Liturgia Diária 15/JUN/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 15/JUN/2013 (sábado)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Segunda Carta de são Paulo aos Coríntios (2Cor 5,14-21).

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 14 o amor de Cristo nos pressiona, pois julgamos que um só morreu por todos, e que, logo, todos morreram. 15 De fato, Cristo morreu por todos, para que os vivos não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. 16 Assim, doravante, não conhecemos ninguém conforme a natureza humana. E, se uma vez conhecemos Cristo segundo a carne, agora já não o conhecemos assim. 17 Portanto, se alguém está em Cristo, é uma criatura nova. O mundo velho desapareceu. Tudo agora é novo. 18 E tudo vem de Deus, que, por Cristo, nos reconciliou consigo e nos confiou o ministério da reconciliação. 19 Com efeito, em Cristo, Deus reconciliou o mundo consigo, não imputando aos homens as suas faltas e colocando em nós a palavra da reconciliação. 20 Somos, pois, embaixadores de Cristo, e é Deus mesmo que exorta através de nós. Em nome de Cristo, nós vos suplicamos: deixai-vos reconciliar com Deus. 21 Aquele que não cometeu nenhum pecado, Deus o fez pecado por nós, para que nele nós nos tornemos justiça de Deus.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 102, 1-2. 3-4. 8-9. 11-12 (R. 8a)).

— 8a O Senhor é indulgente, é favorável.

8a O Senhor é indulgente, é favorável.

— Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / e todo o meu ser, seu santo nome! / Bendize, ó minha alma, ao Senhor, / não te esqueças de nenhum de seus favores!

— Pois ele te perdoa toda culpa, / e cura toda a tua enfermidade; / da sepultura ele salva a tua vida / e te cerca de carinho e compaixão.

— O Senhor é indulgente, é favorável, / é paciente, é bondoso e compassivo. / Não fica sempre repetindo as suas queixas, / nem guarda eternamente o seu rancor.

— 11 Quanto os céus por sobre a terra se elevam, / tanto é grande o seu amor aos que o temem; 12 quanto dista o nascente do poente, / tanto afasta para longe nossos crimes.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 5,33-37).

Mt 5,33-37 (sim sim não não - não jure por nada)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 33 “Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: ‘Não jurarás falso, mas cumprirás os teus juramentos feitos ao Senhor’. 34 Eu, porém, vos digo: Não jureis de modo algum: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; 35 nem pela terra, porque é o suporte onde apoia os seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do Grande Rei. 36 Não jures tampouco pela tua cabeça, porque tu não podes tornar branco ou preto um só fio de cabelo. 37 Seja o vosso ‘sim’: ‘sim’, e o vosso ‘não’: ‘não’. Tudo o que for além disso vem do Maligno”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

Preparo-me para a Leitura Orante, rezando:

– Venham, ó nações, ao Senhor cantar (bis)

– Ao Deus do universo, venham festejar (bis)

– Seu amor por nós, firme para sempre (bis)

– Sua fidelidade dura eternamente (bis)

– Toda a terra aclame, cante ao Senhor (bis)

– Sirva com alegria, venha com fervor (bis)

– Nossas mãos orantes para o céu subindo (bis)

– Cheguem como oferenda ao som deste hino (bis)

– Glória ao Pai, ao Filho e ao Santo Espírito (bis)

– Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito (bis)

Ó Jesus Mestre, Verdade-Caminho-Vida, tem piedade de nós.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 5,33-37.

O autêntico discípulo não tem necessidade de jurar para que seja acreditado. O sim do discípulo é sim. O não é não. É coerente, transparente, verdadeiro.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que o texto diz para mim, hoje?

Sou uma pessoa autêntica, que diz “sim” quando é sim e, “não” quando é não?

Recordo o que disseram os bispos, em Aparecida: “Nossas comunidades levam o selo dos apóstolos e, além disso, reconhecem o testemunho cristão de tantos homens e mulheres que espalharam em nossa geografia as sementes do Evangelho, vivendo valentemente sua fé, inclusive derramando seu sangue como mártires. Seu exemplo de vida e santidade constitui um presente precioso para o caminho cristão dos latino-americanos e, simultaneamente, um estímulo para imitar suas virtudes nas novas expressões culturais da história. Com a paixão de seu amor a Jesus Cristo, foram membros ativos e missionários em sua comunidade eclesial. Com valentia, perseveraram na promoção dos direitos das pessoas, foram perspicazes no discernimento crítico da realidade à luz do ensino social da Igreja e críveis pelo testemunho coerente de suas vidas. Nós, cristãos de hoje, acolhemos sua herança e nos sentimos chamados a continuar com renovado ardor apostólico e missionário o estilo evangélico de vida que nos transmitiram.” (DAp 275).

… e a VIDA… (orar…).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, com todo o povo:

Senhor Jesus, tu que és luz que ilumina nossa vida, caminho que devemos seguir, verdade que devemos acreditar e anunciar e vida que devemos viver; faze que possamos viver o que os discípulos de Emaús viveram: uma experiência pessoal com o teu amor que se revela e se expressa no nosso anúncio e testemunho. Amém.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual meu novo olhar a partir da Palavra? Olho com carinho para o povo em sua fé autêntica e percebo que, “não obstante as debilidades e misérias humanas, a Igreja goza de um alto índice de confiança e de credibilidade por parte do povo.

REFLEXÕES:

(4) – JESUS CONDENA TODO TIPO DE JURAMENTO.

Trata-se da quarta antítese. “Não jurar” invoca a sinceridade, outra forma de pureza de coração. É uma forma de pureza de espírito, pela qual, quando se é “pobre”, não se teme nada. Trata-se de uma pessoa livre, cuja liberdade se exprime no falar. Esta atitude nasce da simplicidade, do desapego das coisas, da pureza, como dissemos.

Esta antítese diferencia-se das demais por não se referir às relações humanas, mas a um dever em relação a Deus. O juramento é uma promessa acompanhada de uma invocação da divindade. Jesus condena todo tipo de juramento (vv. 34-36). Para não pronunciar o nome de Deus, os judeus juravam pelo céu, pela Cidade Santa etc. Os falsos juramentos de Levítico 19,12, Jesus estende-os a todo juramento. Se Jesus prescreve não jurar em hipótese alguma, é porque o homem não pode engajar na sua própria palavra o que pertence a Deus. Isto seria uma tentativa de pôr Deus a seu serviço.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – DEUS NOS CHAMA A VIVER A AUTENTICIDADE.

Aquilo que Deus nos chama a viver, no dia de hoje, é a autenticidade. A autenticidade de vida nos convida a combater toda duplicidade que o nosso coração queira viver.

“Seja o vosso ‘sim’: ‘sim’, e o vosso ‘não’: ‘não’. Tudo o que for além disso vem do Maligno” (Mt 5,37).

Que maravilha! Aquilo que Deus nos chama a viver, no dia de hoje, é a autenticidade. A autenticidade de vida nos convida a combater toda duplicidade que o nosso coração queira viver, ou seja, termos duas palavras, duas caras, uma hora dizer uma coisa, outra hora dizer algo diferente.

Nós temos uma palavra só, temos uma única afirmação. Não precisamos reforçar nossa palavra, não precisamos de ninguém que jure por nós.

O mundo de hoje, tão corrompido pela mentira, pela falsidade e hipocrisia, contamina-nos por esse mal, mas aquele que é de Deus se purifica, no sentido dúbio das palavras, aquele que é de Deus assume, com autenticidade, o que pensa, o que diz, o que fala; não usa a palavra de acordo com os seus interesses. Quando começamos a viver assim, nós estamos vivendo de acordo com a ação do maligno em nós. A autenticidade de vida quer dizer: ‘ter uma só palavra’.

Que o Senhor nos ensine a sermos autênticos e não deixarmos o nosso coração ter dubiedade.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – NÃO SE DEVE JURAR.

A Lei proibia apenas o juramento falso e exigia o cumprimento do juramento feito. Jesus foi além, proibindo qualquer forma de juramento. Portanto, o discípulo do Reino deveria evitar servir-se deste expediente para dar credibilidade à sua palavra.

rigor de Jesus visava criar no coração do discípulo um clima de sinceridade e transparência, a ponto de não precisar recorrer ao artifício do juramento quando falasse ou prometesse algo. A mentira e o dolo são incompatíveis com o proceder do discípulo do Reino. Quem recorre a expedientes deste tipo, renega sua adesão ao Senhor.

Outro objetivo da proibição de Jesus era evitar a vulgarização de Deus. O juramento falso infringe o mandamento que veta usar em vão do nome de Deus. O discípulo autêntico não tem necessidade de, a cada passo, lançar mão deste recurso para fazer-se crido. O sim do discípulo é sim e o não é não. Não lhe interessa enganar. Tudo quanto é dito fora destes limites não vem de Deus, por isso tem que ser evitado.

A formulação tradicional do mandamento, no pensar de Jesus, não era suficiente para garantir relações sadias no interior da comunidade cristã. A necessidade de continuamente invocar o nome de Deus, para garantir o trato mútuo, podia ser indício de que o Reino ainda não tinha chegado a transformar o interior do discípulo.

Oração: Senhor Jesus, dá-me a graça da sinceridade e da transparência, para que eu seja sempre honesto no trato com o meu próximo.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

Seja vosso “sim” “sim” e vosso “não” “não” (Mt 5,37).

Em função do Reino de Deus, Jesus modifica o ensino dos “antigos” a respeito do juramento.

Os que entram no Reino de Deus abandonaram qualquer forma de juramento, pois ele não é necessário e realizável, já que …não podes tornar branco ou preto um só fio de cabelo (Mt 5,36).

Em vez de fazer juramentos, basta-nos ser honestos: Seja vosso “sim” “sim” e vosso “não” “não” (Mt 5,37).

Entretanto, o próprio Deus faz juramentos no Antigo Testamento.

Como fica isso de acordo com o ensino de Jesus?

Poderíamos responder: “é porque Deus pode tornar branco ou preto qualquer fio de cabelo”.

Ou seja, quem realmente pode jurar é apenas Deus.

Deus jurou a Abraão que lhe daria a terra prometida (Gn 25,7; Hb 6,13). Ele jurou e cumpriu.

De nossa parte, sejamos fiéis ao ensinamento de Jesus: jamais digamos “juro por Deus”, nem “de brincadeira”. É uma leviandade, um pecado contra o 2º Mandamento: Não tomar Seu Santo Nome em vão.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – QUE O VOSSO “SIM” SEJA SIM E QUE O VOSSO “NÃO” SEJA NÃO.

Não sabes o que a obediência é capaz de produzir: com um sim, com um simples sim – “Faça-se em mim segundo a tua palavra” –, Maria torna-se Mãe do Altíssimo. Ao fazê-lo, declara-se sua serva (Lc 1,38), mantendo embora intacta a sua virgindade, que tão cara era a Deus e a seus próprios olhos. Com este sim de Maria, o mundo obtém a salvação, a humanidade é resgatada. Tratemos então, nós, de também fazer a vontade a Deus e de dizer sempre que sim ao Senhor.
[…] 
Que Maria te faça florir na alma virtudes sempre novas e que vele por ti. Ela é o mar que temos de atravessar para alcançarmos as margens dos esplendores da aurora eterna; mantém-te portanto sempre perto dela. […]

Apoia-te na cruz de Cristo, como fez Maria, e nela encontrarás grande conforto. Maria permaneceu de pé junto do seu filho crucificado (Jo 19,25). Nunca Jesus a amou tanto como nesse momento de inexprimível sofrimento.

(São (Padre) Pio de Pietrelcina (1887-1968), capuchinho – FSI 32, FM 167, Ep 3, 564).

(14) – EU VOS DIGO: NÃO JUREIS DE MODO ALGUM.

A quarta antítese é “não jurar”. A fórmula é a mesma, cita o mandamento e o ensinamento de Jesus, primeiro de maneira geral “não jurar” e depois em casos específicos: pelo céu, pela terra, por Jerusalém, pela cabeça. Estamos ante uma crítica aos frequentes juramentos que eram feitos e não cumpridos. Muitos homens e mulheres, geralmente gente simples do povo, que foram condenados por falso juramento.

A posição de Jesus é radical: não jurar. A palavra humana deve bastar, sem necessidade de colocar Deus como testemunha. Basta dizer sim ou não. Não há por que apelar para Deus para garantir a veracidade do que dizemos. A credibilidade deve ser adquirida dia após dia, por meio de ações que possam ser demonstradas. Ainda que seja humano errar, também é humano corrigir o erro, cumprindo compromissos.

Assim lembramos o valor de nossas palavras, ditas e não ditas. A condenação de Jesus aos juramentos não se refere ao ato em si de jurar, mas à crença judaica de que, usando Deus como substituto da palavra, o ser humano se liberaria de qualquer obrigação.

(Claretianos).

(14) – EU VOS DIGO: NÃO JUREIS DE MODO ALGUM.

Neste Evangelho, Jesus nos pede para dizer sempre a verdade, e para honrarmos a palavra dada, de modo a nunca precisar jurar para provar o que falamos.

Fazer juramento é invocar a Deus como testemunha do que afirmamos. É invocar a veracidade divina como garantia da nossa própria veracidade.

O segundo mandamento nos proíbe o juramento falso. Mas Jesus vai mais longe: “Não jureis de modo algum”. Isso por respeito ao nome de Deus.

“Seja o vosso ‘sim’: ‘sim’, e o vosso ‘não’: ‘não’. Tudo o que for além disso vem do Maligno.” As palavras de Jesus eram sempre verdadeiras, e ele cumpria os compromissos assumidos. Cabe a nós fazermos o mesmo, pois Jesus é o nosso “caminho, verdade e vida.”

“Conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8,32). Um pouquinho na frente, Jesus fala: “O diabo não se manteve na verdade, porque nele não há verdade. Quando ele fala mentira, fala o que é próprio dele, pois ele é mentiroso e pai da mentira” (Jo 8,44).

“A luz veio ao mundo, mas os homens preferiram as trevas, porque suas obras eram más… Já aquele que age conforme a verdade, se aproxima da luz” (Jo 3,19-21). De fato, a sociedade, mergulhada no pecado, não consegue conviver com a verdade.

“Dizem os ímpios, em seus falsos raciocínios: ‘Armemos ciladas contra o justo, porque sua presença nos incomoda. Sua vida tornou-se uma censura para nós, e só o vê-lo já nos é insuportável. Sua vida é muito diferente da nossa, e somos comparados por ele à moeda falsa (Sb 2,1.12-19).

Durante o processo de condenação de Jesus, a certa altura Pilatos lhe perguntou: “Você é rei?” Jesus respondeu: “Sim, sou rei. Eu nasci para dar testemunho da verdade. Todo aquele que está com a verdade ouve a minha voz”. Então, Pilatos perguntou: “Que é a verdade?” (Jo 18,37-38). Ele perguntou, mas logo mudou de assunto, sem esperar a resposta de Jesus, porque Pilatos também tinha medo da verdade. Naquele tempo, muitos pensavam que a verdade é relativa; o que é verdade para um, pode não ser para outro. Por exemplo, a respeito de religião, cada um tem a “sua verdade”. Mas isso é falso. A verdade é uma só. Ela tem uma força incrível, e se impõe por si mesma. A verdade vence. Apesar disso, continuamos mentindo. Mente-se nos negócios, no trabalho, até dentro de casa.

Jesus chamou os fariseus de “sepulcros caiados”. Isso significa que eles eram mentirosos, porque o sepulcro caiado dá uma aparência bonita por fora, mas por dentro é só podridão e mau cheiro. Chamou-os também de “raça de víboras”. A serpente venenosa engana a presa, a fim de abocanhá-la.

“O Espírito da verdade vos conduzirá à verdade plena” (Jo 16,13).

droga é a mentira mais disfarçada que existe. Mentira química. Ela produz um efeito bom na hora, mas é falso; logo aparece o seu efeito verdadeiro, que é bem contrário, é veneno que mata, mata à prestação. Se existe um lugar onde a verdade não tem vez é o mundo das drogas.

Existe aquele provérbio: Mentira tem perna curta. E Jesus falou: “Não há nada escondido que não seja revelado”. Quem vai dizer a última palavra é a verdade, pois Deus, que é a Verdade, governa o mundo.

Havia, certa vez, uma casa que tinha um quarto chamado quarto dos espelhos. As suas paredes eram todas revestidas de espelhos, do piso até o teto. As crianças gostavam de levar cães para esse quarto. Alguns abanavam o rabo e até brincavam com o colega do outro lado. Mas a maioria, ao ver cães dos quatro lados, ficavam bravos. Os “colegas” também ficavam, pronto. O animal acabava batendo o focinho nos espelhos.

Quem vive na verdade não tem medo de olhar de frente para si mesmo. Essas pessoas gostam do silêncio e da contemplação, porque assim podem interiorizar-se. A alma transparente manifesta-se em um olhar tranquilo, um rosto sereno e um sorriso aberto, irradiando paz e felicidade.

Maria Santíssima era totalmente sim. Peçamos a ela que nos ajude a amar a verdade e sempre honrar a nossa palavra dada. Maria do sim, rogai por nós!

Eu vos digo: não jureis de modo algum.

(Pe. Queiroz).

(14) – A PERFEIÇÃO É A VIVÊNCIA DO AMOR DE DEUS.

Neste Evangelho Jesus nos revela que para nos tornamos filhos do Pai que está no céu precisamos agir de acordo como Ele age praticando o mesmo método que Ele usa para conosco. E a primeira regra que Jesus nos aponta é justamente a vivência do amor em todas as circunstâncias, mesmo naquelas em que somos perseguidos pelos inimigos. Assim, pois, Jesus nos ordena: “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”! A perfeição é a vivência do amor de Deus se manifestando dentro de nós. Às vezes confundimos perfeição com perfeccionismo e acreditamos que ser perfeito é fazer tudo certinho para não dar margem a que outras pessoas nos julguem. Jesus, no entanto, vem nos ensinar que ser perfeito é saber perdoar, amar, acolher, aceitar o erro dos outros, assim como Pai o faz. Deste modo, Ele nos ensina a pôr em prática a Lei de Deus que antes era deturpada: amar ao próximo como a nós mesmos. Seremos parecidos (as) com o Pai na medida em que vivenciarmos o Seu Amor nos nossos relacionamentos. Deus ama incondicionalmente ao maior pecador. Aos olhos do mundo o que Jesus nos ensina é um verdadeiro contra senso, pois na maioria das vezes, nós damos o primeiro lugar na nossa vida às pessoas de quem mais gostamos; só oramos por aqueles (as) nossos (as) mais queridos (as); só cumprimentamos a quem simpatizamos; só ajudamos às pessoas que podem nos recompensar; gostamos sempre de permanecer no grupo perto das pessoas com quem mais nos identificamos e assim por diante! As outras pessoas, são como ilustres desconhecidos para não dizermos inimigos e estão fora do nosso convívio. Amar e rezar pelos nossos inimigos e perseguidores é o conselho de Jesus. Por isso, não podemos nos limitar a amar somente àqueles que nos amam, não haveria mérito. Não somos obrigados a gostar ou admirar, Jesus nos ordena que amemos e amar é querer o bem, é ajudar, é reconhecer que todas as pessoas são objeto do Amor de Deus. O Pai perfeito do céu nos ama do jeito que nós somos e não nos cobra e nos perdoa, mesmo quando somos filhos e filhas ingratos. A perfeição, a grandeza e o poder do Pai estão no amor e o Seu Amor foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo, portanto podemos amar os nossos inimigos.

– Você concorda com isso?

– Você faz discriminação de pessoas?

– Você cultiva o hábito de formar panelinhas?

– Você deseja o bem e o sucesso para todo mundo ou só para alguns?

– Você reza pelas pessoas a quem você não aprecia, ou até pelas pessoas que o (a) perseguem?

– Você tem alguém a quem perdoar?

Reze por esta pessoa!

(Helena Colares Serpa).

(14) – NÃO JUREIS DE MODO ALGUM.

Todo mentiroso, toda mentirosa, chega a um ponto que ninguém acredita mais em nenhuma palavra que eles dizem. É por isso que ele vivem jurando por Deus, por tudo que é sagrado, pela alma da minha mãe, quero cair aqui, mortinha se isso não for a pura verdade. Deus é bom. Podia executar o seu falso desejo na hora! Foi por isso que Jesus recomendou-nos hoje para dizer sempre a verdade. Ficar pronunciando o santo nome de Deus em vão, também é pecado grave. Não jure, não seja mentiroso e todos vão acreditar em você. E Você pode reparar que um homem de palavra é aquele que não jura por nada. Ele diz: aconteceu isso, assim, assim, e todos acreditam nas suas palavras.

Homem de palavra é aquele que cumpre o aquilo que promete, o que combinou com você. É um homem de confiança, no qual todos botam fé. Ele custa para aceitar um convite para mais um compromisso, mas se você quer uma coisa bem feita dê a um homem ocupado para fazê-la, diz o ditado popular. Assim, finalmente quando ele aceita, e diz estarei lá tal hora, pode esperar que ele vai cumprir o que acabou de prometer. Já o tratante, fala que vai fazer, jura que vai, e ninguém acredita mais. Este é um homem destinado ao fracasso na vida, porque a condição número um para o sucesso é ser verdadeiro e cumprir o que promete.

O mentiroso é capaz de inventar uma estória na hora, enquanto vai falando. Quem não o conhece, até pode acreditar. Mas quem é da família, vai ouvindo por pura educação. Tais pessoas deveriam escrever romances, que seriam muito bem sucedidas. Então.

Seu filho mente?

Peça para ele inventar umas estorinhas, e escrevê-las. Ele pode se tornar um escritor de novelas ou até mesmo de filmes e ganhar muito dinheiro. Mais na vida real, mentir e não cumprir a palavra dada, é pecado grave.

(José Salviano).

(14) – JURAR EM FALSO.

Meus pais sempre nos chamaram a atenção com rigor, quando na infância ou adolescência, diante de alguma dúvida, por parte deles, a gente Jurava por Deus. Era como se fosse um palavrão proibido lá em casa.

Pela vida afora cansei de ouvir juramentos desse tipo, para cobrir mentiras e enganos pois, jurar por Deus é uma forma de desarmar quem está nos questionando. É usar de maneira banal e leviana o Santo nome de Deus.

O evangelho de hoje trata dessa questão, pois os antigos de Israel, dentro do Judaísmo, costumavam jurar por Deus, mas o faziam dentro de um ritualismo e sem nenhuma falsidade. Jesus vai abolir esse costume antigo e orienta para que não se jure nem por Deus e por nenhuma coisa sagrada relacionada com Deus. Talvez porque naquele tempo também havia os espertalhões que faziam um juramento falso, usando o Santo nome de Deus para trapacear ou fazer algum negócio escuso.

Jesus parte da premissa de que nas relações fraternas não deve lugar para a desconfianças, pois elas devem ser pautadas pela sinceridade onde o SIM é sincero, e o NÃO também. Como diz em outro evangelho, “seja o vosso sim sim, o vosso não não”. Nos Sacramentos manteve-se alguns Juramentos feitos diante de Deus, entre eles o do Matrimônio onde os noivos fazem o consentimento e dizem SIM um ao outro, diante de Deus.

Como já vimos na reflexão de ontem, em muitos casos esse SIM é ignorado, esquecido e desprezado, e após a separação se une a outras pessoas, em uma união adulterada. Há o SIM que pais e padrinhos proferem no rito Batismal de seus Filhos e afilhados, mas nesses dois sacramentos, quanta falsidade e enganação! O Santo nome de Deus é banalizado e ridicularizado, na conduta dos
que se apresentam diante dele para receber um Sacramento.

(Diác. José da Cruz)

(15) – REFLEXÃO.

Vós ouvistes o que foi dito aos antigos… Eu, porém, vos digo. Quem quer conhecer verdadeiramente Jesus não pode se contentar com as coisas antigas, mas deve buscar sempre a novidade do Evangelho. Isso significa que até mesmo o Evangelho não pode tornar-se antigo, tornar-se uma narrativa de fatos passados. O Evangelho deve ser para nós sempre uma novidade, um desafio à descoberta de novos valores que devem marcar a nossa vida e renovar a nossa comunidade e a nossa sociedade. A novidade do Evangelho é sempre atual e insuperável, e aponta para todos nós novos caminhos que devem ser trilhados a fim de que consigamos uma maturidade cada vez maior na fé.

(CNBB).

(20) – SIM, SIM, NÃO, NÃO…

Vivemos em tempo de mentira. Os réus comparecem diante de CPIs e comissões de investigação previamente protegidos com autorizações judiciais para não dar respostas às perguntas que viessem a incriminá-los. Policiais falsificam provas para incriminar inocentes. Juízes venais decidem os processos em favor daqueles que os compraram com dinheiro e vantagens materiais. Fabricantes envolvem seus produtos com rótulos mentirosos, pondo em risco a saúde dos consumidores.

No âmbito familiar, as coisas não são muito melhores. O juramento de fidelidade – na saúde e na doença… – proferido na celebração do matrimônio pode não durar uma breve estação. Logo surgem motivos suficientes para romper o compromisso. As juras de amor revelam-se apenas propaganda enganosa. Rasga-se o compromisso, rasgam-se os corações dos filhos…

Ora, é o demônio o “pai da mentira”, afirma a Escritura (Jo 8,44). Mentiroso desde o início, ele mascara a verdade, semeia a desconfiança em relação a Deus, infiltra a discórdia no coração dos homens. Quem adere à mentira se faz seu escravo. Um pouco mais, e torna-se o seu instrumento de ação…

O primeiro sinal de corrupção moral se manifesta pela mentira. Ainda que os juramentos fossem vistos como algo sagrado e o falso testemunho punido com a mesma pena que caberia ao réu inocente (cf. Dt 19,15ss), o Antigo Testamento registra casos escandalosos, como as falsas acusações contra Susana (Dn 13). Até o Rei Davi tenta esconder seu pecado por meio de mentiras.

No Novo Testamento, a fraude e a mentira de Ananias e Safira acabam punidas com a morte (At 5). O ensinamento moral dos apóstolos insiste no dever de buscar a verdade como distintivo do cristão.

Mas a maior de todas as mentiras, ensina São João, consiste em negar a divindade de Jesus Cristo: “Quem é mentiroso senão aquele que nega que Jesus é o Cristo? Esse é o Anticristo, que nega o Pai e o Filho.” (1Jo 2,22) Nas escolas da União Soviética, as crianças sofriam pesado bombardeio dos mestres para que renegassem a fé cristã. Ao microscópio, mostravam aos pequeninos porções de água benta com bactérias comuns a qualquer tipo de água, para afastá-las da Igreja.

Mesmo assim, levados diante dos juízes, ameaçados e torturados, os apóstolos e seus sucessores preferiram perder a vida a negar a verdade sobre Cristo. Ao longo dos séculos, uma admirável legião de mártires atesta – com seu sangue – que Jesus Cristo é o Senhor.

Nossa vida dá testemunho da verdade?

Orai sem cessar: “Senhor, tua lei é a verdade!” (Sl 119,142).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – SEJA O VOSSO SIM, SIM, E O VOSSO NÃO, NÃO.

Hoje Jesus continua a comentar-nos os Mandamentos. Os israelitas tinham um grande respeito para com o nome de Deus, uma veneração sagrada, pois sabiam que o nome se refere à pessoa e Deus merece todo o respeito, toda a honra e toda a gloria, de pensamento, palavra e obras. Por isso – tendo presente que jurar é pôr Deus como testemunha da verdade que dizemos – a Lei mandava-lhes: “‘Não jurarás falso’, mas ‘cumprirás os teus juramentos’” (Mt 5,33). Mas Jesus ainda vai aperfeiçoar a Lei (e, portanto, a aperfeiçoar-nos segundo a Lei) e dá um passo mais: “não jureis de modo algum, nem pelo céu (…), nem pela terra (…)” (Mt 5,34). Não que jurar em si mesmo seja mau, mas, são necessárias determinadas condições para que o juramento seja lícito, como por exemplo, que haja uma causa justa, grave, séria (pensemos no caso de um juízo) e que aquilo que se jura seja verdadeiro e bom.

Mas o Senhor ainda nos diz mais: “Seja o vosso sim, sim, e o vosso não, não.” (Mt 5,37). Quer dizer, convida-nos a viver a veracidade em todas as ocasiões, a conformar o nosso pensamento, as nossas palavras e as nossas obras na verdade.

Mas, o que é a verdade?

É a grande pergunta que já vemos formulada no Evangelho, pela boca de Pilatos, no juízo contra Jesus, à qual tantos pensadores, ao longo dos tempos, procuraram dar resposta. Deus é a Verdade. Quem vive agradando a Deus, cumprindo os seus Mandamentos, vive na Verdade. Diz o santo Cura de Ars: “A razão porque tão poucos cristãos obrem com a exclusiva intenção de agradar a Deus é porque a maior parte deles estão submetidos à mais espantosa ignorância. Meu Deus, quantas boas obras se perdem para o Céu!” Devemos pensar nisto.

É conveniente formarmo-nos, ler o Evangelho e o Catecismo. Depois, viver segundo o que aprendemos.

(Rev. D. Jordi PASCUAL i Bancells (Salt, Girona, Espanha)).

(25) – NÃO PERJURARÁS.

Mais uma vez, Jesus propõe um segundo grupo de exemplos sobre a verdadeira justiça. Sua advertência tem por objetivo evitar dois modos de não corresponder ao juramento: o perjúrio, mentira redobrada, pois ela é sustentada com solene juramento feito diante de Deus; e a promessa ou o voto não cumprido. Quem cometesse um perjúrio estaria colocando Deus a serviço de uma mentira, pior ainda, tornando testemunha de uma mentira aquele que é santo e verdadeiro. Mas os que pertencem ao Reino deverão falar com sinceridade e retidão, de modo que o seu simples “sim” e “não” pudesse ser acatado como fidedigno diante de Deus e dos homens. Eles estarão exprimindo realmente o que pensam em seu coração.

Por conseguinte, o uso desrespeitoso do nome de Deus implica uma usurpação do que pertence a Deus. Os fariseus reconheciam que o nome de Deus é santo, não podendo ser pronunciado nem para prestar um juramento. Esquecem-se, porém, que também é uma falta de respeito a Deus utilizar circunlóquios para nomeá-lo. Por isso, diz Jesus: “Não jureis de maneira alguma; nem pelo céu, pois é o trono de Deus; nem pela terra, pois é o escabelo de seus pés, nem por Jerusalém, pois é a cidade do grande Rei”. Não pertence ao homem fazer Deus intervir para garantir a sua palavra. Ele será humilde, pois não tem nem mesmo “o poder de tornar um só cabelo branco ou preto” (v.36). Sua palavra corresponderá à realidade, como também ao seu agir, pois, antes de tudo, a palavra traduzirá o que está presente em seu coração.

O discípulo de Jesus ouve suas palavras não como proibição de proferir um juramento, pois este se torna inútil pela seriedade e solidez de sua palavra. Caso contrário, ser honesto não seria suficiente e honrável. Assim, escreve S. Hilário de Poitiers: “Os que vivem na simplicidade da fé não têm necessidade do vínculo do juramento”. A palavra do discípulo é sólida não só pelo seu valor moral, mas porque reflete a força e a verdade que são as do próprio Senhor.

CELEBRAÇÃO DE HOJE:

10ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA).

MONIÇÕES:

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

O Evangelho é a verdade eterna de Cristo na terra e a certeza da felicidade no céu. Por meio dele, alcançamos a salvação e ele faz perecer no mundo a mentira e a falsidade. Nele, resplandecem a fidelidade e a verdade. Devemos sim penetrar profundamente em nós mesmos, para que seja sincera nossa fé: o sim seja Sim e o não seja Não!

– 2ª:

Da proposta do evangelho pode nascer um mundo novo e reconciliado no qual imperem a verdade e a sinceridade e do qual sejam banidas toda desconfiança e mentira.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Cristo é a nova e eterna aliança do amor do Pai, e Ele estabeleceu entre nós a verdadeira relação humana, que é a verdade. E todo aquele que nele está é uma nova criatura, e não necessita de qualquer juramento para firmar sua verdade. Escutemos a Palavra de Deus.

– 2ª:

A morte e ressurreição de Cristo gera nova humanidade, constituída de pessoas verdadeiras e responsáveis que vivem em espírito de reconciliação.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Inclinai meu coração às vossas advertências, e dai-me vossa lei como um presente vantajoso! (Sl 118).

ANTÍFONAS:

Antífona da entrada.

O Senhor é minha luz e minha salvação, a quem poderia eu temer? O Senhor é o baluarte de minha vida, perante quem tremerei? Meus opressores e inimigos, são eles que vacilam e sucumbem (Sl 26,1s).

Antífona da comunhão.

Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra seu refúgio (Sl 33,9).

ORAÇÕES DO DIA:

Oração do dia ou Oração da coleta.

Ó Deus, fonte de todo bem, atendei ao nosso apelo e fazei-nos, por vossa inspiração, pensar o que é certo e realizá-lo com vossa ajuda. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Oração Universal ou Oração dos Fiéis.

Conforme nos orienta a IGRM, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:
a) Intenções pelas necessidades da Igreja;
b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) Intenções pela comunidade local;
e) Intenções pessoais da comunidade.

Oração sobre as oferendas.

Sejam aceitos por vós, ó Deus, os frutos do nosso trabalho que trazemos ao vosso altar em honra de santo Antônio, e concedei que, livres da avidez dos bens terrenos, tenhamos em vós a única riqueza. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Ó Deus, pela força deste sacramento, conduzi-nos constantemente no vosso amor, a exemplo de santo Antônio, e completai, até a vinda de Cristo, a obra que começastes em nós. Por Cristo, nosso Senhor.

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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