Liturgia Diária 03/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 03/JUL/2013 (quarta-feira)

Carta de são Paulo aos Efésios 2,19-22 (Unidade por Cristo / A reconciliação dos judeus e dos gentios entre si e com Deus)
SALMO 116(117),1-2 (Convite ao louvor)
Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,24-29 (Aparição aos discípulos – O crer de Tomé)
Jo 20,24-29 (Aparição aos discípulos)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro da Carta de São Paulo aos Efésios (Ef 2,19-22)

Leitura da Carta de São Paulo aos Efésios.
Irmãos, 19 já não sois mais estrangeiros nem migrantes, mas concidadãos dos santos. Sois da família de Deus. 20 Vós fostes integrados no edifício que tem como fundamento os apóstolos e os profetas, e o próprio Jesus Cristo como pedra principal. 21 É nele que toda a construção se ajusta e se eleva para formar um templo Santo no Senhor. 22 E vós também sois integrados nesta construção, para vos tornardes morada de Deus pelo Espírito.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 116(117),1-2 (R. Mc 16,15))

— Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
— Ide, por todo o mundo, a todos pregai o Evangelho.
— Cantai louvores ao Senhor, todas as gentes, povos todos festejai-o!
— Pois comprovado é seu amor para conosco, para sempre ele é fiel!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo João (Jo 20,24-29)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João.
— Glória a vós, Senhor!
24 Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25 Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir as marcas dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26 Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27 Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28 Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor!

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para rezar a Palavra, com a prece:
Em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo. Amém.
Espírito Santo, Deus de amor, concede-me:
… uma inteligência que te conheça,
… uma inquietação que te procure,
… uma sabedoria que te encontre,
… uma vida que te agrade,
… uma perseverança que, enfim, te possua. Amém.
(Santo Tomás de Aquino)

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?
Leio atentamente o texto: Jo 20,24-29, e observo Tomé no seu encontro com Jesus.
Tomé não estava presente na comunidade. Por isso teve dificuldade para crer. Não acreditou no primeiro anúncio que os apóstolos fizeram depois de estarem com o Senhor. Tomé disse, em outras palavras, que precisava ver para crer. Uma semana depois, todos estavam reunidos e, desta vez, Tomé estava também. O Ressuscitado o convida para tocar as chagas. Foi quando ele fez aquela bela oração: “Meu Senhor e meu Deus!” E Jesus disse: “Felizes são os que não viram, mas assim mesmo creram!”

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?
Sou uma pessoa que marco presença na comunidade?
Por acaso, sou como Tomé?
Preciso ver para crer?
Veja como os bispos, em Aparecida, descreveram a atitude do discípulo de Jesus Cristo: “Como discípulos de Jesus reconhecemos que Ele é o primeiro e maior evangelizador enviado por Deus (cf. Lc 4,44) e, ao mesmo tempo, o Evangelho de Deus (cf. Rm 1,3). Cremos e anunciamos “a boa nova de Jesus, Messias, Filho de Deus” (Mc 1,1). Como filhos obedientes a voz do Pai queremos escutar a Jesus (cf. Lc 9,35) porque Ele é o único Mestre (cf. Mt 23,8). Como seus discípulos sabemos que suas palavras são Espírito e Vida (cf. Jo 6,63.68). Com a alegria da fé somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação.” (DAp 103).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Jesus Mestre, que eu pense com a tua inteligência e com a tua sabedoria.
Que eu ame com o teu Coração…
Que eu veja sempre com os teus olhos.
Que eu fale com a tua língua.
Que eu ouça somente com teus ouvidos.
Que eu saboreie aquilo que tu gostas.
Que as minhas mãos sejam as tuas.
Que os meus pés sigam os teus passos.
Que eu reze com as tuas orações.
Que meu tratamento seja o teu.
Que eu celebre como tu te imolaste.
Que eu esteja em ti e tu em mim, de modo que eu desapareça.
(Bem-aventurado Tiago Alberione).

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Renovo meu olhar pelo encontro com Cristo, como diz o Documento de Aparecida: “A alegria do discípulo não é um sentimento de bem-estar egoísta, mas uma certeza que brota da fé, que serena o coração e capacita para anunciar a boa nova do amor de Deus. Conhecer a Jesus é o melhor presente que qualquer pessoa pode receber; tê-lo encontrado foi o melhor que ocorreu em nossas vidas, e fazê-lo conhecido com nossa palavra e obras é nossa alegria.” (DAp 32).

REFLEXÕES:

(4) – PARA CRER NÃO É NECESSÁRIO VER

Habitualmente, Tomé é taxado unicamente como o homem da dúvida ou da falta de fé. Ele, gêmeo da comunidade cristã, é igualmente o homem da fé: “Meu Senhor e meu Deus!” (v. 28). Com a sua profissão de fé praticamente termina o evangelho segundo João. O episódio de Tomé ilustra como a comunidade cristã chega à fé em Jesus Cristo, ressuscitado dentre os mortos. Tomé não acolheu o testemunho dos discípulos que disseram: “Nós vimos o Senhor” (v. 25). Nisto, exatamente, consistirá a repreensão do Senhor a ele: “Creste por que me viste? Bem-aventurados os que não viram, e creram!” (v. 29). A fé é fundamentalmente testemunho aceito e transmitido. Ninguém tem acesso imediato ao fato do Cristo Ressuscitado. Nosso acesso se dá através da transmissão daqueles que foram testemunhas oculares do acontecido com Jesus (cf. Lc 1,1-4). Através do testemunho deles, nós podemos experimentar os efeitos da ressurreição do Senhor em nós.
(Carlos Alberto Contieri).

(6) – QUE SUA FÉ ILUMINE SUA RAZÃO

Não faça da razão a motivação maior da sua fé. Muito pelo contrário, permita que ela ilumine a sua razão, permita que a fé em Deus ilumine o seu raciocínio.
Hoje, celebramos o apóstolo São Tomé. Foi ele quem, após a Ressurreição, estando os discípulos reunidos, disse: “Se eu não vir as marcas dos pregos em Suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no Seu lado, não acreditarei”.
São Tomé é o apóstolo de todos aqueles que são incrédulos.
Quem de nós não tem incredulidades na vida?
Aliás, no caminho espiritual, no caminho da vida com Deus e em Deus, a grande dificuldade do nosso relacionamento com o Senhor são as nossas incredulidades.
Nós até acreditamos em Deus – quem de nós não acredita n’Ele?
Até aqueles que não O conhecem, não tem uma experiência mais viva do Seu amor, de uma forma ou de outra crê em Deus. No entanto, crer n’Ele não é o suficiente, é preciso ter fé e saber o que o Senhor é capaz de fazer.
Tomé teve dúvidas, pois não havia tocado o Mestre. Ele queria uma prova, acima de tudo, até material. Isso é próprio do racionalismo moderno; querer que tudo seja passado por via da matéria, que tudo seja provado de forma racional.
Digo a você, meu irmão, não elimine a sua razão nem deixe de viver com ela. Mas não faça da razão a motivação maior da sua fé. Muito pelo contrário, permita que ela ilumine a sua razão, permita que a fé em Deus ilumine o seu raciocínio. Dê serenidade àquilo que você crê na vida. A fé também precisa da razão para não ser ingênua, vivida de qualquer jeito; creia que o poder de Deus em nossa vida é maior do que qualquer dos nossos raciocínios.
Creia que esse Deus é poderoso e pode fazer muito por nós.
Então, Tomé, viu e passou a crer, mas é muito mais feliz aquele que não vê e crê. Não vendo nem tocando, diretamente, concretamente em Deus, nós estamos vivenciando e saboreando a presença d’Ele em nossa vida.
Deus abençoe você!
(Pe. Roger Araújo).

(7) – TOMÉ

Tomé é a tipologia do “ver para crer”. A esta, Jesus contrapõe a bem-aventurança dos que creram sem ver.
Entre as primeiras comunidades vinculadas à comunidade de Jerusalém, surgiu a tradição do ver o ressuscitado como condição para as primeiras lideranças. A partir daí, somos chamados a crer nestas testemunhas, sem ver.
episódio do Evangelho de hoje relativiza as narrativas de visões do ressuscitado. Na cena do encontro do túmulo vazio, o discípulo que Jesus amava creu sem ver o ressuscitado. Para crer não é necessário ver. A fé brota da experiência deamor que os discípulos tiveram no convívio com Jesus, e da mesma experiência de amor que se pode ter, hoje, nas relações fraternas de acolhimento, de doação e serviço, de misericórdia e compaixão, na fidelidade às palavras do Mestre.
(Pe. Jaldemir Vitório).

(7) – TOMÉ

Embora na nossa memória a presença de são Tomé faça sempre pensar em incredulidade e nos lembre daqueles que “precisam ver para crer”, sua importância não se resume a permitir a inclusão na Bíblia da dúvida humana. Ela nos remete, também, a outras fraquezas naturais do ser humano, como a aflição e a necessidade de clareza e pé no chão. Mas, e principalmente, mostra a aceitação dessas fraquezas por Deus e seu Filho no projeto de sua vinda para nossa salvação.
São três as grandes passagens do apóstolo Tomé no livro sagrado. A primeira é quando Jesus é chamado para voltar à Judéia e acudir Lázaro. Seu grupo tenta impedir que se arrisque, pois havia ameaças dos inimigos e Jesus poderia ser apedrejado. Mas ele disse que iria assim mesmo e, aflito, Tomé intima os demais: “Então vamos também e morramos com ele!”
Na segunda passagem, demonstra melancolia e incerteza. Jesus reuniu os discípulos no cenáculo e os avisou de que era chegada a hora do cumprimento das determinações de seu Pai. Falou com eles em tom de despedida, conclamando-os a segui-lo: “Para onde eu vou vocês sabem. E também sabem o caminho”. Tomé queria mais detalhes, talvez até tentando convencer Jesus a evitar o sacrifício: “Se não sabemos para onde vais, como poderemos conhecer o caminho?”. A resposta de Jesus passou para a história: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vai ao Pai senão por mim”.
a terceira e definitiva passagem foi a que mais marcou a trajetória do apóstolo. Foi justamente quando todos lhe contaram que o Cristo havia ressuscitado, pois ele era o único que não estava presente ao evento. Tomé disse que só acreditaria se visse nas mãos do Cristo o lugar dos cravos e tocasse-lhe o peito dilacerado. A dúvida em pessoa, como se vê. Mas ele pôde comprovar tanto quanto quis, pois Jesus lhe apareceu e disse: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos! … Não sejas incrédulo, acredita!” Dessa forma, sua incredulidade tornou-se apenas mais uma prova dos fatos que mudaram a história da humanidade.
apóstolo Tomé ou Tomás, como também é chamado, tinha o apelido de Dídimo, que quer dizer “gêmeo e natural da Galileia”. Era pescador quando Jesus o encontrou e o admitiu entre seus discípulos.
Após a crucificação e a ressurreição, pregou entre os medos e os partas, povos que habitavam a Pérsia. Há também indícios de que tenha levado o Evangelho à Índia, segundo as pistas encontradas por são Francisco Xavier no século XVI. Morreu martirizado com uma lança, segundo a antiga tradição cristã. Sua festa é comemorada em 3 de julho.

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Se eu não vir em suas mãos as marcas dos cravos, … se eu não… se eu não … não acreditarei (Jo 20,25).
Evangelho de São João para esta festa de São Tomé rompe a sequência das meditações que a Liturgia da Palavra nos propunha nos dias anteriores.
De propósito, o Evangelho de São João apresenta por meio de São Tomé três condições para que este acredite nos outros discípulos que viram Jesus ressuscitado.
questão não é apenas acreditar nos outros discípulos e seu testemunho sobre a Ressurreição de Jesus, mas acreditar na própria Ressurreição como fato real.
As três condições de São Tomé são respondidas por Jesus.
É Jesus mesmo quem ordena: “Põe o teu dedo aqui”, mostrando-lhe as mãos. “Põe a tua mão no meu lado”, apontando-lhe o corte da lança depois de Sua morte. Mais ainda, Jesus reprova São Tomé: “não sejas incrédulo”. E outra ordem: “Seja fiel”.
Entendemos por qual motivo não devia ser incrédulo, e sim ser fiel?
Por meio de São Tomé São João afirmou aquilo em que toda a comunidade do primeiro século acreditava: a divindade de Jesus. São Tomé faz sua confissão de fé dizendo: “Meu Senhor e Meu Deus” (Jo 20,28).
Outro objetivo que São João tinha ao fazer esta narrativa vem em seguida: “Bem-aventurados aqueles que, sem ter[-Me] visto [ressuscitado], creram” (Jo 20,29).
Assim como São Tomé, todos os que não viram Jesus Ressuscitado agora creem, e por isso Jesus os declara Bem-Aventurados. E estes somos nós também.
aqui termina a narrativa com a lição aprendida. Primeiro por São Tomé; e, depois, pelos leitores do Evangelho de São João, no seu tempo e no nosso.
(Pe. Valdir Marques).

(12) – O TESTEMUNHO DE TOMÉ

Porque procura Tomé provas da sua fé? […] O vosso amor, irmãos, teria gostado de que, após a ressurreição do Senhor, a falta de fé não deixasse ninguém na dúvida. Mas Tomé trazia no coração, não só a sua própria incerteza, mas a de todos os homens. Já que teria de pregar a ressurreição às nações, queria saber, como bom trabalhador, sobre que fundamentos poderia edificar um mistério que exige tanta fé. E o Senhor mostrou a todos os apóstolos aquilo que Tomé pedira: “veio Jesus e mostrou-lhes as mãos e o lado” (Jo 20,19-20). Com efeito, Aquele que entrou estando as portas fechadas poderia ser tomado pelos discípulos por um espírito se não pudesse mostrar-lhes que era realmente Ele; e as chagas eram o sinal da sua Paixão.
Depois aproximou-se de Tomé e disse-lhe: “Mete a tua mão no meu lado e não sejas incrédulo, mas crente.” Que estas feridas que abres de novo façam correr a fé por todo o universo, elas que já tinham vertido a água do baptismo e o sangue do resgate (Jo 19,34). Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” Venham os incrédulos e compreendam e, como diz o Senhor, não sejam mais incrédulos, mas crentes. Tomé manifesta e proclama que não está ali apenas um corpo humano, mas que, pela Paixão do seu corpo de carne, Cristo é Deus e Senhor. Aquele que sai vivo da morte e que ressuscita das suas chagas é verdadeiro Deus.
(São Pedro Crisólogo (c. 406-450), bispo de Ravena, doutor da Igreja – Sermão 84; PL 52, 438).

(14) – MEU SENHOR E MEU DEUS!

Deus não nos criou para sermos meros viventes, Ele nos criou para relacionarmos com Ele, e esta relação se faz por meio de Jesus, o único mediador entre o homem e Deus!
Somos felizes porque somos necessitados de Deus, é esta necessidade de Deus, que nos leva ao encontro de Jesus, pois Ele é o único caminho que nos leva a Deus!
Um dia, alguém nos falou de Jesus, mas a nossa opção por Ele, depende do nosso querer ir ao encontro Dele! É do nosso encontro pessoal com Jesus, que brota em nós, o desejo de ficar com Ele, de conhecê-Lo melhor, de nos inteirar da sua proposta!
Não basta ser um admirador das palavras de Jesus, é preciso tornar íntimo Dele, assumir a sua causa, carregar a sua bandeira, com os pés firmes aqui neste chão.
Diante de Jesus, todas as nossas vaidades, ambições, caem por terra, todos os nossos projetos pessoais tornam secundários, pois em Jesus encontramos o sentido maior do nosso peregrinar.
nosso encontro com Jesus é transformador, torna-nos mais flexíveis, mais humanos ao ponto das pessoas mais próximas de nós, perceberem de imediato a nossa transformação! E esta transformação, vai aumentando, à medida que intensificamos os nossos encontros com Ele! É a partir destes encontros com Jesus, que a nossa mudança vai se tornando radical, passamos a ter o olhar semelhante ao Dele, a ver o irmão que antes não víamos, a partilhar a vida que antes pensávamos pertencer somente a nós…
Foi esta mudança que aconteceu com Tomé, no seu encontro pessoal com Jesus, após a sua ressurreição. É o que nos mostra o evangelho de hoje.
Para muitos, a figura de Tomé, pode ter ficado marcada como a de um homem incrédulo, pois o próprio Jesus o exortou dizendo: “Não sejas incrédulo, mas fiel”! E além do mais, Tomé não aderiu a fé, ao não acreditar no testemunho dos discípulos, quando eles atestaram terem visto Jesus. Na sua incredulidade ele pretendia uma constatação pessoal para acreditar, simbolizando todos àqueles que no campo da fé, precisam ver para crer. Tomé vacilou na fé, mas depois do seu encontro com Jesus, ele nos dá um grande exemplo de conversão, fazendo a belíssima profissão de fé: “MEU SENHOR E MEU DEUS”! Profissão de Fé, que hoje, também fazemos durante a celebração Eucarística.
As pessoas de todos os tempos e lugares encontram nas Escrituras o testemunho dos discípulos, o que não dispensa a necessidade de um encontro pessoal e íntimo com Jesus!
Quando abrimos o nosso coração para Jesus, Ele vai entrando lentamente na nossa vida, realizando maravilhas no mundo através de nós, e, quando nos damos conta, já estamos totalmente entregue e dependente Dele, pois Jesus já tomou conta de todo o nosso ser, já não nos é mais possível viver longe Dele!
“Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém vai ao Pai senão por mim”! Estas palavras de Jesus nos assegura de que somente Ele, é a Luz verdadeira que nos conduz ao caminho da salvação.
Contemplar Jesus, é a única forma de ver a face humana do Pai, não por meio de conhecimentos intelectuais, mas pelo conhecimento das obras realizadas por Ele, que são obras do Pai!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
(Olívia Coutinho).

(14) – SOMOS TAMBÉM COMO TOMÉ

Efésios 2, 19-22 – “Somos o templo santo do Senhor”
Fazemos parte da Igreja, edifício espiritual que tem Jesus Cristo como pedra principal e os apóstolos como fundamento, isto é, como alicerce. Fazer parte da família de Deus é um privilégio dos que têm Jesus Cristo como Senhor e Salvador, com efeito, ser da família de Deus é estar inserido no mistério de Cristo e assim formar um templo santo no Senhor. Por isso, somos morada de Deus pelo Espírito! O Espírito Santo de Deus que está em nós faz esta obra de inserção, nos edificando para sermos morada espiritual de Deus. Todo o nosso ser está envolvido neste edifício espiritual, por isso, unidos aos santos, em Cristo, formamos uma família e assim podemos viver uma unidade espiritual onde o que Deus pensa, os santos pensam e nós também podemos refletir. Mesmo ainda vivendo aqui na terra já podemos nos sentir participantes do reino dos céus e concidadãos dos santos. Santidade é a nossa vocação espiritual e ser santo há de ser o objetivo da nossa vida. Formamos um templo santo no Senhor, uma morada de Deus pelo Espírito Santo, somos filhos e filhas do Pai, adotados (as) por Jesus Cristo e quando se vive como filho nascido de Deus, desenvolve-se o amor recebido do Pai, pois a vida divina é amor. Dessa forma estamos vivendo, desde já, a eternidade, pois a eternidade consiste em que o amor de Deus viva sempre em nós. Permanecer nesse amor que é a origem de todos os amores, nele permanecer cada vez mais solidamente e mais profundamente é o ideal da vida cristã.
– Você se sente parte da família de Deus?
– Você acha que já participa da pátria dos santos?
– Você acha que já aqui na terra alguém pode ser chamado de santo?
– Como é o seu relacionamento com os santos aqui da terra?
– O que você diz da expressão bíblica: “sede santos, porque eu, o Senhor, vosso Deus, sou santo”. (Levítico 19,2)?
Salmo 116 – “Ide por todo o mundo, a todos pregai o evangelho!”
mandato do Senhor para todos nós que somos convocados à santidade é ir por todo o mundo dando testemunho do Evangelho. Por onde nós andarmos e enquanto vivermos essa será a nossa missão. Quando anunciamos o Evangelho nós estamos publicando a Boa Nova da salvação para toda a humanidade, por isso, todos os povos podem já festejar e cantar louvores ao Senhor, pois o Seu amor é grandioso e abrangente, envolve todas as pessoas.
Evangelho – João 20, 24-29 – “Somos também como Tomé”
Tomé era daqueles que precisava ver para crer. Até aquele dia o discípulo ainda não acreditara na ressurreição de Jesus, mesmo depois de tê-Lo seguido e visto os milagres que realizara quando ainda estava entre eles e, agora, apesar do testemunho dos seus amigos ele continuava renitente. Por isso, Jesus apresentou-se diante dele para que O reconhecesse. Diante da presença real de Jesus, vivo e ressuscitado, Tomé tirou do trono a sua incredulidade e rendeu-se à ordem do Senhor: “E não sejas incrédulo, mas fiel!” Tomé, hoje, somos todos nós que mesmo diante das evidências e dos testemunhos de outras pessoas duvidamos de que Jesus esteja vivo e pode fazer prodígios também na nossa vida. Tomé somos nós também que continuamos intransigentes e recalcitrantes no trato com os mistérios de Deus e queremos “ver para crer”. De alguma forma Jesus também olha para cada um de nós que assim procede e diz: “E não sejas incrédulo, mas fiel!” Daí podemos deduzir que a fidelidade é uma derivação da nossa fé, ou seja, somos fiéis a Deus na medida em que acreditamos, confiamos e dependemos Dele, sem necessidade de provas ou de sinais. A nossa fidelidade a Deus é do tamanho da nossa fé. Mesmo sendo perseverantes e dedicados a Deus podemos ser infiéis quando nos obstinamos em recusar alguma coisa que nos é proposto, porque ainda não compreendemos. Um dos grandes sinais de que Jesus está perto de nós, vivo e ressuscitado, é a paz que vivenciamos dentro do nosso coração, por isso, o próprio Jesus desejou-a aos seus discípulos quando os encontrou reunidos em casa. A paz de Jesus é a comprovação da Sua ação na nossa vida. Tomé precisou tocar nas feridas do Senhor e colocar a mão no seu lado, nós só precisaremos nos render à Sua presença amorosa e repetir como Tomé: “Meu Senhor e meu Deus”! Aí então, nunca mais seremos incrédulos e cabeçudos, mas sim, bem aventurados. Porque de nós Jesus poderá também afirmar: “Bem aventurados os que creram sem terem visto!” Somos os mais “bem aventurados”, quando, não podendo tocá-Lo fisicamente, nem tampouco vê-Lo, como foi concedido aos discípulos, nós O experimentamos pelo dom da Fé que recebemos no nosso Batismo. O conhecimento de Deus supera toda a inteligência e racionalidade, portanto, deixemo-nos ser íntimos do Senhor. Ele se oferece a nós como confidente de nossos pensamentos e interlocutor de nossas conversas secretas.
– Você se considera “incrédulo ou fiel”?
– Você já teve uma experiência íntima com Jesus Cristo?
– O que mudou em você depois disso?
– Você costuma abrir o seu coração a Deus, falar das suas dificuldades, enfim, conversar com Ele?
– Ore hoje pedindo a Jesus que lhe concede também a Sua paz e experimente levá-la a todos os lugares por onde você for. Depois, mais tarde, antes de dormir pense se o seu dia foi diferente dos outros.
(Helena Serpa).

(14) – VER PARA CRER

O poder da visão é muito forte na nossa experiência vital. 85% da nossa percepção extra mental (do mundo exterior) é realizada pelas vistas. A televisão e o cinema continuam sendo o melhor divertimento mesmo nos mostrando as mais belas porcarias, por causa disso. Os vendedores de carros sabem que um bom visual vale mais que mil palavras. É por isso que eles dão um banho de tinta, e cuidam bem do visual dos carros par o comprador se interessar. Muitas vezes, o motor está pra lá de meia vida, mas o brilho da lata fala mais alto e o carro é vendido. E as garotas? Elas entendem muito de um belo visual. Quando se arrumam, se cuidam e sempre conferem se olhando no espelho, ou no vidro dos carros estacionados. Mas o evangelho de hoje nos conduz a uma reflexão de um olhar diferente, de ver para crer, é o ver sem olhar. É o ver com outros olhos.
Nós que cremos não precisamos dos olhos do corpo para ver Jesus. Porque nós o vemos com os nossos olhos da fé. Se fecharmos os olhos vemos ainda mais. Vemos Jesus andando, falando aos discípulos, falando a nós, principalmente de manhã, minutos após estarmos acordados. Nesse instante é Jesus quem está me falando, me ditando estas palavras para eu colocá-las na internet. Para ver e ouvir Jesus é coisa muito simples. Basta crer, perguntar a Ele ficar concentrado e esperar a resposta. Ele nem sempre nos responde na hora que perguntamos, porque o tempo de Deus é diferente do nosso. Experimente você agora. Peça para Ele a solução do seu problema. A solução da sua dor, seja física, seja mental. Seja uma dor no estômago, no joelho, na perna. Ou talvez uma dor maior que é aquela dor gerada pela falta de amor entre os familiares, a dor de um filho que saiu de casa, ou uma filha que fez uma grande desfeita aos pais, seja a dor de uma separação, a dor do falecimento de um ente querido, um dor que nos faz ver o mundo de cabeça para baixo e a vida em preto e branco, que nos tira a vontade de comer, que nos diz que não somos nada, absolutamente nada, e por isso precisamos nos apegar a um Deus todo poderoso, um PAI que nos pega pela mão e nos leva com segurança aonde precisamos ir. Quem acredita não precisa estar vendo Jesus com os olhos físicos, pois Ele está presente em nossa volta. É só prestar atenção para ouvi-lo nos orientando, nos corrigindo, nos estimulando, nos dando coragem, tudo isso com amor de Pai.
(José Salviano).

(14) – COMO SOU LEMBRADO?

Bom dia!
Como sou lembrado?
Como é que somos vistos?
Isso importa para mim?
Chega ao ponto de me incomodar?
Será que meus erros passados pesam ainda sobre meus ombros?
Costumo dizer que o diabo é o melhor paparazzo que existe. Ele sempre está presente quando fazemos grandes ou pequenas burradas. Ele “tira” fotos dos nossos deslizes em todas as posições e ângulos possíveis esperando o momento certo – quando bate em meu coração o desejo do arrependimento puro e sincero.
Queremos voltar a caminhar, fazer, portanto o que é correto (…) então ele “revela” as “fotos” dos nossos equívocos em nossa mente. É um mini flashback. Lembramos de tudo nos mínimos detalhes e envergonhados, fugimos do perdão. Quem nunca passou por isso? As “fotos” uma após outra “se revelam” em nossa mente e a tristeza toma o lugar da vontade de voltar.
Não sei bem, mas surge então um dos nossos mecanismos de defesa (ou seria de agressão?): passo a avalizar e julgar também os outros! – “Eu sei que fiz”, mas ele (a) também não é santo (a) porque fez isso e isso (…). Fazemos muito isso sem pensar.
que isso tem a ver com Tomé?
Como ele é lembrado?
ele é dado o estigma da incredulidade. O engraçado que esse mesmo homem, em meio à dúvida dos apóstolos, sugere que todos acompanhem Jesus à Jerusalém e, se for o caso, morram com Ele. Não lembramos Tomé por isso e sim pela sua fraqueza!
“(…) A isso Tomé, chamado Dídimo, disse aos seus condiscípulos: Vamos também nós, para morrermos com ele”. (João 11, 16).
Pedro é lembrado pela tríplice negação, por não ter conseguido andar sobre as águas, por ter cortado a orelha de Malco, mas José Prado Flores apresenta uma perspectiva interessante desse apóstolo: Ele foi o único que teve coragem de TENTAR caminhar nas águas; de fato Ele negou, mas ele estava lá, onde estavam os outros? Pedro agride o soldado, pois reconhecia aquele ato infundado como um ato contra o filho de Deus, sendo ele o primeiro a reconhecer isso.
nós como somos lembrados?
Como nos lembramos dos que nos acompanham?
É, pois tão difícil fazer o caminho de volta, reconhecendo seus próprios erros e terrível encontrar alguém se pondo num trono de vaidade e soberba a apontar nossos defeitos que o paparazzo já fez questão de revelar! Nesse momento alguém pede apenas uma chance! O perdão não deve ser negado ou condicionado. O resgate da confiança, sim vai depender dos próximos atos, mas não devemos negar o perdão.
“(…) É por isso que o Senhor está desejoso de vos perdoar; é por isso que ele se ergue para vos poupar; porque o Senhor é um Deus justo; ditosos aqueles que nele esperam”. (Isaias 30, 18).
Começamos a viver uma convocação do papa Bento XVI – o ano sacerdotal. Algo que, nesse evangelho é devidamente apropriado. O padre ou presbítero é, em bom coloquial, “gente como a gente”. Alguém que busca, como nós, fazer mais coisas certas que não certas.
como é lembrado?
Vejo alguém jogando futebol e quero participar. O jogo tem regras, mas desejo que elas se adaptem a mim.
Advinha quem é o juiz do jogo?
Em algum momento já escutamos que a igreja não deixa isso, isso e isso (…) mas é a regra da igreja, o que chamamos de tradição e deve ser respeitada. Não é culpa do padre! Se levássemos a sério o casamento não casaríamos pôr fogo de palha ou evento social (respeito as exceções particulares); se levássemos a sério a catequese, creio eu que teríamos mais crianças e adultos com amor ao próximo, pois temos católicos que vemos no batismo e depois no casamento.
Se levássemos mais a sério o Pai Nosso não teríamos perdido tantos irmãos e irmãs para outras religiões e se lá estão bem e reconhecem a Deus: Glória a Deus! Gostaria, sinceramente, que estivessem aqui em só rebanho, mas “nossos dedos” os empurraram pra longe.
São Tomé sou eu, você, nós que no fim das nossas mazelas, reconhecemos nossas fraquezas e dizemos: “(…) Meu Senhor e meu Deus”! Somos chamados a ver as chagas do mundo dentre elas as nossas.
Um imenso abraço fraterno!
(Alexandre Soledade).

(14) – MEU SENHOR E MEU DEUS!

Tomé, um dos doze, não crê na presença do Ressuscitado; contudo, Jesus vai dar a ele uma grande lição, ao mesmo tempo que declara felizes os que creem mesmo sem ter visto. Jesus se apresenta na segunda aparição com uma saudação de paz. A comunidade certamente se encontra afetada, seja pelas perseguições externas, seja pelos conflitos internos.
Nesse ambiente, a tradicional saudação de paz faz ainda mais sentido, pois os fiéis necessitam de harmonia na convivência comunitária. Nessa segunda ocasião, Jesus ressuscitado convida Tomé a tocar as feridas, isto é, a reencontrar-se com o próprio projeto histórico e suas inevitáveis consequências: a resposta de Tomé, condensada na profissão de fé: “Meu senhor e meu Deus”, é sinal da conversão, da volta à radicalidade e à força inicial do projeto de Jesus.
fé no Ressuscitado não pode ficar em manifestações externas ou na visão de espetáculos religiosos; a fé passa pelos permanentes confrontos e reencontros comunitários com Jesus; isto é, a leitura da realidade com olhos de fé implica em uma atitude de contemplação para captar a presença de Jesus e as opções fundamentais de seu projeto de vida.
(Claretianos).

(14) – RESSURREIÇÃO: MISTÉRIO PARA SE ACOLHER E CONTEMPLAR…

Hoje é Dia de São Tomé e o evangelho evidentemente não traz a ele uma crítica, antes, um elogiou e louvor pela sua atitude pois ao contrário do que se pensa, São Tomé deixou-se levar pela Fé no Ressuscitado…Mas o modo como está relatado, parece que ele faltou na celebração e depois, ainda duvidou do anúncio e testemunho dos seus irmãos de comunidade. A atitude de Tomé é a do homem que se deixa levar pela Fé, permitindo que ela seja, a partir de agora, esse novo jeito de se relacionar com Jesus Ressuscitado. Claro que aqui se toma o exemplo de um, que é São Tomé, para falar da experiência de todos e principalmente das comunidades cristãs do primeiro século da Igreja, que fizeram essa experiência.
Sabemos que Jesus Ressuscitado vai à frente de todas nossas comunidades cristãs, mas não podemos vê-lo e nem tocá-lo, mas o vemos pela Fé (sem precisar usar o nosso imaginário sobre o tipo físico de Jesus, do mesmo modo que, a sua presença real na Eucaristia não é fruto da nossa imaginação).
testemunho da nossa Fé no Cristo Ressuscitado, só se torna mais consistente quando vivemos em comunidade onde celebramos aquilo que Cremos e quem não participa da comunidade não consegue crer na Ressurreição do Senhor. A Comunidade não se reúne de vez em quando, para matar as saudades de Jesus e ficar o recordando mas a cada oito dias se reúnem em torno da Palavra e do Pão.
por fim uma observação importante, Jesus não vai dizer a Tomé, ao final do evangelho, “Credes porque me tocastes”, mas sim “Credes porque me vistes…”. Para fazer esta belíssima profissão de Fé, que ainda hoje podemos rezar solenemente diante da apresentação do Cordeiro, por parte do sacerdote, Tomé não precisou tocar nas marcas da paixão que o Senhor lhe apresentou (O evangelho não fala que ele tocou) E Jesus vai dizer que ele o viu “Credes porque me vistes …”.
Trata-se de um modo novo de olhar para Jesus, pois o Crucificado é o Ressuscitado, e agora a Fé, é o único modo de vê-lo, e sentir a sua presença na Igreja. Essa profissão solene de Fé, também é o ato de Fé das primeiras comunidades, que contrariando o poder do império romano, professava o Senhorio de Jesus, Único Deus e Senhor, e não o do Imperador, que tinha as prerrogativas divinas e exigia culto de adoração.
(Diác. José da Cruz).

(14) – MEU SENHOR E MEU DEUS!

Meu Senhor e meu Deus!
Hoje celebramos a festa do Apóstolo S. Tomé. O Evangelho narra que na primeira Missa de domingo celebrada na Igreja, no dia da ressurreição de Jesus, Tomé não estava presente. Pronto, já entrou minhoca na sua cabeça. A fé fraquejou e ele começou a duvidar da ressurreição de Jesus. “Se eu não vir as marcas dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.
Mas felizmente Tomé pertencia a uma boa Comunidade. Seus irmãos na fé o procuraram durante a semana e disseram: “Vimos o Senhor!” No domingo seguinte, Tomé estava na Missa. Jesus apareceu novamente e fez tudo o que ele queria: Mostrou-lhe as mãos, pediu que ele tocasse no seu lado… Em seguida fez um apelo a Tomé: “Não sejas incrédulo, mas fiel!”. E Jesus elogiou a todos os que creem sem ter visto a ele, entre os quais estamos todos nós.
fé é uma graça. Ela nos leva a acreditar em coisas que não vemos, mas que nos são reveladas por Deus. As verdades transcendentes, nas quais nós cremos, vão além dos nossos sentidos e da nossa inteligência. No entanto, pela graça de Deus, temos mais certeza a respeito delas do que daquelas coisas que os nossos sentidos percebem.
fé está muito ligada à vida em Comunidade, especialmente à Missa no domingo. Ovelha separada do rebanho, o lobo pega.
fé é a base da vida cristã. Se não fosse a fé, não haveria casais perseverando no matrimônio, não haveria padres e religiosos fiéis à sua vocação, e não haveria os milhares de santos e mártires que temos.
Um dia os judeus se aproximaram de Jesus e disseram: “Até quando nos deixarás em suspenso? Se tu és o Messias, o Cristo, dize-nos abertamente!” (Jo 10,24). A revelação sempre deixa uma margem para a nossa vontade e para a liberdade. Se a revelação fosse como “dois mais dois são quatro”, ela passaria por cima da nossa fé, pois a evidência força a inteligência humana a aceitar. Jesus respondeu a eles: “Eu já vos disse, mas vós não acreditais. As obras que eu faço em nome de meu Pai dão testemunho de mim. Vós, porém, não acreditais, porque não sois das minhas ovelhas” (Jo 10,25-26). Jesus fala que a fé está ligada com a obediência a ele (suas ovelhas). Em outro discurso, Jesus fala quase a mesma coisa: “Quem me ama será amado por meu Pai. Eu também o amarei e me manifestarei a ele” (Jo 14,21).
livro do profeta Jeremias tem uma passagem muito parecida com o Sl 1: “Assim diz o Senhor: maldito a pessoa que confia no ser humano, que na carne busca a sua força e afasta do Senhor seu coração! Será como um arbusto no deserto, nunca vê chegar a chuva… Bendito aquele que confia no Senhor, o Senhor mesmo será sua segurança. Ele será como árvore plantada à beira d’água, que deita raízes rumo ao rio, nem vê chegar o tempo do calor. Suas folhas estão sempre verdejantes. Nem se preocupa com um ano de seca, e o seu fruto nunca deixa de produzir” (Jr 17,5-8).
Tomé era pescador. Temos poucas informações sobre a vida dele. Mas a tradição diz que pregou o Evangelho no Oriente, onde morreu mártir. Portanto, depois da bronca de Jesus, e da sua profissão de fé – “Meu Senhor e meu Deus” – perseverou até o fim da vida. Todos nós estamos crescendo na fé; o importante é caminhar sempre para frente, como fez Tomé.
Havia, certa vez, um pai de família que já estava velho, e sentiu que estava perto da morte. Então chamou seus três filhos, deu a cada um dez moedas de prata e lhes disse: “Aquela sala ali está vazia. Eu peço a cada um de vocês que, com esse dinheiro, encha a sala. A melhor iniciativa será premiada”. Tudo bem. O primeiro saiu e comprou algodão. Encheu a sala de algodão. O segundo comprou penas. Penas bonitas de diversas aves. Esparramou as penas no chão, cobrindo o piso de toda a sala. O terceiro comprou uma lamparina. Acendeu-a e colocou no meio da sala, enchendo a sala de luz. O pai elogiou a criatividade dos três, mas deu o prêmio ao último, porque foi realmente um sábio.
fé é uma luz derramada por Deus em nossos corações, com a qual iluminamos os ambientes em que vivemos. Ser cristão é ser luz, iluminando o caminho da felicidade e da vida.
Maria Santíssima é chamada Mulher de fé. Ela é nosso modelo nesse ponto. Santa Maria, rogai por nós!
Meu Senhor e meu Deus!
(Padre Queiroz).

(20) – NÃO VIRAM E CRERAM…

Neste Evangelho, estamos diante de uma bem-aventurança extra, não incluída nas nove bem-aventuranças do Sermão da Montanha. Não se pode negar que ela faz um elogio para aqueles que receberam (e exercitam!) uma fé que independe de sinais, de provas, de argumentos racionais. Uma fé quimicamente pura…
Mas nós estamos celebrando a festa do apóstolo Tomé, exatamente aquele que reservara seu ato de fé para a ocasião em que pudesse ver. E quando teve diante dos próprios olhos as chagas rubras de Cristo, já ressuscitado, mas com o corpo ainda marcado pela Paixão, quando foi convidado a espetar seu indicador na brecha do peito, Tomé fez a profissão de fé: “Meu Senhor e meu Deus!”
Ora, eu jamais me cansarei de agradecer a São Tomé pela sua dúvida provisória. Quanto aos demais apóstolos, meus sinceros parabéns! Mas foi a fé de Tomé que deu sustentação à minha pobre fé: ele VIU! E isto nos recorda que a fé da próxima geração depende do testemunho da geração atual. Os filhos são batizados na fé dos pais…
Sim, na ausência de testemunhas vivas a fé pode tornar-se mera tradição, simpático folclore ou grosseira superstição. É por isso que Tertuliano afirmou: o sangue dos mártires é semente de cristãos [sanguis martyrum, semen christianorum]. No Coliseu, cada mártir que morria entoando salmos arrastava à pia batismal uma legião de novos fiéis.
Por que será que se nota hoje, em especial nas nações mais ricas e nas classes mais abastadas, uma contínua hemorragia de cristãos?
Por que se esvaziam os nossos templos?
Por que tantos casais preferem juntar-se a celebrar o matrimônio e fundar novas igrejas domésticas?
Seria, talvez, por falta de testemunhas?
Como discursou o Papa Francisco, em 8 de maio de 2013, “o anúncio e o testemunho do Evangelho, para cada cristão, nunca são um ato isolado, e nenhum evangelizador age, como recorda muito bem Paulo VI, ‘sob uma inspiração pessoal, mas em união com a missão da Igreja e em nome dela’ (cf. Evangelii nuntiandi,80)”.
É hora de testemunhar nossa fé.
Orai sem cessar: “Eu creio, Senhor!” (Jo 9,38).
(Antônio Carlos Santini).

(24) – MEU SENHOR E MEU DEUS

Hoje, a Igreja celebra a festa de Santo Tomé. O evangelista João, depois de descrever a aparição de Jesus, no próprio Domingo da Ressurreição, diz que o apóstolo Tomé não estava ali, e quando os Apóstolos – que tinham visto o Senhor – disso davam testemunho, Tomé respondeu: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos, se eu não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (Jo 20,25).
Jesus é bom e vai ao encontro de Tomé. Passados oito dias, Jesus aparece novamente e diz a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado e não sejas incrédulo, mas crê!” (Jo 20,27).
– Oh, Jesus, como és bom! Se vês que alguma vez me afasto de Ti, vem ao meu encontro, como foste ao encontro de Tomé.
Estas palavras foram a reação de Tomé: “Meu Senhor e meu Deus!” (Jo 20,28). Que bonitas são estas palavras de Tomé! Chama-lhe “Senhor” e “Deus”. Faz um ato de fé na divindade de Jesus. Ao vê-lo ressuscitado, já não vê somente o homem Jesus, que estava com os Apóstolos e comia com eles, mas o seu Senhor e seu Deus.
Jesus repreende-o e diz-lhe que não seja incrédulo, mas crente e acrescenta: “Bem-aventurados os que não viram, e creram!” (Jo 20,28). Nós não vimos Cristo crucificado, nem Cristo ressuscitado, nem nos apareceu, mas somos felizes porque acreditamos neste Jesus Cristo que morreu e ressuscitou por nós.
Então, rezemos: “Meu Senhor e meu Deus, afasta de mim tudo o que me afasta de Ti; meu Senhor e meu Deus, dá-me tudo o que me aproxima de Ti; meu Senhor e meu Deus, tira-me de mim próprio para me dar inteiramente a Ti” (S. Nicolau de Flüe).
(Rev. D. Joan SERRA i Fontanet (Barcelona, Espanha)).

(25) – APARIÇÃO DE JESUS AO APÓSTOLO TOMÉ

Em duas outras ocasiões, transparece o espírito realista do Apóstolo Tomé. Não significa, de modo algum, que ele tenha sido menos fiel e menos ligado ao Senhor que os demais Apóstolos. Ao contrário, ao subir a Jerusalém, ele não hesita em querer seguir Cristo até à morte. Com veemência, ele assegura: “Vamos também nós, para morrermos com ele!” (Jo 11,16). Se ele não crê, de imediato, não é porque não deseje. Basta notar sua reação instantânea, tão logo ele se reencontre com o seu “Senhor”.
Aparecendo aos Apóstolos, estando Tomé com eles, Jesus lhe mostra suas chagas para que também ele seja testemunha de sua Ressurreição. Restabelece-se a prioridade do crer sobre o ver. Inicialmente, sugere-lhe uma verificação sensível: “Põe o teu dedo aqui e vê minhas mãos! Estende a tua mão e põe-na no meu lado”. Para dizer, em seguida, fortalecendo a sua fé: “Não sejas incrédulo, mas acredita!”
olhar de Jesus se torna distante, atravessa os tempos, e chega até nós. Fixando-nos, ele diz: “Felizes os que crerão sem ter visto”. Em nossos corações, a fé não é uma realidade extrínseca ou alheia a nós. Ela se inscreve no mais íntimo do nosso ser como desejo ardente, que nos impele a descobrir a verdade de nossa vida em Deus. Só nele existimos e somos. Por isso, vamos além das verdades reveladas por Deus, na Bíblia e na Igreja, e, com S. Tomé, reconhecemos que, em Cristo ressuscitado, a fé é o caminho que nos conduz ao conhecimento de Deus como Deus.
S. Leão Magno confessa que “os sinais dos cravos e da lança foram mantidos, para curar as feridas dos corações incrédulos. Não mais uma fé hesitante, mas, por um conhecimento seguro, os Apóstolos consideravam firmemente que a mesma natureza, identicamente a mesma, que fora depositada no sepulcro, estava sentada sobre o trono junto de Deus Pai”. E, unidos a ele, também nossa natureza já se encontra junto ao Pai.
fato de Jesus “vir” revela sua solicitude e misericórdia pelos Apóstolos e, mais amplamente, por todos os seus discípulos. Com S. Tomé, dizemos: “Meu Senhor e meu Deus!”. Títulos propriamente divinos. Declarar Jesus, Senhor e Deus, é reconhecer a superioridade do crer sobre o ver. Por isso, conclui o Evangelista S. João: “Estes sinais foram escritos para crerdes que Jesus é o Messias, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (20,31).
(Bispo Dom Fernando).

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE
CELEBRAÇÃO DE HOJE

SÃO TOMÉ, APÓSTOLO (VERMELHO, GLÓRIA, PREFÁCIO DOS APÓSTOLOS – OFÍCIO DA FESTA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Tomé foi grande apóstolo e muito solidário com Jesus: “Vamos nós também para morrer com ele” (Jo 11,16). Nós o conhecemos por suas interrogações, suas dúvidas e que são, na verdade, dúvidas da própria Comunidade. Exigimos experiências para depois crer. E, quando os apóstolos estão reunidos, Jesus revela-se a Tomé, e isto significa revelar-se à Comunidade inteira. Por isso, a fé autêntica em Jesus nos reúne em Comunidade.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Vós sois o meu Deus e eu vos dou graças; vós sois o meu Deus e eu vos exalto: eu vos dou graças porque sois o meu salvador (Sl 117,28).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido
– Ato Penitencial
– Senhor, Tende Piedade
– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Deus todo-poderoso, concedei-nos celebrar com alegria a festa do apóstolo são Tomé, para que sejamos sempre sustentados por sua proteção e tenhamos a vida pela fé no Cristo que ele reconheceu como Senhor. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Jesus é a Palavra viva do Pai, e nele não há dúvida alguma. Somente por Ele, chegamos ao Pai e encontramos a salvação. Assim como Tomé fez a grande experiência de Cristo, a Comunidade e cada cristão poderão fazer a mesma experiência de fé e de vida: Ele se revela continuamente a nós. Escutemos o Senhor, nosso Deus.

– Silêncio
– Proclamação da 1ª Leitura
– Silêncio
– Proclamação do Salmo
– Silêncio
– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Acreditaste, Tomé, porque me viste. Felizes os que creem sem ter visto. (Jo 20,29).

– Canto de Aclamação
– Proclamação do Evangelho
– Homilia ou Pregação
– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:
a) Intenções pelas necessidades da Igreja;
b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) Intenções pela comunidade local;
e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas
– Apresentação do Pão e do Vinho
– Presidente Lava as Mãos
– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus, nós vos oferecemos este sacrifício de louvor, celebrando a profissão de fé feita por são Tomé, vosso apóstolo, e, rendendo-vos o nosso culto de servos, pedimos que conserveis em nós os vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”
– Invocação do Espírito Santo
– Narrativa da Ceia
– Consagração do Pão e do Vinho
– “Eis o Mistério da Fé!”
– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus
– Orações pela Igreja
– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte
– Rito da Paz ou Saudação da Paz
– Fração do Pão
– Cordeiro de Deus
– Felizes os Convidados!
– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão
– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Estende tua mão, toca o lugar dos cravos, não sejas incrédulo, mas fiel (Jo 20,27).

– Oração depois da Comunhão

Ó Pai, recebemos neste sacramento o Corpo do vosso Filho único; concedei que proclamemos Cristo em nossa vida e nossas ações, reconhecendo nele nosso Deus e Senhor, como fez o apóstolo são Tomé. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites
– Saudação e Bênção Final
– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.
FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO
bc3adblia1
FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)
IGMR
REFLITA:
O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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