimento.

(Pe. Queiroz).

(15) – REFLEXÃO.

O verdadeiro cumprimento da Lei não significa apenas a obediência a ela. Significa descobrir os valores que são inerentes a ela, as motivações que estão por trás dela e as consequências da sua observância para a felicidade pessoal, para a construção de um mundo melhor para todos e principalmente para que possamos descobrir o bem maior para as nossas vidas, que é o projeto de Deus para a humanidade, e assumir como próprio de cada um de nós este projeto que nos é proposto pelo próprio Deus. Jesus nos mostra que Deus não quer de nós a infantilidade da obediência cega, mas a maturidade da corresponsabilidade no projeto do Reino.

(CNBB).

(20) – NÃO VIM ABOLIR A LEI…

Os primeiros pregadores da História da Igreja viram a necessidade de demonstrar que a novidade cristã não abolia os mandamentos do Sinai nem desprezava a rica contribuição das tradições de Israel. Um desses comentaristas foi S. Ireneu de Lião [+202]. Eis o seu ensinamento:

“Os preceitos naturais da Lei, isto é, aqueles pelos quais o homem se torna justo e que, mesmo antes do dom da Lei, observavam os homens que eram justificados por sua fé e assim agradavam a Deus, o Senhor não aboliu esses preceitos, mas os amplificou e levou à perfeição. ‘Se vossa justiça – disse Ele mesmo – não ultrapassar aquela dos escribas e fariseus, não entrareis no Reino dos céus’. (Mt 5,20).

Imposta a escravos, a Lei educava a alma a partir do exterior e do corporal, conduzindo-a, como por uma corrente, até a submissão aos mandamentos, a fim de que o homem aprendesse a se ajustar com Deus. Mas o Verbo liberou a alma e ensina a purificar o corpo pelo interior, a partir da vontade e do coração.

Era preciso, desde então, que fossem suprimidas as cadeias da servidão graças às quais o homem pudera formar-se, e doravante ele seguisse a Deus sem correntes; mas também era necessário que fossem amplificados os preceitos da liberdade e fosse acrescida a submissão ao Rei, para que ninguém, voltando atrás, se mostrasse indigno de seu Libertador.

É por isso que o Senhor nos deu, como palavra de ordem, em lugar de não cometer o adultério, nem mesmo cobiçar; em lugar de não matar, nem mesmo nos pôr em cólera; em lugar de amar somente nossos próximos, amar também os inimigos; não somente ser generoso e pronto a repartir, mas ainda doar graciosamente nossos bens àqueles que no-los tomam: ‘A quem toma a tua túnica – diz Ele – dá também o teu manto’. (Mt 5,40).

Deste modo, não ficaremos tristes como pessoas que tivessem sido despojadas contra sua vontade, mas, ao contrário, nos alegraremos como pessoas que tivessem doado de bom coração, pois teremos feito um dom gratuito ao próximo, mais do que ter cedido à necessidade. ‘E se alguém – diz Ele – te obriga a fazer mil passos, faz com ele dois mil’ (Mt 5,41), a fim de não o seguir como um escravo, mas precede-lo como um homem livre.

Assim, em todas as coisas, tu te tornarás útil a teu próximo, sem considerar a maldade dele, mas levando ao cúmulo a tua bondade, e te tornarás semelhante ao Pai ‘que faz o sol erguer-se sobre os maus e os bons, e chover sobre os justos e os injustos’ (Mt 5,45).”

Esta era a pregação dos apóstolos, não muito preocupados em contestar as estruturas sociais de seu tempo, mas dedicados a orientar para Deus o coração dos homens.

A que se apega o meu coração?

Orai sem cessar: “A tua Lei, Senhor, é todo o meu prazer.” (Sl 119,174).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – NÃO VIM PARA ABOLIR, MAS PARA CUMPRIR.

Hoje escutamos do Senhor: “Não penseis que vim abolir a Lei e os Profetas; (…), não vim para abolir, mas para cumprir” (Mt 5,17). No Evangelho de hoje, Jesus ensina que o Antigo Testamento é parte da Revelação divina: Deus no início deu-se a conhecer aos homens através dos profetas. O Povo escolhido reunia-se nos sábados na sinagoga para escutar a Palavra de Deus. Assim como um bom israelita conhecia as Escritura e as punha em prática, aos cristãos convêm a meditação frequente — diária, se fosse possível — das Escrituras.

Em Jesus temos a plenitude da Revelação. Ele é o Verbo, a Palavra de Deus, que se fez homem (cf. Jo 1,14), que vem a nós para dar-nos a conhecer quem é Deus e quanto nos ama. Deus espera do homem uma resposta de amor, manifestada no cumprimento dos seus ensinos: “Se me amais, observareis os meus mandamentos” (Jo 14,15).

No texto do Evangelho de hoje encontramos uma boa explicação na Primeira Carta de São João: “Pois amar a Deus consiste nisto: que observemos os seus mandamentos. E os seus mandamentos não são pesados” (1Jo 5,3). Observar os mandamentos de Deus garante que lhe amamos com obras e de verdade. O amor não é só um sentimento, senão que — também — pede obras, obras de amor, viver o duplo preceito da caridade.

Jesus nos ensina a malicia do escândalo: “Quem desobedecer a um só destes mandamentos, por menor que seja, e assim ensinar os outros, será considerado o menor no Reino dos Céus” (Mt 5,19). “Eu conheço a Deus, mas não observa os seus mandamentos, é mentiroso, e a verdade não está nele” (1Jo 2,4).

Também ensina a importância do bom exemplo: “Quem os praticar e ensinar será considerado grande no Reino dos Céus” (Mt 5,19). O bom exemplo é o primeiro elemento do apostolado cristão.

(Rev. D. Miquel MASATS i Roca (Girona, Espanha).

CELEBRAÇÃO DE HOJE:

10ª SEMANA COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA).

MONIÇÕES:

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Toda lei deve ser observada enquanto ela realiza a justiça entre nós. Assim, ela favorece a inspiração para que busquemos a prática da justiça e da concórdia, da misericórdia e da paz, e se firmem entre nós as relações de fraternidade. Por isso, Jesus nos ensina a acolher a força que vem de dentro do Reino, do seu coração. O que gera a união e a comunhão é sinal e presença de seu Reino.

– 2ª:

Jesus compreendeu as leis em seu sentido profundo, como inspiração para viver a justiça e a misericórdia. Por isso, denunciou o legalismo que subjugava o povo e reivindicou a validade das leis promotoras da vida.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

O Senhor nos chama para viver na aliança de seu amor. E viver na aliança de amor significa estar pronto para praticar o bem, pois não basta não fazer o mal e deixar de fazer o bem. Por isso, toda lei que nos obriga à obediência, deve colocar a vida e a misericórdia acima de qualquer outro valor.

– 2ª:

Em Jesus, que deus pleno cumprimento às leis que sustentavam a fé autêntica do povo, Deus nos tornou capazes de exercer o ministério de nova aliança, fundamentada no Espírito.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Fazei-me conhecer vossa estrada, vossa verdade me oriente e me conduza! (Mt 5,16).

ANTÍFONAS:

Antífona da entrada.

O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem poderia eu temer? O Senhor é o baluarte de minha vida, perante quem tremerei? Meus opressores e inimigos, são eles que vacilar e sucumbem (Sl 26,1s).

Antífona da comunhão.

Sois minha rocha, meu refúgio e salvador! Ó meu Deus, sois o rochedo que me abriga! (Sl 17,3).

ORAÇÕES DO DIA:

Oração do dia ou Oração da coleta.

Ó Deus, fonte de todo bem, atendei ao nosso apelo e fazei-nos, por vossa inspiração, pensar o que é certo e realizá-lo com vossa ajuda. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Preces da Assembleia ou Oração da Assembleia:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Exaltemos o Senhor, pois Santo é nosso Deus. Em sua misericórdia, façamos nossas preces clamando:

— Ó Senhor, dai-nos a vida e a paz!

1. POR aqueles que são sinais vivos da aliança de amor, principalmente com os pobres e sofredores, clamemos ao Senhor.

2. PARA que, acolhendo a Palavra da vida, a pratiquemos em nossas atitudes, gestos e palavras, clamemos ao Senhor.

3. PARA que cessem a maldade, a injustiça e tudo o mais que não favorece a vida no mundo, clamemos ao Senhor.

4. POR todos os namorados, para que assumam com responsabilidade a fidelidade esta etapa de suas vidas, clamemos ao Senhor

(Intenções próprias da Comunidade).

Orientai nossas vidas, ó Deus, para que correspondamos sem cessar convosco, que viveis e reinais para sempre.

– 2ª:

— Senhor, escutai nossa prece.

1. Pelos ministros da Igreja ordenados e leigos, rezemos.

2. Pelos legisladores que, em seu ofício, se empenham em promover a vida do povo, rezemos.

3. Pelos juízes íntegros em suas decisões, rezemos.

4. Pelos pais educadores, professores e catequistas, rezemos.

5. Pelos namorados que se preparam para o casamento, rezemos.

(Intenções próprias da Comunidade).

Oração sobre as oferendas.

Senhor nosso Deus, vede nossa disposição em vos servir e acolhei nossa oferenda, para que este sacrifício vos seja agradável e nos faça crescer na caridade. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Ó Deus, que curais nossos males, agi em nós por esta eucaristia, libertando-nos das más inclinações e orientando para o bem a nossa vida. Por Cristo, nosso Senhor.

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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