Liturgia Diária 09/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 09/JUL/2013 (terça-feira)

Gênesis 32,23-33 (A luta com Deus)

Salmo 17(16),1. 2-3. 6-7. 8b.15 (Súplica do Inocente)

Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,32-38 (Cura de um endemoniado mudo / Miséria das multidões)

Mt 9,32-38 (Cura de um endemoniado mudo)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 32,23-33)

Leitura do Livro do Gênesis.

Naqueles dias, 23 Jacó levantou-se ainda de noite, tomou suas duas mulheres, as duas escravas e os onze filhos e passou o vau do Jaboc. 24 Depois de tê-los ajudado a passar a lutar com ele até o raiar da aurora. 26 Vendo que não podia vencê-lo, este tocou-lhe o nervo da coxa e logo o tendão da coxa de Jacó se deslocou, enquanto lutava com ele. 27 O homem disse a Jacó: “Larga-me, pois já surge a aurora”. Mas Jacó respondeu: “Não te largarei, se não me abençoares”. 28 O homem perguntou-lhe: “Qual é o teu nome?” Respondeu: “Jacó”. 29 Ele lhe disse: “De modo algum te chamarás Jacó, mas Israel; porque lutaste com Deus e com os homens, e venceste”. 30 Perguntou-lhe Jacó: “Dize-me, por favor, o teu nome”. Ele respondeu: “Por que perguntas-me o meu nome?” E ali mesmo o abençoou. 31 Jacó deu a esse lugar o nome de Fanuel, dizendo: “Vi Deus face a face e tive poupada a minha vida”. 32 Surgiu o sol quando ele atravessava Fanuel; e ia mancando por causa da coxa. 33 Por isso os filhos de Israel não comem até hoje o nervo da articulação da coxa, pois Jacó foi ferido nesse nervo.

—Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 16,1. 2-3. 6-7. 8b.15 (R. 15a))

— 15a Verei, justificado, vossa face, ó Senhor!

15a Verei, justificado, vossa face, ó Senhor!

— 1 Ó Senhor, ouvi a minha justa causa, / escutai-me e atendei o meu clamor! / Inclinai o vosso ouvido à minha prece, / pois não existe falsidade nos meus lábios.

— 2 De vossa face é que me venha o julgamento, / pois vossos olhos sabem ver o que é justo. 3 Provai meu coração durante a noite, / visitai-o, examinai-o pelo fogo, / mas em mim não achareis iniquidade.

— 6 Eu vos chamo, ó meu Deus, porque me ouvis, / inclinai-me o vosso ouvido e escutai-me! 7 Mostrai-me vosso amor maravilhoso, / vós que salvais e libertais do inimigo / quem procura a proteção junto de vós.

— 8b Protegei-me qual dos olhos a pupila / e guardai-me, à proteção de vossas asas. 15 Mas eu verei, justificado, a vossa face / e ao despertar me saciará vossa presença.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 9,32-38)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 32 apresentaram a Jesus um homem mudo, que estava possuído pelo demônio. 33 Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: “Nunca se viu coisa igual em Israel”. 34 Os fariseus, porém, diziam: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. 35 Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo o tipo de doença e enfermidade. 36 Vendo Jesus as multidões, compadeceu-se delas, porque estavam cansadas e abatidas, como ovelhas que não têm pastor. Então disse a seus discípulos: 37 “A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. 38 Pedi pois ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura Orante saudando a Santíssima Trindade, rezando, com todos os internautas:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.

Creio, Senhor Jesus, que sou parte de seu Corpo.

Trindade Santíssima – Pai, Filho, Espírito Santo – presente e agindo na Igreja e na profundidade do meu ser.

Eu vos adoro, amo e agradeço.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

Leio atentamente, na Bíblia, o texto Mt 9,32-38 e observo reações das pessoas próximas a Jesus.

A ação libertadora de Jesus provocava reações e interpretações contraditórias nas pessoas. Uns admiravam. Outros, os fariseus, diziam que era pelo chefe dos demônios que Jesus libertava as pessoas. Os primeiros eram livres, coração aberto para acolher a salvação. Os que se consideravam entendidos, de certa forma eram blindados. Não deixavam a Palavra entrar no seu coração e, para se justificar, acusavam Jesus. O texto diz ainda um sentimento de Jesus: ele “ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados” E recomenda que se peçam mais pastores.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

Com qual categoria me identifico?

Identifico-me com os simples, desarmados, que acolhiam com reconhecimento e gratidão a ação de Deus, ou nos blindamos para não acolher nem a graça, nem a Pessoa de Jesus?

Comentaram os Bispos da América Latina: “a vida no Espírito não nos fecha em uma intimidade cômoda e fechada, mas sim nos torna pessoas generosas e criativas, felizes no anúncio e no serviço. Torna-nos comprometidos com os sinais da realidade e capazes de encontrar um profundo significado a tudo o que nos toca fazer pela Igreja e pelo mundo.” (DAp 85).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, pedindo ao Espírito Santo, um coração bom e também, mais pastores para o rebanho de Jesus:

Espírito Santo, necessito de ti para conhecer a estrada sobre a qual caminhar.

Necessito de ti para que o meu coração seja aberto, acolhedor da tua graça.

E então, para além das palavras e conceitos que ouço, poderei perceber a tua presença.

Ó Espírito Santo, que vives na Igreja, que vives dentro de nós, modela em nós a figura e a forma de Jesus.

Ó Jesus, Pastor Eterno, envia operários para a tua messe!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é de abertura ao Espírito de Deus.

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – NUNCA SE VIU COISA IGUAL EM ISRAEL

O nosso texto começa evocando o episódio da cena de dois cegos. Agora, é a vez de um mudo. A mudez era, segundo a mentalidade da época, atribuída a um demônio. O mal, é verdade, impede de falar bem, distorce as palavras, impede de proclamar as maravilhas de Deus. Mateus não descreve como se deu a cura; limita-se a observar que “expulso o demônio, o mudo começou a falar”. Tendo presente Isaías 35,5-6, a cena de um mudo é um sinal dos tempos messiânicos.

contraste entre a reação da multidão (v. 33: “Nunca se viu coisa igual em Israel”) e dos fariseus (v. 34) é visado pelo evangelista. Enquanto a multidão reconhece a novidade, já os fariseus, ícones da resistência a Jesus, proclamam, pela estreiteza de visão, que em Jesus não há nada de novo, ao contrário, ele é instrumento de Satanás.

Os vv. 35-37 preparam o relato do envio dos Doze e o discurso missionário (Mt 10).

O v. 35 é um sumário, um resumo, da atividade de Jesus. Por onde passa, o Senhor vai libertando o ser humano de seus males para que possa viver. A sua própria vida é proclamação e testemunho da proximidade do Reino de Deus. Esta Boa-Notícia se realiza pela palavra e pela ação de Jesus em favor das pessoas. É a compaixão que leva Jesus a ir ao encontro das pessoas e a se deixar encontrar por elas. É com este mesmo sentimento que os Doze deverão realizar a missão que receberão do Senhor.

Necessitarão de mais trabalhadores para socorrer a todos, por isso, é preciso suplicar Àquele que conhece os corações para que conceda a ajuda adequada.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – ESCUTE E PROCLAME AS MARAVILHAS DO SENHOR

Só quem escuta a Palavra de Deus e Suas maravilhas pode proclamar a maravilha d’Ele aos outros.

“Quando o demônio foi expulso, o mudo começou a falar. As multidões ficaram admiradas e diziam: ‘Nunca se viu coisa igual em Israel’” (Mt 9,33).

O demônio impedia aquele homem de falar. Mas, uma vez que Jesus o expulsou, o homem começou a falar.

Nós, muitas vezes, estamos também mudos, surdos e cegos para as coisas boas, para as coisas de Deus, para aquilo que precisamos proclamar de bem ao nosso próximo.

Você sabe que, se alguém é mudo, é porque ele não pode escutar. E só quem escuta a Palavra de Deus e Suas maravilhas pode proclamar a maravilha d’Ele aos outros. Se estamos fechados em nós mesmos, se não estamos com os ouvidos e o coração abertos para a graça de Deus, nós também não podemos falar desta graça para os outros.

Olhando para Jesus, que pregava o Evangelho do Reino de Deus e ia curando todo tipo de doença e enfermidade pela força da Sua Palavra, nós hoje queremos pedir que o Senhor abra os nossos ouvidos para poder escutar Sua Palavra.

E quando formos tocados por essa Palavra, nós também seremos curados. E tudo aquilo que nos impede, todas as forças malignas que possam estar agindo em nós, em nossa casa ou em nosso meio, saia de nós e, assim, possamos proclamar para outros o Reino de Deus.

Que o Senhor abra os nossos ouvidos, mas abra também os nossos lábios para que, em todo canto, proclamemos as maravilhas do Reino de Deus.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – A COMPAIXÃO DO PASTOR

Em suas andanças, Jesus esteve sempre muito atento às pessoas e às suas necessidades. O sofrimento da humanidade mantinha-o em contínuo alerta. Sua reação natural era a de ir ao encontro dos sofredores, revelando a solidariedade de Deus para com eles.

Quando as multidões exclamavam estupefatas – “Nunca se viu coisa semelhante em Israel!” –, estavam reagindo diante do testemunho de misericórdia de Jesus. E esse testemunho era algo, até então, desconhecido. Mas também quando os fariseus acusavam-no de “expulsar os demônios pelo poder do príncipe dos demônios”, mostravam-se incapazes de compreender como alguém podia ser tão misericordioso e cheio de compaixão. Por não conseguirem discernir o dedo de Deus na ação de Jesus, optavam por acusá-lo de conluio com Satanás.

A preocupação com as multidões cansadas e abatidas levava o Mestre a desejar que o Pai enviasse muitas outras pessoas para cuidar delas. Como ele, os operários da messe deveriam caracterizar-se pela capacidade de compadecer-se do sofrimento alheio, sendo, efetivamente, solidários com os sofredores. Era necessário que muitas outras pessoas se interessassem pelo rebanho. Portanto, muitos deveriam compartilhar a missão de Jesus.

Oração: Pai, faze-me compassivo diante do sofrimento de tantos irmãos e irmãs, movendo-me a ser, efetivamente, solidário com eles.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Pedi ao senhor da colheita que mande operários… (Mt 9,39).

Mateus 9,32-38 encerra a parte que no Evangelho de São Mateus é dedicada a milagres de Jesus.

São Mateus quis encerrar esta parte atraindo nossa atenção a estas afirmações:

a) Jesus tem o poder de expulsar os demônios. E não o faz por ajuda do rei dos demônios, e sim pelo poder que Deus lhe dá.

b) Apesar disso, Jesus não conseguiu convencer os fariseus de que era o enviado por Deus, o “Filho do Homem”, o Messias profetizado por São João Batista como pelos profetas dos tempos antigos.

c) Nem por isso Jesus deixou de continuar sua missão: ele continuou pelas cidades e aldeias ensinando nas sinagogas e pregando o Evangelho do Reino enquanto curava todo tipo de doenças (Mt 9,35).

d) Jesus tem necessidade de ajuda: por isso, Ele nos move a pedir a Deus mais operários para a colheita (Mt 9,38).

A ajuda que Jesus precisa todos nós podemos dar de um modo ou de outro.

Pensemos hoje no exemplo de Santa Paulina.

Ela que se chamava Amábile, “Amável”, já tinha um doce nome para provocar confiança e atrair pessoas para o serviço de Deus.

Mudou seu nome para Paulina do Coração Agonizante de Jesus.

Ela quis ajudar Jesus pensando não primeiro na colheita, mas na identificação com Ele em Sua Paixão. Jesus move os corações quando consideramos Sua Paixão e Sua Morte. Ele convida ajudantes que estejam dispostos a aceitar a cruz com Ele.

Santa Paulina aceitou a cruz com Cristo e O ajudou na Sua colheita.

Reuniu um grande número de pessoas em sua congregação para ajudar a colheita na messe do Senhor.

Imitemos seu exemplo, colaboremos com sua obra, e aprendamos dela o que significa viver ao lado de Jesus, a partir de sua agonia na cruz até à alegria de sua Ressurreição.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – CONTEMPLANDO A MULTIDÃO, ENCHEU-SE DE COMPAIXÃO POR ELA, POIS ESTAVA CANSADA E ABATIDA, COMO OVELHAS SEM PASTOR

Olhai em volta, meus irmãos […]: porque há tantas mudanças e lutas, tantos partidos e seitas, tantos credos?

Porque os homens estão insatisfeitos e inquietos. E porque estão eles inquietos, cada um com o seu salmo, a sua doutrina, a sua língua, a sua revelação, a sua interpretação? Estão inquietos porque não encontraram […]; tudo isso ainda não os levou à presença de Cristo que é “alegria e delícias eternas” (cf. Sl 16,11).

Se tivessem sido alimentados pelo pão da vida (Jo 6,35) e provado do favo de mel, os seus olhos ter-se-iam tornado limpos, como os de Jónatas (1Sam 14,27), e teriam reconhecido o Salvador dos homens. Mas, não se tendo apercebido destas coisas invisíveis, têm de continuar a procurar e estão à mercê de rumores longínquos. […]

Triste espetáculo: o povo de Cristo errando pelas colinas “como ovelhas sem pastor”. Em vez de procurarem nos lugares que Ele sempre frequentou e na morada que Ele estabeleceu, avêm-se com projetos humanos, seguem guias estranhos e deixam-se cativar por opiniões novas, tornando-se joguetes do acaso e do humor do momento, e vítimas da sua própria vontade. Estão cheios de ansiedade, de perplexidade, de inveja e de preocupações, e são agitados e “levados por qualquer vento da doutrina, pela malícia dos homens e a sua astúcia, a extraviarem-se no erro” (Ef 4,14). Tudo isso porque não procuram “um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos” (Ef 4,5-6) para nele encontrarem “descanso para o espírito” (Mt 11,29).

(Beato John Henry Newman (1801-1890), presbítero, fundador do Oratório em Inglaterra – Sermão “Invisible Presence of Christ”, “Sermons on Subjects of the Day”, n°21).

(14) – CAMINHANDO E SENDO CAMINHO!

Como caminheiros da esperança, comprometidos com o evangelho, não podemos esquecer de que a vida é a maior expressão do amor de Deus e que, não conduzi-la para o bem, é a maior ingratidão do homem ao seu Criador!

Viver é a mais bela oportunidade que Deus nos oferece para buscarmos através de Jesus, o nosso encontro definitivo com Ele!

De Jesus, recebemos todos os ensinamentos para que possamos viver de acordo com a vontade do nosso Criador!

Nada nos é imposto, Deus nos deixa livres para fazermos as nossas escolhas, Ele coloca em nossas mãos, uma página em branco, cabe a cada um de nós, escrever a sua própria história! Quem colocar Jesus como o centro de sua vida, com certeza, escreverá uma bela história!

Quanto mais conhecemos os ensinamentos de Jesus, maior é o nosso compromisso com a vida, vida, em toda sua dimensão! As ações vivificantes de Jesus, nos desperta para a responsabilidade que devemos ter, não somente com a nossa vida, mas também com a vida do outro. Como seguidores de Jesus, somos corresponsáveis pela vida do nosso irmão!

O evangelho de hoje, vem nos reafirmar a predileção de Jesus, por aqueles que vivem às margens da sociedade, hoje, representado por um homem impedido de falar.

O breve relato da cura deste homem mudo, aprisionado pela força do mal, nos mostra, que tudo que Jesus pregava, era concretizado nas suas ações libertadoras. Ao curar fisicamente um enfermo, Ele o libertava também de todos os males que o aprisionava.

Assim que fora libertado por Jesus, aquele homem, que antes era impossibilitado de falar, experimenta no corpo e na alma a ação libertadora desta fonte de vida nova que é Jesus, recobrando a partir de então, para além da vida física, a sua vida social.

“A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos”.

Jesus compadece daquela multidão, um povo sem vez, sem voz, necessitado de líderes comprometido com a vida!

Hoje, esta triste realidade permanece, são muitos os que vagueiam sem rumo, sem perspectivas, rostos humanos desfigurados pelas forças do mal, irmãos nossos, impedidos de falar de clamar por justiça, pessoas que não se encontraram na vida, que se tornaram prisioneiros das correntes do mal, principalmente das correntes dos vícios.

Precisamos assumir o nosso compromisso cristão, dar continuidade a missão de Jesus. Não podemos ficar indiferentes, fechar os olhos diante desta triste realidade! O povo carece de lideranças que lhes inspire confiança, que os conduza pelos caminhos da fé.

Jesus continua a nos chamar, precisamos atender a este seu apelo tão urgente, antes que muitos irmãos, que vivendo no seu vazio existencial, caiam nas ciladas do mal!

O amor reconstrói vidas, anima os enfraquecidos, é caminho de libertação!

Mesmo que pareçamos uma gotinha d’água num oceano, não podemos desistir da nossa missão, pois quando nos colocamos a serviço do outro, Deus nos transforma em grandes portadores e anunciadores do amor que liberta, caminhando e sendo caminho para o outro.

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – NUNCA SE VIU COISA IGUAL

— Hei São Mateus, parece que neste seu evangelho os ensinamentos estão todos misturados, isso é, com assuntos diferentes.

— Vejamos então o final do evangelho A Messe é grande mas os operários são poucos…”. O que faz primariamente os operários na Messe do Senhor?

— Bom, eles são anunciadores do Evangelho e do Reino…

— Está vendo? O evangelho começa a falar de um mudo que foi curado por Jesus e que, quando começou a falar, causou admiração no povo… Ele não falava de qualquer coisa mas anunciava a Boa Nova do Evangelho que o libertara da mudez…

— Então, os operários são poucos, porque a maioria não conhece as maravilhas de Deus e por isso estão “mudos”, não fizeram ainda essa experiência libertadora com Jesus?

— Isso mesmo, os poucos que têm, não atendem à demanda, as pessoas querem conhecer algo novo, querem ser libertas e terem algo a anunciar. Se os cristãos não anunciarem, quem irá anunciar?

— Bom, só falta uma coisinha São Mateus… e esse versículo que fala sobre este sentimento de compaixão de Jesus em relação à multidão?

— Jesus nosso Senhor e Mestre, presta atenção nas pessoas, não as vê como consumidoras de um produto, mas tem sensibilidade para perceber do que elas precisam. Por isso é movido de compaixão, sofre junto com elas, mas também junto com elas busca algo que as encante, que dê sentido à sua vida.

— Tudo bem, mas aí no caso, só ele sozinho dava conta do recado! Se eram como ovelhas sem pastor, agora têm diante de si o melhor de todos os pastores. Por que o apelo para Deus envie mais operários?

— Essa multidão que Jesus vê e pela qual sente compaixão, é toda humanidade, a do seu tempo, anterior a ele, e a humanidade futura, que precisa ter uma esperança nova, algo inédito que lhes mude a existência. E aí é que entra a Igreja presente no mundo aí no ano de 2012. A Igreja, como Jesus, teve ser movida pela compaixão ás pessoas, percebendo que a real necessidade delas, para serem felizes e realizadas, é tomarem a consciência de que são filhas de Deus.

— Pronto São Mateus, fechou o pensamento: nossa Igreja é formada pelos operários que somos cada um de nós, e a nossa missão primeira é trabalhar na grande messe, anunciando o evangelho a todos, porém, nosso método de trabalho, deve ser exatamente igual ao método de Jesus, ter compaixão, sofrer junto com os que sofrem, e perceber suas necessidades básicas onde descubram a Deus que é todo amor, nisso consiste a Boa Nova anunciada.

(14) – SÃO COMO OVELHAS SEM PASTORES

“Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor.”

Hoje também existem muitas ovelhas sem pastores pelo mundo afora! Pelo Brasil e principalmente na Região Nordeste. Prezados irmãos. A coisa é muito séria! Na Chapada Diamantina é grande a falta de padres. Um sacerdote tem de viajar muitos quilômetros para fazer uma celebração. Depois sai às pressas para outra cidade, até completar as missas do domingo. A pergunta, é: O que eu posso fazer?

O que você pode fazer?

O que nós cristãos engajados na linha de frente da Igreja podemos e devemos fazer para diminuir o grande vazio de sacerdotes?

Você tem um filho homem?

Que tal perguntar a ele se já pensou em ser um sacerdote?

Você é um jovem?

“E aí, cara! Se liga na parada! O que está pegando é uma grande falta de padres. Tá a fim de encarar esse desafio?”

Nós, os adultos precisamos urgentemente fazer alguma coisa. Qualquer coisa, pois “A messe é grande, mas os operários são poucos.” E, pelo menos uma coisa podemos fazer. Rezar. Mas rezar todos os dias, rezar em grupos de oração, rezar no silêncio do seu quarto, mas rezar muito pelas vocações sacerdotais. Foi o próprio Jesus quem disse: “Pedi, pois, ao Senhor da messe que envie operários para sua messe.”

O certo seria cada família começar em suas próprias casas conversando com seus filhos homens sobre a possibilidade deles serem padres. Mas infelizmente, o que notamos é que cada pai, cada mãe, pensa assim. Os jovens precisam pensar na possibilidade de serem padres. Pois está uma grande escassez de sacerdotes. Se alguém pergunta. E o seu filho? Bem não vai dar! Porque ele já está enraizado num projeto com o pai, ou ele está num bom emprego, ou ainda ele já está de casamento marcado. Se você perguntar a um desses excelentes jovens piedosos, frequentadores e participantes assíduos da missa, e da eucaristia sobre a possibilidade de fazer uma experiência no seminário, todos eles vão pensar na namorada. Em seguida, responderão mais ou menos assim: Não vai dar! Pretendo construir família.

Então, irmãos. Vamos pensar mais no que realmente nós podemos fazer, além da oração pelas vocações sacerdotais.

ORAÇÃO:

Deus Pai. Mande-nos mais padres. Bons padres, pois como disse Jesus, a messe é grande e os operários são poucos. Por Jesus Cristo que convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, amém. Pai nosso…

(José Salviano)

(14) – A MESSE É GRANDE, MAS OS TRABALHADORES SÃO POUCOS

A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.

Este Evangelho narra duas coisas. A primeira é a cura do homem possuído pelo demônio e que era mudo. A tentação quer nos emudecer, a fim de nos impedir de falar a verdade e denunciar a mentira e a injustiça. Há várias maneiras de tornar uma pessoa muda. Vai desde a repressão, a ameaça, até a “lavagem cerebral”, que hoje é muito usada na mídia. Nós acabamos “engolindo” as informações do jeito que nos são apresentadas, sem nos dar conta de que elas foram montadas de acordo com determinados interesses de grupos dominante. Esse é o demônio que torna a pessoa muda. Ele precisa ser expulso.

Jesus sentia compaixão do povo, que vivia e vive tão enganado. Ele fez a sua parte e pediu-nos que fizesse a nossa, ao menos rezando para que o Senhor mande mais operários para cuidar do Reino de Deus.

E o evangelista narra uma estratégia de alienação do povo usada pelos fariseus: “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios”. Como não tinham como levar o povo a desacreditar em Jesus, apelaram dizendo que ele age impulsionado pelas forças do mal. Acontece que essa mentira não “cola”, pois demônio não expulsa demônio. Um reino dividido contra si mesmo, logo se acaba.

A segunda coisa que o Evangelho narra é o forte apelo de Jesus a rezarmos pedindo operários para a colheita, pois a messe é grande e os trabalhadores são poucos. E ele mesmo dá o exemplo: “Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade”.

Rezar é tão fácil, e no entanto nós nos esquecemos de atender a esse pedido de Jesus. Estamos no ano sacerdotal, celebrando 150 anos de morte de S. João Maria Vianney, padroeiro dos sacerdotes. O objetivo do ano sacerdotal é nos levar a rezar mais pelos sacerdotes e pelas vocações sacerdotais. Vamos pedir ao Senhor que nos envie mais sacerdotes e que santifique os padres que temos.

Certa vez, dois rapazes brasileiros foram passear no Japão. Um deles sabia falar um pouco de japonês e se tornou intérprete do outro que não sabia. Lá, justamente o que não sabia japonês gostou de uma garota japonesa. Voltando para o Brasil, ele estudou japonês e aprendeu essa língua difícil, unicamente para corresponder-se com a menina. No fim, os dois se casaram.

Quando nós amamos uma causa, fazemos tudo por ela. Jesus amava a sua vocação, por isso se dedicava a ela dia e noite. “Jesus percorria todas as cidades e povoados, ensinando em suas sinagogas, pregando o Evangelho do Reino, e curando todo tipo de doença e enfermidade”. O amor é assim, torna fácil o que é difícil. Muita gente se admira de o padre não se casar; o amor vai além, e é mais forte do que o casamento em si.

Que Maria Santíssima, a Rainha dos sacerdotes, nos ajude a orar muito pela vocação sacerdotal, pois “a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos. Pedi, pois, ao dono da messe que envie trabalhadores para a sua colheita!”

A messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.

(Pe. Queiroz).

(14) – A MESSE É GRANDE

A ação libertadora de Jesus continua agindo a favor dos filhos e filhas excluídos da sociedade. Ante essa dura realidade há muito por fazer, pena que são poucos os operários com quem Jesus pode contar. O mudo endemoniado estava silenciado pelos poderes demoníacos das estruturas injustas que o excluíram de seus direitos.

A cura incomoda quem sustenta essa estrutura injusta. Eles necessitam dos endemoniados, das hemorroissas e dos leprosos para sustentar uma religião baseada no medo e na condenação, por meio de falsas doutrinas de pureza e pecado. Jesus devolve a fala e a dignidade ao mudo. Santifica-o e sua santidade é objeto de assombro, de injurias e perseguições por parte de quem sente que estão afetadas suas frágeis seguranças de dogmas e preceitos.

Nesse marco, o Mestre continua a missão e afirma que o trabalho é abundante, mas muito poucos querem se arriscar a realizá-lo. Roguemos a Deus que nos torne sensíveis ante toda necessidade humana e nos permita sermos cristãos comprometidos com a humanização em todo tempo e lugar. Aceitemos, desde o que somos e fazemos, o convite a sermos trabalhadores na vinha do Senhor.

(Claretianos).

(14) – OS DISCÍPULOS DE JESUS SÃO CONHECIDOS PELO AMOR TÊM UNS PELOS OUTROS

Bom dia!

Inicio essa reflexão com um pensamento bem particular: os discípulos de Jesus são conhecidos pelo amor uns aos outros e aos que mais precisam e por eles superam as pressões e os entraves da vida em comunidade.

“(…) O discípulo nasce pelo fascínio do encontro com Cristo e se desenvolve pela força da atração que permanece na experiência de comunhão dos discípulos de Jesus. ‘A Igreja cresce, não por proselitismo, mas ‘por atração: como Cristo atrai tudo para si com a força de seu amor’. A Igreja atrai quando vive em comunhão, pois os discípulos de Jesus serão reconhecidos se amarem uns aos outros como ele nos amou”. (CNBB – Documento 87, §89).

Vivemos tempos onde as pessoas não querem mais se responsabilizar umas pelas outras. Tenho “compromissos cristãos” bem definidos, ou seja, participo das celebrações e de uma pastoral ou movimento, ou ajudo nas festas ou ajudo no recolhimento e entrega de materiais de primeira necessidade como roupas, alimentos, (…). Graças a Deus, desses operários a igreja está bem suprida, mas novos campos precisam ser roçados (internet, livros, CDs, DVDs, …); novos campos precisam ser cuidados (juventude, promoção humana, política, relações sociais, comunicação…) e reconquistar campos abandonados (família, filhos, casamento, amor ao próximo).

operário que precisamos hoje na messe é extremamente capacitado por Deus, mas muitas vezes pouco utilizado ou aproveitado por nós, às vezes por mera vaidade ou “medo de perdermos o espaço”.

Aos pastos repletos de lobos Jesus envia os mais experientes ficando assim o cuidar do rebanho para os que foram ensinados pelo pastor. Mas tenho uma pergunta: onde estão eles?

Muitos pararam no caminho em virtude das perseguições dos próprios filhos de Deus que existem em toda comunidade. Pessoas que por imaturidade e frustrações pessoais “abraçam” a igreja como local para realizarem suas necessidades de ser reconhecido e poder “mandar” em alguém.

Não estou falando nenhuma coisa que não saibamos ou que não vivamos em nossas comunidades; padres nos seminários sofrem com isso também.

Não é um conforto, mas se até Jesus teve que enfrentá-los, por que nós não teríamos?

proposta da CNBB para o evangelho de hoje é bem nesse foco: Dizer para cada um que pensou em desistir a continuar lutando pelo reino de Deus.

“(…) Existem pessoas que vivem chorando pelos cantos por causa das ofensas e calúnias das quais são vítimas no trabalho evangelizador. O Evangelho de hoje nos mostra que não deve ser essa a atitude dos discípulos de Jesus. Quando Jesus realiza a expulsão de um demônio, é caluniado, pois afirmam que é pelo poder do mal que ele faz exorcismos. Jesus simplesmente continua a sua caminhada, preocupando-se com o sofrimento e as dores de todos os que encontra pelo caminho e fazendo o bem a todos, olhando a todos com compaixão e preocupando-se porque são como ovelhas que não têm pastor. Assim também devemos ser nós, não devemos viver preocupados com as calúnias que nos são dirigidas, mas sim preocupados em fazer o bem”. (Proposta do site da CNBB).

Por que é que mesmo lendo isso ainda me calo, fujo ou desisto?

“(…) Quando Jesus viu a multidão, ficou com muita pena daquela gente porque eles estavam aflitos e abandonados, como ovelhas sem pastor”.

Se me calo, desisto ou “entrego os pontos” o mundo vai aos poucos parar de ouvir meus valores, preceitos e no que acredito. Se parar de acreditar, de denunciar, de aprender é sinal que o mundo conseguiu me mudar.

Não ligue para aqueles que ficam procurando defeitos no seu trabalho. Faça sim uma reflexão permanente se algo do que falam é verdade, no entanto, entendendo e verificando que o motivo da crítica é a inveja ou dor de cotovelo, bata o pé e continue.

Rezemos para que os filhos de Deus não se persigam.

Um imenso abraço fraterno.

(Alexandre Soledade).

(14) – O DEMÔNIO FOI EXPULSO

Para nós a luta de Jacó com o anjo mensageiro de Deus é uma revelação de como acontece também, o combate espiritual que se trava no nosso interior, entre a nossa carne decaída pelo pecado e o nosso espírito, que deseja divinizar-se. Podemos até não ter consciência disso, mas nós também lutamos com Deus! A nossa luta com Deus é constante e ocorre quando a nossa vontade vai de encontro à Sua vontade e, assim, rejeitamos as sugestões que Ele nos dá, para que o Seu projeto se realize na nossa vida. Também pelejamos com Deus quando impomos as nossas condições de vida e queremos à força, que tudo aconteça de acordo com as nossas conveniências. Inconscientemente nós somos “rebeldes” e vivemos em constante batalha contra Deus. Para nosso espanto, muitas vezes somos nós os vencedores quando obstinadamente vamos às últimas consequências. Em algumas vezes, a nossa luta é tão audaz que, aparentemente, nos sentimos vitoriosos (as) e até agradecemos a Ele porque as coisas aconteceram como nós queríamos. No entanto, Deus também tem um propósito em nos deixar lutar com Ele para alcançarmos os nossos objetivos. Ele nos toca o coração e nos faz compreender a nossa capacidade de vencer e de superar obstáculos, mas também nos faz sentir que ao lutarmos com Ele, nunca mais seremos os mesmos, porque, de alguma forma, nós também saímos mancando. São as consequências das nossas escolhas. Entretanto, sempre irá nascer algo mais que o Senhor quer fazer em nós, mesmo quando estamos certos de que já fizemos tudo e já cumprimos com a nossa missão. O Senhor quer estar continuamente a nos formar e exercitar para a vida, a fim de construir, com a nossa ajuda, um mundo melhor. No final de tudo, mesmo que tenhamos lutado contra Ele o Senhor nos abençoa e a experiência vivida com Ele nos sugere até um nome novo, como foi o caso de Jacó, isto é, de Israel.

– Você também tem lutado com Deus?

– Depois das experiências da sua vida, qual o nome que Deus lhe daria?

– Na luta entre você e Deus quem tem sido o vencedor?

– Há luta dentro de você, entre a sua humanidade e o seu espírito?

– O que poderia significar para você a expressão: – “larga-me, pois já surge a aurora”?

Salmo 16 – “Verei, justificado, vossa face, ó Senhor!”

nosso coração é provado por Deus porque Ele é justo e os Seus olhos enxergam as nossas motivações. Ele conhece a obra prima que criou. Por isso, nós confiamos no Seu julgamento conscientes de que Ele é cheio de misericórdia e o Seu amor maravilhoso nos salva das nossas próprias armadilhas. Vivemos hoje a noite da nossa vida, mas a nossa alma anseia pelo novo dia, quando, ao despertarmos nos saciaremos com a presença de Deus.

Evangelho – Mateus 9, 32-38 – “trabalhadores para a messe”

Jesus não perdia tempo e, percorria todas as cidades e povoados pregando o Evangelho, ensinando nas sinagogas e mostrando a todos o caminho para o reino dos céus. No entanto, Ele tornava todo o ensinamento concreto, quando curava os enfermos, expulsava os espíritos maus e libertava os oprimidos, por compaixão. Ao se deparar com as mais diversas situações de pecado e de sofrimento do povo Jesus se compadecia e enxergava a necessidade de que houvesse pessoas comprometidas com o Seu projeto de Salvação. Mesmo diante da incompreensão daqueles que opinavam que Ele estaria a serviço do “chefe dos demônios”, Jesus continuava fiel na Sua missão salvífica e apiedava-se das pessoas por viverem abandonadas, cansadas e abatidas. Claramente Jesus dava a entender que viera inaugurar o tempo da misericórdia e conclamava os seus discípulos a serem trabalhadores da messe para que todos conhecessem o amor misericordioso do Pai. Hoje, também, “a messe é grande, mas os trabalhadores são poucos.” As pessoas continuam como ovelhas sem pastor, abatidas, cansadas, desanimadas, sem esperança até dentro das nossas casas, por isso, Jesus nos chama também a sermos trabalhadores (as) da Sua colheita e nos cura da timidez, do respeito humano, da falta de convicção e nos habilita para podermos falar e anunciar aos que não têm esperança, que existe solução para todos os problemas que nos assolam. Nós também podemos ser trabalhadores da messe de Cristo apenas fazendo o que Ele fazia: tudo por amor. A vivência do amor anima as pessoas abatidas, cansadas e sem esperança. O amor vence o ódio e expulsa dos corações a intriga, a divisão, a incompreensão. Se fizermos como Jesus fez, estaremos sendo trabalhadores da Sua messe.

– Você acha difícil fazer tudo como Jesus fazia?

– Você se considera trabalhador da messe de Cristo?

– Você conhece quando as pessoas à sua volta estão desanimadas e sem esperança?

– O que você diz a elas?

– Em que você tem empregado o seu tempo livre?

(Helena Serpa).

(15) – REFLEXÃO

Existem pessoas que vivem chorando pelos cantos por causa das ofensas e calúnias das quais são vítimas no trabalho evangelizador. O Evangelho de hoje nos mostra que não deve ser essa a atitude dos discípulos de Jesus. Quando Jesus realiza a expulsão de um demônio, é caluniado, pois afirmam que é pelo poder do mal que ele faz exorcismos. Jesus simplesmente continua a sua caminhada, preocupando-se com o sofrimento e as dores de todos os que encontra pelo caminho e fazendo o bem a todos, olhando a todos com compaixão e preocupando-se porque são como ovelhas que não têm pastor. Assim também devemos ser nós, não devemos viver preocupados com as calúnias que nos são dirigidas, mas sim preocupados em fazer o bem.

(20) – OPERÁRIOS PARA A MESSE…

Homem do povo falando ao povo, Jesus retira suas imagens do meio em que vive: as aves do céu, as tarefas do lar, o trabalho do campo. Assim, ao falar da missão dos evangelizadores, ele tem diante dos olhos um trigal dourado, as espigas maduras, à espera dos ceifadores que parecem tardar…

Conforme comenta Santo Agostinho [+430], “Cristo estava cheio de entusiasmo por sua obra e se dispunha a enviar operários. E vai enviar os ceifadores. ‘É verdadeiro o provérbio: Um semeia, outro ceifa. Eu vos enviei a colher ali onde não tivestes trabalho; outros assumiram o esforço, e vós vos aproveitais de seus trabalhos’. (Jo,37-38)”.

Não é interessante que Jesus veja a evangelização como um “trabalho”? Algo que exige boa dose de esforço e cansaço… Algo inseparável de sofrimento e suor… Algo que não se faz por uma inclinação natural, mas movido por certa “necessidade”.

Nós sentimos como “necessário” o trabalho de evangelizar?

Ou nos parece algo opcional?

Algo bom, sem dúvida, mas apenas uma atividade entre outras, que sinalizaria em nós um degrau mais elevado de santidade ou de vida beneficente?

Algo importante, mas que não nos diz respeito?

Não é isso que grita o apóstolo Paulo: “Ai de mim se não evangelizar!” (1Cor, 9-16) Paulo sabe que a revelação recebida na estrada de Damasco não poderia ser escondida do mundo sem o peso da culpa que recai sobre os indiferentes. Paulo sabe que foi alvo de um privilégio e, assim, deve ao Senhor uma resposta de amor.

mesmo aconteceu com os missionários de todos os tempos. Eles eram acima de tudo operários de uma construção inadiável: o Reino de Deus! Depois de experimentarem em suas vidas a invasão do Amor divino, eles não podem calar essa descoberta. Daí em diante, os apaixonados não podem ficar neutros e indiferentes à multidão que desconhece o mesmo amor…

Contemplando as multidões, Jesus via a vasta seara a ser colhida. As sementes da Graça já haviam sido semeadas. O tempo da colheita já havia chegado. Era o tempo de enviar os ceifadores.

Como reage o nosso coração diante da sociedade atual que se afasta da fé e vai perdendo a esperança?

Ficaremos indiferentes?

Será que as espigas se perderão?

Orai sem cessar: “Enviai, Senhor, operários para vossa messe!”

(Antônio Carlos Santini).

(24) – PEDI, POIS, AO SENHOR DA COLHEITA QUE ENVIE TRABALHADORES PARA SUA COLHEITA!

Hoje, o Evangelho nos fala da cura de um endemoninhado mudo, que provoca diferentes reações nos fariseus e na multidão. Enquanto os fariseus, ante a evidência de um prodígio inegável, atribuem isso a poderes demoníacos – “É pelo chefe dos demônios que ele expulsa os demônios” (Mt 9,34), a multidão fica maravilhada: “Nunca se viu coisa igual em Israel” (Mt 9,33). São João Crisóstomo, comentando essa passagem, diz: “O que verdadeiramente incomodava aos fariseus era que consideravam Jesus superior a todos, não somente aos que existiam então, mas a todos os que haviam existido anteriormente”.

Jesus não se abala ante a aversão dos fariseus, Ele continua fiel à sua missão. Na verdade, Jesus, ante a evidência de que os guias de Israel, ao invés de guiar e instruir o rebanho, o estavam afastando do bom caminho, apiedou-se daquela multidão cansada e abatida, como ovelhas sem pastor. Que as multidões desejam e agradeçam uma boa orientação ficou comprovado nas visitas pastorais do Papa João Paulo II a tantos países do mundo. Quantas multidões reunidas em volta dele! Como escutavam sua palavra, sobretudo os jovens! E o Papa não rebaixava o Evangelho, mas o pregava com todas as suas exigências.

Todos nós, “se fôssemos consequentes com a nossa fé – nos diz São Josémaria Escrivã – se olhássemos à nossa volta e contemplássemos o espetáculo da História e do Mundo, não poderíamos senão deixar crescer nos nossos corações os mesmos sentimentos que animaram os de Jesus Cristo”, o que nos conduziria a uma generosa tarefa apostólica. Mas é evidente a desproporção que existe entre o grande número de pessoas que esperam a pregação da Boa Nova e a escassez de operários. A solução Jesus nos dá ao final do Evangelho: Pedi, pois, ao Senhor da colheita que envie trabalhadores para sua colheita! (Cf. Mt 9,38).

(Rev. D. Joan SOLÀ i Triadú (Girona, Espanha)).

(25) – A CURA DE UM ENDEMONINHADO

Reportando-se aos sinais feitos pelos profetas Elias e Eliseu, o povo exclama: “Nunca se viu coisa semelhante em Israel!” O assombro dos que presenciam o milagre é o momento culminante das obras messiânicas, realizadas por Jesus, em sua missão pública. Anteriormente, o mesmo tinha acontecido em relação à sua pregação, em que todos ficaram admirados e exclamavam: “Ele fala com autoridade!”

cura do endemoninhado encerra o relato dos milagres de Jesus com um duplo julgamento: A revelação maravilhosa das obras de Jesus e a interpretação malévola, perpetrada por seus inimigos, que “descidos de Jerusalém” declaram: “É pelo príncipe dos demônios que ele expulsa os demônios”. Por isso, há a exigência de um ato de fé, pois em ambas as situações, pregação e cura de enfermos, exprime-se um aspecto característico do poder de Jesus, distinguindo-o de alguns de seus contemporâneos, que praticavam a magia e se declaravam capazes de exorcizar. Em contraste com o que sucedia com eles, quando Jesus utiliza o poder de sua palavra, todos ficam surpresos e, pasmos, exclamam: “Eis um ensinamento novo, cheio de autoridade! Ele ordena aos espíritos impuros e eles lhe obedecem!”

descrição do homem, apresentado a Jesus, deixa entrever o elemento demoníaco presente na experiência humana. A propósito desse episódio, Orígenes fala da liberdade concedida por Deus ao homem, “conduzindo-o ao cume do bem ou precipitando-o no abismo do mal”. É o combate interior, descrito como o conflito trágico entre o poder do mal e a benevolência divina, que torna cada um “artífice de sua salvação ou de sua condenação”. Em sua missão, Jesus livra o homem do império do mal ou de um poder pessoal mais forte do que ele, e leva-o ao Reino do amor, da paz e da justiça. Assim, despertado do sonambulismo, o homem vive o resplendor da cruz e participa da vitória sobre o pecado e o mal.

(Dom Fernando).

(7) – PAULINA DE JESUS

Amábile Lúcia Visintainer nasceu no dia 16 de dezembro de 1865, em Vigolo Vattaro, província de Trento, no norte da Itália. Foi a segunda filha do casal Napoleão e Anna, que eram ótimos cristãos, mas muito pobres.

Nessa época, começava a emigração dos italianos, movida pela doença e carestia que assolava a região. Foi o caso da família de Amábile, que em setembro de 1875 escolheu o Brasil e o local onde muitos outros trentinos já haviam se estabelecido no estado de Santa Catarina, em Nova Trento, na pequena localidade de Vigolo.

Assim que chegou, Amábile conheceu Virgínia Rosa Nicolodi e tornaram-se grandes amigas. As duas se confessam apaixonadas pelo Senhor Jesus e não era raro encontrá-las, juntas, rezando fervorosamente. Fizeram a primeira comunhão no mesmo dia, quando Amábile já tinha completado doze anos de idade.

Logo em seguida, o padre Servanzi a iniciou no apostolado paroquial, encarregando-a da catequese das crianças, da assistência aos doentes e da limpeza da capela de seu vilarejo, Vigolo, dedicada a são Jorge. Mas mal sabia o padre que estaria confirmando a vocação da jovem Amábile para o serviço do Senhor.

Amábile incluía, sempre, Virgínia nas atividades para ampliar o campo de ação. Dedicava-se de corpo e alma à caridade, servia consolando e ajudando os necessitados, os idosos, os abandonados, os doentes e as crianças. As obras já eram reconhecidas e notadas por todos, embora não soubesse que já se consagrava a Deus.

Com a permissão de seu pai, Amábile construiu um pequeno casebre, num terreno doado por um barão, próximo à capela, para lá rezar, cuidar dos doentes, instruir as crianças. A primeira paciente foi uma mulher portadora de câncer terminal, a qual não tinha quem lhe cuidasse. Era o dia 12 de julho de 1890, data considerada como o dia da fundação da Congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, que iniciou com Amábile e Virgínia atuando como enfermeiras.

Essa também foi a primeira congregação religiosa feminina fundada em solo brasileiro, tendo sido aprovada pelo bispo de Curitiba, em agosto 1895. Quatro meses depois, Amábile, Virgínia e Teresa Anna Maule, outra jovem que se juntou a elas, fizeram os votos religiosos; e Amábile recebeu o nome de irmã Paulina do Coração Agonizante de Jesus. Também foi nomeada superiora, passando a ser chamada de madre Paulina.

santidade e a vida apostólica de madre Paulina e de suas irmãzinhas atraíram muitas vocações, apesar da pobreza e das dificuldades em que viviam. Além do cuidado dos doentes, das crianças órfãs, dos trabalhos da paróquia, trabalhavam também na pequena indústria da seda para poderem sobreviver.

Em 1903, com o reconhecimento de sua obra, madre Paulina foi convidada a transferir-se para São Paulo. Fixando-se junto a uma capela no bairro do Ipiranga, iniciou a obra da “Sagrada Família” para abrigar os ex-escravos e seus filhos depois da abolição da escravatura, ocorrida em 1888. Em 1918, madre Paulina foi chamada à Casa-geral, em São Paulo, com o reconhecimento de suas virtudes, para servir de exemplo às jovens vocações da sua congregação. Nesse período, destacou-se pela oração constante e pela caridosa e contínua assistência às irmãzinhas doentes.

Em 1938, acometida pelo diabetes, iniciava um período de grande sofrimento, iniciando com a amputação do braço direito, até a cegueira total. Madre Paulina morreu serenamente no dia 9 de julho de 1942, na Casa-geral de sua congregação, em São Paulo.

Ela foi beatificada pelo papa João Paulo II em 1991, quando o papa visitou, oficialmente, o Brasil. Depois, o mesmo pontífice canonizou-a em 2002, tornando-se, assim, a primeira santa do Brasil.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

SANTA PAULINA DE JESUS – RELIGIOSA E VIRGEM (BRANCO, PREFÁCIO COMUM OU DAS VIRGENS)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

Santa Paulina, canonizada pelo Papa João Paulo II, imigrou para o Brasil ainda criança, vindo da Itália, e tornou-se a primeira santa brasileira. Sua alma grande e caridosa cuidava dos doentes e dos pobres. Não teve fatos extraordinários em sua vida. O extraordinário era sua caridade para com os pobres e seu amor para com Deus. Morreu no dia 9 de julho de 1942, aos 76 anos, depois de passar pelo calvário de sua doença. Junto de Deus ela reza por nós, peregrinos nesta terra.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

A estrada dos justos é como a luz, cresce do amanhecer até o pleno dia (Pr 4,18).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus onipotente e eterno, que exaltais os humildes e simples e conduzistes a santa Paulina pelo caminho da santidade através da provação, do trabalho humilde e da oração constante, concedei-nos, por seu auxílio e a seu exemplo, suportar com fortaleza os sofrimentos de cada dia e encontrar a plenitude de vossa graça no serviço às pessoas, especialmente às mais necessitadas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

Ninguém vive sem Deus, e somos continuadores de sua obra. Na oração, nos aproximamos dele e compreendemos sua vontade. E Jesus mostra-nos que a justiça do Reino, a misericórdia, liberta e dá vida nova. A salvação não é para um grupo de privilegiados, mas para todos os que o amam.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Eu sou o bom pastor, conheço minhas ovelhas e elas me conhecem, assim fala o Senhor. (Jo 10,14).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Possamos, ó Deus, ser purificados pela oferenda que vos consagramos; que ela nos leve, cada vez mais, a viver a vida do vosso reino. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

 Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Provai e vede quão suave é o Senhor! Feliz o homem que tem nele o seu refúgio! (Sl 33,9).

– Oração depois da Comunhão

Nós vos pedimos, ó Deus, que, enriquecidos por essa tão grande dádiva, possamos colher os frutos da salvação sem jamais cessar vosso louvor. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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