Liturgia Diária 04/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 04/JUL/2013 (quinta-feira)

Gênesis 22,1-19 (O sacrifício de Abraão: Sacrifício de Isaac)
SALMO 116 (114-115),1-2.3-4.5-6.8-9 (Ação de graças)
Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,1-8 (A cura de um paralítico)

Mt 9,1-8 (Jesus cura um paralítico)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 22,1-19)

Leitura do Livro do Gênesis.
Naqueles dias, Deus pôs Abraão à prova. Chamando-o, disse: “Abraão!” E ele respondeu: “Aqui estou”. E Deus disse: “Toma teu filho único, Isaac, a quem tanto amas, dirige-te à terra de Moriá, e oferece-o ali em holocausto sobre um monte que eu te indicar”. Abraão levantou-se bem cedo, selou o jumento, tomou consigo dois dos seus servos e seu filho Isaac. Depois de ter rachado lenha para o holocausto, pôs-se a caminho, para o lugar que Deus lhe havia ordenado. 4 No terceiro dia, Abraão, levantando os olhos, viu de longe o lugar. 5 Disse, então, aos seus servos: “Esperai aqui com o jumento, enquanto eu e o menino vamos até lá. Depois de adorarmos a Deus, voltaremos a vós”. 6 Abraão tomou a lenha para o holocausto e a pôs às costas do seu filho Isaac, enquanto ele levava o fogo e a faca. E os dois continuaram caminhando juntos. 7 lsaac disse a Abraão: “Meu pai”. “Que queres, meu filho?”, respondeu ele. E o menino disse: “Temos o fogo e a lenha, mas onde está a vítima para o holocausto?” 8 Abraão respondeu: “Deus providenciará a vítima para o holocausto, meu filho”. E os dois continuaram caminhando juntos. 9 Chegados ao lugar indicado por Deus, Abraão ergueu um altar, colocou a lenha em cima, amarrou o filho e o pôs sobre a lenha em cima do altar. 10 Depois, estendeu a mão, empunhando a faca para sacrificar o filho. 11 E eis que o anjo do Senhor gritou do céu, dizendo: “Abraão! Abraão!” Ele respondeu: “Aqui estou!” 12 E o anjo lhe disse: “Não estendas a mão contra teu filho e não lhe faças nenhum mal! Agora sei que temes a Deus, pois não me recusaste teu filho único”. 13 Abraão, erguendo os olhos, viu um carneiro preso num espinheiro pelos chifres; foi buscá-lo e ofereceu-o em holocausto no lugar do seu filho. 14 Abraão passou a chamar aquele lugar: “O Senhor providenciará”. Donde até hoje se diz: “O monte onde o Senhor providenciará”. 15 O anjo do Senhor chamou Abraão, pela segunda vez, do céu, 16 e lhe disse: “Juro por mim mesmo — oráculo do Senhor —, uma vez que agiste deste modo e não me recusaste teu filho único, 17 eu te abençoarei e tomarei tão numerosa tua descendência como as estrelas do céu e como as areias da praia do mar. Teus descendentes conquistarão as cidades dos inimigos. 18 Por tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra, porque me obedeces­te”. 19 Abraão tornou para junto dos seus servos, e, juntos, puseram-se a caminho de Bersabeia, onde Abraão passou a morar.
— Palavra do Senhor.
— Graças a Deus!

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 116 (114-115),1-2.3-4.5-6.8-9 (R. 9))

— 9 Andarei na presença de Deus, junto a ele, na terra dos vivos.
9 Andarei na presença de Deus, junto a ele, na terra dos vivos.
— 1 Eu amo o Senhor, porque ouve / o grito da minha oração. 2 Inclinou para mim seu ouvido, / no dia em que eu o invoquei.
— 3 Prendiam-me as cordas da morte, / apertavam-me os laços do abismo; / invadiam-me angústia e tristeza: 4 eu então invoquei o Senhor / “Salvai, ó Senhor, minha vida!”
— 5Senhor é justiça e bondade, / nosso Deus é amor-compaixão. 6 É o Senhor quem defende os humildes: / eu estava oprimido, e salvou-me.
— 8 Libertou minha vida da morte, / enxugou de meus olhos o pranto /livrou os meus pés do tropeço. 9 Andarei na presença de Deus, / junto a ele na terra dos vivos.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 9,1-8)

— O Senhor esteja convosco.
— Ele está no meio de nós.
— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.
— Glória a vós, Senhor.
Naquele tempo, entrando em um barco, Jesus atravessou para a outra margem do lago e foi para a sua cidade. Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!” Então alguns mestres da Lei pensaram: “Esse homem está blasfemando!” 4 Mas Jesus, conhecendo os pensamentos deles, disse: “Por que tendes esses maus pensamentos em vossos corações? 5 O que é mais fácil, dizer: ‘Os teus pecados estão perdoados’, ou dizer: ‘Levanta-te e anda’? 6 Pois bem, para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder para perdoar pecados, — disse, então, ao paralítico — “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. 7paralítico então se levantou, e foi para a sua casa. 8 Vendo isso, a multidão ficou com medo e glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
— Palavra da Salvação.
— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura rezando, com todos os internautas, ao Espírito:
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo. Amém!
Espírito de verdade, a ti consagro a mente e meus pensamentos: ilumina-me.
Que eu conheça Jesus Mestre e compreenda o seu Evangelho

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?
Leio atentamente, na Bíblia, o texto Mt 9,1-8.
Jesus liberta o homem dos pecados, vendo que os que o carregavam tinham fé. Mas, alguns mestres da Lei viram isto como blasfêmia. Jesus sabia o que eles estavam pensando e os questiona dizendo-lhes: O que é mais fácil: dizer ao paralítico: “Levante-se e ande” ou “Os teus pecados dão perdoados”? E manda que o paralítico se levante. Para os que acreditavam em Jesus, o milagre era manifestação da bondade de Deus. Mas, para os que se recusavam a crer ele enganava o povo e blasfemava.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?
Em que grupo me coloco: naquele que crê ou naquele que acredita que Jesus engana?
Milagres de Deus acontecem a cada instante.
Eu os enxergo ou para mim tudo é muito natural?
Os bispos, em Aparecida, assim se expressaram “Desejamos que a alegria que recebemos no encontro com Jesus Cristo, a quem reconhecemos como o Filho de Deus encarnado e redentor, chegue a todos os homens e mulheres feridos pelas adversidades; desejamos que a alegria da boa nova do Reino de Deus, de Jesus Cristo vencedor do pecado e da morte, chegue a todos quantos jazem à beira do caminho, pedindo esmola e compaixão (cf. Lc 10,29-37; 18,25-43).” (DAp 32).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?
Rezo, com toda a Igreja, a Oração do Brasil na missão continental:
Senhor, Deus da vida e do amor, enviastes o vosso Filho para nos libertar das forças da morte e conduzir-nos no caminho da esperança.
Movei-nos pelo dom do vosso Espírito!
Fazei-nos discípulos, comprometidos com o anúncio do Evangelho em nossa Pátria, em comunhão com a Missão Continental.
Fazei-nos missionários, caminhando ao encontro de nossos irmãos e irmãs, acolhendo a todos, sobretudo os jovens, os afastados, os pobres, os excluídos.
Virgem Mãe Aparecida, Intercedei junto ao vosso Filho, para que sejamos fiéis ao nosso compromisso de discípulos missionários. Amém!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?
Meu novo olhar coincide com o olhar da Igreja que afirma: “Desejamos que a alegria da boa nova do Reino de Deus, de Jesus Cristo vencedor do pecado e da morte, chegue a todos quantos jazem à beira do caminho, pedindo esmola e compaixão (cf. Lc 10,29-37; 18,25-43).” (DAp 32).
BÊNÇÃO:
– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.
– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.
– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.
– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – “CORAGEM, FILHO, OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS!”

O mal não só desfigura o ser humano, mas faz com que ele sinta Deus distante. Este mesmo relato encontra-se em Marcos e Lucas, com traços típicos de cada um dos evangelistas (Mc 2,1-12; Lc 5,17-26). A paralisia é uma doença incurável; é como se a pessoa fosse um “morto vivo”, como dizemos coloquialmente. O ponto de partida tem de ser a fé capaz de reconhecer que para Deus nada é impossível. É esta fé, da qual Jesus se admira, que impulsiona aqueles anônimos a levarem o paralítico diante de Jesus. Na antiguidade bíblica, a enfermidade está ligada ao pecado. Por esta razão, a cura é precedida pela palavra que liberta: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!” (v. 2). Em Marcos 2,7, é sugerido que só Deus pode perdoar pecados. Por isso, os letrados dizem que ele blasfema. Mas a blasfêmia não está no perdão oferecido; o mal está no pensamento dos opositores de Jesus, que se recusam a reconhecer que ele é o Filho do Homem e tem o poder de perdoar os pecados. A Igreja, povo que o Senhor reúne, é o lugar do perdão e da reconciliação. A comunidade cristã é a comunidade dos reconciliados.
(Carlos Alberto Contieri).

(6) – DEUS NOS LIBERTA DE TODA E QUALQUER PARALISIA

Permita que, no dia de hoje, Deus o liberte, cure-o de toda e qualquer paralisia, de tudo aquilo que o impede de ir ao encontro d’Ele.
“Apresentaram-lhe, então, um paralítico deitado numa cama. Vendo a fé que eles tinham, Jesus disse ao paralítico: ‘Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!’” (Mt 9,2).
Que obra admirável do Senhor! Por ter compaixão não só daquele povo, mas daquele que o povo trazia. Aquele paralítico tinha muita vontade de andar, muita disposição, mas algo o paralisava, o mantinha preso, impedia-o de ir adiante.
Quantos de nós estão paralisados, presos, com os pés detidos e não conseguem ir ao encontro de Deus! Na sua casa, muitas vezes, você se encontra prostrado, sem forças… Há dias em que você se levanta e diz: “Hoje, não estou com vontade de fazer nada”. Parece que há uma força terrível nos paralisando. Você sabe que precisa ir ao encontro do seu próximo, sabe que precisa ir ao encontro daqueles que estão sofrendo, mas não tem forças nem para pegar um telefone e ligar para a pessoa. Você está paralisado.
Permita que, no dia de hoje, Deus o liberte, cure-o de toda e qualquer paralisia, de tudo aquilo que o impede de ir ao encontro d’Ele; depois, que Ele o liberte daquilo que o impede de crescer como ser humano, como pessoa, de crescer na fé e na espiritualidade. Que o Senhor também desamarre seu pé daquilo que não o permite ir ao encontro do próximo.
Que o Senhor, hoje, pela sua fé, o liberte de toda e qualquer paralisia.
Deus abençoe você!
(Pe. Roger Araújo).

(7) – PERDÃO E CURA

A declaração de que os pecados do homem paralítico estavam perdoados causou espanto nos adversários de Jesus. Parecia-lhes ser uma ofensa a Deus o que ouviam.
Como alguém, no caso Jesus, tinha a ousadia de usurpar um poder divino?
gesto de Jesus era inaceitável para eles. Não passava de uma autêntica blasfêmia.
Jesus não se dobrou a esta interpretação maldosa e errada de sua ação. E se declarou capaz de fazer algo ainda mais divino: curar a paralisia daquele homem. Demonstrando seu poder de curar, Jesus manifestou sua condição de Filho do homem, revestido com poderes conferidos pelo Pai, para agir em nome do Pai. Jesus, que perdoou os pecados daquele homem, também o libertou de sua limitação física. Portanto, ao agir, Jesus não se prevalece de um poder que não lhe pertence. Ele não é um inimigo de Deus. Antes, é o instrumento escolhido por Deus para que a humanidade se beneficiasse da ação divina de perdoar os pecados e curar as pessoas de seus males.
duplo gesto de Jesus dá-se na mais total fidelidade a Deus, sem que lhe seja feita concorrência ou que seus poderes sejam usurpados. Contemplar os gestos poderosos de Jesus correspondia a ver Deus prodigalizando a humanidade com seus bens. Porém, os inimigos de Jesus se recusavam a curvar-se diante da evidência.
Oração: Senhor Jesus, que eu contemple nos teus gestos poderosos a prodigalidade do amor do Deus derramado sobre a humanidade.
(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

… para que saibais que o Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados… (Mt 8,6).
Esta afirmação de Jesus causou grande admiração e levou as pessoas a se perguntarem que tipo de homem era Ele. Perdoar os pecados somente Deus podia. Homem algum antes de Jesus tinha afirmado isso. E, mais ainda, comprovando que podia fazer um milagre surpreendente como o narrado neste Evangelho.
De propósito Jesus se autodenomina “Filho do Homem” para deixar mais chocante seu gesto e seu poder. Trata-se de um “Filho de Homem”, porém um homem com poder especial, que só Deus tem.
É claro que seus ouvintes naquele momento ficaram confusos. A única atitude que podiam demonstrar era de admiração, interrogação e medo (ver Mt 9,8).
Afinal, quem era Jesus?
Hoje sabemos: este “Filho do Homem” era o “Filho de Deus Encarnado”. Nisso estava a diferença.
Contudo, Jesus não disse a ninguém: “Eu sou o Filho do Homem porque sou o Filho de Deus Encarnado”. Se dissesse isso, a confusão seria total na mente dos que viram aquele milagre. Por isso, Jesus não deu explicação sobre a origem de seu poder de perdoar, contentando-se em provar que o tinha.
Admiremo-nos com aquelas pessoas testemunhas oculares deste milagre, e com elas demos glória a Deus que a Jesus deu tal poder, o de nos perdoar os pecados (ver Mt 9,8).
(Pe. Valdir Marques).

(12) – FILHO, TEM CONFIANÇA, OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS

Os escribas defendiam que apenas Deus podia perdoar os pecados. Jesus, antes mesmo de os perdoar, revela o segredo dos corações, demonstrando assim que também Ele possuía esse poder reservado a Deus […], porque está escrito: “Só vós, Senhor, conheceis os segredos humanos” (2Cr 6,30) e “o homem vê o rosto, mas Deus vê o coração” (1Sm 16,7). Jesus revela, portanto, a sua divindade e a sua igualdade com o Pai mostrando aos escribas o que lhes ia no fundo do coração e divulgando-lhes pensamentos que eles não ousariam dizer em público com medo da multidão. E fá-lo com total doçura. […]
paralítico podia ter manifestado a sua incredulidade em Cristo dizendo-Lhe apenas: “Muito bem! Vieste curar outra doença e sarar outro mal, o pecado. Que prova tenho eu de que os meus pecados são perdoados?” Ora, não é nada disso que acontece; ele confia-se Àquele que tem o poder de curar. […]
Cristo diz aos escribas: “Que é mais fácil dizer: ‘Os teus pecados te são perdoados’, ou ‘Toma o teu catre e vai para tua casa’?” Dito doutra maneira: Que vos parece que é mais fácil? Restabelecer um corpo paralisado ou perdoar os pecados da alma? Evidentemente que é curar o corpo, uma vez que o perdão dos pecados ultrapassa essa cura, dado a alma ser superior ao corpo. Mas porque uma destas obras é visível, e a outra não, levarei a cabo precisamente a que é visível e menor, para assim comprovar a invisível e maior. E nesse momento, pelas suas obras, Jesus dá testemunho de ser “Aquele que tira o pecado do mundo” (Jo 1,29).
(São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero de Antioquia, bispo de Constantinopla, doutor da Igreja – Homilias sobre São Mateus, 29, 2).

(14) – LEVANTA -TE E ANDA

Fomos criados por amor e para o amor, por tanto, ao nos criar era sonho de Deus que todos nós vivêssemos felizes numa só família, como irmãos, partilhando a vida, amando-nos mutuamente! Mas o pecado entrou na humanidade e ameaçou destruir o sonho do Criador!
pecado nos desfigurou, nos paralisou, tirou-nos do caminho, porém, o amor do Pai é maior que tudo, Ele condena o pecado, mas ama o pecador, por isto enviou seu Filho para nos resgatar, para nos recolocar no caminho do seu sonho: a nossa felicidade plena!
Jesus veio nos abrir a porta da eternidade, a porta que fora fechada pelo o pecado!
No evangelho de hoje, vemos a cura de um paralítico levado até Jesus, carregando consigo o peso dos pecados imposto à ele, por uma sociedade excludente, que não vê a pessoa na sua essência, uma sociedade que não tem um olhar de misericórdia.
Enquanto andou por este chão, Jesus era itinerante, não tinha se quer onde recostar a cabeça, em todo o seu percurso, Ele tinha sempre o olhar voltado para os pequenos, os esquecidos às margens do caminho!
No texto, vemos também o belíssimo exemplo de solidariedade dos que conduziram o paralítico até Jesus, se fazendo caminho de libertação para aquele homem impedido de caminhar…
paralítico confiava no poder misericordioso de Jesus, a sua fé expressada no seu olhar, tocou Jesus profundamente, levando-O a libertá-lo por inteiro e a colocá-lo de pé, pronto para dar passos com suas próprias pernas!
Diante deste episódio, a multidão glorificou a Deus, enquanto que alguns mestres da lei, mais uma vez, não quiseram enxergar em Jesus, o próprio Deus!
Ainda hoje, são muitos, os que não querem acreditar em Jesus, que fecham os olhos do coração para não enxergá-Lo na pessoa do irmão, estes, não querem aceitar a verdade para não ter que mudar as suas atitudes, atitudes que são sempre contrárias ao evangelho.
Podemos imaginar aquele homem numa cama, o seu olhar, a sua total dependência do outro, provavelmente nenhuma palavra saiu de sua boca diante Jesus, pois a sua fé lhe assegurava que Jesus conhecia a sua necessidade.
Pela fé, é possível vencer todos os obstáculos que nos impede de nos aproximar de Jesus, de sermos tocado por Ele!
fé nos leva a manifestações concretas!
Aquele homem que se encontrava impossibilitado de andar experimentou no corpo e na alma a ação vivificante desta fonte de vida nova que é Jesus! Naquele momento ele recobrou para além da vida física, a sua vida social e religiosa, revestindo-se totalmente da graça de Deus. Superada a marginalização em que se encontrava, abriu-se para ele uma nova perspectiva de vida, sua vida ganhou um novo sentido!
É importante revermos sempre as nossas atitudes, deixar de nos esconder atrás de pequenas paralisias, para justificar o nosso não envolvimento na construção de um mundo melhor.
pior de todas as paralisias é a paralisia do comodismo, do não querer caminhar ao encontro de Jesus.
Precisamos reaprender a amar, a tornar ponte para o outro, caminhando e sendo caminho!
amor recria a vida, abre caminhos, nos faz enxergar novos horizontes, faz-nos sair de nós mesmos, para ir ao encontro do outro!
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
(Olívia Coutinho).

(14) – A MULTIDÃO GLORIFICOU A DEUS, POR TER DADO TAL PODER AOS HOMENS

A multidão glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
As autoridades religiosas de Israel condenam a atitude solidaria e curativa de Jesus. Na cultura do tempo de Jesus a paralisia e outras enfermidades eram consideradas consequência do pecado de gerações anteriores; as pessoas que padeciam dessas enfermidades eram excluídas da via social, econômica e religiosa.
Talvez o que mais incomodava os líderes da época era o fato de Jesus recuperar a dignidade das pessoas excluídas das estruturas do poder e da participação na vida religiosa. A cura provocava assombro nos vizinhos, em vez de promover atitudes de louvor pelo perdão e pela cura de um dos seus.
Hoje como em outros tempos, quem gasta sua vida a serviço de uma causa, é considerado como blasfemo e agitador; na história moderna, Gandhi na Índia, Nelson Mandela na África do Sul, Dom Romero em El Salvador, Luther King nos Estados Unidos. Todos eles foram perseguidos e, em alguns casos, assassinados ou silenciados.
É urgente voltar nosso olhar sobre o caráter profético da fé cristã, nesse tempo em que a tendência é ver atitudes marcadas pela indiferença e pelo individualismo. Em nossos tempos, a solidariedade continua sendo um imperativo do evangelho.
(Claretianos).

(14) – CORAGEM, FILHO, OS TEUS PECADOS ESTÃO PERDOADOS!

No tempo de Jesus, a doença era um castigo associada aos pecados da pessoa e representava uma impureza. É por isso que Jesus primeiro perdoa os pecados daquele homem, para depois então curá-lo. Ele fica admirado pela fé tanto do paralítico como do grupo que o carregava, e diz-lhe que os seus pecados estão perdoados. Primeiro Ele faz uma purificação, para que, segundo a Lei, o paralítico mereça ser curado. Porque Jesus respeitava a Lei e os costumes ou a cultura daquele povo. Os fariseus e mestres da Lei acusa-O de blasfêmia, porque só Deus tinha o poder de perdoar os pecados segundo a Lei vigente. Por isso eles pretendiam condená-lo. A cura do paralítico é sinal do poder de Jesus, do perdão dos pecados, que é fruto do seu amor misericordioso.
Reparem que os líderes judaicos não pronunciaram nenhuma palavra. Eles somente pensaram. Mas como Jesus é Deus, Ele viu ou ouviu os seus pensamentos.
“Jesus, penetrando-lhes os pensamentos, perguntou-lhes: “Por que pensais mal …?””
“Para que saibais que o Filho do Homem tem na terra o poder de perdoar os pecados: Levanta-te – disse ele ao paralítico – toma a tua maca e volta para tua casa.”
Vamos aqui nos deter em três pontos de reflexão deste evangelho: Jesus demonstra o seu poder de cura, o poder de estar vendo os nossos pensamentos, e a repreensão aos fariseus por terem feito um julgamento.
“Quem ele pensa que é, para perdoar pecados?”
Essa é uma atitude típica de quem está com ciúmes, com inveja de outra pessoa de igual categoria, ou do seu nível, por ela estar fazendo uma coisa que nós gostaríamos de estar fazendo em seu lugar, como às vezes acontece na própria paróquia. Eu entro na igreja e lá no altar está um colega fazendo a celebração.
Qual é a minha atitude?
Ei!
Por que eu não estou lá?
Por que eu não posso fazer celebração também?
Quem ele pensa que é para fazer celebração?
Infelizmente existem ciúmes e inveja até nos lugares mais santos, porque somos pessoas pecadoras. E isso, às vezes, atrapalha, emperra o bom andamento das pastorais, e da evangelização.
Quanto a Jesus ver ou ouvir os nossos pensamentos, precisamos tomar mais cuidado, pois estamos pecando direto por pensamentos. E até consideramos serem santos pensamentos, como, naquele dia em que pensamos ser mais santos que aquela pessoa.
Isso não é o cúmulo do absurdo?
Pois acontece. Um exemplo: Uma pessoa santa, talentosa, de muita fé, e conhecimento da doutrina da Igreja, enfrenta muitas dificuldades para se engajar em uma determinada comunidade, simplesmente por inveja ou ciúmes dos que fazem parte do centro de decisões, ou da coordenação. Sinto que estou me repetindo em algo que já escrevi em reflexões anteriores. Mas acredito que certas coisas muito importantes da nossa vida devem ser repetidas, refletidas para serem eliminadas ou corrigidas.
(José Salviano).

(14) – PARALISADOS PELO PECADO

Gênesis 22, 1-19 – “confiança absoluta”
Deus pôs Abraão à prova quando lhe pediu que ofertasse o seu filho único, Isaac, para ser sacrificado em holocausto. Abraão cheio de confiança fez o que o Senhor lhe ordenara e foi até as últimas consequências, chegando mesmo a empunhar a faca a fim de sacrificar Isaac. No diálogo entre o pai e do filho, nós percebemos como era grande a fé e a confiança que Abraão depositava em Deus e nos Seus planos para a sua vida. Assim, pois, ele falava pra Isaac: “Deus providenciará a vítima para o holocausto, meu filho”. Nós também nunca poderemos nos esquecer de que Deus também já providenciou a vítima para ser sacrificada em expiação dos nossos pecados. Jesus Cristo é o Cordeiro imolado, vítima perfeita que se ofereceu pela nossa salvação. Muitas vezes, no entanto, o Senhor nos pede para sacrificar algo que nos é muito importante com o fim de que avaliemos a qualidade da nossa fé e da nossa confiança nas Suas ordens. Quando nós obedecemos às Suas ordens, mesmo que não entendamos nada e apenas confiemos na Sua Misericórdia e na Sua Providência, Ele aprovisiona tudo de que precisamos para que a Sua obra se concretize em nós. Isaac pode ser para nós algo a que nós nos apegamos porque achamos que não poderemos viver sem ela e o Senhor nos pede como oferta. Se fizermos a experiência e confiarmos na providência divina, nós também conseguiremos pegar a faca para cortar da nossa vida aquilo que o Senhor nos pede. Assim sendo, comprovaremos que a nossa história não é diferente da história dos homens e das mulheres da Bíblia. Deus precisa do nosso testemunho de confiança nos Seus planos e nos testa para que nós mesmos (as) possamos ter ideia de como anda a nossa fé nos Seus desígnios.
– Você teria coragem de levar o seu “filho único” para ser sacrificado a pedido do Senhor?
– Existe alguma coisa muito especial para você comparável a um filho único e que você não quer perder?
– Você já experimentou a providencia de Deus na sua vida?
– Você tem consciência de que Jesus se ofereceu como vítima só para que você tivesse uma vida nova?
Salmo 114 – “Andarei na presença de Deus, junto a ele, na terra dos vivos”!
O salmista relata o sentimento de alguém que está à beira do perigo e da morte e mesmo assim confia no Senhor. “Salvai, ó Senhor, a minha vida.” A justiça de Deus para nós é a salvação, portanto todo aquele que grita o Seu Nome e pede ajuda, terá a sua vida libertada. Ele é justiça, bondade, amor-compaixão para os humildes, os que se sentem oprimidos e necessitados. Não devemos esperar pela outra vida para contemplar a bondade do Senhor, porque é também na terra dos vivos que nós andamos na sua presença.
Evangelho – Mateus 9, 1-8 – “paralisados (as) pelo pecado”
Ao argumentar com os mestres da lei sobre os seus vãos pensamentos, dizendo: “O que é mais fácil dizer: “os teus pecados estão perdoados”, ou dizer: “Levanta-te e anda”, Jesus nos revela que o pecado nos paralisa nos aprisiona e nos tira a liberdade interior. Ele curou o paralítico e foi direto à raiz da sua paralisia humana. O pecado também entorpece o nosso ser e nos impede de caminhar com nossas próprias forças, debilitados sem ânimo para caminhar. Quantas vezes nós nos sentimos presos (as), acorrentados (as) aos sentimentos de ódio, de medo, revolta, ressentimento, ideia de vingança e precisamos de alguém que nos liberte do jugo que pesa sobre nós! O pecado é tudo que nos afasta da fonte do Amor de Deus. O pecado é o desamor, é a falta da graça de Deus e, somente quando em nós essa graça é restituída, nós nos sentiremos verdadeiramente livres. A cura do paralítico nos traz como exemplo a solidariedade dos amigos que o apresentaram a Jesus. O Senhor quer tirar de nós a mentalidade de sempre querer receber e nada oferecer. “Levanta-te, pega a tua cama e vai para a tua casa”. Jesus nos cura e nos manda também levantar e tomar a nossa cama, isto é a nossa vida que às vezes é pesada como uma Cruz. Ele nos envia à nossa casa para dar testemunho da cura que Ele nos faz nos colocando à disposição da edificação do Seu reino dentro da nossa família. Ele não nos quer acomodados na mesmice, mas ousados e cheios de fé.
– Você alguma vez se sentiu também paralisado (a) pelo pecado?
– Você já recebeu ajuda de alguém que levou você para receber o perdão de Deus?
– Você tem ajudado às pessoas que estão doentes, paralisados (as) pela vida?
– Você é uma pessoa acomodada nos mesmo vícios, nos mesmos pecados?
– Você tem dado testemunho de Jesus na sua casa?
(Helena Colares Serpa).

(14) – JESUS FAZ BARBA E CABELO

É até temeroso usar certas expressões como esta, para falar de Jesus, muitos pensam que seria banalizar a sua pessoa e ação, mais banalizado do que Jesus já foi, a partir da sua encarnação, e depois com a morte horrível na cruz, tudo por que? Para estar perto do homem, para amá-lo, comunicar a misericórdia de Deus e o Salvá-lo. Às vezes uma expressão assim, é melhor compreendida e toca mais fundo coração de alguém, do que frases muito batidas, mas que não dizem nada para a vida do ouvinte. Bom, mas vamos ao texto.
Se não entendermos que a Força da Salvação, da Graça Santificante e da Misericórdia de Deus, plenamente manifestadas em Jesus, é maior e mais poderosa do que nossos pecadinhos e pecadões, se não compreendermos que a Palavra penetra fundo chegando no centro da nossa vida, onde outras mensagens não conseguem com a mesma eficácia, permanecemos paralíticos como este homem, ficamos paralisados em nossos pecados, temos medo de encarar o mundo e confrontar a Força do Mal nele presente, como vimos no evangelho de ontem. Tem muito cristão paralítico, que não anda nem desanda, não se abre realmente para a Boa Nova, porque tem medo de perder algo, ainda mais com esse espírito consumista que infesta o coração do homem desse tempo. Paralíticos que atrapalham a vida da comunidade, que não deixa a pastoral caminhar, que faz de um Movimento Religioso algo tão mesquinho, desvirtuando do seu verdadeiro papel.
Tudo isso por quê? Não se acredita que Deus é tão misericordioso desse jeito, não se crê que esse amor de Deus por nós manifestado em Jesus, é realmente grandioso e infinito, paralisia é não conseguir amar com a mesma intensidade de Jesus, fazendo apenas uma “Meia Boca” do seu mandamento maior, dado ás vésperas da sua paixão, Coração amarrado que parece Mula empacadeira, não entende aquilo que é essencial no Cristianismo, na Comunidade de Mateus tinha gente assim, nas nossas também, não na Patagônia, como sempre se diz por aí, está na hora da gente assumir, não é?
Diante de Jesus não tem conversa fiada, a comunidade sentia-se incomodada com a presença daquele paralítico em meio dela, mas tinham Fé e esperança de que Jesus o iria libertar daquela paralisia do coração, que é a pior de todas.
Bom, havia uma paralisia Física sim, mas essa foi Café pequeno para o Poder de Jesus, entretanto, para o Judeu, deficiência física era consequência do pecado. O amor de Jesus e a Misericórdia do Pai, envolveu aquele homem naquele momento e o tornou liberto de qualquer mal que o aprisionava. Então uns Escribas, sempre eles, esses doutores que sabem tudo, mas ao mesmo tempo não sabem nada, ficaram horrorizados em seu íntimo mas foram descobertos por Jesus, admitiam até o milagre da deficiência, mas restituir ao homem o poder de amar e sentir-se amado por Deus, aí já era demais.
Muita gente hoje em dia busca uma cura de doenças que abalam a saúde, mas não se dispõe a curar também o coração, para amarem mais, para serem mais igreja, para serem mais corajosos e menos “Frouxos” em seu testemunho. E Jesus manifestou externamente aquilo que já havia realizado interiormente naquele homem. O homem levantou-se e foi para sua casa, onde o amor é essencial na relação entre as pessoas, é na casa e na Família que se aprende a amar como Jesus. O Povo glorificou a Deus, reconhecendo algo Divino em Jesus, os Escribas ruminaram sua raiva, e eu aqui, disse para mim mesmo, com uma enorme alegria no coração “O meu Senhor sempre Vence, Ele sempre faz Barba e Cabelo, aqui dentro do meu coração”.
(Diác. José da Cruz).

(14) – A MULTIDÃO GLORIFICOU A DEUS, POR TER DADO TAL PODER AOS HOMENS

A multidão glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
Este Evangelho narra Jesus curando um paralítico em duas etapas. Primeiro ele diz: “Coragem, filho, os teus pecados estão perdoados!” Como alguns duvidaram, ele disse ao paralítico: “Levanta-te, pega a sua cama e vai para a tua casa”. E o homem, na hora, ficou completamente curado, pegou a sua cama e foi para a sua casa.
“Vendo a fé que eles tinham.” Jesus se admirou da fé, do paralítico e das pessoas que o traziam, e deu o paralítico o melhor que ele podia dar: a cura da alma. De fato, a cura da alma é mil vezes mais importante do que a cura do corpo. O corpo um dia vai ficar doente de novo, e morrer. Agora, a alma não.
“Esse homem está blasfemando.” Não vamos pensar mal das pessoas, especialmente daquelas que estão fazendo o bem. Quem não ajunta, pelo menos que não espalhe!
“Para que saibais que o Filho do Homem tem na terra poder de perdoar pecados – disse então ao paralítico – “Levanta-te…” Jesus curou o corpo para provar que tem poder de curar a alma.
Hoje, a presença de Jesus na terra está multiplicada. Ele está em todas as Comunidades cristãs e em todos os sacrários que têm as hóstias consagradas. E Jesus está aí presente, não só com a mesma força e poder, mas também agindo da mesma forma. As Comunidades continuam realizando esses dois milagres de Jesus: a cura da alma e a cura do corpo. A cura da alma supera tanto a cura do corpo quanto a vida eterna supera esta nossa breve vida material. Mas se as Comunidades se dedicarem só à cura da alma, o povo não acredita. Curando também o corpo, aí sim, a presença de Jesus está completa.
Na multiplicação dos pães aconteceu a mesma coisa. Jesus queria dar-nos a Eucaristia, mas antes multiplicou pães.
As Comunidades cristãs são como um barco atravessando o mar da vida. Esse barco tem dois remos: o serviço espiritual ao homens e o serviço matéria, a cura do corpo e a cura da alma. Sem esses dois remos, a Comunidade ficaria rodando em volta de si mesma, sem ir para frente.
“É bom para vós que eu vá” (Jo 16,7), disse Jesus aos Apóstolos que estavam tristes ao saberem que ele ia voltar logo para o céu. De fato, em um sentido foi bom: a presença de Jesus na terra foi multiplicada, não mais em seu corpo físico, mas em seu corpo místico.
As Comunidades cristãs e a Eucaristia são frutos do amor de Jesus por nós.
“A multidão glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.” Era isso que Jesus queria, e é isso que nós também queremos: buscar a glória de Deus. É para isso que nos propomos a ser “discípulos e missionários de Jesus Cristo, para que nossos povos tenham mais vida nele”. Quando Deus mandou para o povo hebreu o maná, eles tiveram a mesma reação (cf. Dt 8,3).
Nós queremos continuar a presença de Jesus na terra, continuando os dois serviços que ele prestava: a cura da alma e a cura do corpo. Por isso que as Comunidades têm a pastoral social e têm a catequese, os serviços ao Altar, os círculos bíblicos…
Certa vez, um homem ouviu dizer que óleo de fígado de bacalhau era bom para a saúde dos cães. Mais que depressa, ele comprou uma boa quantidade e começou a dar todos os dias uma colher de sopa cheia de óleo para o cachorro. Segurava-lhe firme o focinho, e despejava o óleo em sua boca, enquanto o animal lutava e rosnava. Um dia, o cachorro lutou tanto que acabou se soltando. A colher caiu e o óleo se derramou. Para a surpresa do homem, o cachorro correu e lambeu o óleo derramado no piso. Só então o homem entendeu que o cachorro lutava, não contra o óleo, mas sim contra a maneira de tomá-lo.
Os agentes pastorais distribuem o grande presente que é a Boa Nova de Jesus. Mas devem fazê-lo com métodos adequados aos destinatários e sempre a partir deles.
Maria Santíssima se preocupava com o corpo das pessoas. Vemos isso na visita a Isabel, nas bodas de Cana, junto com o Filho ao pé da cruz … E nos prestou o melhor serviço espiritual que existe: deu-nos o seu Filho. Que ela nos ajude a fazer o mesmo.
multidão glorificou a Deus, por ter dado tal poder aos homens.
(Pe. Queiroz).

(15) – REFLEXÃO

Onde é mais fácil que vejamos a ação de Deus na nossa vida, quando Deus realiza uma cura ou nos concede alguma graça pela qual suplicamos ou fizemos promessas ou quando ele perdoa os nossos pecados? É claro que ao lermos este texto, afirmamos que é quando ele perdoa nossos pecados, mas a gente não vê as pessoas celebrarem ações de graças quando são perdoadas e sempre vemos celebrações em ação de graças por curas, conquistas e coisas do gênero. Isto tudo nos mostra que intelectualmente sabemos as coisas certas, mas existencialmente vivemos subordinados aos valores do mundo, de modo que somos pessoas divididas entre o que falamos e o que de fato acreditamos. O Evangelho de hoje é para todos nós um convite: precisamos de fato enxergar mais além para valorizarmos mais os verdadeiros dons que Deus nos concede.

(20) – TEUS PECADOS SÃO PERDOADOS!

Deus é assim: sempre exagerado! Só queríamos andar de novo, mas ele vem e perdoa nossos pecados. Hébert Roux, pastor da Igreja Reformada, observador junto ao Concílio Vaticano II, comenta este Evangelho: “Ao longo de toda esta passagem, corre um frêmito de alegria e de esperança. As testemunhas estão perturbadas e comovidas, e pressentem por trás da cura e da libertação a mão de Deus que faz novas todas as coisas e muda a face do mundo. Ao mesmo tempo, porém, diante desses sinais anunciadores, tudo aquilo que se sente ameaçado e questionado pela novidade do Evangelho se põe a reagir e se inquietar: reservas, objeções, acusações são formuladas, contestando a Jesus sua qualidade de Messias. Assim Deus age sempre: diante da manifestação de seu Reino e de seu poder, dividem-se os espíritos e os corações, entre a alegria e o medo, esperança e terror, fé e incredulidade. Há os que acolhem o Reino, há quem o rejeite; alguns são conquistados, para outros Jesus se torna ocasião de queda. Pela primeira vez, vemos Jesus proclamar o perdão dos pecados. Esta é a forma concreta e pessoal que assume a Boa Nova quando ela é dirigida a alguém. Aqui, Jesus ordena ao infeliz que “tenha coragem” porque seus pecados lhe são perdoados. E o chama “meu filho”.
Esta palavra não é um encorajamento banal, como podem distribuir os médicos; nem é uma promessa para mais tarde. Jesus afirma como um fato que esse homem, por ele acolhido como um pai acolhe seu filho, já recebeu o perdão de seus pecados. E isso é verdade simplesmente porque Jesus o declara.
Não se diz que o paralítico viera a Jesus para isso. Se ele pretendia algo, exatamente, era a libertação do mal que o mantinha preso ao leito. No entanto, é isto que Jesus lhe dá, de início, por sua palavra: o perdão dos pecados. E não acontece nada mais: o homem continua preso à sua enfermidade física.
Diante de tal palavra, é preciso decidir-se: ou tomá-la como verdadeira ou rejeitá-la. Se não se crê que Jesus tem esse poder, só se pode recusar sua graça e trata-lo como blasfemo. É o que fazem os escribas. Mas o milagre vem confundir sua incredulidade. À declaração do perdão dos pecados, Jesus acrescenta a cura física, a fim de que saibam que, ao duvidar de sua palavra, eles tinham duvidado de Deus.”
Orai sem cessar: “Em ti, Senhor, se encontra o perdão!” (Sl 130,4).
(Antônio Carlos Santini).

(24) – LEVANTA-TE, PEGA A TUA MACA E VAI PARA CASA

Hoje encontramos uma das muitas manifestações evangélicas da bondade misericordiosa do Senhor. Todas elas nos mostram aspectos ricos em detalhes. A compaixão misericordiosamente exercida de Jesus vai desde a ressurreição de um morto ou a cura da lepra até perdoar uma mulher pecadora, passando por muitas outras curas de enfermidades e o perdão dos pecadores arrependidos. Perdão esse, expresso em parábolas como a da ovelha desgarrada, da moeda perdida e a do filho pródigo.
Evangelho de hoje nos dá uma mostra da misericórdia do Salvador em dois aspectos de uma só vez: diante da enfermidade do corpo e da enfermidade da alma. E, considerando que a alma é mais importante, Jesus começa por ela. Sabe que o doente está arrependido de seus pecados, vê a sua fé, e a fé daqueles que o conduzem e diz: “Coragem, filho, teus pecados estão perdoados!” (Mt 9,2).
Por que começa por aí se ninguém Lhe pediu isso?
Está claro que Ele lê seus pensamentos e sabe que é precisamente isto o que mais agradecerá aquele paralitico, que provavelmente, ao se ver diante da Santidade de Jesus Cristo, se sentiria confuso e envergonhado de seus próprios pecados, e com certo temor deles serem um impedimento para receber a graça da cura de sua saúde. O Senhor quer tranquilizá-lo. Não se importa com os maus pensamentos do coração dos escribas, ao contrário, quer mostrar que veio para exercer a misericórdia com os pecadores e agora a quer proclamar.
É que aqueles que estão cegos pelo orgulho, se acham justos e por isto não aceitam a chamada de Jesus; ao contrário, O acolhem todos aqueles que sinceramente se sentem pecadores. Ante estes, Deus se inclina perdoando-os. Como diz Santo Agostinho, “é uma grande miséria o homem orgulhoso, mas é muito maior a misericórdia de Deus humilde”. E, neste caso a misericórdia divina vai mais longe: como complemento do perdão, devolve a saúde: “Levanta-te, pega a tua maca e vai para casa” (Mt 9,6). Jesus quer que a felicidade do pecador convertido seja completa.
Nossa confiança nele se há de afirmar. Mas, nos sintamos pecadores, a fim de não nos fecharmos para a graça.
(Rev. D. Francesc NICOLAU i Pous (Barcelona, Espanha)).

(25) – CURA DO PARALÍTICO E PERDÃO DOS PECADOS

Mais uma vez, Jesus chega à sua cidade, onde lhe “trouxeram um paralítico, deitado num catre”. Os que o rodeiam esperam que ele seja curado. Comenta S. Hilário de Poitiers: “É necessário examinar atentamente as palavras da cura. Ao paralítico não é dito imediatamente: sê curado ou levanta-te e caminha, mas: ‘tem ânimo, meu filho; os teus pecados te são perdoados’”. A cena levamos a sentir o palpitar do coração amoroso do Senhor. Os gestos e as palavras refletem seu carinho por aquele homem e por todas as pessoas que, na dor e na angústia, abrem-se à liberdade de um amor profundo e gracioso. Jesus revela não simplesmente uma norma, mas sim a força interior de uma vida voltada à gratuidade da presença de Deus. Nada é oculto ao Senhor. Lendo a fé do paralítico, concede-lhe Jesus a remissão dos pecados e, a seguir, manifestando seu poder, cura-o. O que faz S. Jerônimo exclamar: “Com a mesma majestade e poder com que Ele conhece os nossos pensamentos, Ele perdoa os nossos pecados”.
paralítico expressa o modo de ser do Senhor. Jesus se doa ao Pai, gratuita e cordialmente, apenas atraído pela afeição, sem nada exigir, movido unicamente pelo amor. O ato de fé proclama que Deus nos ama, não porque somos bons ou porque lhe retribuímos o bem que ele nos faz, mas simplesmente porque ele é bom. A pureza da fé revela, na esperança, a grandeza do amor. Daí o fato de ser constante, na vida pública de Jesus, a íntima relação entre fé e milagre, entre fé e remissão dos pecados. Aliás, estas relações, que destacam o poder misericordioso de Deus, sobressaem na catequese dos primeiros séculos da vida da Igreja. Os cristãos sentem, tocando-lhes Jesus o coração, sem nada exigir, sem de nada apoderar-se, ele é simplesmente livre e gratuitamente misericordioso. A todos, ele dá vida nova e a conserva, respeitando a concreta diferença de cada um.
Jesus é presença silenciosa, serena, sóbria e vigorosa da vida, na disposição de servir a todos. Ao perdoar os pecados, os que o seguem ouvem, no seu interior, o mandamento: “Amai-vos uns aos outros como eu vos amei”. Pois no amor, ele está sempre pronto a perdoar. É a cura da alma que corresponde à cura do corpo. Ao ordenar: “Levanta-te, toma teu catre e vai para casa”, Jesus exorta o paralítico, também cada um de nós, a seguir o caminho que conduz ao paraíso. Com o coração ardente, colocamo-nos a caminho da união com Deus, trilhando a via do bem, do amor, da justiça e da paz.
(Bispo Dom Fernando).

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE
CELEBRAÇÃO DE HOJE

13ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

A Palavra de Deus nos ensina sobre a fé, não como sentimentos emocionais, mas como adesão a uma pessoa, que é Jesus. Abraão mostra-nos uma fé completa, sem impor condições e disposto até a sacrificar seu próprio filho Isaac. E, como aquele aleijado do Evangelho, disposto a ver Jesus e ser curado também por dentro, também deve ser esse nosso desejo: o de estar perto do Senhor e dele receber a salvação.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Povos todos, aplaudi e aclamai a Deus com brados de alegria (Sl 46,2).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido
– Ato Penitencial
– Senhor, Tende Piedade
– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, pela vossa graça, nos fizestes filhos da luz. Concedei que não sejamos envolvidos pelas trevas do erro, mas brilhe em nossas vidas a luz da vossa verdade. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Abraão vive a fé de modo total e sem impor condições. Com a mesma intensidade, aquele paralítico desejou intensamente encontrar-se com Jesus. Manifestou, assim, sua plena confiança e sua fé em Cristo. E para nós, qual o tamanho de nossa fé e de nossa confiança em Cristo? Escutemos o Senhor.

– Silêncio
– Proclamação da 1ª Leitura
– Silêncio
– Proclamação do Salmo
– Silêncio
– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Aleluia, aleluia, aleluia.
— Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou esta reconciliação. (2Cor 5,19).

– Canto de Aclamação
– Proclamação do Evangelho
– Homilia ou Pregação
– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:
a) Intenções pelas necessidades da Igreja;
b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;
c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;
d) Intenções pela comunidade local;
e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas
– Apresentação do Pão e do Vinho
– Presidente Lava as Mãos
– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus, que nos assegurais os frutos dos vossos sacramentos, concedei que o povo reunido para vos servir corresponda à santidade dos vossos dons. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”
– Invocação do Espírito Santo
– Narrativa da Ceia
– Consagração do Pão e do Vinho
– “Eis o Mistério da Fé!”
– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus
– Orações pela Igreja
– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte
– Rito da Paz ou Saudação da Paz
– Fração do Pão
– Cordeiro de Deus
– Felizes os Convidados!
– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão
– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Bendize, ó minha alma, ao Senhor e todo meu ser, seu santo nome! (Sl 102,1).

– Oração depois da Comunhão

Ó Deus, o Corpo e o Sangue de Jesus Cristo, que oferecemos em sacrifício e recebemos em comunhão, nos transmitam uma vida nova, para que, unidos a vós pela caridade que não passa, possamos produzir frutos que permaneçam. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites
– Saudação e Bênção Final
– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.
FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO
bc3adblia1
FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008) IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

Anúncios
Esse post foi publicado em Religião. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s