Liturgia Diária 11/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 11/JUL/2013 (quinta-feira)

(Proclamai que o Reino dos Céus está próximo)

Mt 10,7-15 (Proclamai que o Reino dos Céus está próximo)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Gênesis (Gn 44,18-21.23b-29;45,1-5)

(Intervenção de Judá)

Leitura do Livro do Gênesis.

Naqueles dias, 18 Judá aproximou-se de José e, cheio de ânimo, disse: “Perdão, meu Senhor, permite a teu servo falar com toda a franqueza, sem que se acenda a tua cólera contra mim. Afinal, tu és como um faraó! 19 Foi meu Senhor quem perguntou a seus servos: ‘Ainda tendes pai ou algum outro irmão?’ 20 E nós respondemos ao meu senhor: ‘Temos um pai já velho e um menino nascido em sua velhice, cujo irmão morreu; é o único filho de sua mãe que resta, e seu pai o ama com muita ternura’. 21 E tu disseste a teus servos: ‘Trazei-o a mim, para que eu possa vê-lo. 23b Se não vier convosco o vosso irmão mais novo, não vereis mais a minha face’. 24 Quando, pois, voltamos para junto de teu servo, nosso pai, contamos tudo o que o meu senhor tinha dito. 25 Mais tarde disse-nos nosso pai: ‘Voltai e comprai para nós algum trigo’. 26 E nós lhe respondemos: ‘Não podemos ir, a não ser que o nosso irmão mais novo vá conosco. De outra maneira, sem ele, não nos podemos apresentar àquele homem’. 27 E o teu servo, nosso pai, respondeu: ‘Bem sabeis que minha mulher me deu apenas dois filhos. 28 Um deles saiu de casa e eu disse: um animal feroz o devorou! E até agora não apareceu. 29 Se me levardes também este, e lhe acontecer alguma desgraça no caminho, fareis descer de desgosto meus cabelos brancos à morada dos mortos’”. 45,1 Então José não pode mais conter-se diante de todos os que o rodeavam e gritou: “Mandai sair toda a gente!” E, assim, não ficou mais ninguém com ele, quando se deu a conhecer aos irmãos. 2 José rompeu num choro tão forte, que os egípcios ouviram e toda a casa do Faraó. 3 E José disse a seus irmãos: “Eu sou José! Meu pai ainda vive?” Mas os irmãos não podiam responder-lhe nada, pois foram tomados de um enorme terror. 4 Ele, porém, cheio de clemência, lhes disse: “Aproximai-vos de mim”. Tendo-se eles aproximado, disse: “Eu sou José, vosso irmão, a quem vendestes para o Egito. 5 Entretanto, não vos aflijais, nem vos atormenteis, por me terdes vendido a este país. Porque foi para a vossa salvação que Deus me mandou adiante de vós, para o Egito”.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 104,16-17. 18-19. 20-21 (R. 5a))

(A história maravilhosa de Israel)

— 5a Lembrai as maravilhas do Senhor!

— 5a Lembrai as maravilhas do Senhor!

— 16 Mandou vir, então, a fome sobre a terra / e os privou de todo pão que os sustentava; 17 um homem enviara à sua frente, / José que foi vendido como escravo.

— 18 Apertaram os seus pés entre grilhões / e amarraram seu pescoço com correntes, 19 até que se cumprisse o que previra, / e a palavra do Senhor lhe deu razão.

— 20 Ordenou, então, o rei que o libertassem, / o soberano das nações mandou soltá-lo; 21 fez dele o senhor de sua casa, / e de todos os seus bens o des­pen­seiro.

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt 10,7-15)

(Proclamai que o Reino dos Céus está próximo)

— O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 7 “Em vosso caminho, anunciai: ‘O Reino dos Céus está próximo’. 8 Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. De graça recebestes, de graça deveis dar! 9 Não leveis ouro nem prata nem dinheiro nos vossos cintos; 10 nem sacola para o caminho, nem duas túnicas nem sandálias nem bastão, porque o operário tem direito a seu sustento. 11 Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes, informai-vos para saber quem ali seja digno. Hospedai-vos com ele até a vossa partida. 12 Ao entrardes numa casa, saudai-a. 13 Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz; se ela não for digna, volte para vós a vossa paz. 14 Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés. 15 Em verdade vos digo, as cidades de Sodoma e Gomorra serão tratadas com menos dureza do que aquela cidade, no dia do juízo.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Começamos, rezando:

Deus Pai, Santo e eterno, nós te agradecemos por chamar cada um de nós pelo nome.

Em ti vivemos, agimos e crescemos.

Rezamos pelos cristãos do mundo inteiro.

Faze que vivamos sempre mais na fé e no amor que tu desejas.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente, na Bíblia, o texto: Mt 10,7-15.

O anúncio proposto por Jesus é simples: “O reino do céu está perto”. As ações são claras: curar, ressuscitar, expulsar o mal. As atitudes são de gratuidade e pobreza. A saudação é de paz. Um detalhe: não se preocupar se alguma cidade ou algumas pessoas não os acolherem.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

Para compreender a identidade de Jesus Cristo, tenho que ter o coração humilde.

Os Bispos em Aparecida nos ajudaram a compreender melhor o chamado de Jesus: “O chamado que Jesus, o Mestre faz, implica numa grande novidade. Na antiguidade, os mestres convidavam seus discípulos a se vincular com algo transcendente e os mestres da Lei propunham a adesão à Lei de Moisés. Jesus convida a nos encontrar com Ele e a que nos vinculemos estreitamente a Ele porque é a fonte da vida (cf. Jo 15,1-5) e só Ele tem palavra de vida eterna (cf. Jo 6,68). Na convivência cotidiana com Jesus e na confrontação com os seguidores de outros mestres, os discípulos logo descobrem duas coisas originais no relacionamento com Jesus. Por um lado, não foram eles que escolheram seu mestre foi Cristo quem os escolheu. E por outro lado, eles não foram convocados para algo (purificar-se, aprender a Lei…), mas para Alguém, escolhidos para se vincular intimamente a sua pessoa (cf. Mc 1,17; 2,14). Jesus os escolheu para “que estivessem com Ele e para enviá-los a pregar” (Mc 3,14), para que o seguissem com a finalidade de “ser d’Ele” e fazer parte “dos seus” e participar de sua missão. O discípulo experimenta que a vinculação íntima com Jesus no grupo dos seus é participação da Vida saída das entranhas do Pai, é se formar para assumir seu estilo de vida e suas motivações (cf. Lc 6,40b), viver seu destino e assumir sua missão de fazer novas todas as coisas.” (DAp 131).

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo, espontaneamente, com salmos ou outras orações e concluo com a oração: Senhor, difunde sobre nós o teu Espírito para que sigamos sempre mais de perto Jesus Cristo e possamos dar testemunho da nossa vida cristã. Que possamos reconhecer e servir Cristo naqueles que sofrem e passam necessidade.

Faze de nós tua morada.

Ó Deus, com a fecundidade do teu Espírito animaste a vida e a missão dos primeiros discípulos e discípulas de Jesus.

Ilumina com o mesmo Espírito os nossos corações, e acende neles o fogo do teu amor, para que sejamos testemunhas da tua Ressurreição.

Amém!

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Procurarei descobrir o meu chamado para “ser d’Ele” – de Jesus – e fazer parte “dos seus”, para que todos sejam um.

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – A MISSÃO CRISTÃ NÃO É FEITA SÓ DE ACOLHIMENTO E SUCESSO

Aos Doze são dadas as orientações de como realizar a missão e qual deve ser a atitude deles. O anúncio da proximidade do Reino deve ser acompanhado da ação que liberta as pessoas do mal que desfigura o ser humano e as faz experimentar estar distante de Deus. O que é dado gratuitamente por Deus e deve ser oferecido como dom às pessoas, é o Espírito Santo. A vida dos apóstolos está nas mãos de Deus, e a sua segurança não está nos bens deste mundo, mas em Deus somente.

O despojamento é exigido, pois é necessário liberdade para ir aonde se é enviado pelo Senhor, confiar na providência de Deus e viver cada dia sem se preocupar com o amanhã, “pois o trabalhador tem direito ao seu sustento”. O discípulo não é mais que o Mestre que o enviou, por isso Jesus previne os apóstolos da possibilidade de rejeição da mensagem cristã.

O juízo acerca da rejeição da missão cristã cabe somente a Deus. Em todo caso, a missão cristã não é feita só de acolhimento e sucesso, mas também de rejeição e fracasso. Em todas estas situações é preciso manter viva a confiança no Senhor que envia seus discípulos e está presente “todos os dias até o fim dos tempos” (Mt 28,20).

O conteúdo da proclamação dos apóstolos é a proximidade do “Reino dos Céus” (v. 7). O que é celeste, o reinado de Deus, é sentido na pessoa de Jesus Cristo e deve ser prolongado historicamente na missão da Igreja.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – RESSUSCITAR OS MORTOS E CURAR OS DOENTES. ESSA É A NOSSA MISSÃO!

A graça de Deus vem para nos limpar e nos renovar por meio do amor.

“O Reino dos Céus está próximo. Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos e expulsai os demônios” (Mt 10, 7-8).

Essa é a ordem de Jesus para Seus discípulos, para aqueles que entram na lógica e na dinâmica do Reino do Senhor, o qual está próximo e cada vez mais dentro de nós.

Colocar em prática os elementos desse Reino – orar pelos que estão doentes e enfermos – é nossa obrigação. Não podemos, simplesmente, nos conformar, mas suplicar a graça de Deus sobre cada um.

Ressuscitar aqueles que estão longe do Senhor, por causa dos pecados ou algum mal que possa tê-los atingido, purificar os leprosos e expulsar os demônios é maravilhoso, porque a lepra deixa a carne com um cheiro horrível e a pessoa em situação de impureza, como diziam os antigos.

A graça de Deus vem para nos limpar e nos renovar por meio do amor. Nós somos mensageiros dessa Palavra que transforma, cura e limpa as pessoas, libertando-as de todo mal.

Que possamos, no meio desse mundo, ser testemunhas do Evangelho do Nosso Senhor Jesus Cristo.

Deus abençoe você!

(Pe. Roger Araújo).

(7) – PORTADORES DE PAZ

Os apóstolos foram orientados a saudar seus hospedeiros, dizendo: “A paz esteja nesta casa!” Esta saudação pode ser entendida como mera formalidade, e sinal de boa educação. Sem dúvida, Jesus não estava ensinando aos apóstolos apenas uma regra de boas maneiras.

A palavra hebraica shalom, traduzida como paz, é rica de sentidos. Significa prosperidade, bem estar, saúde, boa convivência com o próximo, respeito pela dignidade alheia, e tantas coisas mais. Tudo isto tem a ver com o Reino de Deus que anunciavam. Portanto, a paz desejada correspondia à salvação messiânica instaurada na história humana pelo ministério de Jesus. Aos apóstolos competia a tarefa de fazê-la chegar a todas as pessoas que encontrassem ao longo de suas andanças missionárias.

Os milagres que os missionários iriam realizar devem ser entendidos no contexto da construção da paz almejada por Jesus. Ao curar os doentes, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios, estavam se colocando a serviço da vida, da reconstrução da dignidade humana, da libertação de todas as formas de opressão, da reconciliação das pessoas com Deus. Em suma, entregavam-se, de corpo e alma, à construção da paz. Quem os acolhia, tornava-se beneficiário desta paz messiânica e salvífica que os apóstolos tinham para oferecer.

Oração: Pai, faze de mim um instrumento para a construção da paz desejada por Jesus. Paz que se constrói na comunicação dos bens divinos a cada pessoa humana. 

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

De graça recebestes, de graça dai (Mt 10,8b).

Neste Evangelho, Jesus continua enviando os apóstolos para que anunciem a Israel o Reino de Deus.

– Desta vez, Jesus lhes dá a mensagem que devem anunciar: O Reino dos Céus está próximo” (Mt 10,7).

– Depois diz o que devem fazer para provar como o Reino dos Céus está chegando: curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios (Mt 10,8a). Todos estes milagres eram sinais dos tempos messiânicos. Realizando-os, os apóstolos davam a conhecer ao mundo que Jesus era o Messias prometido.

– Jesus ensina como os apóstolos devem fazer tudo isto: de graça recebestes, de graça dai (Mt 10,8b). Se quisessem receber alguma recompensa, estariam dando a entender que estes milagres eram feitos pelo poder deles. Estariam negando o Reino do poder de Deus que deveriam anunciar.

– O operário tem direito a seu sustento (Mt 10,10). Jesus lhes ensinava que quem providencia tudo a seus operários é Deus. Então, tudo o de que precisassem Deus lhes daria, fosse ouro, prata, dinheiro, sacola, duas túnicas, sandálias e bastão (Mt 10,9-10).

– Os apóstolos devem corresponder à boa ou à má acolhida dando a todos sua paz (Mt 10,11-14). Isto é, Jesus os previne: “o Reino dos Céus será aceito por alguns e rejeitado por outros”. Entretanto, os apóstolos não devem se preocupar com os que rejeitam o Reino dos Céus, porque a Paz que este Reino lhes dá permanecerá com eles.

Pensemos nos que Deus escolheu para serem seus apóstolos hoje, sem excluir os que pelo próprio batismo são neste mundo sinal de que o Reino de Deus está governando toda a humanidade mesmo que esta não se dê conta disto.

Nada do que se opõe ao Reino dos Céus hoje em dia deve nos abalar. Se o anunciamos a quem não o deseja, a paz de Deus continua, mesmo assim, dentro de nós.

Hoje, a Igreja comemora São Bento, fundador da ordem beneditina. Por séculos, os beneditinos e as beneditinas têm dado testemunho do Reino de Deus neste mundo. Rezemos por todos eles, pedindo a Deus que lhes mande santas vocações.

(Pe. Valdir Marques).

(12) – SÃO BENTO, PATRONO DA EUROPA

Mensageiro da paz, artesão da unidade, mestre da civilização, e principalmente arauto da religião de Cristo e fundador da vida monástica no Ocidente – eis os títulos que justificam a fama de São Bento, abade. Numa altura em que o Império Romano estava a chegar ao fim e em que as regiões da Europa se afundavam nas trevas e outras regiões desconheciam ainda a civilização e os valores espirituais, ele permitiu, pelo seu esforço constante e assíduo, que se erguesse sobre este continente a aurora de uma nova era. Foram principalmente ele e os seus filhos que, com a cruz, o livro e a charrua, levaram o progresso cristão às populações que iam do Mediterrâneo à Escandinávia, da Irlanda às planícies da Polônia.

Com a cruz, isto é, com a lei de Cristo, firmou e desenvolveu a organização da vida pública e privada. Convém recordar que ensinou aos homens a primazia do culto divino com o Ofício divino, ou seja, a oração litúrgica e assídua. […] Depois, com o livro, ou seja, a cultura: numa altura em que o patrimônio humanista corria o risco de se perder, São Bento, conferindo renome e autoridade a tantos mosteiros, salvou a tradição clássica dos antigos com providencial solicitude, transmitindo-a intacta à posteridade e restaurando o amor pelo saber.

E finalmente com a charrua, quer dizer, com a agricultura e outras iniciativas análogas, conseguiu transformar terras desertas e incultas em campos férteis e jardins graciosos. Unindo a oração ao trabalho manual, de acordo com a célebre injunção “Ora et labora” (“Reza e trabalha”), enobreceu e elevou o trabalho do homem. Foi por tudo isto que o Papa Pio XII saudou em São Bento o “pai da Europa”.

(Paulo VI (1897-1978), papa de 1963 a 1978 – Carta apostólica de 24/10/1964 “Pacis nuntius”).

(14) – O REINO DE DEUS ESTÁ PRÓXIMO

A todo instante, somos chamados a ser anunciadores da boa nova do Reino de Deus! Todos são chamados, Jesus não faz restrições de pessoas, Ele nos provou isso, quando chamou os doze primeiros discípulos; pessoas simples como nós!

Não é preciso ter estudos para anunciar Jesus, podemos anunciá-Lo até mesmo sem o uso de palavras, com o nosso testemunho de vida!

Para assumirmos esta missão tão necessária no mundo, é preciso apenas ter o coração aberto e estar matriculado na escola de Jesus como seu discípulo!

Para desempenharmos bem a nossa missão, precisamos primeiramente estar disponíveis, libertos dos nossos apegos, despidos da vaidade, do egoísmo…

Livres, disponíveis, tornamos instrumento de trabalho nas mãos de Deus. Quanto ao que fazer e como fazer, não precisamos nos preocupar, pois o Espírito Santo nos orientará na exercício da nossa missão.

Mais importante do que ser Cristão, é ser discípulo, pois o discípulo não somente crê em Jesus, ele torna íntimo Dele, é seu eterno aprendiz!

A convivência com Jesus, transforma o discípulo, o inquieta, ele não consegue reter para si, o que aprendeu do Mestre, tem pressa de anunciá-lo ao outro. É a partir desta inquietação do discípulo, que nasce o missionário, o anunciador da boa nova do Reino, o discípulo missionário!

As instruções dadas por Jesus no evangelho de hoje, deixa o missionário na total dependência de Deus! É Deus quem proverá todas as suas necessidades ao longo de sua caminhada missionária, a única coisa que ele deve levar de si, é a sua disponibilidade em servir!

Como missionários, devemos realizar a nossa missão na total gratuidade, sem querer atrair pessoas para nós, pois não anunciamos nós mesmo, e sim, Jesus! A nossa missão deve se desenvolver em clima de humildade e desprendimento.

A certeza da presença de Jesus junto de nós, nos encoraja, nos motiva a assumir com mais empenho e alegria, a nossa cumplicidade no anuncio de todas as propostas do Reino.

Deus quer salvar a humanidade convocando cada um de nós para uma missão, Ele quer contar com a nossa disposição, com o nosso serviço na construção do seu Reino! Ser indiferente a esta convocação, é ignorar o seu projeto de amor em favor da humanidade.

A caminhada do missionário, é desafiadora, seu caminho é marcado pela incompreensão, pela indiferente daqueles que não querem conhecer a verdade que liberta, a todo instante, as forças contrárias ao evangelho tentam obstruir o seu caminho, mas não conseguem intimidá-lo, pois quem se espelha no testemunho de Jesus, está disposto a dar a própria vida pelo evangelho!

Quando Jesus diz: “O reino de Deus está próximo” Ele fala de si mesmo, pois a sua pessoa, é a própria presença do Reino de Deus, tão próximo de nós, tão ao nosso alcance!

Jesus nos convida a segui-Lo, Ele não nos ilude com facilidades, mas nos garante a sua permanente presença junto de nós.

Ser Discípulo Missionário, é carregar a Bandeira de Jesus, a Bandeira da Paz, da justiça e do amor!

FIQUE NA PAZ DE JESUS!

(Olívia Coutinho).

(14) – O REINO DOS CÉUS ESTÁ PRÓXIMO

Gênesis 44,18-21.23-29; 45,1-5 – “os desígnios de Deus são insondáveis”

O Senhor sabe de tudo, conhece o passado, o presente e, apesar das nossas transgressões e, já antevendo o que virá, Ele nos dá oportunidades para que nós possamos sair da escravidão para uma vida de liberdade. Foi o que aconteceu com os irmãos de José, filhos de Jacó, isto é, de Israel. Os desígnios de Deus são inescrutáveis, isto é, vão além da nossa capacidade humana de entendimento. José precisou ir para o Egito, pois Deus sabia que haveria um tempo de fome sobre a terra e Ele queria salvar Israel que Lhe era um bem particular. Deus se vale da nossa humanidade e até da nossa pusilanimidade, por isso, Ele tornou o pecado dos irmãos de José um motivo de graça, a fim de que fossem salvos da fome que viria. Para que reconhecessem o erro, eles precisaram passar por vexames e tribulações. José era um instrumento de Deus para a libertação da sua família. Assim, o Senhor também transforma a nossa dor em amor e, nos dá a capacidade de, até nos nossos erros, encontrar a motivação para superá-los, reconhecendo a nossa culpa com o propósito de não mais cometê-los. Isso é salvação, isso é conversão. Em todas as obras de Deus nós percebemos que o Seu maior motivo é a nossa salvação. Jesus Cristo tomou as nossas dores, as nossas transgressões e as colocou sob os Seus ombros. O Seu sacrifício foi fonte de misericórdia para todos nós e, apesar das nossas maldades nós temos chance de recomeçar.

– Você tem percebido as graças de Deus mesmo que você reconheça-se um (a) grande pecador (a)?

– Você já leu toda a história de José e os seus irmãos?

– Você já havia ouvido falar de José do Egito?

– Qual a mensagem que a história de José traz para a sua vida?

Salmo 104 – “Lembrai as maravilhas do Senhor!”

Todos os caminhos do Senhor nos conduzem à salvação, por isso as suas obras são maravilhosas. O salmista relata em versos como Deus agiu para salvar o povo de Israel e conduzi-los ao Egito. Deus tinha um plano para eles no Egito. A Palavra de Deus justifica as Suas obras porque Ela é a verdade que deve reger a nossa vida. Mesmo tendo que passar por cadeias e tribulações, José teve salva, a sua vida e a de toda a sua família.

Evangelho – Mateus – 10, 7-15 – “coisas simples do reino”

Assim como ensinou aos Seus discípulos, Jesus quer nos ensinar a compartilhar com os outros, todas as bênçãos que recebemos das Mãos Deus. Todos nós somos presenteados com bênçãos e graças vindas do Seu amor e, mesmo que tenhamos um coração grato, nós nos esquecemos de repartir com as outras pessoas o que nós recebemos gratuitamente. A cada dia nós recebemos do céu dádivas que dão sentido ao nosso existir. O dia nasce e o sol nos aquece, a chuva nos refresca e recebemos proteção. Mais tarde o sol se põe e a noite chega e nos abrigamos no repouso do corpo e da alma. Recebemos amparo, saúde, disposição e esperança; temos a chance de meditarmos e refletirmos com a Palavra de Deus; participamos da Eucaristia, temos o coração pacificado; trabalhamos, rimos, nos divertimos, abraçamos, etc. … No entanto, nos esquecemos de que a muitos faltam essas coisas porque não conseguem percebe-las ou não têm a chance de desfrutá-las, por isso, somos mais do que privilegiados. Precisamos, pois anunciar que o reino de Deus está próximo. Muitas pessoas que possuem muito dinheiro e bens também são carentes porque não sabem apreciar as coisas simples e as acham enfadonhas. O reino de Deus está ao alcance de todos e consiste justamente, em que nós apreciemos as coisas simples do céu que estão ao redor de nós aqui na terra e para as quais nós não damos valor. Viver o reino de Deus é vivenciar a paz, o perdão, o amor e, principalmente levar esse reino a quem não o conhece. Jesus nos manda fazer tudo para anunciar que o Seu reino está próximo, dando alento aos desanimados, carentes e necessitados. No entanto, não devemos nos angustiar nem desanimar quando alguns não o aceitarem nem acreditarem que ele existe. Jesus nos manda ir em frente e não desistir, pois a nossa maior recompensa é justamente vivenciar o Seu reino, desde já. A certeza de que o reino está próximo nos anima a nunca desistir de testemunhá-Lo com a nossa vida cheia de bênçãos.

– Você percebe as coisas simples que fazem parte do seu dia a dia?

– Há diferença no seu humor quando o dia nasce chuvoso ou ensolarado?

– Por qual motivo você tem dado graças a Deus?

– Você tem compartilhado com os outros as graças que tem recebido?

– Você já saiu de si para ir a busca de alguém que precisa de paz?

– Como você falaria a ela do reino dos céus vivido aqui na terra?

(Helena Serpa).

(14) – DE GRAÇA RECEBESTES, DE GRAÇA DEVEIS DAR!

“Curai os doentes, ressuscitai os mortos, purificai os leprosos, expulsai os demônios. Recebestes de graça, de graça dai!”

Jesus concede aos discípulos plenos poderes de cura. E pensar que nós somos descendentes ou herdeiros destes primeiros missionários, pois eis que Jesus estará conosco até o fim dos tempos.

Por que não curamos também?

Será que duvidamos?

Será que achamos que não conseguiremos?

Homens de pouca fé!

Recebestes de graça, de graça dai!

Por várias vezes já pensei em escrever alguns livros e publicá-los, mas logo em seguida penso. Se eu recebi de graça o dom de escrever, (segundo o meu amigo Jailson Ferreira) tenho que disponibilizá-lo de graça a todo o mundo, para a glória de Deus.

“Não leveis nem ouro, nem prata, nem dinheiro em vossos cintos, nem mochila para a viagem, nem duas túnicas, nem calçados, nem bastão; pois o operário merece o seu sustento.”

Está aqui a explicação porque eu tenho que dar uma ajuda nas missas. É para o sustento dos padres, porque foi Jesus quem estipulou. Certas pessoas de pouca fé e não muito chegadas à religiosidade, dizem:

Tem de pagar para rezar uma missa?

Tem de pagar para celebrar um casamento?

Um batizado?

Tenho de pagar para assistir à missa?

Que absurdo! Que falta de espiritualidade! Porque o operário merece o seu sustento, o qual deve vir de nós com toda boa vontade. Não se trata de esmola. E cuidado! Não dê apenas uma moedinha que está atrapalhando no seu bolso. Se você deu o que lhe sobra, você não deu muito.

Lembra daquela mulher que deu umas moedinhas e Jesus disse que ele foi a única pessoa que realmente deu muito?

Isto porque ela deu tudo que tinha, enquanto os demais deram o que lhes sobrava?

Então, meu amigo. Ajude a Igreja de Jesus Cristo, e não te faltará nada! Garanto-lhe que este é o maior investimento!

Oração: Ó Deus onipotente e eterno, que exaltais os humildes e simples e conduzistes a santa Paulina pelo caminho da santidade através da provação, do trabalho humilde e da oração constante, concedei-nos, por seu auxílio e a seu exemplo, suportar com fortaleza os sofrimentos de cada dia e encontrar a plenitude de vossa graça no serviço às pessoas, especialmente às mais necessitadas. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém!

(14) – DE GRAÇA RECEBESTES, DE GRAÇA DEVEIS DAR

Ser apóstolo é sair a serviço da comunidade com o que se recebeu gratuitamente. O envio missionário consiste em anunciar que o Reino de Deus está próximo. Um Reino que se torna visível quando os cegos veem, os coxos andam, os tristes cantam, os temerosos confiam, os abatidos recobram esperança, os desempregados trabalham e os pobres entoam o magnificat da dignidade dos filhos de Deus.

O envio está acompanhado de algumas recomendações práticas, como não levar cinta, nem dinheiro, nem previsões, etc., que ensinam que a humildade e modéstia devem acompanhar o missionário; mas sobretudo, ensinam a capacidade de se aproximar da realidade sem preconceitos ou condicionamentos que impedem a compreensão, acolhida, a assimilação e o amor aos destinatários da missão.

As ações missionárias indicadas através dos verbos “ir, entrar, perguntar, respeitar, bendizer, anunciar”, evidenciam a presença de Deus no meio da comunidade por meio dos missionários. Sintamo-nos discípulos, enviados por Jesus, como missionários ativos, no meio de nossas famílias e comunidades, para que sintam o amor de Deus e a solidariedade na solução de tantos problemas que afetam e desestruturam a harmonia social e comunitária.

(Claretianos).

(14) – A GRATUIDADE NOS FAZ LIVRES

Depois do evangelho de ontem, onde os discípulos missionários são orientados a fazer uma missão experimental buscando as ovelhas perdidas da casa de Israel, no evangelho de hoje a missão de amplia … “Em qualquer cidade ou povoado onde entrardes…”.

Os discípulos missionários têm que ter firmeza, convicção e confiança naquilo que fazem, por isso não podem preocupar-se com outra coisa que não seja a missão de evangelizar. Não se assustem com a exortação de que não devem levar nada pelo caminho, nem ouro, nem prata, nem sacola, nem dinheiro, nem duas túnicas e nem sandálias e nem bastão. Confiança em Deus é a primeira virtude de um discípulo missionário, pois nada lhes faltará para a sobrevivência.

Os sinais que confirmam o anúncio: mortos ressuscitarão, enfermos ficarão curados, leprosos serão purificados e demônios serão expulsos. O anúncio será sempre precedido desses sinais que hoje continuam em nossas comunidades cristãs.

Por outro lado, a parte final do evangelho vai exigir do discípulo missionário um cuidado especial com o anúncio do qual ele é portador. As pessoas dignas de acolher a Palavra, naturalmente são aquelas que estão abertas para acolhe-la e disponíveis para o discipulado no caso se rejeição, o discípulo missionário não deverá insistir e sacudirá contra aquela cidade, até a poeira da sandália.

Fico-me perguntando como entender essa exortação nos dias de hoje, então o discípulo missionário não deverá ser insistente?

Não se trata disso, é que no passado e hoje em nosso presente, há pessoas que fizeram em suas vidas uma opção contrária aos princípios do evangelho, e como o dom da liberdade é condição essencial para a vivência do evangelho, o discípulo missionário deverá respeitar a opção contrária ao evangelho, que essas pessoas fizeram, não ter com elas nenhum vínculo, pois o anúncio deve ser acolhido na total liberdade, pois esse é o jeito de Deus quando coloca a sua Graça em nossa vida.

(Diác. José da Cruz).

(14) – DE GRAÇA RECEBESTES, DE GRAÇA DEVEIS DAR

Este Evangelho narra as instruções que Jesus deu aos Apóstolos, ao enviá-los em missão. São orientações válidas para nós, batizados e crismados.

“Ao entrardes numa casa, saudai-a. Se a casa for digna, desça sobre ela a vossa paz.” A graça de Deus acompanha os missionários e missionárias. Pelo simples fato de entrar numa casa, Deus já transmite para aquela família a paz.

“Se alguém não vos receber, nem escutar vossa palavra, saí daquela casa ou daquela cidade, e sacudi a poeira dos vossos pés.” Sacudi a poeira dos pés significa não levar consigo os costumes pecaminosos da casa ou cidade. Porque há o perigo de o cristão, em vez de ser fermento, deixar-se levar pelo fermento do mundo. Se alguém não quer caminhar conosco, acolhendo a fé católica, nós também não vamos caminhar com eles. Os maus costumes do mundo pecador grudam em nós como a poeira nos sapatos. Se não tomarmos cuidado, acabamos levando para dentro da Comunidade cristã esses maus costumes. Seria “ir buscar lã e sair tosquiado”. “Cuidado com o fermento dos fariseus!” (Mt 16,6). Assim como o fermento transforma a massa, somos chamados a transformar o mundo pecador, sem trazer para dentro de casa, ou do nosso coração, o pecado do mundo.

Foi por isso que Jesus criou a Santa Igreja. Nela, uma criança ajuda a outra a seguir a Jesus, um jovem ajuda o outro, um casal ajuda o outro, um político ajuda o outro e assim por diante. Os jovens que usam drogas, todos andaram em más companhias!

“Irmãos, fazei tudo sem murmurar nem questionar, para que sejais irrepreensíveis e íntegros, filhos de Deus sem defeito, no meio de uma geração má e perversa, na qual brilhais como luzeiros no mundo” (Fl 2,14-15).

S. Paulo chama o mundo de geração má e perversa. Ela tem muitas coisas boas, mas é traiçoeira e, quando menos esperamos, caímos nas suas armadilhas.

Na oração de S. Francisco, nós rezamos: “Onde houver trevas, que eu leve a luz”. Levar a luz sim, mas não sair dali com um pouco de trevas grudadas em si.

Um dos pecados do mundo atual é dizer que “todas as religiões são boas”. Se fosse assim, Deus não teria mandado o seu Filho para fundar uma religião, uma Igreja. Claro que as religiões têm coisas boas. Mas a verdade seja dita: Jesus fundou uma só. As pessoas seguem religiões fundadas por seres humanos, que nunca morreram nem ressuscitaram, nunca foram ao céu nem sabem o caminho para lá, e mesmo assim ensinam aos outros o caminho do céu!

Muitos estão espalhando poeira e querendo de toda maneira que ela grude em nossos pés. Mas não vamos deixar. Pelo contrário, queremos ser luz, sal e fermento no meio, aproveitando ao máximo a nossa existência na terra, como Jesus aproveitou.

Hoje é dia de Santa Paulina. É a primeira santa brasileira. Viveu em Trento – SC, onde fundou a congregação das Irmãzinhas da Imaculada Conceição. Desde criança era catequista e se dedicava à promoção social.

Quando criança, Paulina trabalhava numa fábrica de tecidos. As funcionárias almoçavam na fábrica, comendo marmita que elas mesmas traziam de casa. Todos os dias de madrugada a mãe de Paulina preparava a sua marmitinha. Com o tempo, a mãe começou a perceber que a filha estava ficando magrinha. Foi pesquisar e descobriu: ela dividia a sua marmita com coleguinhas mais pobres que ela. Então a mãe, sem contar para a filha, começou a pôr mais comida na sua marmita. Santa Paulina faleceu dia 09/07/0942, portanto os mais velhos foram contemporâneos dela. “Em vosso caminho, anunciai: o Reino dos Céus está próximo”.

Maria Santíssima foi a primeira missionária, principalmente porque nos deu o grande Missionário, Jesus Cristo. Depois, porque ela saiu de casa levando Jesus, ainda em seu seio. Após o Natal, ela o apresentou à humanidade, representada pelos reis magos. Anos mais tarde, deu o seu apoio ao Filho missionário, pelas estradas da Palestina. Que ela nos ensine a ser bons missionários do seu Filho, contemporâneos dela.

De graça recebestes, de graça deveis dar.

(Pe. Queiroz).

(14) – ONDE ESTÁ O REINO DE DEUS?

Bom dia!

Aonde está o reino de Deus?

Aonde e por onde já o procuramos?

Li certa vez numa camiseta a seguinte frase: “dinheiro não é tudo, é 100%”. Vai saber se é mesmo?

“(…) Porque nada trouxemos ao mundo, como tampouco nada poderemos levar. Tendo alimento e vestuário, contentemo-nos com isto. Aqueles que ambicionam tornarem-se ricos caem nas armadilhas do demônio e em muitos desejos insensatos e nocivos, que precipitam os homens no abismo da ruína e da perdição. Porque a raiz de todos os males é o amor ao dinheiro. Acossados pela cobiça, alguns se desviaram da fé e se enredaram em muitas aflições”. (I Timóteo 6, 7-10).

O que é o dinheiro se não temos a paz para gastá-lo?

Precisamos muito do dinheiro para pagar nossas contas e manter nosso padrão de vida e a nossa qualidade de vida, mas ele não nos visita, não nos consola, não nos alegra no dia da tristeza. Vi certa vez na internet um homem que ganhou milhões de dólares na loteria, no entanto hoje tenta recuperar o velho emprego de gari.

Assistindo um documentário do History Channel sobre o paradeiro da arca da aliança os pesquisadores e arqueólogos não descartam a possibilidade que ela, por ser feita de madeira possa ter se desmanchado com o tempo, sobrando apenas o ouro que a revestia.

A arca carregava as tábuas da Lei, que eram de pedra, onde Moisés apresentou ao povo os dez mandamentos.

Poderia então tamanho tesouro virado pó junto com a madeira?

O que havia de mais precioso lá, as tábuas ou a mensagem?

Do êxodo até os dias atuais, em que momento de nossas vidas não usamos como referência os dez mandamentos? Na criação dos nossos filhos eles estão, nos direitos e deveres públicos eles estão lá também, no entanto o ouro não está.

Precisamos nos empenhar ainda mais a levar a mensagem de um reino de Deus que “paira” sobre nós, mas que insistimos em não ver. Que o dinheiro, as posses, os bens devem ser os adornos e não a vestimenta. Que a busca da felicidade não pode estar condicionada a se acertar na loteria, em ser milionário, (…).

Quem nunca sonhou estar de férias no caribe, na Europa, em Nova York com toda a família, num hotel de luxo numa praia paradisíaca digna de um filme de Hollywood? Como sonhar é bom!

Por que então não acrescentamos nesses sonhos que temos a paz, o sorriso de nossos filhos, a presença dos nossos amigos?

O ouro pode estar também na realidade que vivemos, esteja acontecendo num fundo de um quintal ou numa laje sem cobertura.

Se recebermos de coração aberto a paz ela será convidada a ficar, com dinheiro ou sem dinheiro! “(…) Que a paz esteja nesta casa! Se as pessoas daquela casa receberem vocês bem, que a saudação de paz fique com elas”.

O que me impressiona é nossa vontade de construir patrimônio e se esquecer dos alicerces que de fato nos sustentam para poder usufruir da conquista. E quanto a questão de onde estaria o reino de Deus… Se de fato as tábuas viraram pó é bem provável que elas até hoje estão no ar, ao nosso redor, sobre nós, sobre os irmãos…

Encontrou?

A mensagem sobrevive ao tempo. É ela o verdadeiro patrimônio contido na arca da aliança.

Fecho esse texto com a reflexão proposta pelo site da CNBB, para esse mesmo texto, no ano passado:

“(…) A vida de quem é discípulo de Jesus consiste em fazer as obras do reino de Deus para manifestar a sua presença no meio dos homens. É deixar de lado as suas próprias obras para que, como enviado por Jesus, realize as obras de Deus. Para que isso seja possível, o discípulo de Jesus não deve colocar a sua confiança nos bens materiais, mas em Deus, que tudo proverá para que a sua obra seja coroada de êxito. Com essa confiança em Deus, o discípulo de Jesus deve procurar estar atento a tudo o que acontece ao seu redor, para que não perca nenhuma chance de fazer o bem aos que necessitam dele e possa ser, também, um promotor da paz”.

A exemplo de São Barnabé, nos empenhamos em levar a notícia que muda a vida verdadeiramente.

O que levar?

O que é importante.

Um imenso abraço fraterno.

(Alexandre Soledade).

(15) – REFLEXÃO

A vida de quem é discípulo de Jesus consiste em fazer as obras do reino de Deus para manifestar a sua presença no meio dos homens. É deixar de lado as suas próprias obras para que, como enviado por Jesus, realize as obras de Deus. Para que isso seja possível, o discípulo de Jesus não deve colocar a sua confiança nos bens materiais, mas em Deus, que tudo proverá para que a sua obra seja coroada de êxito. Com essa confiança em Deus, o discípulo de Jesus deve procurar estar atento a tudo o que acontece ao seu redor, para que não perca nenhuma chance de fazer o bem aos que necessitam dele e possa ser, também, um promotor da paz.

(20) – DAI DE GRAÇA…

Os dons de Deus são gratuitos. Não “custam” nada. O livro dos “Atos dos Apóstolos” fala de certo Simão (At 8,18ss), homem dedicado à magia, que ousou oferecer dinheiro aos apóstolos em troca dos poderes excepcionais que o Espírito Santo neles manifestava. Eis a resposta de Pedro: “Maldito seja o teu dinheiro e tu também, se julgas poder comprar o dom de Deus com dinheiro!”

Igual maldição há de merecer aquele que “usa” o Evangelho e a religião com a intenção de acumular fortuna, explorando impiedosamente a inocência ou a ignorância do povo simples. A exemplo do Mestre, seus seguidores vivem vida simples e sóbria. Mesmo quando dotados de dons extraordinários (como o dom de curar enfermos do Pe. Emiliano Tardiff), o homem de Deus jamais fará negócio com tais poderes.

Mas há muitos “dons naturais” que nos foram concedidos e que devemos partilhar com nossos irmãos. Podem ser conhecimentos, habilidades, pendores artísticos e – por que não? – força muscular: tudo pode ser orientado para o bem de nossos irmãos, para o enriquecimento da comunidade humana.

É conhecido o exemplo de George Washington Carver, filho de escravos nos EUA, que recusou um alto salário no laboratório de Thomas Edison, preferindo exercer o seu humilde trabalho de professor em uma escola rural, onde ensinava as famílias pobres a utilizar melhor os recursos de suas terras. Ainda que exímio músico e pintor de qualidade, Carver morreu pobre e solteiro, pois sabia que seria difícil encontrar uma esposa que adotasse o seu estilo de vida tão despojado.

Em um mundo como o nosso, capitalista e contabilizado, onde escasseiam a dedicação e o altruísmo desinteressado, mesmo em atividades como a medicina, o magistério e o sacerdócio, Jesus nos chama a viver para nossos irmãos, multiplicando entre eles o amor que Deus nos dá de graça.

Recentemente, o “testamento” de João Paulo II revelou ao mundo o seu notável espírito de pobreza. Alguns anos atrás, Madre Teresa de Calcutá visitara São Paulo, trazendo como bagagem uma única muda de roupa e uma pequena bacia, dentro de uma caixa de biscoitos amarrada com um cordão de persiana. O desprendimento e a sobriedade de quem segue a Jesus dão o feliz testemunho da profunda liberdade espiritual que o Espírito de Deus pode infundir em nós.

Estamos preocupados em acumular?

Ou em partilhar?

Orai sem cessar: “O Senhor é meu pastor. Nada me falta.” (Sl 23,1).

(Antônio Carlos Santini).

(24) – NÃO LEVEIS NEM OURO, NEM PRATA (…) PARA O CAMINHO

Hoje, até o imprevisível queremos prever. Hoje, se multiplicam os serviços a domicílio. E se hoje falamos tanto de paz, talvez seja porque temos muita necessidade dela. Hoje, o Evangelho nos fala exatamente desses vários “hoje”. Mas vamos por partes.

Queremos prever até o imprevisível: em breve estaremos fazendo um seguro para o caso do nosso seguro falhar. Ou então quando comprarmos uma calça o vendedor nos vai oferecer um modelo com manchas ou com o desbotado já incluído! O Evangelho de hoje, com a sua proposta de irmos sem bagagem (“Não leveis nem ouro nem prata…”), nos convida à confiança e à disponibilidade. Mas nos alerta: isto não significa um descuido nem tampouco improviso. Viver esta realidade só é possível quando nossa vida está enraizada no fundamental: na pessoa de Cristo. Como dizia o Papa João Paulo II, “é necessário respeitar um princípio essencial da visão cristã de vida: a primazia da graça (…). Não se há de esquecer que, sem Cristo, nada podemos fazer” (cf. Jo 15,5).

Também afirmamos que hoje proliferam os serviços a domicílio: não cozinhamos mais em casa, agora o arroz com feijão é feito para você, na sua casa, por outros. Isto é um exemplo de como a sociedade pretende se organizar prescindindo dos outros. Hoje Jesus nos diz: “Ide”; saí. Isto quer dizer, preocupe-se com quem está ao seu lado. Estejamos, portanto atentos e abertos para as necessidades dos mais próximos.

Férias!
Uma paisagem tranquila…

Serão sinônimos de paz?

Talvez devêssemos duvidar disto. Às vezes é um descanso para as angústias interiores, que mais adiante voltarão a despertar. Nós cristãos sabemos que somos portadores de paz, e mais ainda, que esta paz impregna todo nosso ser – mesmo quando à nossa volta o ambiente seja hostil – na medida em que seguirmos de perto a Jesus.

Deixemos que Jesus nos toque, pela força do Cristo de Hoje! E …, “quem encontrou verdadeiramente a Cristo não deve guardá-Lo só para si, deve anunciá-Lo” (João Paulo II).

(Rev. D. David COMPTE i Verdaguer (Manlleu, Barcelona, Espanha)).

(25) – A MISSÃO DOS DOZE II

Os Apóstolos deverão passar pelas cidades e aldeias de Israel, proclamando que “o Reino dos Céus está próximo”. Eis que se cumpre a resposta de Jesus aos enviados de João Batista: realiza-se o tempo da profecia messiânica.

Jesus ordena aos seus Apóstolos: “Dirigi-vos, antes, às ovelhas perdidas da casa de Israel. Dirigindo-vos a elas, proclamai que o Reino dos Céus está próximo”. Com ênfase, ele recomenda-lhes que não levem nada consigo, pois os quer livres de todo apego aos bens materiais e de toda preocupação em obter posses terrenas. Mas, nas areias áridas do desprendimento, suspirando por um refrigério, oásis de paz, eles miram nos horizontes o vulto do Senhor, que os proverá. “A glória deles, reflete S. Cirilo de Alexandria, não é a de não possuírem nada”. Mas a de se colocarem nas mãos divinas. Na renúncia, eles contemplam a aurora da alegria sobrenatural. E colocam-se no cumprimento da missão confiada pelo Senhor, que, através deles, continua a realizá-la. Comenta S. Hilário de Poitiers: “Todo o poder do Senhor foi comunicado aos Apóstolos. E para que se assemelhassem plenamente a Deus, seguindo a profecia do Gênesis, ele lhes ordena dar gratuitamente o que gratuitamente eles tinham recebido”.

No despojamento e na simplicidade, os Apóstolos compreendem: o verdadeiro milagre é viver e anunciar o amor. Eles proclamam a gratuidade da doação, o amor “agápico”, convocando à conversão “as ovelhas perdidas da casa de Israel”. O apelo do Senhor: dar gratuitamente, lhes permite compreender que o amor ao próximo é sintoma da aquisição do verdadeiro amor a Deus, que é generosidade e bondade. Portanto, evangelizar é viver o amor, movimento da alma, sobretudo, dom incriado, que, como “energia divina”, inflama a alma sem cessar e a reúne a Deus pela força do Espírito Santo. S. João Clímaco, mais tarde, exclamará: “Tu feriste minha alma, ó Amor, e meu coração não pode suportar tuas chamas. Avanço louvando-te”.

Eis a missão dos Apóstolos. Anunciar o Evangelho e realizar as obras de misericórdia graças aos poderes concedidos pelo Senhor: a cura dos doentes, até mesmo ressuscitar mortos e expulsar demônios. Porém, segundo S. Isaac Siríaco, “o sinal seguro para reconhecê-los é não lhes parecer suficiente o fato de serem, porventura, entregues, dez vezes ao dia, às chamas por sua caridade para com o próximo”. No amor, os Apóstolos testemunham alegria e paz anunciando e vivendo o Evangelho.

(Dom Fernando).

(7) – SÃO BENTO

As informações sobre a vida de Bento nos foram transmitidas pelo seu biógrafo e contemporâneo, papa são Gregório Magno. No livro que enaltece o seu exemplo de santidade de vida, ele não registrou as datas de nascimento e morte. Assim, apenas recebemos da tradição cristã o relato de que Bento viveu entre os anos de 480 e 547.

Bento nasceu na cidade de Nórcia, província de Perugia, na Itália. Pertencia à influente e nobre família Anícia e tinha uma irmã gêmea chamada Escolástica, também fundadora e santa da Igreja. Era ainda muito jovem quando foi enviado a Roma para aprender retórica e filosofia. No entanto, decepcionado com a vida mundana e superficial da cidade eterna, retirou-se para Enfide, hoje chamada de Affile. Levando uma vida ascética e reclusa, passou a se dedicar ao estudo da Bíblia e do cristianismo.

Ainda não satisfeito, aos vinte anos isolou-se numa gruta do monte Subiaco, sob orientação espiritual de um velho monge da região chamado Romano. Assim viveu por três anos, na oração e na penitência, estudando muito. Depois, agregou-se aos monges de Vicovaro, que logo o elegeram seu prior. Mas a disciplina exigida por Bento era tão rígida, que esses monges indolentes tentaram envenená-lo. Segundo seu biógrafo, ele teria escapado porque, ao benzer o cálice que lhe fora oferecido, o mesmo se partiu em pedaços.

Bento abandonou, então, o convento e, na companhia de mais alguns jovens, entre eles Plácido e Mauro, emigrou para Nápoles. Lá, no sopé do monte Cassino, onde antes fora um templo pagão, construiu o seu primeiro mosteiro.

Era fechado dos quatro lados como uma fortaleza e aberto no alto como uma grande vasilha que recebia a luz do céu. O símbolo e emblema que escolheu foram a cruz e o arado, que passaram a ser o exemplo da vida católica dali em diante.

As regras rígidas não poderiam ser mais simples: “Ora e trabalha”. Acrescentando-se a esse lema “leia”, pois, para Bento, a leitura devia ter um espaço especial na vida do monge, principalmente a das Sagradas Escrituras. Desse modo, estabelecia-se o ritmo da vida monástica: o justo equilíbrio, do corpo, da alma e do espírito, para manter o ser humano em comunhão com Deus. Ainda, registrou que o monge deve ser “não soberbo, não violento, não comilão, não dorminhoco, não preguiçoso, não detrator, não murmurador”.

A oração e o trabalho seriam o caminho para edificar espiritual e materialmente a nova sociedade sobre as ruínas do Império Romano que acabara definitivamente. Nesse período, tão crítico para o continente europeu, este monge tão simples, e por isto tão inspirado, propôs um novo modelo de homem: aquele que vive em completa união com Deus, através do seu próprio trabalho, fabricando os próprios instrumentos para lavrar a terra. A partir de Bento, criou-se uma rede monástica, que possibilitou o renascimento da Europa.

Celebrado pela Igreja no dia 11 de julho, ele teria profetizado a morte de sua irmã e a própria. São Bento não foi o fundador do monarquismo cristão, que já existia havia três séculos no Oriente. Mas merece o título de “Pai do Monarquismo Ocidental”, que ali só se estabeleceu graças às regras que ele elaborou para os seus monges, hoje chamados “beneditinos”. Além disto, são Bento foi declarado patrono principal de toda a Europa pelo papa Paulo VI, em 1964, também com justa razão.

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

SÃO BENTO, ABADE E PAI DOS MONGES (BRANCO, PREFÁCIO COMUM OU DOS SANTOS – OFÍCIO DA MEMÓRIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ou Comentário Inicial

São Bento nasceu por volta do ano 480 e morreu em 547. É o pai do monarquismo. Fundou o mosteiro de Montecassino, onde escreveu a célebre Regra monástica, marcada pela simplicidade, pela prudência, severidade e brandura, liberdade e sujeição. Nela, pode-se ler sobre as atitudes do monge: “Não soberbo, não violento, não comilão, não dorminhoco, não preguiçoso, não murmurador… mas casto, manso, zeloso, humilde, obediente”. Seu lema era: “Ora et labora”, ou seja, oração e trabalho. Foi proclamado por Paulo VI principal padroeiro da Europa.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Senhor, porção de minha herança e minha taça, tendes em mãos o meu destino; coube-me por sorte a boa parte; sim, é bela a herança que me cabe! (Sl 15,5s).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, que fizestes o abade são Bento preclaro mestre na escola do vosso serviço, concedei que, nada preferindo ao vosso amor, corramos de coração dilatado no caminho dos vossos mandamentos. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

O Reino deve ser anunciado na gratuidade. Esta é nossa vocação batismal: “De graça recebestes, de graça deveis dar”, nos diz Jesus. Assim, a Igreja inteira é missionária e está a oferecer continuamente à humanidade a mesma oferta de Cristo: a salvação. Escutemos a Palavra do Senhor.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Convertei-vos e crede no Evangelho, pois, o Reino de Deus está chegando! (Mc 1,15).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Ó Deus, olhai com bondade as oferendas que vos apresentamos na festa de hoje para que, procurando-vos, como são Bento, encontremos em vosso serviço os dons da unidade e da paz. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Em verdade vos digo, vós, que deixastes tudo e me seguistes, recebereis cem vezes mais e tereis como herança a vida eterna (Mt 19,27ss).

– Oração depois da Comunhão

Tendo recebido o penhor da vida eterna, nós vos suplicamos, ó Deus, que, seguindo os ensinamentos de são Bento, vos sirvamos fielmente na oração e amemos os irmãos com caridade ardente. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou a esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus, lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

Anúncios
Esse post foi publicado em Religião. Bookmark o link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s