Liturgia Diária 18/JUN/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 18/JUN/2013 (terça-feira)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (2Cor 8,1-9).

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.

1 Irmãos, queremos levar ao vosso conhecimento a graça de Deus que foi concedida às Igrejas da Macedônia. 2 Com efeito, em meio a grandes tribulações que as provaram, a sua extraordinária alegria e extrema pobreza transbordaram em tesouros de liberalidade. 3 Eu sou testemunha de que esses irmãos, segundo os seus recursos, por sua própria iniciativa 4 e com muita insistência, nos pediram a graça de participar da coleta em favor dos santos de Jerusalém. 5 E, indo além de nossas expectativas, puseram-se logo à disposição do Senhor e também à nossa, pela vontade de Deus. 6 Por isso solicitamos a Tito que, assim como a iniciou, ele leve a bom termo entre vós essa obra de generosidade. 7 E como tendes tudo em abundância – fé, eloquência, ciência, zelo para tudo, e a caridade de que vos demos o exemplo – assim também procurai ser abundantes nesta obra de generosidade. Não é uma ordem que estou dando; mas é para testar a sinceridade da vossa caridade que eu lembro a boa vontade de outros. 9 Na verdade, conheceis a generosidade de nosso Senhor Jesus Cristo: de rico que era, tornou-se pobre por causa de vós, para que vos torneis ricos, por sua pobreza.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 145,2. 5-6. 7. 8-9a (R. 1)).

— 1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

1 Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

— 2 Bendirei ao Senhor toda a vida, / cantarei ao meu Deus sem cessar!

— 5 É feliz todo homem que buscaseu auxílio no Deus de Jacó, /que põe no Senhor a esperança. / 6 O Senhor fez o céu e a terra, † fez o mar e o que neles existe. / O Senhor é fiel para sempre.

— 7 Faz justiça aos que são oprimidos; † ele dá alimento aos famintos, / é o Senhor quem liberta os cativos.

— 8Senhor abre os olhos aos cegos, / o Senhor faz erguer o caído, /Senhor ama aquele que é justo. / 9a É o Senhor quem protege o estrangeiro.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 5,43-48).

Mt 5,43-48 (ame os seus inimigos)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43 “Vós ouvistes o que foi dito: ‘Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!’ 44 Eu, porém, vos digo: ‘Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!’ 45 Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos. 46 Porque, se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis? Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47 E se saudais somente os vossos irmãos, que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48 Portanto, sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

Preparo-me para a Leitura Orante, fazendo, com todos os que navegam na internet o oferecimento do dia:

Bom-dia, Senhor Deus e Pai!

ti, a nossa gratidão pela vida que desperta, pelo calor que cria vida, pela luz que abre nossos olhos.

Nós te agradecemos por tudo que forma nossa vida, pela terra, pela água, pelo ar, pelas pessoas.

Inspira-nos com teu Espírito Santo os pensamentos que vamos alimentar, as palavras que vamos dizer, os gestos que vamos dirigir, a comunicação que vamos realizar.

Abençoa as pessoas que nós encontramos, os alimentos que vamos ingerir.

Abençoa os passos que nós dermos, o trabalho que devemos fazer.

Abençoa, Senhor, as decisões que vamos tomar, a esperança que vamos promover, a paz que vamos semear, a fé que vamos viver, o amor que vamos partilhar.

Ajuda-nos, Senhor, a não fugir diante das dificuldades, mas a abraçar com amor as pequenas cruzes deste dia.

Queremos estar contigo, Senhor, no início, durante e no fim deste dia.

Amém.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que a Palavra diz?

Leio, na Bíblia, o texto do dia Mt 5,43-48.

proposta de Jesus é de uma grande atualidade. O “olho por olho”, “dente por dente” dos pagãos ficou superado. Agora não se deve revidar ofensa, descontar agressões. No Novo Testamento o amor supera tudo isso. A novidade está em avançar: não apenas amar quem nos ama, mas amar aqueles que não nos amam e até aqueles que são nossos inimigos. O Pai é bom para com todos.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que a Palavra diz para mim?

Palavra me faz um convite a viver o amor como o viveu Jesus Cristo. Os bispos da América Latina disseram: “A Igreja é comunhão no amor. Esta é sua essência através da qual é chamada a ser reconhecida como seguidora de Cristo e servidora da humanidade. O novo mandamento é o que une os discípulos entre si, reconhecendo-se como irmãos e irmãs, obedientes ao mesmo Mestre, membros unidos à mesma Cabeça e, por isso, chamados a cuidarem uns dos outros (1 Cor 13; Cl 3,12-14).” (DAp 161).

… e a VIDA… (orar…).

O que a Palavra me leva a dizer a Deus?

Rezo:

Jesus Mestre Verdade, Caminho e Vida.

Jesus Mestre, santificai minha mente e aumentai minha fé.

Jesus, Mestre vivo na Igreja, atraí todos à vossa escola.

Jesus Mestre, libertai-me do erro, dos pensamentos inúteis e das trevas eternas.

Jesus Mestre, caminho entre o Pai e nós, tudo vos ofereço e de vós tudo espero.

Jesus, caminho da santidade, tornai-me vosso fiel seguidor.

Jesus caminho, tornai-me perfeito como o Pai que está nos céus.

Jesus vida, vivei em mim, para que eu viva em vós.

Jesus vida, não permitais que eu me separe de vós.

Jesus vida, fazei-me viver eternamente na alegria do vosso amor.

Jesus verdade, que eu seja luz para o mundo.

Jesus caminho, que eu seja vossa testemunha autêntica diante dos homens.

Jesus vida, fazei que minha presença contagie a todos com o vosso amor e a vossa alegria.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual o meu novo olhar a partir da Palavra?

Hoje, vou procurar olhar as pessoas com o coração de Deus que faz nascer o sol para todos, sem distinção. Quero amar a todos porque todos são amados por Deus.

REFLEXÕES:

(4) – A POSTURA DO MISERICORDIOSO.

Sexta antítese. Trata-se, aqui, da postura do misericordioso, daquele que sabe suportar a perseguição, daquele que aceita o mal permanecendo “fazedor de paz”, de perdão, daquele que não tem nada a perder porque o seu tesouro é fazer o exigido pelo evangelho, que mostra a nossa filiação divina. A partir do momento em que aceitamos o evangelho da paternidade de Deus, nos comportamos com a confiança, a serenidade, a certeza dos bens maiores que são próprios dos filhos. “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito.” Além da integridade física e moral, a perfeição tem o significado de fidelidade na observância da Lei (Sl 119[118],1). A passagem paralela de Lucas (6,36) põe o acento sobre a misericórdia do Pai, que se é convidado a imitar. Mas a perfeição do Pai está na universalidade do seu amor, que é dom absolutamente gratuito.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – PRECIOSA É A NOSSA ORAÇÃO POR AQUELES QUE NOS PERSEGUEM.

Precisamos desejar todo o bem àqueles que nos perseguem, e o nosso querer bem tem de ser o mais ativo, porque, se tem uma coisa que é preciosa é a nossa oração.

“Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem!” (Mt 5,44).

No fundo, essa é uma das coisas mais difíceis de se viver no segmento de Jesus Cristo. Para mim, uma das mais importantes e fundamentais características dos discípulos de Jesus é a capacidade de amar, de querer bem a quem não nos quer bem.

Amar os inimigos quer dizer querer que ele esteja bem, querer que tudo seja próspero para ele. Orar por aqueles que nos perseguem é a melhor resposta que podemos dar àqueles que nos fizeram algum mal nessa vida.

Às vezes, nossa atitude é de total indiferença, de frieza; nós, simplesmente, eliminamos alguém de nossa vida. No fundo, essa pessoa sai do nosso consciente, mas fica em nosso inconsciente e vai para o porão do nosso coração, da nossa vida. Muitas vezes, elas estão lá, marcando nossos sonhos, trazendo-nos pesadelos e más lembranças.

Volto a lhes dizer: nós não precisamos andar de braços dados com essas pessoas, e pode ser que elas nem queiram mais falar conosco. O que precisamos é desejar todo o bem a ela, e o nosso querer bem tem de ser o mais ativo, porque, se tem uma coisa que é preciosa é a nossa oração.

É importante que, em nossas orações, na nossa intimidade com Deus, haja espaço para pedirmos e suplicarmos por aqueles que não nos querem bem. Orarmos mesmo, desejarmos que o Senhor as abençoe, as proteja e livre-as de todo o mal. É preciso, inclusive, verbalizar suas intenções.

“Senhor, abençoe a quem me fez muito mal, abençoe a este, aquele e também aquele outro; guarde seus passos, ilumine sua vida.”

Se nós somos seguidores do Senhor do bem, o que nós podemos desejar, até para o pior dos seres humanos, é que a graça de Deus os acompanhe.

Deus abençoe você neste dia!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – O AMOR AOS INIMIGOS.

Jesus apelou para o modo de proceder do Pai para ensinar o amor aos inimigos. O Pai não faz distinção das pessoas entre boas e más, quando concede seus benefícios à humanidade. O sol e a chuva derramam-se abundantes sobre todos e lhes são benéficos, independentemente, de sua conduta.

discípulo do Reino, do mesmo modo, não divide as pessoas em boas e más, santas e pecadoras, amigas e inimigas, sendo atencioso e serviçal para umas e repelindo as outras. Porém, a atitude do discípulo pode não encontrar correspondência por parte de outras pessoas e, eventualmente, ser hostilizado por elas. Pois bem, embora tenha que sofrer, o discípulo não retribui com a mesma moeda. Ele bendiz, quando lhe maldizem. Dispõe-se a fazer o bem a quem lhe nutre ódio. Intercede por seus perseguidores e caluniadores. Esta é a marca registrada do discípulo.

Se agisse de outra forma, o discípulo não se distinguiria de um não-discípulo. Revidar ódio com ódio e maldição com maldição não é novidade. O discípulo, inspirado no agir do Pai, vai na contramão da cultura reinante. Aí, sim, ele mostra ser o Pai o modelo e o motivo de sua ação. Aliás, o Pai se torna para ele modelo de perfeição. Quando mais o discípulo é capaz de agir sem fazer acepção de pessoas, tanto mais próximo da perfeição estará.

Oração: Senhor Jesus, livra-me de dividir a humanidade em bons e maus e aproxima-me sempre mais da perfeição do Pai que não faz acepção de pessoas.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

… amai vossos inimigos e rezai por aqueles que vos perseguem (Mt 5,44).

Novamente, deparamo-nos com um ensinamento surpreendente de Jesus: amar os inimigos e pedir a Deus por eles.

No Antigo Testamento não há um texto que mande odiar os inimigos, mas esse era o comportamento mais comum em tempos de guerras. Contudo, Jesus não fala aqui de inimigos de guerra, e sim inimigos comuns, que todas as pessoas podem ter.

Para conseguir amar os inimigos é necessário:

– vencer o ódio provocado por ofensas graves da parte deles;

– vencer ressentimentos que duram muito tempo dentro de nós;

– vencer o desejo de vingança, que por instinto sentimos e

– mais do que tudo, é preciso ter capacidade de perdoar.

Se essas coisas nos parecem difíceis, lembremo-nos do que já consideramos no dia de ontem:

– Jesus cumpriu este ensinamento com seu comportamento: perdoou seus inimigos e rezou por eles a Deus;

– o exemplo de Jesus é de mansidão e humildade;

– tudo isso Ele conseguia porque era sábio: odiar o inimigo tem consequências piores do que amá-los.

Portanto, ouçamos Jesus dando este ensinamento, vendo nele mansidão, humildade, sabedoria e caridade em relação a nós. E que Ele nos faça também mansos e humildes de coração.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – AMAR OS INIMIGOS.

Há na comunidade uma irmã que tem o talento de me desagradar em todas as coisas; os seus modos, as suas palavras, o seu carácter eram-me muito desagradáveis. No entanto é uma santa religiosa que deve ser muito agradável ao bom Deus; assim, não querendo ceder à antipatia natural que sentia, disse a mim própria que a caridade não devia ser composta por sentimentos, mas por obras. Decidi então fazer por esta irmã aquilo que faria pela pessoa que mais amasse. Cada vez que a encontrava rezava ao Senhor por ela, oferecendo-Lhe todas as suas virtudes e méritos. Sentia que isso agradava a Jesus, pois não existe artista que não goste de receber louvores pelas suas obras e Jesus, o artista das almas, fica feliz quando não nos detemos no exterior mas, penetrando até ao santuário íntimo que Ele escolheu para morar, admiramos a sua beleza.

Não me contentava em rezar muito pela irmã que me suscitava tantos combates, obrigava-me a fazer-lhe todos os favores possíveis e, quando tinha a tentação de lhe responder de modo desagradável, contentava-me em lhe fazer o meu sorriso mais amável e fazia por desviar a conversa. […] E também muitas vezes […], tendo algumas relações de trabalho com essa irmã, quando os embates eram demasiado violentos, fugia como um desertor. Como ela ignorava totalmente o que eu sentia por ela, nunca desconfiou dos motivos da minha conduta e continua persuadida de que o seu carácter me agrada. Um dia, no recreio, disse-me mais ou menos estas palavras com um ar muito contente: “Pode dizer-me, irmã Teresa do Menino Jesus, o que a atrai tanto em mim, pois de cada vez que olha para mim vejo-a sorrir?” Ah, o que me atraía era Jesus, escondido no fundo da sua alma. Jesus torna doces as coisas mais amargas.

(Santa Teresinha do Menino Jesus (1873-1897), carmelita, doutora da Igreja – Manuscrito autobiográfico C 13 v°-14 r°).

(14) – SEJAM PERFEITOS COMO É PERFEITO O PAI DE VOCÊS QUE ESTÁ NO CÉU.

Numa sociedade onde impera o individualismo, a competitividade, o povo vai se distanciando cada vez mais do projeto de Deus, tornando indiferente aos apelos de Jesus, que vem nos trazer uma proposta de vida nova fundamentada no amor!

palavra amor, ecoa nos ouvidos de todos, porém, ela só encontra ressonância no coração daqueles que se abrem ao amor de Deus!

amor é a nossa primeira vocação, pois Deus nos criou por amor e para o amor, portanto, é o amor de Deus, infundido em nossos corações, que deve nos levar a amar até mesmo àqueles que nos perseguem.

Querer o bem do outro, independente do que ele tenha feito contra nós, é amar do jeito que Jesus amou, é amar o outro, pelo simples fato de sermos filhos do mesmo Pai!

Como seguidores de Jesus, temos que fazer a diferença no mundo, amar também aqueles que não nos querem bem, se amarmos somente as pessoas que nos amam, que diferença faremos?

Que recompensa mereceremos?

amor divino é a fonte que sustenta o amor humano, no qual, encontramos o modelo de perfeição, portanto, quem ama verdadeiramente, ama com o amor de Deus!

Não são as diferentes formas de comportamento das pessoas, que vão determinar as nossas atitudes para com eles, e sim, o amor gratuito de Deus em nós! É este amor, que nos leva a superar toda e qualquer forma de injustiça.

O ponto determinante do evangelho de hoje, é o amor, o amor sem fronteira, o amor que não impõe condições, que seja unicamente uma oferta de gratuidade!

As palavras de Jesus no texto de hoje, provocam-nos para um grande desafio: “amar os nossos inimigos”! Como tornar isso possível, se humanamente estamos sempre prontos para o revide? Jesus, vem quebrar esta barreira do ego humano, nos convidando a pôr fim no círculo vicioso da vingança, dando as ofensas que recebemos, uma resposta de amor.

Jesus nos mostra com o seu testemunho, que não existe espaço para a vontade humana, quando o quesito é o amor!

amor é a presença de Deus em nós, e se Deus é amor, quem vive em Deus, vive no amor, ama com o coração de Deus, abraçando neste amor, até mesmo o inimigo!

“Sejam perfeitos como é perfeito o Pai de vocês que está no céu” Com estas palavras, Jesus nos convida a ser santo! Sabemos que o caminho da Santidade não é fácil, nele inclui a cruz, o desafio de amar quem não nos ama, de dar a vida, se preciso for, por causa do reino.

Os santos viveram isso, por isto chegaram a perfeição!

Ser Santo, é viver no amor, é o grande desafio de buscar a perfeição em meio às imperfeições do mundo.

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho.).

(14) – AMAI OS VOSSOS INIMIGOS.

2 Coríntios 8, 1-9 – “ricos da graça de Deus”

generosidade de coração é o tema central desta mensagem de São Paulo. Ele faz um apelo à Comunidade dos Coríntios para que sejam generosos com os irmãos da Igreja de Jerusalém assim como fizeram os membros das Igrejas na Macedônia. A graça de Deus agiu e os macedônios, mesmo em meio a grandes tribulações, e extrema pobreza viveram a alegria da generosidade participando da coleta em favor dos mais necessitados de Jerusalém. Eles superaram as expectativas colocando-se à disposição do Senhor em favor de uma boa obra. Dar é uma ação concreta da nossa fé na providência e na graça de Deus. O ato de ofertar, não depende do tanto que nós possuímos, mas da abertura do nosso coração. Às vezes, apesar dos nossos poucos recursos, nós pedimos a Deus a graça de poder participar e Ele nos concede os meios. A nossa confiança em Deus se manifesta também através da nossa generosidade e da nossa doação. São Paulo lembrava aos coríntios que os dons que eles haviam recebido de Deus, fé, eloquência, ciência e zelo, deveriam ser completados por uma caridade sincera. Os conselhos de São Paulo aos coríntios servem de ensinamento para que nós, seguindo o exemplo de Cristo, nos tornemos ricos da graça de Deus. Cristo, sendo rico, tornou-se pobre por causa de nós para que nos tornássemos ricos por Sua pobreza. O Senhor também testa a sinceridade da nossa caridade que não consiste na dimensão do que nós oferecemos, mas na autenticidade da nossa doação: “segundo os nossos recursos e mesmo além dos nossos recursos, por nossa própria iniciativa.”

– Como é a sua caridade?

– Você se baseia no que está lhe sobrando ou no tudo que Deus lhe concede?

– Você toma iniciativa própria quando faz algum ato concreto de amor ou espera que venham procurá-lo (a)?

Salmo 145 – “Bendize, ó minha alma, ao Senhor!

Senhor age na vida das pessoas por meio de nós e dos dons que Dele recebemos. Não adianta para nós possuirmos talentos se fechamos o coração para o nosso irmão (ã). Assim é que Deus se utiliza de nós para erguer o caído, abrir os olhos aos cegos e amar aquele que é justo. O Senhor alimenta aos famintos e liberta os cativos através das nossas obras, do nosso testemunho, da caridade que nós praticamos. Para que isso aconteça, nós precisamos buscar o auxílio divino, colocando Nele a nossa esperança e cantar para sempre o Seu louvor.

Evangelho de Mateus 5,43-48 – “amar e rezar pelos inimigos”

sabedoria de Deus é loucura para o mundo. A Lei de Deus nos manda amar ao próximo como a nós mesmos, no entanto, para que vivamos dentro da mentalidade evangélica, Jesus abre o leque e nos recomenda amar e rezar pelos nossos inimigos e perseguidores pondo em prática a Lei de Deus que antes era deturpada. À primeira vista nós não encontramos nenhuma coerência nem mesmo sentido para a ação de rezar pelos inimigos. Porém, a justiça para Deus é a santidade e perfeição dos Seus filhos e filhas. Se nos declaramos filhos (as) do Pai que está no céu, não poderemos agir de outra maneira. Do mesmo jeito que o Pai age conosco, nós também precisamos agir com o nosso próximo. Não podemos nos limitar a amar somente àqueles que nos amam, não haveria mérito. Deus quer o bem de todos nós e torce para que sejamos bons e felizes. O próximo significa aquele (a) que está perto, a quem encontramos, com quem nós convivemos e nos relacionamos, seja ele quem for, mesmo “aqueles que nos perseguem.” Não somos obrigados a gostar ou admirar a todas as pessoas, todavia Jesus nos ordena que as amemos e amar é querer o bem, é ajudar, é reconhecer que todos nós somos objeto do Amor de Deus. Aqui na terra, quando os nossos pais são pessoas de bem, nós alimentamos o propósito de imitá-los. Mais ainda precisamos copiar o Pai perfeito do céu, que nos ama do jeitinho que nós somos. Ele não nos cobra, mas nos perdoa mesmo quando nós somos filhos e filhas ingratos. A perfeição, a grandeza e o poder do Pai estão no amor e o Seu Amor foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo, portanto podemos amar os nossos inimigos.

– Você concorda com isso?

– Você faz discriminação de pessoas?

– Você cultiva o hábito de formar panelinhas?

– Você deseja o bem e o sucesso para todo mundo ou só para alguns?

– Você ora pelas pessoas a quem você não aprecia, ou até pelas pessoas que o (a) perseguem?

– Você tem alguém a quem perdoar? Ore por esta pessoa!

(Helena Serpa).

(14) – AMAI OS VOSSOS INIMIGOS E REZAI POR ELES.

Evangelho de Mateus 5,43-48 – “rezai porque aqueles que vos perseguem”

Muitas vezes confundimos perfeição com perfeccionismo e acreditamos que ser perfeito é fazer tudo muito certo para não dar margem a que outras pessoas nos julguem. Neste Evangelho Jesus vem nos ensinar que ser perfeito é procurar viver de acordo com a condição de filhos do Pai que nos criou para sermos conformes à sua imagem e semelhança. “Assim como o Pai faz nascer o sol sobre maus e bons, sobre justos e injustos”, somos chamados (as), a imitá-Lo e, por conseguinte, aprender com Ele a perdoar, amar, acolher e aceitar o nosso próximo, do jeito que ele é, mesmo que ele esteja fora dos nossos padrões. A perfeição, portanto, é a vivência do amor de Deus em todas as situações da nossa vida e com todas as pessoas e não somente, com aqueles a quem nos é apreciável e fácil fazê-lo. Somos parecidos com o Pai quando vivenciamos o Seu Amor em todos os nossos relacionamentos, pois Deus ama incondicionalmente ao maior pecador. “Amai os vossos inimigos e rezai porque aqueles que vos perseguem”, é o que Jesus nos ordena. Aos olhos humanos o que Jesus nos ensina neste Evangelho é um verdadeiro contra senso, pois, na maioria das vezes, damos o primeiro lugar na nossa vida às pessoas de quem mais gostamos; só oramos por aqueles (as) nossos (as) mais queridos (as); só cumprimentamos a quem simpatizamos; só ajudamos às pessoas que podem nos recompensar; gostamos sempre de permanecer no grupo perto das pessoas com quem mais nos identificamos e assim por diante! As outras pessoas são como ilustres desconhecidos para não dizer inimigos, porque estão fora do nosso convívio. Precisamos, primeiramente, e com urgência, refletirmos a fim de descobrirmos quem são os nossos “inimigos”, quem são aqueles que nos estão “perseguindo” e se estamos rezando por eles. Às vezes, os nossos inimigos e perseguidores estão muito perto de nós e até dentro da nossa casa e simplesmente porque não simpatizarmos muito com eles esquecemo-nos também de rezar e pedir a Deus por eles. Conscientes disso, todavia, sabemos que a graça e o poder do Pai são bastante para que possamos cumprir com a ordem que Jesus nos manda cumprir. Por isso, a partir de hoje, podemos começar a “ser perfeitos como o Pai” e obedecer a Sua voz rezando pelos nossos inimigos como se eles fossem “as pessoas melhores do mundo”.

– Quem são os seus inimigos?

– Você os ama e ora por eles?

– Qual é a sua atitude para com aqueles que o (a) perseguem?

– Você quer ser perfeito (a) como o Pai?

(Helena Serpa).

(14) – AMAI OS VOSSOS INIMIGOS.

“Amai vossos inimigos, fazei bem aos que vos odeiam, orai pelos que vos maltratam e perseguem. Deste modo sereis os filhos de vosso Pai do céu, pois ele faz nascer o sol tanto sobre os maus como sobre os bons, e faz chover sobre os justos e sobre os injustos.”

Já pensou você ter de dar um abraço, ou um beijo no seu inimigo? Bem não bem isso que Jesus está falando. Amar o seu inimigo é desejar para ele o mesmo que você deseja para si próprio. Você não deseja que ninguém seja violento consigo, então não seja violento com ele. Você não deseja que ninguém seja vingativo com você, então não seja vingativo com o seu inimigo.

Você gosta de ser perdoado?

Então perdoa o seu inimigo.

Como pode?

Um homem cristão, piedoso, ter inimigos?

Tem, sim. E isso é tão possível que é o próprio Jesus quem está falando. “… amai vossos inimigos… então inimigos de cristãos, existem. Os profetas eram perseguidos, e até mortos pelos seus inimigos. Aqueles que não gostavam do que os profetas falavam ou denunciavam. Os fariseus e doutores da Lei eram os principais inimigos de Jesus Cristo, o Santo o puro, o Filho de Deus.

Para entender porque temos inimigos, vamos dar uma olhada na sala de aula. A professora, ou o professor, são profissionais cuja profissão se assemelha a um sacerdócio. Isto porque ganham um salário insignificante, desempenham o seu trabalho desgastante de ensinar e educar, com direito a aguentar desaforos dos alunos problemas, desajustados, revoltados oriundos de lares desfeitos ou de pais que brigam na frente deles. Esses alunos, gritam, quebram carteiras, desacatam os professores, funcionários, e podem até bater na professora, ou processar o professor, acusando-o de algum tipo de ofensa, pois não se consideram errados, portanto não admitem serem repreendidos.

Na sociedade também temos os nossos inimigos. É o vizinho que não paga o condomínio, que deixam a torneira e as portas abertas, que nos incomodam com os mais variados tipos de barulhos, e quando reclamamos, eles não gostam, e partem pra cima de nós como aconteceu com aquele jovem que chamou atenção de um senhor que passeava na rua com dois pitbulls soltos. De dentro do seu carro, ele levou um bocado de socos do dono dos cachorros, que pensando não estar fazendo nada de mal, não gostou da advertência, embora aquele jovem tenha falado com toda educação com ele.

Nossos inimigos são essas pessoas, abusadas, egoístas, injustas que bagunçam a ordem estabelecida, nos prejudicam, nos causam prejuízos e ainda nos agridem quando reclamamos das coisas erradas que elas fazem. Às vezes não temos nada mais a fazer contra os abusos de tais pessoas, a não ser rezar por elas, com Jesus nos recomendou.

Se você tem inimigos desse tipo, não precisa deixar a sua oferta no altar e ir fazer as pazes com ele. Espere. Dê tempo ao tempo, e aguarde a oportunidade de um dia reatar, não digo a amizade, mais o relacionamento entre você e ele. Você pode comungar, sim, pois, os desentendimentos entre você e este inimigo não foi culpa sua, porque você só estava combatendo uma injustiça.

Rezemos pelos nossos inimigos sem cessar. Não só para que eles não nos façam nenhum mal, mais pela sua conversão. Para que Deus os ilumine conduzindo-os a enxergar os seus erros e parem de nos incomodar ou prejudicar. Amém.

(José Salviano).

(14) – AMOR NÃO É AMIZADE…

Provavelmente todos nós achamos muito mais difícil amar os nossos inimigos porque confundimos amor com amizade, o que não é a mesma coisa, nem toda amizade acontece entre amigos, as vezes chamamos de amizade uma relação mais tranquila com as pessoas, são relações ocasionais, sem comprometimento algum de ambas as partes, se a relação for mais frequente poderá surgir uma grande amizade motivada pelo respeito e admiração que se nutre pelo outro. Mesmo assim não se trata de amor, logicamente costumamos dizer que amamos nossos amigos, mas nem todos com a mesma intensidade!

amizade requer alguma exterioridade, algo em comum, gestos acenos, apertos de mão e em situações mais delicadas até um abraço … Ainda assim não é amor. O amor é algo presencial, nem sempre precisa ser manifestado porque existe concretamente no coração daquele que ama.

amor existe, mesmo que não haja palavras ou manifestações afetivas e cordiais, o amor ás vezes é feito de silêncio, olhares, expressões, risos ou mesmo pranto. O amor é como o vapor de uma grande caldeira, se não houver uma válvula de escape, acabará explodindo. Por isso não existe amor fechado, em uma comunidade, em um casal, em uma família pois ele é envolvente e abrangente.

Deus não tem por nós uma simples amizade, e nem foi por pura amizade que o Senhor deu a sua vida por todos nós, mas por amor, não um amor que é manifestado por Ele quando nós correspondemos e somos bons, não um amor que tem sua razão de ser por causa de nossas “virtudes” e boas ações, aliás, Deus não teria nenhum motivo para nos amar. Mas trata-se de um amor que simplesmente nos ama. Deus é AMOR e fez de cada homem e cada mulher o objeto desse amor. Deus nos criou porque nos ama, e nos ama porque nos criou.

Só assim podemos compreender um pouco melhor o ensinamento de Jesus nesse evangelho, que desmonta a antiga forma de amor, que é manifestado sob condição e que exige uma correspondência “Amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam e perseguem”. Somente assim somos a imagem e semelhança de Deus, somente assim nos tornamos seus Filhos e Filhas.

Os cristãos que vivem em comunidade, são assim chamados a superar qualquer lei e obrigatoriedade sobre a ação de amar. Mais do que isso, são vocacionados a viver um amor sem medidas, o mesmo amor que levou Jesus a cruz do calvário, é o amor da esperança, o amor que teima em acreditar no Ser humano, porque ele é imagem e semelhança daquele que é o AMOR verdadeiro.

(Diác. José da Cruz).

(14) – AMAI OS VOSSOS INIMIGOS.

Neste Evangelho, Jesus nos pede para amarmos os nossos inimigos. E ele baseia o pedido na frase: “Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus, porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons, e faz cair a chuva sobre os justos e injustos”. Os filhos se parecem com os pais; nós precisamos ser parecidos com o nosso Pai do Céu. E no final deste Evangelho, Jesus fala: “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”.

nossa meta é arrojada, alta e bonita: ter Deus Pai como modelo de vida e imitá-lo. Ser cada vez mais parecidos com ele. E Jesus é para nós a “imagem de Deus invisível”. Imitar a Deus é imitar a Jesus, nosso caminho, verdade e vida. Quem pensa que já alcançou esta meta, é sinal que está bem longe dela, porque o amor de Deus é infinito.

Todos temos inimigos. São aquelas pessoas que nos fazem o mal, que nos prejudicam, que nos detestam, que são ruins para nós. O que faz a diferença do cristão é o amor a essas pessoas. Amor prático, manifestado na oração por elas e por fazer bem a elas. A própria oração pela pessoa nos acalma e desperta em nós o amor a ela.

Em seguida, Jesus se refere à obrigação que temos de dar testemunho, tendo um comportamento “extraordinário”, em relação ao comportamento do mundo pecador: “Se amais somente aqueles que vos amam… E se saudais somente os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário? Os pagãos não fazem a mesma coisa?” O nosso comportamento no mundo deve ser extraordinário, porque o comportamento “normal” do mundo pecador é amar os amigos e detestar os inimigos. Esse comportamento diferente nos torna luz, sal e fermento no meio de Deus no mundo.

Como os nossos inimigos geralmente não reconhecem o bem que lhes fazemos, Deus reconhece e nos recompensará. E a recompensa de Deus nós conhecemos: é uma medida cheia, sacudida e transbordante, quer dizer, é muito maior do que a ação boa que fizemos.

“Não julgueis e não sereis julgados; não condeneis e não sereis condenados; perdoai e sereis perdoados. Daí e vos será dado. Uma medida boa, socada, sacudida e transbordante será colocada na dobra da vossa veste, pois a medida que usardes para os outros, servirá também para vós” (Lc 6,37-38).

Havia, certa vez, um homem que era muito bravo e violento. Andava sempre com um revólver na cintura, e do outro lado uma faca. Todo mundo no bairro tinha medo dele. A esposa tentava mudá-lo, mas não conseguia. Então ela arrumou um terço, deu para ele e disse: “Só peço uma coisa para você: Ande sempre com este terço no bolso. Não os abandone para nada”. O homem começou a carregar o terço, o revolver e a faca. Tempo depois, ele largou o revólver e ficou com a faca de um lado e o terço do outro. Ele dizia para a esposa: “A faca eu carrego porque preciso dela de vez em quando para descascar uma laranja etc.”. A esposa ficou calada e continuou rezando. Logo ele deixou também a faca e ficou só com o terço.

Quem conta essa história é o próprio filho desse homem. E ele concluiu dizendo: “Foi assim que meu pai morreu, como um homem pacífico e bom”. Nossa Senhora é mãe. Devagarinho, ela vai mudando os corações dos seus filhos e filhas. Se carregar o terço já é bom, imagine rezá-lo!

“Quem semeia ventos colhe tempestade” Quem semeia paz, colhe paz e alegria. Maria Santíssima não semeou ventos, e sim paz, pois nos deu o seu Filho Jesus, a própria paz encarnada. Por isso foi coroada como Rainha. Rainha da paz, rogai por nós!

(Pe. Antônio Queiroz).

(14) – AMAI OS VOSSOS INIMIGOS.

Amai os vossos inimigos.

“Amarás ao próximo como a ti mesmo” é a última antítese. O mandamento de odiar o inimigo não aparece no Levítico, mas Mateus o usa para mostrar os limites da lei antiga, onde o mandamento do amor se refere somente aos membros do povo de Israel.

que ocorre, então, com os irmãos de outros povos?

É o amor um ato exclusivo de Israel e exclui os demais povos?

Por acaso o amor tem uma nacionalidade ou uma cultura particular privilegiada?

Na antítese odiar/amar, a força recai no amor, não somente pelos da minha família, os da minha comunidade, os da minha região ou da minha cultura, mas também aos inimigos.

Qual mérito em amar apenas os amigos?

É preciso amar os inimigos e rezar pelos que nos perseguem. Isto quer dizer, que o amor não tem limites, não pode ser mesquinho.

modelo de conduta é Deus: “sejam perfeitos como o Pai é perfeito”. A medida da perfeição não é a mediocridade, mas o amor ao irmão e à vida em todas as expressões.

(Claretianos).

(14) – SEJAM PERFEITOS, ASSIM COMO É PERFEITO O PAI DE VOCÊS.

Bom dia!

mensagem do monte teria um tremendo impacto se fosse aplicada em nosso meio.

que seria o mundo se Israel parasse de atacar a faixa de Gaza ou se os Talibãs esquecessem a guerra religiosa contra o ocidente?

Pensamos muito no MACRO, mas o que ela (a palavra) pode fazer num MICRO mundo chamado PESSOA?

que aconteceria se cada um se empenhasse de todo coração de toda sua alma como foi sugerido por Jesus em outro momento?

Creio eu que o mundo mudaria.

“(…) Respondeu Jesus: Amarás o Senhor teu Deus de todo teu coração, de toda tua alma e de todo teu espírito (Dt 6,5)”. (Mateus 22, 37).

Uma questão: Será que fazer o bem, sem nada querer em troca, passou a ser uma virtude de poucos abnegados que o mundo prefere chamar de TOLOS?

Certa vez um grande homem chamado Ghandi deparou-se com algo extraordinário. Conheceu a história, e bem mais que isso, os ensinamentos de um Jovem Galileu que propunha uma mudança radical no paradigma de como viver e de viver numa determinada época. Ouviu que o mundo mudaria através da transformação, chamada conversão, de única pessoa. Talvez o franzino homem hindu tenha dado mais valor a mensagem do monte que nós mesmos.

Se eu mudar hoje talvez o mundo não mude de imediato, mas a consequência da minha transformação será análoga a ação de uma pequena pedra no lago, que ao produzir impacto, transforma o seu redor em ondas que poderão fazer mover quem vive a vida pairando na superfície, ou seria melhor dizer, já resignado com que vê, ouve e constata.

Minha ação será pequena se eu pensar no MACRO? Ao lembrar agora de uma antiga fábula ou conto de sabedoria, me fez meditar: a estrelinha do mar que voltou para o oceano, lançada por aquele que a escolheu entre tantas outras, mudará o mundo?

“(…) Todas essas coisas se regozijam com as ordens do Senhor, e mantêm-se prontas sobre a terra para servir oportunamente, e, chegando o tempo, não omitirão uma só de suas palavras. Por isso, desde o princípio estou firme em minhas ideias; refleti e as escrevi. Todas as obras do Senhor são boas; ele põe cada coisa em prática quando chega o tempo. NÃO HÁ RAZÃO PARA DIZER: ISTO É PIOR DO QUE AQUILO, PORQUE TODAS AS COISAS SERÃO ACHADAS BOAS A SEU TEMPO” (Salmo 39, 37-40).

Num contexto sócio-político, o que esperar de alguém que não mede esforços para se eleger num cargo eletivo?

Como não se lembrar das pessoas que após eleitas tomam conta apenas dos seus (e principalmente dos SEUS interesses) amigos?

Como deitam na suas camas ao saber que milhões ficaram sem merenda porque não votei a favor de uma emenda que não foi proposta por meu partido?

Creio eu que se votássemos num candidato que não me oferecesse nada em troca (um favor, um cargo, uma ajuda) e sim propostas, trabalho e honestidade teríamos mais chance de ver menos gente nas ruas ou morando em favelas. Agora de repente entendo o porquê uma atitude MICRO pode mudar o paradigma de uma MACRO.

Pensando somente nos MEUS não mudamos a vida dos SEUS e tão pouca a DELES.

“(…) Portanto, sejam perfeitos, assim como é perfeito o Pai de vocês, que está no céu”.

Um imenso abraço fraterno!

(Alexandre Soledade).

(15) – REFLEXÃO.

Um dos valores mais determinantes da nossa vida é a justiça, mas na maioria das vezes deixamos de lado a justiça de Deus para viver a justiça dos homens, fundamentada na troca de valores e não na gratuidade de quem de fato ama. Quem ama verdadeiramente reconhece que Deus é amor e tudo o que somos e temos vem dele, como prova desse amor gratuito. Assim, as nossas atitudes não podem ser determinadas pelas diferentes formas de comportamento das pessoas que nos rodeiam, mas pelo amor gratuito de Deus que deve fazer com que sejamos capazes de superar toda forma de vingança em nome da justiça e procurar dar a nossa contribuição para que o mundo seja cada vez melhor.

(CNBB).

(20) – AMAI VOSSOS INIMIGOS!

Aqui e ali, ao longo da História, a religião foi utilizada pelos homens como justificativa de vingança, agressão, conquista e rapina. Não é esta, porém, a mensagem do Evangelho de Jesus Cristo.

Silvano do Monte Athos [+1938], canonizado em 1987 pelo Patriarcado ecumênico de Constantinopla, assim comenta este Evangelho:

“O Senhor nos diz: ‘Amai vossos inimigos’. Aquele que ama seus inimigos é semelhante ao Senhor. Mas só podemos amar os inimigos pela graça do Espírito Santos. Aquele que não ama seus inimigos não pode conhecer o Senhor, nem a doçura do Espírito Santo.

Espírito Santo nos ensina a amar de tal forma os inimigos, que teremos compaixão deles como de nossos próprios filhos. Por isso, sempre que alguém te feriu, reza a Deus por ele e conservarás a paz e a graça divina. Sem rezar pelos inimigos, a alma não pode ter paz.

Abba Paíssios rezava por seu discípulo que havia renegado Cristo, a fim de que Deus o perdoasse. E o Senhor agradou-se tanto dessa oração, que lhe apareceu e lhe disse: ‘Paíssios, por que me pedes por aquele que me renegou?’ Paíssios disse: ‘Senhor, se tu és misericordioso, perdoa-o!’ Então, o Senhor disse: ‘Ó Paíssios, por causa do teu amor tu te assemelhaste a mim!’ A tal ponto é agradável ao Senhor a prece pelos inimigos.

Senhor me ensinou o amor dos inimigos. Privados da graça divina, nós não podemos amar s inimigos, mas o Espírito Santo ensina a amar; então, teremos compaixão, até mesmo pelos demônios, pois eles se afastaram do bem, perderam a humildade e o amor de Deus.

Existem pessoas que desejam para seus inimigos e para os inimigos da Igreja a condenação e os tormentos no fogo. Eles assim pensam porque não aprenderam com o Espírito Santo a amar a Deus. Aquele que aprendeu, derrama lágrimas pelo mundo inteiro.

Aquele que ama seus inimigos conhecerá sem demora o Senhor, por meio do Espírito Santo. Ao contrário, quem não os ama, nem mesmo desejo escrever a este respeito. Mas eu o lamento, pois atormenta-se a si mesmo; ele faz sofrer aos outros e não conhecerá o Senhor.

Eu vos suplico: façam uma experiência! Se alguém vos ofende ou despreza, se vos tomam o que vos pertence ou perseguem a Igreja, rezem ao Senhor dizendo: ‘Senhor, nós somos todos tuas criaturas; tem piedade de teus servos e leva-os ao arrependimento!’

Então, levarás perceptivelmente a graça em tua alma. No começo força teu coração a amar teus inimigos. Vendo tua boa intenção, o Senhor te ajudará em tudo e a própria experiência te instruirá. Quando rezares por teus inimigos, a paz virá sobre ti.”

Em todas as missas, pedimos ao Cordeiro de Deus que nos dê a paz. É bom lembrar que, na cruz do Calvário, ele rezou por seus inimigos…

Orai sem cessar: “Senhor, ensina-nos a orar!” (Lc 11,1).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – SEDE, PORTANTO, PERFEITOS COMO O VOSSO PAI CELESTE É PERFEITO.

Hoje, Cristo convida-nos a amar. Amar sem medida, que é a medida do amor verdadeiro. Deus é Amor “ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons e faz cair a chuva sobre justos e injustos” (Mt 5,45). E o homem, faísca de Deus, tem que lutar para assemelhar-se a Ele cada dia, “Assim vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus”.

Onde encontramos o rosto de Cristo?

Nos outros, no próximo. É muito fácil compadecer-se das crianças da Etiópia que têm fome quando as assistimos na TV, ou dos imigrantes que cada dia chegam as nossas praias.

Mas, e os que estão em casa?

os nossos parceiros de trabalho?

aquela parenta que está longe e sozinha à qual poderíamos fazer companhia?

Os outros, como os tratamos?

Como os amamos?

Que atos de serviço temos com eles cada dia?

É muito fácil amar quem nos ama. Mais o Senhor convida-nos ir mais além, porque “Se amais somente aqueles que vos amam, que recompensa tereis?” (Mt 5,46). Amar nossos inimigos! Amar aquelas pessoas que sabemos – com certeza – que nunca nos devolverão o afeto, nem o sorriso, nem aquele favor. Simplesmente porque nos ignoram. O cristão, todo cristão, não pode amar de maneira “interessada”; não tem de dar um troço de pão, uma esmola aos que estão no sinal. Tem que dar-se a sim mesmo. O Senhor, morrendo na Cruz, perdoa aos que o crucificaram. Nenhum reproche, nem uma queixa, nem um gesto desagradável…

Amar, sem esperar nada em troca. À hora de amar temos que enterrar as calculadoras. A perfeição é amar sem medida, a perfeição a temos nas mãos no meio do mundo, no meio do nosso dia-a-dia. Fazendo o que devemos, e não o que nos convém. A Mãe de Deus, nas bodas de Caná da Galileia, vê que os convidados não têm vinho. E pede para o Senhor que faça o milagre. Peçamos-lhe hoje o milagre de sabê-lo descobrir nas necessidades dos outros.

(Rev. D. Iñaki BALLBÉ i Turu (Rubí, Barcelona, Espanha)).

(25) – AMOR AOS INIMIGOS.

No poder do Senhor, que penetra e vivifica nossa vida, somos convocados a respirar o ar da ressurreição. Oculto em sua humanidade, o Filho de Deus dá-se a conhecer e, na sua bondade misericordiosa, purifica-nos de nossas faltas e pecados. Ele é a “suprema epifania” do amor incomensurável de Deus, que “nos conduz, exclama S. Agostinho, àquela luz que nossos olhos não conhecem. O olhar interior, preparado, permite-nos ver a luz que ninguém pode obscurecer”. Tornamo-nos, assim, partícipes da vida divina.

Porém, para permanecer em Deus há de se observar o mandamento do amor a Deus e ao próximo, que significa, conforme S. Boaventura, participar “do amor com o qual Deus nos ama e com o qual ele nos permite amá-lo”. Amados por Deus, nós o amamos com o próprio amor que ele nos comunica. Nesse amor, que não nega a afetividade (eros), mas a eleva, nós amamos a todos. Pois a realidade humana (eros) sem o amor divino (ágape), não chegaria à sua perfeição. Ela seria um corpo sem alma. Por outro lado, o amor divino sem a afetividade humana (eros) seria uma alma sem corpo. Compreendemos, então, que o próximo não é simplesmente o outro, mas, sobretudo, cada um de nós mesmos. O amor divino criador e, também, salvador invade-nos e torna-nos filhos adotivos e amados de Deus. E, assim, a estupefaciente generosidade de Deus permite-nos amar nossos semelhantes como a nós mesmos. Abominamos o mal, sem deixar de amar a pessoa do outro, mesmo sendo ele nosso inimigo. Alcançamos a harmonia interior e, na serenidade da alma, cumprimos as palavras de Jesus: “Como quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Amai os vossos inimigos, fazei bem e emprestai sem esperar coisa alguma em troca. Será grande a vossa recompensa, e vós sereis filhos do Altíssimo, pois ele é bom para com os ingratos e os maus”.

Portanto, os limites do amor abarcam não só os membros da família ou os de sua própria raça, mas estendem-se aos próprios inimigos. Em sua grandeza e beleza, realizam-se as palavras de Jesus: “amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Do ponto de vista, meramente humano, talvez alguém se assuste e julgue ser impossível efetivar semelhante amor. Mas o amor não provém tão unicamente do alto, sem vínculos com a realidade humana. O eros, amor do homem ao bem e à beleza, e o ágape, amor de Deus concedido a nós, não se separam. Constituem o verdadeiro amor, que nos permite contemplar a unidade de nossa vida na unidade da Trindade santa. Em nossos corações, reinará a paz, mesmo diante das perseguições e injúrias, das difamações e ofensas caluniosas. Amaremos nossos próprios inimigos, observa Tertuliano, “num ato que só os cristãos são capazes de realizar”. Pois, considera S. Ambrósio, “amar os próprios inimigos é expressão da caridade, que brota diretamente do amor de Deus”. De fato, o seguidor do Senhor não vê o mal que o outro lhe faz, mas o mal presente na vida de seu semelhante, prejudicando-o e afastando-o de Deus. Por isso, o cristão reza por ele e, na prática do bem, esforça-se para que ele se volte para o Senhor e caminhe conforme os divinos ensinamentos.

(Dom Fernando).

CELEBRAÇÃO DE HOJE:

11ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA).

MONIÇÕES:

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Pela evangelização dos povos. Os filhos de Deus devem estar sempre prontos para se aproximar dos outros com amor. É fácil estar em paz com aqueles que comungam as mesmas ideias e atitudes. Porém, é exigente o amor que nos pede para nos aproximar exatamente daqueles que estão separados de nós. Deus age assim, e este é o jeito de seu amor. E o jeito de Deus é o jeito do cristão agir e viver no mundo.

– 2ª:

Na contramão da sociedade egoísta e interesseira em que vivemos, a proposta que Jesus nos faz, nesta liturgia, é viver o amor gratuito e generoso sem olhar a quem, deixando de lado todo tipo de ódio e vingança.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

Deus é aquele que de rico se fez pobre e dá aos homens seus dons. Servir aos irmãos é servir o próprio Deus. A vocação do cristão é repetir no mundo a santidade divina, levando uma vida centrada no amor. Mas enquanto formos gananciosos nada mudará entre nós.

– 2ª:

Jesus Cristo, sendo rico, tornou-se pobre por causa de nós. Ele veio nos ensinar a seguir o exemplo do Pai celeste, que ama perfeitamente a todos e com todos se preocupa.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Eu vos dou novo preceito: que uns aos outros vos ameis, como eu vos tenho amado. (Jo 13,34),

ANTÍFONAS:

Antífona da entrada.

Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo: tende compaixão de mim e atendei-me; vós sois meu protetor: não me deixeis; não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9).

Antífona da comunhão.

Pai santo, guarda no teu nome os que me deste, para que sejam um como nós, diz o Senhor (Jo 17,11).

ORAÇÕES DO DIA:

Oração do dia ou Oração da coleta.

Ó Deus, força daqueles que esperam em vós, sede favorável ao nosso apelo e, como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa graça, para que possamos querer e agir conforme vossa vontade, seguindo os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Oração Universal ou Oração dos Fiéis.

Conforme nos orienta a IGRM, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

Oração sobre as oferendas.

Ó Deus, que pelo pão e vinho alimentais a vida dos seres humanos e os renovais pelo sacramento, fazei que jamais falte este sustento ao nosso corpo e à nossa alma. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Ó Deus, esta comunhão na eucaristia prefigura a união dos fiéis em vosso amor; fazei que realize também a comunhão na vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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