Liturgia Diária 08/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 08/JUL/2013 (segunda-feira)

Gênesis 28,10-22a (O sonho de Jacó)

Salmo 91(90),1-2. 3-4. 14-15ab (Sob as asas divinas)

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,18-26 (Jesus cura uma mulher hemorrágica e ressuscita uma filha de um chefe)

Mt 9,18-26 (Jesus cura mulher hemorrágica)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 28,10-22a)

Leitura do Livro do Gênesis.

Naqueles dias, 10 Jacó saiu de Bersabeia e dirigiu-se a Harã. 11 Chegando a certo lugar, quis passar ali a noite, pois o sol já se havia posto. Tomou uma das pedras do lugar, fez dela travesseiro e ali mesmo adormeceu. 12 E viu em sonho uma escada apoiada no chão, com a outra ponta tocando o céu e os anjos de Deus subindo e descendo por ela. 13 No alto da escada estava o Senhor que lhe dizia: “Eu sou o Senhor, Deus de Abraão, teu pai, e Deus de Isaac; darei a ti e à tua descendência a terra em que dormes. 14 A tua descendência será como o pó da terra, e te expandirás para o ocidente e o oriente, para o norte e para o sul. Em ti e em tua descendência serão abençoadas todas as nações da terra. 15 Estou contigo e te guardarei onde quer que vás, e te reconduzirei a esta terra. Nunca te abandonarei até cumprir o que te prometi”. 16 Ao despertar, Jacó disse: “Sem dúvida, o Senhor está neste lugar e eu não sabia”. 17 Cheio de pavor, disse: “Como é terrível este lugar! Isto aqui só pode ser a casa de Deus e a porta do céu”. 18 Jacó levantou-se bem cedo, tomou a pedra de que tinha feito travesseiro e a pôs de pé para servir de coluna sagrada, derramando óleo sobre ela. 19 E deu ao lugar o nome de “Betel”. Antes, porém, a cidade chamava-se Luza. 20 Jacó fez um voto, dizendo: “Se Deus estiver comigo e me proteger nesta viagem, dando-me pão para comer e roupa para vestir, 21 e se eu voltar são e salvo para a casa de meu pai, então o Senhor será o meu Deus. 22a E esta pedra que ergui como coluna sagrada, será uma ‘morada de Deus’”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 90,1-2. 3-4. 14-15ab (R. Cf. 2b))

— 2b Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.

— 2b Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente.

— 1 Quem habita ao abrigo do altíssimo / e vive à sombra do Senhor onipotente, 2 diz ao Senhor: “Sois meu refúgio e proteção, / sois o meu Deus, no qual confio inteiramente”.

— 3 Do caçador e do seu laço ele te livra. / Ele te salva da palavra que destrói. 4 Com suas asas haverá de proteger-te, / com seu escudo e suas armas, defender-te.

— 14 “Porque a mim se confiou, hei de livrá-lo / e protegê-lo, pois meu nome ele conhece. 15a Ao invocar-me hei de ouvi-lo e atendê-lo, 15b e a seu lado eu estarei em suas dores”.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 9,18-26)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor. 18
Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. 19 Jesus levantou-se e o seguiu, junto com os seus discípulos. 20 Nisto, uma mulher que sofria de hemorragia há doze anos veio por trás dele e tocou a barra do seu manto. 21 Ela pensava consigo: “Se eu conseguir ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. 22 Jesus voltou-se e, ao vê-la, disse: “Coragem, filha! A tua fé te salvou”. E a mulher ficou curada a partir daquele instante. 23 Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada, 24 e disse: “Retirai-vos, porque a menina não morreu, mas está dormindo”. E começaram a caçoar dele. 25 Quando a multidão foi afastada, Jesus entrou, tomou a menina pela mão, e ela se levantou. 26 Essa notícia espalhou-se por toda aquela região.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura rezando, com os internautas do mundo inteiro:

Jesus Mestre, vós dissestes que a vida eterna consiste em conhecer a vós e ao Pai.

Derramai sobre nós os dons do Espírito Santo!

Que ele nos ilumine, guie e fortaleça no vosso seguimento, porque sois o único caminho para o Pai.

Fazei-nos crescer no vosso amor, para que sejamos, como São Paulo, testemunhas vivas do vosso Evangelho.

Com Maria, Mãe, Mestra e Rainha dos Apóstolos, guardaremos a vossa Palavra, meditando-a em nosso coração.

Amém.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto do dia: Mt 9,18-26, e observo Jesus e as duas figuras femininas que aparecem.

Neste trecho do Evangelho onde aparecem duas figuras femininas – a menina e a mulher –, podemos destacar dois elementos fundamentais: a fé e o toque, o contato com Jesus. Podemos dizer que são dois elementos indispensáveis para nosso relacionamento com Deus. A mulher tocou a barra da capa de Jesus. A menina foi tomada pela mão por Jesus e se levantou. Podemos “tocar” Jesus na sua Palavra que acolhemos lendo a Bíblia, o Evangelho, recebendo a Eucaristia e os outros sacramentos: Batismo, Penitência, Crisma…Podemos encontrá-lo pela fé.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

Como é minha experiência de Deus?

Tem os dois fundamentos que aparecem no Evangelho de hoje: fé e contato com Deus?

Que tipo de contato tenho com Deus?

Pelo diálogo, na oração?

Pela Palavra que leio e transformo em vida?

Pela Eucaristia onde me alimento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo?

Na pessoa dos irmãos?

Na comunidade?

No silêncio?

Os bispos, em Aparecida afirmaram: “Também o encontramos (Jesus) de um modo especial nos pobres, aflitos e enfermos (cf. Mt 25,37-40), que exigem nosso compromisso e nos dão testemunho de fé, paciência no sofrimento e constante luta para continuar vivendo. Quantas vezes os pobres e os que sofrem realmente nos evangelizam! No reconhecimento desta presença e proximidade e na defesa dos direitos dos excluídos encontra-se a fidelidade da Igreja a Jesus Cristo” (DAp 257).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, espontaneamente, e concluo com a oração que é uma conhecida canção:

Basta que me toques, Senhor

Minha alma fortalecerá

Se a noite escura está

Tua presença me guiará

Basta que me toques, Senhor

Basta que me olhes, Senhor…

Basta que me ames, Senhor…

Basta que eu te busque, Senhor…

Basta que eu te encontre, Senhor…

Basta que eu te fale, Senhor…

Basta que eu te ame, Senhor…

Basta que eu te siga, Senhor…

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Quero perceber hoje, o toque de Deus nas mais simples e diferentes situações.

Recordo a palavra dos bispos em Aparecida: “Nossos povos se identificam particularmente com o Cristo sofredor, olham-no, beijam-no ou tocam seus pés machucados, como se dissessem: Este é “o que me amou e se entregou por mim” (Gl 2,20). Muitos deles golpeados, ignorados despojados, não abaixam os braços. Com sua religiosidade característica se agarram no imenso amor que Deus tem por eles e que lhes recorda permanentemente sua própria dignidade.” (DAp 257, 265).

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – JESUS, O SENHOR DA VIDA

Entre a súplica de um chefe por sua filha já morta e a chegada na casa deste notário, há o episódio da mulher que sofria de um fluxo de sangue. Nos dois episódios, Jesus irrompe como o Senhor da vida.

No horizonte simbólico antigo, perder sangue significa perder a vida. A hemorragia torna a própria pessoa e quem a toca impura. A fé da mulher está em que ela rompe a barreira da Lei de pureza para tocar na franja da veste de Jesus.

A “franja” era para ajudar a lembrar e a cumprir os mandamentos do Senhor (cf. Nm 15,37-41). Mas a razão dos mandamentos é fazer viver, preservar o dom da vida, não permitir cair na escravidão (cf. Nm 15,41). Tocando Jesus, ao invés de torná-lo impuro, ela é purificada e, pela fé, é salva e recebe o dom da vida.

Jesus chega, então, à casa do chefe. Para os cristãos, os ritos de lamentação fúnebre perderam sentido (ver: 1Ts 4,13-14), já que a morte era comparada ao sono, algo transitório, na espera do despertar da Ressurreição. Aqui é Jesus quem tem a iniciativa de tocar a menina, pegando-a pela mão, como que para despertá-la do sono. É o Senhor da vida que desperta para a feliz ressurreição.

ORAÇÃO: Pai, que minha resposta imediata aos apelos de meus semelhantes manifeste a veracidade do que proclamo por meio de palavras.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – A MÃO DE JESUS É PODEROSA

A mão de Jesus é poderosa. Quando ela toca em nossos corações, em nosso ser, nós voltamos à vida.

“Enquanto Jesus estava falando, um chefe aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele, e disse: ‘Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá’” (Mt 9,18).

Você veja o desespero de um pai que tem a sua filha praticamente morta. Ele sabe que só Jesus pode fazer algo por ela. E é por isso que no seu desespero, na sua dor, ele se aproxima de Jesus e diz: “Senhor, impõe tua mão sobre ela e ela voltará a viver”.

A mão de Jesus é poderosa. Quando ela toca em nossos corações, em nosso ser, nós voltamos à vida. Nós estamos muitas vezes sem alento, desanimados, tristes, sem gosto e sem sabor pela vida. Nós nos encontramos, muitas vezes, praticamente mortos, sem ânimo e sem saber qual direção tomar.

Precisamos deixar que Jesus toque em nós. Mas também precisamos levar o toque da mão poderosa de Jesus para outras pessoas. Precisamos deixar que Jesus realmente, com a Sua mão, toque em nossa enfermidade e aflição. Que Ele toque a tristeza que há dentro do nosso coração.

E porque aquele pai confiou, a mão de Jesus tocou em sua filha e ela voltou à vida. Quantos, hoje, podem voltar à vida! Uma mulher também, que sofria há tanto tempo, toca no manto de Jesus e fica curada.

Que hoje possamos ir ao encontro do Senhor para tocarmos na Sua graça, no Seu amor, e para que Ele também nos toque com a Sua misericórdia e nos levantemos de qualquer coisa que nos deixa prostrados.

Que Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – PALAVRA E AÇÃO

O ministério de Jesus foi todo tecido de palavra e ação. A interrupção de seu ensinamento, por parte de alguma pessoa necessitada de ajuda, parecia-lhe algo normal. Com tranquilidade, interrompia sua atividade de Mestre, passando à de taumaturgo. Desta forma, sua missão evangelizadora não se limitava à transmissão de uma doutrina, por mais sublime que fosse. O conteúdo doutrinal era sempre respaldado pelo serviço misericordioso a todas as pessoas, sem distinção.

No episódio evangélico, a pregação de Jesus foi interrompida por uma pessoa importante, um chefe da sinagoga, que lhe implorava a cura da filhinha. Estando a caminho para atender à solicitação, aconteceu uma nova interrupção. Desta vez, foi uma mulher, vítima de hemorragia persistente. No primeiro caso, a pregação foi suspensa imediatamente porque Jesus e seus discípulos se encaminharam logo para a casa do chefe. No segundo caso, embora a mulher quisesse manter-se oculta, Jesus deu-lhe atenção, livrando-o da doença incomoda.

O testemunho do Mestre era um ensinamento vivo para os seus discípulos. Também eles, no futuro, deveriam ser capazes anunciar a Boa-Nova do Reino com palavras e ações. Os constantes apelos das multidões haveriam de desafiá-los a ser pacientes e misericordiosos. E estas atitudes revelariam ser verdadeira a doutrina que ensinavam.

Oração: Pai, que minha resposta imediata aos apelos de meus semelhantes manifeste a veracidade do que proclamo por meio de palavras.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Tomou-a pela mão e ela se levantou (Mt 9,25).

Em Mateus 9,18-26 são narrados dois milagres de Jesus.

O milagre da Ressurreição da filha do chefe da sinagoga está intercalado com o milagre da mulher que sofria por uma hemorragia.

A intenção de São Mateus neste caso é a mesma que aparece nas outras narrativas de milagres de Jesus. Isto é, Jesus tem poder como Deus. Ele cura, salva e ressuscita pessoas. Os leitores de São Mateus são levados a ver em Jesus Cristo o Filho de Deus, imagem de Deus Pai em divindade e poder.

Neste texto, nossa atenção é dividida entre os dois milagres.

No caso da mulher com hemorragia o notável é a fé inabalável que ela demonstra, ao mesmo tempo o respeito por Jesus a ponto de não se julgar digna nem de tocá-lo; sabia que somente lhe bastava tocar sua túnica para ser curada. E Jesus a atende, dizendo: “Coragem, filha, tua fé te salvou”.

Notemos que Jesus não diz: “tua fé em mim”, mas simplesmente: “tua fé”.

São Mateus demonstra que devemos ter fé para chegar a Jesus e depois sermos salvos por Ele.

No caso da filha do chefe da sinagoga, a reação do pai é como da mulher doente: ele tem fé em Jesus e por isso lhe pede que devolva a vida à menina que morrera de fato. As outras pessoas, no entanto, não acreditam que Jesus tenha este poder de salvar os mortos. Para elas ela morreu e tudo está acabado.
Para Jesus “ela está dormindo”.

Por que Jesus disse “ela está dormindo”, quando ele mesmo sabia que a menina tinha morrido de verdade?

Antes de tudo, Jesus parece ter querido provar a fé daquelas pessoas em seu poder de curar e ressuscitar os mortos, porque São Mateus descreve tais pessoas como zombeteiras de Jesus. São como os fariseus que não acreditam que Jesus tem poder de perdoar os pecados (ver Mt 9,1-8).

Em segundo lugar, Jesus usa o verbo “dormir” para dizer o estado de quem espera a Ressurreição final, como para Deus a morte de cada um de nós é um dormir antes do fim dos tempos, quando todos seremos acordados, isto é, ressuscitados.

Jesus prova que pode ressuscitar para a vida futura no fim dos tempos ressuscitando pessoas neste tempo antes de sua Vinda Gloriosa. Ele apenas faz um gesto e tudo se resolve: tomou-a pela mão e ela se levantou (Mt 9,25).

O efeito que Jesus esperava, e que o evangelista acentua, acontece: A notícia do que aconteceu espalhou-se por toda aquela região (Mt 9,26).

E assim também nós ficamos sabendo, também por estes milagres, quem é Jesus: aquele que tem o poder de dar a Vida, tanto para esta terra como para o céu, a Vida Eterna.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – A MENINA NÃO ESTÁ MORTA: DORME

Notemos, meus bem-amados, que o Senhor não cessa de nos mostrar a ressurreição futura de que nos deu as primícias ao ressuscitar de entre os mortos o Senhor Jesus Cristo. Observemos, bem-amados, as ressurreições que acontecem periodicamente. O dia e a noite fazem-nos ver uma ressurreição: a noite deita-se, levanta-se o dia; o dia desaparece, vem a noite.

Reparemos nos frutos: como se fazem as sementeiras?

O que acontece?

Sai o semeador e lança à terra diversas sementes. Estas caem, secas e nuas, na terra e desagregam-se. Depois, a partir dessa mesma decomposição, a magnífica providência do Mestre fá-las reviver e dum só grão surgem imensos que, por sua vez, crescem e dão frutos. […]

Acharemos, pois, estranho e extraordinário que o Criador do universo faça ressuscitar aqueles que O serviram fielmente e com a confiança duma fé perfeita? […]

Com essa esperança, que os nossos corações se apeguem então Àquele que é fiel às suas promessas e justo nos seus julgamentos. Ele, que nos proibiu de mentir (Ex 20,16), pela mesmíssima razão também não mente. Nada é impossível a Deus, exceto mentir (Jr 32,17; Lc 1,37; Hb 6,18). Reavivemos, pois, a nossa fé nele e entendamos que Ele tudo pode.

Com uma palavra da sua omnipotência, Ele formou o universo e com uma palavra pode aniquilá-lo. […] Ele fará todas as coisas quando quiser e como quiser. Nada desaparecerá jamais daquilo que Ele tiver decidido. Tudo está presente diante dele e nada escapa à sua Providência.

(São Clemente de Roma, papa de 90 a cerca de 100 – Carta aos Coríntios, §§ 24-28; SC 167).

(14) – A FÉ NOS DEVOLVE A VIDA!

Em todos os seus ensinamentos, Jesus sempre deixava claro, que só o amor constrói, que só o amor gera vida! A sua sensibilidade, O levava a fazer longas caminhadas ao encontro dos sofredores!

Quem carrega consigo os mesmos anseios de Jesus, tem como foco o amor, sente necessidade de ir ao encontro do outro, de partilhar o amor de Deus que transborda em seu coração, tornando vida na vida do outro.

Como é bonita a ação de Deus, nos corações daqueles que se deixam tocar por Jesus, que se esvaziam de si mesmo, para ir ao encontro do irmão que sofre!

É a mão de Deus em nossas mãos, que torna grande nossos pequenos gestos de amor, gestos, que pode partir de um simples sorriso, de um olhar acolhedor!

Para que nossos corações se inundem do amor que liberta, precisamos primeiramente nos abastecer na fé! A fé é um Don de Deus, e este Dom, é sinal do seu imenso amor por nós! Portanto, cabe a cada um de nós, abraçar esta fé, na certeza de que Deus não levará em conta as nossas imperfeições!

Por onde Jesus passava, atraia multidões, pessoas que queriam ouvi-Lo, que buscavam Nele a cura de seus males. Mas nem todos eram curados, faltava-lhes a fé, única condição para serem curados.

Em todas as suas ações libertadoras, Jesus sempre deixava claro, que a cura de quem recorria a Ele, era fruto da sua fé, o que vem nos reafirmar que a nossa libertação só acontece pelos caminhos da fé!

O Evangelho de hoje, chega até a nós, como um convite a refletirmos sobre a essencialidade da fé, de uma fé madura, que não se separa da vida. A narrativa nos mostra dois belíssimos testemunho de fé, duas realidades diferentes que vem nos mostrar claramente a força da fé! O primeiro episódio, mostra-nos o testemunho de uma mulher que há anos vinha sofrendo de uma enfermidade que lhe atingira também a alma devido o preconceito. Vendo em Jesus a sua única esperança de cura, ela enfrenta todos os obstáculos para chegar até Ele, e, por medo de represálias daqueles que cercavam Jesus, aquela mulher, nem ousa lhe dirigir a palavra, apenas toca as suas vestes, na certeza de ficar curada! E Jesus, o homem Deus, ao sentir o seu toque de fé, volta-se para ela e diz: “Coragem filha! A tua fé te salvou”!

O segundo episódio, vem nos mostrar a sensibilizada de Jesus, diante o sofrimento de um pai que acabara de perder a sua filha querida.

A fé daquele pai, o leva até Jesus na certeza de que Ele poderia restituir a vida de sua filha. E Jesus, tocado pela fé daquele Pai, dirige-se até sua casa, e lá, devolve a vida a sua filha!

Estes dois episódios nos mostra claramente o poder da fé! A fé nos devolve o que aos olhos do mundo parece perdido! A fé nos devolve a vida!

Pela fé, é possível vencer todos os obstáculos que nos impede de nos aproximar de Jesus, de sermos tocado por Ele!

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – CORAGEM, FILHA! A TUA FÉ TE SALVOU

Gênesis 28, 10-22 – “o sonho de Jacó”

Se tivéssemos a faculdade de alcançar o que se passa dentro do nosso interior quando Deus nos revela os Seus planos, com certeza, nós poderíamos também enxergar o canal pelo qual essa comunicação acontece. O sonho de Jacó é para nós uma amostra de como o Senhor se comunica com a nossa humanidade. A escada que Jacó viu em sonho era apoiada no chão, mas a outra ponta tocava o céu. Há como que uma ligação e uma sintonia entre o céu e a terra. No momento em que nós paramos e repousamos a nossa mente nós sentimos as “moções” de Deus. Os anjos estão atentos e, à nossa volta eles trazem as inspirações para que nós possamos também louvar a Deus e viver uma vida de acordo com a Sua vontade. É partindo da nossa vida, da nossa realidade, da nossa história, da nossa FRAQUEZA, que o Senhor quer trabalhar em nós. A escada que nos levará ao céu está escondida na nossa alma e começa na nossa humanidade decaída, assim, passo a passo nós iremos galgando cada degrau e, firmados (as) nas promessas do Senhor nós chegaremos ao céu. O céu começa entre nós e Deus, entre a humanidade e a divindade que moram dentro de nós mesmos (as). Pela experiência de fé nós podemos vivenciar a felicidade prometida aqui e agora. Não podemos alcançar a vida espiritual à força, de uma hora para outra, nunca o conseguiremos. Não podemos saltar por cima da nossa realidade: nossas fraquezas, nossos limites. Há uma divisão entre o que almejamos e a nossa real incapacidade. Por isso, projetamos a nossa incapacidade sobre os outros e exigimos do outro aquilo que nem nós conseguimos. O lugar do repouso é o lugar da oração, o lugar sagrado, onde Deus está. Sabemos que o Senhor está muito perto de nós e o Seu maior desejo é nos levar para o céu. Ele mesmo é quem diz: “Nunca te abandonarei até cumprir o que te prometi!”.

– Como é que você se comunica com Deus?

– Você acredita que o Senhor está sempre perto e que nunca o (a) abandonará?

– Você já sonhou com os anjos?

Esse sonho pode ser uma realidade!

Salmo 90 – “Vós sois meu Deus, no qual confio inteiramente”

Aquele que habita no esconderijo de Deus jamais vacilará. Habitar ao abrigo do Altíssimo é confiar em que o Senhor está sempre perto e nos livra dos laços do inimigo. O Senhor nos livra do pecado e da morte da alma. Ele nos sustenta em Suas mãos e nos defende com as Suas armas. Que a confiança no Senhor seja o alimento da nossa alma todos os dias das nossas vidas!

Evangelho – Mateus 9, 18-26 – “a fé em Jesus é que nos salva”

Não precisaremos mais ir de um lado para outro buscando “paliativos” para as nossas dores. A fé em Jesus Cristo é que nos salva! Ter fé significa crer, confiar e depender. Os dois personagens do Evangelho de hoje não exigiram de Jesus atenção especial, eles apenas se aproximaram de Jesus cheios de fé e confiança. O texto nos revela que o homem que se aproximou de Jesus era um chefe, isto é, alguém importante, alguém versado, que, se supõe ser muito conhecido. No entanto, ele inclina-se profundamente diante de Jesus e, com humildade, reconhecendo a sua limitação, mostra a todos o seu desespero pela morte da filha. Em qualquer posição que estejamos devemos ter a consciência de que a nossa vida assim como a dos nossos mais queridos, depende somente de Deus. Jesus é o Salvador da nossa casa, mesmo quando lá, alguém, aos “nossos olhos”, isto é, dentro dos nossos limites, pareça ter morrido. Não precisamos nos desesperar, mas dizer como aquele homem: “Minha filha acaba de morrer, mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. Sempre existirá um, mas, uma condição, uma esperança diante dos nossos infortúnios. Vem, Senhor, vem tocar, vem mudar, basta apenas que Tu entres na minha casa, que ponhas a mão sobre a minha família e ela viverá. Jesus concedeu uma nova vida à filha daquele homem importante e quer também assumir o Seu lugar dentro da nossa casa e ressuscitar todos os que estão mortos. Aquela mulher que sofria de hemorragia há doze anos, apenas tocou a barra do manto de Jesus e foi curada! Quando nós chamamos Jesus para a nossa casa, no caminho Ele também encontra os nossos amigos e conhecidos que estão precisando recobrar a vida. Há muitas pessoas do nosso relacionamento, que também estão esperando Jesus passar na vida delas e aproveitam a oportunidade quando nós O convidamos para entrar na nossa casa. São pessoas que têm tentado de todas as maneiras a cura para os seus males, que já estão até desenganadas, mas não perderam a fé nem a esperança. Por isso, Jesus confirma para nós o Seu diagnóstico: “a tua fé te salvou!” Diante do que ouvimos e meditamos neste texto nós não precisamos ficar procurando pretextos nem ações mirabolantes para conseguirmos a cura das nossas enfermidades. Que a nossa fé nos mova e nos faça sair de nós mesmos (as) para buscar Jesus na certeza de que só Ele é o médico dos homens e das almas e que o motivo maior para uma vida nova seja simplesmente o nosso desejo de tocá-Lo.

– Você tem procurado se aproximar de Jesus:

– Como você acha que pode tocá-Lo?

– Você já convidou a Jesus para entrar na sua casa e tocar naqueles (as) que parecem estar mortos (as)?

– Qual é a sua atitude diante das coisas que parecem impossíveis de acontecer?

– Você necessita ser curado (a) de alguma doença?

– A quem você tem procurado?

(Helena Serpa).

(14) – JESUS RESSUSCITA UMA MENINA

O chefe da sinagoga, não era qualquer pessoa. Era um personagem importante daquela sociedade que decide reconhecer o poder de Jesus. Ele prostrou-se diante do Mestre e lhe disse: Senhor, minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe-lhe as mãos e ela viverá. Ele estava acreditando em Jesus. No seu poder de salvação e cura. Chegando à casa do chefe da sinagoga, os tocadores de flauta zombaram de Jesus quando Ele disse: A menina não está morta; ela dorme. Eu até ouço aqueles “caras” com um sorriso de ironia no rosto dizendo que a menina não estava morta mas estava no sono eterno! Jesus chega e arrasa! “Ele entrou, tomou a menina pela mão e ela levantou-se.”

Hoje também Jesus quer nos dar a mão e nos levantar, através do sacerdote que nos absolve, e nos levanta de uma vida caída e mergulhada no pecado onde aparentemente não tem mais solução. Meu irmão, minha irmã. Aceite a mão de Jesus estendida, para levantá-lo (a). Para fazê-lo(a) viver uma nova vida longe do pecado que nos arrasta para o fundo do poço nos colocando num beco sem saída, parecido com um poço de areia movediça que quanto mais nos mexemos, mais nos afundamos! Saia dessa! Saia par uma vida de oração e de alegria na presença de Jesus Cristo. Essa vida errada que você está levando não tem sentido, não tem futuro, com ela não se chega a lugar nenhum que não seja a infelicidade garantida. Jesus está com a sua mão estendida para você. Ele quer perdoá-lo na pessoa de um sacerdote, ressuscitando-o para outra vida de amor, compreensão, perdão, aceitação do outro, de meditação e oração. Uma vida talvez sem tanta ambição, mais uma vida feliz, mil vezes melhor que essa vida que você se meteu, e que não está encontrando forças para levantar. Meu jovem, minha jovem. É com você que estou falando. Hoje Jesus ressuscita uma jovem. Hoje Jesus quer ressuscitar você, que morreu para a vida da graça e sucumbiu-se nessa vida de escuridão em que se encontra. Mude. Confia em Jesus como o chefe da sinagoga confiou. E com certeza, Ele vai tirá-lo desse sofrimento. Por que isso não é vida. Vida é a que Jesus te oferece.

ORAÇÃO: Jesus. Eu creio, mais aumente a minha fé. Ajude-me a ser um cristão (ã) de verdade. Dê-me forças para mudar a minha vida a cada dia, para me aproximar de Deus cada vez mais. Amém.

(José Salviano).

(14) – A MISSÃO DE JESUS ERA A LIBERTAÇÃO DO PECADO

Bom dia!

Como ainda somos presos ao que conhecemos e aquilo que nossos olhos podem ver. As vezes pode parecer tolo alguém dizer que está repleto do Espírito Santo ou feliz ou “na graça”, mas sempre será motivo de ceticismo daqueles que precisam ver para crer.

Vamos analisar dois momentos desse evangelho…

Imaginemos uma situação em que uma fatalidade está acontecendo e fica sob a nossa responsabilidade de procurar e trazer ajuda.

Qual seria o nosso comportamento ao ver que a ambulância, a polícia, a ajuda não veio imediatamente ao local?

Consigo imaginar a situação?

Como estaria o coração daquele homem ao ver Jesus parar para conversar com aquela mulher?

Claro que em seu coração habitava a vontade de apressar o Senhor para que chegasse rapidamente a sua aflição.

Será que ele também pensou, ao ouvir as músicas fúnebres, que o Senhor demorou muito pra chegar?

Enfatizo muito isso: A missão de Jesus estava na libertação do pecado, no entanto, não se negou a resgatar a fé através de muitos prodígios visíveis. O milagre não era a sua prioridade e sim o resgate da vida.

“(…) O que é mais fácil dizer ao paralítico: Os seus pecados estão perdoados ou Levante-se e ande? Pois vou mostrar a vocês que eu, o Filho do Homem, tenho poder na terra para perdoar pecados. Então disse ao paralítico: Levante-se, pegue a sua cama e vá para casa”. (Mateus 9,5-6).

Não foi um e nem dois momentos em que os evangelistas narram a preocupação de Jesus em manifestar a graça de Deus apenas a alguns e não publicamente. Fazendo um parêntese desse fato, como não estranhar esse “JESUS” que é mostrado pelos canais de TV, não como um Rei ou Senhor e sim como um escravo de mídia e da vontade de uns senhores que se dizem pastores, que cobram valores para que Deus haja. São verdadeiros lobos que se aproveitam da fragilidade das pessoas para abocanhá-las.

Se isso ainda acontece é por que nossa fé também é semelhante ao povo que acompanhava o cortejo fúnebre da menina. Incrivelmente, talvez contra o que apregoa o mundo do imediatismo, eu ainda estou convicto que Jesus sempre esperará o silencio para mudar a vida através da Boa Nova.

“(…) Por ora, todavia, “caminhamos pela fé, não pela visão” (2Cor 5,7), e conhecemos a Deus “como que em um espelho, de uma forma confusa…, imperfeita” (1Cor 13,12). Luminosa em virtude daquele em que ela crê, a fé é muitas vezes vivida na obscuridade. A fé pode ser posta à prova. O mundo em que vivemos muitas vezes parece estar bem longe daquilo que a fé nos assegura; as experiências do mal e do sofrimento, das injustiças e da morte parecem contradizer a Boa Nova; podem abalar a fé e tornar-se para ela uma tentação”. (Catecismo da Igreja Católica § 164).

Os céticos continuam a caluniar, a sorrir, a falar, pois temem o silencio que também poderia mudar suas vidas.

Deixe por um instante Jesus conversar com você!

Um imenso abraço fraterno.

(Alexandre soledade).

(14) – MINHA FILHA ACABA DE MORRER. MAS VEM, IMPÕE TUA MÃO SOBRE ELA E ELA VIVERÁ

Novamente os esquemas machistas, etnocentristas e excludentes de uma sociedade são superados pela misericórdia de Jesus. Em seu caminhar missionário, Jesus encontra, liberta e dignifica duas mulheres. E um estrangeiro se converte em símbolo de fé, já que crê que Jesus tem o poder sobre a morte.

A morte da filha representa uma sociedade que mata os profetas e que exclui e marginaliza a mulher. – Pelo caminho, outra mulher, excluída por seu estado de impureza, clama a Jesus: quer tocá-lo com a certeza de que vai recuperar a saúde. Jesus sente a presença da mulher, mais do que a multidão, pois Jesus se interessa pelas pessoas e que estas recuperem sua dignidade.

Percebe a presença da mulher e identifica-a; curada e com saúde, devolve-a para que recupere seu lugar na sociedade. A atitude de Jesus é uma alternativa para os sem liberdade e sem dignidade. Hoje, em nossa sociedade, continuam existindo fatos que colocam em último lugar, a mulher, a infância, as minorias étnicas ou simplesmente os que são diferentes. Ser cristãos exige de nós que amemos eficazmente a todos e que os incorporemos com dignidade à dinâmica social e eclesial.

(Claretianos).

(14) – CURA E RESSURREIÇÃO: SINAIS DO REINO

A cura de todo tipo de enfermidades e a ressurreição de mortos, eram por excelência sinais de que o Reino Messiânico havia chegado e estava no meio dos homens. Quando restringimos o nosso foco à cura física e a ressuscitação de cadáveres, estamos esvaziando a nossa Fé Cristã que é tão rica e eficiente.

Jesus não ressuscitou todos os que morreram, no seu tempo, e nem curou todos os enfermos do seu tempo, mas os relatos principais dessas curas e prodígios, são uma resposta a Fé das pessoas por ele curadas ou ressuscitadas. Milagres são necessários e acontecem ainda hoje mas como um meio e não como o fim, e aqui não falamos dos milagres televisivos das igrejas da Mídia, mas sim das nossas comunidades cristãs, onde o poder de Jesus continua a ser manifestado.

Mas que milagres são esses?

Quase não ouvimos falar neles?

Parece que os Neopentecostais fazem muito mais sucesso do que a nossa Igreja Católica. Se pensarmos nos milagres apenas fisicamente, vamos ser obrigados a admitir que nossa atuação é muito fraca nesse campo.

Prestem atenção no que o evangelista diz desse Chefe que se aproximou de Jesus … “aproximou-se, inclinou-se profundamente diante dele e disse … Minha Filha acaba de morrer: Mas vem, impõe suas mãos sobre ela e ela viverá …”

Aproximar-se e inclinar-se significa que ele encontrou em Jesus o Deus da sua vida, depois professa sua Fé de que Jesus é também o Deus da Vida, que consegue com a imposição de mãos, reanimar a Vida de quem estava morto.

Há tantos sinais de morte em nossos tempos, não só da morte física, mas a relação é muito grande: morte dos casais que se separam, de pais e filhos que não mais se entendem, de jovens vítimas das drogas e da dependência química, da morte das injustiças sociais, desigualdades, preconceitos, da morte das divisões, da violência e dos desentendimentos, da morte da honestidade e da integridade humana. Tudo isso é um processo de morte que está aí no quotidiano.

No Poder de Jesus, o que nós cristãos estamos fazendo?

Se como este Chefe não acreditarmos em Jesus como o Deus Supremo da Vida, não veremos o milagre acontecer.

Mas a nossa Fé tem de ser de qualidade, segura e consistente como o dessa mulher, que nem exigiu de Jesus um ritual de cura, e para ela foi suficiente tocá-lo em meio à multidão e Jesus faz questão de identifica-la pois agora ela não é mais uma anônima em meio à multidão, mas um exemplo de Fé.

E fica então a segunda pergunta desta reflexão: nossas ações cristãs, movidas pela Fé, nos identifica perante o mundo como Homens e Mulheres que creem, ou continuamos a ser Cristãos anônimos, sem nenhum compromisso em fazer o Reino acontecer?

(Diác. José da Cruz).

(14) – MINHA FILHA ACABOU DE MORRER. MAS VEM, IMPÕE TUA MÃO SOBRE ELA E ELA VIVERÁ

Este Evangelho narra dois milagres de Jesus: a cura da mulher que sofria de hemorragia e a ressurreição da filha de um chefe. A fé, tanto da mulher como do chefe, é admirável. A mulher estava doente havia doze anos, e a menina já havia falecido. São situações em que as pessoas perdem a esperança. No entanto, os dois tinham firme esperança de que Jesus ia resolver seus problemas, o que de fato aconteceu. A mulher pensava consigo: “Se eu ao menos tocar no manto dele, ficarei curada”. E o chefe disse a Jesus: “Minha filha acaba de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá”. O poder de Deus é enorme, é infinito. Basta que tenhamos fé.

“Chegando à casa do chefe, Jesus viu os tocadores de flauta e a multidão alvoroçada.” O alvoroço é sinal de falta de fé e de esperança. Não era um ambiente propício para Deus agir. Ele age em ambiente de fé.

“Começaram a caçoar dele.” Pensaram tipo assim: “Você não está vendo que ela está morta, ô ingênuo!” Estou vendo sim, disse Jesus, e vendo além do horizonte de vocês. O meu horizonte de possibilidades é infinito, pois é o poder de Deus. Em todos os tempos os incrédulos agrediram os que têm fé. Chamam-nos de imprudentes, afoitos, loucos…

A multidão pode nos alienar, tornando-nos objeto de consumo. Não é à toa que a multidão é chamada de “massa”, pois a massa não tem forma, mas adquire a forma que alguém lhe dá. Jesus nunca seguiu a multidão. Veja a cura do cego de Jericó (Cf. Mc 10,46-52).

Foi também admirável a fé da mulher doente. Tantos anos com a doença, certamente já havia passado por tantos médicos, e mesmo assim ela pensava que se conseguisse apenas tocar na veste de Jesus, ainda por trás sem que ele percebesse, já ficaria curada.

Quem tem fé, sempre se levanta, sacode a poeira e age, dentro dos critérios do Evangelho. A fé nos leva a pedir a ajuda de Deus e a fazer a nossa parte, crendo que seremos atendidos, mesmo antes de Deus se manifestar. Os dois – a mulher e o chefe – saíram de casa e foram atrás de Jesus. Eles tinham tanta confiança, que era quase como se já tivessem recebido a graça.

A fé manifesta-se através da coragem. Ela nos leva a agir, a tomar iniciativas, caminhando em um caminho novo, de esperança e de alegria, em meio aos maiores problemas. Quem tem fé não entra em pânico, não fica alvoroçado, não se desespera, não desilude e não se revolta, pois sabe que nenhum problema é maior que Deus.

Quando damos o primeiro passo, Deus abre o caminho para darmos o segundo passo. Quando damos o segundo, ele abre o caminho para darmos o terceiro e assim por diante. Se ficamos sentados ou deitados, Deus não age mesmo! “Quando o povo levantou acampamento para atravessar o Jordão, os sacerdotes que carregavam a arca da aliança puseram-se à frente do povo. Chegaram assim ao rio Jordão, e os pés dos sacerdotes se molharam nas águas da margem. Nesse momento, as águas de rio acima pararam, formando uma grande barragem…” (Js 3,14-16).

Hoje é dia de Santa Maria Goretti. Ela era italiana, mártir e morreu dia 06/07/1902. Menina pobre, da roça. Apesar de ter apenas doze anos de idade, já era uma mocinha linda. O filho do dono da fazenda onde os pais trabalhavam, chamado Alexandre, vinha tentando seduzi-la, mas Goretti sempre lhe dizia: “Não podemos fazer isto, é pecado!” Um dia em que ela estava sozinha em casa, ele entrou e quis forçá-la a ter uma relação sexual. Diante da resistência inquebrantável da menina, ele pegou uma faca que encontrou na cozinha e lhe deu catorze facadas. Minutos depois, a mãe chegou e ela, ainda viva, contou-lhe o acontecido, mas disse: “Eu perdoo o Alexandre. Lá no céu, pedirei a Deus por ele, para que se arrependa. E quero que ele esteja junto comigo eternamente no céu”. Minutos depois morreu. O rapaz foi condenado a vinte e sete anos de prisão. Terminada a penas, tornou-se monge contemplativo. Ele assistiu a canonização dela, em 1950.

“Feliz de você que acreditou”, disse Isabel a Maria Santíssima. Que nossa Mãe do Céu, a mulher de fé, e Santa Maria Goretti, intercedam por nós, a fim de que cresçamos na fé.

Minha filha acabou de morrer. Mas vem, impõe tua mão sobre ela e ela viverá.

(Pe. Queiroz).

(15) – REFLEXÃO

O Evangelho de hoje nos mostra que não existe problema que não tenha solução verdadeira quando nos aproximamos de Jesus. Tanto o chefe que se aproxima de Jesus reconhecendo a morte da sua filha, mas acreditando que a imposição das mãos de Jesus lhe devolverá a vida quanto a mulher que, depois de 12 anos de enfermidade, reconhece que basta tocar a barra do manto de Jesus que ficará curada foram atendidos. A palavra que Jesus disse à mulher vale para todos nós: devemos ter coragem, pois a nossa fé nos salva. Devemos acreditar em Deus e enfrentar, com confiança nele, todos os nossos problemas, pois ele está ao lado de quem crê.

(20) – NÃO MORREU, MAS DORME…

“A morte é a única barreira que não pode ser transposta”, observa Jean Valette [+1999], pastor e biblista da Igreja Reformada da França. Prossegue o mesmo Autor: “Até aqui, o poder de Jesus sempre derrubara as barreiras, mesmo aquelas da possessão, da loucura, da lepra, da paralisia, sem esquecer as mais temíveis: as barreiras da Lei e do pecado. Satã se viu despojado de todos os seus bens.

Como um rio, Jesus revirou tudo o que se opunha à sua marcha salutar, para levar a vida por toda parte onde passava. E é ainda para levar a vida que ele avança para a casa de Jairo; e é tal o seu poder que, pelo caminho, ele cura uma mulher de improviso e sem ter tido a intenção. Seria impossível descrever com mais simplicidade o caráter irresistível e o poder superabundante desta caminhada.

A morte, cuja barreira Jesus pretendeu forçar, impõe-se a ele e seus companheiros desde a chegada a casa. O triunfo supremo da morte está em não apenas fazer-se aceitar, mas celebrar! Os prantos e gritos que enchem a morada atestam, como sempre, que a morte não é simplesmente um acontecimento, mas uma potência cruel que obriga a honrá-la aqueles que ela esmaga. E os risos que recebem Jesus são como um eco da própria risada da morte, mostrando como ela sabe fazer com que suas futuras vítimas saúdem sua vitória.

A este desafio que o recebe desde a soleira da porta, Jesus responde com a palavra dirigida a todos: “A menina não morreu, mas dorme”. Esta palavra não exprime apenas uma filosofia otimista ou serena a respeito da morte. Nem pretende que a morte seja um sono, com tudo o que esta palavra evoca de imagens pacíficas de repouso e de paz. É na perspectiva daquilo que irá fazer, e não do que é a morte, que a palavra de Jesus assume seu sentido. Não porque a morte fosse, em suma, apenas um sono. Jesus assim a define porque ele vai acordar a menina, para quem a morte não terá sido mais que um  sono. O Senhor não apresenta nenhum ensinamento teórico sobre a morte e sua verdadeira natureza, mas nega o poder da morte ao afirmar o poder de Deus.

O incontestável poder que a morte acabara de manifestar é agora contestado, não em virtude da ideia que Jesus faz sobre ela, mas pela virtude do ato que irá abolir a morte. Esta palavra nada nos ensina sobre a morte; ela nos assegura que Deus é também o Senhor desta potência.”

Orai sem cessar: “Senhor, vós mudastes meu luto em dança!” (Sl 30,12).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – A TUA FÉ TE SALVOU

Hoje, a Liturgia da Palavra nos convida a admirar duas magníficas manifestações de fé. Tão magníficas que comoveram o coração de Jesus Cristo e provocaram imediatamente a sua resposta. O Senhor não se deixa vencer em generosidade!

“Minha filha faleceu agora mesmo; mas vem impor a mão sobre ela, e viverá” (Mt 9,18). Quase poderíamos dizer que com uma fé consistente nós “obrigamos” a Deus. Ele gosta desta espécie de obrigação. O outro testemunho de fé do Evangelho de hoje também é impressionante: “Se eu conseguir ao menos tocar no seu manto, ficarei curada” (Mt 9,21).

Poderíamos afirmar que Deus se deixa “manipular” de bom grado pela nossa boa-fé. O que Ele não admite é que O tentemos por desconfiança. Este foi o caso de Zacarias, que pediu uma prova ao arcanjo Gabriel: “Zacarias disse ao anjo: Como posso ter certeza disso?” (Lc 1,18). O Arcanjo não cedeu à desconfiança de Zacarias e respondeu: “Eu sou Gabriel, e estou sempre na presença de Deus (…). E agora, ficarás mudo, sem poder falar até o dia em que estas coisas acontecerem, já que não acreditaste nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo” (Lc 1,19-20). E assim aconteceu.

É Ele mesmo quem deseja “obrigar-se” conosco e deixar-se “prender” por nossa fé: “Eu vos digo: pedi e vos será dado; procurai e encontrareis; batei e a porta vos será aberta” (Lc 11,9). Ele é nosso Pai, e não quer negar nada do que convém aos seus filhos.

Entretanto, é necessário que lhe manifestemos confiantemente os nossos pedidos. A confiança e a conaturalidade com Deus requerem intimidade: para confiar em alguém é preciso conhecê-lo, e para conhecê-lo é necessário conviver com ele. Assim, “a fé faz brotar a oração, e a oração – enquanto brota – alcança a firmeza da fé” (Santo Agostinho). Não nos esqueçamos do louvor que mereceu Santa Maria: “Feliz aquela que acreditou, pois o que lhe foi dito da parte do Senhor será cumprido!” (Lc 1,45).

(Rev. D. Antoni CAROL i Hostench (Sant Cugat del Vallès, Barcelona, Espanha)).

(25) – CURA DA HEMORROÍSSA E RESSURREIÇÃO DA FILHA DE JAIRO

Será que apresentamos ao Senhor, com fé e confiança, nossas dificuldades e angústias? Quem for ao Senhor, com confiança, jamais ficará desapontado. No Evangelho de hoje, Jesus transmite à mulher doente e ao pai angustiado consolo e conforto. Ele lê os corações e reconhece a fé que os anima e a esperança que os encoraja a se aproximarem dele. O que os move não são razões humanas, mas a confiança que nele depositam.

S. Agostinho nos diz que “a filha do chefe da Sinagoga significa o povo judeu, enquanto a hemorroíssa significa a Igreja provinda do paganismo”. S. Jerônimo confirma o mesmo significado ao lembrar que uma mulher, doente como ela, segundo a Lei, devia permanecer fora da cidade. “Ela se aproxima durante a viagem, enquanto o Senhor caminha, para ir acudir outra mulher. Por isso dizem os Apóstolos: Era primeiro a vós (judeus) que devíamos anunciar a palavra de Deus. Como a rejeitais e não vos julgais dignos da vida eterna, nós nos voltamos para os gentios” (At 13, 46). Jesus veio trazer a salvação a todas as pessoas, quaisquer que sejam suas nacionalidades.

Escreve S. Hilário: “O poder do Senhor, habitando em seu corpo, dava eficácia às menores coisas, e a ação divina se comunicava às franjas de sua veste. Pois Deus não é divisível nem limitado. Ora, a fé atinge a todos por toda a parte e o poder divino está igualmente em todos os lugares. O fato de assumir um corpo não cerceia seu poder. Pelo contrário, o poder divino assumiu a fragilidade do corpo humano para, justamente, manifestar nossa Redenção. E seu  poder é tão infinito, tão liberal, que a obra de salvação dos homens estava presente até nas franjas do manto de Cristo”.

Diante de tais milagres, o que falar da comunhão eucarística, que penetra o mais profundo do nosso ser? Jesus, o Filho de Deus, entra em contato com a nossa natureza pecadora, purificando-nos, salvando-nos. A cura da mulher hemorroíssa se manifesta na filha de Jairo como ressurreição. É sempre o poder de Jesus, o Filho de Deus, agindo. Por Ele somos não só curados, física e espiritualmente, mas ressurgimos como novas criaturas. Notemos que Ele pergunta aos Apóstolos: “Quem me tocou?” Não o faz por ignorância. Ele bem sabe quem o tocou. Daí revelar tanto o que se passa no coração daquela mulher, quanto o que sucederá à filha de Jairo. Nada escapa ao conhecimento de Jesus. Ele tudo sabe e tudo vê. E sua misericórdia é infinita.

(Dom Fernando).

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

14ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

A missão de Jesus é restaurar a vida das pessoas sofredoras e excluídas. Sua atenção volta-se particularmente para essas criaturas que, somente nele, podem depositar sua confiança e esperança. É a vida devolvida à filha daquele chefe e àquela mulher que, “violando a lei”, alcançou a misericórdia do Senhor. Não sejamos fingidos em nossa fé, nem impeçamos aqueles que querem se aproximar do Deus da vida.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Recebemos, ó Deus, a vossa misericórdia no meio do vosso templo. Vosso louvor se estenda, como o vosso nome, até os confins da terra; toda a justiça se encontra em vossas mãos (Sl 47,10s).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, que pela humilhação do vosso Filho reerguestes o mundo decaído, enchei os vossos filhos e filhas de santa alegria e Dai aos que libertastes da escravidão do pecado o gozo das alegrias eternas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Deus revela-nos seu plano de amor e quer contar conosco para sua realização, mas é Ele quem age em nós e na realidade que nos cerca. Somos instrumentos do Reino. Cabe-nos, pois, estar disponíveis para Ele. Esta é a atitude de Jesus e, consequentemente, de todos os que têm fé.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Jesus Cristo Salvador destruiu o mal e a morte; fez brilhar pelo Evangelho a luz e a vida imperecíveis. (2Tm 1,10).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Possamos, ó Deus, ser purificados pela oferenda que vos consagramos; que ela nos leve, cada vez mais, a viver a vida do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! (Sl 33,9).

– Oração depois da Comunhão

Nós vos pedimos, ó Deus, que, enriquecidos por essa tão grande dádiva, possamos colher os frutos da salvação sem jamais cessar vosso louvor. Por Cristo,
nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o
cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem
que a prosperidade me exalte. 
Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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