Liturgia Diária 02/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 02/JUL/2013 (terça-feira)

Gênesis 19,15-29 (Libertação de Ló)
Salmo 26(25),2-3. 9-10. 11-12 (Súplica do inocente)
Mateus 8,23-27 (A tempestade acalmada)

MT 8,23-27 (A tempestade acalmada)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 19,15-29)

Leitura do Livro do Gênesis.

Naqueles dias, 15 os anjos insistiram com Ló, dizendo: “Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas, e sai, para não morreres também por causa das iniquidades da cidade”. 16 Como ele hesitasse, os homens tomaram-no pela mão, a ele, à mulher e às duas filhas – pois o Senhor tivera compaixão dele –, fizeram-nos sair e deixaram-nos fora da cidade. 17 Uma vez fora, disseram: “Trata de salvar a tua vida. Não olhes para trás, nem te detenhas em parte alguma desta região. Mas foge para a montanha, se não quiserdes morrer”. 18 Ló respondeu: “Não, meu Senhor, eu te peço! 19 O teu servo encontrou teu favor e foi grande a tua bondade, salvando-me a vida. Mas receio não poder salvar-me na montanha, antes que a calamidade me atinja e eu morra. 20 Eis aí perto uma cidade onde poderei refugiar-me; é pequena, mas aí salvarei a minha vida”. E ele lhe disse: 21 “Pois bem, concedo-te também este favor: não destruirei a cidade de que falas. 22 Refugia-te lá depressa, pois nada posso fazer enquanto não tiveres entrado na cidade”. Por isso foi dado àquela cidade o nome de Segor. 22 O sol estava nascendo, quando Ló entrou em Segor. 24 O Senhor fez então chover do céu enxofre e fogo sobre Sodoma e Gomorra. 25 Destruiu as cidades e toda a região, todos os habitantes das cidades e até a vegetação do solo. 26 Ora, a mulher de Ló olhou para trás e tornou-se uma estátua de sal. 27 Abraão levantou-se bem cedo e foi até o lugar onde antes tinha estado com o Senhor. 28 Olhando para Sodoma e Gomorra, e para toda a região, viu levantar-se da terra uma densa fumaça, como a fumaça de uma fornalha. 29 Mas, ao destruir as cidades da região, Deus lembrou-se de Abraão e salvou Ló da catástrofe que arrasou as cidades onde Ló havia morado.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 26(25),2-3. 9-10. 11-12 (R.3a))

— 3a Tenho sempre vosso amor ante meus olhos.

3a Tenho sempre vosso amor ante meus olhos.

— 2 Provai-me, ó Senhor, e examinai-me, / sondai meu coração e o meu íntimo! 3 Pois tenho sempre vosso amor ante meus olhos; / vossa verdade escolhi por meu caminho.

— 9 Não junteis a minha alma à dos malvados, / nem minha vida à dos homens sanguinários; 10 eles têm as suas mãos cheias de crime; / sua direita está repleta de suborno.

— 11 Eu, porém, vou caminhando na inocência; / libertai-me, ó Senhor, tende piedade! 12 Está firme o meu pé na estrada certa; / ao Senhor eu bendirei nas assembleias.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 8,23-27)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 23 Jesus entrou na barca, e seus discípulos o acompanharam. 24 E eis que houve uma grande tempestade no mar, de modo que a barca estava sendo coberta pelas ondas. Jesus, porém, dormia. 25 Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: “Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!” 26 Jesus respondeu: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Então, levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria. 27 Os homens ficaram admirados e diziam: “Quem é este homem, que até os ventos e o mar lhe obedecem?”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura, renovando minha fé, com todos os que neste espaço virtual buscam a Palavra:

Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Creio, meu Deus, que estou diante de ti.

Que me vês e escutas as minhas orações.

Tu és tão grande e tão santo: eu te adoro.

Tu me deste tudo: eu te agradeço.

Foste tão ofendido por mim: eu te peço perdão de todo o coração.

Tu és tão misericordioso: eu te peço todas as graças que sabes serem necessárias para mim.

Ó Jesus Mestre, Verdade, Caminho e Vida, tem piedade de nós.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 8,23-27.

Este fato narra um momento de crise dos discípulos de Jesus. Estão num barco e vem uma tempestade. As ondas aumentam e começam a cobrir o barco. Jesus dormia. Os discípulos ficaram apavorados ao ponto de chegar a acordar o Mestre e pedir-lhe socorro. Tinham medo de morrer. Jesus acorda e lhes diz: “Por que é que vocês são assim tão medrosos? Como é pequena a fé que vocês têm!” Depois, falou energicamente com o vento e a ondas que se acalmaram. Todos se admiraram e se perguntavam: “Quem é este que manda até no vento e nas ondas?” Esta experiência mediu o grau de maturidade e de fé dos discípulos. Deveriam crescer muito.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim?

Questiono minha fé que às vezes é muito pequena.

Os bispos, na Conferência de Aparecida, disseram que há sombras na história da Igreja, mas o mais importante a se observar é a ação de Deus nesta história: “Certamente que a recordação de um passado glorioso não pode ignorar as sombras que acompanharam a obra de evangelização do continente latino-americano: não é possível esquecer os sofrimentos e as injustiças que infligiram os colonizadores às populações indígenas, pisoteadas em seus direitos humanos fundamentais. Mas, a obrigatória menção desses crimes injustificáveis – já condenados por missionários como Bartolomeu de las Casas e por teólogos como Francisco de Vitória, da Universidade de Salamanca – não deve impedir de reconhecer com gratidão a admirável obra realizada pela graça divina entre essas populações ao longo destes séculos”, da justiça e da caridade. No entanto, o mais decisivo na Igreja é sempre a ação santa de seu Senhor.” (DAp 7).

Como encaro as tempestades e crises na minha vida?

Confio em Deus?

Acredito que Deus está na minha barca e pode me salvar?

Ou sou uma pessoa medrosa, insegura, com a fé infantil, imatura?

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, pedindo ao Senhor que aumente a minha fé:

“Creio Senhor, mas aumentai a minha fé”.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Vou viver com mais convicção minha fé, na certeza de que o Mestre está sempre na minha “barca”.

REFLEXÕES:

(4) – “POR QUE TANTO MEDO, HOMENS DE POUCA FÉ?”

Jesus entra no barco seguido por seus discípulos para fazer uma travessia à outra margem do Lago (cf. v. 18). A travessia é feita de surpresa, pois ela pode ser dificultada pelos ventos que levantam as ondas, as quais ameaçam o barco e seus ocupantes (v. 24). No universo simbólico da tradição bíblica, o mar evoca o mal e a morte. Enquanto Jesus dorme (ver: Jn 1,4-6), os discípulos se apavoram: “Senhor, salva-nos, estamos perecendo!” (v. 25). A menção de que Jesus dormia pode aludir à sua morte. Ao discípulo é exigida confiança, não importa em que situação: “Por que tanto medo, homens de pouca fé?” (v. 26). O medo é contrário à fé. E o discípulo só será plenamente livre quando superar, pela fé, o medo da morte. Jesus repreende o mar como se estivesse expulsando um demônio (cf. Mc 1,21-28). Sua palavra é eficaz como é eficaz a Palavra de Deus, que domina sobre as ondas do mar (Sl 68[67],2; Sl 89[88],10). O Senhor acordado do seu sono domina o mal, vence a morte; sua presença dá segurança, pois a sua vitória permite continuar a travessia, a peregrinação pela história. Mas “quem é este que até os ventos e o mar obedecem?” (v. 27). Cabe a cada um que se encontra diante do Senhor responder.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – ACALME O SEU CORAÇÃO

Acalme o seu coração, silencie a sua alma, repouse-a em Deus, deixe os cuidados da sua vida para o Senhor, para que Ele cuide de você.

“Os discípulos aproximaram-se e o acordaram, dizendo: ‘Senhor, salva-nos, pois estamos perecendo!’” (Mt 8,25).

Foi um grito desesperador de alguém que está em alto mar, envolto em tempestades, com a vida agitada e até em perigo, dizendo: “Senhor, acorda! Senhor salva-nos, vem em nosso socorro, vem em nosso auxilio”.

Pode ser que essa seja a situação da nossa alma nesse momento. Às vezes, estamos envolto em aflições terríveis, o mar da nossa vida está agitado demais e nós achamos que Deus está dormindo, que Ele não vem em nosso socorro, porque Ele não olha para nós. Muito pelo contrário, meus irmãos! Deus está olhando para nós com todo o Seu amor misericordioso.

problema não é o Senhor, mas somos nós que nos agitamos por qualquer coisa. O problema é o nosso coração, que se deixa agitar por qualquer mar, por qualquer vento, por qualquer tempestade.

Acalme o seu coração, silencie a sua alma, repouse-a em Deus, deixe os cuidados da sua vida para o Senhor, para que Ele cuide de você. Não deixe sua alma agitada pelas situações da vida, pelas contrariedades, pelas preocupações que a vida nos traz a cada dia; pelo contrário, mande que todos esses males, que estão agitados, se acalmem dentro de você.

que nós precisamos é da serenidade para que a graça de Deus atue em nossa vida. No dia de hoje, quero olhar para você e lhe pedir: “Olhe para Jesus e peça: ‘Senhor, acalme o meu coração para que eu faça a Sua vontade’”.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – UMA FÉ PEQUENINA

A experiência de estar numa barquinha, em meio a uma forte tempestade, serviu para testar a profundidade da fé dos discípulos. E provou ser ainda muito pequena, como declarou Jesus.

presença serena do Senhor, dormindo tranquilo, mesmo estando a barca para ser engolida pelas ondas, não foi bastante para criar no coração dos discípulos a certeza de que não afundariam. No desespero, acordaram Jesus pedindo para livrá-los da morte iminente. Jesus os censurou por terem demonstrado uma fé tão incipiente.

barquinha em meio à tormenta retratava a vida das primitivas comunidades cristãs. Elas corriam o risco de serem tragadas pelas ondas das perseguições e dificuldades que afloravam de toda parte. A primeira reação era a de desesperar-se e pensar que estava tudo perdido e não seriam capazes de fazer frente àquela situação.

Entretanto, elas não se davam conta da presença discreta, mas efetiva, do Senhor em seu meio. O Ressuscitado não havia deixado os seus entregues à própria sorte. Pelo contrário, ele estava aí, participando da sorte da comunidade e garantindo sua sobrevivência. Jamais as pressões dos inimigos e perseguidores seriam suficientemente fortes para pôr abaixo a comunidade. O medo não se justificava. O Senhor estava com sua comunidade.

Oração: Senhor Jesus, nos momentos de dificuldades, que eu saiba reconhecer tua presença discreta junto de mim dando-me coragem e alento.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Senhor, salva-nos, estamos perecendo! (Mt 8,25).

Neste episódio da tempestade acalmada, Jesus se dá a conhecer pela surpresa que provoca por seu comportamento.

As ondas batiam no barco e o enchiam de água. No entanto, Jesus dormia.

perigo se tornava cada vez maior e o barco poderia afundar.

risco de morrer era grande.

Então, os discípulos acordam Jesus e lhe pedem: “Senhor, salva-nos!”.

Notemos que não foi um simples pedido de socorro; foi um pedido de salvação da morte.

Ora, sabemos que o pedido de salvação podia ser feito por quem estava com doença sem cura, como a mulher que sofria de hemorragia (ver Mt 9,21), ou a salvação pode significar a Salvação Eterna para quem perseverar até o fim no seguimento de Jesus (ver Mt 10,22).

No caso daquela tempestade, os discípulos estão em risco de vida e é por esta vida terrena apenas que pedem socorro.

No entanto, procuremos ampliar nossa visão para entender que esse fato não está narrado no Evangelho apenas para nos apresentar como Jesus tem o poder de dar a salvação somente na terra. A intenção de São Mateus é de mostrar que Jesus pode dar a Vida Eterna porque Ele tem poder para isso e o confirma: é como Deus que dá ordem aos ventos e às ondas, sendo obedecido imediatamente. Isto aparece no Salmo 88,10 (89,9), onde está dito: “Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as aplacas”.

Os discípulos viram Jesus fazer isso e perguntaram: “Quem é este homem a quem até os ventos e o mar obedecem?” (Mt 8,27). Ora, os leitores do Evangelho de São Mateus respondem com o Salmo 88,10 (89,9): “Dominas a fúria do mar; quando as suas ondas se levantam, tu as aplacas”. E entenderam: “Este é como Deus”. Foi o modo de o evangelista afirmar que Jesus é Deus.

Portanto, neste Evangelho está dito que Jesus é Deus. Ele pode responder a nosso pedido crucial: “Senhor, salva-nos, estamos perecendo!” (Mt 8,25).

(Pe. Valdir Marques).

(12) – PORQUE TEMEIS?

Meus filhos, seja o que for que vos aconteça, lembrai-vos de que Eu estou sempre convosco. Lembrai-vos de que, visível ou invisível, parecendo agir ou parecendo dormir e esquecer-vos, Eu velo sempre, estou em toda a parte e sou omnipotente. Nunca tenhais medo, nem preocupações: Eu estou presente, Eu velo, Eu amo-vos. […] Eu sou todo-poderoso.

Que mais quereis?

[…] Lembrai-vos das tempestades que acalmei com uma palavra, transformando-as numa grande calmaria. Lembrai-vos da maneira como sustive Pedro quando caminhava sobre as águas (cf. Mt 14,28ss). Estou sempre tão perto de cada homem como estou agora de vós. […] Tende confiança, fé, coragem; não vos inquieteis com o vosso corpo nem com a vossa alma (cf. Mt 6,25), uma vez que Eu estou presente, sou omnipotente e vos amo.

Mas […] que a vossa confiança não nasça da negligência, da ignorância dos perigos, nem da confiança em vós mesmos ou noutras criaturas. […] Os perigos que correis são iminentes: os demónios, inimigos fortes e manhosos, a vossa natureza, o mundo, fazem-vos continuamente uma oposição encarniçada. […] Nesta vida, a tempestade é quase contínua e a vossa barca está sempre prestes a soçobrar. Mas Eu estou presente e comigo ela é insubmersível. Desconfiai de tudo e sobretudo de vós mesmos, mas tende em Mim uma confiança total, capaz de banir toda a inquietação.

(Beato Charles de Foucauld (1858-1916), eremita e missionário no Saara – Meditação “Oito dias em Efrém”, a tempestade acalmada).

(14) – CORAGEM! JESUS ESTÁ NO BARCO. NÃO PULE NA ÁGUA!

Bom dia!

Qual é o limite que suportam nossas forças?

Sabemos até onde podemos chegar ou suportar antes de “entregar os pontos”?

tolerância que temos para suportar as pressões pode sim variar de pessoa para pessoa e conforme o que estamos passando sendo assim, a fé também pode ser umas das possíveis vítimas. Ela (a fé) pode sofrer abalos momentâneos ou duradouros quando somos submetidos diretamente ao sofrimento em especial, nas situações de sofrimento ou penúria imposta pelas moléstias (doenças) ou pela morte.

Quantas pessoas que ao passar por momentos de profundo e intenso estresse sucumbiram à descrença?

Quantas que desistiram ao ver seu mundo virar ao avesso?

Moisés certa vez, cansado da incredulidade e “pedição” do povo, desconta toda sua raiva e decepção num rochedo que “se nega” a dar água da primeira vez que é solicitado e que precisa ser novamente atingido para que se contentasse o povo descrente. Deus concedeu muito a Moisés, mas naquele momento o humano “escapou” do divino e a raiva tomou conta. Somos assim também.

“(…) Em seguida, tendo Moisés e Aarão convocado a assembleia diante do rochedo, disse-lhes Moisés: ‘Ouvi, rebeldes: acaso faremos nós brotar água deste rochedo? Moisés levantou a mão e feriu o rochedo com a sua vara duas vezes; as águas jorraram em abundância, de sorte que beberam, o povo e os animais. Em seguida, disse o Senhor a Moisés e Aarão: “Porque faltastes à confiança em mim para fazer brilhar a minha santidade aos olhos dos israelitas, não introduzireis esta assembleia na terra que lhe destino’”. (Números 20, 10-12).

Como enxergamos as fatalidades?

Como vemos a morte?

Em ambas as perguntas a resposta deveria vir precedida da palavra DEPENDE.

Sim!

A resposta é proporcional a importância que damos a pergunta.

Como assim?

fatalidade geralmente acontece na casa dos outros, mas quando ocorre no nosso quintal é catástrofe!

Anos e anos de RCC (Renovação Carismática Católica) me ensinaram e fizeram refletir algo que carrego no meu exercício como ministro: Quem nos procura volta pra casa com algo melhor?

Será que estamos ensinando o que Jesus nos pediu?

próprio documento de Aparecida nos sugere um ensino querigmático, ou seja, com foco no anúncio da Boa Nova, mas por que muitos grupos, pastorais, homilias e pregações dão tanta importância ao povo “pidão” que insiste em ver a água brotar da terra ao invés de educar?

Temos em nosso conviver um povo que tem medo de enfrentar as tempestades e já no primeiro vento acorda Jesus. O foco do QUERIGMA é ensinar que antes de gritar é ACREDITAR QUE JESUS ESTA NO BARCO!

Não quero aqui diminuir a dor de quem sofre fisicamente com uma doença ou uma perda, mas dar a ela um sentido que gere o conforto. Deus está no Barco!

Creia!

Lembrei de outra passagem em que o apóstolo dos gentios, Paulo, ia em direção a Roma para ser julgado. A vontade de ser levado a Roma o fez enfrentar uma tremenda tempestade que sacudia o barco e tudo levava a crer que o viraria e levaria todos os ocupantes a morte. Lançaram ao mar todo material que podia ser desprezado e ao final restando apenas a tripulação veio a ideia de pularem no mar. Paulo então diz: “(…) Desde muito tempo ninguém havia comido nada. Paulo levantou-se no meio deles e disse: Amigos, deveras devíeis ter-me atendido e não ter saído de Creta, e assim evitar esse perigo e essas perdas. Agora, porém, vos admoesto a QUE TENHAIS CORAGEM, POIS NÃO PERECERÁ NENHUM DE VÓS, MAS SOMENTE O NAVIO. Esta noite apareceu-me um anjo de Deus, a quem pertenço e a quem sirvo, o qual me disse Não temas, Paulo. É necessário que compareças diante de César. Deus deu-te todos os que navegam contigo. POR ISSO, AMIGOS, CORAGEM! EU CONFIO EM DEUS QUE HÁ DE ACONTECER COMO ME FOI DITO. VAMOS DAR A UMA ILHA”. (Atos 27, 21-26).

Não abandonemos o barco, haverá sempre uma ilha.

Pessoas que passaram por grandes tormentas na vida testemunham que em um dado momento, quando viam a esperança a certa distância, perceberam a mudança no sentido do vento. No olho do furação que viviam, Deus concedia pela fé uma ilha de tranquilidade a aqueles que não desistiam. Derrotas, percas, tormentas, […] também nos ensinam, mesmo que duramente, no entanto é preciso crer que venceremos.

Por fim, saiba que ACREDITAR, no dicionário, vem antes de gritar, portanto, não pule do barco!

Um imenso abraço fraterno!

(Alexandre Soledade).

(14) – JESUS ACALMA A TEMPESTADE

Gênesis 19, 15-29 – “não olhes para trás.”

Os mesmos anjos que estiveram com Abraão se apresentaram a Ló e instruíram-no para que ele e a sua família fugissem de Sodoma, cidade amaldiçoada pela iniquidade dos seus habitantes, dizendo: Levanta-te, toma tua mulher e tuas duas filhas e sai, para não morreres também por causa das iniquidades da cidade”. “Trata de salvar a tua vida. Não olhes para trás nem te detenhas em parte alguma desta região.” Ló, suplicou aos mensageiros e foi lhe concedido um lugar para que ele e a sua família se refugiassem. A mulher de Ló, no entanto, transgredindo as ordens dos anjos, olhou para trás e transformou-se numa estátua de sal. Nós também podemos nos situar no contexto desta história para percebermos o empenho de Deus que deseja nos salvar das catástrofes, humanas e espirituais que abalam o mundo de hoje. Vivemos no meio das maiores aberrações e convivemos com os mais diversos contra testemunhos da fé que nós professamos. Nós e nossa família estamos sempre correndo o risco de sermos exterminados pelas consequências que o pecado nos impõe quando seguimos a mentalidade do mundo. Ele também providencia um refúgio para nós, na Igreja, na Comunidade, nos lugares de oração, mas também nos adverte: “não olhes para trás nem te detenhas”. E muitas vezes nós não acreditamos, duvidamos ou temos saudade da vida passada e transgredimos as orientações de Deus. Queremos olhar para trás e ainda nos deliciar com as “coisas boas” da vida velha. Por isso, nos tornamos pessoas paralisadas, sem vontade própria, perdemos o referencial da nossa família e nos afastamos do lugar que Deus reservou para nós. O Senhor deseja salvar a nós e a nossa família. Ele quer mudar radicalmente a nossa mentalidade e quer nos tirar da mesmice. Ele quer nos retirar do meio da perversidade que por si só, tenta nos destruir, por isso, também nos fala: “Refugia-te lá depressa, pois nada posso fazer enquanto não tiveres entrado na cidade”. O nosso refúgio é na casa do Senhor, na convivência dos que O temem no meio do Seu povo, cantando louvores a Ele. Só assim seremos salvos da destruição e teremos vida nova.

– Você compreende isso?

– Você já percebeu que Deus tenta salvar a você a sua família, por isso envia os Seus mensageiros?

– Aonde você tem ido se refugiar das intempéries do pecado?

– Você tem querido voltar para a vida velha?

– O que isto tem lhe proporcionado?

Salmo 25 – “Tenho sempre vosso amor ante meus olhos”

oração deste salmo é um cântico que deveria estar sempre nos nossos lábios. Nele nós suplicamos ao Senhor um refúgio bem seguro contra as investidas do maligno e colocamos à Sua disposição, o mais íntimo do nosso ser, onde se encontra o Seu amor. “Vossa verdade, Senhor escolhi por meu caminho”, diz o salmista. “Vou caminhando na inocência, libertai-me, tende piedade”. Repita hoje este salmo como uma intercessão por você e pela sua família.

Evangelho – Mateus 8, 23-27 – “a barca de Jesus”

Para nós a barca de Jesus é a Igreja, é a Comunidade, lugar de refúgio e segurança. Por isso, existe uma grande diferença nas horas de dificuldades da nossa vida quando nós estamos na barca com Jesus. Os discípulos que acompanharam Jesus e entraram com Ele na barca perceberam isto. Entrar na barca com Jesus é estar na Igreja, é participar da Comunidade, entre irmãos e se deixar submergir nos mistérios divinos. Quando estamos em comunidade nós percebemos a presença de Jesus, mesmo que às vezes, aparentemente, para nós Ele se encontre dormindo, nós sabemos a quem recorrer nas horas de aflição e provação. Quantas pessoas vivem no mundo, entregues, somente, aos seus recursos materiais e não têm para quem apelar e pedir socorro nos momentos de agonia! Há fatos e acontecimentos que nos tiram completamente a segurança e o equilíbrio e, se não tivermos um porto seguro, nós sucumbiremos. As situações críticas são sempre um termômetro que mede o grau de consciência da maturidade ou infantilidade da nossa fé. Se, apesar do pavor dos discípulos, Jesus ameaçou os ventos e o mar e estes O obedeceram, quanto mais poderá fazer por nós, se nos mantivermos firmes na fé e conscientes de que Ele está pertinho de nós para nos defender! As tempestades da nossa vida serão vivenciadas por nós com muito mais serenidade se tivermos confiança na presença de Jesus. É promessa Dele para nós: “no mundo haveis de ter aflições. Coragem eu venci o mundo”. (Jo 16, 33b).

– Você já entrou na barca de Jesus?

– Você confia que Ele o (a) ajudará na hora da tempestade?

– Você já passou por alguma aflição?

– A quem você recorreu?

(Helena Serpa).

(14) – JESUS ACALMA UMA TEMPESTADE

Levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.

Os seguidores que haviam manifestado seguir incondicionalmente a Jesus estão assustados diante das primeiras dificuldades. A turbulência das águas e a fúria dos ventos contrastam com o descanso de Jesus. A cena pode simbolizar a experiência dos primeiros cristãos, vítimas de maledicências e perseguições, turbulências que os obrigaram a afirmar sua fé em Cristo ressuscitado.

texto evidencia a chamada de atenção de Jesus a seus jovens seguidores, homens de pouca fé, por ainda depositarem sua confiança nas velhas amarras da lei; essa é a outra margem, a que ficou para trás. Por isso, os que optam por Jesus não têm outra alternativa senão acudir a ele como Salvador e Mestre.

Hoje, quando a fé é vulnerável a tantas propostas que desvirtuam a mensagem cristã, é urgente voltar ao evangelho como fonte inesgotável de todo comportamento humano; voltar a Jesus e à sua palavra, despertá-lo para que nos ajude a enfrentar as turbulências do mal; a enfrentar os projetos injustos, geradores de pobreza e miséria.

Aproximemo-nos, então, com humildade de Jesus e digamos a ele que nos dê a força suficiente para superar toda tormenta e que aumente a nossa fé, para não ceder diante das propostas que só desumanizam.

(Claretianos).

(14) – POR QUE TENDES TANTO MEDO…

Ao longo de nossa existência, somos acometidos por situações difíceis, momentos de turbulências que ás vezes tira o nosso chão! Podemos dizer, que estes momentos difíceis, são o termômetro que mede o grau da nossa fé! Se temos uma fé firme, com raízes profundas, não fraquejaremos diante às situações adversas. É a fé, que nos dá força e coragem para enfrentar e superar os inúmeros desafios que encontramos pelo caminho! Quem tem fé, não desiste, espera, quem não tem fé, desiste, desespera!

certeza da presença de Deus em nossa vida, mantém viva em nós, a esperança no raiar de um novo dia!

São nos momentos difíceis, que percebemos com maior intensidade o valor da fé!

que seria de nós sem a fé?

fé nos dá a certeza da vitória depois da dor!

Podemos comparar uma fé firme, com as raízes de um bambu. No momento de uma tempestade, o bambu parece se entregar, parece não resistir a força do vento indo até o chão, mas ele não cai, suas raízes profundas o mantém firme durante as tempestades!

Assim também deve ser a nossa fé, profunda, como as raízes de um bambu, uma fé firme, que nenhum vendável conseguirá derrubar.

Uma fé firme, com raízes profundas, jamais nos deixará perecer nos momentos difíceis! É embasado nesta fé, que adquirimos o impulso para reerguermos depois de enfrentarmos as turbulências do mar revolto! Portanto, é importante estarmos sempre buscando o crescimento na fé, o que podemos fazer através da oração, da escuta da palavra, da vivencia em comunidade e principalmente da Eucaristia!

Com Cristo e em Cristo, jamais fraquejaremos diante das adversidades da vida, e, mesmo quando tudo nos parecer obscuro, não vamos perder a esperança, pois para quem tem fé, uma luz sempre há de brilhar apontando uma saída!

Do evangelho que a liturgia de hoje nos apresenta, podemos tirar várias lições, dentre tantas, o poder de Jesus sobre todas as coisas!

relato deste episódio tão conhecido dos discípulos sendo surpreendidos com uma grande tempestade no mar, chama a nossa atenção para a importância da fé, principalmente nos momentos difíceis! A fé é o pilar que nos sustenta, que nos dá força para atravessarmos com serenidade os desertos de nossa vida.

texto nos diz que Jesus repreendeu os discípulos pela falta de fé: “Porque tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Estas palavras de Jesus, deixa claro que, mesmo estando juntos Jesus, os discípulos não se sentiam seguros, faltava-lhes fé.

Quantas vezes nós também somos assim, rezamos pedindo a proteção de Deus, e mesmo assim continuamos inseguros, um sinal de que ainda não confiamos suficientemente no poder de Deus, ainda precisamos de um amadurecimento na fé!

Como aqueles discípulos, muitas vezes juntos de Jesus, continuamos paralisados, pelo medo!

fé nos dá coragem, o medo nos paralisa, fé e medo, não são compatíveis!

Ter fé, não significa simplesmente acreditar em Deus, ter fé é depositar a nossa confiança e segurança Nele!

Ter fé, é ter a certeza de que somos conhecidos intimamente e amados por Deus! É vencer desafios, caminhando na certeza da vitória!

Senhor Jesus, “nós cremos, mas aumentai a nossa fé!”

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – POR QUE TEMEIS, HOMENS DE POUCA FÉ?

Também nós, no mar de nossa vida, enfrentamos de vez em quando, algumas tempestades: Um acidente, uma briga, na hora do desemprego, o filho que seguiu o caminho errado na vida, a filha que fugiu de casa com o rapaz que não era bem a sua outra metade, etc. Todas essas tempestades nos pegam de surpresa, no momento em que menos esperamos um contratempo.

qual tem sido a nossa reação?

Rezar?

Pedir ajuda ao pessoal da pastoral?

Pedir a visita do padre em nossa casa?

Xingar?

Descabelar?

Revoltar-se contra Deus?

depois dizer que não vai mais à missa? Etc.

Acontece que a nossa atitude ou a reação diante do mar revolto, vai depender única e exclusivamente da nossa fé. Se realmente temos fé, vamos estar derrotados, doloridos, sentidos, sofrendo muito, mais tudo isso com a calma de quem sabe que alguém que tem o poder sobre tudo, nunca dorme. E está sempre ao nosso lado, tanto na hora da calmaria, como na hora da tempestade. Acontece, que quando na nossa viagem marítima o sol brilha na nossa escuna, o vento é só uma brisa, e estamos curtindo um cruzeiro particular inesquecível, de vento em poupa, nem pensamos em agradecer ao Pai que nos proporcionou aquilo tudo, e que apesar da nossa indiferença, está sempre do nosso lado. Mais quando o tempo vira, e o mar se agita, quando o barco da nossa vida está quase virando inundado de tantos problemas, é nessa hora que nos lembramos de gritar.

Senhor, Senhor não vai fazer nada?

Vai me deixar morrer aqui?

“Por que temeis, homens de pouca fé?”

Não contem para ninguém, mas eu confesso que já “amarelei” diante de algumas tempestades. Diante de uma agulha mais ou menos da grossura de uma agulha de crochê na mão de um estagiário que ia fazer uma Mielografia na minha coluna no lugar do meu médico de confiança que teve de atender uma grande emergência, naquele momento, eu entrei em pânico, reclamei, quase chorei, mas finalmente recorri a Deus e consegui submeter-me àquela tortura e hoje estamos aqui.

(José Salviano).

(14) – JESUS AMEAÇOU OS VENTOS E O MAR, E FEZ-SE UMA GRANDE CALMARIA

Levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.

Este Evangelho narra a cena da tempestade que é acalmada por Jesus. A barca com os discípulos representa a Igreja, a Comunidade cristã atravessando o mar revolto da vida.

outra margem é a nossa vocação, a nossa missão na terra, é o Reino de Deus, que somos chamados a construir. Um mundo de mais justiça, fraternidade, verdade, união com Deus e vida plena para todos.

Haverá tempestades na travessia. Seria muito mais seguro ficarmos parados na praia, pois não teríamos de enfrentar as tempestades. Mas o mundo não se beneficiaria dos dons que Deus colocou em nós, e estaria ainda mais distante do projeto do Reino de Deus. A travessia é difícil, mas quando chegarmos do lado de lá, veremos que Deus nos ajudou e compensou o sacrifício. Afinal, Jesus está na barca.

Quem dorme não tem condições de ajudar ninguém. Deus não dorme, mas, apesar de ver tudo e guardar na memória, ele age como se estivesse dormindo, isto é, não interfere, devido ao seu respeito à nossa liberdade. Ele não age, se não o chamarmos através da oração, abrindo a porta do nosso coração para ele entrar.

Deus não interveio nem quando fizeram o maior pecado da história, que foi matar o seu Filho. Hoje as maldades são também grandes: aborto, guerras injustas, tráfico de pessoas e de drogas, a destruição da natureza…

Mas vê tudo o que se passa, e um dia vai cobrar de nós, vai perguntar de que lado estávamos diante dos pecados sociais.

“Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?” Os discípulos deviam ter acordado Jesus antes, e sem ficar apavorados, pois Deus estava com eles. Foi isso que Jesus repreendeu.

“Quem fechou o mar? Quem dominou a natureza e tudo o mais?” (Jó 38,8-11). Deus é poderoso, qualquer problema é “fichinha” para ele. Com ele dentro da barca estamos seguros e podemos entrar em qualquer tempestade.

Depois que os discípulos perceberam que todos os seus esforços estavam sendo em vão, aí que recorreram a Jesus. Quantas vezes acontece isso conosco. Deus está ao nosso lado, e não o procuramos, preferindo lutar sozinhos para vencer. “Orai sempre e nunca cesseis de o fazer”, disse Jesus. O cristão reza o dia inteiro. São jaculatória ou pequenas orações que ele ou ela faz, quando aparecem as tentações. As tentações começam na nossa cabeça, no nosso pensamento, e aí a enfrentamos logo com a oração.

Nós, como os discípulos, ainda não conhecemos bem a Deus, nem sabemos andar na presença dele. Por isso que Jesus proibia as pessoas de divulgarem seus milagres, que mostravam claramente a sua divindade. Ele queria que os discípulos primeiro aprendessem a viver com Deus, para depois saberem que ele é Deus.

Os Evangelhos sempre narram que, após um milagre, os discípulos ficavam com medo. Imagine se todo mundo ficasse sabendo! Ninguém se aproximaria de Jesus.

Deus é o Senhor de tudo, até do mar. Mas é principalmente Pai, e quer seus filhos e filhas bem pertinho de si.

Há muitos modos de vivermos no mundo:

1) Ficar na margem.

2) Ajudar a criar mais tempestades.

3) Entrar em outros barquinhos por aí, que não levam à outra margem.

4) Ficar lutando sozinho contra as ondas, sem buscar Jesus e a Comunidade.

5) Fazer o que fizeram os Apóstolos, isto é, indo atrás de Jesus, que agiu e fez uma grande calmaria.

Certa vez, uma família distinta convidou uma noviça para jantar com eles num restaurante de luxo. A madre superiora deixou, e a jovem foi. Mas na hora da refeição, a noviça ficou tão chocada com a cena que viu, que perdeu o apetite: do lado de fora do restaurante, havia várias crianças sujas, maltrapilhas e certamente famintas olhando pela janela. Já a família, que estava acostumada com aquilo, não se chocou; nem os demais comensais e os garçons.

noviciado é uma escola para se construir o mundo da outra margem, isto é, o Reino de Deus levado a sério. E a tempestade surge justamente quando começamos a dar passos na construção deste mundo novo, rompendo com o mundo velho do pecado e da injustiça. Neste caso, a tempestade já começou dentro da noviça, e essa tempestade só se acalmará quando ela, junto com a Comunidade cristã, começar a colocar em prática as suas convicções, nascidas do Evangelho.

Maria Santíssima foi a mulher de fé, que venceu todos as tempestades e cumpriu de forma brilhante a sua vocação. Santa Maria, rogai por nós!

Levantando-se, ameaçou os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria.

(Pe. Antônio Queiroz).

(14) – MUITOS HOJE SENTEM GRANDES DIFICULDADES PARA TESTEMUNHAR A FÉ

O evangelista Mateus escreve para judeus e por isso, podemos imaginar o drama que viviam os Judeus prosélitos convertidos ao cristianismo no primeiro século.

Primeiro a pressão dos Judeus tradicionalistas, que apenas viam o Cristianismo como uma seita. Em lugar do eixo teológico da antiga Aliança, que girava em torno da Lei de Moisés, o apóstolo Paulo torna a Fé Cristocêntrica, quando proclama que a Fé na Graça de Deus manifestada em Jesus é o que basta para a Salvação, e não o cumprimento da Lei. Nossas comunidades cristãs da atualidade sentem também a todo momento grandes dificuldades para testemunhar o Evangelho em meio a um mundo paganizado. Tem-se ás vezes a impressão de que o Cristianismo não irá sobreviver e que é melhor ceder a pós modernidade e seus valores tidos como essenciais. Quem salva não é Deus mas o homem com sua ciência, tecnologia, avanço científico. As acusações de que o Cristianismo é uma Velharia cheirando a mofo, com sua doutrina, sempre é feita, quando os Pastores da Igreja se pronunciam contra algo ditado pelo homem da pós modernidade e há mesmo, aqueles cristãos que não resistem e abandonam o barco, a procura de um Cristianismo que não seja tão exigente no campo da ética e da moral, e que tenha como referência as necessidades do homem e não o Evangelho, o Magistério e a Tradição da Igreja.

Por outro lado os problemas internos das comunidades e da própria Igreja, parece que a barquinha vai acabar não resistindo…

Jesus Cristo, nosso Deus, que instituiu a Igreja, não está vendo essa situação?

Não vai tomar nenhuma atitude para confirmar a sua Igreja?

Será que vai deixar a barquinha afundar?

Esse questionamento os cristãos daquelas primeiras comunidades já faziam. Parece que nosso Deus está dormindo…

evangelho mostra uma coisa de maneira muito clara, a última palavra não será das forças do mal que querem acabar com a Igreja, mas de Jesus. Ele manda o vento e o mar se calarem e eles obedecem. A mensagem é simples: Não há neste mundo nenhuma Força Maligna capaz de acabar com a Igreja de Cristo. Um pouco depois da Reforma Protestante, já no Século XVII, um Pastor Protestante de grande sabedoria no campo das pesquisas, desafiou o Papa para que ele abrisse os arquivos secretos do Vaticano, para que ele desmascarasse a Igreja mostrando a corrupção dos Papas. Mas, ao terminar sua pesquisa, ele quis uma audiência com o Papa, que deu todo o apoio para suas pesquisas, e nesta audiência manifestou a sua decisão de tornar-se Católico e quando o Papa admirado lhe questionou o porquê da decisão, ele respondeu “Concluiu que esta é a verdadeira Igreja de Cristo, porque nem mesmo os Papas conseguiram acabar com ela, com seus numerosos pecados e escândalos”, respondeu o novo católico.

(Diác. José da Cruz).

(15) – REFLEXÃO

A nossa vida é constantemente marcada por turbulências que nem sempre são fáceis de serem vencidas, sendo que algumas vezes temos a impressão de que seremos engolidos. São situações que nos desafiam e exigem de nós muito mais do que somos capazes de realizar. É justamente nessas situações que a nossa fé deve falar mais alto. É claro que devemos reconhecer a nossa impotência diante de determinadas situações, mas a vida de quem realmente crê em Deus não pode ser marcada pelo medo, pela covardia ou pela transferência da responsabilidade do dia a dia para Deus. É assumir com coragem os desafios na certeza de que Deus é o grande parceiro e que seremos sempre vitoriosos porque não realizamos uma obra que é nossa, mas somos protagonistas de uma obra que é o próprio Deus quem realiza.

(20) – SALVA-NOS, SENHOR, QUE PERECEMOS!

Era a barca pequena. No latim de São Jerônimo, “naviculam” – um diminutivo. O “mar” era pequeno: o Lago de Genesaré, mas em região de poucas águas um lago acaba sendo chamado de mar. Mar da Galileia ou de Tiberíades. A fé era pequena. Um vento atrevido, e o desastre parece iminente.

No fundo da barca, dormia o Mestre em plena tempestade (dormia mesmo? … ou fingia, para testar aqueles marmanjos?). E os discípulos acordam Jesus com gritos desesperados: “Salva-nos, Senhor, que estamos perdidos!” Mas Jesus é grande. Maior que o vento. Maior que o mar. Maior que o medo. O narrador registra que Jesus “se ergueu”. Ficou de pé na barca, em plena borrasca, e com um gesto imperativo calou a ventania e fez dormir as águas.

Somos discípulos medrosos, inseguros. Nossa esperança se evapora diante das crises. Nossa coragem se esfarinha ao primeiro obstáculo. Nossa fé se congela diante da primeira tentação. Parece que Jesus não está no mesmo barco!

barco é a família. Navega contra o vento do consumismo, da busca de prazeres, da rebeldia dos filhos. Navega contra as toxinas da TV, a propaganda do ateísmo, o ácido da contracepção. E tudo indica que vamos soçobrar…

barco é a Igreja. Navega contra as correntezas do ateísmo, do racionalismo, do relativismo. Navega contra as pressões do paganismo que renasce, das calúnias dos meios de comunicação, da desobediência dos próprios ministros. E tudo sugere que não chegaremos ao porto…

barco é o planeta. Navega contra a destruição ambiental, a expansão das epidemias, o esgotamento dos recursos naturais. Navega contra as mazelas do sistema econômico, contra o terrorismo fundamentalista, contra a corrida armamentista. E tudo aponta para o caos…

Mas alguém dorme no fundo do barco.

Dorme?

Ou finge que dorme, esperando que se eleve um grito universal, em todas as línguas, de todas as nações: “Salva-nos, Senhor, que perecemos”?

Chegamos a pensar que o progresso científico livraria a humanidade de seus males. Depois de Hiroshima, a ilusão se dissipou em forma de cogumelo. Chegamos a pensar que acordos políticos suavizariam os ódios internacionais. O fracasso da ONU jogou por terra este remédio.

quem recorrer?

Recorramos, confiantes, Àquele que parece dormir, mas apenas espera pelo grito da Humanidade.

Orai sem cessar: “Não dormirá aquele que te guarda!” (Sl 121,3).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – ENTÃO, LEVANTANDO-SE, REPREENDEU OS VENTOS E O MAR, E FEZ-SE UMA GRANDE CALMARIA

Hoje, terça-feira XIII do tempo comum, a liturgia oferece-nos um dos fragmentos mais impressionantes da vida pública do Senhor. A cena apresenta uma grande vivacidade, contrastando radicalmente a atitude dos discípulos com a de Jesus. Podemos imaginar-nos a agitação que reinou na barca quando “veio uma grande tempestade sobre o mar, a ponto de o barco ser coberto pelas ondas” (Mt 8,24), mas a agitação não foi suficiente para acordar Jesus que dormia. Tiveram que ser os discípulos quem, no seu desespero, acordaram Jesus: “Senhor, salva-nos, estamos perecendo!” (Mt 8,25).

Evangelista serve-se de todo este dramatismo para nos revelar o autêntico ser de Jesus. A tempestade não tinha perdido a sua fúria e os discípulos continuavam cheios de agitação quando o Senhor, simples e tranquilamente, “levantando-se, repreendeu os ventos e o mar, e fez-se uma grande calmaria” (Mt 8,26). Da Palavra repreendedora de Jesus seguiu-se a calma, a calma que não estava apenas destinada a realizar-se nas aguas agitadas do céu e do mar: a Palavra de Jesus dirigia-se sobre tudo a acalmar os corações temerosos dos seus discípulos. “Por que tanto medo, homens de pouca fé?” (Mt 8,26).

Os discípulos passaram da perturbação e do medo à admiração própria daquele que acaba de assistir a alguma coisa impensável até então. A surpresa, a admiração, a maravilha de uma mudança drástica na situação em que viviam despertou neles uma pergunta central: “Que homem é este, que até os ventos e o mar lhe obedecem?” (Mt 8,27). Quem é aquele que pode acalmar as tempestades do céu e da terra e, ao mesmo tempo, as dos corações dos homens? Apenas “quem dormindo como homem numa barca, pode dar ordens aos ventos e ao mar, como Deus” (Nicetas de Remesiana).

Quando pensamos que a terra se afunda, não esqueçamos que o nosso Salvador é o próprio Deus feito homem, o qual se nos dá pela fé.

(Fray Lluc TORCAL Monje del Monastério de Sta. Mª de Poblet (Santa Maria de Poblet, Tarragona, Espanha)).

(25) – TEMPESTADE ACALMADA

“Sobreveio então uma tempestade de vento, e as ondas se jogavam para dentro do barco, e o barco já estava se enchendo. Jesus estava na popa, dormindo sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e lhe disseram: Mestre, não te importa que pereçamos? Levantando-se, ele conjurou severamente o vento e disse ao mar: Silêncio! Quieto! Logo o vento serenou”.

Este texto nos fala ao coração. Há uma tríplice oposição: tempestade e grande calmaria; barco em perigo e o sono de Jesus; medo dos Apóstolos, marinheiros de profissão, e a intrepidez do Mestre, de pé, face ao vento e ao mar. Na Bíblia, apaziguar o mar é obra divina. Mas aqui de modo especial, à diferença do salmista ou de Jonas, Jesus não invoca Deus, mas age por ele mesmo. Ele fala em nome próprio, suscitando a questão dos Apóstolos: “Quem é este?” Para fazer tal obra, dando ordens ao tempo e ao mar, é necessário que Ele seja Deus. S. Atanásio declara: “Aquele que ordenou ao mar não era uma criatura, mas sim o Criador”.

S. Jerônimo considera que “em Jonas encontramos uma figura deste milagre: quando todos estão em perigo, só ele está em segurança e dorme. Os demais membros da embarcação o acordam. O mesmo acontece com o Senhor Jesus, mostrando que Ele por sua palavra e pelo sacramento de sua Paixão, liberta os que o despertam, que somos nós que a Ele recorremos”. Desde os primeiros séculos, faz-se a aplicação deste milagre à Igreja. Jesus atravessará as águas da morte e a Igreja, com toda confiança, irá também com Ele atravessá-las, como os discípulos naquele dia. O sono do Mestre significa de modo exemplar a confiança que o homem deve colocar em Deus. “Todos vós que navegais na barca da fé, comenta Orígenes, todos vós que passais através das ondas deste mundo na barca da Igreja santa com Cristo, embora ele durma em piedoso descanso, vigia vossa paciência e perseverança. Aproximai-vos dele com ardor, insistindo com orações”. Portanto, dormindo Jesus convida os discípulos, através de seu silêncio, a crerem na presença d’Aquele que tudo pode, embora por vezes pareça que não esteja atento às suas necessidades e perigos. “Se naufragas, observa s. Agostinho, é porque Cristo dormiu em ti. Esqueceste de Cristo. Desperta-o, traze-o à memória. Despertar Jesus é pensar nele. Tentação que nasce, eis o vento; perturbação que te vem, eis as ondas. Desperta Cristo e Ele falará contigo e tu exclamarás: “Quem é este, a quem até o vento e o mar obedecem!”

“Senhor, que eu sempre possa reconhecer vossa presença em minha vida. Nos momentos de dúvida e de medo possa eu encontrar em vós coragem e força para enfrentá-los. Ajudai-me a confiar em vós e a buscar vosso auxílio na adversidade e nas tentações”.

(Bispo Dom Fernando).

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

13ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Certamente, cada um de nós passa por momentos difíceis da vida, onde temos incertezas e inseguranças. Os apóstolos enfrentaram tais situações no anúncio do Evangelho. Nem sempre suas pregações eram do agrado de todos. A força do mar revolto é a força contrária ao Reino, que procura impor silêncio à verdade de Cristo. Anima-nos a Palavra de Jesus: “Por que tendes tanto medo, homens fracos na fé?”

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Povos todos, aplaudi e aclamai a Deus com brados de alegria (Sl 46,2).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, pela vossa graça, nos fizestes filhos da luz. Concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas brilhe em nossas vidas a luz da vossa verdade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

O povo de Israel atravessou o mar Vermelho e, agora, os apóstolos atravessam o mar da Galileia. Cristo é o novo Moisés que veio para salvar definitivamente o Povo do Senhor. É a Ele que devemos obediência. Sem Ele nada podemos fazer.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— No Senhor ponho a minha esperança, espero em sua palavra. (Sl 129).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus, que nos assegurais os frutos dos vossos sacramentos, concedei que o povo reunido para vos servir corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Bendize, ó minha alma, ao Senhor e todo meu ser, seu santo nome! (Sl 102,1).

– Oração depois da Comunhão

Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício e recebemos em comunhão, nos transmitam uma vida nova, para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

Anúncios
Esse post foi publicado em Religião. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s