Liturgia Diária 19/JUN/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 19/JUN/2013 (quarta-feira)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios (2Cor 9,6-11).

Leitura da Segunda Carta de São Paulo aos Coríntios.

Irmãos, 6 “quem semeia pouco colherá também pouco e quem semeia com largueza colherá também com largueza”. 7 Dê cada um conforme tiver decidido em seu coração, sem pesar nem constrangimento; pois Deus “ama quem dá com alegria”. 8 Deus é poderoso para vos cumular de toda sorte de graças, para que, em tudo, tenhais sempre o necessário e ainda tenhais de sobra para toda obra boa, 9 como está escrito: “Distribuiu generosamente, deu aos pobres; a sua justiça permanece para sempre”. 10 Aquele que dá a semente ao semeador e lhe dará o pão como alimento, ele mesmo multiplicará as vossas sementes e aumentará os frutos da vossa justiça. 11 Assim, ficareis enriquecidos em tudo e podereis praticar toda espécie de liberalidade, que, através de nós, resultará em ação de graças a Deus.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 111, 1-2. 3-4. 9 (R. 1a)).

— 1a Feliz aquele que respeita o Senhor!

1a Feliz aquele que respeita o Senhor!

— 1 Feliz o homem que respeita o Senhor / e que ama com carinho a sua lei! / 2 Sua descendência será forte sobre a terra, / abençoada a geração dos homens retos!

— 3 Haverá glória e riqueza em sua casa, / e permanece para sempre o bem que fez. / 4 Ele é correto, generoso e compassivo, / como luz brilha nas trevas para os justos.

— 9 Ele reparte com os pobres os seus bens, permanece para sempre o bem que fez, / e crescerão a sua glória e seu poder.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 6,1-6.16-18).

Mt 6,1-6.16-18 (não sejais como os hipócritas, ... rezar em pé, ... nas esquinas das praças ...)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 1 “Ficai atentos para não praticar a vossa justiça na frente dos homens, só para serdes vistos por eles. Caso contrário, não recebereis a recompensa do vosso Pai que está nos céus. 2 Por isso, quando deres esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem elogiados pelos homens. Em verdade vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 3 Ao contrário, quando deres esmola, que a tua mão esquerda não saiba o que faz a tua mão direita, 4 de modo que, a tua esmola fique oculta. E o teu Pai, que vê o que está oculto, te dará recompensa. 5 Quando orardes, não sejais como os hipócritas, que gostam de rezar em pé, nas sinagogas e nas esquinas das praças, para serem vistos pelos homens. Em verdade, vos digo: eles já receberam a sua recompensa. 6 Ao contrário, quando tu orares, entra no teu quarto, fecha a porta, e reza ao teu Pai que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa. 16 Quando jejuardes, não fiqueis com o rosto triste como os hipócritas. Eles desfiguram o rosto, para que os homens vejam que estão jejuando. Em verdade, vos digo: Eles já receberam a sua recompensa. 17 Tu, porém, quando jejuares, perfuma a cabeça e lava o rosto, 18 para que os homens não vejam que estás jejuando, mas somente teu Pai, que está oculto. E o teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer).

Preparo-me para a Leitura, rezando com todos que navegam na internet:

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Creio, meu Deus, que estou diante de Ti.

Que me vês e escutas as minhas orações.

Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro.

Tu me deste tudo: eu te agradeço.

Foste tão ofendido por mim: eu te peço perdão de todo o coração.

Tu és tão misericordioso: eu te peço todas as graças que sabes serem necessárias para mim.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…).

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 6,1-6.16-18, e observo as comparações que Jesus faz.

Jesus deixa entrever em várias expressões deste texto, a necessidade de ser discreto. A piedade pode ser deturpada. Mostrar-se religioso, piedoso só para ser visto e louvado pelas pessoas, é valorizar a aparência, é voltar-se para si mesmo, é hipocrisia.

Queria dizer que a verdadeira piedade tem em vista apenas o voltar-se e encontrar o Pai.

… a VERDADE… (refletir e meditar…).

O que o texto diz para mim, hoje?

Qual palavra mais me toca o coração?

Quando rezo, em quem penso mais?

Em mim mesmo?

Ou busco unicamente a Deus?

Fico observando as outras pessoas?

Busco aparentar que sou uma pessoa piedosa?

Os bispos, em Aparecida nos deram orientações para nosso modo de ser como cristãos: “No seguimento de Jesus Cristo, aprendemos e praticamos as bem-aventuranças do Reino, o estilo de vida do próprio Jesus: seu amor e obediência filial ao Pai, sua compaixão entranhável frente à dor humana, sua proximidade aos pobres e aos pequenos, sua fidelidade à missão encomendada, seu amor serviçal até a doação de sua vida. Hoje, contemplamos a Jesus Cristo tal como os Evangelhos nos transmitiram para conhecer o que Ele fez e para discernir o que nós devemos fazer nas atuais circunstâncias.” (DAp 139).

… e a VIDA… (orar…).

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Ao Mestre Jesus:

Mestre, ao meu coração, se substitua o teu; ao meu amor a Deus, ao próximo, a mim mesmo, se substitua o teu.

Vive em mim, ó Jesus Vida.

(DF 40).

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…).

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Os bispos, na Conferência de Aparecida reconheceram e eu concordo com eles:

“A pessoa sempre procura a verdade de seu ser, visto que é esta verdade que ilumina a realidade de tal modo que possa se desenvolver nela com liberdade e alegria, com gozo e esperança.” (DAp 42).

REFLEXÕES:

(4) – AS BOAS OBRAS DEVEM SER FEITAS COM DISCRIÇÃO.

O tema principal do evangelho desta quarta-feira é a discrição com a qual as obras devem ser praticadas: “Cuidado! não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados” (v. 1). Trata-se de não fazer nada por ostentação. Jesus recomenda não dar esmola, jejuar ou rezar de modo ostensivo, como fazem os hipócritas. No nível em que os hipócritas se situam já obtiveram a recompensa deles, isto é, a aprovação dos homens. Positivamente falando, a esmola, o jejum e a oração devem ser feitos em segredo. A ação em segredo não é o mesmo que ação secreta, mas designa toda ação, mesmo pública, que se faz, de fato, diante do Pai. É a intenção profunda que conta, pois a recompensa se situa neste nível.

(Carlos Albero Contieri).

(6) – AS TRÊS PRÁTICAS FUNDAMENTAIS DO HOMEM RELIGIOSO.

Três práticas fundamentais de um homem e de uma mulher religiosos. Essas práticas estão na esmola, na oração e no jejum.

Hoje, aprendemos com Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo três práticas fundamentais de um homem e de uma mulher religiosos. Essas práticas estão na esmola, na oração e no jejum. Três elementos importantes para estarmos bem com Deus, para nos relacionarmos com Ele, com nosso próximo e com nós mesmos.

Podemos começar a falar sobre a oração, pois ela é o meio pelo qual nos relacionamos direto com Deus. Às vezes, as pessoas pedem assim: “Padre, ore por mim, reze por mim”. Meu filho, eu posso rezar por você, mas você pode falar diretamente com o Senhor. Daí você me diz assim: “Mas o senhor é mais íntimo d’Ele”.

Qualquer um de nós, que no íntimo do quarto, do nosso interior, dedica o seu tempo sagrado a Deus, será ouvido por Ele. Faça da oração uma prática para a sua vida.

Ao nosso próximo temos de dar o melhor de nós, mas esmola virou sinônimo de sobra. No entanto, esmola é caridade, exercida de forma distante. Muito melhor do que darmos alguma coisa a alguém – porque geralmente damos o que não queremos mais –, temos de dar nós mesmos ao outro, ser presença amorosa na vida dele. Tenha tempo para gastar com as pessoas que estão ao seu lado.

A atenção que damos ao próximo é a nossa melhor forma de exercermos a caridade. Agora, precisamos de disciplina: disciplina interior, autocontrole, vigilância … E o jejum é uma das formas de dizermos: “Controle o instinto, controle o orgulho, a autossuficiência”. Não é dieta, mas jejum!

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – A PIEDADE DISCRETA.

A piedade judaica valorizava, de maneira especial, três práticas: a esmola, a oração e o jejum. Cada uma apontava para um tipo diferente de relação. A esmola indicava a relação de misericórdia com o próximo, cujas necessidades se tentava remediar. A oração expressava a relação amorosa com Deus, com quem se procurava estar em contínuo diálogo. O jejum se colocava no nível da relação do indivíduo consigo mesmo e consistia na busca do domínio dos instintos e das paixões, de modo a preparar para uma relação cada vez mais correta com Deus e com o próximo.

O discípulo de Jesus não estava dispensado destas práticas tradicionais de piedade. Elas se mantinham válidas quando sua finalidade era garantida. Entretanto, havia no tempo de Jesus quem desvirtuasse seu sentido e se servisse delas para alimentar seu espírito de vanglória. Jesus tentou precaver seus discípulos desta deturpação da piedade, ensinando-lhes a discrição. Mostrar-se piedoso só para ser visto e louvado pelas pessoas, era inútil e revelava uma motivação hipócrita. A inutilidade resultava da obtenção de louvores por parte dos admiradores, dispensando assim a recompensa divina. A piedade, neste caso, não atingia seu objetivo. Pelo contrário, quando praticada no escondimento e de maneira discreta, a piedade era observada apenas pelo Pai, de quem proviria a verdadeira recompensa.

Oração: Senhor Jesus, livra-me de praticar a piedade buscando fazer-me admirado pelas pessoas e ensina-me a praticá-la de maneira discreta, para obter a recompensa do Pai.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA.

… quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e reza ao teu Pai que está oculto (Mt 6,6).

Hoje os ensinamentos de Jesus são sobre o modo de fazer oração e jejuar.

Por qual razão Jesus precisou ensinar a rezar e a jejuar?

Os judeus não o faziam antes Dele?

Faziam, mas com erros que neste Evangelho Jesus quer corrigir. Vamos considerar somente os erros no modo de fazer a oração.

A oração de que Jesus fala aqui é a vocal: uma conversação pessoal com Deus.

É íntima; é um diálogo de corações que se amam. Portanto, nada de exibicionismo exterior.

Ora, Jesus repreende os fariseus que se exibiam nas praças e no Templo, imaginando que por isso sua oração seria melhor que a dos outros. Contentavam-se com este tipo de recompensa, não com os efeitos que a oração verdadeira produz: humildade, mansidão, união com Deus, amor ao próximo amigo ou inimigo.

A oração que os fariseus faziam era precisamente o que Deus não queria ouvir. Por isso, Jesus disse aos seus discípulos: … quando orares, entra no teu quarto, facha a porta e reza ao teu Pai que está oculto (Mt 6,6).

Muitos de nós temos experiência de fazer oração contra o ensinamento de Jesus, porque somos tentados ao exibicionismo. No entanto, muitos terão aprendido como é consoladora a oração na solidão e no silêncio só com Deus. Pensemos no exemplo de Jesus e dos santos.

Jesus gostava de estar sozinho com Deus, por noites inteiras em lugares afastados (Mc 1,35).

São Francisco de Assis passou longos momentos de solidão pelos montes de Assis em profunda oração, no tempo de sua conversão e depois pelo resto da vida.

Há pessoas em elevado estado espiritual que desejam que suas vidas sejam uma contínua oração de solidão com Deus e nada mais, longe de tudo e todos. E neste estado não pecam por soberba, pois a verdadeira oração inspira profundo sentimento de humildade.

Peçamos a Jesus que nos ensine a rezar como Ele ensinou e a progredir sempre.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – ORA A TEU PAI EM SEGREDO.

A Liturgia é simultaneamente a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde promana toda a sua força. […] Da Liturgia, pois, em especial da Eucaristia, corre sobre nós, como de sua fonte, a graça, e por meio dela conseguem os homens com total eficácia a santificação em Cristo e a glorificação de Deus a que se ordenam, como a seu fim, todas as outras obras da Igreja.

Para assegurar esta eficácia plena, é necessário, porém, que os fiéis celebrem a Liturgia com retidão de espírito, unam a sua mente às palavras que pronunciam, cooperem com a graça de Deus, não aconteça que a recebam em vão (2Cor 6,1). Por conseguinte, devem os pastores de almas vigiar por que, não só se observem na ação litúrgica as leis que regulam a celebração válida e lícita, mas também que os fiéis participem nela consciente, ativa e frutuosamente.

A participação na sagrada Liturgia não esgota, todavia, a vida espiritual. O cristão, chamado a rezar em comum, deve entrar também no seu quarto para rezar a sós (Mt 6,6) ao Pai; e, segundo ensina o Apóstolo, deve rezar sem cessar (1Tim 5,17). E o mesmo Apóstolo nos ensina a trazer sempre no nosso corpo os sofrimentos da morte de Jesus, para que a sua vida se revele na nossa carne mortal (2Cor 4,10-11). É por essa razão que no Sacrifício da Missa pedimos ao Senhor que, tendo aceite a oblação da vítima espiritual, faça de nós uma “oferta eterna” (or. eucarística III) a Ele consagrada. (Concílio

Vaticano II – Constituição sobre a sagrada liturgia “Sacrosantum Concilium” §§10-12).

(14) – NÃO PRATIQUE A VOSSA JUSTIÇA NA FRENTE DOS HOMENS.

2 Coríntios 9,6-11 – “Deus ama quem dá com alegria”

A colheita é dimensionada na proporção do que foi plantado. Esta é uma lei natural da nossa existência. Partindo dessa premissa, São Paulo nos motiva à generosidade como forma de agradar a Deus: “Deus ama quem dá com alegria” Dar com alegria, sem constrangimento e de coração é partilhar o que possuímos, sem pesar nem consternação, com um propósito fiel de contribuir para o bem e promoção da outra pessoa. Aquele que assim o faz recebe a graça de Deus para que tenha tudo e ainda tenha de sobra para “toda obra boa”, como nos diz São Paulo. Quando a nossa doação é feita com alegria ela é colocada nas mãos do Senhor que a multiplicará em bênçãos e graças que voltam para nós. Isto agrada a Deus! Ele mesmo multiplicará as sementes da nossa oferta em nosso próprio proveito, a fim de que nos sobre muito mais ainda para que possamos espargir e semear. É só conferir! A nossa natureza humana, decaída pelo pecado original nos leva a temer o futuro e assim faz com que tenhamos gestos, limitados e estreitos, no ato de partilhar com o próximo. Porém, a Palavra de Deus nos assegura que “Aquele que dá a semente ao semeador e que dá o pão como alimento, multiplicará as nossas sementes e aumentará os frutos da nossa justiça”. Precisamos confiar mais na Providência de Deus para ajudar a construir um mundo mais fraterno.

– Você costuma partilhar com alegria ou com constrangimento?

– Você confia na providência de Deus para a sua vida?

– Você costuma envolver-se com a vida das pessoas mais necessitadas?

Salmo 111 – “Feliz aquele que respeita o Senhor!”

Respeitar o Senhor não consiste somente em uma vida de oração e de louvor, mas também no exercício da caridade e da fraternidade. O homem é correto, generoso e compassivo quando reparte com os pobres os seus bens. Aí, então, sempre haverá glória e riqueza em sua casa e sua descendência será forte sobre a terra. Ele é como uma luz que brilha nas trevas e permanece para sempre o bem que fez.

Evangelho – Mateus 6, 1-6.16-18 – “para que os homens não vejam”

O ato de sermos vistos, admirados, elogiados, afagados é uma necessidade da nossa carne fraca e, por isso, se não estivermos atentos (as), nós ficamos sempre esperando elogios, aplausos e nos entristecemos quando fazemos alguma coisa e as pessoas não vêm nos dar parabéns e afagar o nosso ego. Quando nos deixamos recompensar somente por Deus que está escondido no profundo do nosso ser, as nossas obras, mesmo que não sejam vistas pelos homens, têm um perfume agradável a Deus e, por elas, nós receberemos a Sua recompensa. Por isso, a esmola, a oração e o jejum são atos concretos que devem ser regidos pelo nosso coração e não pelo nosso exterior. Fazer para aparecer é não fazer por amor. Deus vê o coração e a recompensa nos será dada por Ele, se agirmos por amor a Ele; se fizermos com o intuito de sermos vistos pelos homens, teremos a recompensa dos homens, criaturas limitadas e que julgam pelas aparências. O Senhor nos conhece por inteiro e sabe de todos os motivos pelos quais nós agimos. A esmola que nós damos deverá ser colocada nas mãos do Senhor, por amor a Ele. Nada é nosso, o Senhor é o doador de tudo. A nossa oração deverá ser feita na intimidade com Ele que conhece a intenção pela qual nós oramos. Assim, a nossa oração terá valor, irá nos amadurecer e nos fazer dar frutos. O jejum que nós praticamos deverá ser ofertado ao Senhor por amor e como um sacrifício de louvor a Ele.

– O que você prefere: agradar a Deus ou aos homens?

– Quando você faz alguma boa ação você se preocupa em que todos saibam?

– Qual é a sua atitude quando você está jejuando?

– Você gosta de provocar elogios?

– As pessoas costumam elogiá-lo (a)?

– Como você se sente quando isso acontece?

(Helena Serpa).

(14) – SER ÍNTIMO DIANTE DE DEUS É NÃO USAR NENHUMA MÁSCARA.

Tenho um amigo muito fiel à nossa Igreja e dia desses ele m e disse que no seu ambiente de trabalho, no início da jornada de manhã e à tarde, abre a Bíblia que sempre carrega e faz a sua oração e meditação. Ele afirma que os funcionários que trabalham com ele naquela repartição, o respeitam muito e mesmo um e outro que não são da nossa igreja, nunca o criticaram e até o elogiam dizendo que ele é um bom cristão.

Não querendo julga-lo, confesso que pensei nele ao meditar esse evangelho, por uma razão muito simples, talvez nem o faça por mal, mas ele faz questão de mostrar aos outros que é Católico e dos praticantes e em sua compreensão isso é um testemunho que precisa ser dado no mundo de hoje. Quando alguém exibe suas qualidades cristãs para os outros, sejam elas quais forem, oração, jejum ou esmola, o maior perigo e tornar-se um moralista e começar a medir as pessoas a partir da nossa “Régua”.

Moralismo é coisa muito perigosa porque, como dizia meu professor de moral, se revirarem bem revirado a vida de uma pessoa considerada a mais santa, vão achar pecado de tudo quanto é tipo, também na minha vida e na vida de cada um de nós, não tem este nem aquele, leigo ou religioso, ninguém escapa. Somos todos carentes do amor e da misericórdia do Pai, então a única referência para o homem é Jesus Cristo, Fiel, Santo, Perfeito, justo e bom. Só Ele e mais ninguém.

Jesus Cristo, ao orientar os seus discípulos sobre esse procedimento discreto nas orações, jejuns e esmolas, quer também poupa-los das “cobranças”, não que não devamos então ser autênticos e coerentes como cristãos, mas que não sintamos a necessidade de vender uma imagem de pessoas virtuosas, orantes, piedosos, porque lá um dia ou outro, podemos cometer algum deslize e daí todos nos olharão com estranheza e indignação. De fato, meu amigo que mencionei no início, recentemente teve problemas com um Filho usuário de drogas, e os amigos e colegas de serviço o questionaram a esse respeito.

Quem se exibe diante dos irmãos e irmãs, vai também se exibir diante de Deus e ai está o outro grande perigo: achar que eu me basto, porque sou esforçado e sempre busco as coisas de Deus, e para eu atingir a Santidade em sua plenitude só falta eu morrer e todos vão reconhecer que sou uma referência e um exemplo a ser seguido.

O problema é que, diante dos irmãos até dá para posar de “bonzinho” mas diante de Deus isso é impossível, porque nos vê exatamente como somos. Então, o melhor mesmo é seguir as orientações de Jesus, mostre-se diante de Deus como você realmente é. Não tenha medo ou vergonha, seja íntimo de Deus, descubra-se totalmente diante dele. A intimidade com o Pai, recomendada nesse evangelho é isso. Quem reza, faz jejuns e pratica a caridade, não é um super-homem ou supermulher, mas é alguém humano e fragilizado, sujeito a quedas e infidelidades, e que, apesar disso, é íntimo com Deus e o chama de “Paizinho”, sem medo de discurso moralista.

(Diác. José da Cruz).

(14) – NÃO PRATIQUEM A VOSSA JUSTIÇA NA FRENTE DOS HOMENS, SÓ PARA SERDES VISTOS POR ELES.

“Guardai-vos de fazer vossas boas obras diante dos homens, para serdes vistos por eles. Do contrário, não tereis recompensa junto de vosso Pai que está no céu”.

Você ajudou uma velhinha a se levantar, ou a atravessar a rua?

Beleza! Mas não diga a ninguém. Para que o Pai, que vê tudo, te dê a recompensa merecida. Faça outras boas ações hoje e sempre. Assim você estará juntando um tesouro no céu, onde os ladrões não terão acesso.

“Quando, pois, dás esmola, não toques a trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem louvados pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.”

Dizem que os judeus, quando davam uma esmola a um pobre, levavam junto um corneteiro, e este primeiro tocava em tom bem alto para que todos olhassem. Aí eles jogavam o dinheiro nas mãos do pobre. Você não faz coisa parecida.

Não é mesmo?

Não diga a ninguém o quanto você deu de esmola. Não fique fazendo propaganda da sua suposta bondade e caridade para com os mais fracos, pois além de não merecer nenhuma recompensa por parte de Deus, você estará humilhando os irmãos desfavorecidos pela sorte, e que estão ali exatamente para testar a nossa caridade, e não a nossa projeção pessoal e social.

“Quando deres esmola, que tua mão esquerda não saiba o que fez a direita. Assim, a tua esmola se fará em segredo; e teu Pai, que vê o escondido, recompensar-te-á”.

Dizem também que os judeus rezavam em uma determinada hora marcada. Então eles faziam de tudo para que, na hora da oração, estivessem em um lugar público com muitas pessoas em volta, para que todos vissem que eles estavam rezando, dando gritos bem alto como se Deus fosse surdo.

Você nunca fez isto.

Correto?

Uma vez saiu no jornal que uma certa igreja, de uma cidade vizinha a minha, foi interditada pela polícia porque os moradores vizinhos reclamaram do barulho que os orantes faziam. Batiam com os sapatos na parede, e gritavam “sai satanás!” Fazendo o maior escândalo.

“Quando orardes, não façais como os hipócritas, que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.”

É importante rezar em público, na missa a comunidade ora reunida. Mas também é muito importante a oração – meditação no silêncio do meu quarto, eu e Deus. Se os filhos perceberem, será melhor ainda pelo bom exemplo que estou dando.

(José Salviano).

(14) – NÃO PRATIQUEIS VOSSA JUSTIÇA DIANTE DOS HOMENS…

Evangelho – Mateus 6, 1-6.16-18 – “para que os homens não vejam”

O ato de sermos vistos, admirados, elogiados, afagados é uma necessidade da nossa carne fraca e, por isso, se não estivermos atentos (as), nós ficamos sempre esperando elogios, aplausos e nos entristecemos quando fazemos alguma coisa e as pessoas não vêm nos dar parabéns e afagar o nosso ego. Quando nos deixamos recompensar somente por Deus que está escondido no profundo do nosso ser, as nossas obras, mesmo que não sejam vistas pelos homens, têm um perfume agradável a Deus e, por elas, nós receberemos a Sua recompensa. Por isso, a esmola, a oração e o jejum são atos concretos que devem ser regidos pelo nosso coração e não pelo nosso exterior. Fazer para aparecer é não fazer por amor. Deus vê o coração e a recompensa nos será dada por Ele, se agirmos por amor a Ele; se fizermos com o intuito de sermos vistos pelos homens, teremos a recompensa dos homens, criaturas limitadas e que julgam pelas aparências. O Senhor nos conhece por inteiro e sabe de todos os motivos pelos quais nós agimos.

A esmola que nós damos deverá ser colocada nas mãos do Senhor, por amor a Ele. Nada é nosso, o Senhor é o doador de tudo. A nossa oração deverá ser feita na intimidade com Ele que conhece a intenção pela qual nós oramos. Assim, a nossa oração terá valor, irá nos amadurecer e nos fazer dar frutos. O jejum que nós praticamos deverá ser ofertado ao Senhor por amor e como um sacrifício de louvor a Ele.

– O que você prefere: agradar a Deus ou aos homens?

– Quando você faz alguma boa ação você se preocupa em que todos saibam?

– Qual é a sua atitude quando você está jejuando?

– Você gosta de provocar elogios?

– As pessoas costumam elogiá-lo (a)?

– Como você se sente quando isso acontece?

(Helena Serpa).

(14) – TEU PAI, QUE VÊ O QUE ESTÁ ESCONDIDO, TE DARÁ A RECOMPENSA.

Teu Pai, que vê o que está escondido, te dará a recompensa.

A esmola, a oração e o jejum são três obras de piedade muito próprias da religiosidade judaica. A preocupação de Jesus não é pelo cumprimento de um dever religioso, mas pela forma como aconteciam as práticas religiosas. O exercício da justiça e da piedade não deve ser feita pelos aplausos, autopromoção, ou prestigio popular.

Jesus adverte que a esmola deve ser uma mostra de generosidade, de solidariedade e de amor gratuito e, como tal, não deve ser feita pensando não na “foto” do herói, mas no irmão necessitado. Os judeus se acostumavam a fazer oração três vezes ao dia. Podiam fazê-la na rua. A crítica de Jesus não é a oração, mas a manipulação de Deus para ficar bem ante às pessoas. Jesus os considera hipócritas.

Finalmente Jesus crítica a maneira de jejuar com os mesmos argumentos: fazer penitencia para impressionar as pessoas, e não Deus. A experiência de Deus não pode ter sua força na fachada exterior, mas sim no interior. Deus vê na profundidade a bondade do coração e, somente quando há bondade em nosso coração, as ações externas são impregnadas do amor de Deus.

(Claretianos).

(15) – REFLEXÃO.

O verdadeiro espírito de conversão quaresmal é aquele de quem não busca simplesmente dar uma satisfação de sua vida a outras pessoas para conseguir a sua aprovação e passar assim por um bom religioso, mas sim aquele que encontra a sua motivação no relacionamento com Deus e busca superar as suas imaturidades, suas fraquezas, sua maldade e seu pecado para ter uma vida mais digna da vocação à santidade que é conferida a todas as pessoas com a graça batismal, e busca fazer o bem porque é capaz de ver nas outras pessoas um templo vivo do Altíssimo e servem ao próprio Deus na pessoa do irmão ou da irmã que se encontram feridos na sua dignidade.

(CNBB).

(20) – NÃO TOQUES TROMBETA!

Calma! Jesus não tem nada contra os trombonistas! Apenas usa uma expressão figurada para nos ensinar a discrição até no fazer o bem. Podemos estragar uma ação boa com o nosso exibicionismo. Dizem que os fariseus, ao lançar as moedas nos cofres do templo, deixavam que elas caíssem bem do alto: assim, com seu tilintar, todos olhariam naquela direção e veriam a cara do piedoso doador.
Pois, sim…

A mãe de um amigo meu morava em uma pequena cidade do interior de Minas. O marido tinha um pequeno comércio, ou melhor, uma “venda”, como se dizia naqueles tempos. Toda manhã, discretamente, escondida do marido (ou ele fazia vista grossa?), a senhora pegava uma bolsa com dois ou três quilos de mantimentos e visitava uma família pobre. Somente após sua morte, veio à tona a sua caridade. E todos compreenderam por que motivo metade da cidadezinha era composta de afilhados e afilhadas daquele casal. Até Jesus Cristo aplaudiria esse tipo de caridade.

A caridade cristã não tem nada a ver com filantropia. Os filantropos e clubes de serviço não sabem fazer o bem sem anexar rumorosa propaganda: vejam só o que estamos fazendo! Das obras dos políticos, nem se fale! A placa chega a ser maior que a obra executada! Para nós, Jesus propõe um caminho de vida interior, sem máscaras e sem purpurinas. O Pai vê o que é secreto e nos recompensará por nossos gestos de amor. Ao contrário, se nós damos um jeitinho de aparecer aos olhos dos homens, “já recebemos nossa recompensa”, isto é: nossa goiaba já nasceu bichada!

Madre Teresa de Calcutá, contava que em sua infância, na Albânia, muitas vezes havia pessoas estranhas à mesa. Quando perguntava quem eram elas, a mãe respondia: “São parentes nossos que moram longe daqui”. Na verdade, eram pobres sem recursos, que passavam por lá, refugiando-se da guerra. A mesma mamãe ensinaria à pequena Teresa: “Se você fizer alguma caridade, que ninguém o perceba!”

Jesus fala concretamente do jejum e da oração, práticas louváveis que devem ser igualmente discretas. Deus aprecia a simplicidade. Mas deve tapar os ouvidos para não ouvir certas orações que fazemos, cheias de palavras eruditas, altissonantes, mas sem nenhuma ressonância interior… Puro exibicionismo! É preciso muito cuidado com a moderna tentação de promover a Igreja, vocações e Institutos através dos meios da sociedade pagã, como táticas de marketing e propaganda. Não precisamos de nada disso. Precisamos de santos.

Daí o conselho de Jesus: rezar em segredo, no quarto, onde apenas os olhos do Pai estão voltados para nós. Certamente, ali será mais sincera a nossa oração…

Orai sem cessar: “Como a criança no seio materno, como tal criança são meus desejos.” (Sl 131 [130], 2).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – CUIDADO! NÃO PRATIQUEIS VOSSA JUSTIÇA NA FRENTE DOS OUTROS, SÓ PARA SERDES NOTADOS.

Hoje, Jesus convida-nos a orar para a glória de Deus, com a finalidade de agradar ao Pai, pois foi por isso que fomos criados. Assim o afirma o Catecismo da Igreja: “Deus criou tudo para o homem, mas o homem foi criado para servir e amar a Deus e para lhe oferecer toda a criação”. Este é o sentido da nossa vida e o nosso orgulho: agradar ao Pai, comprazer a Deus. Este é o testemunho que Cristo nos deixou. Oxalá o Pai celestial possa dar a cada um de nós o mesmo testemunho que deu do seu Filho no momento de seu batismo: “Este é o meu Filho amado; nele está meu pleno agrado” (Mt 3,17).

A falta de retidão de intenção seria especialmente grave e ridícula se se produzisse em ações como a oração, o jejum e a esmola, pois se trata de atos de piedade e de caridade, quer dizer, atos que são próprios da virtude da religião ou atos que se realizam por amor a Deus.

Portanto, “cuidado! Não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus” (Mt 6,1).

Como poderíamos agradar a Deus se o que procuramos à partida é que nos vejam e ficar bem – em primeiro lugar – perante os homens?

Não é que tenhamos que nos esconder dos homens para que não nos vejam, trata-se de dirigir as nossas boas obras diretamente e em primeiro lugar para Deus. Não importa nem é mau que os outros nos vejam: pelo contrário, pois podemos edificá-los com o testemunho coerente das nossas ações.

Mas o que verdadeiramente importa – e muito – é que vejamos a Deus nas nossas atitudes. Devemos, pois, “examinar com muito cuidado a nossa intenção em tudo o que fazemos, e não procurar os nossos interesses se queremos servir o Senhor” (S. Gregório Magno).

(Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)).

CELEBRAÇÃO DE HOJE:

11ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA).

MONIÇÕES:

MONIÇÃO AMBIENTAL OU COMENTÁRIO INICIAL:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

A prática da esmola mostra nosso relacionamento com o próximo. O relacionamento com Deus é a oração, e o jejum deve provocar em nós a solidariedade com os que passam fome. Jesus não nega essas práticas, mas deseja que sejam autênticas, sejam meios para se praticar a verdade. O valor sublime é a vida como dom de amor que Deus nos deu. Esta é a verdadeira fé.

– 2ª:

A verdadeira recompensa à nossa generosidade é experimentar o amor de Deus. Isso ocorre quando entramos em sintonia com ele por meio da oração sincera e das obras e gestos em benefício dos outros.

MONIÇÃO PARA A(S) LEITURA(S) E O SALMO:

– 1ª: Periódico Deus Conosco; – 2ª: Periódico Liturgia Diária.

– 1ª:

O essencial de toda a Sagrada Escritura é o amor, por isso Deus aprova quem dá com alegria. E na simplicidade e humildade de nossos atos Deus, que vê o que está escondido, dará sua recompensa: seu amor, sua misericórdia. Escutemos o Senhor.

– 2ª:

A partilha, a oração e o jejum devem ser vivenciados pelo cristão não como obrigações, mas como oportunidades de comunhão com Deus. Caso contrário, não terão nenhuma validade.

MONIÇÃO PARA O EVANGELHO.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Quem me ama, realmente, guardará minha palavra e meu Pai o amará e a ele nós viremos. (Jo 14,23).

ANTÍFONAS:

Antífona da entrada.

Ouvi, Senhor, a voz do meu apelo: tende compaixão de mim e atendei-me; vós sois meu protetor: não me deixeis; não me abandoneis, ó Deus, meu salvador! (Sl 26,7.9).

Antífona da comunhão.

Pai santo, guarda no teu nome os que me deste, para que sejam um como nós, diz o Senhor (Jo 17,11).

ORAÇÕES DO DIA:

Oração do dia ou Oração da coleta.

Ó Deus, força daqueles que esperam em vós, sede favorável ao nosso apelo e, como nada podemos em nossa fraqueza, dai-nos sempre o socorro da vossa graça, para que possamos querer e agir conforme vossa vontade, seguindo os vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

Oração Universal ou Oração dos Fiéis.

Conforme nos orienta a IGRM, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

Oração sobre as oferendas.

Ó Deus, que pelo pão e vinho alimentais a vida dos seres humanos e os renovais pelo sacramento, fazei que jamais falte este sustento ao nosso corpo e à nossa alma. Por Cristo, nosso Senhor.

Oração depois da comunhão.

Ó Deus, esta comunhão na eucaristia prefigura a união dos fiéis em vosso amor; fazei que realize também a comunhão na vossa Igreja. Por Cristo, nosso Senhor.

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem
todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

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REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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