Liturgia Diária 20/JUL/13

LEITURA DIÁRIA DA PALAVRA — 20/JUL/2013 (sábado)

Jesus é o servo de Iahweh

Mt 12,14-21 (Jesus é o servo de Iahweh)

LEITURAS:

Leitura retirada do Livro do Êxodo (Ex 12,37-42)

(A partida de Israel)

Leiturado Livro do Êxodo.

Naqueles dias, 37 os filhos de Israel partiram de Ramsés para Sucot. Eram cerca de seiscentos mil homens a pé, sem contar as crianças. 38 Além disso, uma multidão numerosa subiu com eles, assim como rebanhos consideráveis de ovelhas e bois. 39 Com a massa trazida do Egito fizeram pães ázimos, já que a massa não pudera fermentar, pois foram expulsos do Egito, e não tinham podido esperar, nem preparar provisões para si. 40 A permanência dos filhos de Israel no Egito foi de quatrocentos e trinta anos. 41 No mesmo dia em que se concluíam os quatrocentos e trinta anos, todos os exércitos do Senhor saíram da terra do Egito. 42 Aquela foi uma noite de vigília para o Senhor, quando os fez sair da terra do Egito: essa noite em honra do Senhor deve ser observada por todos os filhos de Israel em todas as suas gerações.

— Palavra do Senhor.

— Graças a Deus.

Salmo retirado do Livro dos Salmos (Sl 135, 1.23-24. 10-12. 13-15)

(Grande ladainha de ação de graças)

— Eterna é a sua misericórdia.

— Eterna é a sua misericórdia.

— 1 Demos graças ao Senhor, porque ele é bom: / porque eterno é seu amor! 23 De nós, seu povo, humilhado, recordou-se: porque eterno é seu amor! 24 De nossos inimigos libertou-nos: / porque eterno é seu amor!

— 10 Ele feriu os primogênitos do Egito / porque eterno é seu amor! 11 E tirou do meio deles Israel: / porque eterno é seu amor! 12 Com mão forte e com braço estendido: porque eterno é seu amor!

— 13 Ele cortou o Mar Vermelho em duas partes: / porque eterno é seu amor! 14 Fez passar no meio dele Israel: / porque eterno é o seu amor! 15 E afogou o Faraó com suas tropas: / porque eterno é seu amor!

Leitura retirada do Livro do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus (Mt12,14-21)

(Jesus é o servo de Iahweh)

—O Senhor esteja convosco.

— Ele está no meio de nós.

— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus.

— Glória a vós, Senhor.

Naquele tempo, 14 os fariseus saíram e fizeram um plano para matar Jesus. 15 Ao saber disso, Jesus retirou-se dali. Grandes multidões o seguiram, e ele curou a todos. 16 E ordenou-lhes que não dissessem quem ele era, 17 para se cumprir o que foi dito pelo profeta Isaías: 18 “Eis o meu servo, que escolhi; o meu amado, no qual ponho a minha afeição; porei sobre ele o meu Espírito, e ele anunciará às nações o direito. 19 Ele não discutirá, nem gritará, e ninguém ouvirá a sua voz nas praças. 20 Não quebrará o caniço rachado, nem apagará o pavio que ainda fumega, até que faça triunfar o direito. 21 Em seu nome as nações depositarão a sua esperança”.

— Palavra da Salvação.

— Glória a vós, Senhor.

LEITURA ORANTE:

… Oração Inicial… (querer)

Preparo-me para a Leitura Orante, sentindo-me em comunhão com todos os internautas, rezando:

Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém.

Espírito Santo, tu que vieste do Pai, e que permaneceste conosco, em Jesus, tu que habitas, pela fé, nos nossos corações, abre-nos à Palavra!

Seja a nossa inteligência e a nossa vontade, terreno bom, onde tu possas trabalhar com liberdade, de modo que a nossa vida seja sinal eloquente da tua caridade.

Amém.

… Eu sou o CAMINHO… (ler…)

O que diz o texto do dia?

Leio atentamente o texto: Mt 12,14-21 e observo pessoas, e, sobretudo, as atitudes de Jesus.

Ameaçado, Jesus se retira e é seguido por muitos. A estes continua fazendo o bem.

Mateus afirma que assim foi para se cumprir o que predisse o profeta Isaias: “Aqui está o meu servo a quem escolhi, aquele que amo e que dá muita alegria ao meu coração…” (Is 42,1-4). O servo escolhido não precisa de publicidade para suas ações. Apenas garante a todas as pessoas o amor e a misericórdia de Deus.

… a VERDADE… (refletir e meditar…)

O que o texto diz para mim, hoje?

O texto me recorda o que disseram os bispos na Conferência de Aparecida: “De nossa fé em Cristo nasce também a solidariedade como atitude permanente de encontro, irmandade e serviço. Ela há de se manifestar em opções e gestos visíveis, principalmente na defesa da vida e dos direitos dos mais vulneráveis e excluídos, e no permanente acompanhamento em seus esforços por serem sujeitos de mudança e de transformação de sua situação. O serviço de caridade da Igreja entre os pobres “é um campo de atividade que caracteriza de maneira decisiva a vida cristã, o estilo eclesial e a programação pastoral” (Novo millenio ineunte,49)” (DAp 394).

É assim que vivo a minha fé? Na defesa da vida e dos direitos dos mais fracos?

… e a VIDA… (orar…)

O que o texto me leva a dizer a Deus?

Rezo ou, leio a oração de Madre Teresa de Calcutá:

Meu Deus, por livre escolha, por teu amor,

Desejo permanecer aqui e fazer o que a tua vontade

Exige de mim.

Não! Não voltarei atrás.

A minha comunidade são os pobres.

A sua segurança é a minha.

A sua saúde é a minha.

A minha casa é a casa dos pobres:

Não apenas dos pobres

Mas dos pobres dos pobres.

Daqueles de quem as pessoas

Já não querem aproximar-se

Com medo do contágio e da porcaria

Porque estão cobertos

De micróbios e vermes.

Daqueles que não vão rezar,

Porque não podem sair nus de casa.

Daqueles que já não comem

Porque não têm força para comer.

Daqueles que se deixam cair pelas ruas,

Conscientes de que vão morrer,

E ao lado dos quais

Os vivos passam

Sem lhes prestar atenção.

Daqueles que já não choram,

Porque se lhes esgotaram as lágrimas.

Dos intocáveis.

Qual deve ser a MISSÃO em minha VIDA hoje? (contemplar e agir…)

Qual meu novo olhar a partir da Palavra?

Meu novo olhar é iluminado pelos irmãos que sofrem a quem dedico um pouco de meu amor.

BÊNÇÃO:

– Deus nos abençoe e nos guarde. Amém.

– Ele nos mostre a sua face e se compadeça de nós. Amém.

– Volte para nós o seu olhar e nos dê a sua paz. Amém.

– Abençoe-nos Deus misericordioso, Pai e Filho e Espírito Santo. Amém.

REFLEXÕES:

(4) – OS FARISEUS TRAMAM A MORTE DE JESUS

Depois das espigas arrancadas num dia de sábado e da cura de um homem de mão atrofiada, na sinagoga, num dia de sábado, os fariseus tramam a morte de Jesus. Jesus é condenado por fazer o bem: “Se um de vós tem uma ovelha e cai num buraco: não a agarrará e a tirará? Mais do que uma ovelha vale um homem! Portanto, é permitido, no sábado, fazer o bem!” (12,11-12). A lei de Deus é dada ao povo para proteger o dom da vida e da liberdade. Por isso, na introdução das duas versões do decálogo, há evocação da saída do Egito: “Eu sou o Senhor, teu Deus, que te fez sair da terra do Egito, da casa da escravidão” (Ex 20,2; Dt 5,6).

A ameaça de uma morte premeditada não intimida Jesus; partiu seguido por muitos e curava a todos (v. 15). Mateus cita o primeiro cântico do Servo Sofredor de Isaías (Is 42,1-4). Este cântico do servo diz da vocação e do destino do eleito de Deus. A comunidade cristã é convidada a reler, à luz do mistério de Cristo, este cântico de Isaías: a profecia diz respeito a Jesus, eleito de Deus, em que repousa o Espírito de Deus; ele é portador de uma mensagem salvífica para todos, judeus e pagãos.

(Carlos Alberto Contieri).

(6) – DEUS TEM PACIÊNCIA DE QUE NÓS SEREMOS TRANSFORMADOS

Deus tem paciência de que nós seremos transformados. E Ele quer que também tenhamos paciência e acreditemos que muito joio pode se transformar em trigo pela Palavra de Deus.

No meio da plantação cresceu o trigo vigoroso, bonito. Mas, no meio dessa mesma plantação cresceu também o joio. E como o joio, a erva daninha, incomoda o agricultor, o homem do campo!

Na parábola do Evangelho de hoje, os empregados vieram perguntar ao dono do campo: “Queres que vamos arrancar o joio?” (cf. Mt 13,28). E ele respondeu: “Não! Pode acontecer que, arrancando o joio, arranqueis também o trigo. Deixai crescer um e outro até a colheita! E, no tempo da colheita, direi aos que cortam o trigo: arrancai primeiro o joio e o amarrai em feixes para ser queimado! Recolhei, porém, o trigo no meu celeiro” (cf. Mt 13,29-30).

Meus irmãos, no mundo em que vivemos essa parábola do joio e do trigo é muito atual, e sempre atual. Nós caminhamos no meio de pessoas que são boas e ruins. Estamos no meio de pessoas que são honestas, sinceras e verdadeiras. Mas, no meio de nós, há também muita desonestidade, falsidade e hipocrisia. Caminhamos no meio de pessoas que querem ser melhores, mas há aqueles que praticam a maldade, fazem questão de ser ruins.

No primeiro momento, no primeiro ímpeto, a nossa vontade é julgar, condenar e “arrancar fora” aqueles que praticam o mal e não são “convertidos”, como costumamos dizer.

Mas se levarmos em conta, todos nós temos um pouco de joio. A Palavra de Deus nos encontrou, e ela, dia a dia, vai transformando o joio que há em nós. Ela transforma aquilo que existe de mal em nós para que sejamos o trigo puro do Senhor.

Assim como o Senhor teve – e tem – paciência para conosco, para com nossos limites e falhas, para as coisas erradas que nós muitas vezes cometemos consciente ou até mesmo inconscientemente. Ele tem paciência de que nós seremos transformados.

O que o Senhor quer é que também tenhamos paciência. Isso não significa tolerar o mal, concordar com ele, aceitá-lo, mas acreditar que muito joio pode se transformar em trigo pela Palavra de Deus. Se até o final da vida esse joio não se transformar, deixai para o julgamento final, para o julgamento de Deus.

Mas a esperança que move o coração de Deus é a mesma que deve também mover o nosso coração: todo joio pode ser transformado pela Palavra poderosa do Senhor.

Que Deus abençoe você.

(Pe. Roger Araújo).

(7) – NA MIRA DOS INIMIGOS

Os contínuos “desrespeitos” à Lei, por parte de Jesus, só fazia crescer a aversão de seus inimigos por ele. Norteando-se pelo princípio da misericórdia, o Mestre não se importava de fazer o bem em dia de sábado. Por exemplo: curar a quem recorria a ele ou carecia de seu auxílio, mesmo sem ser solicitado, como foi o caso do homem de mão seca. Ele transmitia aos discípulos esta mesma mentalidade, ensinando-os a serem livres diante das tradições religiosas, quando se tratava de fazer o bem.

O foco de desentendimento entre Jesus e os fariseus não consistia em minúcias da Lei, discutidas entre as escolas rabínicas da época. Girava em torno de questões mais radicais. As atitudes de Jesus chocavam-se com a Lei no seu conjunto, no modo como era entendida pelos fariseus fanáticos. Jesus não questionava o mandamento do repouso sabático. Somente recusava-se a aceitar o valor absoluto que lhe era dado. Por isso, entrava em desacordo com os seus inimigos.

A situação ficou insustentável. Seus opositores reuniram-se em conselho, para decidir sobre a melhor maneira de eliminar o incomodo Jesus de Nazaré.

O fato de ser visado por seus inimigos não foi um obstáculo sério para Jesus. Sua consciência de estar em comunhão com a vontade do Pai dava-lhe a segurança necessária para seguir em frente.

Oração: Pai, meu único desejo é estar em comunhão contigo, para que, como Jesus, eu saiba discernir, em cada circunstância, a melhor maneira de agir.

(Pe. Jaldemir Vitório).

(10) – BOA NOVA PARA CADA DIA

Eis o meu Servo, a quem Eu elegi, meu amado, no qual coloco a minha afeição… (Mt 12,18).

Nesta passagem, importa a São Mateus afirmar como em Jesus se cumpre a profecia de Isaías 42,1-4.

O que esta profecia diz, reproduzida aqui por Mateus 12,18-21?

– Deus escolheu um homem, Seu Servo (Mt 12,18a);

– é amado com predileção por Deus, a quem Deus trata com todo afeto: Mateus 12,18b; isto Deus Pai diz no momento em que Jesus é batizado (Mt 3,17).

– Sobre Ele Deus porá Seu Espírito (Mt 12,18c); e Jesus recebeu o Espírito Santo em seu Batismo (Mt 3,16).

– A quem Deus dá uma missão especial: Ele anunciará às Nações o Direito (Mt 12,18d).

Ora, este Servo de Deus é Jesus para a comunidade cristã e para São Mateus.

Este Evangelho diz, claramente, que Jesus se retirou de onde estava, porque ali podia ser encontrado com os fariseus que tramaram sua morte (Mt 12,14-15).

No entanto, Jesus quis dar um sentido especial a esta sua retirada: Ele quis que isso fosse um sinal. Um sinal para que todos entendessem que Ele era o Servo de Javé, a figura misteriosa de Isaías 42,1-4, que ficara desconhecida no tempo de Isaías e depois dele.

Identificado como o Servo de Javé, Jesus realiza o que Isaías diz sobre este Servo.

Jesus, diz Mateus 12,19-21, agirá como o Servo de Javé, agora que os fariseus o perseguem:

– retirado, Jesus não discute, não grita, não fala alto nas praças (Mt 12,19);

– enquanto não fizer com que o Direito triunfe, não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que ainda fumega (Mt 12,20);

– em Seu nome, as Nações depositarão sua esperança (Mt 12,21).

De fato, Jesus se retira e deixa de aparecer nas cidades, nas praças.

De qual Direito falam Isaías e São Mateus?

O Direito de Deus são as normas que regulam a relação entre Deus e Seu Povo. Jesus estabelece este Direito trazendo o Reino de Deus ao mundo. Mais ainda, fará isto perdoando os pecados do Povo Eleito, dando-lhe uma condição de Justiça que por si mesmo este Povo não poderia conseguir; o preço foi a morte de Jesus.

Não quebrará o caniço rachado nem apagará o pavio que fumega: enquanto Jesus não ressuscitar não ficará claro que este caniço e este pavio representam a decadente classe dirigente, os sumos sacerdotes, os anciãos do Povo, os escribas e os fariseus. Depois da morte e Ressurreição de Jesus, eles desaparecerão: o caniço se quebrará e o pavio se apagará. E, em seu lugar, entrará a Igreja de Cristo com seus apóstolos para dirigir o Povo de Deus no Direito.

Por fim, Jesus realizará o que Isaías diz: “… em Seu nome as Nações depositarão sua esperança” (Mt 12,21). Jesus mandará os apóstolos a todo o mundo para ensinar às Nações o Direito, o modo certo de se relacionarem com Deus; isto será pregação do Evangelho do Reino de Deus. E, uma vez que os pecados das Nações também forem perdoados pela morte de Jesus, sua esperança de conhecer o Deus de Israel e Seu Direito será satisfeita. As Nações serão o Novo Israel de Deus (Gl 6,16).

As Nações hoje em dia somos nós, pois não somos descendentes, segundo a carne, de Abraão, Pai do Povo Eleito. “Nossa esperança de paz com Deus nos é dada por Jesus que com Deus nos reconciliou apagando nossos pecados” (ver 2Cor 5,18 e Cl 1,22).

(Pe. Valdir Marques).

(12) – AQUI ESTÁ O MEU SERVO

O mistério da nossa salvação é tão vasto, tão profundo, tão admirável, que os próprios anjos aspiram a compreendê-lo (1Pe 1,12). […] Pois, sendo Deus por natureza, o Verbo verdadeiro de Deus Pai (Jo 1,1), da mesma substância e com Ele co-eterno, brilhando no mais alto da sua glória “na condição e na igualdade com Deus”, Cristo “não Se valeu dessa igualdade com Deus, mas aniquilou-Se a Si próprio, assumindo a condição de servo” e, nascendo de Santa Maria, “apareceu como homem e rebaixou-Se até à morte, e morte de cruz” (Fil 2,6-8).

Humilha-Se assim, para nossa humildade, Aquele que dá a todos os homens da sua própria plenitude. Rebaixa-Se por nós, não por constrangimento, mas de sua própria vontade. Por nós toma a condição de escravo Aquele que é a liberdade em pessoa. Torna-Se um como nós Aquele que está acima de toda a Criação. Submete-Se à morte Aquele que dá a vida ao mundo. […] Como nós torna-Se sujeito à Lei (Gal 4,4) Aquele que, sendo Deus, transcende toda a Lei. Pelo seu nascimento torna-Se um homem como os outros. Começa a existir Aquele que precede todos os séculos e todas as épocas, mais, Aquele que é o próprio Criador e origem do tempo […]. Aquele que foi gerado em Maria […] é da nossa natureza e da nossa substância e da mesma descendência de Abraão. Mas é também, no plano divino, da mesma natureza que Deus Pai.

(São Cirilo de Alexandria (380-444), bispo, doutor da Igreja – Sermão 15, 2-4).

(15) – REFLEXÃO

Jesus não veio à terra para buscar a sua glória ou a sua promoção pessoal. Ele veio como o servo de Deus para garantir, por uma vida de serviço e, principalmente, pela sua paixão e morte de cruz, a salvação para todas as pessoas. Com isso, Jesus é aquele que cumpre todas as promessas feitas por Deus durante todo o antigo Testamento. Ele vai, não pela glória, pela arrogância e pelo poder, mas pelo amor, pela misericórdia e pelo serviço, realizar o projeto de Deus e nos mostrar novos valores que devem nortear as nossas vidas, tornando-se ao mesmo tempo modelo para todas as pessoas e a esperança de todas as nações.

 

NINGUÉM AMA O QUE NÃO CONHECE

CELEBRAÇÃO DE HOJE

15ª SEMANA DO TEMPO COMUM (VERDE – OFÍCIO DO DIA)

RITOS INICIAIS:

– Monição Ambiental ouComentário Inicial

Jesus está sempre ao lado dos sofredores, os liberta e os serve no amor. Mas os detentores do poder querem eliminá-lo. Sentem-se perturbados pela vida e pela liberdade que brotam de suas palavras e de sua ação misericordiosa. A multidão abandona o poder constituído e corre atrás de Jesus. A fé do Evangelho é numa pessoa, a de Cristo, e não puramente numa doutrina. Compreendamos, pois, o que nos ensina a pessoa de Cristo.

– Canto e Procissão de Entrada

– Antífona da entrada

Contemplarei, justificado, a vossa face; e serei saciado quando se manifestar a vossa glória (Sl 16,15).

– Saudação ao Altar e ao Povo Reunido

– Ato Penitencial

– Senhor, Tende Piedade

– Glória a Deus nas Alturas

– Oração do Dia ou Oração da Coleta

Ó Deus, que mostrais a luz da verdade aos que erram para retomarem o bom caminho, dai a todos os que professam a fé rejeitar o que não convém ao cristão e abraçar tudo o que é digno desse nome. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo.

LITURGIA DA PALAVRA:

– Monição para a(s) Leitura(s)

A noite em que fez os filhos de Israel saírem do Egito foi uma noite de vigília e que deverá ser observada por todos eles em honra do Senhor. E aquele que traz a liberdade verdadeira, Jesus, não é aceito pelos fariseus, por isso, planejam matá-lo.

– Silêncio

– Proclamação da 1ª Leitura

– Silêncio

– Proclamação do Salmo

– Silêncio

– Proclamação da 2ª Leitura

– Monição para o Evangelho

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Aleluia, aleluia, aleluia.

— Em Cristo, Deus reconciliou consigo mesmo a humanidade; e a nós ele entregou esta reconciliação. (2Cor 5,19).

– Canto de Aclamação

– Proclamação do Evangelho

– Homilia ou Pregação

– Profissão de Fé

– Oração Universal ou Oração dos Fiéis

Conforme nos orienta a IGMR, no Cap. II, LETRA B, números 69, 70 e 71, vamos deixar que cada Comunidade possa realizar a sua Oração Universal colocando nela, a sua realidade comunitária, não devendo esquecer que, normalmente serão estas as séries de intenções, além das pessoais de cada um, caso seja dada a oportunidade pelo celebrante ao povo de se expressar:

a) Intenções pelas necessidades da Igreja;

b) Intenções pelos poderes públicos e pela salvação de todo o mundo;

c) Intenções pelos que sofrem qualquer dificuldade;

d) Intenções pela comunidade local;

e) Intenções pessoais da comunidade.

LITURGIA EUCARÍSTICA / PREPARAÇÃO DAS OFERENDAS:

– Canto e Procissão das Oferendas

– Apresentação do Pão e do Vinho

– Presidente Lava as Mãos

– Orai, Irmãos!

– Oração sobre as Oferendas

Acolhei, ó Deus, as oferendas da vossa Igreja em oração e fazei crescer em santidade os fiéis que participam deste sacrifício. Por Cristo, nosso Senhor.

LITURGIA EUCARÍSTICA / ORAÇÃO EUCARÍSTICA OU ANÁFORA:

– Prefácio e “Santo”

– Invocação do Espírito Santo

– Narrativa da Ceia

– Consagração do Pão e do Vinho

– “Eis o Mistério da Fé!”

– Lembra Morte e Ressurreição de Jesus

– Orações pela Igreja

– Louvor Final (Por Cristo…)

LITURGIA EUCARÍSTICA / RITO DA COMUNHÃO:

– Pai-Nosso (Oração do Senhor) e Oração seguinte

– Rito da Paz ou Saudação da Paz

– Fração do Pão

– Cordeiro de Deus

– Felizes os Convidados!

– Distribuição da Comunhão aos fiéis e Canto da Comunhão

– Silêncio Eucarístico ou Canto de Ação de Graças

– Antífona da Comunhão

Quem come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele, diz o Senhor (Jo 6,56).

– Oração depois da Comunhão

Alimentados pela vossa eucaristia, nós vos pedimos, ó Deus, que cresça em nós a vossa salvação cada vez que celebramos este mistério. Por Cristo, nosso Senhor.

RITOS FINAIS OU RITOS DE ENCERRAMENTO:

– Comunicados e Convites

– Saudação e Bênção Final

– Despedida (Ide em Paz!)

FONTES DE CONSULTAS E PESQUISAS:

Vamos expor a seguir de onde pertencem os textos que nos preenchem todos os dias, nos dando um caminho com mais sabedoria, simplicidade e amor.

FONTE PRINCIPAL DE PESQUISA E INSPIRAÇÃO

bc3adblia1

FONTE DE CONSULTA – IGMR (INSTRUÇÃO GERAL DO MISSAL ROMANO – 1ª EDIÇÃO / 2008)

IGMR

REFLITA:

O importante não é a pessoa que escreve, mas quem foi que inspirou essa pessoa a escrever.

O importante não é como se lê o que está escrito, mas como se age.

O importante não é sentar-se à direita ou à esquerda do Pai, mas sim, realizar o trabalho que Ele nos pede.

Ter conhecimento não é ter sabedoria, sabedoria é saber compartilhar o conhecimento.

(0) – Blog Liturgia Diária da Palavra de Deus (Reflexões e Comentários);

(1) – Periódico Mensal: Liturgia Diária (Editoras Paulinas e Paulus);

(2) – Periódico Mensal: Deus Conosco (Editora Santuário);

(3) – Portal Editora Santuário;

(4) – Portal Editora Paulinas;

(5) – Portal Editora Paulus;

(6) – Portal e Blog Canção Nova;

(7) – Portal Dom Total;

(8) – Portal Católica Net;

(9) – Portal Católico Orante;

(10) – Portal Edições Loyola Jesuítas;

(11) – Portal de Catequese Católica;

(12) – Portal Evangelho Quotidiano;

(13) – Blog Homilia Dominical;

(14) – Blog Liturgia Diária Comentada;

(15) – Portal CNBB (A Palavra de Deus na Vida);

(16) – Portal Catequisar: Catequese Católica;

(17) – Portal Universo Católico;

(18) – Portal Paróquia São Jorge Mártir;

(19) – Portal Catedral FM 106,7;

(20) – Portal Comunidade Católica Nova Aliança;

(21) – Portal Comunidade Resgate;

(22) – Portal Fraternidade O Caminho;

(23) – Portal Católico na Net;

(24) – Portal Evangeli.net;

(25) – Portal Padre Marcelo Rossi;

(26) – Portal Grupo de Oração Sopro de Vida;

(27) – Portal NPD Brasil.

(28) – Um Novo Caminho

MINHA MENSAGEM PESSOAL PARA MIM MESMO.

Mais vale o desconforto da VERDADE, do que a comodidade da MENTIRA.

E usando a essência da Oração da Serenidade, devo orar:

Ó meu Deus e Senhor, Pai de misericórdia e Salvação,

que em seu Filho Jesus perdoou os nossos pecados,

e com o seu Santo Espírito, paráclito nesse nosso mundo que caminha conosco,

apenas em Ti posso almejar a vida eterna, socorre-me e ouvi-me:

Se o ERRO está em mim, que DEUS possa me dar a HUMILDADE de aceitar que estou errado.

Que Jesus me dê a SERENIDADE, para aceitar que tem coisas que não posso mudar.

E que o Espírito Santo me dê a CORAGEM, suficiente para mudar aquelas coisas que dependem de mim, mesmo que sejam difíceis.

E para complementar os alicerces de orações da minha vida, faço como o santo Tomás de Aquino:

“Concede-me, Deus misericordioso, que deseje com ardor o que tu aprovas, que o procure com prudência, que o reconheça em verdade, que o cumpra na perfeição, para louvor e glória do teu nome.

Põe ordem na minha vida, ó meu Deus, e permite-me que conheça o que tu queres que eu faça, concede-me que o cumpra como é necessário e como é útil para a minha alma.

Concede-me, Senhor meu Deus, que não me perca no meio da prosperidade nem da adversidade; não deixes que a adversidade me deprima, nem que a prosperidade me exalte.

Que nada me alegre ou me entristeça para além do que conduz a ti.”

Viver CORRETO e falar a VERDADE hoje são tão difíceis quanto na época de Jesus, pois é muito mais fácil aceitar a MENTIRA e fazer o ERRADO.

Viver no CAMINHO, VERDADE E VIDA, que é o próprio Cristo Jesus, tem que ser uma caminhada diária.

O futuro é desejo e pensamento.

O passado é aprendizado e lembrança.

O hoje é realidade, isso quer dizer: CRISTO.

Meus amigos(as) de coração, meus irmãos(ãs) em Cristo Jesus,lembrem-se:

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“Não julgues para não seres julgados.”

“A quem é muito dado, muito será cobrado.”

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